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domingo, 15 de dezembro de 2013

Incidência de câncer de mama aumenta 20% desde 2008, segundo OMS

Incidência de câncer de mama aumenta 20% desde 2008, segundo OMS Foto: Reprodução
 
A incidência do câncer de mama aumentou 20% entre 2008 e 2012, com 1,67 milhão de novos casos diagnosticados no ano passado, o que o transforma no segundo tipo de câncer mais comum no mundo e o mais frequente entre mulheres, tanto em países desenvolvido como em desenvolvimento.
 
A mortalidade por este tipo de câncer aumentou nesses quatro anos 14%, com um total de 522 mil mortes em 2012, embora ainda seja a quinta causa de morte pela doença, segundo dados divulgados nesta quinta-feira em Genebra pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
No entanto, entre as mulheres o de mama é o tipo de câncer que registra mais mortes no mundo, sendo 324 mil mortes em 2012 nos países em desenvolvimento, e o segundo que mais mortes provocou nos países desenvolvidos (198 mil), só atrás do câncer de pulmão.
 
"À medida que avançam, os países em desenvolvimento experimentam mudanças no estilo de vida que aumentam a incidência da doença, enquanto os avanços médicos não chegam a tempo às mulheres dessas regiões", explicou David Forman, presidente do serviço de informação da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer (IARC, em Inglês), vinculada a OMS.
 
Entre as mudanças de estilo de vida com incidência sobre o câncer de mama, Forman destacou "a dieta, mudanças hormonais e novas pautas reprodutivas", já que as mulheres têm agora menos filhos, mais tarde e os amamentam durante menos tempo.
 
Do total de casos de câncer diagnosticados em 2012, 25% foram de mama. Desses, 883 mil foram registrados em países menos desenvolvidos e 794 mil nos desenvolvidos.
 
A prevalência e mortandade por conta do câncer de mama irão aumentar nos próximos anos, já que segundo previsões da OMS, para 2025 serão até 2,5 milhões de novos casos e até 800 mil mortes.
 
O que pode amenizar os casos é que o câncer de mama é um dos que tem tratamento mais avançados, com um alto grau de efetividade se detectado em fases iniciais. Contudo, é imprescindível incluir as mamografias na rotina dos serviços médicos de todos os países.
 
"Com a combinação correta de medidas, que abrangem quimioterapia, radioterapia, tratamentos hormonais e cirurgia, podemos curar quase 95% dos casos de câncer de mama", afirmou o presidente da seção de prevenção da IARC, Rengaswamy Sankaranarayanan.
 
Frente às poucas diferenças do câncer de mama entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, o câncer de colo de útero apresenta uma taxa de prevalência muito maior nos países de baixa renda, onde se concentram 85% dos casos, com especial incidência na África Subsaariana e na Índia.
 
No ano passado foram diagnosticados 528 mil novos casos de câncer de colo de útero no mundo e 266 mil mortes relacionadas. Dessas, 87% registradas em países menos desenvolvidos.
 
No entanto, a incidência deste câncer pode ser reduzida drasticamente, em até 80% dos casos, nas próximas gerações graças à vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) - uma das principais causas de câncer de colo de útero - se as jovens a tomarem antes de iniciar a vida sexual.
 
No total, no ano passado foram detectados 14,1 milhões de casos de câncer -7,4 milhões entre homens e 6,6 entre mulheres -, 11% a mais que em 2008, enquanto a mortalidade aumentou 7,8%, até 8,2 milhões de mortes.
 
Os tipos de câncer mais comuns são o de pulmão, que representa 13% do total (1,8 milhões de casos); o de mama (12%) e o de cólon, que representa 9,7% do total (1,4 milhões de casos).
 
Já os que mais matam são os de pulmão, com 1,6 milhão em 2012 (19,4% do total); o de fígado, que causou 800 mil mortes (9,1%) e o de estômago, com 700 mil mortes (8,8%).

