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sábado, 12 de abril de 2014

O Cristianismo está sendo sequestrado por evangélicos progressistas?

Julio Severo
Há uma campanha em andamento, e vem ocorrendo por algum tempo especialmente nos Estados Unidos, para persuadir os evangélicos acerca de várias questões, inclusive “casamento” gay e iniciativas anti-Israel, usando interpretações muitas vezes seletivas ou anormais do que a Bíblia ensina.
As organizações que buscam mudar a opinião pública evangélica são bem coordenadas e muitas vezes financiadas por grupos esquerdistas, tais como a Fundação da Sociedade Aberta de George Soros.
Os evangélicos progressistas estão determinados a avançar suas posturas esquerdistas sobre “casamento” gay e Israel.
Depois que a Visão Mundial nos EUA reverteu em apenas 48 horas sua política de reconhecer os “casamentos” gays de seus funcionários, evangélicos progressistas escreveram uma carta dizendo que eles estão muito tristes com a decisão da Visão Mundial de voltar atrás. “Pedimos para que as instituições cristãs contratem irmãos e irmãs LGBT em Cristo,” a carta declarou.
“Há cristãos dedicados que acreditam, com toda a honestidade, que algumas passagens na Bíblia que fazem referência à atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo têm sido historicamente mal interpretadas,” os assinantes disseram.
Os mais de 300 assinantes incluem o teólogo Walter Brueggemann; Randall Balmer, da Faculdade Dartmouth; Amy Plantinga Pauw, professora de teologia no Seminário Louisville; Nicholas Wolterstorff, professor emérito da Universidade Yale; e o Pr. Brian McLaren.
“Quero que o mundo saiba que há muitos cristãos que apoiam a contratação de cristãos gays em instituições cristãs,” disse Julia Stronks, evangélica e professora de ciência política na Universidade Whitworth. Ela ajudou a organizar a carta.
“Será que dá para alguém ser evangélico e apoiar o ‘casamento’ homossexual ao mesmo tempo?” Nos próximos anos, os evangélicos progressistas dos EUA esperam redefinir o que é um evangélico moderno nessa e outras questões éticas e bíblicas.
É impossível predizer que essas mudanças entre os evangélicos americanos não terão reflexos entre os evangélicos brasileiros, que já estão infiltrados por um significativo número de evangélicos progressistas, especialmente adeptos da Teologia da Missão Integral, que ainda não saíram totalmente do armário.
A natureza caída das coisas religiosas é a decadência esquerdista avançar e as instituições religiosas a abraçarem. Livros do pastor progressista americano Brian McLaren estão avançando como fogo no Brasil. Nos próximos anos, veremos os efeitos desse liberalismo teológico.
Com informações do Liberty Unyielding e The Salt Lake Tribune.

terça-feira, 18 de março de 2014

O cristianismo "não religioso" da pós-modernidade

Artigo instigante publicado no IHU:

Rumo a um ''cristianismo não religioso''


A corrida rumo a um cristianismo adulto implica uma árdua reviravolta de fé (e de pensamento!) que vai muito além da superação do dogmatismo e do confessionalismo.


A opinião é do pedagogo italiano Michele Turrisi, especialista no "pensamento fraco" de Gianni Vattimo, em artigo publicado na revista Koinonia, de fevereiro de 2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.


Eis o texto.


Era 1944, e um intrépido teólogo prisioneiro da Gestapo escrevia: "Estamos indo ao encontro de um tempo completamente não religioso; os homens, como já são agora, simplesmente não podem mais ser religiosos. Mesmo aqueles que se definem sinceramente 'religiosos', não colocam isso em prática de modo algum...".

Em geral, é justificado reagir com surpresa quando "ambientes eclesiásticos" promovem ocasiões comunitárias de reflexão (auto)crítica a partir de testemunhos como o de Bonhoeffer conservado na Carta do dia 30 de abril de 1944 da prisão nazista de Berlim Tegel. Nenhuma surpresa, porém, no caso da Associação Koinonia de Pistoia (Koinonia-online.it), que busca muito concretamente "uma maturação humana e cristã adequada às exigências socioculturais dos nossos dias".

