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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A retórica israelita e o inevitável isolamento

Gideon Levy
Mais uma vez: não confundimos os cidadãos hebraicos com o regime sionista dos quais acabam por ser as primeiras vítimas.

Gideon Levy é jornalista e colunista do jornal Haaretz, o mais antigo diário israelita e que de certeza não pode ser definido como progressista.

O ponto de vista de Levy é claro: o recente acordo com o Irão não é um "erro histórico", como afirmado pelo primeiro ministro Benjamin Netanyahu, mas uma ocasião única. E israel está ada vez mais isolada.

A seguir, a entrevista a emissora RT com o jornalista.
RT: O que acha dos comentários de israel pela boca do primeiro-ministro? Ele argumenta que isso é um erro histórico, concorda com isso?

Gideon Levy: Não, não concordo de todo, mas não tenho certeza de que a minha opinião conte. Acredito que se julgarmos as coisas com grande frieza, a segurança de israel está numa posição melhor hoje do que há dois dias, uma vez que este acordo, como qualquer outro compromisso, é uma vantagem para todas as partes.
Primeiro, foi impedida uma guerra juntamente com o potencial bombardeio das instalações iranianas, tanto por parte dos Estados Unidos faz parte de israel; isso já não está entre as opções em cima da mesa e joga em favor da paz, sem qualquer dúvida.
Em segundo lugar, há as armas: o desenvolvimento da capacidade nuclear do Irão será agora verificado, este é um bom resultado e, mais importante, acho que é muito positivo o Irão ter voltado no seio da comunidade internacional e não fique isolado. Um Irão isolado é mais perigoso do que um Irão parte ocidental, parte oriental e parte do mundo.

Na sua opinião, acredita que o primeiro-ministro israelita seja o reflexo do estado de espírito do país ou, pelo que acabou de dizer, acha que os sentimentos predominantes na rua possam ser diferente?
Acho que, dado que a questão tornou-se uma fixação para Netanyahu, agora ele depara-se com o que aos seus olhos é um fracasso, mesmo uma falência pessoal e um fracasso histórico, acredito que ele seja totalmente sincero acerca disso, porque realmente acredito que esta seja uma situação perigosa.  
Acho que as suas críticas continuarão a ser ouvidas, bastante agressivas, bastante amargas, mas não acho que a opção militar esteja realmente em cima da mesa quando o mundo inteiro tem dado a sua palavra.

Acredita que os Estados Unidos poderiam agora convencer Netanyahu a amortecer um pouco a sua retórica?
Vão tentar, mas não tenho certeza de que ele irá ouvir. E sabemos que os Estados Unidos podem conviver com um cão que ladre. Netanyahu vai continuar com os seus ataques, mas israel está realmente isolado nisso. O mundo tem dado a sua palavra, como disse. Não acho que isso vai criar muitos problemas, mesmo que provenha de Jerusalém.

Acha que vai ser feito tudo para uma reconciliação entre Estados Unidos e israel sobre este assunto?
Em termos pessoais teremos uma pouco agradável tensão por meses entre os dois líderes, o presidente Barack Obama e o primeiro-ministro Netanyahu; em cima da mesa há as negociações entre israelitas e palestinianos, que estão totalmente bloqueadas, e Netanyahu está aqui numa posição ainda pior, pois é directamente responsável pelo facto destas negociações não levarem a lado algum.
E a única questão agora é: o que vão fazer em Washington? Se decidirem ir em frente com a atitude de israel, ou seja ganhar tempo e não ir a lado nenhum no processo de paz, ou se os americanos decidirem tornar-se mais determinados e, então, realmente podemos ter uma grave crise entre os dois países.
Se o presidente norte-americano, nos últimos anos do seu segundo mandato, realmente tentasse convencer israel para acabar com a ocupação, desta vez não só com palavras mas com actos, se isso acontecesse estaríamos a enfrentar uma grave crise entre os dois países, mas depende de Washington muito mais do que de Jerusalém.
Referência: Informação Incorrecta

Fonte: RT

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Rouhani diz a TV que Irã nunca desenvolverá armas nucleares

 
WASHINGTON, 18 Set (Reuters) - O presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse em entrevista na televisão nesta quarta-feira que seu governo nunca irá desenvolver armas nucleares e que ele tem plena autoridade para negociar um acordo nuclear com o Ocidente, mostrou o canal NBC News.

Em declarações à emissora dos EUA em seu complexo presidencial em Teerã, Rouhani também disse que o tom da carta que recebeu recentemente do presidente norte-americano, Barack Obama, em uma troca de mensagens entre os dois líderes, foi "positivo e construtivo".

"Podem ser passos sutis e minúsculos para um futuro muito importante", disse Rouhani, em outro sinal de que ele pode estar tentando melhorar as relações entre o Irã e o Ocidente, depois de anos paralisadas em um impasse sobre o programa nuclear de Teerã.

Fonte da matéria: Reuters Brasil
 
(Reportagem de Matt Spetalnick)

© Thomson Reuters 2013 All rights reserved
 


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Irã confirma troca de cartas entre Rouhani e Obama

O presidente iraniano Hasan Rouhani em imagem do dia 10 de setembro  
Foto: AP
 
Teerã confirmou nesta terça-feira que o presidente do Irã, Hassan Rouhani, trocou cartas com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, informou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniana, Marzie Afjam, em sua habitual entrevista coletiva semanal.

"Como vimos nos noticiários, estas cartas foram trocadas", confirmou Marzie. A porta-voz explicou que Obama enviou uma mensagem de "felicitação pela eleição do senhor Rouhani como presidente de nosso país".

Afjam acrescentou que o presidente iraniano respondeu agradecendo e aproveitou para falar de temas de interesse comum. "O senhor Rouhani, além de agradecer, mencionou alguns temas em diversas áreas de interesse", disse a porta-voz da chancelaria iraniana sem dar detalhes sobre os assuntos abordados.

Desde sua vitória nas eleições presidenciais de 14 de junho, Rouhani afirmou várias vezes que deseja um diálogo construtivo para melhorar relações com o mundo e para aliviar as sanções defenderá "clareza e medidas de confiança (sobre o tema nuclear)".

Diversos governos, com Washington e Londres à frente, acusam o regime iraniano de ocultar sob seu programa nuclear civil um ambicioso projeto bélico clandestino cujo objetivo seria a aquisição de armamento nuclear, o que é negado por Teerã.

O Irã retomou negociações nucleares com o G5+1 (formado pelos cinco países do Conselho de Segurança e a Alemanha) em 2009 e desde então foram realizadas vários encontros sem resultados concretos

O ministro iraniano de Relações Exteriores, Mohammed Yavad Zarif, irá se reunir com mediadores internacionais do Grupo 5+1, previsivelmente em 26 de setembro, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, que será realizada em Nova York. Por sua parte, Rouhani se encontrará com o ministro britânico de Relações Exteriores, William Hague, em um encontro bilateral paralelo ao evento da ONU.
 