Fonte: 24 Horas News

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Iraque: A OMS, o urânio empobrecido e os nascimentos prematuros

No mês passado , a Organização Mundial de Saúde (World Health Organization) publicou um documento, altamente esperado, antecipado resumindo uma investigação acerca da prevalência de defeitos congénitos de nascimento no Iraque, coisa que muitos especialistas acreditam estar relacionado com a utilização de munições de urânio empobrecido (DU) por parte das forças aliadas.

O Dr. Nafeez Ahmed, director executivo do Institute for Policy Research & Development, seguiu o caso por conta do diário britânico The Guardiam.

Segundo a síntese do relatório:

A taxa de aborto espontâneo, morte fetal e parto prematuro encontrada no estudo é consistentes com, ou mesmo inferiores, as estimativas internacionais. O estudo não fornece clara evidência para sugerir uma taxa de parto prematuro anormalmente elevada taxa no Iraque.
Jaffar Hussain, chefe da missão da Organização Mundial da Saúde no Iraque, diz que o relatório é baseado em técnicas de pesquisa que são "conhecida em todo o mundo" e que o estudo foi revisto "extensivamente" por especialistas internacionais.


Um passo atrás

Mas o novo estudo contrasta dramaticamente com as declarações anteriores sobre os resultados duma pesquisa de funcionários do Ministério Iraquiano da Saúde, envolvido no estudo. No início deste ano, a BBC News conversou com os pesquisadores do Ministério, onde se confirmava a "esmagadora evidência" que o relatório teria fornecido: as taxas de parto prematuro são bem maiores nas áreas com intensos combates na guerra de 2003.

Num precedente comunicado de imprensa, a OMS da mesma forma reconheceu que "as estatísticas existentes do Ministério da Saúde do Iraque mostram um alto número de casos de partos prematuros" nas áreas de "alto risco" seleccionadas para o estudo .

A publicação do actual documento no site da Organização Mundial de Saúde tem levantado questões por parte de peritos independentes e ex-funcionários da ONU e da OMS, que põem em causa a validade das conclusões e o alegado anonimato dos autores.

Durante anos, os médicos no Iraque relataram "um alto nível de nascimentos prematuros". Outros estudos documentaram um aumento dramático da mortalidade infantil, câncer e leucemia no rescaldo bombardeios militares dos Estados Unidos. Em Fallujah, os médicos testemunham um "maciço número sem precedentes" de doenças cardíacas e um aumento de doenças do sistema nervoso. A análise realizada antes de 2003, em comparação com agora, mostra que "a taxa de doença cardíaca congénita foi de 95 em cada 1.000 nascimentos: 13 vezes a taxa encontrada na Europa".

O objectivo do estudo da OMS era sondar estes dados, mas alguns dizem que o projecto estava profundamente errado .


A ciência politizada

O Prof. Keith Bavistock, do Departamento de Ciências Ambientais da Universidade da Finlândia Oriental, é um especialista da OMS sobre a radiação e aposentou-se há 13 anos. Afirma que o novo documento é, na melhor das hipóteses, "decepcionante".

Condena a decisão de "eliminar a partida a possibilidade de verificar se o aumento dos partos prematuros estivesse ligado à utilização de urânio empobrecido" e põe em causa a falta de credibilidade científica do documento:

Este documento não tem qualidade científica. Não teria sido aprovado numa das piores revistas. Um dos maiores problemas metodológicos, entre muitos, é que o documento não tenta olhar para o diagnóstico de casos relevantes actualmente descobertos por médicos iraquianos. Estes médicos que recolhem dados clínicos têm mostrado mais nascimentos prematuros.  
Em vez disso, o documento centra-se em entrevistas com as mães como base do diagnóstico, muitas das quais estão traumatizadas pelo ambiente, pelas memórias não confiáveis e não são competentes para fazer um diagnóstico.
Tendo o documento evitado a análise de provas -chave, tal como os registros médicos compilados por médicos iraquianos, há razão para acreditar que as conclusões da pesquisa foram comprometidas sob pressão política?