Sinal inequívoco, dentre outros, de uma declarada vontade de superar as distorções de uma certa atitude religiosa bastante difundida foi o encontro de dezembro passado, com o tema: Rumo a um 'cristianismo não religioso – onde "rumo" não expressa o perigo, o desvio a ser enfrentado para salvaguardar o cristianismo das Igrejas, mas sim a direção sinceramente desejada, justamente como crentes (que se sentem) chamados à adultez espiritual.

Acolhido também em antologias escolares de filosofia, o célebre texto bonhoefferiano (as cartas e outros escritos da prisão estão reunidos em Resistência e submissão [Ed. Sinodal, 2003]) se impõe pela sua notória atualidade. Nele se encontram considerações urgentes e interrogações tão desconcertantes (na ótica crente comum), quanto inevitáveis, que soam como um apelo a discernir os "sinais dos tempos", aceitando fazer as contas com eles até o fim, humana e cristãmente.

Em uma antiga publicação da editora Claudiana, lê-se o seguinte destaque: "Quanto mais os anos passam, mais Bonhoeffer se torna, por assim dizer, atual. Ele viveu antecipadamente os problemas fundamentais da experiência e da existência cristã de hoje e, provavelmente, também de amanhã. Nesse sentido, é verdade que 'ainda estamos perseguindo Bonhoeffer' (Sperna Weiland)". Difícil discordar.

De fato, dois teólogos conhecidos – embora bastante distantes entre si – reconhecem a plena validade da mensagem do jovem pastor luterano também no novo século: um constatando que "as coisas, com relação a 1944, para a tradicional mentalidade religiosa, permaneceram exatamente as mesmas, mesmo que se busquem buracos [ou lacunas, do mundo físico e da alma humana] para dar legitimidade e consistência ao discurso sobre Deus" (Vito Mancuso, L'anima e il suo destino); o outro admitindo que "nenhuma Igreja ousou colocar em prática essa indicação de Bonhoeffer de uma dupla ascese, a ascese da palavra, reservada à oração, a ascese da ação, reservada exclusivamente à prática da justiça no meio dos homens" (Paolo Ricca), depois de ter lembrado francamente que "Bonhoeffer é um dos poucos teólogos mártires de toda a história cristã, já que os teólogos são intelectuais e, como todos os intelectuais, são especialistas em evitar as tempestades da história e propensos ao pensamento cortesão, isto é, aquele pensamento que acaba por aderir ou não contrastar o poder existente. Na Itália, apenas 13 professores universitários recusaram-se a prestar juramento ao fascismo. Bonhoeffer é uma dessas moscas brancas: ele passou da cátedra na Universidade de Berlim, alcançada ainda muito jovem, à forca de Flossenbürg. [...] Justamente porque pensou exclusivamente naquilo pelo qual se tornou responsável pela ação, viveu apenas 39 anos. E o seu pensamento manifesta uma crescente juventude" (de Finesettimana.org).

Em um congresso realizado em Trento pelo centenário do seu nascimento (2006), Paolo Ricca também disse: "Na realidade, Bonhoeffer nasceu no futuro. Ele não nasceu há 100 anos, antes de nós. Ele nasceu cem anos depois de nós, e nós, como disse um estudioso seu, ainda estamos perseguindo-o" (da revista Il Margine, n.2/2006).

Mas essa corrida rumo a um cristianismo adulto – o único adequado para a nossa sociedade secularizada, ou seja, não mais condicionada por uma visão religiosa/mítica da realidade – implica uma árdua reviravolta de fé (e de pensamento!) que vai muito além da superação (além disso, ainda só em parte realizada em nível intracristão) do dogmatismo e do confessionalismo.