Fonte: Terra Brasil
 
 

sábado, 14 de setembro de 2013

Enquanto Obama resmunga, Putin prepara viagem ao Irã

Presidente americano divulga comunicado com promessas que, segundo o próprio pacto firmado com a Rússia, ele dificilmente poderá cumprir.

 Putin e Obama: presidente russo saiu vitorioso após pacto sobre a guerra na Síria
(Jason Reed/Reuters)
 
O presidente dos Estados Unidos Barack Obama voltou a dizer que a possibilidade de ação militar na Síria ainda está 'na mesa', mesmo após o pacto firmado com a Rússia na manhã deste sábado. "Se a diplomacia falhar, os Estados Unidos continuam preparados para agir", disse o presidente, em comunicado feito horas após a assinatura do acordo.

Contudo, a credibilidade de Obama dentro e fora de seu país em relação à política externa nunca foi tão baixa — a ponto de grande parte da população norte-americana considerá-lo "fraco e hesitante" em pesquisa divulgada na última semana.

Enquanto Obama hesita, o presidente russo Vladmir Putin se move para reforçar a posição estratégica de seu país no Oriente Médio depois de sua espetacular vitória diplomática — uma vez que recaem sobre ele os méritos do acordo firmado neste sábado.

Em seu comunicado, Obama fez mais promessas: disse que a Síria será responsabilizada se não cumprir o acordo de entregar seu arsenal químico. "Eu decidi que os Estados Unidos precisam agir para deter o regime sírio do uso de armas químicas, destruir sua habilidade de usá-las e deixar claro ao mundo que não vamos tolerá-las", escreveu o presidente. 

Mas, enquanto Obama abusa da retórica, Putin parte para a ação. Depois de conseguir aprovar, em seus termos, o acordo de recolhimento de armas na Síria, o líder russo acertou uma viagem ao Irã para discutir o programa nuclear.

O convite foi feito por Teerã logo após o anúncio do pacto, informou a agência de notícias iraniana Fars. A reportagem afirma ainda que o presidente iraniano Hassan Rohani acredita que a iniciativa russa na questão síria "aumenta esperanças" de que uma nova guerra na região seja evitada. Em resposta, Putin afirmou que o Irã é "um bom vizinho".

O jornal britânico 'Financial Times' publicou uma análise na tarde deste sábado constatando a vitória russa nas tratativas diplomáticas.

O FT ressalta que, mesmo que a Síria não cumpra o acordo de entrega de suas armas nos próximos nove meses, isso não significará que o país será imediatamente atacado. O texto prevê que uma nova reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ocorra para votar sobre a possibilidade de uma ofensiva.

Contudo, para o FT, mais importante que a vitória russa, o resultado dos três dias de reuniões em Genebra evidencia, pela primeira vez, o compartilhamento de informações estratégicas sobre o arsenal sírio entre o Kremlin e a Casa Branca.

A combinação dos dados dos dois países serviu para que se chegasse à conclusão de que o regime de Bashar Assad possui cerca de 1000 toneladas de armas químicas em estoque.
 
Fonte: Veja

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

AIEA diz que Irã não coopera com inspeções nucleares

Diretor-geral de agência ligada à ONU afirma que é 'essencial e urgente' que o país discuta um acordo. Nova rodada de negociações acontece no dia 27.

O diretor-geral da AIEA, Yukiya Amano, que acusou o Irã de dificultar as inspeções no país ((Alexander Klein/AFP))
 
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, afirmou nesta segunda-feira que o Irã está limitando a capacidade da Organização das Nações Unidas (ONU) de verificar a natureza e os objetivos do programa nuclear do país e exigiu a aplicação imediata de um acordo para aprofundar as inspeções.

Em discurso ao órgão executivo da AIEA, que iniciou nesta segunda-feira uma reunião em Viena, sede da agência ligada à ONU, Amano disse que o Irã tem se negado a mostrar uma versão atualizada do desenho do reator de água pesada que está sendo construído na cidade de Arak. O equipamento pode ser usado para produzir plutônio, uma substância altamente tóxica usada em bombas nucleares.


“Isto tem um impacto cada vez mais adverso sobre nossa capacidade de verificar efetivamente o design da instalação e de aplicar os controles de salvaguardas”, disse o diretor-geral.

Amano também afirmou que o Irã “não oferece a cooperação necessária” para que os especialistas da ONU possam dar garantias sobre a ausência de atividades e materiais não declarados nesse país, que poderiam indicar que o país está tentando construir uma bomba nuclear

Por isso, o diretor considerou como “essencial e urgente” que o Irã negocie com o organismo.
 
Rodada - A cúpula da AIEA tenta fechar com Teerã um pacto para aprofundar as inspeções. A próxima rodada de negociações entre a AIEA e o Irã está prevista para 27 de setembro, em Viena.

Os especialistas da AIEA investigam há cerca de uma década as atividades nucleares do Irã, que durante 18 anos manteve em segredo seus avanços atômicos, o que causou grande desconfiança na comunidade internacional.

As potências ocidentais, em particular os Estados Unidos, e Israel acusam o Irã de tentar desenvolver uma arma atômica. A acusação é negada pelas autoridades iranianas, que garantem que seu programa nuclear é meramente civil.

Fonte: Veja
 
(Com agência EFE)
 

Chefe da AIEA diz que é "urgente" Irã resolver preocupações

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, disse nesta segunda-feira ao Irã que é "essencial e urgente" que o país resolva as preocupações a respeito de supostas pesquisas com bombas atômicas, sinalizando a esperança de que o novo governo iraniano pare de obstruir o trabalho dos inspetores internacionais.
 
Amano fez as declarações na primeira reunião do conselho da AIEA, um órgão da ONU, depois da posse do novo presidente iraniano, o moderado Hassan Rouhani, no começo de agosto.
 
O japonês afirmou que a AIEA está comprometida em colaborar de forma construtiva com Rouhani para "resolver questões remanescentes por meios diplomáticos".

Suas palavras, cuidadosamente escolhidas, salientam a expectativa internacional de que a gestão de Rouhani tenha menos atritos com o resto do mundo do que na época do seu antecessor, Mahmoud Ahmadinejad.

Rouhani, buscando abrandar as sanções internacionais ao Irã, sinaliza a disposição de oferecer mais transparência a respeito das atividades nucleares iranianas, em troca do reconhecimento do direito iraniano de enriquecer urânio para fins pacíficos.

