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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Zika vírus: epidemia ou enganação?


Se você analisar bem a matéria publicada no jornal (O Estado De São Paulo), (País tem 404 casos confirmados de microcefalia) fica fácil de perceber que nenhuma ligação significativa entre microcefalia e Zika o vírus foi encontrada.  

Não chegou nem perto. Até agora, portanto, não há absolutamente nenhuma razão para alardear uma epidemia de Zika. Fazer isso é muita loucura, por qualquer padrão razoável.

Aqui estão os principais fatos no artigo


Em 30 de janeiro de 2015, 4.783 casos suspeitos de microcefalia foram relatados no Brasil.  

Dos 4.783 casos suspeitos de microcefalia, cobrindo todo o Brasil, 3.670 estão sendo investigados.  

Dos 3.670, 404 casos foram confirmados como microcefalia ou "outras alterações no sistema nervoso central" dos bebês. * Dos 404 casos, 17 "têm uma relação com o vírus zika."   

98% dos 404 casos de microcefalia vêm da região Nordeste do Brasil, e nessa área, Pernambuco tem o maior número de casos: 56.  

Agora, vamos pegar cada um desses fatos relatados e examiná-los. Primeiro: 4.783 casos suspeitos de microcefalia no Brasil. "Suspeitos" é a palavra operativa. Este número não significa nada, porque não diz nada sobre a confirmação. É apenas uma ilustração crua. 3.670 desses casos estão sendo pesquisados. 

Destes 3670, 404 foram confirmados como microcefalia ou outras alterações no sistema nervoso central dos bebês. A palavra chave aqui é "ou". Os pesquisadores não sabem quantos dos 404 bebês têm microcefalia. No máximo, seriam 404. 404 casos de microcefalia em todo o Brasil, até o momento.  

Isso não é uma epidemia. Por exemplo, a cada ano nos EUA, há 25.000 casos de microcefalia. E a literatura é muito clara sobre as causas: qualquer insulto ao cérebro do feto durante a gravidez pode resultar em microcefalia. Desnutrição grave, cair de escadas, um golpe no estômago, uma droga tóxica de rua ou a administração de medicamentos ou vacina ou pesticidas, e assim por diante.  

Destes 404 (possíveis) casos de microcefalia no Brasil, 17 bebês foram encontrados "tendo uma relação com o vírus Zika." É difícil ser mais vago. Mas, por uma questão de argumento, vamos dizer que em cada um dos 17, com um teste correto feito corretamente, o vírus Zika foi isolado. Esta constatação não se aproxima nem remotamente prova de que o Zika está causando microcefalia.   

Está a milhas de distância da prova. Qualquer investigador honesto irá dizer-lhe isso. Se o Zika foi a causa, os pesquisadores devem ter sido capazes de encontrá-lo na esmagadora maioria dos 404 bebês. 17 de 404 é, de fato, a grande evidência de que o Zika não é a causa. 

98% dos 404 (possíveis) casos de microcefalia vêm da região Nordeste do Brasil. Antes de saltar a qualquer conclusão, perceba que as normas para a comunicação de tais casos diferem de região para região. Até agora, não houve foco nacional sobre microcefalia. Assim, pode haver outros casos de outras regiões. 

Quanto aos 56 casos em Pernambuco, entender que a população desta área é de 9,27 milhões de pessoas. É importante notar que a agricultura comercial é comum em Pernambuco, e agricultura significa pesticidas tóxicos - um importante fator causal na microcefalia, como já descrito em outros artigos.  

Para resumir, os investigadores até agora descobriram 404 casos de microcefalia no Brasil, e quem sabe quantos desses são realmente algum outro tipo de comprometimento do sistema nervoso. E desses 404 bebês, eles encontraram, no melhor dos casos, 17 casos onde o vírus Zika estava presente.  

E esta é a epidemia que está agitando o mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) está liderando a propaganda infundada e a histeria. No mínimo, centenas de funcionários da OMS devem ser imediatamente demitidos de seus empregos, se não forem presos.  

