terça-feira, 30 de agosto de 2016

Pé Grande pegadas falam de humanos gigantes na China




Uma das pegadas encontradas fossilizadas na rocha é quase duas vezes maior que um pé humano.

Um grupo de fotógrafos encontrou quarta-feira uma série de pegadas gigantes de pé humano fossilizadas numa rocha na vila chinesa de Pingyan, na província de Guizhou, informa o portal chinês Sina.

Uma das pegadas, que pode levar-nos a tempos antigos, tem a forma de um pé esquerdo e é quase duas vezes tão grande como a de um pé humano real.





Os investigadores estão a realizar um estudo dos traços para determinar a origem das marcas gigantes numa pedra antiga e explicar a origem e datação de essas pegadas.





Esta não é a primeira descoberta deste tipo de pegadas gigantes. Em 1912 o agricultor Stoffel Coetzee Sul-Africano encontrou uma com 128 cm de comprimento e 60 de largura.

Fontes: RT , Novos Insólitos 

Governo Temer suspende programa nacional de combate ao analfabetismo


Com uma das piores taxas de analfabetismo da América do Sul e sem cumprir compromissos internacionais na área, o Brasil interrompeu o programa federal que ensina jovens e adultos a ler e escrever.

Ao todo, 13 milhões no país não sabem decifrar nem um bilhete simples, o equivalente a 8,3% da população com 15 anos ou mais. Esse contingente era alvo do Brasil Alfabetizado, executado por Estados e municípios com verba do governo federal.

O Ministério da Educação afirma que o programa está em execução, mas prefeituras e governos estaduais relatam um bloqueio no sistema da pasta que impede o cadastro de alunos -o que inviabiliza o início de novas turmas.

A interrupção do programa foi confirmada pelo ministério a uma cidadã que o questionou sobre o tema por meio da Lei de Acesso à Informação. “Até o momento não há previsão de reabertura do Sistema Brasil Alfabetizado para ativação de novas turmas”, respondeu, em junho, a pasta chefiada pelo ministro Mendonça Filho (DEM).

Atualmente, só os alunos cadastrados antes desse bloqueio do sistema estão frequentando as aulas. De acordo com o ministério, são 168 mil no atual ciclo, iniciado em outubro do ano passado.

O número explicita o encolhimento do programa. Relatórios da pasta mostram que, até 2013 (dados mais recentes), eram ao menos 1 milhão de atendidos ao ano.

NORDESTE

A Folha indagou a todos os governos do Nordeste, onde estão 54% dos analfabetos do país, sobre a situação do Brasil Alfabetizado.

Sete dos nove Estados da região responderam, e relataram, no mínimo, expressiva queda de atendimento desde o bloqueio do programa e, nos piores casos, o fim dos cursos de alfabetização.

“Começamos a inserir os nomes dos alunos em maio, mas, no início de junho, o MEC avisou que o sistema tinha sido fechado”, diz Tereza Neuma, diretora de políticas de Educação de Alagoas.

“As aulas começariam em setembro, mas suspendemos o processo após o bloqueio, em junho”, afirma Janyze Feitosa, gestora local do programa em Pernambuco.

“Em 2016, devido à suspensão do Programa Brasil Alfabetizado pelo MEC, as atividades letivas ainda não tiveram inicio”, disse a secretaria de Educação do Ceará.

Os governos de Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia também relataram redução e descontinuidades dessa ação.

Criado em 2003, o programa é elogiado pela dimensão e capilaridade, mas é criticado por seu índice de eficácia.

Documento deste ano feito por um grupo que incluiu o Ministério da Educação aponta uma taxa de alfabetização de 47% a 56% dos alunos.

“É uma política grande, mas demonstrou dificuldade de fazer com que o aluno voltasse a estudar”, diz Roberto Catelli, um dos autores do texto e coordenador de Educação de Jovens e Adultos da ONG Ação Educativa. A pouca integração com a EJA (antigo supletivo) é uma das explicações para resultados negativos do programa, ao lado da baixa qualificação de educadores.

O sistema de gestão também chegou a ter uma interrupção pontual em janeiro. 

 

Os problemas deixam o Brasil ainda mais atrasado no compromisso assumido em conferência mundial, em 2000, de chegar a 2015 com uma taxa de analfabetismo de 6,7%. No atual ritmo, só chegara à meta em 2022.

OUTRO LADO

O Ministério da Educação afirma que o Brasil Alfabetizado “está mantido e encontra-se em execução”.

Diz que está iniciando a preparação de novas turmas, mas ainda não há uma data para que isso aconteça.

Por meio da assessoria, a pasta declarou ainda que as turmas atuais do programa foram abertas em outubro de 2015 e têm duração de oito meses. No atual ciclo, informa, são 17.445 turmas com 167.971 alfabetizandos.

A gestão do ministro Mendonça Filho (DEM), que assumiu em maio, também afirma que encontrou cortes no orçamento de 2016 para os programas Brasil Alfabetizado, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Pro Jovem no valor de R$ 120 milhões, e que os mesmos programas já haviam sofrido corte na ordem de R$ 112 milhões em 2015.

“Infelizmente, os indicadores de analfabetismo entre jovens e adultos ainda são elevados”, diz a pasta, que cita o crescimento da taxa de analfabetismo entre jovens e adultos em alguns Estados.

É o que aconteceu com cinco Estados de 2013 para 2014, ano com dados mais recentes: AL, GO, PI, RS e SP.

“O MEC considera a alfabetização uma política pública prioritária, está discutindo com vários segmentos o problema, avaliado os programas de alfabetização existentes e estuda a melhor forma de reverter esse cenário.”

A assessoria do ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante (PT), que comandou a área até o afastamento da presidente Dilma Rousseff, atribuiu problemas orçamentários da pasta à situação política e criticou o que chamou de “desmonte” da área.

Ele disse ter mantido ações no Brasil Alfabetizado em 2016, mesmo com restrições financeiras. Segundo a equipe do ex-ministro, questões orçamentárias do MEC estavam ligadas à espera pela aprovação da alteração da meta fiscal no Congresso.

VIA: Folha de São Paulo

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Professores americanos são proibidos de chamar estudantes de “meninos e meninas”

(KOB-TV 4) — Professores na Escola de Ensino Fundamental Carlos Rey [na cidade de Albuquerque, Novo México, nos EUA] estão numa situação difícil depois que o vice-diretor os orientou a parar de chamar seus estudantes de “meninos e meninas.” 

 

Parece que a direção da escola decidiu avançar um passo mais a nova norma de banheiros transgêneros para as escolas públicas da cidade de Albuquerque nos EUA.  
Esse parece ser o primeiro exemplo de algo que começou como uma questão de banheiro que agora está se expandindo e entrando na vida diária da sala de aula. 

Uma carta enviada aos professores da Escola Carlos Rey neste mês intitulada “Ordem Oficial de Procedimento de Identidade de Gênero” declara que os professores não mais podem se referir aos seus estudantes como meninos e meninas começando neste mês, orientando-os a eliminar as diferenças sexuais em suas salas de aula. 

Essa ordem provoca reação acalorada de ambos os lados. 

“Isso é grotesco,” disse o Rev. Adelious D. Stith, que vai regularmente às reuniões de diretoria das escolas públicas de Albuquerque. “Isso simplesmente não faz nenhum sentido.” Stith vem suplicando à direção para que dê atenção aos pais antes de permitir que estudantes transgêneros usem os banheiros do sexo com o qual se identificam.   

A secretaria de educação disse que obedecerá à lei federal nessa questão, e esse é o primeiro ano letivo com a política em andamento. 

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Teachers banned from calling students “boys and girls” 

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