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domingo, 26 de julho de 2015

Qual o Objetivo do Casamento Gay?


O material abaixo foi publicado pelo site da Editora FIEL e é de autoria de David P. Murray.

O OBJETIVO DO CASAMENTO GAY NÃO É O CASAMENTO GAY

O objetivo do casamento gay não é, primariamente, o casamento gay; é principalmente o silenciamento de consciências gays.

Dado o fato de que tão poucos homossexuais de fato se casam quando têm a oportunidade legal, sua vigorosa e, muitas vezes, violenta campanha pelo casamento gay sempre me deixou confuso. Após ler o artigo de Brendam O’Neill The Trouble With Gay Marriage (O Problema com o Casamento Gay), não estou mais confuso.  

Embora O’Neill não faça uma abordagem a partir de uma perspectiva cristã, seu artigo pós-referendo sobre a atitude da República da Irlanda de legalizar o casamento gay lança uma forte luz sobre o objetivo último da maioria daqueles que fazem campanha pelo casamento gay — e não é o casamento gay.

Validação e reconhecimento

O’Neill começa observando quão pouca conversa ou quão poucos comentários houve sobre o casamento gay após o resultado favorável. Como ele coloca: “Ao invés de dizer: ‘Finalmente podemos nos casar’, a resposta mais comum ao resultado do referendo de ambos os líderes da campanha pelo “sim” e seu considerável exército de apoiadores na mídia e nas classes políticas foi: ‘Gays finalmente foram validados’. Toda a conversa foi a respeito de ‘reconhecimento’, não casamento”.

Ele empilha citação acima de citação para provar seu ponto. Por exemplo:

• A Vice-Primeira-Ministra da Irlanda Joan Burton disse que a votação favorável se tratava de ‘aceitação em seu próprio país’.

• Escrevendo para o jornal Irish Examiner, um psicoterapeuta disse: ‘o referendo se tratou de mais do que igualdade no casamento… era uma questão de plena aceitação [dos gays]’.

• O Primeiro-Ministro Enda Kenny também disse que o referendo tratava de mais do que casamento — era uma questão das ‘frágeis e profundamente pessoais esperanças’ dos gays sendo percebidas.

• Nas palavras do romancista Joseph O’Connor, a votação favorável foi um ato de ‘empatia social’ com parte da população.

• A campanha oficial pelo “sim” até mesmo descreveu a vitória do “sim” como um aumento da saúde e do bem-estar de todos os cidadãos irlandeses, especialmente os gays.

• Um colunista do Irish Times descreveu a ‘sombra de preocupação’ sobre seus amigos gays antes do referendo como um ‘sentimento de que [são] inferiores de alguma maneira’, e afirmou que a vitória favorável finalmente confirmou que eles agora podem desfrutar do apoio, da bondade e do respeito da sociedade.

• Fintan O’Toole disse que a vitória favorável foi uma questão de fazer os gays se sentirem ‘plenamente reconhecidos’.

• ‘Meu país reconheceu que nós existimos’, disse um empresário gay irlandês.

Votar para se sentir bem

O’Neill diz que “resumindo, o resultado favorável fez as pessoas se sentirem bem”, e que o que se buscava “não era realmente o direito de se casar, mas validação sociocultural do estilo de vida de uma pessoa — ‘empatia social’ — especialmente do Estado”. Ele ressalta literatura mais antiga sobre o casamento gay que também demonstrou que “os primeiros levantadores da questão do casamento gay pareciam primariamente preocupados com ‘atenuar a ansiedade adulta’”.

Por que validação, empatia, aceitação, reconhecimento e aprovação sancionados pelo Estado são tão importantes para aqueles que fazem campanha pelo casamento gay? Por que isso é tão mais importante do que, de fato, ter a permissão para casar?

Medidas desesperadas

A resposta se encontra em Romanos 1.18-32, onde o apóstolo Paulo explica que medidas desesperadas homossexuais (e outros pecadores impenitentes) tomam para silenciar a voz da consciência. Eles ouvem a proibição de Deus e a condenação em suas consciências, a odeiam e fazem tudo o que podem para calá-la — incluindo, nos nossos próprios dias, tornar o casamento gay legalizado em todo lugar, mesmo se relativamente poucos fazem uso dele. Porque, na maioria dos casos, não se trata do direito de casar; é principalmente uma tentativa vã de abafar a voz interna da consciência ao multiplicar e amplificar as vozes externas de aprovação.

Se estou errado, então porque eles não deixam em paz a suposta minoria que ainda desaprova o casamento gay? Por que eles não toleram dissidentes? Ativistas gays têm a mídia do seu lado, têm a indústria do entretenimento do seu lado, têm o estabelecimento educacional do seu lado, têm as empresas do seu lado, têm a maioria dos políticos do seu lado, assim como a maioria dos juízes. Isso não é o suficiente? Se eles estão tão certos da justiça de sua causa, por que não podem tolerar algumas poucas vozes aqui e ali que ainda insistem: “Isso é errado”?

Proteção sem precedentes

Não há quase nenhum grupo no mundo que tem o nível de aceitação, validação, aprovação e empatia do público que os homossexuais hoje desfrutam. Eles certamente têm mais reconhecimento, proteção e promoção do que os cristãos evangélicos em qualquer lugar. Então por que não podem deixar os cristãos em paz? O que mais eles querem ou do que mais precisam?

Somente Romanos 1.18-32 pode explicar isso. Com efeito, diz que mesmo que o casamento gay seja legalizado em todos os lugares e mesmo se cada voz destoante seja extinguida, as consciências gay ainda gritarão “Errado!” e “Culpado!”. No seu íntimo, eles ainda conhecerão “a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam” (Rm 1.32). Essa é a “sombra de preocupação” que espreita para sempre a consciência gay.

