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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Programa do Governo Americano para Controlar o Pensamento Religioso Através de Estimulação Magnética Transcraniana



O governo dos EUA está trabalhando em um programa para... bem... programar a maneira de ver a religião? Um denunciante (whistleblower) que já trabalhou no programa diz que sim e ele quer que você saiba exatamente o que vem acontecendo.

O primeiro passo para a verdade é ficar informado.

Se eu lhe disser que o Departamento de Defesa estava usando o dinheiro do contribuinte para aprender a influenciar as pessoas com as crenças religiosas, a fim de controlar essas crenças, iria realmente surpreendê-lo?

Você acha que eu sou um teórico da conspiração usando um capacete de papel alumínio (tin foil hat)?

Você se importaria se eu lhe dissesse que o programa visava controlar os muçulmanos fundamentalistas?

E também cristãos fundamentalistas?

Aqui está a história. Em 2012, o Centro para Comunicação Estratégica (CSC) da Universidade do Estado do Arizona foi premiado com uma bolsa de pesquisa dólar 6,1 milhões dólares do DARPA ou Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa.

O objetivo do projeto de acordo com o site da Universidade é "estudar a neurobiologia da compreensão narrativa, validar teorias narrativas e explorar a relação entre narrativa e persuasão."

Muita conversa técnica lá, então vamos cavar os detalhes.

O programa do CSC é realmente sobre a criação de narrativas. Usando comunicação eficaz, em grande parte através de vídeos, para controlar o processo de pensamento de grupos de pessoas.

E finalmente, para ser capaz de desencadear narrativas através da estimulação magnética. Em sua essência, o programa é focado em como ganhar a narrativa contra o extremismo muçulmano. É um conceito bastante interessante.

De acordo com documentos vazados para nós, este projeto integra conhecimentos de três terrenos teóricos mutuamente informativos.

Em suma, o objetivo do programa é combater e mudar narrativas religiosas por causa de seu papel nos "comportamentos extremistas". O informante que revelou este programa para nós trabalhou durante vários anos no programa. Ele pediu para não ser identificado.

Ben (Entrevistador): O que lhe disseram sobre a proposta, quando você começou a trabalhar com ele (o programa)?

Denunciante: Sim, eu pensei que era benigno. Disseram-me que estava prestes a tentar descobrir quais partes do cérebro são afetadas pela persuasão narrativa. Apenas para descobrir isso por razões meramente acadêmicas. Então, olhamos para o transporte da narrativa que é basicamente como um indivíduo é transportado para uma narrativa, como eles entendem isso... tipo como quando você lê um bom livro você fica realmente encantado com ele.

Em sua essência, o programa tenta mapear o cérebro para determinar quais partes do cérebro permitem que você aceite uma narrativa que lhe é apresentada. Isto é chamado de teoria da narrativa.

O mapeamento dessa rede levará a uma compreensão mais completa da influência que a narrativa tem na memória, emoção, teoria da mente, da identidade e da persuasão, que por sua vez influenciam a decisão de se envolver em violência política ou participar de grupos violentos, ou ainda apoiar grupos ideologicamente ou financeiramente.

Veja, o projeto é focado na crença de que a razão dos muçulmanos no Oriente Médio serem seduzidos a violência religiosa não é por causa da realidade do que está acontecendo ao seu redor por si só, mas porque eles estão acreditando em uma narrativa local ou regional.

Ben: A narrativa local e regional, então, é que o cérebro assume automaticamente as coisas por causa de uma narrativa que fomos ensinados desde a nossa infância, não é isso?

Denunciante:  Certo, isto é verdade. Nós chamamos estas de narrativas mestres. Assim, nos EUA, temos esta narrativa principal "trapos a riquezas", onde se você trabalhar duro você pode se tornar bem sucedido e fazer uma tonelada de dinheiro. Assim, no Oriente Médio, eles sempre usam o exemplo do Faraó. Essa é a narrativa mestre que está no Alcorão, onde há este líder corrupto que, você sabe, é muito ruim para a sociedade. E eles usam o exemplo de
Sadat, que foi assassinado. Quando o assassino o matou, ele disse, "Eu matei o Faraó, eu matei o Faraó." Então eles assumem que ele estava contando com essa narrativa mestre islâmica para motivar suas ações.

Então como o programa muda isso? Mais uma vez um monte de linguajar técnico, então me acompanhem. Mas está basicamente dividido em três fases.

A Fase I é mapear a Rede de Compreensão Narrativa (NCN em inglês) utilizando um conjunto de estímulos concebidos a partir do ponto de vista de duas culturas religiosas diferentes.