Fonte: Activist Post 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Médicos identificam superbactéria inédita em paciente brasileiro

Uma superbactéria inédita no mundo foi identificada no sangue de um paciente que ficou internado no Hospital das Clínicas de São Paulo no ano passado e colocou a comunidade científica internacional em alerta.

O microrganismo estava alojado em um homem de 35 anos que tinha micose fungoide (um tipo de câncer de pele). Ele também era diabético e dependente químico.

Segundo a médica Flávia Rossi, diretora do laboratório de microbiologia do HC e uma das autoras do artigo, o homem começou a apresentar muitas infecções na pele e depois no sangue. Apesar do tratamento com diversos antibióticos, a febre persistia.

A superbactéria é de uma classe já conhecida, mas tem características que a tornam única: a capacidade de infectar pessoas saudáveis, fora do hospital, e um alto nível de resistência aos antibióticos mais usados para tratar infecções severas.

O artigo com a descrição do caso foi publicado na semana passada na revista "The New England Journal of Medicine". O trabalho reuniu pesquisadores brasileiros, americanos e europeus.

"É diferente de tudo que já vimos. Essa mutação pode causar infecções na comunidade e não mais só nos hospitais", alerta o médico Cesar Arias, líder da equipe de pesquisa do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, em Houston (EUA).

A cepa original da superbactéria pertence a uma classe conhecida como SARM (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) e é uma das causas mais comuns de infecções de pele e mucosas em pessoas de todas as idades, inclusive as saudáveis.


[Imagem: 14112644.jpeg]


Mais virulento e resistente, o novo microrganismo representa um problema de saúde pública, na avaliação de Cesar Arias. "Ele não responde à vancomicina, um dos antibióticos mais comuns e baratos nesse tipo de tratamento, e à meticilina, do grupo das penicilinas."

A superbactéria foi isolada em uma das análises de rotina do laboratório. Além da resistência incomum, a equipe do HC percebeu que ela tinha um padrão diferente das que já haviam sido descritas.
O material foi enviado então ao grupo de Arias, no Texas, onde foi feita uma investigação molecular detalhada.

"A 'alma' dela, que é a parte genética, está ligada a bactérias de linhagem comunitária. Todas as descritas anteriormente, que já eram poucas [13 no mundo], eram de linhagem hospitalar, tinham um DNA maior. Essa nova tem um DNA menor, o que facilita a transmissão mais rápida e também entre pessoas saudáveis da comunidade."

No caso do paciente do HC, a infecção causada pela superbactéria foi debelada com um antibiótico mais potente (bactemicina), mas, debilitado, o homem morreu três meses depois de pneumonia, em novembro do ano passado.

Segundo Flávia, como o microrganismo não infectou outros pacientes, não há risco imediato nem motivo para alarde. No entanto, reforça a médica, é preciso intensificar a vigilância, especialmente dentro dos hospitais.

Ela diz que ainda há no país muitas instituições sem laboratórios de microbiologia, aparelho fundamental para a detecção rápida e tratamento correto da infecção.
"Se eu não tenho um laboratório bem estruturado e bem equipado, não tenho como reconhecer a bactéria."

Flávia explica que hoje há uma deficiência de suporte diagnóstico. "Às vezes, a devolução do resultado de um exame demora cinco dias. Se for mais rápido, consigo intervir mais precocemente."

Para ela, com o alerta mundial, novos estudos de vigilância microbiológica serão feitos. "Precisamos entender melhor a genética dessa bactéria e monitorá-la de perto."

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioe...eiro.shtml 
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Falsa bandeira programada? FEMA se prepara para situação de pandemia

FEMA Accelerates Preparations For Pandemic 210114fema
A Federal Emergency Management Agency está à procura de contratantes para fornecer lixeiras tamanho 40 jardas, juntamente com especialistas que podem eliminar os resíduos bio-médico contaminado durante uma emergência nacional.

” O Request for Information (RFI) aparece no site FedBizOpps e pede, "feedback dos fornecedores do setor de remoção de resíduos que podem, potencialmente, fornecem ou serviço de lixo e / ou bio-médico de recolha de resíduos e serviços de remoção durante os eventos de resposta de emergência dentro dos Estados Unidos continentais (território continental dos EUA) área de sua responsabilidade."