Mas diplomatas ocidentais salientam que ainda não está claro se o Irã se disporá a restringir seu programa nuclear.

Os EUA e outros países acusam o Irã de tentar desenvolver armas nucleares, algo que Teerã nega.

No discurso, feito a portas fechadas, Amano disse que "o Irã não está oferecendo a cooperação necessária para nos permitir fornecer uma garantia confiável sobre a ausência de materiais e atividades nucleares não-declarados", segundo transcrição divulgada à imprensa.

"A agência não pode, portanto, concluir que todo o material nuclear no Irã está em atividades pacíficas."

Um importante teste sobre as intenções iranianas, segundo diplomatas, será uma reunião no próximo dia 27, em que a AIEA e o Irã discutirão as "possíveis dimensões militares" das atividades atômicas iranianas.

As duas partes já mantiveram dez rodadas de negociações desde o começo de 2012 na tentativa de retomar a investigação internacional sobre as atividades do Irã.
 
Fonte: Terra Brasil

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Russia avisa aos EUA que usará armas nucleares em caso de invasão a Síria ou Irã

          

Flotilha russa aproxima-se do litoral sírio, em apoio às forças de Bashar Al Assad
Um memorando classificado como urgente, segundo fontes militares russas, foi expedido pelo escritório do presidente Vladmir Putin, nesta quarta-feira, e ordena um ataque massivo da Rússia contra a Arábia Saudita caso as forças da Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan, na sigla em inglês) ataquem a Síria.

A informação, não foi confirmada oficialmente pelo governo russo, conteria instruções semelhantes a uma ordem de guerra, expedida há cerca de um mês por Riad, na qual o governo muçulmano teria declarado que, caso a Rússia não aceitasse a derrota de Bashar Al Assad, os sauditas iriam arregimentar militantes na Chechênia para “aterrorizar” os XXII Jogos Olímpicos de Inverno que a Rússia realizará na cidade de Sóchi.

Fontes militares russas também informaram, nesta manhã, que uma flotilha, liderada pelo contra-torpedeiro Almirante Chabanenko, aproxima-se do porto sírio de Tartús. Segundo informes lidos pela rádio militar israelense Debka, desde o último sábado o exército russo está em estado de alerta frente a um possível ataque dos EUA, Grã-Bretanha e França contra a Síria. Segundo a agência russa de notícias RNA, além da Rússia, outros países aliados dos sírios recusam-se a colaborar com os planos bélicos do Ocidente.

Em Nova York, nesta tarde, ocorria uma reunião fechada dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Rússia, Reino Unido, China, França e EUA) sobre a situação na Síria. A reunião foi convocada por iniciativa dos Estados Unidos. 

Sabe-se também que a lista de participantes ainda poderá ser expandida nas próximas horas e o centro da discussão é um projeto de resolução britânico sobre o possível uso da força contra Damasco. Mais cedo, o vice-ministro do Exterior russo, Guennadi Gatilov, declarou que, se qualquer país usar a força contra a Síria, contornando o Conselho de Segurança da ONU, isso poderá ser considerado como uma flagrante violação do direito internacional.

‘Passeio no inferno’

Mas o possível bombardeio dos EUA e demais potências ocidentais, que poderá ocorrer dentro de mais algumas horas, não será uma atividade turística no Oriente Médio. Ao contrário do que ocorreu com Gaddafi, na Líbia, o governo de Damasco não está isolado. Potências nucleares como Rússia e China podem transformar a ação bélica norte-americana em “um passeio no inferno”, segundo aquelas fontes militares russas. 

Na ONU, ambas as nações asiáticas já vetaram qualquer ataque ou manobra militar contra os sírios. Depois, o Irã, maior potência militar do Oriente Médio, com um exército regular de dois milhões de militares efetivos e mais um milhão de guerreiros muçulmanos mobilizados, fundamenta sua sobrevivência regional na existência do regime de Damasco.

Em terceiro lugar, ainda segundo a RNA, Israel, o terceiro braço da Otan na região, encontra-se cercado por forças do Hezbolah, aliados de Síria e Irã, por um lado, e por mísseis e forças em terra do Hamas, na Faixa de Gaza; além do exército sírio, com aviões e mísseis de médio alcance. Mesmo o Iraque, com um governo xiita, é aliado preferencial do Irã e já negou seu espaço aéreo a qualquer incursão militar contra a Síria.

“Em quarto lugar, qualquer intervenção militar estrangeira na Síria desataria uma ação dos curdos contra a Turquia, aliado das forças ocidentais”, segue a agência russa de notícias, em análise divulgada nesta quarta-feira.

E, por último, o Egito, hoje controlado por militares aliados dos EUA e Israel, poderá mergulhar em uma divisão anárquica, protagonizada por diferentes grupos islâmicos fundamentalistas, ainda dispersos por uma coalizão de forças que mantém o país unificado. Ao menor sinal de distúrbios na Síria, o Irã também poderá bloquear o Estreito de Ormuz, por onde escoam cerca de 40% de todo o petróleo consumido nos EUA e Europa.
Provas em contrário

Ao contrário do que afirmam a Casa Branca, em Washington, e o número 10 da Downing Street, em Londres, não há provas contundentes de que a ordem para o ataque com armas químicas à região ocupada por rebeldes, na Síria, tenha partido de Damasco. 

Nesta quarta-feira, segundo o especialista militar Joseph Watson, do Infowar, um sítio na internet especializado em estratégias militares, o panorama ficou ainda mais embaçado com o vazamento de um telefonema interceptado pela inteligência israelense. 

Segundo o serviço de inteligência de Jerusalém, a ordem para um ataque com armamento químico não teria partido do Ministério da Defesa de Assad, pois o ministro Moshe Ya’alon, em pessoa, teria telefonado, em pânico, para a unidade de armas químicas do exército sírio em busca de notícias sobre o uso de gás de nervos, em uma ação que teria matado cerca de mil pessoas, apenas uma hora depois de veiculada a notícia pelas agências internacionais.

“Por que o ministro sírio da Defesa faria um telefonema desesperado, no qual ‘exigia respostas imediatas’ para o ataque com armas químicas se fosse ele quem o ordenou”, questiona o informe da inteligência de Israel, publicado no Infowar. 

“O fato de que o alto comando do governo sírio aparentemente não sabia do ataque sugere, fortemente, que eles não deram a ordem para tanto, em um cenário no qual a liberação do agente químico teria sido realizado pelos próprios rebeldes ou por ‘oficiais sírios que agiram por conta própria, acima das ordens de seus superiores”, acrescentou o especialista do site Foreign Policy Noah Shachtman.