A Fase II vai testar hipóteses geradas na Fase I, adicionando duas manipulações adicionais de validação e transporte de narrativa.

A Fase III, que investiga possibilidades de romper literalmente a atividade da NCN através de Estimulação Magnética Transcraniana.

Ben: A Fase III é bastante interessante. Notei na documentação que diz que não vamos falar muito sobre isso, porque sabe-se lá se algum dia chegaremos lá. Mas quando você lê o que é a Fase III é um pouco surpreendente, é chamado de Estimulação Magnética Transcraniana. Isso não é algo de ficção científica, não é algo que eles inventaram. Esta é uma técnica real que já foi utilizada no passado, correto?

Denunciante: Sim, começou no campo da psiquiatria, quando as pessoas estavam deprimidas e quando você está deprimido certas partes do seu cérebro não estão funcionando corretamente. Então, eles criaram essa tecnologia, que é basicamente um grande ímã, e o colocam em seu cérebro e ele desliga a parte do cérebro que está ruim ou errada e que iria ajudá-los com sua depressão por várias semanas a um mês e eles voltariam e fariam isto de novo. Portanto, esta tecnologia tem existido em torno de dez ou quinze anos.

Ben : Então é isto "propaganda" de alta tecnologia, o que estamos falando.

Denunciante: propaganda de alta tecnologia e validada, sim. Então, se eles são capazes de desativar uma parte do cérebro e se livrar da narrativa principal que fará com que você não acredite em uma afirmação em particular, eles teriam validado esta propaganda. Então, se eles desligarem parcela X, eles sabem que a propaganda irá funcionar e o indivíduo vai acreditar no que quer que esteja sendo dito a eles.

Então, por que tudo isso? Como o projeto é baseado na ideia de que, apesar do "bom trabalho" dos EUA no Oriente Médio, a mensagem do trabalho não está sendo recebida.

"A frequente rejeição das mensagens dos
EUA pelas populações locais no Oriente Médio, apesar da insistência dos EUA sobre a verdade objetiva da mensagem, ilustra o paradigma da narrativa em funcionamento. A bem documentada "brecha entre o dizer-fazer' entre as mensagens dos EUA e ações dos Estados Unidos é visto por alguns como contribuindo para a falta de validade narrativa nas histórias produzidas pelos EUA. Da mesma forma, as histórias de ajuda dos EUA não soam verdadeiro em uma cultura na qual os estrangeiros cristãos, desde o século 11, foram os invasores e procuram destruir e governar."

Então, como resolver isso?

Ben: Como você move alguém que simplesmente assiste a um vídeo todo o caminho até a linha de comportamento? É uma ferramenta muito poderosa, se você é capaz de fazer isso.

Denunciante: Certo, então eles pensam que talvez declarações extremistas ou um vídeo como da Al Qaeda irão levar algumas pessoas a cometer um atentado suicida, por exemplo. Então, eles estão tentando olhar para este vídeo ou para as declarações e tirar uma parte do seu cérebro que vai pensar que eles se encaixam com a sua cultura ou narrativa principal e isto possivelmente leve-os a não cometer esses atos extremistas violentos.

Então, o que você precisa saber é que este programa se resume a uma idéia central. Se as pessoas não estão chegando às conclusões que o governo dos EUA gostaria que elas chegassem, deve haver uma maneira de forçá-los a aceitar essas narrativas.

Lembre-se que a alegação é que os EUA, apesar de "dar ajuda" é visto no Oriente Médio como invasores. Isso, de acordo com o programa de investigação é o produto de narrativa incorporada, e não um resultado de uma ação.

Assim, a visão dos
EUA como invasores em países onde temos que exércitos permanentes, dezenas de bases militares, os EUA pagando barões da droga no Afeganistão ou os senhores da guerra regionais no Iraque ou onde eles consistentemente bombardeiam com drones no Iêmen, Paquistão e Somália ou onde financiam os ditadores até que esses ditadores sejam derrubados e então financiam os rebeldes, que acabam se tornando ditadores.

Tudo isso não tem nada a ver com o ponto de vista dos muçulmanos no Oriente Médio dos EUA, porque claramente eles estão perdendo o fato de que os EUA dá ajuda.

O próximo passo, o controle da narrativa, e se necessário, a utilização da estimulação magnética para forçar as pessoas a aceitarem a visão dos EUA que desejamos que eles tenham.

