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domingo, 26 de janeiro de 2014

Humorista muçulmano testa os limites da tolerância religiosa na França



A estranha combinação de humor islâmico com católicos fundamentalistas da extrema direita assombra os franceses, segundo informou o Estadão em 12/01/14:


Humorista francês une islamistas e extrema direita


Piadas antissemitas e ridicularizando Holocausto transformaram Dieudonné M'Bala M'Bala em líder de radicalismos antagônicos

Andrei Netto

Em suas apresentações, sempre lotadas, ele prega o antissemitismo e opera um milagre: reúne um público que vai de fascistas a islamistas, unidos pelo ódio aos judeus - ou pelo direito de rir sobre qualquer assunto.

Dieudonné ganhou fama nos anos 90, quando suas piadas batiam firme em Jean-Marie Le Pen, à época presidente da Frente Nacional (FN), maior partido de extrema direita da França. Popular, chegou a se candidatar a deputado em 1997 e 2001, sempre com bandeiras antifascistas e até ambientalistas, além da defesa da minoria negra do país, da qual foi líder ao promover a Marcha dos Povos Negros da França, em 2000.

Mas seus alvos logo mudariam, para a surpresa do grande público e da imprensa. A partir de 2002, Dieudonné passou a adotar em seu repertório, sem razão aparente, piadas que sugeriam a negação do Holocausto e o antissemitismo, a denúncia do que chama de "lobby americano-sionista" e o apoio indireto ao extremismo islâmico.

Não bastasse, ele se aproximou da família Le Pen, aparecendo em público com Jean-Marie, a quem passou a apoiar. O extremista, argumentou o ator, "estende a mão aos franceses de origem estrangeira, e mais particularmente aos estrangeiros de origem africana". Em 2008, a aproximação os tornaria íntimos, quando o líder da Frente Nacional foi convidado a ser padrinho do filho do humorista, batizado em uma abadia católica ultraconservadora.

Nessa época, o ator já havia multiplicado declarações em favor de Mahmoud Ahmadinejad, ex-presidente do Irã, apoiado o grupo xiita libanês Hezbollah e o ditador da Síria, Bashar Assad, e até elogiado Osama bin Laden. Em 2012, chegou ao ápice de sua transformação ao tentar apresentar no Festival de Cinema de Cannes um filme denominado O Antissemita, barrado pelos organizadores.

"Dieudonné deixou o mundo dos humoristas e entrou no da política", afirmou ao jornal Le Monde o produtor cultural Alain Degois, que acompanhou o início de sua carreira. "É um humorista que mergulhou nas sombras", confirma François Rollin, também humorista e ator, que se distanciou do colega. "Hoje, é preciso proibi-lo de se apresentar. A liberdade de expressão não justifica tudo."

Foi a essa luta que o governo da França se lançou nessa semana. Em uma ofensiva legal contra o humorista, o Ministério do Interior acusou Dieudonné de incitar o ódio racial por divulgar o antissemitismo em seus shows, decidindo proibi-los.

Sua nova turnê, "O Muro", que entraria em cartaz na quinta-feira em Nantes, foi alvo de uma ordem circular que orientou cidades e departamentos de todo o país a proibirem a realização dos shows. A pressão surtiu efeito: no sábado, Dieudonné anunciou que renunciaria aos espetáculos.

A decisão foi tomada porque em suas mais recentes apresentações, já realizadas no Teatro La Main d'Or, em Paris, Dieudonné voltou a lamentar o fim do Holocausto e das câmaras de gás e a menosprezar os símbolos judeus. "Eu urinei no Muro das Lamentações", afirmou o ator em um de seus espetáculos, referindo-se ao local mais sagrado para os judeus. Sobre o jornalista Patrick Cohen, judeu, Dieudonné insinuou: "Quando eu ouço falar de Patrick Cohen, eu me digo: 'As câmaras de gás… Que pena'".

Além usar judeus e sionistas como seus alvos preferidos, o ator vem reforçando sua proximidade com a extrema direita. Dieudonné elogia personalidades fascistas, como o marechal Philippe Pétain, responsável pelo armistício com a Alemanha na Segunda Guerra, que resultou na ocupação da França e em um gabinete de extrema direita que colaborava com os nazistas. "No que diz respeito a presidentes, eu parei em Pétain. Eu gostava dele, porque ao menos via o que era justo", diz.

Seu percurso "artístico", porém, continuou a agregar admiradores até os últimos dias de 2013, quando o ministro do Interior, Manuel Valls, manifestou a intenção de impedir as exibições do ator. "Esses espetáculos não têm nada de criação artística", argumentou o ministro, classificando-o de "profundamente antissemita" em entrevista ao Journal du Dimanche. Também o presidente François Hollande mergulhou na polêmica, pedindo que "os prefeitos sejam vigilantes e inflexíveis" sobre a proibição.

A iniciativa, porém, provocou manifestações de desagravo. Em solidariedade ao ator, Nicolas Anelka, ex-centroavante da seleção da França - banido por sua indisciplina e desprezo pelos símbolos nacionais - não hesitou em reproduzir em campo, na Grã-Bretanha, a chamada "quenelle", um gesto fascista semelhante à saudação nazista, mas feito sobre o braço.