FEMA é a intenção de ter um ou mais empreiteiros a fornecê-los com o serviço como parte de um contrato por tempo indeterminado que terá inicialmente um comprimento de base de um ano, com quatro opções adicionais de 12 meses.

A RFI afirma que os contratantes "devem pegar regulamentados resíduos (infecciosos ) por dia" e uma página de pergunta anexado pede aos empreiteiros se eles podem fornecer lixeiras de diferentes tamanhos e rapidez com que pode ser fornecido.

FEMA, sem dúvida, afirma que este é apenas parte dos preparativos de 'rotina' para emergências nacionais de saúde, que pode ou não acontecer, embora isso não impede que alguns de expressar a preocupação de que a agência federal está se preparando para uma grande pandemia como a gripe aviária H7N9 um vírus que atingiu os Estados Unidos.

Um site ligado a ordem de lixo a uma solicitação anterior da FEMA buscando 100.000 calças "Doctor Scrubs" e camisetas para serem entregues dentro de 48 horas a 1.000 tendas hospitais em todo o país.
 
” Contratados responderam ao pedido incomum, afirmando que eles não foram capazes de cumprir uma tal "cenário de Armagedom".

China está experimentando atualmente um surto de vírus H7N9, que deixou dezenas de pessoas em estado grave, com várias mortes.

Fonte: Prison Planet
VIA: Libertar.in

domingo, 15 de dezembro de 2013

ATENÇÃO!!! Estão infectando os blogs progressistas com Trojan



Atenção!!! blogueiros progressistas, estão infectando nossos blogs via sistema de comentários, semana passada dei o alerta.
 
Moderem os comentários de seus blogs e deletem tudo que estiver com links, isso destrói o blog sendo impossível a recuperação.

Foram criados dois perfís, um para a plataforma Blogger e o outro para oWordpress.

Perfís que estão distribuimdo Trojans em nossos blogs:

Para Worldpress

http://brunaabora.wordpress.com/

Para o Blogger

http://www.blogger.com/profile/07361730159063068397


Vejam o endereço do arquivo


 
Escrevem como se tivessem um arquivo, não deixem passar.

A campanha começou, querem nos calar, atenção máxima !!!!  Atenção ao que postam!!!
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Jogadores baixam versão pirata de GTA V para PCs e recebem 18 GB de vírus

Versão para computadores do game da Rockstar ainda não foi anunciada pela empresa
 

(Fonte da imagem: Divulgação/Rockstar Games)
 
Com o sucesso de Grand Theft Auto V, diversos jogadores começaram a criar petições e pedir uma versão do game para os PCs, plataforma que ficou de fora do lançamento do título. Agora, algumas pessoas resolveram apelar para a pirataria de um jogo que não existe para PCs e estão pagando o preço: 18 GB de vírus.

Alguns jogadores, querendo burlar leis e o bom senso, começaram a baixar um torrent chamado “GTA V Full PC Game + Crack”. O download é do mesmo tamanho que a versão para os consoles de GTA V, trazendo arquivos de instalação como se fosse um game legítimo. Ao tentar instalá-lo, a pessoa é direcionada a um site que faz uma pesquisa falsa para liberar uma chave do título.

Obviamente, se trata de um endereço criado para enganar os usuários, enquanto vírus são instalados no computador.

Caso você tentou dar uma de espertalhão, fica o seguinte aviso: A Rockstar Games NÃO lançou Grand Theft Auto V para PCs. Isso pode (e deve) acontecer no futuro, mas, até o momento, todo e qualquer download que você encontrar do game é falso. 

O fato de você estar baixando o título por torrent já deveria mostrar o seu erro, portanto, saiba que você também pode colocar em risco os seus dados se tentar jogar um título que nem anunciado para computadores foi.