A maneira como este documento foi produzido desperta extremas suspeitas. Há pontos de interrogação sobre o papel dos Estados Unidos e do Reino Unido, que têm um conflito de interesses neste tipo de estudo, devido a uma indemnização por danos que possam resultar das investigações que determinam a ligação entre os muitos nascimentos prematuros e a utilização de urânio empobrecido, que poderia lançar mais luz sobre esta relação.
 
Se assim for, não seria a primeira vez que a OMS apresenta uma pesquisa "manipulada" acerca do urânio empobrecido, algo potencialmente embaraçoso para os Aliados. Em 2001, Baverstock encontrava-se no grupo para um projecto de pesquisa da OMS acerca dos riscos ambientais e das eventuais compensações de Estados Unidos e Reino Unido, envolvidos na utilização de urânio empobrecido. As suas detalhadas recomendações editoriais, as quais mostram como o urânio empobrecido seja genotóxico (isso é, capaz de mudar o DNA), foram ignoradas e canceladas:

As minhas alterações editoriais foram suprimidas, embora dalgumas pesquisas terem sido feitas a partir de estudos do Departamento da Defesa sobre o mesmo assunto: observações de pessoas que tinham ingerido urânio empobrecido de fogo amigo demonstravam claramente que o urânio empobrecido era genotóxico.
 
Baverstock , depois, tornou-se co- autor dum artigo científico sobre o assunto, apoiando a plausibilidade da relação entre o urânio empobrecido e a alta taxa de defeitos congénitos no Iraque: mas a OMS bloqueou a publicação do estudo "porque não gosto das conclusões":

A medida em que os princípios científicos são invertidos para torná-los conclusões politicamente convenientes é alarmante.

A contaminação ambiental na guerra no Iraque

Outros especialistas independentes criticam o estudo da OMS.

A revista médica britânica The Lancet relata que, apesar das declarações do estudo, uma "revisão científica standard pode não ter sido totalmente realizada".

Um cientista chamado como revisor do projecto, Simon Cousens, professor de epidemiologia e estatística da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM) declara ao The Lancet de ter participado num encontro relativamente curto de cerca de uma hora e meio, para depois só fazer alguns comentários sobre a apresentação inicial dos resultados:


Eu não classificaria isso como uma revisão aprofundada.
 
Quão longe fique o novo estudo OMS da literatura científica da última década é explicado num novo relatório publicado no início deste ano por uma ONG com sede em Tóquio, a Human Rights Now, que também realizou uma missão de inquérito em Fallujah.

O relatório de Human Rights Now tem investigado os nascimentos prematuros registados num grande hospital em Fallujah ao longo do ano de 2012, confirmando a incidência de partos prematuros no período de um mês, em 2013; e entrevistou médicos e pais das crianças nascidas prematuras. O relatório concluiu que houve:

Uma situação extraordinária de nascimentos prematuros congénitos [...].  A pesquisa mostrou um crescimento significativo destas condições sanitárias no rescaldo da guerra. Uma visão geral da literatura científica sobre os efeitos do urânio e dos metais pesados ​​associados às munições usadas na guerra e ocupação do Iraque em 2003, em conjunto com as potenciais vias de exposição, sugere fortemente que a poluição ambiental resultante dos combates durante a guerra no Iraque podem ter desempenhado um papel significativo na taxa de parto prematuro observada.
 
O relatório critica a ONU e a OMS para as abordagens que são "insuficientes para satisfazer as necessidades dos problemas".


