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terça-feira, 11 de março de 2014

ONU sugere pela 1ª vez descriminalização do uso de drogas

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A ONU admite em um documento elaborado para uma reunião na próxima semana em Viena que os objetivos na luta mundial contra as drogas não foram cumpridos até agora e sugere pela primeira vez a descriminalização do consumo de entorpecentes.

"A descriminalização do consumo de drogas pode ser uma forma eficaz de 'descongestionar' as prisões, redistribuir recursos para atribuí-los ao tratamento e facilitar a reabilitação", afirma um relatório de 22 páginas do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), ao qual a Agência Efe teve acesso.

A UNODC não quis fazer comentários à Efe sobre o conteúdo do documento, mas várias fontes diplomáticas especializadas em política de drogas concordaram que é a primeira vez que o organismo menciona a descriminalização de forma aberta.

A descriminalização do consumo pessoal, já aplicado em alguns caso no Brasil e vários países europeus, supõe que o uso de drogas seja passível de sanções alternativas ao encarceramento, como multas ou tratamentos.

No caso específico Uruguai foi legalizada a compra e venda e o cultivo de maconha, e estabelecida a criação de um ente estatal regulador da droga.
 

Em qualquer caso, a descriminalização não representa uma legalização nem o acesso liberado à droga, que segundo os tratados só pode ser usada para fins médicos e científicos, mas não recreativos.

Portanto, o consumo seguiria sendo sancionável (com multas ou tratamentos obrigatórios), mas deixaria de ser um delito penal.
 

A UNODC assegura no relatório que "os tratados encorajam o recurso a alternativas à prisão" e ressalta que se deve considerar os consumidores de entorpecentes como "pacientes em tratamento" e não como "delinquentes".

Na próxima quinta-feira em Viena, a comunidade internacional avaliará na Comissão de Entorpecentes da ONU a situação do problema das drogas e se foram cumpridos os objetivos pactuados em 2009 em um roteiro para uma década, quando em 2014 já se percorreu a metade do caminho.

Em 2009, os Estados da Comissão adotaram uma Declaração Política que previa que se "elimine ou reduza consideravelmente" a oferta e a demanda de drogas até o ano 2019, um ambicioso objetivo que por enquanto está longe de ser cumprido.

Para o debate deste ano, a UNODC elaborou este relatório, assinado por seu diretor executivo, o russo Yury Fedotov, no qual avalia a situação atual da luta contra as drogas.

O relatório aponta progressos "desiguais", mas reconhece que "a magnitude geral da demanda de drogas não mudou substancialmente em nível mundial", o que contrasta com os objetivos fixados em 2009.

Apesar de a UNODC ressaltar que o mercado da cocaína e o do cannabis se reduziram, reconhece que o aumento dos estimulantes sintéticos, mais difíceis de detectar, e a recente aparição de centenas de novos entorpecentes de última geração enfraquecem esses avanços.

A prevalência mundial do consumo de drogas continua assim "estável" em torno de 5% da população adulta, e as mortes anuais causadas por seu consumo se situam em 210 mil pessoas.

A UNODC admite as dificuldades para precisar as tendências globais das drogas pela carência de dados fidedignos sobre o narcotráfico, o dinheiro lavado dos entorpecentes e a fabricação de substâncias sintéticas, entre outros aspectos.

A queda do consumo de drogas nos países ricos se viu compensada com um aumento nos países em desenvolvimento, que não estão tão preparados nem têm recursos suficientes, lamenta a UNODC.

Também se indica que "o tráfico de drogas desencadeou uma onda de violência" na América Latina e que em "alguns países da América Central se registraram os índices de homicídio mais elevados do mundo, frequentemente com números de mortos superiores aos de alguns países afetados por conflitos armados".

Em seguida, se destaca que alguns líderes latino-americanos chamaram atenção para os enormes recursos que movimentam os narcotraficantes e solicitaram, segundo a UNODC, que "se examinem os enfoques atuais do problema mundial da droga".

O relatório assinala que "é importante reafirmar o espírito original dos tratados, que se centra na saúde. O propósito dos tratados não é travar uma 'guerra contra as drogas', mas proteger a 'saúde física e moral da humanidade'".

O documento insiste que a legislação internacional sobre drogas é flexível o bastante para aplicar outras políticas, mais centradas na saúde pública e menos na repressão.