Apesar da ofensiva jurídica, o ator segue popular. Embora 71% dos franceses o rejeitem, 16% afirmam "ter uma boa imagem" de Dieudonné.

"Os espectadores não são antissemitas e têm consciência política, têm suas religiões e suas próprias visões críticas da história", assegura Jean-Louis Dupont, um de seus admiradores.
 
Fonte: Estadão

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Macumbaria de cinismo da Falha contra Maria e contra os judeus

 Julio Severo
No dia de Natal, a Folha de S. Paulo (mais conhecida como Falha de S. Paulo, por mais errar do que acertar) publicou uma pseudo-reportagem sobre Maria, a mãe de Jesus. Depois da reação negativa de muitos leitores (inclusive minha, expressa neste artigo: “Um presente de Natal contra o Natal: Folha de S. Paulo retrata Maria como mulher preocupada com a causa palestina”), a Falha tentou, sem sucesso, simular um pedido de desculpas, dizendo:  
  • “Na quarta-feira passada, judeus reclamaram, com razão, da reportagem ‘Um muro no caminho de Maria,’ que elencou os percalços que a Virgem teria que enfrentar se fizesse hoje o trajeto entre Nazaré e Belém. O texto trazia várias críticas a Israel.”
A Falha pintou Maria como uma palestina sofrendo as inconveniências das forças armadas de Israel. Foi uma falha muito tosca, pois nem de longe Maria era palestina. Ela era judia.
A Falha diz que apenas os judeus reclamaram. Nesse ponto, tenho a obrigação de perguntar: Onde estão os evangélicos para cobrar da Falha esse erro histórico e bíblico? Maria jamais se oporia aos procedimentos de segurança dos soldados de seu povo, especialmente em questões relativas aos riscos (ataques a bombas sendo apenas um entre muitos) representados pelos ocupadores palestinos de Israel.
E onde estão os católicos, que veem Maria como mãe de Deus? Não há evidência de que Maria tenha gerado Deus desde a eternidade, mas há uma segurança de 100 por cento de que Maria era judia, com linhagem e tudo o mais a que um judeu tem direito.
Portanto, a afronta da Falha não foi somente aos judeus, que discordam do Cristianismo e suas raízes patentemente judaicas. Foi também aos evangélicos e católicos.
E a declaração da Falha, interpretada por alguns ingênuos como “desculpa,” nada mais é do que malícia descarada.
Quando a cobra se desculpar, cuidado com o bote. Quando a Falha se desculpar, não se espante com mais falhas.
A nota de pseudo-desculpa da Falha foi publicada num cantinho escuro, iniciando o texto da seguinte forma cínica: “Em menos de uma semana, a Folha conseguiu desagradar a dois grupos religiosos. No último dia 20, o título ‘Não multa que é macumba’ chamava para uma reportagem que informava que oferendas religiosas em locais públicos não serão enquadradas no Programa Lixo Zero, criado neste ano pela Prefeitura do Rio. O termo ‘macumba,’ de conotação pejorativa, deve ser evitado, como recomenda o ‘Manual da Redação.’”
O que macumba tem a ver com uma retratação escandalosamente mentirosa de Maria, dos judeus e de Israel?
Que história é essa de que a Falha conseguiu desagradar a dois grupos religiosos? Judeus e macumbeiros colocados no mesmo poleiro?
A Falha tem a cara-de-pau de ensinar o público que é errado dizer que macumbeiros fazem macumba, mas não tem coragem de dizer que seu jornalista mentiu ao insinuar que Maria era palestina? O que macumbeiros e macumba têm em comum? Tudo! O que Maria e uma identidade palestina têm em comum? Nada!
O que macumba e Maria têm em comum? Para a Falha, tudo! Esquerdistas defensores de um suposto Estado laico almejam nivelar todas as religiões, deuses e demônios. Nessa nivelação maldosa, a bruxaria sempre leva a melhor. Maria, que representa muito bem os valores judaico-cristãos (pois ela era totalmente judia e cristã), é tratada como mera ferramenta da causa esquerdista pró-Palestina.
Não é mentira dizer que as oferendas com sacrifícios de animais, velas e porcariadas do candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras são “macumba.”
Contudo, é mentira insinuar que Maria era palestina e sofreria dos soldados judeus o mesmo tratamento que sofreriam invasores e ocupadores da Terra de Israel.
Somente no caso da “macumba,” a Falha chegou mais perto de uma “desculpa,” embora não houvesse nada do que se desculpar, pois macumba sempre teve tudo a ver com as religiões afro-brasileiras.
Mas o que macumba tem a ver com judeus?
O que está subtendido na notinha cínica da Falha é: “Podemos até pedir desculpas ao candomblé e à umbanda por chamarmos seus trabalhos e oferendas de macumbas. Fazemos isso apenas para agradar a eles. Quanto aos judeus que reclamaram, sua religião e valores não são melhores do que as religiões macumbeiras!
Por isso, se insinuamos que Maria era palestina, e daí? Os católicos, evangélicos e até judeus vão continuar comprando e valorizando nosso jornal. Vamos colocá-los todos no mesmo nível religioso dos macumbeiros, mas respeito, com certeza, daremos mais à bruxaria, pois nossa luta é contra os valores judaico-cristãos!”
Pelo menos, é a leitura que dá para fazer da notinha da Falha.
É a macumbaria de falhas e cinismo da Falha contra a cultura judaico-cristã.
Fonte: Julio Severo

sábado, 2 de novembro de 2013

Proibido Para Menores - A Vida Sexual Secreta dos Judeus

GrupoMG - ATENÇÃO: NÃO Recomendamos a leitura deste post por pessoas menores de 18 anos.  O Conteúdo abaixo NÃO é recomendado a adolescentes por conter imagens fortes e textos explícitos...
 