Afirma Bonhoeffer: "As pessoas religiosas falam de Deus quando o conhecimento humano (às vezes por preguiça mental) chegou ao fim, ou quando as forças humanas vêm a faltar – e, com efeito, aquilo que elas chamam em causa é sempre o deus ex machina, como solução fictícia para problemas insolúveis, ou como força diante do fracasso humano; portanto, sempre explorando a fraqueza humana ou diante dos limites humano […]; eu gostaria de falar de Deus não nos limites, mas no centro, não nas fraquezas, mas na força, não, portanto, em relação à morte e à culpa, mas na vida e no bem do homem".

O que significa, então, emancipar-se da dependência (infantil) com relação a uma entidade transcendente caracterizada religiosamente? Deixamos que a resposta seja dada por um dos maiores filósofos italianos, cuja "recristianização" (relatada em um pequeno livro muito pessoal de 1996) certamente não podia ignorar a teologia de Bonhoeffer: "[...] O que está no meu coração é rejeitar aquele cristianismo que quer afirmar a religião como necessária via de fuga de uma realidade 'intratável'; mais uma vez, em suma, a ideia bonhoefferiana do Deus 'tapa-buraco', para a qual o caminho da razão para Deus é o caminho da derrota e do fracasso. É verossímil que, uma vez escolhida essa atitude, acabe-se por enfatizar a ênfase do mal, a insuperabilidade dos limites humanos, a ideia da história como lugar de sofrimento e de provação, em vez de história da salvação. Sobre essa base, seria fácil demais retorcer a acusação de insensibilidade ao mal do mundo contra aqueles que a formulam do ponto de vista do cristianismo trágico: muitas vezes, de fato, a ênfase na realidade do mal insuperável com meios humanos se resolveu, mesmo na história da Igreja, com a aceitação dos males do mundo, confiados apenas à ação da graça divina. Encarnando-se, em todos os sentidos da kénosis, Deus torna possível um compromisso histórico concebido como realização efetiva da salvação, e não só como aceitação de uma prova ou busca de méritos em vista do além. [...] É verdade que a posição 'trágica' parece corresponder mais às experiências em muitos sentidos apocalípticas que a humanidade do século XX vive: efeitos perversos do 'progresso' técnico e científico, iminência de problemas existenciais aparentemente irresolvíveis... Mas o 'salto' na transcendência, nessas condições, pode ter no máximo um significado consolatório; se empurrado para além desse significado, torna-se fonte de uma interpretação supersticiosa, mágica, naturalista do divino. [...] O cristianismo trágico corresponde bem demais a uma certa Stimmung difusa nesse fim de milênio, que eu acredito que deve ser combatida, porque os seus resultados são fundamentalismos, o fechamento no horizonte restrito da comunidade, a violência implícita na concepção da Igreja sob o modelo de um exército pronto para a batalha, a tendencial inimizade contra a facilitação da existência prometida e parcialmente realizada pela ciência e pela técnica" (Gianni Vattimo, Credere di credere).

Maria Mantello observou que "o deus da Bonhoeffer não quer tronos no mundo e assim liberta a fé individual da Religião"; que "colocar Deus entre parênteses (etsi Deus non daretur, como defendia o teólogo luterano) ainda é o caminho para a liberdade e a autodeterminação individual na convivência democrática civil – é o caminho da laicidade"; que" o crente emancipado não precisa das fugas escatológicas, mas diz sim à vida 'como ela é', na responsabilidade de ser seu artífice na humana inter-relação" (cf. Libero Pensiero, de setembro de 2013).

