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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

[Guerra Contra os Homens] 10 Maneiras de Como a Masculinidade está sob Ataque


Os homens estão enfrentando um ataque frontal completo sobre os seus direitos, saúde e cultura como nunca aconteceu antes.

A guerra contra a masculinidade nunca foi tão brutal, mas não é uma guerra que está sendo travada por mulheres.

O ataque está vindo diretamente de cima, com o estabelecimento tentando desesperadamente efeminar e enfraquecer os homens, a fim de forçar as mulheres a serem mais dependentes do Estado, permitindo assim mais poder a ser centralizado e auxiliando o crescimento do grande governo.

Aqui estão dez maneiras em que o estado declarou guerra contra os homens e a masculinidade:


1) Diminuição da fertilidadeA contagem de esperma entre os homens diminuiu significativamente ao longo do último meio século e particularmente, ao longo dos últimos 25 anos. Em alguns países europeus, a contagem de esperma reduziu em até um terço desde 1989. Parte da queda pode ser explicada pela exposição a pesticidas, produtos químicos de desregulação endócrina como o Bisfenol A (BPA), e os muitos outros horrores cada vez mais artificiais que permeiam nossa água e fornecimento de alimentos. Muitos fizeram a conexão entre a queda de contagens de esperma e os clamores feitos por inúmeras elitistas para reduzir drasticamente a população mundial em até 95%. Pesquisas mostram que a sub-população, e não a superpopulação, será a grande crise demográfica do século 21, como resultado de humanos falhando em alcançar a taxa de substituição de 2,1 filhos.

2) Guerra Química "feminizante" de Meninos

A exposição a ftalatos, que são encontrados em muitos plásticos, está "feminizando" meninos bloqueando a testosterona masculina normal e causando anormalidades genitais, de acordo com cientistas. "Os meninos expostos a altos níveis destes ftalatos no útero tinham menos probabilidade ​​do que outros meninos de brincar com carros, trens e armas ou envolverem-se em jogos mais "duros" como jogos de luta", de acordo com um
artigo da BBC News
. De acordo com Elizabeth Salter-Green, diretora do grupo de campanha contra químicos CHEM Trust, ftalatos são um verdadeiro "entorta-gênero" porque levam a uma redução do "comportamento masculino".

3) A degradação do papel masculino positivo

Considerando que há 50 anos, a publicidade de Hollywood e da televisão era cheia de exemplos de modelos positivos masculinos que os jovens podiam admirar, a indústria de entretenimento de hoje rotineiramente retrata homens como sem noção e trapalhão imbecil na melhor das hipóteses (pense em Homer Simpson, Everybody Loves Raymond, Married with Children) ou na pior das hipóteses, como predadores sexuais agressivos. A publicidade é direcionada principalmente para as mulheres, os homens em comerciais também são rotineiramente descritos tanto como seres perdedores efeminados ou idiotas estupefatos. Os jovens que consomem este conteúdo crescem pensando que é aceitável e até mesmo encorajados a aspirar a esses traços de caráter. Ao fazê-lo, eles são roubados de sua masculinidade natural e acham extremamente difícil atrair mulheres experientes, que são justamente revoltadas por tal comportamento. A indústria do entretenimento é em grande parte controlada pelos homens, mais uma vez ressaltando o fato de que este ataque é uma tendência de cima para baixo que tem pouco ou nada a ver com a guerra entre os sexos.


4) Mal-estar metrossexual

A segunda onda do feminismo
foi uma criação do próprio estabelecimento e em seu núcleo tem pouco a ver com uma genuína preocupação com os direitos das mulheres. O feminismo radical confunde deliberadamente os papéis de gênero e faz jovens apreensivos sobre exercício de sua masculinidade por medo de serem vistos como arrogantes ou agressivos para com as mulheres. Isto tem contribuído para toda uma geração de homens "metrossexuais", que são promíscuos, não estão dispostos a se comprometer com um relacionamento e incapazes de satisfazer as necessidades básicas das mulheres por uma companhia saudável, desestabilizando a sociedade e tornando mais difícil para as mulheres encontrarem a longo prazo parceiros adequados para terem filhos.