Paz através da cruz

A mensagem cristã para a comunidade gay é que ela abandone sua tentativa fútil de garantir paz de consciência através dos tribunais, da mídia e dos milhares de votos. É muito melhor trazer tais consciências pesarosas à cruz de Cristo para plena cura e permanente silenciamento vindo do próprio Deus, através da fé e do arrependimento. Isso fará um trabalho muito melhor para remover a ansiedade, as sombras e os medos do que qualquer quantidade de referendos ou falência de padarias e floristas. Também abrirá caminho para experimentar a imensurável largura, altura e profundidade do amor de Deus.

E para cristãos que estão sofrendo ou ainda sofrerão as consequências da desaprovação da sociedade ou do Estado sobre essa questão, confie no poder de uma boa consciência. Somos zombados, desaprovados, menosprezados, marginalizados, caricaturados e rejeitados mais do que qualquer outro grupo na sociedade. Somos chamados de intolerantes, homofóbicos e cheios de ódio. Mas ter uma consciência através da qual Deus demonstra sua aprovação e aceitação a nós significa que podemos continuar nos levantando por aquilo que é certo e verdadeiro, não importa quantas vozes de intolerância e ódio gritem contra nós.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


O autor: David P. Murray serviu como pastor da Locharron Free Church of Scotland de 1995 até 2000 e, posteriormente, na Stornway Free Church of Scotland entre 2000 e 2007. David Murray é professor de Antigo Testamento e Teologia Prática no Puritan Reformed Theological Seminary, em Grand Rapids, Michigan. Murray escreve no blog "Head, Heart, Hand: Leadership for Servants."

O artigo original de Brendan O'Neill pode ser acessado por meio desse link aqui:

http://www.spiked-online.com/newsite/article/the-trouble-with-gay-marriage/17016#.VYxNLRtVhBc


ROMANOS 1:18—32

18 "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;  

21 Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 Semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 Cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 Caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 Insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem."


VIA: O Grande Diálogo

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Protesto gay contra Feliciano só fortalece sua candidatura à presidência

Nesta semana aconteceu em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, um ato contra o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP).
Pouco mais de vinte praticantes do homossexualismo se reuniraram em protesto às ideias bíblicas do pastor, que pregava durante um culto evangélico. Sua forma de protesto foi se beijar durante o evento.
Nem um pouco intimidado com os atos indecentes, Feliciano chamou a atenção para si e declarou: “Vamos bater palmas para eles. Só peço que respeitem os que vieram aqui para orar.”
Os manifestantes fizeram seu ato obsceno desrespeitando a presença de inúmeras crianças presentes no culto. 
Feliciano também disse que as manifestações gays contra ele só aumentam suas chances para disputar como candidato a Presidente da República.
“Vocês [os manifestantes] estão me fazendo um bem tremendo e eu fiquei ainda mais forte depois disso. Esse povo ajuda na minha candidatura à Presidência da República”, declarou.
Quando acabou o mandato na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado afirmou que iria se canditar a senador. Quanto à presidência, Feliciano afirma que este é o “desejo de cada evangélico do país.”
“Saber que somos o país com maior crescimento no número de evangélicos e que temos que enfrentar projetos absurdos como os contidos na reforma do Código Penal. Eu sonho com o governo dos justos e com o dia em que o presidente desta nação vai ouvir o que cada pastor tem a dizer sobre estes projetos”, declarou.
Com informações do site homossexual A Capa.
Fonte: Julio Severo

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 11 de outubro (C-FAM) Sexta-feira tarde da noite, o último dia da reunião final numa série de conferências da ONU, autoridades africanas rejeitaram tentativas da ONU e de ativistas de direitos sexuais para promover a homossexualidade e o aborto.
A conferência da ONU para delinear uma agenda de desenvolvimento para a África concluiu numa colisão feroz entre valores regionais e as normas “progressistas” promovidas por agências da ONU sobre as questões polêmicas tais como o aborto e a orientação sexual. Os líderes africanos apareceram preparados para a reunião na Etiópia para rejeitar frases vagas promovidas pelos ativistas de direitos sexuais.
Num comunicado à imprensa, a Comissão Econômica da ONU para a África (CEONUA) observou que 17 países expressaram reservas sobre três dos compromissos no documento final, subestimando-o como “normal em tal tipo de negociações.”
A polêmica centrou na convocação de direitos humanos para todos “sem distinção de qualquer tipo,” uma frase que a CEONUA confessou como aberta a uma “interpretação elástica a significados que poderiam ser inaceitáveis na África por várias razões.”
O jornal Zambia Daily Mail foi mais explícito, noticiando que “a maioria dos delegados derrubou uma cláusula que buscaria promover direitos gays e lésbicos,” acrescentando que esse foi um “reflexo claro da posição da maioria dos países africanos sobre a homossexualidade.”
Para alguns, meramente apresentar uma reserva não era suficiente. O delegado do Chade disse, “Deve-se registrar que o Chade não tem parte nessa declaração,” acusando o documento de ser “um jeito sutil de introduzir algo que pode pegar alguns países de surpresa.”
Os delegados de outros países ecoaram essa preocupação, antecipando pressões para mudar leis nacionais de acordo com “o espírito dessa declaração.”
Alguns delegados também expressaram reservas sobre a linguagem relacionada ao aborto. O Sudão e o Egito frisaram que qualquer referência ao aborto deve estar “de acordo com as leis e políticas nacionais.”
Os diplomatas africanos não estão sozinhos. No mês passado, os bispos católicos da Nigéria divulgaram uma declaração denunciando “as tentativas contínuas de agências estrangeiras para introduzir valores prejudiciais em nossa sociedade em suas campanhas de aborto, distribuição de camisinhas e promoção de uniões homossexuais.”
Autoridades de 52 países africanos trabalharam no documento, chamado a Declaração de Addis Ababa. Não carrega o peso de um tratado, mas contribuirá para a agenda global de controle populacional e desenvolvimento além do aniversário de 20 anos em 2014 do Programa de Ação do Cairo.
Como o Friday Fax noticiou na semana passada, a combinação exclusiva de fertilidade e pobreza da África a torna um “campo prioritário de testes” para experimentos sociais e aumenta sua vulnerabilidade às pressões das agências internacionais, organizações da sociedade civil e governos que fazem contribuições.
A Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres enviou equipes para Addis Ababa para conduzir um seminário de promoção de vários dias para equipar grupos na realização de uma campanha para promover direitos sexuais e reprodutivos, “inclusive acesso ao aborto seguro e legal.” Depois que a conferência terminou, Shannon Kowalski, diretor de promoção, expressou seu desapontamento no Twitter: “Ainda me sentindo traumatizado com o frenesi de ódio da semana passada.”
Até o momento da publicação desta reportagem, a declaração total e as reservas dos países não foram divulgadas. Um diplomata comentou que “algumas pessoas estão infelizes que as referências a certas tendências não apareciam na declaração e daí não estão com muita vontade de fazer propaganda delas.”
Fonte: Friday Fax
Tradução e Via: Julio Severo