Essa posição, a meu ver, é bem compatível com a expressada por um estimado biblista e teólogo protestante que, justamente referindo-se a Bonhoeffer, escreveu: "É a cruz de Cristo que expressa estatutariamente para nós, cristãos, o 'espaço' de Deus no mundo. Na cruz, Deus, em Cristo, se expõe sem tutelas, em um espaço público por excelência [...]. Por isso, creio eu, é uma exigência acima de tudo cristã aquela de que Deus não seja posto como a priori necessário ou como alicerce de valores em si mesmos não universalmente compartilhados. Ainda mais nociva para o coração do anúncio cristão é a pretensão de apresentar os valores cristãos como fundamento natural, apriorístico e indiscutível daquelas atividades atividades (como a ciência e o dominium terrae) que o criador confiou à autonomia daquela humanidade à qual atribuiu o papel de agir 'à imagem de Deus'" (Daniele Garrone, Protestantesimo, n. 61/2006).

Quando a fé não se reduz a psicofármaco comunitário nem é instrumentalizada para esmagar os "outros" (sempre olhados de cima, como eternos menores que precisam de "luz" e de redenção): eis o horizonte em que, finalmente, crentes e não crentes podem se encontrar, se contaminar mutuamente e até mesmo confraternizar. Pois bem, aquele teólogo antinazista "sem preconceitos" também experimentou isso na sua curta vida (mas dinâmica existência!), que, longe de desdenhar a companhia de pessoas não religiosas, ousou confessar: "Muitas vezes me pergunto por que um 'instinto cristão' me empurra frequentemente na direção dos não religiosos que na direção dos religiosos, e isso certamente não na perspectiva de uma ação missionária, mas em um estado, eu diria, 'fraterno' [sic]".

E mais: o encontro de Bonhoeffer com pessoas não crentes pesou sobre a sua busca por um cristianismo arreligioso em um mundo que se tornou adulto. Beatrice Iacopini destacou isso no seu relatório ao supracitado congresso de Koinonia: "Na prisão, Bonhoeffer toca com a mão um mundo que abre mão de Deus: nenhum dos seus companheiros de prisão, nem os guardas pareciam viver alguma referência religiosa. Em particular, ele é tocado pelo fato de que nem mesmo durante os bombardeios – e, portanto, enquanto experimentam o terror – aqueles que o cercavam se voltavam para Deus. Tal observação confirma a sua convicção de que apresentar Deus como solução aos problemas do homem, além de ser teologicamente equivocado, também é totalmente inútil: em um mundo já adulto, os homens querem caminhar com as próprias pernas".

Um desejo: que, diante dos desafios éticos na comum aventura daqui de baixo, crentes e não crentes possam em breve se redescobrir ao menos como companheiros, senão irmãos.
 
Fonte: IHU

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Padre assassinado a facadas, com as palavras “escória cristã” colocadas em seu corpo

Theodore Shoebat, palestino
As heresias do ateísmo e do islamismo estão inundando a Inglaterra, e isso está trazendo consequências que são tanto inatas quanto inevitáveis pelo fato de que os ingleses estão de forma perigosa aceitando a tolerância religiosa: a violência contra o Cristianismo.
Na Inglaterra, o corpo mortalmente esfaqueado do Rev. John Suddards foi descoberto em Thornbury com uma nota que dizia “escória cristã.”
Nos últimos cinco anos, 200 padres e vigários* sofreram agressões físicas na Inglaterra. Um padre foi espancado em sua igreja, outro foi atingido na cabeça por um pedaço de madeira, e um outro foi mordido na mão, não por um animal, mas por satanista que odiava a Deus.
O Padre Timothy Lipscomb, o vigário de Preston, disse:
“Penso que o problema é que realmente só dá para fazermos um trabalho eficaz quando nos tornamos vulneráveis. É triste que tenhamos de nos proteger para proteger os outros. É completamente errado que as pessoas ataquem o clero. Não estou surpreso… Acho que isso é horrível.”
O que a maioria não confessará é que toda essa violência é a consequência da tolerância religiosa para com as religiões falsas e malignas: ateísmo, islamismo, darwinismo, e todos os frutos em estado de apodrecimento concebidos por árvores cujas raízes estão no submundo e que são fertilizadas e nutridas pelo esterco repugnante dos que querem que a liberdade para pecar seja crida e vivida acima da liberdade pela verdade, sem medo das mãos encharcadas de sangue dos heréticos.
Esta é a raiz principal da violência que está acontecendo contra os cristãos, e só terminará quando as ideologias malignas forem extirpadas. Os filhos de Caim prosperaram em toda a Terra, e por causa disso, “a maldade do homem era grande,” “toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente,” “e a terra estava cheia de violência.” (Gênesis 6:5,11)
A heresia leva à violência, e agora o mundo ocidental está tendo que provar os seus frutos amargos.
* Nota do tradutor: Padres e vigários, das palavras em inglês “priests and vicars,” podem significar tanto da Igreja Anglicana da Inglaterra quanto da Igreja Católica.
Fonte: Julio Severo