5) Marxismo Cultural

A segunda onda do feminismo controlado pelo Estabelecimento também avança a doutrina do marxismo cultural, que afirma que a opressão emerge da sociedade patriarcal e da cultura, e não do Estado. Governos amam marxismo cultural, pois os absolve da culpa. A verdadeira fonte de toda a opressão sempre foi o Estado, mas pondo a culpa em homens ou na cultura ocidental em geral (formado principalmente pelos homens), o estado esconde sua própria responsabilidade.

6) O Mito dos "Homens são mais bem pagos"

O estabelecimento promulga o mito de que os homens recebem mais do que as mulheres por causa da discriminação, alimentando em doutrinas feministas sobre sistemas patriarcais de opressão das mulheres no local de trabalho. Na realidade, a "diferença salarial" de cerca de 19 por cento entre os dois sexos nos Estados Unidos
é explicada por uma série de razões que não têm nada a ver com discriminação, incluindo o fato de que os homens trabalham mais horas e os homens procuram empregos menos desejáveis que pagam mais. Como resultado, os homens são responsáveis ​​por 93% das mortes no local de trabalho , apesar de ser apenas 54% da força de trabalho. 94% dos suicídios no local de trabalho todos os anos também são de homens. O estabelecimento enterra esses números incrivelmente altos de fatalidades masculinas no local de trabalho porque contradizem completamente o mito de que o mercado de trabalho discrimina as mulheres.

7) A Armadilha "Privilégio"

Estadistas, coletivistas e seus porta-vozes nos meios de comunicação e o estabelecimento afirmam que os homens ocidentais (em particular homens brancos) não podem expressar uma opinião válida sobre qualquer assunto relacionado de forma alguma a uma "minoria" (como o feminismo ou a imigração), porque eles têm "privilégio". O estratégia do "privilégio" é um golpe através do qual os liberais e feministas tentam desligar a liberdade de expressão. Em essência, eles estão afirmando a noção absurda de que ponto de vista de um homem não tem valor por causa da cor de sua pele, seu gênero ou seu país de origem. Esta é uma posição inerentemente racista, mas ele é usado rotineiramente pelos esquerdistas para calar seus adversários ideológicos e silenciar as vozes masculinas.

8) O Sistema Legal discrimina homens

Em ambos os processos de divórcio e guarda dos filhos, é amplamente reconhecido que os tribunais favorecem fortemente as mulheres e discriminam os homens. Homens são rotineiramente
atingidos com pagamentos de pensão alimentícia onerosas mesmo que as mulheres sejam capazes de trabalhar e ganhar um bom salário. Os homens só recebem a custódia de seus filhos em cerca de 10 por cento dos casos de divórcio nos Estados Unidos. O irônico sobre este sistema é que ele foi instituído principalmente por outros homens, enfatizando mais uma vez como a guerra contra os homens está sendo travada não por mulheres, mas pelo próprio estabelecimento que é principalmente dominado por homens.

9) A masculinidade como uma palavra suja

A dissidente feminista Camille Paglia,
recentemente escreveu um artigo do Wall Street Journal, no qual ela advertiu: "O que você está vendo é como uma civilização comete suicídio." Paglia estava se referindo à forma como a emancipação das virtudes masculinas pelo estabelecimento ameaça criar desestabilização massiva na sociedade devido aos homens cada vez menos serem capazes de preencher os papéis tradicionalmente "masculinos" no mercado de trabalho. Paglia aponta para o corte do recreio das escolas, em um esforço para negar as distinções biológicas entre homens e mulheres, e caracterização de opiniões controversas como "discurso de ódio", como exemplos de como a masculinidade está sendo deliberadamente erodida. "A masculinidade está se tornando apenas algo que é imitado dos filmes. Nada mais. Não há espaço para nada viril agora", adverte Paglia, acrescentando que os jovens não têm "modelos de masculinidade."