Gays poderão ser vetados e expulsos de igrejas



BRASÍLIA - A Comissão de Direitos Humanos e Minorias, comandada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), aprovou nesta quarta-feira, 16, projeto de lei que permite a organizações religiosas expulsarem de seus templos pessoas que "violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias".
 
A proposta ainda desobriga igrejas a celebrar casamentos em "desacordo com suas crenças".

O objetivo é evitar que decisões judiciais obriguem a celebração de uniões entre homossexuais, além de permitir a retirada de manifestantes que fizerem protestos dentro de templos, como duas garotas que chegaram a ser presas no mês passado por se beijarem durante culto comandado por Feliciano.
Autor do projeto, o deputado Washington Reis (PMDB-RJ), deixou claro tal intenção na justificativa da proposta.

"Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, pelos fundamentos anteriormente expostos, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação".

Designado por Feliciano como relator, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi o responsável pelo parecer favorável.

Ele argumentou que as organizações têm o direito de definir suas próprias regras de funcionamento e que a participação nelas deve ser limitada a quem concorda com suas doutrinas. "Do contrário pode-se entender como verdadeira imposição de valores que não são próprios das igrejas, sendo que, aqueles que não concordarem com seus preceitos, basta eximir-se voluntariamente da participação em seus cultos". O projeto seguirá agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A aprovação gera nova polêmica em relação ao comando do pastor na comissão. Feliciano assumiu sob acusação de homofobia e racismo por declarações feitas em redes sociais.

Apesar dos protestos, permaneceu no cargo e conduziu a votação do projeto apelidada de "cura gay", que revogava resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de colaborar com eventos e serviços que ofereçam tratamento e cura de homossexualidade, além de vedar manifestação que reforce preconceitos sociais em relação aos homossexuais. A proposta foi levada ao plenário e derrubada.

Com informações do Estadão
Referência: Rede Esgoto de Televisão

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

“Casamento” homossexual e os últimos dias

Antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o “casamento” homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse o Grande Dilúvio
Dr. Scott Lively e Kevin Abrams
De uma perspectiva bíblica a perversão sexual ritualizada e principalmente a homossexualidade ritualizada marcam a rebelião mais extrema contra Deus. 
A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio do qual só Noé e sua família sobreviveram.
Em seu livro “Ancient Post-Flood History” (História Antiga da Época depois do Dilúvio), o teólogo Ken Johnson cita três proeminentes fontes rabínicas nessa questão:
O rabino Huna disse no nome do rabino Joseph: “A geração do Dilúvio só foi exterminada depois de escreverem documentos de casamento para a união de um homem com outro homem ou com um animal.” Gênesis Rabbah 26:4-5; Levítico Rabbah 23.9.
O rabino Hiyyah ensinou: “A passagem diz ‘Sou o Senhor, seu Deus’ duas vezes — Sou Aquele que castigou a geração do Dilúvio, e o povo de Sodoma e Gomorra, e o Egito; e no futuro castigarei aqueles que agirem como eles agiram. As gerações do Dilúvio eram reis, e foram eliminados da terra quando se encharcaram de pecado sexual.” Levítico Rabbah 23:9 (comentário sobre Levítico 18:3.)
E o que eles fizeram? Um homem se casou com outro homem, e uma mulher com outra mulher, e um homem se casou com uma mulher e sua filha, e uma mulher se casou com dois (homens). Portanto, se diz: “E vocês não andarão nos estatutos deles.” Sifra Acharei Mot, Parashaw 9:8 (comentário sobre Levítico 18:3.19)
Imediatamente depois do Dilúvio vemos que a semente da perversão homossexual sobreviveu na família humana por meio da linhagem de Cam. 
Em Gênesis 9, Noé caiu inconsciente depois beber vinho demais e enquanto ele estava assim sem condições de se mover Cam [ou melhor, Canaã, o filho de Cam] “viu [ou descobriu] sua nudez.”
Esse termo “descobrir a nudez,” usado principalmente no livro de Levítico, é um eufemismo hebraico para relações sexuais.
Na Bíblia Novo Padrão Americano (New American Standard), a passagem diz:
Cam, o pai de Canaã, viu a nudez de seu pai… Quando Noé despertou de seu vinho, ele soube o que seu neto mais novo lhe havia feito. Então ele disse: ‘Maldito seja Canaã’ (Gênesis 9:22-25).
No livro “Call of the Torah” (Chamada da Torá), o rabino Elie Munk cita estudiosos de hebraico que também interpretam o estupro cometido por Canaã como “um ato de homossexualidade” — (Munk:220).
Portanto, como resultado de seu ataque sexual a seu avô, Canaã foi amaldiçoado por Noé e banido de sua presença. Canaã então toma posse do próprio território que mais tarde seria prometido aos descendentes de Abraão: a “Terra Prometida de Israel.”
O que é muito importante é que poucas gerações depois que Canaã foi banido, quatro cidades que seus descendentes haviam fundado, inclusive Sodoma e Gomorra, foram destruídas por Deus por causa da homossexualidade.
A perversão sexual havia corrompido de forma tão profunda a sociedade que rivalizava com a apostasia que havia provocado o Grande Dilúvio. 
Todos os homens de Sodoma, tanto jovens quanto idosos, foram à casa de Ló, sobrinho de Abraão, com a intenção de estuprar os dois anjos enviados por Deus para julgar a cidade.
A lascívia deles era tão insaciável que eles continuaram a alcançar sua meta vil mesmo depois de serem cegados pelos anjos. A destruição deles veio rapidamente em seguida (Gênesis 19:1-11).
Traduzido, com permissão, por Julio Severo do Capítulo Dois: “Homo-Occultism” (Homo-Ocultismo) do livro “The Pink Swastika,” do Dr. Scott Lively e Kevin Abrams.
Versão em inglês deste artigo: Homosexual “Marriage” and the Last Days
Tradução e Via: Julio Severo