Por Lasha Darkmoon

Há uns tempos atrás, recebi um e-mail furioso de uma jovem mulher chamada Victoria. Tinha-se irritado seriamente por várias coisas que eu disse num artigo e depois de uma troca emocional de emails - Victoria, que era meio judia, disse-me que não iria mais escrever-me. Então, escrevi -lhe um bilhete onde me despedi dela com as palavras amistosas, "Adeus minha querida judia."

[Imagem: Forbidden.jpg-1-268x320.jpg]
“O que foi proibido é agora permitido.” — Rabbi Samuel Dresne

O silêncio seguiu-se por várias semanas. Então para minha surpresa, recebi outra carta de confronto de Victoria, informando-me de que estava a escrever-me de novo (a) - "para corrigir alguns equívocos que você tem." e (b) - a dizer que escrever-me era um "acto inútil."

Achei isso muito divertido. Não é sempre que recebo cartas listando todos os meus defeitos e a dizer como é inútil escrever-me. Houve uma mudança.

Victoria tinha-se sentido ofendida com o termo "judia". Referindo-me a ela como "judia" era uma "ofensa", repreendeu, "porque eu sou apenas uma parte judia .... Mas eu acho que na sua mente racista, o facto de que eu sou em parte judia, é razão suficiente para você negar a minha humanidade por completo. Continuar qualquer correspondência consigo é inútil". 

Esta é a carta que escrevi a Victoria em resposta à sua comunicação final.  

Não costumo escrever estas longas cartas aos meus correspondentes, com um aparato completo dos factos, personagens, citações, links embutidos e ilustrações de imagem. Neste caso, decidi fazer uma excepção.

Cara Victoria,
A sua conotação de anti semita com a palavra "judia" é uma conclusão justa hoje em dia. Não quis ofender, mas em qualquer caso aceite as minhas desculpas.

Pode não estar ciente, mas é um facto triste que por causa de dificuldades económicas graves, sofridas pelos judeus nos séculos passados, muitas meninas judias tenham sido forçadas a uma vida de prostituição. Um certo tipo de prostituta foi encontrada em todas as grandes cidades europeias; exótica e semi asiática na sua aparência. Era a prostituta judia e era muito procurada. A palavra judia passou portanto, a ser sinónimo de prostituta.

Quando Baudelaire escreveu um poema sobre uma prostituta parisiense, com a qual tinha acabado de passar a noite, ele referiu-se simplesmente a uma judia. Isso foi o suficiente para que a identificassem como prostituta. "Une nuit que j´étais près d´une affreuse juíve..."

Quando Keats se refere a prostitutas judias, com quem tinha acabado de passar a noite, num fragmento de um poema inédito numa carta privada (1819), ele não lhes chama prostitutas, apenas as designa de judias. Porquê? 

Porque eram tantas as prostitutas judias na Europa que as palavras passaram a ter a mesma equivalência. “Nor in obscurèd purlieus would he seek / For curlèd Jewesses, with ankles neat, / Who, as they walk abroad, make tinkling with their feet.”

"Nem no obscuro ele iria procurar / pelas encaracoladas judias com sinos nos tornozelos puros, / Que ao andar no exterior os faziam tilintar com os seus pés. " ( aqui.)

[Imagem: vintage_stock___theda_bara_by_hello_tuesday-d37zycs.jpg]


Theda Bara (nascida em Theodosia Goodman, 1885-1955 ), judia, actriz de cinema mudo, famosa pelos seus papéis de mulher fatal . Observe os cachos "saca-rolhas" mencionados anteriormente por Keats (" enrolado das judias"). A "femme fatale" clássica de Hollywood, na Wikipedia diz: - eram muitas vezes estrangeiras, de ascendência oriental, europeia ou asiática indeterminada. O nome Theda Bara, a propósito, é um anagrama para a morte, em árabe.

Keats refere-se aqui à judia típica, com os seus cabelos "encaracolados". Os sinos nos tornozelos a tilintar e que ele menciona muitas vezes, foram usados em épocas passadas, por prostitutas para assinalar a sua abordagem. Desde a Índia Antiga que esses sinos são acessórios de prostituta.

Diz que é meia judia, Victoria e que a sua família veio da Ucrânia de onde é originária. Sabia que Odessa é a quarta maior cidade desse grande País? Odessa era no passado uma cidade que atraía os fãs de prostitutas de toda a Europa como um verdadeiro íman. A cidade era famosa pelos seus bordéis sumptuosos, sendo estes supervisionados por "madames" judias, que tinham sido antes prostitutas. As meninas que trabalhavam nesses bordéis eram na sua maioria judias. Varolizadas pelos seus encantos sedutores estas "joygirls" foram denominadas simplesmente como "judias". Aqui está uma citação pertinente:

Por volta de 1860 um visitante francês em Odessa escreveu que os judeus foram responsáveis ​​pelo mercado da escravidão branca de mulheres russas para a Turquia. Isso é viável , especialmente porque sabemos que os judeus bordel-keepers já existentes, estavam na outra extremidade, em Constantinopla. O censo de 1889 mostra que as mulheres judias corriam entre 30 a 36 bordéis licenciados na província de Kherson, onde Odessa está localizada .