10) Abuso doméstico contra os homens

Considerando que as mulheres têm inúmeras redes de segurança para soccorê-las se elas se tornarem-se vítimas de violência doméstica, os homens não têm praticamente nada, apesar do fato de que a violência doméstica contra os homens é um problema enorme e crescente. No
Reino Unido por exemplo , 44 por cento das vítimas de violência doméstica são homens, enquanto mais homens casados ​​sofrem de abusos nas mãos de sua cônjuge do que mulheres casadas. Embora a violência doméstica contra as mulheres seja constantemente destacado pelos meios de comunicação, a violência doméstica contra os homens é um completo "não-problema"

Conclusão

Uma sociedade totalitária só pode sobreviver se a população masculina tiver sido castrado, desmasculinizada e desprivilegiada. Com este baluarte natural contra a tirania removido, a elite pode centralizar o poder e perseguir tirania coletivista sem oposição. É por isso que os homens e a masculinidade estão sob ataque em todos os níveis, e por isso que os homens e as mulheres devem unir forças para lutar contra este inimigo comum.

Referências:
Lado Oculto Nova Ordem Mundial e A Nova Ordem MundialFontes:


-
Info Wars: The War On Men: 10 Ways Masculinity is Under Attack
- The Wall Street Journal: The Decline in Male Fertility
- Life Site News: Video: Ted Turner, Reduce population by five billion people
- Prison Planet: The Overpopulation Myth: Humans Will Stop Replacing Themselves By 2020
- BBC News: Plastic chemicals 'feminise boys'
- The Truth About Feminism (Youtube)
- Alas!: Workplace Deaths Are Overwhelmingly Male
- Daily Mail: 'There's no room for anything manly now': Feminist writer Camille Paglia speaks out AGAINST the loss of masculine virtues and its negative impact on society
- Daily Mail: Why are so many MEN becoming victims of domestic violence? It's one of Britain's last remaining taboos, but abuse against men in the home is on the rise

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Um sinal dos tempos: a balbúrdia dos sexos

Shulamith Firestone
 
Se o leitor espera, neste tópico, um requisitório contra o homossexualismo – muito merecido aliás – prepare-se para encontrar algo que desce ainda mais abaixo.
 
Vai encontrar logo de início certo “pirão” dos sexos, no sentido de que o homem seja menos, ou nada masculino, e a mulher, menos, ou nada feminina. Mas este ainda é o princípio da conversa.
 
Mais radical, a feminista Shulamith Firestone assim se exprime:
 
“Assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio próprio da classe econômica, mas também com a própria distinção entre as classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente – diversamente do primeiro movimento feminista – não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”[1].
 
É claro que para essa nova onda revolucionária a realidade da natureza incomoda, estorva, e portanto deve desaparecer. Mas como se arranjam os caudatários dessa corrente, para obliterar diferença tão óbvia? Veja esta tentativa: O ser humano nasce sexualmente neutro e, a seguir, a influência social faz dele homem ou mulher!
 
Os seguidores desta corrente percebem que a natureza pediria outra coisa. Mas isto não os inibe: é preciso ir contra a natureza! “O ‘natural’ não é necessariamente um valor ‘humano’. A humanidade já começou a ultrapassar a natureza; já não podemos justificar a continuação de um sistema discriminatório de classes por sexos tomando como base suas origens na Natureza”[2].
 
Portanto – comenta Dale O’Leary – os que tratam as mulheres com respeito estão tão errados quanto os que as desrespeitam. As duas atitudes marcam a existência de uma diferença. Essa diferença, embora seja natural, deve ser anulada ou ignorada. Ora, respeito é, justamente, o reconhecimento da existência de algo desigual ou diverso. Dentro de um “pirão” não há, nem pode haver, respeito.
 
É uma tática pós-moderna fragmentar/para fundir. A fim de fundir os dois sexos em um só pirão, essa nova corrente os fragmenta em cinco:
 
“Rebecca J. Cook, docente de Direito na Universidade de Toronto e redatora da contribuição oficial da ONU na IV Conferência das Nações Unidas, realizada em Pequim em 1995, afirma que “os sexos já não são dois, mas cinco”, e portanto não se deveria falar de homem e mulher, mas de “mulheres heterossexuais, mulheres homossexuais, homens heterossexuais, homens homossexuais e bissexuais”. Assim, as diferenças quase desaparecem.
 