A prova final

De acordo com Hans von Sponeck, ex-Secretário Geral das Nações Unidas e coordenador humanitário da ONU para o Iraque, a diferença entre as afirmações anteriores feitas pelos pesquisadores do Ministério Iraquiano da Saúde sobre o estudo e o novo documento justifica o cepticismo público:

A brevidade deste relatório é inaceitável. Todos esperavam um bom artigo científico-profissional, com dados empíricos devidamente controlados e controláveis. A OMS não pode ficar surpreendida quando as pessoas fazem perguntas sobre se a organização está a receber pressões políticas bilaterais.
Von Sponeck relata que a pressão dos Estados Unidos sobre a OMS haviam minado as investigações anteriores sobre o impacto do urânio empobrecido no Iraque:

Eu servi em Bagdad e fui confrontado com a realidade do impacto ambiental do urânio empobrecido. Em 2001, vi em Genebra como uma missão da OMS, que realizava avaliações em Bassora, no sul do Iraque, onde o urânio empobrecido tinha trazido devastadores problemas de saúde ambiental, foi interrompida sob a pressão política dos EUA.
 
Uma pressão política sobre o organismo da ONU poderia explicar a natureza não-científica do último relatório?

Não seria surpreendente se houvesse uma pressão contínua dos Estados Unidos. Há provas conclusivas de um aumento alarmante de nascimentos prematuros, leucemia, câncer e outras doenças cancerosas no Iraque depois da guerra. Olhando para a clara diferença entre as anteriores descrições dos estudo da OMS e este novo documento, parece que alguém decidiu desajeitadamente não publicar os resultados esmagadores mas, em vez disso, apaga-los.
 
A Coalizão Internacional para a Proibição do Urânio Empobrecido (ICBUW) pediu à OMS a publicação de todos os dados do projecto para que possam ser submetidos a uma avaliação duma organização independente, transparente. O organismo das Nações Unidas continua a ignorar esses apelos e defende a integridade da pesquisa.

Referência: Informação Incorrecta
Fontes: The Guardian (1 e 2), WHO: Summary report on the congenital birth defects study in Iraq, WHO: Congenital birth defect study in Iraq: frequently asked questions, BBC (1 e 2), The Independent,
International Coalition to Ban Uranium Weapons, Wikipedia (versão inglesa)

sábado, 5 de outubro de 2013

Vergonha: OMS-ONU espalha cartilha para iniciação SEXUAL de BEBÊS recém-nascidos na Europa!


Para os que acham que a situação não pode piorar, afirmo: falta-lhes criatividade.

A OMS (Organização Mundial de Saúde), juntamente com o governo alemão, elaborou uma cartilha de educação sexual infantil que já se encontra espalhada pela Europa. 
 
"Coisa leve": com indicações para crianças... RECÉM-NASCIDAS!!! em diante, até os quinze anos.

Para os que acham que exagero, vejam a página 53 da Standarts for Sexuality Education in Europe e leiam algumas das informações a serem transmitidas para a faixa etária de zero a quatro anos:

"el goce y el placer cuando tocamos nuestro propio cuerpo: la masturbación de la primera infancia; el descubrimiento del propio cuerpo y de los genitales; el hecho de que el placer físico es una experiencia propia (cercana) y normal de vida; la ternura y la cercanía física (contacto) como una expresión del amor y el afecto."

Não é de admirar que somente agora, três anos após a elaboração e chancela da União Européia, o povo do Velho Continente esteja percebendo o que está acontecendo, afinal as ideologias revolucionárias, que possuem o domínio do linguajar politicamente correto e estabeleceram o monopolólio da virtude, há décadas transformaram a Europa em seu parque de diversões. 
 
Assim, não por acaso, os europeus, e talvez somente alguns poucos deles, deram-se conta, um pouco tarde demais, sobre o fato de as organizações internacionais (OMS, ONU, UNESCO...) quererem, literalmente, ferrar com as crianças.

Atualmente, uma das iniciativas adotadas pelas famílias européias que não aceitam as "sugestões" da OMS em prol do "desenvolvimento sexual" de suas crianças é uma petição virtual que solicita o recolhimento de tal material e a não intervenção governamental nestes assuntos.