domingo, 6 de outubro de 2013

Onze países prometem manter a Homossexualidade na agenda da ONU. Brasil está entre eles


Onze países anunciaram que continuarão a hastear a bandeira do arco-íris na ONU apesar de retrocessos em anos recentes.

John Kerry, secretário de Estado dos EUA, e autoridades de dez países prometeram promover a homossexualidade na ONU numa declaração dada na semana passada.
 
O “Principal Grupo LGBT,” como é chamado os onze países, se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgênero (LGBT).

A declaração louva países que revogaram leis contra a sodomia, sancionaram projetos de lei que criminalizam a “homofobia” e têm outras proteções especiais para os homossexuais.

Kerry tentou ser otimista sobre o progresso de direitos LGBT na ONU, e descreveu recentes acontecimentos como “incompreensíveis” numa declaração divulgada mediante do Departamento de Estado.

Mas a rota para fazer com que as nações celebrem a homossexualidade permanece íngreme, como os grupos homossexuais descobriram em anos recentes.
 
Apesar de campanhas intensas lideradas pelos Estados Unidos, os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” são parte de apenas uma resolução da Assembleia Geral. Essa resolução é sobre matanças extrajudiciais, e mesmo assim, a conclusão sempre é de uma votação fechada.

Em 2010, os Estados Unidos prometeram uma resolução da Assembleia Geral sobre direitos homossexuais. Tal resolução não tem apoio suficiente dos países membros da ONU. Os céticos dizem que a recente declaração equivale a pouco mais do que um comunicado de imprensa e meramente sacia os desejos dos representantes que querem direitos LGBT.

A maioria dos países da Ásia e África faz objeção à homossexualidade. Mundialmente, 80 países têm leis contra a sodomia. Menos de 20 reconhecem as duplas de mesmo sexo, e só 14 permitem que indivíduos do mesmo sexo se casem.

Navi Pillay, a autoridade mais elevada da ONU para direitos humanos, tem encabeçado a causa LGBT na ONU em anos recentes e tem enfrentado resistência em cada ocasião. Os países se ressentem que a equipe dela recebe verbas destinadas exclusivamente para direitos LGBT dos países nórdicos e ainda pede mais dinheiro do orçamento da ONU.

Cientes desses desafios, os Estados Unidos estão financiando ativistas homossexuais de outros países. O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo.

Só a Argentina, Brasil, Croácia, União Europeia, França, Israel, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega e os Estados Unidos compareceram à reunião. Eles a descreveram como um evento “pioneiro” da ONU. O evento não foi anunciado no Jornal da ONU, que apresenta a lista de reuniões oficiais da ONU, e aconteceu numa sala pequena do Secretariado.

Um porta-voz do Secretariado disse que a reunião foi “anunciada” e que qualquer um dos 194 países membros da ONU poderia ter pedido para comparecer. Os diplomatas russos, que estão sendo criticados pelas leis da Rússia que protegem as crianças de nocivas propagandas sexuais, teriam dito que não estavam cientes que a reunião estava ocorrendo.

O grupo de países recebeu a adesão do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), do Observatório de Direitos Humanos e da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos.

Ainda que nenhum tratado internacional mencione direitos LGBT, esses grupos dizem que o direito internacional exige novos direitos especiais para os homossexuais que incluam privilégios para duplas de mesmo sexo, reconhecimento de identidades transgêneros e leis anti-“homofobia” com mecanismos policiais especiais, entre outros.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cai um Símbolo Gay?

Austin Ruse

NOVA IORQUE, EUA, 20 de setembro (C-FAM) A ONU e outros responsáveis por políticas públicas notaram que os pais de Matthew Shepard se tornaram os principais porta-vozes dos direitos dos homossexuais no mundo inteiro.

Eles apareceram na ONU e recentemente fizeram também uma turnê em várias capitais da Europa com o patrocínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que fizeram dos direitos LBGT o foco prioritário da política externa americana.

Matthew Shepard era um jovem que foi brutamente assassinado em outubro de 1998. Quase que imediatamente a atenção do mundo inteiro se voltou para a especulação de que os assassinos de Shepard o torturaram e mataram por ódio de ele ser gay. Seus assassinos o amarram a uma cerca fora de uma cidadezinha de Laramie, Wyoming, e sua morte foi comparada à crucificação de Jesus Cristo.

Dias depois de sua morte Shepard se tornou a face dos direitos homossexuais nos EUA e no mundo. Um editorial do jornal New York Times da época sugeria que Shepard era o representante de direitos gays que o movimento homossexual precisava o tempo inteiro.

Ele era jovem, bonito e inocente.

O tempo inteiro havia os pessimistas com relação ao caso de Shepard. A crítica social Camille Paglia escreveu no site Salon que Shepard tinha preferência pelo que se chama “prostituição homossexual” e que ele poderia ter sido morto por isso.

Os detetives na época indicaram que a probabilidade era que a morte dele tinha mais ligação com drogas do que com a homossexualidade dele. Um segmento do programa ABC 20/20 vários anos mais tarde explorou essa possibilidade.