No entanto, a UNODC adverte que menosprezar as leis internacionais contra as drogas piorará a situação, já que "um acesso não controlado às drogas" ajuda "o risco de um aumento considerável do consumo nocivo de entorpecentes".

Além disso, salienta a importância da prevenção e do tratamento, e ressalta que os direitos humanos devem ser respeitados sempre na hora de combater as drogas e critica a aplicação da pena de morte por delitos de tráfico ou consumo de entorpecentes.

Fonte:
http://atarde.uol.com.br/mundo/materias/...-de-drogas
VIA:
Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

ONU e Anistia Internacional exigem atitudes efetivas contra violência no Maranhão

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O ano findou, mas os reflexos de sua passagem continuam arraigados na memória dos parentes das vítimas resultantes da lamentável onda de ataques que alastrou-se no estado do Maranhão, evidenciando a triste realidade do sistema penitenciário brasileiro.

Rebeliões, mortes, decapitações, denúncias de estupros, superlotação, condições precárias. São termos que definem a situação do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão. Só no ano passado foram 60 assassinatos dentro do presídio. Desde 2007, 173 presos foram mortos. Para a Human Rights Watch Brasil a situação é agravada pela recusa do poder público em encarar um problema crônico.

A Anistia Internacional classificou de “inaceitável” o fato de a situação se prolongar por tanto tempo “sem nenhuma atitude efetiva das autoridades responsáveis”, cobrando principalmente a implementação de medida cautelar decretada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA em 16 de dezembro, assegurando iniciativas urgentes para diminuir a superlotação vigente, garantir a segurança daqueles sob a custódia do estado e a investigação e responsabilização pelas mortes ocorridas dentro e fora do presídio.

A ONU, por meio do Alto Comissariado para os Direitos Humanos, lamentou ter que, “mais uma vez, expressar preocupação com o péssimo estado das prisões no Brasil e instar as autoridades a tomarem medidas imediatas para restaurar a ordem na Penitenciária de Pedrinhas”.

A ONU, pede ainda que autoridades brasileiras realizem uma investigação imediata, imparcial e efetiva sobre os acontecimentos, e coloquem urgentemente em operação o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Tortura promulgado no ano passado.

É no mínimo paliativo, irresolvível por assim dizer, a introdução no Complexo Penitenciário da Tropa de Choque e a Força Nacional. 22 líderes de facções criminosas já foram transferidos para penitenciárias federais, mas para o secretário de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão Sebastião Uchoa, em casos semelhantes, os detentos voltam piores ao estado de origem.

O local tem capacidade para 1.700 pessoas, mas abriga 2.500.

Contudo, as inquietações são: Como se chega a tamanho imbróglio sem nenhuma intervenção? Como se explicar a complacência e subserviência dos responsáveis diretos pelo Complexo? É inaceitável que a situação tenha de ter alcançado tamanhas proporções, para que tais responsáveis resolvessem tirar as arestas dos olhos e intervir.

Após semanas de silêncio entediante a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, decidiu se reportar.


Ainda que esquivando-se, meio perdida no caos, coincidentemente no dia em que mais um vídeo foi divulgado com imagens de três presos decapitados, a ministra divulgou nota considerando toda a situação “com nítidas violações de direitos humanos da população carcerária e de seus familiares”.

A ministra convocou reunião para traçar um plano a fim de cessar imediatamente tais violações.

É fato que ao se falar em efetivação de políticas públicas para um país de proporções continentais, o percurso metodológico é árduo e gradativo.

Todavia, o que é inaceitável para as organizações internacionais e principalmente para a população é fazer desta uma massa de manobra, caracterizando o joguinho de faz-de-conta, remanejando para o próximo as competências e responsabilidade s da situação, numa tentativa sem êxito de camuflar a realidade.

João Batista Cirilo


Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2014_01_09/ONU...nh-o-0689/
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ONU Alerta:Caminhão com carga radioativa perigosa é roubado no México

Caminhão com carga radioativa perigosa é roubado no México
Informação é da agência nuclear da ONU.

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Veiculo foi roubado em Tepojaco, perto da Cidade do México.

Um caminhão com uma carga radioativa perigosa destinada a "fins médicos" foi roubado no México, informou nesta quarta-feira (4) a agência nuclear da ONU. O veículo foi levado de Tepojaco, perto da Cidade do México.