Um oficial de inteligência dos Estados Unidos também disse ao Foreign Policy que todos no Pentágono estão querendo, até agora, entender exatamente o que houve mas, seja lá quem ordenou o ataque, “fez uma coisa realmente estúpida”. 

Se, mesmo sem saber exatamente o que houve de verdade, porque o ataque aconteceu e quem o ordenou, sem que os técnicos das Nações Unidas investiguem o incidente, os EUA lançarem um ataque de mísseis contra a Síria, “potencialmente inflamará toda a região”, acrescenta Shachtman.

Para deixar a situação ainda mais confusa, há evidência prévias que sugerem a participação de rebeldes, com o apoio norte-americano, no preparo e uso de armas químicas em numerosas ocasiões, completamente esquecidas devido ao rumo dos acontecimentos. Na última vez que a ONU investigou evidências de uso de armas químicas na Síria, os inspetores concluíram que parecia obra dos rebeldes e não das forças regulares do regime de Assad.

“Em adendo, conversas telefônicas vazadas entre integrantes do (exército rebelde) Free Syrian Army revelaram detalhes de um plano para a liberação de armas químicas em um ataque capaz de impactar uma área de cerca de um quilômetro”, acrescenta o Infowars.

O vice-chanceler sírio, Faisal Maqdad, também disse, nesta quarta-feira, que Estados Unidos, Grã-Bretanha e França ajudaram “terroristas” a usar armas químicas na Síria, e que os mesmos grupos vão em breve atacar a Europa com essas armas. Falando a repórteres do lado de fora do hotel Four Seasons em Damasco, Maqdad disse que apresentou provas aos inspetores de armas químicas da 

ONU de que “grupos terroristas armados” usaram gás sarin em todos os locais dos supostos ataques.
– Nós repetimos que grupos terroristas são aqueles que usaram (armas químicas) com a ajuda dos Estados Unidos, Reino Unido e França, e isso tem que parar. Isso significa que essas armas químicas serão usadas em breve pelos mesmos grupos contra o povo da Europa – acrescentou.

Ainda assim, os navios da Marinha de Guerra dos EUA e da Frota Real do Reino Unido que estão no leste do Mediterrâneo, possivelmente, efetuarão um ataque aéreo contra alvos na Síria já na noite de quinta para sexta-feira, logo depois da votação no parlamento britânico em apoio da operação militar contra o regime sírio, informa a imprensa e televisão norte-americanas. 

Pressupõe-se que o ataque pode durar várias horas, entre objetivos principais citam unidades do Exército da Síria que podem potencialmente usar armas químicas, bem como os Estados-Maiores, centros de comunicação e complexos de lançamento de mísseis, afirma a mídia, se referindo a uma fonte anônima no Pentágono.

 
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Já perceberam uma coisa?

UND: Que conflitos líbio, sírio, egípcio, processo de paz Israel - Palestina, Irã, Iêmen, Líbano e outros fatores, estão mergulhados num único espectro sombrio?

Olha, são anos e anos que gosto de acompanhar estes temas da arena internacional e hoje graças a internet e por ter uma gama maior de fontes,sinceramente vejo que a situação global só se deteriora.


Isso a cada dia, parece que o mundo dá um passo em falso perigoso rumo a um abismo e não se restringe só a Oriente Médio e muito menos a questões políticas ou econômicas,mas em todos os sentidos ele se perde. Salvo lá alguns que estão comprometidos em buscar a verdade e alertar aqueles que querem estar ligados no que realmente acontece por aí a fora. 

Mesmo assim o sistema quer filtrar o máximo que pode do que deve chegar ao conhecimento público global. Mas a maioria do povo ainda se põe a condicionar a viver na ilusão dos fatos apresentados por uma gama de blocos massificantes televisivos com programações baixíssimo nível e outras facetas dos mesmos que estão a serviço de um sistema vicioso, que quer isto mesmo, deixar todos longe o máximo que pode do que acontece na real.

Mas sigamos adiante e os acontecimentos no mundo árabe, em especial, os ataques dos Drones no Iêmen e Paqui-Afegani, Egito, Síria, a nova tentativa encenada de se tentar obter uma paz que custará caro a israelenses e palestinos sem nos esquecermos, da questão nuclear iraniana, são os ingredientes que estão sendo degustados a parte, mas que fazem parte do mesmo caldeirão explosivo sendo mexido pelos algozes.

Algozes que querem continuar a servir-nos com um prato gelado regado a molho de sangue com pitadas de muitas crises encenadas, algo que dá água na boca de tanto prazer as elites.
Daniel
Egito está descendo em uma guerra civil, mas não espere Obama cancelar a suas férias de golfe.
 

 
 
A maior nação islâmica no Oriente Médio está à beira de descer em uma guerra civil, a guerra civil da Síria está começando a se espalhar para o Líbano, e o pior onda de violência em cinco anos, acaba de bater o Iraque, mas Barack Obama é demasiado ocupado para ser incomodado com nada disso. Agora, Obama está desfrutando de um dos verdadeiros amores de sua vida - o golfe. 
 
De acordo com o Washington Post, Obama "jogou 18 buracos de golfe todos os dias, mas uma esta semana", e, sem dúvida, ele parece realmente estar desfrutando de seu tempo em Vinhedo de Martha. Ouvi dizer que ele é absolutamente lindo lá nesta época do ano. E, aparentemente, ele precisa de descanso. 
 
Afinal, antes de estas férias ele só teve tempo de jogar 133 partidas de golfe desde que se tornou presidente. Entre esnobando os líderes mundiais e se a economia dos EUA vai de novo, ele deve ser muito difícil para Obama para encontrar tempo suficiente para aguçar o seu jogo.É claro que eu estou sendo jocoso. É absolutamente ridículo quanto tempo Obama decola, e o Congresso é ainda pior. 
 
O Congresso está tomando de cinco semanas de férias agora. A maioria dos americanos não recebem tantas férias em um ano inteiro.Enquanto isso, os nossos líderes desfrutam de seu descanso, o Oriente Médio está chegando a rebentar pelas costuras.
 
No Egito, as autoridades dizem que mais de 638 pessoas estão agora confirmadas mortas e outras 3.994 pessoas ficaram gravemente feridas na violência pesadelo que eclodiu em Cairo esta semana. Centenas de corpos permanecem incontáveis ​​pelas autoridades, e parece muito provável que o Egito está rapidamente tomando o caminho da guerra civil total ...

Apoiantes furiosos de um presidente deposto Mohammed Morsi protestaram e edifícios foram queimados quinta-feira, o presidente Barack Obama condenou a violência em ambos os lados e cancelou operações militares conjuntas no próximo mês.