Não se enganem: o lixo europeu em breve chegará por aqui (a cartilha recomenda sua disseminação mundial). E não serão poucos os que aceitarão tais discursos e práticas, dando vazão, sob a asquerosa aparência de benefício à saúde, de abordagem "positiva e holística" da questão, às mais sombrias e devastadoras violências contra as crianças.

Cliquem aqui, vejam e assinem a petição. Na mesma página vocês encontrarão um link, ao final, para download da cartilha, aos que tiverem estômago forte.

Referência: Libertar
Fonte: Mídia Sem Máscara

domingo, 18 de agosto de 2013

Organização Mundial de Saúde é acusada de promover vacinas que beneficiam fabricantes

Jeannie Stokowski-Bisanti

O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, cidade a 180 km de Nairobi, no Quênia, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. 

Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.

 


O Ministro da Saúde japonês nomeou uma força tarefa para investigar aproximadamente 2.000 reações adversas e para elaborar um relatório sobre a segurança das vacinas. As vacinas, Gardasil e Cervarix, estavam sendo ministradas a meninas com idades entre 11 e 14 anos em Kitui. 
 
O governo japonês aconselhou as autoridades que parassem de promover a vacinação de meninas com Gardasil e Cervarix até que mais estudos sejam concluídos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a FDA americana recomendou vacinas contra o HPV como Gardasil e Cervarix contra o câncer do colo do útero, apesar de preocupações quanto à sua segurança.
 
A empresa americana Merck Sharp& Dohme (Merck & Co) é a fabricante do Gardasil, enquanto que o Cervarix é fabricado pela britânica GlaxoSmithKline PLC (GSK). A FDA licenciou o Gardasil da Merck em 2006, e o Cervarix da gSK entrou no mercado em 2007. 
 
Instituições médicas japonesas agora são obrigadas por lei a informar às jovens ou aos seus pais que o governo não recomenda mais as vacinas devido às reações adversas associadas a ela.
 
O artigo afirma que quatro tipos de HPV, dos mais de 100 tipos, estão associados ao câncer do colo do útero e que nunca houve provas conclusivas de ligações entre a infecção do HPV e o desenvolvimento de câncer cervical. 
 
Críticos afirmam que as vacinas não foram utilizadas por tempo suficiente para constituir prova de que elas podem prevenir o câncer do colo do útero. O governo municipal da região de Kanto, no Japão, declarou: “Omitir a recomendação é o mesmo que desaconselhar a vacina”.
 
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Examinar: World Health Organization accused of promoting vaccines to benefit manufacturers 
 
 
Leia esses alertas:


sábado, 17 de agosto de 2013

Mais uma preparação da FEMA: Se preparem para algum evento?

FEMA preparando para o pior na região 3 - Por quê? (Vídeo)
 
Por Susan Duclos

Bem, isso é muito assustador.

De acordo com um comunicado enviado pelo senador Sheldon R. Songstad, Ret. do estado de South Dakota e publicado, com um vídeo, que será mostrado abaixo, intitulado "Fema Região 3 Alerta de Emergência !", o governo, obviamente, acredita que algo grande está por vir.

 
Região três inclui, DC, DE, MD, PA, VA, WV. 

Os preparativos listados incluem: curso de formação de nove semanas de paz da ONU no território continental dos EUA para aprender guerra urbana, Inglês e sistemas de armas dos EUA a partir do final da 4 ª semana de julho para 386.000 soldados para ser concluída até 01 de outubro; $ 11 milhões em antibióticos para ser entregues a FEMA a região III até 01 de outubro ordenada pelo CDC;

Ordens de compra pela FEMA para mais de 14,2 milhões dólares para MRE e refeições, aquecedores a serem entregues à Região III em 01 de outubro;