A Comissão Nacional de Segurança Nuclear (CNSNS) afirmou que o caminhão, que estava transportando uma fonte de cobalto-60 para teleterapia de um hospital de Tijuana para um centro de resíduos radioativos.

"No momento em que o caminhão foi roubado, a carga estava devidamente protegida. Apesar disso, o conteúdo pode ser extremamente perigoso para uma pessoa se a proteção for retirada ou se estiver danificada", informou a agência da ONU.

Além disso, o organismo internacional acrescenta que as autoridades mexicanas estão realizando uma busca pelo caminhão e emitiram um comunicado de imprensa para alertar os cidadãos.

A AIEA informou que ofereceu seu apoio ao México para prestar assistência no caso.

O material não pode ser utilizado em uma arma convencional, mas em teoria pode ser empregado nas chamadas 'bombas sujas', artefatos explosivos que propagam material radioativo sobre uma ampla extensão.

Os especialistas alertam há tempos sobre os riscos de armazenar grandes quantidades deste tipo de materiais em hospitais e outros centros de todo o mundo sob medidas de segurança insuficientes.

Fonte:
Agência Brasil
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 11 de outubro (C-FAM) Sexta-feira tarde da noite, o último dia da reunião final numa série de conferências da ONU, autoridades africanas rejeitaram tentativas da ONU e de ativistas de direitos sexuais para promover a homossexualidade e o aborto.
A conferência da ONU para delinear uma agenda de desenvolvimento para a África concluiu numa colisão feroz entre valores regionais e as normas “progressistas” promovidas por agências da ONU sobre as questões polêmicas tais como o aborto e a orientação sexual. Os líderes africanos apareceram preparados para a reunião na Etiópia para rejeitar frases vagas promovidas pelos ativistas de direitos sexuais.
Num comunicado à imprensa, a Comissão Econômica da ONU para a África (CEONUA) observou que 17 países expressaram reservas sobre três dos compromissos no documento final, subestimando-o como “normal em tal tipo de negociações.”
A polêmica centrou na convocação de direitos humanos para todos “sem distinção de qualquer tipo,” uma frase que a CEONUA confessou como aberta a uma “interpretação elástica a significados que poderiam ser inaceitáveis na África por várias razões.”
O jornal Zambia Daily Mail foi mais explícito, noticiando que “a maioria dos delegados derrubou uma cláusula que buscaria promover direitos gays e lésbicos,” acrescentando que esse foi um “reflexo claro da posição da maioria dos países africanos sobre a homossexualidade.”
Para alguns, meramente apresentar uma reserva não era suficiente. O delegado do Chade disse, “Deve-se registrar que o Chade não tem parte nessa declaração,” acusando o documento de ser “um jeito sutil de introduzir algo que pode pegar alguns países de surpresa.”
Os delegados de outros países ecoaram essa preocupação, antecipando pressões para mudar leis nacionais de acordo com “o espírito dessa declaração.”
Alguns delegados também expressaram reservas sobre a linguagem relacionada ao aborto. O Sudão e o Egito frisaram que qualquer referência ao aborto deve estar “de acordo com as leis e políticas nacionais.”
Os diplomatas africanos não estão sozinhos. No mês passado, os bispos católicos da Nigéria divulgaram uma declaração denunciando “as tentativas contínuas de agências estrangeiras para introduzir valores prejudiciais em nossa sociedade em suas campanhas de aborto, distribuição de camisinhas e promoção de uniões homossexuais.”
Autoridades de 52 países africanos trabalharam no documento, chamado a Declaração de Addis Ababa. Não carrega o peso de um tratado, mas contribuirá para a agenda global de controle populacional e desenvolvimento além do aniversário de 20 anos em 2014 do Programa de Ação do Cairo.
Como o Friday Fax noticiou na semana passada, a combinação exclusiva de fertilidade e pobreza da África a torna um “campo prioritário de testes” para experimentos sociais e aumenta sua vulnerabilidade às pressões das agências internacionais, organizações da sociedade civil e governos que fazem contribuições.
A Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres enviou equipes para Addis Ababa para conduzir um seminário de promoção de vários dias para equipar grupos na realização de uma campanha para promover direitos sexuais e reprodutivos, “inclusive acesso ao aborto seguro e legal.” Depois que a conferência terminou, Shannon Kowalski, diretor de promoção, expressou seu desapontamento no Twitter: “Ainda me sentindo traumatizado com o frenesi de ódio da semana passada.”
Até o momento da publicação desta reportagem, a declaração total e as reservas dos países não foram divulgadas. Um diplomata comentou que “algumas pessoas estão infelizes que as referências a certas tendências não apareciam na declaração e daí não estão com muita vontade de fazer propaganda delas.”
Fonte: Friday Fax
Tradução e Via: Julio Severo