Em 1908, o cônsul americano afirmou que todo o negócio da prostituição estava quase exclusivamente nas mãos dos judeus. As judias eram proeminentes na prática da prostituição. Assim, de 5127 prostitutas licenciados em 1889, 1122 ou 22 por cento eram judias. (Veja aqui Nota : 22% é significativamente alto , uma vez que os judeus constituíam apenas 4% da população ucraniana.

[Imagem: ZwiMIgdal1890BuenosAires.jpg]


Homens de Zwi Migdal, 1890, Buenos Aires, esperando o desembarque das suas novas escravas brancas do sexo.

O rabino Rosenak, da União Alemã de Rabinos, escreveu em 1902 que até 50 % das prostitutas na sua área eram judias. Ele lamenta e considera "inconcebível" que tantas mulheres e meninas judias se extraviassem.
A prostituição judaica floresceu em todo o Império Austro -Húngaro. "Angariadores" de sexo judeus corriam os bordéis, atraindo as meninas cristãs e judias a uma vida de prostituição.

Uma senhora judia era conhecida como a "Lucky Sarah", era assim chamada porque ela teve a "sorte" de ter fundado o comércio lucrativo húngaro, de exportação de meninas. As meninas húngaras foram consideradas sexy. Elas tinham aqueles olhos escuros com longos e exóticos cílios, ossos salientes na face que tantos homens acham atraente . Em suma, a aparência de uma judia encontra consagração na primeira "femme fatale" de Hollywood, Theda Bara, também conhecida como a "Vamp".

Igualmente bem conhecida no submundo judaico da época era Sarah Grossman, outra "angariadora" judia, apelidada de "The Turk " por causa do grande número de meninas que ela tinha levado a uma vida de prostituição em Constantinopla.

Dois grandes empórios sexo do foram as cidades industriais de Czernowitz e Lemberg. Aqui incontáveis ​​meninas foram atraídas para uma vida de escravidão sexual. Em 1892, um julgamento em massa famoso de vinte e sete entidades adjudicantes foi realizado em Lemberg .Todos os acusados ​​eram judeus.

O julgamento recebeu tanta atenção, que fomos informados de que foi uma marca, ou seja, "como um ponto de água de alto, para os anti -semitas". Um grande dispositivo utilizado pelas entidades adjudicantes, foi a cerimónia judaica referida como o stillah chupahh. Isto incluia uma cerimónia de casamento religioso, que não tinha validade civil. 

A vítima do sexo feminino sequestrada, seria levada a acreditar de que era casada, com todos os direitos de uma mulher casada, apenas para descobrir mais tarde, que os seus direitos legais eram nulos . Inúmeras judias encontraram-se desta forma atiradas e abandonadas em bordéis." (Veja aqui)

Está a ver o que aconteceu nestes casos, Victoria? Um vasto número de meninas judias inocentes foram levadas a uma vida de prostituição pelos seus companheiros judeus. Foi a sua própria raça que as enganou e as vendeu. Isto faz-me lembrar os rabinos judeus que enganaram a mãe de Norman Finkelstein por ela ter partilhado os seus testemunhos e reparos em relação ao Holocausto. Estes são os factos, Victoria e são a verdade. Resista à verdade, se quiser, mas a verdade prevalecerá no final.

Ao invés de me acusar como "anti- semita" pode tirar as conclusões óbvias a partir desses dados históricos bem conhecidos, você deve chegar a conclusões, como o facto de que os judeus mais comuns são ingénuos e vítimas dos judeus organizados.

 Não são esses judeus comuns que eu critico ou condeno, mas os controladores rabínicos e ideológicos: os mestres da pantomina e dos fantoches, ou ainda "Mestres do Discurso", para usar a frase de Israel Shamir: "O problema não são as ovelhas, mas sim os seus maus pastores".

Nenhum tipo de homens parece ser tão obcecado por sexo como os judeus ortodoxos e o rabinato. Se comparar os textos religiosos das várias religiões do mundo, vai descobrir que todos eles, com a única excepção do judaísmo, mantêm um tom moral. Nada está escrito sobre os seios e pénis, prostitutas e sémen Pelo contrário, o Judaísmo faz isso. Considere esta passagem descarada da Bíblia hebraica em Inglês, o suficiente para fazer corar qualquer rosto virginal:

"Lá, ela cobiçou os seus amantes , cujos órgãos genitais eram como os de jumentos e cuja ejaculação era como a de cavalos. Então você ansiava pela lascívia da sua juventude, quando no Egipto os seus seios foram acariciados e acariciou seus seios jovens " (Ezequiel 23: 20-21) . 

