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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Robô consegue imitar caminhar humano de forma quase perfeita

Apenas as pernas do dispositivo foram construídas até o momento.
 
                                    

Robôs que caminham não são mais novidade há muitos anos. Os japoneses já quebraram essa barreia e não querem mais saber apenas dessa capacidade humana presente em máquinas.

Ainda assim, o pessoal da Texas A&M não parece satisfeito com a forma de caminhar dos robôs autuais. Por conta disso, eles resolveram projetar pernas robóticas que imitam da melhor forma possível o caminhar humano.

Como você pode conferir no vídeo, o meio-robô chamado AMBER 2 consegue jogar as pernas para frente e para trás com uma naturalidade assustadora.

Ele inclusive conta com uma parte da frente dos pés que imita o movimento dos dedos humanos, que servem como último apoio do nosso membro inferior quando deixa o chão para seguir para a próxima posição.

As aplicações esperadas para esse tipo de tecnologia são inúmeras, mas a principal seria a inclusão desse sistema em próteses para pessoas amputadas.

Referência: TecMundo
Fonte: Texas A&M

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Uncanny Valley: O abismo entre o real e a simulação

Como vamos encarar o futuro da robótica e das simulações virtuais com máquinas cada vez mais humanas?

(Fonte da imagem: Reprodução/BBC)
 
Pode parecer coisa de filme de ficção científica, mas existe grande chance de nosso planeta ser povoado por robôs em um futuro não tão distante.

Muitos estudiosos encaram essa visão de tempos vindouros como algo positivo, afinal os robôs estão em desenvolvimento para que um dia possam auxiliar — e interagir com — os humanos.

Entretanto, há uma teoria de longa data que sugere uma possível reação negativa por parte da mente humana. De acordo com a hipótese do professor Masahiro Mori, essa verossimilhança dos robôs pode provocar estranheza às pessoas.
 

 
(Fonte da imagem: Divulgação/Jorge Jimenez)
 
Em seu primeiro esboço — na década de 1970 — sobre o assunto, Mori usou uma expressão japonesa que foi traduzida como Uncanny Valley (Vale da Estranheza). Neste artigo, vamos falar sobre os atuais estudos neste campo e se a relação entre humanos e robôs será realmente comprometida pelo medo da mente humana.

Uncanny o quê?
 
Antes de entrarmos de cabeça no assunto, vamos dar uma pincelada sobre as ideias propostas por Mori. A primeira coisa que devemos esclarecer é que todo esse assunto não passa de simples sugestões que podem vir a se tornar realidade, mas as conjecturas do estudioso não possuem bases suficientes para compor uma teoria completa.

Agora, vamos entender o porquê do nome “Uncanny Valley”. Conforme informação do site Popular Mechanics, a proposta de Masahiro Mori é baseada em uma curva (que tem forma semelhante à de um vale) que reflete nosso senso de familiaridade com simulações e robôs.

Segundo a hipótese inicial de Mori, no futuro (que estamos vivendo) os humanos vão apresentar respostas muito positivas aos robôs. No entanto, em um determinado ponto, quando percebermos as grandes diferenças entre o real e o robótico, uma estranheza súbita provoca uma queda nessa curva da familiaridade.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/NVIDIA)
 
Com o passar do tempo, a evolução dos robôs (ou das animações) mostra avanços suficientes para nos convencer de que estamos lidando com humanos — mesmo sabendo que são criações da robótica e da computação. Isso resulta em uma segunda reação positiva, que completa o vale da estranheza.

Evitando semelhanças
 
Tendo essas ideias como base, vamos a alguns exemplos. Se você costuma assistir a filmes de animação, como os produzidos pela Pixar, deve ter reparado que, mesmo possuindo alto poder de tecnologia, a empresa busca manter seus projetos em um estilo mais parecido com o dos desenhos animados.

É interessante notar que alguns estúdios nunca deram muita bola para a questão da simulação gráfica e da representação de personagens. Basicamente, as empresas buscam formas simplificadas e de boa qualidade que possam representar bem os roteiros e as ideais propostas.

Contudo, ao longo dos últimos 15 anos, algumas empresas começaram a explorar mais as possibilidades tecnológicas nesta área para produzir material visual de qualidade gráfica elevada para criar animações que beiram a perfeição. O primeiro desses projetos foi realizado pela Square Pictures, a qual desenvolveu o filme “Final Fantasy: The Spirits Within”.
 