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Governo Brasileiro Envia Estagiária Para Reunião da ONU Sobre Espionagem

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Apesar de prometer forte ação sobre tema, Brasil vira espectador em encontro da ONU

Apesar de ter anunciado uma forte ação internacional contra a espionagem dos EUA, o governo brasileiro enviou para a reunião da cúpula de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) que discutiria justamente esse tema ontem, em Genebra, uma diplomata de baixo escalão que acabou substituída, durante o dia, por uma estagiária.

O Brasil chegou a patrocinar a convocação do encontro, ao lado de Alemanha e países escandinavos. Mas nas duas horas de reunião a delegação brasileira não pediu a palavra uma só vez e a estagiária se limitou a tomar nota do que dizia cada um dos participantes. Enquanto isso, a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo, promovia um almoço para sua despedida do cargo.

A presidente Dilma Rousseff promete usar seu discurso na Assembleia-Geral da ONU na semana que vem para levantar o assunto. Ontem, porém, ONGs e diplomatas de vários países se surpreenderam diante do silêncio do governo do Brasil.

Na reunião, diplomatas discutiram o caso brasileiro, em que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) é suspeita de monitorar e-mails da própria presidente, além de dados sigilosos da Petrobrás. O encontro contou com a alta comissária Navi Pillay e o relator da ONU para Liberdade de Expressão, Frank La Rue. Na plenária lotada, embaixadores de diversos países, inclusive dos EUA e do Reino Unido.

Ficou acertado que a ONU deverá convocar ainda neste ano uma sessão especial do Conselho de Direitos Humanos para debater de novo o tema. A meta é que uma resolução seja apresentada para esclarecer qual a posição do direito internacional em relação à espionagem.

Navi Pillay deixou claro que governos precisam agir para proteger a privacidade e as atuais leis não estão garantindo essa proteção. "A tecnologia permitiu níveis sem precedentes de interferência no direito à privacidade." Sua principal preocupação é com a arbitrariedade na busca por informações de cidadãos. Ela ainda se disse "preocupada" com o fato de que argumentos de segurança nacional possam justificar "abusos".

La Rue propôs que a ONU crie um relator que ficará responsável por redigir princípios que deveriam ser seguidos por países, na forma de um tratado internacional. "A regra é simples: toda a lei (de espionagem) que existe no mundo offline deve ser válida para o mundo online. Se para abrir uma carta no correio alguém precisa de uma ordem judicial, isso também deve ocorrer na internet", disse.

O relator da ONU para Liberdade de Expressão admitiu que governos precisam se ocupar de assuntos de segurança nacional. "Mas o que estamos falando aqui é de um sistema de monitoramento que coloca em risco o próprio sistema democrático. A falta de privacidade limita a liberdade de expressão."

Mais de dez países tomaram a palavra para expor suas posições, desde Equador a Paquistão, Suíça a Montenegro.

Entidades. No encontro, 250 entidades da sociedade civil, várias delas brasileiras, apresentaram 13 princípios que governos deveriam seguir no que se refere à espionagem e ao controle da web. O documento pede que governos sejam transparentes sobre o uso de monitoramento da web, ajam dentro da lei, respeitem direitos individuais e atuem com proporcionalidade.

Fonte:
Estadão: Governo põe estagiária em reunião de espionagem 
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

domingo, 6 de outubro de 2013

Onze países prometem manter a Homossexualidade na agenda da ONU. Brasil está entre eles


Onze países anunciaram que continuarão a hastear a bandeira do arco-íris na ONU apesar de retrocessos em anos recentes.

John Kerry, secretário de Estado dos EUA, e autoridades de dez países prometeram promover a homossexualidade na ONU numa declaração dada na semana passada.
 
O “Principal Grupo LGBT,” como é chamado os onze países, se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgênero (LGBT).