Referência: TecMundo
Fonte: IDG Now

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Nobel de Medicina: "cura de doenças não é rentável para a Indústria Farmacêutica"

 
O ganhador do Prêmio Nobel de Medicina, o britânico Richard J. Roberts, denunciou as grandes indústrias farmacêuticas por colocarem seus benefícios econômicos na saúde das pessoas, impedindo o avanço científico na cura de doenças por não ser rentável.
 
"Os medicamentos que curam não são rentáveis ​​e, portanto, não são desenvolvidos pela indústria farmacêutica, que, no entanto, desenvolvem drogas que são consumidas cronicamente de forma massificada.", disse Roberts em uma entrevista para a revista 'PijamaSurf'. "Alguns medicamentos que poderiam curar toda a doença não são investigados. Até que ponto é verdade que a indústria da saúde é regida pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, nos quais são muito parecidos com uma máfia.", diz o Nobel da Medicina de 1993. O cientista e pesquisador acusa a indústria farmacêutica de se omitir a servir as pessoas e preocupar-se apenas com o desempenho econômico. "Eu vi como em alguns casos, pesquisadores dependentes de fundos privados poderiam ter descoberto medicinas muito eficazes que poderiam acabar completamente com uma doença.", explicou.

Ele acrescenta que as empresas param de investigar, porque "elas não estão tão interessadas em curar você quanto em conseguir ganhar dinheiro, por isso que a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam em tudo, mas sim que fazem a doença ser cronificada e fazem aparecer uma melhoria, que desaparece quando você para de tomar o medicamento".
 
Diante disso, ele diz que é comum para a indústria o interesse em áreas de pesquisa, não para curas de doenças, mas "apenas para tornar com drogas a doença cronificada muitos mais rentável do que a cura completa e de uma vez por todas".
 
Quanto aos motivos pela qual os políticos não intervêm, Roberts argumenta que "em nosso sistema, os políticos são apenas funcionários das  grandes cidades, que intervem no que é necessário para que sejam elegidos pelos seus filhos, e se não forem, compram os que são elegidos".
 
Fonte: RT

sábado, 21 de setembro de 2013

Apesar de nenhuma morte recente, seis óbitos estão em investigação por conta de H1N1 e outras gripes no Estado

 
Duas mortes foram descartadas de serem em consequências das doenças, conforme a Secretaria Estadual de Saúde
Foto: Deurico Ramos/Arquivo Capital News
 
De acordo com o relatório divulgado neste sábado (21) pela Secretaria Estadual de Saúde sobre ocorrências de H1N1 (gripe suína), H3N2 e Influenza B em Mato Grosso do Sul, seis óbitos estão em investigação no Estado: duas em Campo Grande, uma em Ponta Porã, uma em Rio Brilhante, uma em Sidrolândia e uma em Tacuru.

Neste ano, morreram pelas doenças nove pessoas. Cinco mortes foram confirmadas por H1N1, sendo três na Capital, uma em Ponta Porã e uma em Dourados; mas duas mortes por H3N2 foram confirmadas em Campo Grande; e a Influenza B matou uma pessoa em Bandeirantes e outra em Ribas do Rio Pardo.

O boletim divulgado é o de número 32, e contabiliza as últimas ocorrências em MS até a quinta-feira (19).
  
Lida do site: Capital News     

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Flúor na água aumentará ainda mais

Querem nos intoxicar ainda mais. Mas a desculpa é sempre em prol da saúde. Já não bastam as várias campanhas de vacinação, querem aumentar, ainda mais, a quantidade de flúor ao abastecimento da água. São Paulo e Paraná são os Estados que vão receber primeiro o aumento de flúor para a água.
 
 
 
SÃO PAULO: Conselho de Odontologia de SP alerta para falta de flúor na água
 
Quantidade encontrada nas amostras está abaixo do exigido.
A adição da substância no tratamento da água é lei federal.

Alerta sobre a qualidade da água: uma pesquisa feita pelo Conselho de Odontologia de São Paulo mostra que falta flúor na água que abastece metade dos municípios avaliados. A adição da substância no tratamento da água é lei federal, mas a quantidade encontrada nas amostras está muito abaixo do recomendado.