 
Contudo, um livro recente escrito por Steven Jiminez, um premiado jornalista gay, vai muito mais fundo do que os críticos passados do caso Shepard. Jiminez foi a Laramie muitos anos atrás para conduzir entrevistas para fazer um roteiro de filme sobre a vida e morte de Shepard.

Quase que imediatamente ele começou a ouvir histórias sobre Shepard que nunca haviam sido noticiadas e que contradizem categoricamente a noção de que ele foi morto por ser gay.

O “The Book of Matt” (O Livro de Matt) revela o que os habitantes da cidade sabiam o tempo todo, que Shepard estava muito envolvido nos ambientes de drogas de Laramie, pode ter sido um traficante ocasional de drogas, e até mais importante, ele conhecia seus assassinos. Mais do que isso, ele e seus assassinos haviam feito sexo juntos.

Um dos conceitos da história dominante era que Shepard não conhecia seus assassinos, que seus assassinos entraram no bar Fireside naquela noite às 11h45min e de alguma forma convenceram um total estranho, Shepard, a sair com eles 15 minutos mais tarde. De acordo com o livro de Jiminez, Shepard conhecia seus assassinos bem.

O livro também examina com atenção que Shepard foi morto porque tinha um novo estoque de metanfetamina e os assassinos queriam o estoque. O livro também traz a informação de que seu principal assassino, Aaron McKinney, estava usando metanfetamina cinco dias seguidos, um estado propenso à violência maníaca.

O livro recente tem sido noticiado na imprensa gay e também na imprensa conservadora, mas não parece ter alcançado a grande mídia, não ainda de qualquer modo. As coisas poderão mudar quando o livro for finalmente lançado em 1 de outubro. Mas permanece a pergunta: Essa nova história alterará de algum modo a história dominante que está ajudando tão bem o movimento gay?

Se Matthew Shepard foi morto estritamente por causa de drogas por um homem que por algum tempo foi seu parceiro sexual, o que isso acarretará para sua condição de mártir na comunidade gay e no mundo em geral, inclusive a ONU?

Referência: TecMundo
Fonte: Friday Fax

terça-feira, 17 de setembro de 2013

De novo? Como forma de protesto, Daniela Mercury beija mulher e posta foto

A cantora mostrou solidariedade com duas meninas que foram expulsas de um culto religioso após beijo.

Daniela Mercury e Malu Verçosa (Foto: Reprodução/Instagram)
 
Daniela Mercury compartilhou com seus seguidores do Instagram, na madrugada desta terça-feira (17), uma foto em que aparece beijando sua mulher, Malu Verçosa. Mas engana-se quem pensa que o momento foi para mostrar o carinho e amor das duas.
 
Na legenda da imagem, a cantora explicou o motivo da publicação. "Valeu, Yunka e Joana. Só uma pergunta: é proibido beijar no Brasil, é?", escreveu ela, se referindo a duas meninas que foram expulsas de um culto religioso depois de um beijo.
 
Na ocasião, Yunka e Joana protestaram durante uma pregação do deputado federal e pastor Marco Feliciano.

As jovens foram tiradas à força do local e, algemadas, seguiram para a delegacia, onde teriam sido agredidas por seis policiais.
 
Fonte: Revista Quem

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Um sinal dos tempos: a balbúrdia dos sexos

Shulamith Firestone
 
Se o leitor espera, neste tópico, um requisitório contra o homossexualismo – muito merecido aliás – prepare-se para encontrar algo que desce ainda mais abaixo.
 
Vai encontrar logo de início certo “pirão” dos sexos, no sentido de que o homem seja menos, ou nada masculino, e a mulher, menos, ou nada feminina. Mas este ainda é o princípio da conversa.
 
Mais radical, a feminista Shulamith Firestone assim se exprime:
 
“Assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio próprio da classe econômica, mas também com a própria distinção entre as classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente – diversamente do primeiro movimento feminista – não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”[1].
 
É claro que para essa nova onda revolucionária a realidade da natureza incomoda, estorva, e portanto deve desaparecer. Mas como se arranjam os caudatários dessa corrente, para obliterar diferença tão óbvia? Veja esta tentativa: O ser humano nasce sexualmente neutro e, a seguir, a influência social faz dele homem ou mulher!
 
Os seguidores desta corrente percebem que a natureza pediria outra coisa. Mas isto não os inibe: é preciso ir contra a natureza! “O ‘natural’ não é necessariamente um valor ‘humano’. A humanidade já começou a ultrapassar a natureza; já não podemos justificar a continuação de um sistema discriminatório de classes por sexos tomando como base suas origens na Natureza”[2].
 
Portanto – comenta Dale O’Leary – os que tratam as mulheres com respeito estão tão errados quanto os que as desrespeitam. As duas atitudes marcam a existência de uma diferença. Essa diferença, embora seja natural, deve ser anulada ou ignorada. Ora, respeito é, justamente, o reconhecimento da existência de algo desigual ou diverso. Dentro de um “pirão” não há, nem pode haver, respeito.
 
É uma tática pós-moderna fragmentar/para fundir. A fim de fundir os dois sexos em um só pirão, essa nova corrente os fragmenta em cinco:
 
“Rebecca J. Cook, docente de Direito na Universidade de Toronto e redatora da contribuição oficial da ONU na IV Conferência das Nações Unidas, realizada em Pequim em 1995, afirma que “os sexos já não são dois, mas cinco”, e portanto não se deveria falar de homem e mulher, mas de “mulheres heterossexuais, mulheres homossexuais, homens heterossexuais, homens homossexuais e bissexuais”. Assim, as diferenças quase desaparecem.
 
Essa catadupa de aberrações ainda não é aceita pela sociedade, mas indica o caminho do futuro. Ela leva necessariamente a novas aberrações, e o leitor talvez já adivinhe em que direção estas vão: a tentativa de desvincular o sexo da procriação. Só assim se estabeleceria uma verdadeira igualdade entre homem e mulher:
 
“A igualdade feminista radical significa não simplesmente igualdade diante da lei, nem mesmo satisfação de necessidades básicas, mas antes que as mulheres – tal como os homens – não tenham que dar à luz”[3].
 