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cristãos prestam queixa contra desenho Os Simpsons por ofensas a valores do cristianismo

A série de desenhos Os Simpsons se tornou alvo de polêmica mais uma vez por causa da forma como se refere ao cristianismo.
 
Diversos telespectadores tem procurado o Federal Communications Commission (FCC), órgão que regula as comunicações nos Estados Unidos, para se queixar da forma como Deus foi apresentado num dos episódios.
 
“A representação de Deus como um servo de Satanás é uma blasfêmia e um pouco repulsivo para um verdadeiro crente cristão. 
 
No episódio, Deus refere-se a satanás como “o grandalhão caído”, que é totalmente ofensivo. Eu também senti desprezo pela minha fé, quando o caráter de Deus aparece como um servo do Diabo, oferecendo uma xícara de café. Essas ofensas ao cristianismo aparecem continuamente em Os Simpsons”, escreveu um telespectador em sua queixa.
 
Segundo o site Acontecer Cristiano, a preocupação com temas ligados à homossexualidade também tem motivado os telespectadores a criticar a série.
 
“Em um episódio, Homer Simpson imagina coisas desagradáveis ​​que podem acontecer com ele. Entre as coisas que ele imagina, Marge Simpson beija outra mulher.
 
Esta é uma série que são espectadores de todas as idades. muitos pais permitem que seus filhos a vejam, porque eles são desenhos animados e as histórias tem como tema situações que uma família de classe média vive normalmente. 
 
O beijo lésbico de Marge Simpson é indecente e deve ser censurado para que crianças não o vejam”, reclamou outro telespectador.

Fonte: Gospel+ , O Guarda de Israel

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

RAND PAUL ALERTA: HÁ UMA GUERRA CONTRA O CRISTIANISMO!


 

Obama “evita falar sobre quem está cometendo as matanças”.

“Você não ouvirá muito sobre isso no noticiário da noite,” alertou o senador Rand Paul, (R-Kentucky), “mas há uma guerra mundial contra o Cristianismo.”

O senador escolheu frisar o perigo do islamismo radical em seu discurso diante da Cúpula dos Eleitores de Valores na sexta-feira de manhã.

Paul explicou que a guerra contra o Cristianismo não está sendo colocada nas manchetes porque esse tipo de guerra não é conveniente para a elite dos meios de comunicação.

“O presidente tenta evitar falar sobre quem está atacando e matando cristãos. Os meios de comunicação descrevem as matanças como ‘sectaristas.’”

Mas a verdade, disse o senador, é que os fanáticos do islamismo estão travando uma guerra contra os cristãos.”

O senador disse que os assassinos são uma minoria de muçulmanos, mas, “infelizmente, o número dessa minoria está nas dezenas de milhões.”

Paul disse que o islamismo radical só acabará quando o próprio islamismo se policiar, e, “Só então o conhecimento e iluminação começarão a brilhar e crescer e a violência, a violência religiosa, recuará.”