A agitação ocorreu um dia depois de pelo menos 638 pessoas foram mortas na violência em todo o país, incluindo 43 policiais, disse que o Ministério da Saúde. A maioria das mortes ocorreu quando as forças de segurança quebraram dois pró-Morsi sentar-nos acampamentos na capital. No distrito de Cidade Nasr, 288 pessoas foram mortas.

O Ministério da Saúde disse que 3.994 pessoas ficaram feridas.

Depois que a polícia moveu sobre os campos, as batalhas de rua eclodiram em todo o Egito. Prédios do governo e delegacias de polícia foram atacados, estradas foram bloqueadas e igrejas cristãs foram incendiadas, ministro do Interior, Mohammed Ibrahim, disse.Infelizmente, alguns dos partidários da Irmandade Muçulmana ter escolhido para expressar sua indignação com o governo, definindo lares cristãos, empresas e igrejas em chamas. De acordo com um relatório, 18 igrejas foram incendiadas até agora ...

Agora, com a repressão aos membros da Irmandade Muçulmana por parte do exército egípcio, fanáticos islâmicos estão tomando as suas frustrações sobre os cristãos coptas. Nos últimos dias, houve uma série de ataques contra empresas cristãs, casas e igrejas. 
 
Na quarta-feira de manhã, de acordo com testemunhas locais, pelo menos 18 igrejas foram destruídas, e os incêndios e tumultos continuavam a se espalhar em áreas cristãs, disseram as testemunhas.Isto é absolutamente desprezível, e está se transformando em um dos piores desastres de cristãos coptas já registrados. Nos últimos dias, o Twitter tem sido absolutamente inundado com relatos sobre o que vem acontecendo com os cristãos no Egito ...

Usando a hashtag # EgyChurch, os usuários egípcios do Twitter e outras redes sociais a transmitir mensagens como "Não é possível manter-se com o número de igrejas, empresas cristãs, e afiliadas sendo atacados por" pacíficas da "Irmandade Muçulmana", "
 
É claro que os coptas estão tendo suas igrejas queimadas ", e" Isso está se tornando rapidamente a pior catástrofe sectária que já vimos em nossas vidas ".Enquanto isso, a violência no Iraque continua a crescer. O seguinte é como Reuters descreveu o que aconteceu em Bagdá nesta quinta-feira ...

Carro-bomba ataca e matou pelo menos 34 pessoas em Bagdá nesta quinta-feira, mas o Ministério do Interior disse que não iria permitir que a Al-Qaeda, que ele culpa por uma onda de violência sectária, para transformar o Iraque em outra Síria.

Mais de 100 pessoas ficaram feridas em pelo menos oito explosões, uma das quais estava perto do "Green Zone" complexo diplomático, parte de uma onda de derramamento de sangue que tomou o número mensal de morte no Iraque para os níveis mais altos em cinco anos.

"Ruas do Iraque tornaram-se um campo de batalha para as pessoas sectárias que são motivadas pelo ódio e éditos religiosos e ousadia de matar pessoas inocentes", disse o Ministério do Interior disse em uma declaração incomumente franco.

"É o nosso destino para vencer esta batalha que visa destruir o país e transformá-lo em outra Síria", disse o ministério.E a guerra civil absolutamente brutal na Síria está transbordando para o Líbano. Na quinta-feira, um reduto xiita em Beirute foi atingido pelo pior ataque com carro-bomba que o Líbano tem assistido nas últimas décadas ...

Um poderoso carro-bomba atravessou um bairro movimentado no sul de Beirute que é um reduto do Hezbollah na quinta-feira, matando pelo menos 18 e prendendo dezenas de outros em um inferno de queimar carros e edifícios no ataque mais sangrento contra civis libaneses ligados à guerra civil na Síria .

A explosão é a segunda em pouco mais de um mês para bater um dos bastiões do grupo militante xiita de apoio, eo pior em décadas. Ela levanta o espectro de um Líbano dividiu sendo puxado mais para o conflito ao lado, que está sendo travada em linhas cada vez mais sectários opondo sunitas contra xiitas.E, claro, não podemos esquecer sobre a guerra no Iêmen também. Infelizmente, como Ron Paul observou recentemente, a maioria dos americanos não percebem o que está acontecendo no Iêmen ...

A maioria dos americanos provavelmente desconhece que, ao longo das últimas duas semanas os EUA lançaram pelo menos oito ataques de drones no Iêmen, em que dezenas foram mortos. É a maior escalada dos EUA de ataques Iémen em mais de uma década. Os EUA afirmam que todos os mortos eram um "suposto militante", mas os cidadãos iemenitas têm por um longo tempo indignados sobre o número de civis mortos nesses ataques. A mídia informou que de todos os que foram mortos nestes últimos ataques dos Estados Unidos, apenas um dos mortos estava na lista terrorista "mais procurado".

Esta escalada significativa de ataques dos EUA no Iêmen coincide com a reunião do presidente do Iêmen, Hadi com o presidente Obama em Washington no início deste mês. Hadi foi instalado no poder com a ajuda do governo dos EUA após um golpe em 2011 contra o seu governante de longa data, o presidente Saleh. É de seu interesse para ter os EUA atrás dele, como sua popularidade é muito baixa no Iêmen e ele enfrenta a ameaça constante e crescente de um outro golpe.Infelizmente, esta é provavelmente apenas o começo.
 
A violência no Oriente Médio é, provavelmente, vai ficar muito pior, e em algum momento eu espero uma grande guerra regional a entrar em erupção nos próximos meses.Mas em vez de voltar para a Casa Branca e, pelo menos, dando a aparência de estar no topo das coisas, Obama planeja continuar suas férias de golfe.Isso é tão negligente que até o Washington Post está rasgando-o em pedaços ...

Em certo sentido, então, Obama pode muito bem jogar golfe. Ele deixou a bola cair sobre o Egito e toda a região, deixando os Estados Unidos com poucas opções e o povo egípcio para um futuro sangrento no curto prazo e uma junta autoritário repressivo no longo prazo. Esta é uma falha política da mais alta ordem.Mas este é apenas o par para o curso de Obama.Como aprendemos esta semana, este é o cara que estava realmente jogando cartas durante o ataque bin Laden ...

Apesar da imagem da Casa Branca divulgou que mostra o presidente Obama observando atentamente o ataque que matou Osama bin Laden, seu antigo "homem do corpo", diz o presidente passou a maior parte do ataque jogando um jogo de cartas.

"A maioria das pessoas como para baixo na Sala de Situação e [o presidente] foi como, 'Eu não vou estar lá, eu não posso assistir a esta coisa toda." Então, ele, eu, Pete Souza, a Casa Branca fotógrafo, Marvin [Nicholson], devemos ter jogado 15 jogos de espadas ", disse o ex-assessor de Obama Reggie Love em um evento em Los Angeles patrocinado pelos artistas e atletas Aliança em julho.