 (Fonte da imagem: Divulgação/Quantic Dream)
 
Conforme lembra o site BBC, na época de seu lançamento Final Fantasy não impressionou muito e causou estranheza no público. Parte dessa repulsa involuntária foi resultado da grande discrepância de visuais entre o que se tinha na época e o que foi apresentado no filme. Hoje, todavia, a animação é considerada como uma das mais fantásticas em nível de fotorrealismo.

Essa foi uma lição para diversos estúdios, os quais perceberam que o uso de gráficos avançados não era necessariamente uma boa ideia. Hoje, o público anseia por filmes com belíssimos visuais, nos quais as diferenças entre o virtual e o real sejam mínimas. Tal mudança de reação leva a crer que os humanos se adaptam rapidamente e corrobora a hipótese da Uncanny Valley.

Com a robótica pode ser diferente
 
Atualmente, não temos robôs com aparência e ações tão idênticas às dos humanos. Entretanto, com o passar dos anos, presenciaremos a evolução dessas máquinas e, tão logo isso ocorra, há grandes chances de percebermos melhor o efeito do “Vale da Estranheza”.

De acordo com Andrew Olney, da Universidade de Memphis, o contato com os robôs pode parecer natural em um primeiro momento, mas os instintos básicos nos afastarão deles. Um androide pode ser quase idêntico a uma pessoa, porém um simples aperto de mão é suficiente para que alguém perceba que o “suposto humano” tem mão de borracha.
 

 
(Fonte da imagem: Reprodução/BBC)
 
E não é somente isso. As imperfeições nas ações dos robôs também deverão causar incômodo aos humanos. Quando duas pessoas interagem, há um feedback entre elas e o diálogo é funcional. Com uma máquina, todas as ações estão condicionadas às situações programadas no software. São esses pequenos detalhes que nos afastarão dos robôs no começo.

Todavia, se tomarmos a hipótese da Uncanny Valley como verdade, tão logo os robôs evoluam, iremos nos adaptar novamente e sentir familiaridade com os movimentos e elementos que tentam imitar os nossos.

Estudos sem conclusões definitivas
 
É curioso que não há uma conclusão sobre o assunto. Segundo o que David Hanson disse ao TED Talks, em seu estudo (realizado no Texas), 73% dos participantes não mostraram estranhamento a robôs semelhantes a humanos. Já no estudo de Edward Schneider, feito em Nova York, muitas pessoas não sentiram familiaridade com alguns personagens de video game.


 
(Fonte da imagem: Divulgação/Jorge Jimenez)
 
Apesar das contradições, há um estudo interessante realizado na Nova Zelândia, caso em que o pesquisador Christoph Bartneck relata que o tal vale pode na verdade ser um abismo. Para ele, enquanto os robôs não atingirem a perfeição, os humanos continuarão mostrando estranheza e receio no contato. E como levará muito tempo para que a robótica chegue a tal nível, um “abismo de estranheza” seria mais lógico.

Quem sabe, a robótica realmente não consiga nos impressionar tão cedo, mas a tendência é que os jogos (como The Last of Us e os novos títulos de altíssima qualidade que vem aí) e os filmes (como 
“Avatar” e outros tantos que usam a computação gráfica) cheguem a tal ponto que possam nos enganar perfeitamente. A tech demo da NVIDIA talvez seja o que temos de mais próximo da realidade:
 
    

Referência: TecMundo
Fontes: Popular Mechanics, BBC, TED Talks, Polygon

sábado, 22 de dezembro de 2012

Robô LS3 da DARPA aprendeu a seguir o líder

A máquina tem a capacidade de interpretar comandos de voz e pode carregar quase 200 quilos de equipamentos.

          

O LS3 da DARPA é um robô que possui quatro pernas para se movimentar. O aspecto é um pouco estranho, lembrando uma espécie de cavalo mecânico sem cabeça. Contudo, o avanço tecnológico que ele representa é muito importante para a robótica.

A máquina é capaz de carregar quase 200 quilos de equipamentos nas costas — ideal para seguir tropas em terrenos de acesso mais difícil. Além disso, ele pode se movimentar à noite e servir como fonte de energia auxiliar para os soldados em patrulha.

Esse foi um dos primeiros testes executados com o LS3 em um terreno que simula ambientes militares. A máquina pode interpretar comandos como “ligar”, “desligar” e “siga o líder”. No vídeo, também é possível ver como a máquina consegue superar os obstáculos do caminho, desviando de objetos e seguindo a trilha deixada pelo líder.

Fontes: TecMundoDARPA

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

DARPA apresenta robô com capacidades atléticas

         

   O PET-PROTO é capaz de executar saltos e desviar de obstáculos a partir de decisões autônomas.