Em alguns casos, está entre seis e sete vezes abaixo do que determina a lei. O Conselho Regional de Odontologia analisou a água de 105 municípios paulistas e alerta que a falta de flúor na água é um risco para a saúde da população.


PARANÁ: Secretaria da Saúde incentiva adição de flúor no abastecimento de água

A Secretaria de Estado da Saúde iniciou os trabalhos do Comitê Técnico para Fluoretação, criado para estimular municípios e empresas de abastecimento a implantarem a fluoretação e monitorem adequadamente o teor de flúor adicionado à água da rede pública. Dos 684 sistemas públicos de abastecimentos do Estado, 542 têm flúor na água.

A boa cobertura de fluoretação da água potável do Estado, em 380 dos municípios, se deve principalmente ao trabalho desenvolvido em municípios cujo abastecimento é de responsabilidade da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O programa de fluoretação da companhia cobre 99% dos seus sistemas. Em municípios que administram sua própria rede de abastecimento o índice de cobertura é de 67%.
 
A fluoretação da água amplia a proteção contra a cárie dentária. De acordo com o coordenador do comitê, Léo Kriger, o flúor só concede proteção quando é utilizado de maneira correta, ou seja, em concentrações que variam entre 0,6 e 0,9 miligrama por litro.

Fontes:

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/notic...-agua.html

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticia...to-de-agua

http://verdadexplicita.blogspot.com.br/2...e-eua.html

Conclusão
 
O argumento que se usa para adicionar o veneno chamado Flúor na água usada para beber, é que o Flúor contribui para proteger os dentes, algo que nunca foi provado conclusivamente. Em outros estudos foi provado que o Flúor pode causar problemas ósseos, dentários e câncer.

Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de Flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas.

2013 foi o ano de campanhas e mudanças na Saúde: campanha de vacinação contra a gripe (meia e terceira idade); contra o HIV (crianças e adolescentes); vacinação contra a catapora (crianças); e agora o flúor a mais, com a desculpa das cáries...

Para a elite, já passou da hora da Agenda se cumprir. Isto é, ou vai, ou racha... Cabe a nós nos informarmos e impedir que nos mediquem e droguem a força.

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

"Deus nunca interrompe a alegria de seus filhos se não for para lhes proporcionar uma mais certa e maior." - Alessandro Manzoni



domingo, 18 de agosto de 2013

Organização Mundial de Saúde é acusada de promover vacinas que beneficiam fabricantes

Jeannie Stokowski-Bisanti

O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, cidade a 180 km de Nairobi, no Quênia, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. 

Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.

 


O Ministro da Saúde japonês nomeou uma força tarefa para investigar aproximadamente 2.000 reações adversas e para elaborar um relatório sobre a segurança das vacinas. As vacinas, Gardasil e Cervarix, estavam sendo ministradas a meninas com idades entre 11 e 14 anos em Kitui. 
 
O governo japonês aconselhou as autoridades que parassem de promover a vacinação de meninas com Gardasil e Cervarix até que mais estudos sejam concluídos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a FDA americana recomendou vacinas contra o HPV como Gardasil e Cervarix contra o câncer do colo do útero, apesar de preocupações quanto à sua segurança.
 
A empresa americana Merck Sharp& Dohme (Merck & Co) é a fabricante do Gardasil, enquanto que o Cervarix é fabricado pela britânica GlaxoSmithKline PLC (GSK). A FDA licenciou o Gardasil da Merck em 2006, e o Cervarix da gSK entrou no mercado em 2007. 
 
Instituições médicas japonesas agora são obrigadas por lei a informar às jovens ou aos seus pais que o governo não recomenda mais as vacinas devido às reações adversas associadas a ela.
 
O artigo afirma que quatro tipos de HPV, dos mais de 100 tipos, estão associados ao câncer do colo do útero e que nunca houve provas conclusivas de ligações entre a infecção do HPV e o desenvolvimento de câncer cervical. 
 