 O número de donzelas victorianas que deve ter desmaiado ao ler essa passagem está, provavelmente, além do racicínio. Leia o Talmud Babilónico e vai encontrar-se subitamente transportada a um mundo isolado de anedotas indelicadas que tratam especificamente com prostitutas e com os seus clientes rabínicos (ou estudantes de yeshiva).

[Imagem: achille_deveria_1848.jpg]


Lá, ela cobiçou seus amantes, cujos órgãos genitais eram como os de jumentos e cuja ejaculação era como a de cavalos. Então você ansiava pela lascívia de sua juventude, quando no Egito ele acariciou seus seios jovens. (Ezequiel 23: 20-21).

Há tantas dessas histórias no Talmud que um nome especial teve que ser inventado para elas: Aggadah . Embora essas histórias instrutivas toquem em todos os assuntos concebíveis, geralmente com um rabino como a figura central, o sexo, muitas vezes se agiganta . Certamente, pode-se argumentar que o Judaísmo é mais obcecado com sexo do que qualquer outra religião mundial. (Conteúdo aqui)

Uma tal história começa assim: "Eles disseram de Rabi Elazar ben Dordia, que não deixou uma prostituta no mundo que ele não tivesse experimentado. Uma vez soube que havia uma certa prostituta numa cidade à beira-mar que levava como preço uma bolsa de dinares. Ele pegou uma bolsa de dinares e cruzou sete rios para chegar até ela ... " (Tratado Avodah Zara 17a). Outra história começa assim: "Era uma vez um homem que soube que havia uma prostituta numa cidade à beira-mar que cobrava quatro centenas de moedas de ouro como seu preço. 

Ele enviou as quatrocentas moedas de ouro e estabeleceu um tempo para chegar a ela. Quando chegou a hora, ele lá foi. A mulher disse: "Deixem-no entrar". Quando ele entrou , sentou-se nu em cima da cama, etc ... etc." (Tratado Menachot , 44a )

 O Talmud está repleto de tais histórias de rabinos e seus alunos viciados em prostitutas. Na origem, a palavra "pornografia" significa "escrever sobre prostitutas". O Talmud é talvez, o único clássico religioso que poderia ser descrito num sentido literal, como pornográfico.

Lemos no Talmud de Raabe, a palavra "meretriz", por exemplo, foi mencionada pela primeira vez no livro de Josué. Uma das mais sedutoras "femmes fatales" da Antiguidade, a par com as fabulosas Lais, cortesãs de Corinto mencionadas por Demóstenes , a bela Raabe começou a vender seu corpo com a idade de dez anos. "Não houve nenhum príncipe ou governante que não tivesse dormido com a prostituta Raabe ", informa-nos o Talmud de um fôlego. (Tratado Zavachim 116b ) .

Os rabinos, sendo os líderes religiosos da época, estavam entre os primeiros a desfrutar de favores desta ninfeta núbil . Pedofilia? Sim, o Talmud está cheio dela. Somos informados disto pela judia Lolita: "Eles [ os rabinos ] permitem-lhe um lugar de honra na tradição judaica" .... O seu passado como prostituta não é virado contra ela e é quase totalmente esquecido, uma vez que ela se converteu ao judaísmo." (Veja aqui)

Nada mudou. A Pedofilia ao que parece, não é nada demais, no caso de ser um rabino judeu ou Roman Polanski , mas não acontece o mesmo se for um padre católico.

A Pedofilia não é a única perversão sexual a que o Talmud parece ser tolerante, ou até aprovar. Há também o voyeurismo. Uma anedota interessante relata como Kahane , um estudante de yeshiva, se escondeu debaixo da cama de seu rabino professor, enquanto este estava a fazer sexo com a sua mulher. É descoberto lá e severamente repreendido pelo seu professor, que lhe ordena que saia do quarto imediatamente. O estudante recusa-se. "Não , eu não vou, não saio!", disse ele. "Porque isto é a Torá e eu preciso de aprender!".

O rabino é obrigado a levar isso em consideração. Espiar pessoas a fazer sexo é sem dúvida algo de bom se se estiver à procura do mais alto conhecimento. A motivação para o fazer é a paixão pelo Conhecimento Superior. (Veja O Talmud apaixonado, Introdução, p. 1).

Outra secção do Talmud lida com a bestialidade e a sodomia. As viúvas são aconselhadas a não ter os cães. Porquê? "Porque" é dito , " há suspeitas sobre o que uma mulher que já provou os prazeres da carne, pode fazer com seu animal de estimação".

Eu não estou exagerar quando digo que a obsessão do Talmud com o sexo é única entre as religiões do mundo. Surpreendentemente, tinha que ser o único texto religioso do mundo a discutir e comparar o tamanho do pénis de seus sábios mais venerados . (Veja O Talmud apaixonado , Introdução, p. 1).

[Imagem: Purchase-Of-A-Slave-large.jpg]


Leilão de escravas, Jean Leon Jerome, 1866. Os judeus foram os principais empresários do Tráfico de Brancas, vendendo até mesmo judias jovens como escravas sexuais, juntamente com mulheres raptadas e crianças de outras raças. As meninas desfilavam nuas diante dos clientes e estes ordenavam sempre que abrissem a boca. Como cavalos, elas tinham que deixar seus dentes ser inspeccionados e tocados.