A desenvolvedora Boston Dynamics acaba de aparecer com um novo atleta cibernético. Na verdade, trata-se exatamente disso: um atleta. Conforme mostra o vídeo recentemente liberado pela DARPA (agência de defesa e pesquisa estadunidense), o PET-PROTO é capaz de saltar e também de desviar de vários obstáculos (confira acima). O mais impressionante: todas as decisões são autônomas — tomadas pelo próprio robô.

A tecnologia desenvolvida para o PET-PROTO — sucessor direto do autômato PETMAN, do ano passado — será posteriormente utilizada para os próximos desafios robóticos organizados pela DARPA (em 2013 e 2014). Trata-se da plataforma robótica Atlas, que será fornecida pelo órgão para times sem capital suficiente para desenvolver uma tecnologia básica proprietária.


                                               (Fonte da imagem: Divulgação/Virginia Tech)

Entre os competidores que devem aquecer o DARPA’s Robotics Challenge está, por exemplo, o lustroso THOR (Tactical Hazardous Operations Robot), da Virginia Tech (confira acima). A competição tem como objetivo alavancar a produção de interfaces robóticas que possam ser expostas a situações de risco ou degradantes para seres humanos.

Fontes: TecMundoDARPA (YouTube)





quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Vídeo mostra primeiro robô antropomórfico do mundo que se move como um ser humano

      

Máquina usada para testes do exército dos EUA simula fisiologia humana e se movimenta como uma pessoa de carne e osso.

Desenvolvido para ser alvo de testes ligados a roupas à prova de ação química, o PETMAN é um robô que imita o corpo humano e é capaz de caminhar, correr e escalar como se fosse uma pessoa real. O robô, criado pelo Boston Dynamics, exibe boa parte de seu potencial em um vídeo de pouco mais de um minuto.

No filme que você confere aí em cima, o robô antropomórfico aparece caminhando em uma esteira e resistindo a alguns empurrões, o que mostra a sua capacidade de se equilibrar. Além disso, ele aparece em outras tomadas, realizando mais movimentações semelhantes às de um ser humano.
 
A formulação do PETMAN passou por 13 meses na fase de design do robô e mais 17 meses para sua construção, instalação e validação. Juntamente com o Boston Dynamics, participam da implementação da máquina o Midwest Research Institute, o Measurement Technologies Northwest, o Oak Ridge National Lab, o Smith Carter CUH2A e ainda a HHI Corporation.
 
Seus desenvolvedores afirmam que movimentos ágeis são indispensáveis para que a máquina suporte, durante as simulações, situações semelhantes às que um soldado enfrenta na realidade. No site oficial do projeto, seus criadores não informam nada sobre funcionamento via inteligência artificial, contudo, é impossível deixar de pensar no tema visto a perfeição dos movimentos do robô.

Fonte: TecMundo



terça-feira, 17 de julho de 2012

Robô em forma de cobra escala postes sem nenhuma dificuldade



Dispositivo desenvolvido pelo CMU Biorobotics Lab tem o objetivo de permitir a entrada em ambientes geralmente inacessíveis.

O robô em forma de cobra desenvolvido pelo CMU Biorobotics Lab surpreende pela facilidade com que se movimenta por ambientes. Em um vídeo publicado por seus criadores no YouTube, o aparelho é capaz de escalar um poste (e o braço de um dos pesquisadores) sem nenhuma dificuldade, simplesmente movendo as partes que constituem seu corpo.

O dispositivo foi criado como uma forma de permitir o acesso a áreas que normalmente seriam inacessíveis a humanos ou a outros aparelhos eletrônicos. Como não se limita simplesmente a se arrastar, nadar ou escalar, a invenção pode ser usada nos mais diversos tipos de ambientes, seja para ajudar a procurar vítimas de desabamentos ou para realizar ações de espionagem.

Atualmente, os responsáveis pelas cobras robóticas estão trabalhando em controladores capazes de oferecer mais autonomia às suas criações. Como é possível visualizar no vídeo divulgado pela equipe, os robôs conseguem moldar sua forma para se adaptar ao ambiente ao redor, exercendo somente a pressão suficiente para continuar sua movimentação.

Veja também: Robô-Cobra do exercito americano pode substituir soldados em missões perigosas.

Fontes:  TecMundo, e CMU Biorobotics Lab

terça-feira, 12 de junho de 2012

Robôs milimétricos pulam a alturas impressionantes


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Máquinas foram desenvolvidas com objetivos militares e devem ser usadas em missões de reconhecimento, vigilância e espionagem.