Ordens de compra da FEMA para 22 milhões de bolsas de água de emergência para ser entregue a região III até 01 de outubro;

Ordens de compra da FEMA para 13.600 mil dólares para MRE e refeições e aquecedor a serem entregues para Austin até 01 de outubro;

2800 MRAPs devem ser entregues ao DHS até 1 de Outubro;





 
O alerta copiado de e-mail, na íntegra, a seguir:
 
Fema Região 3 Emergency Alert !FEMA Região III: DC, DE, MD, PA, VA, WVSent: terça - feira, 13 de agosto, 2013 06:43Assunto: Alerta Nacional de Sheldon: o senador Sheldon R. Songstad, Ret. do estado de Dakota do Sul Algumas noites atrás, Donald Trump estava com Greta na Fox News. Disse-lhe que algo grande estava para acontecer, provavelmente a partir da primeira semana de outubro. Ele podia dizer NADA MAIS neste momento. AQUI É O QUE O QUE OS SENADORES do Centro Nacional de Pesquisa de PREPARAÇÃO aparecem ...
 
Ordens de compra FEMA para mais de 14,2 milhões dólares para MRE e refeições e aquecedores a serem entregues à Região III até 1 º de outubro. Ordens de compra FEMA para 22 milhões de bolsas de água de emergência para serem entregues a região III até 1 º de outubro. Ordens de compra da FEMA para 13.600 mil dólares para MRE e refeições e aquecedores para ser entregue a Austin até 1 º de outubro.
 
Curso de formação de nove semanas de forças de paz da ONU no território continental dos EUA para aprender práticas de guerra urbana, Inglês e sistemas de armas dos EUA a partir da 4 ª semana de julho para 386.000 militares para ser concluída até 1 º de outubro.$ 11 milhões em antibióticos para ser entregue a região III da FEMA de 01 de outubro ordenada pelo CDC.
 
Organização Mundial de Saúde, realiza segunda reunião de emergência em sua história para discutir MERS Corona virus. Determinado a vacina deve ser posta em prática 1 º de outubro.
 
2800 MRAPs devem ser entregue ao DHS até 1 º de outubro. Sem licença será permitido aos militares dos EUA a partir de 28 setembro - a 5 novembro. Nor COMM faria um treinamento anual para distúrbios civis suspenso até 27 de Setembro. A ser realizado em áreas costeiras do nordeste. Data de lançamento do relatório do QE3 mudou-se para 16 de outubro.
 
Todos os agentes do DHS devem se qualificar com pistola, espingardas e AR 15 até 28 de setembro. Nenhuma menção de qualificação anual menos letal. Testes esporádicos de GPS e nos satélites de comunicações serão coordenados pela primeira vez com uma data de testes de 29 de setembro. 
 
Mandatos POTUS a FEMA e DHS sobre o apoio às comunidades metropolitanas que lidarão com a mudança de clima extremo e deve ser concluída até 01 de outubro. Esses mandatos foram emitidos durante as últimas três semanas.
 
Mais de 300 sistemas de ensino nos EUA determinaram que eles precisam de kits de três dias para cada escola e kits de três dias para cada aluno a ter com eles. Todas as entregas estão programadas para o mês de setembro.
 
Todas as unidades da Guarda Nacional completarão o controle de distúrbios e treinamento de assistência a desastres durante este ano anual de treinamento de duas semanas. Todas as unidades devem ter sua formação completa até 30 de setembro.Testes diários do Sistema de Transmissão de Emergência para começar em 25 de setembro e executar através de 02 de outubro.
 
Unidades da Guarda Costeira baseados na parte Oriental a realizar treinamentos em grupo maciço, normalmente realizados no Golfo, nas áreas de Virgínia e Delaware. Esta é uma missão de treinamento de 10 dias para começar a 26 de Setembro. 
 
"Deus, por favor ajude a América"Sheldon R. Songstad. O senador Aposentado: South Dakota State.
 