[Imagem: Gerome_Jean_LeonXXSlave_Auction-253x320.jpg]

Passando para o século 21 vemos que o rabinato contemporâneo dificilmente pode ser citado como modelo de contenção sexual..

Passemos do Talmud para Ilana Hammerman no livro Em Terras Estrangeiras, sobre o tráfico de mulheres em Israel e você irá ler relatos angustiantes da indústria do sexo contemporâneo em Israel.
Meninas inocentes, muitas delas menores de idade, são sequestradas na Rússia e na Europa Oriental e forçadas a uma vida de prostituição em Tel Aviv. Trancadas sem comida, sujeitas a ameaças e violência pelos seus cafetões judeus.

Essas meninas miseráveis ​​são às vezes obrigadas a atender até sessenta clientes por dia. Os seus clientes mais assíduos, ostentando chapéus pretos e barbas espessas, são judeus ortodoxos "religiosos" que tomam um ano sabático de suas esposas. Aqui está o tipo de revelação de fazer arregalar os olhos quando nos deparamos com esta passagem, no livro chocante de Hammerman :

Havia um rabino muito famoso que chegava e pedia uma garota para fazer sexo com ele na posição de cachorrinho, e pedia para que ela latisse ", disse um ex- dono do bordel que testemunhou numa [ Knesset ] comissão parlamentar. Uma das mulheres que trabalhava nos bordeis, apresentou-se como cristã devota e expressou aversão aos seus clientes religiosos: "Eles tinham um chapéu preto grande e sob ele, outro pequeno chapéu preto e eram realmente pervertidos. (Veja aqui).

De acordo com uma reportagem da CNN , em 1998 , Israel tinha o maior consumo per capita de serviços de prostitutas no mundo. Um milhão de visitas são pagas às prostitutas a cada mês, fazendo dos bordeis um dos passatempos mais populares do país.

Milhares de mulheres são raptadas anualmente, principalmente na Rússia, Ucrânia, Moldávia, Uzbequistão e China e vendidas como escravas sexuais em Israel. "A situação", um artigo do autor judeu David Weinberg escreveu em 1998, sobre a prostituição em Israel intitulado; "Uma terra não tão santa" e que é suficiente para fazer você chorar de vergonha, ou vomitar de nojo."

Os judeus certamente fazem sexo no cérebro. E eles transmitiram a sua obsessão ao resto da sociedade. Todas foram infectadas até um certo grau, com o vírus do sexo.

 "Eu sou uma máquina de sexo " é o título de um talk show de rádio que Howard Stern possui . "Eu poderia pegar um pedaço de madeira e transformá-lo em algo erótico" diz Woody Allen, admirador fiel do pedófilo Roman Polanski, que foi acusado pela sua ex-mulher, Mia Farrow de abusar sexualmente da sua filha Dylan com 7 anos de idade. Woody é mais conhecido hoje pela sua brilhante máxima : " Não se masturbe. É sexo com alguém que eu gosto".

Hope Weissman, um professor judeu na Wesleyan University, em Connecticut, foi o primeiro a dar um curso sobre pornografia, onde os seus alunos eram esperados para "estudar" as revistas pornográficas mais obscenas e testemunhar o desempenho de striptease feito pela judia e porn star Annie Sprinkle, que incluiu na sua famosa rotina de espectáculo, deixar as pessoas perscrutar-lhe a vagina com uma lanterna. (Ver abaixo)

Em 2001, o professor judeu Peter Singer colocou numa palavra para a bestialidade na Universidade de Princeton, sugerindo em um ensaio chamado "Heavy Petting" que consistia em transar com um cachorro. Novamente em 2001, uma comunidade judaica na Inglaterra, tornou-se famosa quando três strippers foram convidadas a realizar actos sexuais explícitos numa sinagoga , possivelmente o rabino residente estava em pleno!

[Imagem: 6a00d83451b71f69e201538fce7cb0970b-400wi.jpg]

Rabbi Avraham Rabinowich (no detalhe) filmado com uma prostituta e uma investigadora, de acordo com a sua ex-esposa, Amora.

Em 1998, o comentador israelita Jonathan Rosenblum , observando o que um documentário da CNN revelou, que Israel possuia agora o maior índice de prostituição no mundo, teve que dizer isto : " Uma vez mais os anti-semitas nos retratam como libertinos sexuais e pervertidos para minar a nossa autoridade moral. Hoje nós alegremente admitimos essas acusações."

[Imagem: sprinkle_sm.jpg]

Annie Sprinkle ( Ellen Steinberg ) : feminista judaica, atriz pornográfica e diva lésbica da depravação. Ela iria masturbar-se no palco com um vibrador e depois convidar os membros do público, a ponto até de deixar a vagina dela exposta para que introduzissem tochas e espéculos .

Peeping carga : US $ 5. O genérico do show foi financiado pelo National Endowment for the Arts, um mini- império controlado pela mão invisível do judaísmo organizado. Os contribuintes norte-americanos foram enganados e levados a contribuir para este negócio de voyeurismo sexual, desprezível e classificado como "performance art".