O senador citou uma lista de atrocidades no mundo inteiro cometidas por islamistas radicais, inclusive na Síria, onde “os rebeldes islâmicos têm filmado degolações de seus cativos.”

“Eles têm filmado gente deles mesmos comendo o coração de seus inimigos. Dois bispos cristãos foram raptados, e um padre foi morto recentemente. Esses rebeldes são aliados dos rebeldes islâmicos que o presidente Obama está agora armando.

“Estamos agora armando rebeldes islâmicos que são aliados da Al-Qaeda que atacou os EUA em 11 de setembro de 2001. Faz algum sentido isso?”

Com a voz aumentando numa progressão de indignação, Paul fez um argumento incisivo, declarando: “O dinheiro dos americanos que pagam impostos jamais deveria ser gasto para sustentar uma guerra contra o Cristianismo.”

“Mas é exatamente isso que está acontecendo no mundo inteiro neste momento. Como cristãos, deveríamos assumir uma posição e lutar quando o governo usa nosso dinheiro de impostos para financiar perseguições aos cristãos.”

Paul deixou claro que ele estava falando de uma guerra real contra o Cristianismo, mas não uma convencional.

“Não vejo a possibilidade de como 50 a cem milhões de militantes islâmicos radicais sejam derrotados, mas eles têm de ser contidos, e temos de nos defender. Não se engane: precisamos fazer tudo o que pudermos para nos defender.”

Ele disse que os cristãos precisam ativamente se preparar para a guerra, mas buscar a paz.

E ele invocou o conselho do presidente Ronald Reagan, recomendando paz por meio da força.

“No meio tempo, aja. Ore por uma solução. Faça seus políticos prestarem contas se não assumirem uma postura forte para proteger a vida e fazer frente à guerra contra o Cristianismo,” concluiu Paul.

Fonte: WND
Rand Paul warns of war on Christianity
Tradução: www.juliosevero.com

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Por um cristianismo sem igrejas instituições

É claro que Yaohushua entrava e saia das sinagogas (Mateus 13:54, Marcos 1:21, Lucas 4:16), mas também ensinana nos montes (Mateus 5 e 7), orava nas clareiras dos bosques (Mateus 26:36) e escrevia no chão (João, 8:4, 11). Quem frequenta um culto cristão hoje, sabe que ele se tornou tão viciado quando os templo judeus da época de Cristo, talvez pior do que eles. Hoje a comunidade cristã há muito deixou de ser um local de vivência real dos ensinamentos de Yaohushua para se tornar um clube social onde as pessoas vão para ver, ser vistas e falar dos outros. Imagine se Cristo houvesse nascido nos dias de hoje, qual desses clubes você acha que ele frequentaria?

Talvez o clube católico com sua tradição e estética invejáveis; ou quem sabe um dos cultos protestantes onde a música e as luzes distraem os devotos; ou ainda um culto neo-pentecostal onde o show de milagres é garantido. Ou quem sabe, ele faria e viveria a Igreja da exata mesma forma que fez e viveu – entre prostitutas, ladrões e doentes, nunca protegido dentro das paredes do Templo de Salomão se isolando do resto do mundo.

A verdade é que assim como foi no começo da cristandade, ainda hoje podemos ser discípulos de Cristo longe das instituições religiosas. Isso porque instituição religiosa e “a Igreja” são coisas completamente diferentes. Isto é apenas mais uma corrupção do raciocínio, usada para se dominar os irmãos e irmãs mais frágeis e impressionáveis e as pessoas com dificuldades de arranjar e manter uma vida social por conta própria. Basta ver que em cada caso citado acima o importante não era o local onde Cristo pregava, mas o que ele pregava: Não como um pastor ou clérigo, não com oum sacerdote, mas como alguém cheio do Espírito Santo (Mateus 7:29, Marcos 1:22)


Como se isso não bastasse, cada um desses clubes faz questão de se eleger como a melhor escolha possível, muitas vezes descartando como malditos, enganados e heregeres todos os que ficaram do lado de fora. Existem centenas de pastores, padres, pregadores, e líderes que se inflamam ao nos alertar sobre o perigo daqueles que vêm até nós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores, no entanto parecem não aperceber do próprio orgulho a vaidade vestidados como humildade e devoção.