A declaração louva países que revogaram leis contra a sodomia, sancionaram projetos de lei que criminalizam a “homofobia” e têm outras proteções especiais para os homossexuais.

Kerry tentou ser otimista sobre o progresso de direitos LGBT na ONU, e descreveu recentes acontecimentos como “incompreensíveis” numa declaração divulgada mediante do Departamento de Estado.

Mas a rota para fazer com que as nações celebrem a homossexualidade permanece íngreme, como os grupos homossexuais descobriram em anos recentes.
 
Apesar de campanhas intensas lideradas pelos Estados Unidos, os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” são parte de apenas uma resolução da Assembleia Geral. Essa resolução é sobre matanças extrajudiciais, e mesmo assim, a conclusão sempre é de uma votação fechada.

Em 2010, os Estados Unidos prometeram uma resolução da Assembleia Geral sobre direitos homossexuais. Tal resolução não tem apoio suficiente dos países membros da ONU. Os céticos dizem que a recente declaração equivale a pouco mais do que um comunicado de imprensa e meramente sacia os desejos dos representantes que querem direitos LGBT.

A maioria dos países da Ásia e África faz objeção à homossexualidade. Mundialmente, 80 países têm leis contra a sodomia. Menos de 20 reconhecem as duplas de mesmo sexo, e só 14 permitem que indivíduos do mesmo sexo se casem.

Navi Pillay, a autoridade mais elevada da ONU para direitos humanos, tem encabeçado a causa LGBT na ONU em anos recentes e tem enfrentado resistência em cada ocasião. Os países se ressentem que a equipe dela recebe verbas destinadas exclusivamente para direitos LGBT dos países nórdicos e ainda pede mais dinheiro do orçamento da ONU.

Cientes desses desafios, os Estados Unidos estão financiando ativistas homossexuais de outros países. O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo.

Só a Argentina, Brasil, Croácia, União Europeia, França, Israel, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega e os Estados Unidos compareceram à reunião. Eles a descreveram como um evento “pioneiro” da ONU. O evento não foi anunciado no Jornal da ONU, que apresenta a lista de reuniões oficiais da ONU, e aconteceu numa sala pequena do Secretariado.

Um porta-voz do Secretariado disse que a reunião foi “anunciada” e que qualquer um dos 194 países membros da ONU poderia ter pedido para comparecer. Os diplomatas russos, que estão sendo criticados pelas leis da Rússia que protegem as crianças de nocivas propagandas sexuais, teriam dito que não estavam cientes que a reunião estava ocorrendo.

O grupo de países recebeu a adesão do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), do Observatório de Direitos Humanos e da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos.

Ainda que nenhum tratado internacional mencione direitos LGBT, esses grupos dizem que o direito internacional exige novos direitos especiais para os homossexuais que incluam privilégios para duplas de mesmo sexo, reconhecimento de identidades transgêneros e leis anti-“homofobia” com mecanismos policiais especiais, entre outros.

Grupos Abortistas na ONU Miram Mulheres Africanas

Dra. Rebecca Oas

NOVA IORQUE, EUA, 4 de outubro (C-FAM) “Quantas mulheres inférteis o Fundo de População da ONU está ajudando?

 
Não é uma pergunta que o Dr. Babatunde Osotimehin estava esperando num debate televisionado sobre crescimento da população mundial. O diretor do FNUAP murmurou: “um número considerável.”
 
O outro membro da mesa-redonda não ficou satisfeito. “Seria correto dizer que é zero?” insistiu o Prof. Matthew Connelly.
 
A pergunta de Connelly ilustra a combinação desconfortável entre o movimento feminista mundial e o movimento de controle populacional, que viram na promoção da contracepção um ponto em comum. 
 
Para as feministas, o planejamento familiar (isto é, evitar filhos) é um meio das mulheres realizarem suas aspirações; para os ambientalistas, é um modo de garantir menos pessoas.
 
Enquanto as mulheres desejam famílias menores, os interesses dos dois movimentos coincidem. Mas e quanto às mulheres que querem filhos? Essa pergunta cada vez mais se centra no continente africano.
 
Dados de pesquisas globais mostram que as mulheres africanas querem mais filhos do que as mulheres em outros países do mundo — acima de cinco filhos por mulher na África subsaariana.
 