Quando se conseguir isto, ocorrerá “a destruição da família biológica” e surgirão “mulheres e homens novos, diferentes dos que existiram anteriormente”[4].
 
Para a instituição internacional anti-vida “Catholics (sic) for a Free Choice”[5], a destruição da família será fato extremamente alvissareiro.
 
As “feministas de gênero” consideram que, quando a mulher cuida de seus filhos no lar e o esposo trabalha fora de casa, as responsabilidades são diferentes, e portanto não igualitárias. Veem esta ‘desigualdade’ no lar como causa de ‘desigualdade’ na vida pública, já que a mulher, cujo interesse primário é o lar, nem sempre tem tempo e energia para dedicar-se à vida pública.
 
Vê-se que, para os propulsores do “gênero”, as responsabilidades da mulher na família são supostamente inimigas da realização da mulher. Como fazer para resolver de vez este problema? Com novas técnicas reprodutivas:
 
“Em sociedades mais imaginativas, a reprodução biológica poderia assegurar-se com outras técnicas”[6]. Cada qual pode imaginar algum novo tipo de fertilização “in vitro” ou de clonagem, feita por uma repartição competente.
 
Os futurólogos têm-se debruçado com especial empenho sobre esse assunto. Assim, Antônio Polito escreve, sobre o Século XXI:
 
“Deve-se esperar, sobretudo, a separação definitiva entre sexo e procriação, isto é, a mais extraordinária mudança na história da evolução humana. Carl Djerassi, um dos pais da “pílula”, prevê que a indústria farmacêutica concluirá o estudo do controle da natalidade e preocupar-se-á de encontrar meios de aumentá-la, sobretudo nos países desenvolvidos".[7]
 
Além de tudo isto, que não é pouco, fala-se cada vez mais em sexo com animais.
 
Tudo neste tópico remete para uma pergunta: pode o relógio funcionar contra as regras que lhe pôs o relojoeiro? Ou a criatura proceder contra as normas estabelecidas por seu Criador?[8]
 
Nosso Senhor recomendava que se prestasse atenção aos “sinais dos tempos”. O certo é que dificilmente poder-se-ia imaginar algo de mais radicalmente igualitário do que essa tendência de igualar os sexos, em sentido tão literal e tão ao arrepio da própria natureza.
__________________________
 
 
[1] Shulamith Firestone, The Dialectic of Sex, Bantam Books, New York, 1970, p. 12, grifos nossos,
 
.[2] Shulamith Firestone, ibid. grifos nossos .
 
[3] Alison Jagger, Political Philosophies of Women’s Liberation, Feminism and Philosophy, Littlefield, Adams & Co., Totowa, New Jersey, 1977, p. 14.
 
[4] ibid.
 
[5] Católicas pelo direito de escolher.
 
[6] Heidi Harmann, The Unhappy Marriage of Marxism and Feminism, Women and Revolution, South End Press, Boston, 1981, p. 16.
 
[7] “La Repubblica”, sexta-feira, 5 de novembro de 1999.
 
[8] Muitos dados deste tópico foram extraídos de um documentadíssimo relatório da Conferência Episcopal Peruana, intitulado “La ideología de género, sus peligros y alcances”[8].
 
Fonte: IPCO
 
Com este texto, fica mais claro o caráter revolucionário do feministo frente à agenda novaordeana, no que diz respeito à destruição da família tradicional para se gerar um NOVO INDIVÍDUO para uma Nova Ordem Mundial. E a destruição da família biológica é necessária para que se possa fazer surgir este "novo homem".
 
O extremismo igualitarista que vemos aqui é tipicamente socialista que, por sua vez, é pró-NOM.

Destaques:
 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A pena de morte em Uganda

Scott Lively
 
Segundo os dados oficiais, 22 jovens foram executados com base na lei do homossexualismo em Uganda. A lei em questão obrigava que todos os homens e meninos do país estivessem dispostos a se submeter à sedução homossexual do seu governante, o Rei Mwanga.

Quando os ugandenses começaram a se converter ao Cristianismo no século XIX, um grupo de católicos, liderados por Charles Lwanga, se recusou a permitir que fossem sodomizados pelo rei. Enfurecido, o Rei Mwanga os amarrou, obrigou a fazer um percurso de 60 km a pé, depois os assou vivos em um forno.

A data de sua execução foi 3 de junho de 1886, que hoje é um feriado nacional, comemorando a rejeição de Uganda ao homossexualismo e seu comprometimento aos valores cristãos.

Mwanga, o rei homossexual de Uganda no passado
 
Não deveria ser surpresa, portanto, que os atuais ugandenses não estejam satisfeitos com ativistas homossexuais da Europa e dos EUA, que trabalham agressivamente para re-homossexualizar a nação. 
 
Os cidadãos de Uganda relatam que um número cada vez maior de estrangeiros homossexuais chegam ao país para transformar homens pobres e desesperados dos guetos em criados pessoais, e que algumas meninas de escolas públicas recebem dinheiro para recrutar outras para o lesbianismo. 
 
Interesses estrangeiros têm exercido enorme pressão no governo de Uganda para fazer com que suas leis façam concessões desonrosas com relação à moralidade sexual, com frequência utilizando seu controle sobre as ajudas financeiras como moeda de troca.
 
Na última década, um crescente movimento pró-família começou a insistir que o Parlamento fizesse algo com relação a esse problema. Neste ano, o Parlamento respondeu ao apelo.
 
Infelizmente, a lei que eles estão debatendo representa uma hipercorreção, incluindo, por exemplo, a pena de morte para algumas formas de “homossexualismo agravado” (como a que espalha AIDS intencionalmente).
 