 
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

OMS faz apelo em Pequim por adoção do sistema de saúde universal

China ampliou cobertura da saúde pública de 15% para os 95% atuais.
 
 
 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) pediu nesta quinta-feira (15) a todos os países, sobretudo os em desenvolvimento, como o Brasil, que mantenham seus esforços em conseguir uma cobertura de saúde universal e pública durante a apresentação em Pequim de seu relatório anual.
 
Apresentado pela diretora-geral da OMS, Margaret Chan, o Relatório da Saúde Mundial de 2013 destaca uma alta média de 5% do investimento dos países de renda média e baixa nos últimos anos, com números mais altos em nações como o Brasil, a China e a Índia.
 
"A saúde não deveria depender do bolso de cada um", disse Chan, que apresentou o relatório em Pequim e não em Genebra, sede do organismo e onde a explanação acontece normalmente.
 
A China foi, precisamente, um dos referentes que a diretora geral da OMS usou para pedir a outros países a ampliar seu sistema público sanitário. Segundo dados do organismo citados por Margaret, o país asiático ampliou sua cobertura da saúde pública de 15% da população em 2008 para os 95% atuais, um crescimento "meteórico" — disse — levando em conta a população de mais de 1,3 bilhão do gigante.
 
No entanto, vários organismos, como a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), ainda criticam sobretudo as diferenças do atendimento de saúde na China — que pretende alcançar a cobertura total em 2020 — entre o campo e a cidade, e o difícil acesso das classes mais desfavorecidas à saúde.
 
Além da China, do Brasil e da Índia, Chan destacou o progresso de alguns países africanos na área.
 
"Me orgulha dizer que os países africanos aumentaram em média 26% sua pesquisa no campo da saúde nos últimos anos", enfatizou a diretora da OMS, acompanhada pelos ministros de Saúde da Zâmbia, Joseph Kasone; Gana, Hanny-Sherry Ayittey, e Tanzânia, Hussein Ali Mwinyi, assim como do vice-presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) chinesa, Chen Zhu.
 
Margaret ressaltou que o sistema de saúde universal é "o maior poder igualador da sociedade e a maior expressão de justiça".
 
— Não digo que seja fácil nem barato, há muitos desafios, mas com o compromisso dos líderes políticos e uma gestão adequada é factível.
 
A diretora geral da OMS também apontou a pesquisa como um fator-chave para determinar as prioridades sanitárias de cada país e descobrir como estruturar o sistema, e afirmou que cada vez há maior cooperação internacional nessa área.
 
Para Margaret, a organização tem a obrigação de compartilhar com seus países-membros casos de sucesso em contextos semelhantes para que os modelos possam ser copiados, mas que o principal, financiamento e compromisso, depende dos governos locais.

— A perseverança em alcançar a cobertura da saúde universal é fundamental.

A representante, que foi responsável pela gestão de crise do Sars (síndrome respiratória aguda grave) quando era secretária de Saúde em Hong Kong há uma década, considerou "corajosas" as medidas tomadas por Pequim a respeito e o trabalho que fez para controlar o novo vírus H7N9.

Margaret destacou que o novo tipo de gripe aviária, que segundo publicou hoje a agência oficial "Xinhua" matou 45 pessoas na China continental desde março, não se expandiu fora do país, e que os controles de detecção e prevenção são "muito mais efetivos" agora que faz dez anos.

Assim, apesar de dizer que a OMS acompanhará de perto seu desenvolvimento, já que poderia causar novas mortes durante o inverno, Margaret não quis gerar alarme e pediu calma.

A diretora-geral da organização lembrou que, assim como o aumento do investimento em pesquisa médica contribuiu para melhorar a cobertura sanitária à hora de, entre outros aspectos, fixar prioridades, teve "um papel-chave" em que melhorem as perspectivas diante de emergências como o Sars na última década.

Fonte da matéria: R7

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