Quantas pessoas salvas em Cristo não se afastam da palavra desiludidas com a forma que esses “líderes” cristãos conduzem o que chamam de igreja, de "templo do Senhor"? Aqueles que deveriam servir como faróis na escuridão, apontando o caminho seguido por nosso Salvador, se tornam uma vela que apenas atrai mariposas solitárias, aqueles que não sabem distinguir a luz que ilumina da luz que consome e queima. Quantas pessoas deixam de frequentar os locais de culto, aos quais se acostumaram dar o nome de “templo” ou “igreja”? Quantos não tem sua fé abafada pelos dogmas criados apenas para iludir ou por aqueles que se utilizam de mentiras, ameaças e mesmo desprezo para consquistar um público assíduo para seus espetáculos?

De onde surge o direito divino de vincular a salvação de alguém a uma instituição? Quando Cristo afirmou que para estar salvo você deveria ser membro de algum grupo? E então surge um absurdo ainda maior: para se salvar é preciso comprar o pacote de doutrinas vendidas por eles, enfiadas goela a baixo por cada uma das instituições. Católicos desdenham protestantes. Pentecostais afirmam que a Santa Sé é a besta disfarçada. Testemunhas de Jeová lamentam a desilusão dos Adventistas. Todos criticam os Rastafaris, dizendo que nem ao menos são cristãos.

E todos se esquecem da vida de nosso Salvador. Se não aceitamos uma determinada doutrina como a única salvação real oferecida por Yaohu então a instituição que a vende nos agride, nos intimida. Nos tornamos enganados, desiludidos. Se esquecem esses líderes os hábitos e a vida da única pessoa para quem Cristo prometeu: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.”. Nos tornamos os rebeldes incapazes de ouvir. Mas se isso ocorre se lembrem do sorriso do Salvador e não fiquem tristes, mas pelo contrário se animem: sermos taxados de rebeldes assim como Cristo também foi. Como podemos sentir tristeza de sermos perseguidos e malditos por estarmos ao lado de Yaohushua?

Qualquer mente, com um pouquinho de discernimento, percebe que uma instituição religiosa é apenas a idealização de um homem. Suas regras e doutrinas são o conjunto de interpretações de um homem. Suas paredes foram erguidas por homens para que ali habitasse nada além de outro homem. Não há qualquer referência bíblica de que um homem pode impor a sua interpretação bíblica a seus iguais, muito pelo contrario! Não nos advertiu Cristo sobre estas pessoas iníqüas? (Mateus 7:21-23). E o pior é que muitos deles nem percebem o que estão fazendo. Se sentem inspirados e saem por ai, não pescando homens, mas apenas formando turminhas para socializar: parecem mais pessoas em busca da confirmação de outros de que de fato está no caminho da própria salvação do que alguém que encontrou de fato Yaohushua em seu coração (Mateus 7:14).


O espírito cristão de hoje foi reduzido a freqüentar cultos. A ouvir o que sabemos não passar de mentiras e nos calarmos de cabeça baixa. A defender a doutrina da instituição, suas regras e seu governo como se fosse uma criação divina e pior, como se possuísse poder divino. A submetermo-nos a rudimentos, a homens e a doutrinas. Nós damos dinheiro para uma instituição, para que ela crie mais templos ou organize novas obras, e não fazemos nada pelos outros. Encarregamos alguém de fazer isso em nosso lugar. Já repararam que a maioria das instituições arrecada, mas quando surge algo que necessita ser feito se apelam para voluntaries, para boas almas engajadas?