Love, que jogou basquete universitário e futebol na Universidade de Duke, deixou a Casa Branca em 2011 para frequentar a escola de negócios.Você pode ver o vídeo do ex-"homem do corpo" de Obama, Reggie Love, fazer estas observações aqui.Quando se trata de política externa, Obama parece estar totalmente sem noção.Então, o que aconteceria se um dia uma grande crise política externa eclodiu que realmente ameaçou seriamente a segurança nacional?
 
Será que Obama estar à altura da tarefa?Vamos esperar que não temos de descobrir.
 

 
 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Líder do Irã : Destruição de Israel Garantida...

 
 
WND

Reza Kahlili

Líder supremo do Irã promete em uma fita de áudio recém-lançada uma destruição de Israel e o retorno dos palestinos à terra.

Agência Fars News, numa tomada gerida pelos Guardas Revolucionários, na semana passada, postou uma gravação de trechos de discursos do aiatolá Ali Khamenei a funcionários palestinos e outros com um título "Palestina certamente irá tornar-se livre."

Na fita de áudio, que está , em parte, em árabe, Khamenei dá bênçãos para aqueles que lutam contra Israel e diz: "A paz esteja com as crianças de nossa nação, a paz esteja com os jihadistas bravos na resistência palestina e libanesa. Hoje, o mundo islâmico e o mundo inteiro são testemunhas de grandes revelações que mostram mudança nos assuntos internacionais. "

O aiatolá promete uma reestruturação do Oriente Médio: "A Palestina será livre, não tenho nenhuma dúvida nisso. Palestinos ... vai voltar lá e haverá um governo palestino ... e que se baseia na verdade revelada por Deus. Um novo Oriente Médio será ... um Oriente Médio islâmico ".

Khamenei ataca Israel para se defender: "Eles atacaram o Líbano - um erro. Eles atacaram Gaza - um erro. Eles atacaram aqueles (Turco) navios - um erro. Estes erros, um atrás do outro, mostram que o regime sionista de Israel assassino está chegando a queda final e a destruição de sua própria não-existência ".

Ao prometer a aniquilação de Israel, o líder supremo também diz: "Não há dúvida de que a vitória espera o povo palestino no futuro, e o mito do poder sionista sobre esta região vai desaparecer completamente, se Alá quiser".

 
Fonte: WND

domingo, 4 de agosto de 2013

Presidente do Irã assume o cargo e pede o fim das sanções ao país

 
Em discurso, Rouhani prometeu um governo de "sabedoria e esperança"

Durante o discurso de posse no parlamento neste domingo, o presidente eleito do Irã, Hassan Rouhani, pediu ao países ocidentais que derrubem as sanções econômicas e políticas ao país.

O Irã enfrenta sanções impostas por países como os Estados Unidos desde a Revolução de 1979, mas estas barreiras se tornaram ainda mais intensas depois que o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad reiniciou o programa nuclear do país, o que fez a ONU aprovar um pacote que impôs novas restrições a partir de 2006.

Durante seu pronunciamento ao parlamento na capital Teerã, Rouhani disse que: "se você quer uma reposta adequada, você não deveria falar a linguagem das sanções, mas sim a linguagem do respeito".

O novo líder do Irã já nominou seu gabinete de governo, que inclui como ministro das relações exteriores o ex-membro representativo da ONU no país, Mohammad Javad Zarif, considerado moderado.

A Casa Branca se pronunciou dizendo que o Irã poderia ser um "possível parceiro" se o país "se engajar seriamente" com suas obrigações internacionais.

O próprio Rouhani já foi um negociador do programa nuclear de seu país e um político que atuou nos bastidores da questão.

  • "A todos que votaram, para mim ou para outra pessoa, ou mesmo os que não votaram, todos vocês são cidadãos iranianos e possuem direitos de cidadania." 
  • Hassan Rouhani, presidente empossado

Diálogo com o ocidente

Rouhani disse ao parlamento que vai oferecer uma oportunidade de diálogo com o resto do mundo, incluindo o ocidente. Ele disse que deveria haver mais "transparência" de ambos os lados.

Desde 2002, o ocidente tem acusado o Irã justamente pela falta de transparência sobre o programa nuclear do país - a questão causadora das sanções.

As palavras do novo presidente do Irã devem ser bem recebidas pelos governos ocidentais.

O presidente ainda falou diretamente ao seu eleitorado, ressaltando "a todos que votaram, para mim ou para outra pessoa, ou mesmo os que não votaram, todos vocês são cidadãos iranianos e possuem direitos de cidadania".

Ele disse que ainda que as pessoas votaram "sim" para a "moderação e esperança".

O presidente eleito também disse que vai atuar na recuperação da economia do país, que possui um inflação anual de 40%.

A maioria dos especialistas dizem que a economia foi mal conduzida no governo de Mahmoud Ahmadinejad.

Eles ressaltam que o cenário econômico certamente piorou ainda mais quando as sanções do ocidente não permitiram mais que o Irã vendesse petróleo, seu principal item de exportação.

Líder supremo

Ainda que Hassan Rouhani seja o presidente depois de vencer as eleições, o poder supremo do país ainda continua nas mãos do líder religioso Ayatollah Ali Khamenei.

Khamenei foi quem confirmou Rouhani no cargo na cerimônia de posse em Teerã.

A agência estatal de notícias Irna confirmou que 11 presidentes estrangeiros estavam entre os que assistiram Rouhani assumir o cargo neste domingo.

Dentre as presenças estrangeiras, destaca-se o oficial sênior da Coréia do Norte, Kim Yong-nam, que teve encontro oficial com Rouhani no sábado.

Irã e Coréia do Norte têm fortes laços e enfrentam o mesmo tipo de sanções ocidentais por causa de seus programas nucleares.
 
Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Alerta sobre ameaça terrorista " Credível" O que sabem e não querem nos contar?

Lista de Embaixadas que serão fechadas , Alerta de Viagem , e Outros Alvos (Vídeo)

Por Susan Duclos

Uma atualização sobre a notícia de que surgiu ontem que as embaixadas dos EUA em todo o mundo estarão se fechando no domingo, 4 de agosto, 2013, especialmente aquelas localizadas em países muçulmanos, devido a uma ameaça de segurança credível.