Críticos afirmam que as vacinas não foram utilizadas por tempo suficiente para constituir prova de que elas podem prevenir o câncer do colo do útero. O governo municipal da região de Kanto, no Japão, declarou: “Omitir a recomendação é o mesmo que desaconselhar a vacina”.
 
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Examinar: World Health Organization accused of promoting vaccines to benefit manufacturers 
 
 
Leia esses alertas:


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Substância perigosa encontrada em carne brasileira

 
 
Russos questionam, porém nada é falado aqui no Brasil.
 
Produtores brasileiros continuam a utilizar um estimulador de crescimento chamado Ractopamina, altamente nocivo à saúde humana.
 
O chefe do Serviço Federal Russo de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária, Serguei Dankvert, informou que os especialistas veterinários russos poderão fiscalizar novamente os fornecedores de carne brasileiros já em fins deste ano.
 
Esta informação foi comunicada no decurso de uma conversa telefônica com o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura do Brasil, Enio Marques.
 
Qual a razão desta medida? Em primeiro lugar, durante as conversações anteriores, a parte brasileira foi solicitada a fiscalizar as empresas de transformação de carne avícola a fim de excluir desta lista as que utilizam soluções com teor de cloro para desinfetar os seus produtos.  
 
Esta prática é proibida pela legislação da Aliança Alfandegária. Infelizmente, esta fiscalização não foi realizada e a lista de empresas não foi atualizada. Nesta situação, surgem dúvidas a respeito da fidedignidade da certificação efetuada pelo serviço veterinário brasileiro.
 
Em segundo lugar, os produtores brasileiros – não todos, certamente, mas alguns deles – continuam a utilizar um estimulador de crescimento chamado ractopamina. Este perigoso suplemento de alimentação animal já foi várias vezes pedra de tropeço nas relações comerciais entre os dois países.
 
Dado o caráter das violações detetadas, a parte russa chegou à conclusão de que o atual sistema, de acordo com o qual cada lote de carne bovina ou suína vem acompanhada por um documento que garante a ausência de ractopamina, tem um caráter formal e não se justifica.
 
Solicitamos a Alexei Alekseenko, chefe do serviço de imprensa do Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária, que respondesse a várias questões.
 
"Será mais um turno de fiscalização de empresas brasileiras especializadas na transformação de carne. Semelhantes fiscalizações realizam-se de uma maneira bastante regular. Uma atenção especial será dedicada ao sistema que garante a segurança dos produtos fornecidos à Rússia.  
 
Trata-se, em primeiro lugar, de estimuladores biológicos, cujo uso é proibido no nosso país. Acontece que o Brasil pertence ao número de quatro países, ao par dos EUA, México e Canadá, que têm utilizado ativamente o estimulador farmacológico americano de produtividade, a ractopamina.  
 
Por isso, a tarefa principal dos nossos peritos consiste em certificar-se de que o sistema brasileiro de segurança não admitirá o fornecimento da carne com ractopamina ao nosso mercado. Além disso, serão fiscalizados também outros parâmetros, em particular, o grau de eventual contaminação da carne com metais pesados e outras substâncias microbiológicas. 
 
Isto é, será verificada a execução fiel das normas de segurança, previstas pela legislação da Rússia e da Aliança Alfandegária."
 
A questão de utilização deste complemento de alimentação animal foi discutida reiteradas vezes com os colegas brasileiros. Eles sabem e compreendem perfeitamente que o seu uso é proibido pela legislação russa mas desrespeitam as exigências em vigor. Por quê?
 
"Acontece que, neste caso, temos uma questão econômica. É que o uso de semelhantes preparados permite aumentar o peso vivo do animal em 10%. Mas o que nos interessa não é a vantagem obtida pelos colegas brasileiros, mas, sim, a segurança do consumidor russo."
 
Pode-se apontar na qualidade de momento positivo o fato de o serviço veterinário brasileiro ter preparado e entregado à parte russa as diretrizes de execução das exigências dos países-membros da Aliança Alfandegária, que estabelecem as normas de garantia da segurança da carne bovina, suína e avícola.  
 