O Laboratório de Pesquisas do Exército norte-americano se uniu a pesquisadores da Universidade de Maryland no desenvolvimento de robôs milimétricos capazes de saltar a alturas impressionantes. Os equipamentos impressionam pela capacidade de se movimentarem sozinhos e pela grande altura que atingem.

O primeiro dos robôs desenvolvidos pela parceria possui um sistema de controle integrado e é capaz de detectar a quantidade de luz no ambiente. Para se movimentar, o aparelho utiliza uma reação química que transforma gases em energia, em uma explosão controlada capaz de elevar a máquina a até 20 centímetros do solo, algo surpreendente para um equipamento de somente 8 milímetros de altura.

Já a outra máquina saltadora desenvolvida pelos pesquisadores depende de métodos mais tradicionais para realizar a ação. O robô utiliza molas especiais fabricadas em escala milimétrica que armazenam energia, a liberando de uma só vez para realizar saltos. O método tem como desvantagem depender de uma fonte de energia externa, mas, em contrapartida, permite ao robô saltar distâncias 80 vezes maiores do que sua própria altura.


Vigilância e Espionagem

A próxima etapa no desenvolvimento dos aparelhos é permitir a realização de saltos simultâneos na direção desejada pelo controlador. Os pesquisadores também estão criando métodos que permitam às máquinas pousar em segurança, independente das condições do terreno explorado.

                                                     (Fonte da imagem: Spectrum)

O objetivo é a criação de um meio de fabricação rápido e barato, que permita o uso de verdadeiras multidões desses robôs milimétricos em operações militares. Devido ao seu tamanho reduzido, as máquinas poderiam passar facilmente despercebidas pelas forças adversárias, servindo como uma peça-chave em ações de espionagem, vigilância e reconhecimento de terrenos.

Fonte: TecMundo

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Conheça o robô japonês praticamente impossível de ser derrubado




Máquina equipada com acionadores elétricos é capaz de resistir a chutes, empurrões e golpes dados por um bastão de baseball.

Desenvolvido por Junichi Urata e seus colegas do laboratório JSK da Universidade de Tóquio, um novo robô surpreende pela sua capacidade de reagir às mais diferentes reações. Por mais que os pesquisadores o chutem, empurrem ou o atinjam com bastões de baseball e pêndulos pesados, o aparelho simplesmente não perde o seu equilíbrio.

As pernas robóticas foram criadas baseadas em um novo sistema de acionamento elétrico, que permite a criação de seres mecânicos fortes, compactos e que usam uma baixa quantidade de energia. A novidade é uma modificação do sistema HRP3L, desenvolvido pela Kawada Industries, tendo sido batizada com o nome HRP3L-JSK.

Graças à nova tecnologia incorporada, o robô é capaz de realizar análises do ambiente ao seu redor, respondendo a qualquer espécie de distúrbio (nesse caso, os chutes, joelhadas e outros tipos de abuso feitos pelos pesquisadores) e até mesmo pular aproximadamente 44 centímetros do chão, embora seu pouso ainda não tenha sido aperfeiçoado.

Urata pretende aprimorar o projeto adicionando braços mecânicos e uma quantidade maior de sensores, para poder inscrevê-lo no DARPA Robotics Challenge. Vale lembrar que o padrão seguido pelo órgão norte-americano dá preferência a máquinas hidráulicas, o que deve representar um grande desafio para a equipe japonesa.

Fontes: TecMundo e Ieee Spectrum

quinta-feira, 26 de abril de 2012

EUA criará Exército de Exterminadores



Copiando o filme Avatar, a pesquisa militar avançada da DARPA pretende desenvolver uma tecnologia que permitiria as tropas remotamente habitar nos corpos de andróides mecânicos no campo de batalha


No último orçamento da agência, tem reservou US $ 7 bilhões para projeto "Avatar".

O programa Avatar vai desenvolver interfaces e algoritmos para permitir que um soldado efetivamente em parceria com um semi-autônoma máquina bipede e permitiria ele atuar como substituto do soldado.


Em última análise, a DARPA espera criar robôs que são inteligentes e ágeis o suficiente para realizar todas as tarefas.


A agência não entrou em detalhes, mas fez notar que Avatar projeto é baseado em avanços importantes em telepresença e operação remota de um sistema terrestre.


Além disso, a DARPA observou que já financiou experiências bem sucedidas no controle de robôs com chips implantados no cérebro.

Em Breve estará dísponivel nesse blog uma página exclusiva mostrando como tecnologia da DARPA já está altamente perigosa.

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No Ar

Blog inaugurado dia (27/07/2013)



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