AL.com nos forneceu com uma lista dos maiores fechamentos, que está por vir no Egito, Iraque, Qatar, Bahrein e Kuwait, Afeganistão, Dhaka, Bangladesh; Amã, na Jordânia; Muscat, Oman, Riyadh, Arábia Saudita, Argel, Argélia, Abu Dhabi , Emirados Árabes Unidos, Sanaa, Iêmen, e Tripoli, Líbia. Dois consulados da Arábia Saudita também vão fechar, em Dharan e Jeddah, assim como a um consulado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

De acordo com um alto funcionário dos EUA, um "esforço concentrado" para atingir uma embaixada ou consulado de um país muçulmano tinha sido descoberto. "Nós simplesmente não sabemos qual", disse o funcionário.

"Pode haver outros alvos, e não apenas embaixadas," de acordo com um segundo funcionário dos EUA.

O Departamento de Estado também emitiu um alerta mundial total de viagem sexta-feira, citando a ameaça potencial de um ataque terrorista da Al Qaeda. O alerta de viagem não expirará até 31 de Agosto de 2013.

Texto da declaração abaixo, a partir de 02 de agosto de 2013:

O Departamento de Estado alerta os cidadãos dos EUA para o potencial contínuo de ataques terroristas, especialmente no Oriente Médio e Norte da África, e que pode ocorrer em ou provenientes da Península Arábica. A informação atual sugere que a Al-Qaeda e organizações afiliadas continuam a planejar ataques terroristas, tanto na região e fora dela, e que eles podem se concentrar em esforços para realizar ataques no período entre agora e o final de agosto. Este alerta de viagem não expira até 31 de agosto de 2013.

Os terroristas podem optar pelo uso de uma variedade de meios e armas e direcionar os interesses oficiais e privados. Lembre-se da possibilidade de terroristas para atacar os sistemas de transporte público e outras infra-estruturas turísticas aos cidadãos norte-americanos. Os terroristas têm como alvo e já atacaram metrôs e sistemas ferroviários, bem como serviços de aviação e marítimos. Cidadãos norte-americanos devem tomar todas as precauções para estar cientes de seu entorno e adotar medidas de segurança adequadas para proteger-se quando viajam.

Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com outras nações sobre a ameaça do terrorismo internacional, inclusive da Al-Qaeda. A informação é rotineiramente compartilhados entre os EUA e os nossos principais parceiros, a fim de interromper plotagem terrorista, identificar e tomar medidas contra potenciais agentes e fortalecer nossas defesas contra ameaças potenciais.

           

 
 

Recomendamos aos cidadãos americanos registrar seus planos de viagem com a Seção Consular da Embaixada dos EUA através do site de registro de viagem do Departamento de Estado.
 
Recomendamos fortemente que os cidadãos americanos que viajam no exterior se inscrever no Departamento de inscrição no Programa viajante esperto do Estado (STEP). Inscrição STEP dá-lhe as últimas atualizações de segurança e torna mais fácil para a embaixada dos EUA ou consulado dos EUA mais próximo para contatá-lo em caso de emergência. Se você não tiver acesso à Internet, se inscrever diretamente com os EUA a embaixada ou consulado.

Para obter as informações de segurança mais recente, os cidadãos americanos que viajam ao exterior deve monitorar regularmente o site do Departamento de Internet do Estado de travel.state.gov onde a Atenção Worldwide, Informações sobre o país específico, os avisos de viagem, e alertas de viagens podem ser encontrados. Siga-nos no Twitter e no Bureau de Assuntos Consulares página no Facebook também. Baixe nosso aplicativo Traveler inteligente livre, disponível através do iTunes ou Google Play, para ter informações sobre viagens ao seu alcance.

Além de informações sobre a internet, os viajantes podem obter informações atualíssimas em condições de segurança, chamando 1-888-407-4747 toll-free nos Estados Unidos e no Canadá, ou de outros países, em uma linha de pedágio regular 1-202-501-4444. Estes números estão disponíveis 8h00 - 20:00 de segunda a sexta-feira, horário de Brasília (exceto feriados federais dos Estados Unidos).

Alguns estão se perguntando se isso tem alguma coisa a ver com o novo presidente do Irã, Hassan Rouhani, na emissão de uma ameaça contra Israel em seu primeiro dia no cargo e se os EUA tem a luz verde para um ataque contra o Irã ou mesmo à Síria.

Um monte de teorias e especulações estão em curso, devido à recusa da administração em fornecer mais informações sobre esta "ameaça crível".

Via: UND Horizon News
Fonte: http://wwwwakeupamericans-spree.blogspot.com/2013/08/list-of-us-embassies-closing-travel.html

Presidente eleito do Irã diz que Israel é uma "chaga" no mundo muçulmano

 
 
DUBAI, 2 Ago (Reuters) - O presidente eleito do Irã, clérigo Hassan Rouhani, chamou Israel nesta sexta-feira de uma "chaga" que deve ser removida, informou a mídia iraniana, a dois dias de sua posse.

 "O regime sionista é uma chaga que se estabeleceu no corpo do mundo muçulmano por anos e deve ser removida", disse Rouhani, segundo a agência de notícias de estudantes no evento anual chamado Dia de Qods em apoio aos direitos dos palestinos. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reagiu à declaração atribuída a Rouhani, alegando que demonstrou sua verdadeira cara.

 "A verdadeira face de Rouhani foi revelada antes que o esperado... isso é o que pensa e isto é o que o regime iraniano tem como plano de ação", disse Netanyahu.

 (Reportagem de Marcus George)

Fonte: Reuters Brasil



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Os 7 Sinais - Parte 6 - A Invasão de Israel

         


Os acontecimentos posteriores ao início da Nova Ordem Mundial deixaram o mundo descaracterizado e irreconhecível.

O estado político, social e econômico tornou-se caótico; um mundo onde as massas foram oprimidas debaixo de um governo tirano, mantidas vigiadas e monitoradas o tempo todo, desprovidas de sua liberdade básica de professar sua fé no Deus em que elas creem.

Muitos foram mortos durante esse período por terem se recusado a adorar o ditador. Os recursos naturais tornaram-se escassos e a Terra escureceu-se, perdendo algumas de suas características naturais vitais.

A vida no planeta tornou-se insuportável para aqueles que conseguiram sobreviver. Alguns até mesmo blasfemaram Deus pelo estado caótico em que se encontra a Terra. Outros se rebelaram contra o governo ditador formando pequenos grupos civis que realizaram ações de insubordinação contra o governo dessa Ordem.

A Bíblia fala que em um dado momento, um grupo de governantes e países, que provavelmente não estarão mais contentes com o andamento dessa Ordem Mundial, e com a estabilidade financeira que Israel terá, apesar da falsa bondade do Anticristo, formarão alianças entre si para atacar e destruir a nação e o povo de Israel.

Em Ezequiel, capítulos 37 a 39, Israel estará na sua terra como uma nação e que um grande país com seus aliados a invadirão. Apesar de Israel ser invadido, essa invasão será frustrada. Deus promete garantir a proteção a Israel Quais serão esses países? Qual será a consequência desse ataque? Assista ao sexto vídeo da série.
 