O sistema tem como base o princípio de controlo total “desde a granja até o navio cargueiro”. Os especialistas russos irão estudar os documentos apresentados. Depois disso, as consultas serão continuadas.
 
Serguei Dankvert e Enio Marques trocaram também opiniões sobre os eventuais fornecimentos de cereais russos ao Brasil. Qual é a situação atual?
 
"Acontece que os países-integrantes do Mercosul resolveram eliminar as taxas alfandegárias impeditivas e pôr em ordem as tarifas. Portanto, o trigo russo passa a ser um produto em pé de igualdade com os produtos de outros países.  
 
E isso diz respeito não somente ao mercado brasileiro mas também a todos os mercados dos países da Comunidade Econômica da América do Sul. O Brasil foi o primeiro a manifestar interesse em relação à importação de trigo russo."

Os fatos citados são da responsabilidade do autor.
Viktor Voronov
 
Fonte da matéria:
 
Via: Libertar.in



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Identificada provável transmissão de gripe aviária entre humanos

Até o último dia 30 de junho, foram registrados 133 casos de H7N9 no leste da China, com 43 mortes.
 
Pesquisadores dizem ter identificado, pela primeira vez, uma "provável transmissão" entre humanos de um novo tipo de vírus da gripe aviária.
 
A publicação científica The British Medical Journal (Jornal Britânico de Medicina) reportou que uma mulher de 32 anos foi infectada pelo pai, do qual ela cuidava por estar também com o vírus. Os dois morreram. O caso ocorreu na China. 
 
Até o momento, não se tinha nenhuma evidência de qualquer pessoa infectada pelo vírus H7N9 por contato com outros humanos. Só havia casos registrados de pessoas que tiveram contato direto com aves infectadas - transmissão animal-humanos.
 
Apesar da má notícia, especialistas dizem que isso não significa que o H7N9 tenha a habilidade de se espalhar facilmente entre humanos.
 
Até o último dia 30 de junho, foram registrados 133 casos de H7N9 no leste da China, com 43 mortes.
 
Na maioria dos casos chineses, as pessoas infectadas ou que morreram visitaram mercados de venda de aves e tiveram contato próximo com animais vivos uma ou duas semanas antes de ficarem doentes.

Cuidado intensivo

Os pesquisadores já identificaram que a mulher de 32 anos que morreu na China foi infectada em março, depois de cuidar do pai, de 60 anos de idade, que estava no hospital.

Diferentemente do pai, que visitou um mercado de aves uma semana antes de ficar doente, ela não teve contato conhecido com qualquer ave, mas ficou doente seis dias depois do último contato com ele.

Os dois morreram em unidades de cuidado intensivo depois de falhas múltiplas dos órgãos.

Testes feitos no vírus que infectou os dois pacientes mostraram que os tipos identificados eram praticamente idênticos geneticamente, o que reforça a teoria de que a filha foi diretamente infectada pelo pai.

  • "Particularmente, se uma pessoa infectada continua a infectar outros - em média, mais do que uma outra pessoa - isso será um forte alarme de que estaremos num estágio inicial de uma epidemia"
  • James Rudge, professor da Escola de Higiêne e Medicina Tropical de Londres

Autoridades de saúde pública da China testaram 43 pessoas que tiveram contato com os pacientes, mas todos apresentaram resultado negativo para o vírus H7N9, o que sugere que a habilidade desse tipo de vírus de se espalhar é limitada.

Os pesquisadores disseram que enquanto não houver evidência para sugerir que o vírus ganhou a habilidade de se espalhar de pessoa para pessoa eficientemente, este foi o primeiro caso de "provável transmissão" de humano para humano.

Alarme

"Nossos achados reforçam que o novo vírus possui um potencial para uma contaminação pandêmica (difusão do vírus em nível global)", afirmaram os pesquisadores chineses.

Para James Rudge, professor da Escola de Higiêne e Medicina Tropical de Londres (London School of Hygiene and Tropical Medicine), a transmissão limitada do vírus H7N9 não é uma surpresa e já foi identificada em outros tipos de gripe aviária, como o H5N1, que depois alcançaram níveis de contaminação de pessoa para pessoa em escala mundial.