Como um cristão advogado e defensor dos direitos humanos internacionais que trabalhou junto com o movimento pró-família ugandense, tenho um interesse especial nesse assunto.
 
No meu ponto de vista, o homossexualismo (aliás, toda relação sexual fora do casamento) deveria ser ativamente desestimulada pela sociedade, mas somente com a agressividade necessária para evitar a normalização de estilos de vida sexuais alternativos, e com vista a preservar as liberdades dos que desejam manter seus estilos de vida pessoais em privado.
 
A cultura centrada no casamento serviu à humanidade de maneira muito favorável durante os séculos em que o homossexualismo era desaprovado, mas tolerado como uma subcultura nos EUA, na Inglaterra e em outros lugares.
 
Ela certamente se manteve tão bem nas décadas posteriores à revolução sexual, que abriu a Caixa de Pandora e liberou tanto a promiscuidade heterossexual desenfreada quanto o “orgulho gay” pelo mundo.
Em março de 2009, tive o privilegio de falar no plenário do parlamento de Uganda quando a lei anti-homossexual estava sendo considerada. Recomendei que eles inspirassem o projeto de lei em algumas leis americanas que tratam do alcoolismo e do abuso de drogas. 
 
Citei minha experiência, antes da minha conversão a Cristo, de ter sido preso por dirigir bêbado. Deram-me a opção de fazer terapia, que acabou sendo uma das melhores decisões da minha vida. Também citei a política de algumas jurisdições americanas com relação à maconha.
 
A criminalização da droga previne que seus usuários a promovam, e desestimula os não usuários de começarem, mesmo que a imposição da lei em si seja branda ou mesmo ausente. 
 
Além disso, insisti que promovessem ativamente o modelo de casamento nas escolas como forma de prevenção contra as mensagens anti-família que inundavam o país por meio da mídia ocidental.
Todas as minhas sugestões foram ignoradas (apesar de eu estar sendo acusado de propor a lei na forma como está por algumas fontes importantes de informação e pela blogosfera gay). Mesmo assim, aprovo a coragem do povo ugandense. 
 
Desde a década passada, Uganda tem sido um dos poucos países do mundo a resistir firmemente ao enorme poder e à implacável pressão do lobby gay internacional, enquanto que outras nações em desenvolvimento, como a África do Sul e o Brasil, têm sido sistematicamente homossexualizadas. 
 
Essa é uma das razões pelas quais a taxa de AIDS de Uganda caiu da maior para a menor taxa em toda a África no mesmo período.
Vou deixar bem claro.
 
Não apoio o projeto de lei anti-homossexual na forma como está escrito. Ele não enfatiza a reabilitação em detrimento da punição, e a punição que ele determina é inaceitavelmente hostil. No entanto, se as seções ofensivas forem suficientemente modificadas, o projeto de lei poderia representar um passo animador na direção certa. 
 
Como uma das primeiras leis deste século a reconhecer que a destruição da agenda gay justifica uma ação do governo, ela merece apoio de todos os cristãos e outros defensores da cultura da família em todo o mundo.
Enquanto isso, apesar da histeria da mídia esquerdista, é importante lembrar que não existe pena de morte para homossexuais em Uganda, mas apenas um projeto sendo debatido, que esperamos que seja modificado antes de passar. 
 
Os únicos ugandenses que foram executados por suas crenças e ações com relação ao homossexualismo foram cristãos. 

Fonte: Julio Severo
 
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil do original do Defend the Family: “The Death Penalty in Uganda” 

domingo, 25 de agosto de 2013

Juiz Permite Ação Legal Contra Pastor por Oposição à Homossexualidade

Wendy Wright
 
NOVA IORQUE, EUA, 23 de agosto (C-FAM) Um juiz dos EUA está permitindo uma ação legal de um grupo homossexual de Uganda acusando um pastor evangélico de “crime contra a humanidade.” O pastor americano está sendo acusado de violar as leis internacionais por falar contra a homossexualidade e discutir legislação com líderes de Uganda.

 
Rev. Scott Lively
 
Scott Lively, advogado e escritor, dirige a lanchonete Solo Sagrado em Massachusetts onde cafés e Bíblias são gratuitas e onde os cultos de domingo ministram para pessoas que vivem nas ruas, viciados em drogas e outros. 
 
Em 2009, ele foi convidado para falar numa conferência em Uganda onde ele disse que a meta do movimento homossexual é “derrotar a sociedade com base no casamento e no lugar colocar uma cultura de promiscuidade sexual.”

A ONG Minorias Sexuais de Uganda (MSU) acusa Lively de incitar “perseguição” por meio de palestras públicas e de aconselhar os líderes ugandenses que introduziram legislação contra a homossexualidade.
 
A MSU defende a aceitação legal e social de indivíduos lésbicos, homossexuais, bissexuais, transgêneros e intersexuais. Ela se opõe à legislação que fortalece as leis anti-homossexualidade.

O processo descreve vários eventos em Uganda, tais como uma batida policial no escritório da MSU. Lively não é mencionado uma “única vez dentro das muitas páginas da queixa que descrevem” esses eventos, disse o Conselho da Liberdade, o escritório de advocacia que representa Lively.

Um acontecimento que a MSU tenta ligar a Lively é o assassinato de David Kato, um co-líder do grupo. O processo não menciona que um prostituto homossexual confessou ter assassinado Kato por causa de um bate-boca com relação a pagamento. Ele foi condenado e sentenciado a 30 anos de prisão.

Se a MSU tiver êxito, qualquer pessoa “que insistir em opor-se a classificações especiais para homossexuais se tornaria uma criminosa dos direitos humanos internacionais,” Horatio Mihet, advogado de Lively,
 
O processo tem como base a Lei do Delito Estrangeiro, uma lei federal que permite que os tribunais dos EUA tratem de casos sobre violações da lei de nações ou de um tratado dos EUA. O Supremo Tribunal recentemente decidiu que a lei não se aplica a uma conduta que ocorreu fora dos EUA.