Essa catadupa de aberrações ainda não é aceita pela sociedade, mas indica o caminho do futuro. Ela leva necessariamente a novas aberrações, e o leitor talvez já adivinhe em que direção estas vão: a tentativa de desvincular o sexo da procriação. Só assim se estabeleceria uma verdadeira igualdade entre homem e mulher:
 
“A igualdade feminista radical significa não simplesmente igualdade diante da lei, nem mesmo satisfação de necessidades básicas, mas antes que as mulheres – tal como os homens – não tenham que dar à luz”[3].
 
Quando se conseguir isto, ocorrerá “a destruição da família biológica” e surgirão “mulheres e homens novos, diferentes dos que existiram anteriormente”[4].
 
Para a instituição internacional anti-vida “Catholics (sic) for a Free Choice”[5], a destruição da família será fato extremamente alvissareiro.
 
As “feministas de gênero” consideram que, quando a mulher cuida de seus filhos no lar e o esposo trabalha fora de casa, as responsabilidades são diferentes, e portanto não igualitárias. Veem esta ‘desigualdade’ no lar como causa de ‘desigualdade’ na vida pública, já que a mulher, cujo interesse primário é o lar, nem sempre tem tempo e energia para dedicar-se à vida pública.
 
Vê-se que, para os propulsores do “gênero”, as responsabilidades da mulher na família são supostamente inimigas da realização da mulher. Como fazer para resolver de vez este problema? Com novas técnicas reprodutivas:
 
“Em sociedades mais imaginativas, a reprodução biológica poderia assegurar-se com outras técnicas”[6]. Cada qual pode imaginar algum novo tipo de fertilização “in vitro” ou de clonagem, feita por uma repartição competente.
 
Os futurólogos têm-se debruçado com especial empenho sobre esse assunto. Assim, Antônio Polito escreve, sobre o Século XXI:
 
“Deve-se esperar, sobretudo, a separação definitiva entre sexo e procriação, isto é, a mais extraordinária mudança na história da evolução humana. Carl Djerassi, um dos pais da “pílula”, prevê que a indústria farmacêutica concluirá o estudo do controle da natalidade e preocupar-se-á de encontrar meios de aumentá-la, sobretudo nos países desenvolvidos".[7]
 
Além de tudo isto, que não é pouco, fala-se cada vez mais em sexo com animais.
 
Tudo neste tópico remete para uma pergunta: pode o relógio funcionar contra as regras que lhe pôs o relojoeiro? Ou a criatura proceder contra as normas estabelecidas por seu Criador?[8]
 
Nosso Senhor recomendava que se prestasse atenção aos “sinais dos tempos”. O certo é que dificilmente poder-se-ia imaginar algo de mais radicalmente igualitário do que essa tendência de igualar os sexos, em sentido tão literal e tão ao arrepio da própria natureza.
__________________________
 
 
[1] Shulamith Firestone, The Dialectic of Sex, Bantam Books, New York, 1970, p. 12, grifos nossos,
 
.[2] Shulamith Firestone, ibid. grifos nossos .
 
[3] Alison Jagger, Political Philosophies of Women’s Liberation, Feminism and Philosophy, Littlefield, Adams & Co., Totowa, New Jersey, 1977, p. 14.
 
[4] ibid.
 
[5] Católicas pelo direito de escolher.
 
[6] Heidi Harmann, The Unhappy Marriage of Marxism and Feminism, Women and Revolution, South End Press, Boston, 1981, p. 16.
 
[7] “La Repubblica”, sexta-feira, 5 de novembro de 1999.
 
[8] Muitos dados deste tópico foram extraídos de um documentadíssimo relatório da Conferência Episcopal Peruana, intitulado “La ideología de género, sus peligros y alcances”[8].
 
Fonte: IPCO
 
Com este texto, fica mais claro o caráter revolucionário do feministo frente à agenda novaordeana, no que diz respeito à destruição da família tradicional para se gerar um NOVO INDIVÍDUO para uma Nova Ordem Mundial. E a destruição da família biológica é necessária para que se possa fazer surgir este "novo homem".
 
O extremismo igualitarista que vemos aqui é tipicamente socialista que, por sua vez, é pró-NOM.

Destaques:
 

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