Afinal, os muçulmanos extremistas não são perigosos? Cristãos extremistas? Veja o problema com a questão é quem vai definir extremista? Quem decide se as crenças religiosas são inerentemente perigosas?

E se acreditamos que o governo deveria ter o poder de controlar a forma como o extremista pensa... Não teria então a autoridade para decidir o que e como todos nós pensamos?

Fontes: (nota do artigo original) Nós não podemos postar os documentos vazados de programa aqui porque a ASU (Universidade do Estado do Arizona) alegou violação de propriedade intelectual.

Nota: entrei em contato com CSC da Universidade Estadual do Arizona solicitando uma entrevista sobre este programa. Um porta-voz disse-me que a Universidade não iria comentar sobre o programa. E que todos os questionamentos devem ser enviados para DARPA.

Nota Blog Anti-NOM: Acredito ter encontrado o estudo que o autor do artigo disse ter sido proibido de publicar. O nome do artigo é "Toward Narrative Disruptors and Inductors: Mapping the Narrative Comprehension Network and its Persuasive Effects" e ele pode ser encontrado
neste documento do SlideShare. Esta página do CSC da Universidade do Estado do Arizona cita o estudo.

Eu (
Blog Anti-NOM) traduzi um trecho do estudo original:
Ou seja, vamos realizar gravação simultânea de de fMRI (Ressonância Magnética Funcional) e  EEG ( Eletroencefalografia) enquanto os participantes estão completando o paradigma da integração vertical. Na terceira fase deste projeto, vamos utilizar a estimulação magnética transcraniana (Magstim 200, Jali Medical Inc.) para interromper temporariamente as regiões do cérebro responsáveis ​​pela compreensão da narrativa. A estimulação magnética transcraniana é um método não invasivo para causar polarização nos neurônios do cérebro por indução eletromagnética. A Indução induz correntes elétricas fracas usando um campo em rápida mudança. Esta técnica permite que os cientistas interrompam as redes neurais e examinem o comportamento. Pretendemos usar esta técnica durante o paradigma da integração vertical nas Fases 1 e 2 para examinar os efeitos da interrupção do cérebro na compreensão da narrativa e da persuasão. Mais especificamente, com base nas fases 1 e 2, as regiões específicas do cérebro que compõem a rede de compreensão narrativa serão selecionadas incluindo aquelas que: (a) podem ser avaliadas e manipuladas de forma segura por meio de Estimulação Magnética Transcraniana, e (b) ocupar a posição mais crítica/central na de rede, e (c) estão associadas com os efeitos mais fortes do ensaios de Fase I e II.
Fontes: 
- Blog Anti-NOM: Programa do Governo Americano para Controlar o Pensamento Religioso Através de Estimulação Magnética Transcraniana
Ben Swann: Exclusive: Government Program To Control Religious Thought?
- DARPA: “Toward Narrative Disruptors and Inductors: Mapping the Narrative Comprehension Network and its Persuasive Effects”
- Slide Share: Toward Narrative Disruptors and Inductors: Mapping the Narrative Comprehension Network and its Persuasive Effects

 Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Vídeo mostra robô humanoide ATLAS, um possível substituto de humanos

Você gosta de O Exterminador do Futuro ou Robocop? Então veja esse modelo de robô andando sobre escombros e prepare-se para o futuro da humanidade.

                  

O futuro é algo que nem a Mãe Dináh consegue prever. Mas a tecnologia talvez saiba ou ao menos brinca com as possibilidades daquilo que podemos presenciar num futuro próximo ou longínquo – e, sob certo ponto de vista, isso pode ser assustador.

O vídeo acima só comprova a tese. Nele, a Boston Dynamics nos dá outro pitaco da visão de futuro que a companhia tem com suas engenhosas criações – financiadas pela DARPA –demonstrando o ATLAS, robô humanoide tão ousado que dá uma de equilibrista ao caminhar sobre escombros nos testes realizados.

Com eficiência e bom equilíbrio, o ATLAS, que lembra bem um modelo derivado de “Robocop” ou do clássico “O Exterminador do Futuro”, aparece andando sobre uma superfície bastante pedregosa sem perder o charme.

Para comprovar a rigidez da lataria (quase) humana, a equipe ainda arremessou um peso de mais de 20 kg na lateral do robô sem que nada acontecesse. ATLAS cambaleou, mas jamais deu sinais de que poderia cair.

Vale lembrar que o robô já havia sido demonstrado em julho e que, de lá para cá, as melhorias foram impressionantes. É bem possível que ele vire o maior presente de Natal que você poderia dar ao seu filho – alguém aí se lembrou de “Um Herói de Brinquedo”, com Arnold Schwarzenegger? Só que sem o fator humano – apenas robô humanoide.