"Seria muito preocupante se começarmos a ver longas cadeias de transmissão entre pessoas, quando uma pessoa infecta uma pessoa, que depois infecta mais e mais pessoas".

"Particularmente, se uma pessoa infectada continua a infectar outros - em média, mais do que uma outra pessoa - isso será um forte alarme de que estaremos num estágio inicial de uma epidemia", explica Rudge.

Um editorial da publicação científica British Medical Journal, do qual o professor James Rudge foi coautor, concluiu que o caso chinês sugere que o H7N9 está perto de se desenvolver em nossa próxima pandemia. "Isso reforça o lembrete de que temos que permanecer extremamente vigilantes".

Fonte da matéria: BBC Brasil


Cientistas propõem criar vírus H7N9 mutante para combater gripe aviária

Um grupo internacional de cientistas propõe manipular geneticamente o vírus da gripe aviária.

A(H7N9) para desenvolver medidas mais eficazes contra uma pandemia potencialmente devastadora, revelou um estudo divulgado esta quarta-feira nos Estados Unidos e no Reino Unido.

Este vírus, particularmente contagioso, apareceu na China no começo da primavera passada no hemisfério norte e infectou neste país 130 pessoas, 43 das quais morreram.

Nesta terça-feira, um estudo publicado na revista British Medical Journal falava do primeiro caso de transmissão entre pessoas do H7N9 na China. As duas pessoas infectadas, pai e filha, morreram.

Além disso, o vírus mostrou sinais de resistência aos principais antivirais.

A epidemia agora está sob controle graças ao fechamento de vários mercados de aves de criação, a principal fonte de infecção, e pelo fato de as temperaturas serem muito elevadas no verão.

Mas o vírus pode ressurgir no inverno, com a capacidade potencial de ser transmitido por via aérea entre seres humanos, explicaram os cientistas em carta publicada nas revistas americana Science e britânica Nature.

Os cientistas, em especial o virologista holandês Ron Fouchier (Roterdã) e o americano Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin-Madison, descrevem o método que usariam para decodificar em laboratório o processo molecular chave no H7N9 com manipulações genéticas e criar desta forma um vírus mutante mais agressivo, resistente aos antivirais ou capaz de ser transmitido de pessoa a pessoa.

Com estas experiências, esperam "encontrar o que torna este agente patogênico potencialmente mortal para o homem e como deter sua propagação".

Eles explicam que neste caso, os estudos epidemiológicos clássicos e a vigilância não dão tempo suficiente às autoridades sanitárias para elaborar uma resposta eficaz a uma eventual pandemia.

Os cientistas também destacam que tomarão as precauções necessárias para trabalhar com vírus modificados geneticamente e respeitarão os estritos regulamentos postos em marcha na questão em 2012 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Estados Unidos para trabalhos polêmicos sobre o vírus da gripe H5N1.

O doutor Fouchier e seu colega, Yoshihiro Kawaoka, tinham criado cada um um vírus mutante H5N1 da gripe, capaz de ser transmitido entre mamíferos. Em 2011, autoridades americanas bloquearam a publicação de seus estudos durante meses, por medo de uma ameaça bioterrorista ou que o vírus escapasse do laboratório.

Um grupo de 40 cientistas aceitou uma moratória sobre este tipo de trabalho, que foi levantada este ano.

Os cientistas destacam em sua carta que a controvérsia suscitada pelos pesquisadores sobre o vírus mutante H5N1 "foi saudável porque relança o diálogo sobre a segurança sanitária dos laboratórios e sobre o uso duplo das pesquisas" civis e militares.

Nos Estados Unidos foram impostos, ainda, controles suplementares para minimizar os riscos nos laboratórios, afirmaram.

Em uma correspondência publicada esta quarta-feira, o Departamento de Saúde dos Estados Unidos indicou que todas as pesquisas que financiam e visam a criar um vírus H7N9 capaz de ser transmitido entre mamíferos por via aérea serão objeto de maior controle.

Fonte da matéria: Terra Brasil

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