[Imagem: annie-sprinkle-cervix-01.jpg-2-e1382200155838.jpg]

De uma coisa podemos estar razoavelmente certos: qualquer sociedade que atrai um grande número de judeus, pode esperar dentro de poucos anos entrar numa espiral de decadência. A anarquia imoral funciona por sectores e dissemina-se. Finalmente, a promiscuidade sexual acaba por abrir a caixa de Pandora. Vimo-lo na Alemanha de Weimar. Vemo-lo a ganhar ritmo na América hoje. Vemo-lo , acima de tudo em Israel, uma sociedade de colonos fanáticos e fanáticos rabinos de direita : um país certamente condenado a implodir a partir de dentro, mais cedo ou mais tarde, sob a pressão de seus próprios excessos imorais e militares.

Eu não posso deixar de sentir que uma grande tempestade está a formar-se e que só um golpe militar ou uma revolução poderá salvar a América. Salvá-la de quê? Deste câncer espiritual que a consome a partir de dentro e das guerras iníquas para onde está a ser atraída - Afeganistão , Iraque, Líbia , Síria e Irão talvez em breve.
Todas em nome de uma nação estrangeira e dos seus agentes desinformadores na América.

A menos que um milagre ocorra e em breve e um líder carismático venha em nosso socorro, um futuro inimaginavelmente sombrio certamente nos espera: um futuro em que as únicas consolações que nos restam serão o entretenimento estúpido: drogas, álcool , intoxicação sexual - e suicídio.

[Imagem: bush-with-talmud.jpg]
Ex-Presidente George W Bush a caminho da aula de Talmud

Melhores desejos e sinceros, Victoria, de boa sorte para si nos dias de terror que se aproximam.

Fonte: Veterans Today - Secret Sex Life of the Jews
Via: marecinza.blogspot.com.br - A vida sexual secreta dos judeus


Leia Mais: Fórum Anti Nova Ordem Mundial                                    

Existem duas guerras sendo travadas: Uma física contra pessoas inocentes, e uma mais sutil... por sua mente.

Enquanto o sistema for capaz de te convencer que as falsas notícias são verdadeiras, pessoas inocentes continuarão sendo mortas. 

 Se não podemos parar a carnificina das guerras físicas, é nosso dever vencer a guerra pelas nossas próprias mentes.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Judeus, Hebreus, Sionistas, Israelenses e Israelitas. Quem é quem?

Para falar com justiça dos judeus e evitar o racismo e ideias pré-concebidas, é necessário que se entenda a diferença e o significado de cinco definições lingüísticas fundamentais: Judeus, Hebreus, Sionistas, Israelenses e Israelitas.
 
Em nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso.
 
1 – Judeus: (do latim Iudaeus, e este do hebraico yehudi). Adjetivo. Judeus são aqueles que praticam a religião conhecida como Judaísmo. O Judaísmo é uma religião que teve origem com a revelação divina da Toráh no monte Sinai a um grupo de tribos hebraicas. Judeus são aqueles que professam esta religião, independentemente da sua raça.

O único e fundamental compromisso dos judeus é unicamente com Deus, estando esse pacto referido na Toráh ou Pentateuco.

Segundo a Toráh e outras escrituras sagradas do Judaísmo, os judeus foram exilados de Palestina (antes Canaã) há mais de mil anos por vontade divina, como castigo por terem abandonado os deveres religiosos para com Deus.

Desde então, os judeus estão mortalmente proibidos de se aproximarem da zona do Monte do Templo, onde antigamente estava o Sinédrio, ou Templo, na época dos Macabeus; a Toráh e o Talmude proíbem que os judeus formem um Estado, um país independente ou forcem terminar o exílio. 

Eles acreditam que o seu exílio terminará pacificamente com a vinda do Messias (P e B), numa época ideal na qual todos os povos do mundo se unirão em paz ao serviço do Criador. Estas são as autênticas crenças históricas dos judeu, como bem o explicam as poucas comunidades que atualmente os representam e quem as negue, NÃO É JUDEU.

Isto foi explicado e clarificado por algumas das organizações que verdadeiramente representam a posição do Judaísmo histórico no mundo atual, como Satmar Hassidic e Neturei Karta.

Alguns anos depois da composição deste artigo, encontrei uma interessante explicação sobre este tópico publicada pelo Centro Virtual Cervantes de Língua Espanhola, que confirma o ponto de vista exposto neste artigo.

2 – Israelitas: Adjetivo. Termo proveniente da Bíblia, com que se tem designado historicamente o povo judeu.
 
3 – Hebreus: Do latim Hebraeus, e este do hebraico ‘ibri, e este talvez proveniente do acádio hapirum, pária, vagabundo, transumante. Adjetivo. Designação histórica de um povo nómada do deserto, oriundo do Médio Oriente.

Os hebreus são uma etnia, raça ou povo, com padrões genéticos e características físicas próprias e distintas de outros povos. Assume-se geralmente que a maioria dos hebreus praticam o Judaísmo, mas a verdade é que uma grande parte não são judeus, hoje em dia, talvez a maioria. E tal como atualmente a maioria dos muçulmanos não são árabes, muitos judeus não são hebreus, como também muitos hebreus não são judeus, mas sim ateus, cristãos, sionistas, comunistas ou muçulmanos.
 
Pode-se ser hebreu sem ser judeu, não praticando o Judaísmo; e se pode ser judeu sem ser hebreu, através da conversão ao Judaísmo, sendo de outra raça qualquer, como no caso das comunidades negras de judeus na Etiópia.