Referência: TecMundo
Fonte: YouTube/BostonDynamics

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

EUA desenvolvem drone para colocar satélites em órbita

Veículo deve ser capaz de reduzir em dez vezes os custos de se colocar um satélite em órbita ao utilizar dois motores em estrutura autônoma — a qual pode ser reutilizada em período de apenas um dia.
 
 (Fonte da imagem: Reprodução/Darpa)
 
Alçar satélites à órbita da Terra é um processo um tanto mais oneroso do que uma cabeça leiga poderia considerar. De fato, trata-se de varas centenas de milhões de dólares em um lançamento típico. Mas a DARPA (Agência de Projetos Avançados de Pesquisa de Defesa, na sigla em inglês) pretende tornar a tarefa drasticamente menos custosa. Como? Utilizando um enorme drone, o XS-1, o qual deve deixar os atuais modelos corados.

De acordo com a proposta, os processos atuais devem se tornar completamente obsoletos — com seus vários meses de preparação e quantias astronômicas despendidas por lançamento. “Nós queremos utilizar tecnologias comprovadas para criar um sistema de transporte espacial confiável, de baixo custo e que possa ser recuperado em apenas um dia”, disse o responsável pelo drone em release oficial.

Por enquanto, só no papel

É claro que a maior parte do projeto ainda não saiu do papel. “Como isso será configurado, como ele será lançado e como retornará, isso tudo ainda está sobre a mesa — nós buscamos as soluções mais práticas e criativas que seja possível.”
 

 

Dessa forma, a fim de coletar as melhores ideias, a DARPA organizará um fórum aberto no dia 7 de outubro, ocasião em que diversos designers devem apresentar projetos possíveis para a concretização do XS-1. Entretanto, propostas devem atentar para os seguintes critérios:

“As metas técnicas principais do XS-1 incluem a capacidade de voar dez vezes em dez dias, de atingir velocidade de Mach 10 ou superior pelo menos uma vez e de lançar uma quantidade substancial de material em órbita. O programa também busca reduzir os custos de acesso ao espaço para cargas menores (entre 3 mil libras e 5 mil libras) em pelo menos dez vezes, custando menos de US$ 5 milhões por voo.”

Um drone com dois motores

Não se pode dizer, entretanto, que a DARPA esteja apenas com um papel em branco sobre a mesa. De fato, pelo menos um conceito inicial já foi proposto, o qual seria formado por duas partes: um motor que aceleraria o veículo até velocidades hipersônicas e faria a estrutura alcançar alturas suborbitais; e um segundo que seria desconectado do drone, tendo a incumbência de colocar, com precisão, a carga em órbita.
 

 
 
Em seguida, o primeiro estágio seria então remetido de volta à Terra para ser reabastecido, recarregado e relançado imediatamente. Naturalmente, todo o processo deveria ocorrer de forma autônoma. De qualquer forma, mesmo um protótipo do XS-1 não deve se concretizar antes de vários anos, ou mesmo décadas.

Referência: TecMundo
Fonte: Darpa

quinta-feira, 30 de maio de 2013

DARPA desenvolve novo tipo de exoesqueleto militar

Equipamento deve ser usado junto com as armaduras comuns e proteger o soldado contra contusões musculares causadas pelo carregamento de equipamentos pesados.

             
 
A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (mais conhecida pela sigla DARPA, do original Defense Advanced Research Projects Agency) está atualmente trabalhando na confecção de um exoesqueleto bastante interessante e diferente de outros projetos semelhantes que nós já estamos acostumados a ver.

De acordo com o site oficial da instituição, a “Warrior Web” (como está sendo provisoriamente chamada) não é uma armadura voltada para a proteção do soldado contra investidas inimigas, e sim para o aumento de suas capacidades atléticas naturais e diminuição dos danos musculares causados pelo peso dos equipamentos que os militantes costumam carregar.
 
O exoesqueleto deve ser vestido como uma “roupa de baixo” e será totalmente transparente, atuando com conforto junto com as vestimentas tradicionais do soldado. Objetos de proteção são dispostos estrategicamente em áreas mais propensas a sofrer com contusões (tornozelo, joelho etc.).

 
(Fonte da imagem: Divulgação/DARPA)
 
A ilustração acima resume algumas das principais características da Warrior Web. 
 
O vídeo que abre esta matéria, por sua vez, mostra um protótipo da armadura em ação. 
 