As instituições religiosas hoje são aberrações. Se fossem apenas um lugar onde se cometessem erros, mas houvessem também ações para se corrigir esses erros, se houvesse interesse real em se corrigir esses erros, então teríamos hoje locais onde a Palavra pudesse ser estudada, compartilhada e passada a diante. A semearíamos. No entanto, vemos coisas muito mais horrendas do que simples deslizes humanos. Nos vemos soterrados em manipulação. Jogos de poder. Exploração moral e financeira. Ganância.

Onde deveríamos encontrar a graça divina não vemos nada além da podridão humana, nada diferente do que os antros de vergonha que dizem combater – na verdade existe uma diferença: esses antros se mostram menos hipócritas, não tentam se passar por algo que nunca serão, nem tentam divinizar seus pecadores. Podemos chamar isso de “a igreja”? Recusêmo-nos!

É neste momento que devemos tomar a decisão correta, a única decisão! Devemos simplesmente nos recusar a flertar com a mentira, com a ira, com a megalomania. Devemos deixar de compactuar com a injustiça. Devemos deixar de lado reuniões e cultos que não temos mais como chamar de “igreja” ou “culto”. Os cultos de hoje são tão vazios quanto o Natal do varejo. Existem aquelas poucas exceções? Claro que sim, mas servem no fim de tudo, apenas para alimentar a grande maioria daqueles que apenas se viciam no poder que recebem do rebanho que os assistem. Literalmente servem de exemplo para que sempre que apontemos o erro de uma instituição usarem aquela que funciona como justificativa: nem todas são assim!

Talvez devêssemos então partir do bom exemplo e tentar salvar a instituição sempre que ela se mostre realmente humilde? “Se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.” (Mateus 5:29-30) Seria apenas perda de tempo.

Devemos então buscar a Igreja onde o teto é o céu e onde não há paredes.Devemos alimentar os famintos e curar os enfermos ao invés de ficar sentados no banco cantando musiquinhas. Abandonemos templos e igrejas para pregar o evangelho a todas as criaturas; quem precisa repetir as interpretações de outros para pessoas que já as conhecem de cor? A Igreja não é um clube social, muito menos uma instituição civil. No Novo Testamento selado com o sangue de Cristo há um Povo Novo: a Igreja de Yaohushua não são como alguns pregadores improvisados que de repente se sentem iluminados por algum espírito e passam a criar os seus grupinhos “cristãos”, para obrigar-lhes a pagar o dízimo e, assim, obter dinheiro, ou então a administrar a vida de seu rebanho com conselhos e sugestões. Tornamos a repetir: há apenas uma Igreja que existe desde o princípio e é aquela fundada por Yaohushua que Ele próprio sustenta apesar das falhas e erros humanos. Ela é formada por homens pecadores.

Portanto, ninguém deve achar que recebeu autoridade de Yaohu para fundar novas igrejas tão somente porque algum dia resolveu “ler a Bíblia”. Pois Yaohu dispôs autoridades apostólicas que foram instituídas por Cristo em SUA Igreja. A estas autoridades devemos obedecer porque velam por nossas almas (Hebreus 13,17). Esta autoridade delegada por Yaohushua apenas se encontra na única Igreja Primitiva. Sim! Nessa Igreja que muitos desprezam e prejulgam porque querem edificar, com forças próprias, algumas “igrejas melhores”.
No entanto, estas “igrejas dos homens” devem saber que estão se comportando mal, pois pregam a divisão dos cristãos, indo contra a vontade de Yaohushua expressa no Evangelho de São João 17,21. Muitos fundam novas igrejas com intuito de lucro e enganam as pessoas exigindo o dízimo.

A verdadeira Igreja de Cristo é formada por todos os verdadeiros cristãos não por tijolos, e tem o próprio cordeiro de Yaohu como cabeça. A Igreja somos nós e quanto às igrejas e templos que surgem a todo dia, essas nada importam, pois só Cristo saberá separar o joio do trigo quando chegar sua vez.
 

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