4 – Sionista: Adjetivo. É a pessoa que adere ao movimento político do Sionismo, um movimento nacional socialista hebraico originado por descendentes de judeus europeus (ashkenazis), que se tornaram laicos ou apostataram do Judaísmo, cujo objetivo fundamental, após a queda do Terceiro Reich no século XX, foi a colonização forçada da Palestina para fundar aí um Estado hebraico, a qual se levou a cabo mediante repressão e assassinatos, uma vez que Palestina nunca esteve desabitada. 

De início este movimento foi seriamente resistido no mundo judeu e os rabinos ortodoxos o declararam “um partido ou seita herege, apóstata e anti-judeu”. Atualmente o acusam de racista por professar uma ideologia de ódio aos árabes e de praticar o genocídio e limpeza étnica na Palestina.

Os kibuts “socialistas”, tão publicitados nos anos 60, 70 e 80, foram uma forma de enganar a população, propondo no início uma convivência idealista que os palestinos lamentavelmente aceitaram, pois sentiram que as suas condições de vida iriam melhorar.

O Sionismo foi racista e supremacista desde o início.

Sua plataforma política implica o extermínio ou deportação dos não israelenses (pt, israelitas), sejam ou não judeus, para conseguir a criação do “Grande Israel”, que abrangeria parte de Síria e outras nações limítrofes, como se pode entender das declarações dos seus principais líderes e ideólogos, como Ben Gurión e Golda Meir.


 
 
O movimento sionista começou então uma forte propaganda política entre as comunidades judaicas do mundo, agitando o fantasma do anti-semitismo e assegurando que nenhum judeu está seguro fora de Israel.
 
O movimento foi ganhando adeptos entre os hebreus e algumas comunidades de judeus, que foram abandonando os princípios do Judaísmo e substituindo a lealdade a Deus e à sua religião histórica pela lealdade política a um Estado.

5 – Israelense(1) : Adjetivo. Cidadão habitante e leal ao Estado de Israel. Não se deve confundir com o adjetivo  “israelita”, que ainda hoje se utiliza para se designar os judeus.
Conclusão: Uma pessoa pode ser hebréia, sionista e israelense. Pode ser cristã, chinesa e sionista. Uma pessoa pode ser israelense, cristã e de origem ariana.

Mas jamais pode ser judeu e sionista simultaneamente, porque os fundamentos do Judaísmo e do Sionismo contradizem-se, como explicam as organizações de judeus ortodoxos antes mencionadas, que têm esclarecido a diferença fundamental entre Sionismo e Judaísmo:
 
(http://www.nkusa.org/foreign_language/spanish/UASR.cfm).

A ideia de que “judeu” e “sionista” são sinônimos é una falácia inventada pelo movimento sionista para diminuir as comunidades judaicas dispersas pelo mundo e transladá-las  para Palestina, convidando os judeus a desconhecer a proibição de Deus e dos seus sábios, dizendo-lhes que na realidade o Judaísmo não é religião mas sim uma cultura e um conjunto de tradições, o que é absolutamente falso.

Engano este que o mundo parece acreditar, inclusive árabes e muçulmanos, chamando judeus aos sionistas e vice-versa.

Por último, à luz do exposto, Israel não pode ser lingüísticamente denominado como um “Estado Judaico“.

A maioria dos hebreus e judeus em geral têm muitas dúvidas sobre tudo o que diz respeito a Israel; alguns estão contra e outros estão a favor da sua existência como Estado, mas são poucos os que defendem Israel sem reservas e justificam os seus crimes. 

Quanto aos sionistas, a maioria deles não são nem judeus nem de origem hebraica. Inclusive, como é do conhecimento público, as igrejas evangélicas da América Latina são abertamente sionistas.

A reprodução total ou parcial deste artigo está permitida, citando o autor, sob licença de Creative Commons, 2007.

Nota do tradutor: Em português do Brasil e em língua castelhana, a diferença entre israelense (israelí em castelhano) e israelita é facilmente identificada. Em português europeu o termo “israelitas” refere-se aos cidadãos do estado de Israel e também ao termo bíblico referente ao povo judeu. 
 
Autor: Moámmer Darman al-Muháyir

Fonte: WebIslam

Tradução: Sionismo.net

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Presidente eleito do Irã diz que Israel é uma "chaga" no mundo muçulmano

 
 
DUBAI, 2 Ago (Reuters) - O presidente eleito do Irã, clérigo Hassan Rouhani, chamou Israel nesta sexta-feira de uma "chaga" que deve ser removida, informou a mídia iraniana, a dois dias de sua posse.

 "O regime sionista é uma chaga que se estabeleceu no corpo do mundo muçulmano por anos e deve ser removida", disse Rouhani, segundo a agência de notícias de estudantes no evento anual chamado Dia de Qods em apoio aos direitos dos palestinos. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reagiu à declaração atribuída a Rouhani, alegando que demonstrou sua verdadeira cara.

 "A verdadeira face de Rouhani foi revelada antes que o esperado... isso é o que pensa e isto é o que o regime iraniano tem como plano de ação", disse Netanyahu.

 (Reportagem de Marcus George)

Fonte: Reuters Brasil



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