O processo parece ser um “golpe publicitário sem mérito com o objetivo de atormentar Scott Lively até fazê-lo ficar em silêncio,” um especialista legal disse o Friday Fax. O direito à liberdade de expressão nos EUA proíbe “tal absurdo” de responsabilizar legalmente alguém por tentar convencer as pessoas contra uma ideia oposta.
O litigante veterano comenta que isso poderá voltar a assombrar os ativistas homossexuais.
 
A teoria da MSU atrairia processos contra “ativistas homossexuais que estão tentando reprimir seus próprios oponentes políticos e culturais em países estrangeiros.”
Em sua decisão, o juiz Michael Ponsor descreveu os líderes e legisladores ugandenses como “co-conspiradores” com Lively.
 
Ponsor disse que algumas autoridades consideram que “perseguição” com base na orientação sexual e identidade de gênero “constitui um crime contra a humanidade que viola as normas internacionais,” mas é questionável se viola as leis dos EUA. 

O juiz Ponsor virou notícia em junho quando sua primeira novela publicada, um romance de suspense legal encenado em Massachusetts, foi lançada. Ponsor originalmente aspirava ser um escritor, mas depois de duas novelas sem êxito reorientou seus escritos quando foi nomeado juiz.

“Em algum ponto percebi que os juízes são legisladores não eleitos da humanidade, e o que fazemos é simplesmente sermos criativos,” Ponsor disse numa entrevista. 
 
Tradução e Via: Julio Severo 
Fonte: C-FAM
 
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sábado, 24 de agosto de 2013

ONU Arrisca Credibilidade com Campanha Promovendo Direitos Homossexuais

Wendy Wright

NOVA IORQUE, 2 de agosto (C-FAM) O escritório de direitos humanos da ONU lançou uma campanha midiática promovendo direitos homossexuais e transgêneros. A iniciativa de duração de um ano, financiada por fontes externas, levanta questões sobre o uso de escritórios da ONU para o que alguns governos consideram propaganda.

 
A campanha dos líderes da ONU para estabelecer direitos sexuais como direitos humanos de consenso universal está ocorrendo depois de anos de fracassos para ganhar apoio governamental para a homossexualidade. 
 
Tentativas de legitimar direitos especiais para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) fracassaram repetidamente no Conselho de Direitos Humanos, o órgão administrativo que supervisiona o escritório da ONU que produziu a campanha.
 
Navi Pillay, a mais elevada autoridade de direitos humanos da ONU, anunciou a campanha “Livres & Iguais” na semana passada na África do Sul.
 
Um anúncio proclama, “Direitos LGBT são direitos humanos.” Em outro, Pillay declara que direitos LGBT não são “novos ou especiais.” Os críticos apontam para o fato de que os direitos humanos se aplicam para todas as pessoas. Os direitos LGBT são distintos, e levam ao estabelecimento do casamento de mesmo-sexo, exigindo que as escolas contratem transexuais e cometam discriminação contra pessoas que têm opiniões religiosas.
 
“Devemos todos desafiar atitudes homofóbicas,” diz Pillay enquanto um vídeo mostra um protesto contra a Proposta 8, a emenda da Califórnia que declara que o casamento é entre um homem e uma mulher.
 
A campanha enumera a discriminação, que incluiria o casamento tradicional e a proteção das crianças contra a propaganda LGBT, junto com a violência e a tortura. Os oponentes discordam que a oposição aos direitos LGBT equivale a desculpar a violência, apontando para países que limitam condutas sexuais e levam a juízo a violência cometida contra indivíduos homossexuais e transgêneros.
 
O território desconhecido dos direitos sexuais deixa algumas sociedades lutando com consequências imprevisíveis. O comentarista Andrew Harrod fez uma reportagem sobre uma dupla homossexual que gerou um bebê com uma dupla lésbica, e todos os quatro criando a criança como “pai, pai, mãe, mãe.” Outro homem homossexual gerou 22 filhos com mulheres lésbicas como resultado de um “impulso para procriar, solidão e vingança calma contra a igreja.”
 
Em países que legalizam o casamento de mesmo sexo, as pessoas enfrentam multas, prisão e discriminação profissional por defenderem a convicção do casamento tradicional.
 
Uma pesquisa de opinião pública do Pew Research revelou que a homossexualidade é menos aceitável em países em que a religião é central na vida das pessoas, e mais aceitável onde a religião não é central.
 
Quando o presidente Obama exerceu pressão pró-homossexualismo durante sua recente visita à África, líderes do Quênia fizeram oposição. O Quênia “é soberano e temente a Deus,” disse vice-presidente William Ruto.
 
“Essas pessoas que já arruinaram sua sociedade… não permita que se tornem nossos professores para nos dizer aonde ir,” disse o cardeal do Quênia, John Njue. A homossexualidade é ilegal em 38 nações africanas, e 90% dos quenianos creem que a homossexualidade é errada.
 
A ONU contratou a Fundação Purpose para realizar a campanha nos meios de comunicação. A empresa constrói movimentos de mídia social para “mudar as regras” nas sociedades.
 
Em maio passado o Friday Fax perguntou a Pillay quem financia o trabalho do escritório dela de defender direitos LGBT. Ela disse que vem dos países nórdicos. Uma autoridade da ONU disse à Associated Press que o financiamento para a campanha “Livres & Iguais” vem de “contribuintes externos.”
 
A política britânica Anne Widdecombe tem criticado as prioridades das autoridades. Mais de 150.000 cristãos são mortos anualmente. Cerca de 200 milhões de cristãos sofrem desvantagens sociais, são atormentados ou sofrem opressão direta.
 
“Estou perplexa com o tamanho da perseguição aos cristãos no mundo inteiro,” ela declarou em 2011. “Por que na terra estamos colocando a liberdade religiosa como igual à homossexualidade?”
 
Fonte: C-FAM
Tradução e Via: Julio Severo


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É importante esclarecer que este Site, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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