Fonte: Knowledge is Power

terça-feira, 1 de maio de 2012

Comercial Impressionante Da Nova Ordem Mundial



Essa propaganda mostra o que a maioria das pessoas irão fazer na Nova Ordem Mundial, que é aceita-la; e os que não aceitarem terão o mesmo fim das pessoas do vídeo.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Evento terrorista falso será desculpa p/atacar o Irã - EUA enviarão 100 mil soldados p/a região!





Terceira Guerra a caminho: ataque aumentará a popularidade de Obama e o ajudará a reeleger-se em novembro


Os eventos dos últimos dias revelam que os EUA e Israel planejam conduzir um evento terrorista de bandeira falsa para que se jogue a culpa no Irã. O evento provavelmente ocorrerá nos próximos seis meses e irá resultar em um ataque ao Irã até antes das eleições presidenciais de novembro.

Para ativar as Legendas em português: Clique em CC e configure cor, tamanho e posição.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Irã Será Invadido, Afirma o General Maior dos EUA



Entrevista da CNN em CABUL, Afeganistão -
O general Martin Dempsey excursionou ao redor do globo nos últimos 8 dias, um assunto foi as intenções nucleares iranianas.

Em entrevista exclusiva à CNN, alertou que o Irã está jogando um jogo perigoso que poderia envolver o Oriente Médio, os EUA e outros em conflito e uma corrida armamentista nuclear.


Do Iraque ao Afeganistão, Kuwait e Arábia Saudita, ele ouviu falar sobre as crescentes preocupações sobre as ambições iranianas.


"Minha maior preocupação é que eles vão calcular mal nossa determinação", disse Dempsey. "Qualquer erro de cálculo poderia significar que somos atraídos para o conflito, e que seria uma tragédia para a região e do mundo."

A perda recente de um drone espião dos EUA sobre o Irã expõe parte dos esforços dos EUA de espionar o país. O drone foi enviado para o Irã para fazer vigilância de sítios nucleares.


Dempsey disse que a perda do drone não é o fim dos esforços dos EUA para descobrir o que o Irã está fazendo. "Se você está perguntando: 'Será que estamos em espionagem contra o Irã em uma variedade de meios?" A resposta é obviamente, sim", disse Dempsey.


"Seria imprudente nós não tentar entender o que uma nação que se declarou a ser um adversário dos Estados Unidos está fazendo ".

Dempsey está calmamente levando o planejamento em curso para um ataque militar contra o Irã, apenas aguardando a ordem presidencial para fazê-lo.


"Estamos examinando um leque de opções", disse Dempsey, ecoando a "todas as opções sobre a mesa" é a linha utilizada por funcionários do governo.


Dempsey, o oficial de maior patente no exército dos EUA, disse que a opção militar viável.

"Estou convencido de que as opções que estamos desenvolvendo estão evoluindo a um ponto que seria executável se necessário", disse ele.


Dempsey disse que não há garantia de que Israel vai dar o aviso Estados Unidos se decidirá atacar o Irã. Mas a América compartilha da inteligência com Israel, disse Dempsey.


"Estamos tentando estabelecer alguma confiança por parte dos israelenses que reconhecem as suas preocupações e estão a colaborar com eles em enfrentá-los", disse ele.

Outros países também estão desconfiados sobre o progresso do Irã rumo a uma arma nuclear. Se o Irã obtém uma arma nuclear, os sauditas disseram que vão procurar ter a mesma capacidade. Dempsey disse que os Estados Unidos acreditam que uma corrida armamentista nuclear no Oriente Médio seria uma desastre para todos.


Comentários sinceros Dempsey veio como Secretário da Defesa Leon Panetta declarou que os Estados Unidos acreditam que o Irã é capaz de desenvolver uma arma nuclear dentro de um ano, se decidir fazê-lo.

Secretário da Defesa Leon Panetta disse a CBS News que a invasão americana será "provavelmente será um ano antes que eles possam ter uma bomba nuclear", mas acrescentou "que poderia ser feito em menos tempo ", se eles têm uma fábrica escondida em algum lugar no Irã".


O relatório também disse que de acordo com Panetta há há indicação de que os iranianos fizeram a decisão de avançar.


Em novembro, o ministro de Defesa de Israel Ehud Barak disse à Fareed Zakaria, da CNN, que o Irã é, provavelmente, menos de um ano longe de estar em um ponto que será tarde demais para deter seu programa nuclear.


"É verdade que não iria demorar três anos, provavelmente três quartos de ano, antes ninguém pode fazer praticamente qualquer coisa sobre isso, porque os iranianos estão gradualmente, deliberadamente à entrar no que eu chamo de uma zona de imunidade, alargando a redundância de seu plano, tornando-se espalhados por vários lados mais ", disse o Ministro de Defesa de Israel, Ehud Barak


Mas autoridades de inteligência dos EUA observou no passado que a capacidade e intenção são dois assuntos diferentes. Em fevereiro, Diretor da Inteligência Nacional James Clapper disse a um comitê do Senado americano que enquanto o Irã "continua a avançar as suas capacidades de enriquecimento de urânio junto com o que parece ser o capacidade científica, técnica e industrial para produzir armas nucleares " é uma questão " se os seus líderes optarão por fazê-lo. "

O Pentágono está empurrando sugestões que Panetta acelerou a previsão dos EUA quando o Irã poderia ter uma arma nuclear.


"Nada mudou sobre os pontos de vista que expressou - repetidamente - das preocupações sobre o Irã, onde é dirigido e sobre a abordagem dos Estados Unidos ea comunidade internacional devem continuar a tomar", porta-voz do Pentágono, o capitão John Kirby, disse terça-feira.

"Acho que ele quis dizer, em geral, foi que eles poderiam ter a capacidade de armas nucleares em um ano, acho que foi como ele expressou isso", disse o porta-voz do Pentágono


"Todos nós reconhecemos que é um processo difícil -. Poderia ser tão rápido, ou não pode ser tão rápido."

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Projeto Blue Beam: A Tecnologia já Existe!



Projeto Blue Beam - Irão enganar toda a humanidade com uma invasão alíenigena através de hologramas no céu, continua a todo vapor, e alguns vídeos demonstram que essa tecnologia de hologramas já existe, e pode estar ligado ao Espiral que apareceu no céu da Noruega, horas antes de Obama receber o prêmio Nobel da Paz.

OBSERVAÇÃO: O APARECIMENTO DO ESPIRAL NA NORUEGA FOI EM (08/12/2009)

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

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No Ar

Blog inaugurado dia (27/07/2013)



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