No clipe, um soldado carrega 61 lb (cerca de 28 kg) com maior facilidade do que o normal, enquanto um computador confirma que a pressão exercida em algumas áreas de seu corpo se torna quase ínfima.
 
Ainda não há qualquer  previsão para que o exoesqueleto comece a ser testado nos campos de batalha reais..
 
Fontes: DARPA e TecMundo

Destaque: Como será o soldado do futuro [infográfico]

sábado, 22 de dezembro de 2012

Robô LS3 da DARPA aprendeu a seguir o líder

A máquina tem a capacidade de interpretar comandos de voz e pode carregar quase 200 quilos de equipamentos.

          

O LS3 da DARPA é um robô que possui quatro pernas para se movimentar. O aspecto é um pouco estranho, lembrando uma espécie de cavalo mecânico sem cabeça. Contudo, o avanço tecnológico que ele representa é muito importante para a robótica.

A máquina é capaz de carregar quase 200 quilos de equipamentos nas costas — ideal para seguir tropas em terrenos de acesso mais difícil. Além disso, ele pode se movimentar à noite e servir como fonte de energia auxiliar para os soldados em patrulha.

Esse foi um dos primeiros testes executados com o LS3 em um terreno que simula ambientes militares. A máquina pode interpretar comandos como “ligar”, “desligar” e “siga o líder”. No vídeo, também é possível ver como a máquina consegue superar os obstáculos do caminho, desviando de objetos e seguindo a trilha deixada pelo líder.

Fontes: TecMundoDARPA

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

DARPA apresenta robô com capacidades atléticas

         

   O PET-PROTO é capaz de executar saltos e desviar de obstáculos a partir de decisões autônomas.

A desenvolvedora Boston Dynamics acaba de aparecer com um novo atleta cibernético. Na verdade, trata-se exatamente disso: um atleta. Conforme mostra o vídeo recentemente liberado pela DARPA (agência de defesa e pesquisa estadunidense), o PET-PROTO é capaz de saltar e também de desviar de vários obstáculos (confira acima). O mais impressionante: todas as decisões são autônomas — tomadas pelo próprio robô.

A tecnologia desenvolvida para o PET-PROTO — sucessor direto do autômato PETMAN, do ano passado — será posteriormente utilizada para os próximos desafios robóticos organizados pela DARPA (em 2013 e 2014). Trata-se da plataforma robótica Atlas, que será fornecida pelo órgão para times sem capital suficiente para desenvolver uma tecnologia básica proprietária.


                                               (Fonte da imagem: Divulgação/Virginia Tech)

Entre os competidores que devem aquecer o DARPA’s Robotics Challenge está, por exemplo, o lustroso THOR (Tactical Hazardous Operations Robot), da Virginia Tech (confira acima). A competição tem como objetivo alavancar a produção de interfaces robóticas que possam ser expostas a situações de risco ou degradantes para seres humanos.

Fontes: TecMundoDARPA (YouTube)





sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Prepare-se para correr: o robô da DARPA é mais rápido que você

      

   O Cheetah está sendo desenvolvido para carregar equipamentos militares em campo de batalha.
 
A DARPA é uma agência do departamento de defesa dos Estados Unidos, cuja sigla significa “Defense Advanced Research Projects Agency” (Agência Avançada de Pesquisa de Projetos de Defesa). O que a divisão faz é desenvolver projetos de alta tecnologia que podem (ou não) serem empregados militarmente, tendo como um dos seus maiores focos o desenvolvimento de robôs.

E um dos projetos da equipe é o Cheetah, que está sendo desenvolvido para carregar equipamentos do campo de batalha. A máquina foi construída para simular todos os movimentos do animal de mesmo nome e, apesar de ainda não ser tão rápida quanto a fera, ela está perto.

O Cheetah pode atingir uma velocidade de 28,3 milhas por hora (cerca de 45,5 km/h). Isso significa que, se essas máquinas invadirem as cidades, não será possível fugir delas. Nem mesmo o medalhista olímpico e recordista mundial Usain Bolt conseguiria escapar, já que o velocista consegue atingir “apenas” 27,78 milhas por hora (cerca de 44,71 km/h).

É importante notar que o recorde de velocidade foi atingido em um ambiente controlado de laboratório, em uma esteira. O robô também precisa ter uma fonte de energia externa conectado ao seu corpo para funcionar, portanto, ainda temos tempo para nos preparar..

Fontes: TecMundoDARPA



LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este Site, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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No Ar

Blog inaugurado dia (27/07/2013)



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