Tal aceitação cultural de filhos pode agravar a tristeza de mulheres que sofrem do emergente problema da infertilidade na África, o qual é muitas vezes o resultado de infecções tratáveis. Essa questão permanece em grande parte negligenciada como uma prioridade de desenvolvimento.
 
A África está atrás do resto do mundo em pobreza, saúde materno-infantil e infraestrutura geral. Osotimehin a descreve como o “campo de testes final” para as iniciativas de desenvolvimento.
 
Aproximadamente vinte anos atrás, a ONU realizou uma conferência mundial no Cairo que estabeleceu uma agenda global de desenvolvimento. Agora essa agenda está se aproximando de um importante aniversário e ocasião para revisão. 
 
Nesta semana, a África realizará a última de uma série de conferências regionais para debater prioridades de desenvolvimento para além de 2014.
 
Os grupos feministas visaram cada uma dessas conferências regionais para alcançar o que não conseguiram no Cairo: o estabelecimento de um direito internacional ao aborto. Uma organização feminista descreveu suas prioridades como “acesso ao aborto seguro e legal, contracepção moderna e educação sexual abrangente.”
 
Autoridades governamentais se queixaram de que as conferências da América Latina e Ásia-Pacífico foram “sequestradas” para promover o aborto e direitos sexuais.
 
A reunião regional final será em Addis Ababa, Etiópia. Na semana passada uma conferência de jovens realizada na mesma cidade divulgou uma lista de “prioridades dos jovens africanos.”
 
A cerimônia de abertura apresentou uma palestrante da Federação Internacional de Planejamento Familiar exortando os participantes a colocar forte ênfase nos serviços de saúde sexual e reprodutiva.
 
O documento de jovens pediu que os governos removessem as restrições legais ao aborto e garantissem acesso “seguro e abrangente” ao aborto.
 
Um das maiores razões dadas para promover o aborto e o planejamento familiar na África é o elevado índice de mortes maternas e infantis. 
 
Embora os grupos feministas e de controle populacional prescrevam aborto e contraceptivos como uma solução principal, menos bebês não tornarão o parto mais seguro para mães ou crianças. 
 
Sem melhor infraestrutura de assistência de saúde e acesso a transporte adequado — que são responsáveis pela grande melhoria nos resultados de saúde materna em outras regiões como a América Latina — as mulheres e as crianças continuarão a sofrer e morrer no parto.
 
A Fundação Gates também está mirando a África. Em novembro, a capital da Etiópia realizará uma conferência complementar à Cúpula de Planejamento Familiar de Londres onde os líderes mundiais se comprometeram a dar bilhões de dólares para garantir que as mulheres tenham as famílias que querem — enquanto isso significar ter menos filhos.
 
Tradução e via: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

sábado, 5 de outubro de 2013

Vergonha: OMS-ONU espalha cartilha para iniciação SEXUAL de BEBÊS recém-nascidos na Europa!


Para os que acham que a situação não pode piorar, afirmo: falta-lhes criatividade.

A OMS (Organização Mundial de Saúde), juntamente com o governo alemão, elaborou uma cartilha de educação sexual infantil que já se encontra espalhada pela Europa. 
 
"Coisa leve": com indicações para crianças... RECÉM-NASCIDAS!!! em diante, até os quinze anos.

Para os que acham que exagero, vejam a página 53 da Standarts for Sexuality Education in Europe e leiam algumas das informações a serem transmitidas para a faixa etária de zero a quatro anos:

"el goce y el placer cuando tocamos nuestro propio cuerpo: la masturbación de la primera infancia; el descubrimiento del propio cuerpo y de los genitales; el hecho de que el placer físico es una experiencia propia (cercana) y normal de vida; la ternura y la cercanía física (contacto) como una expresión del amor y el afecto."

Não é de admirar que somente agora, três anos após a elaboração e chancela da União Européia, o povo do Velho Continente esteja percebendo o que está acontecendo, afinal as ideologias revolucionárias, que possuem o domínio do linguajar politicamente correto e estabeleceram o monopolólio da virtude, há décadas transformaram a Europa em seu parque de diversões. 
 
Assim, não por acaso, os europeus, e talvez somente alguns poucos deles, deram-se conta, um pouco tarde demais, sobre o fato de as organizações internacionais (OMS, ONU, UNESCO...) quererem, literalmente, ferrar com as crianças.

Atualmente, uma das iniciativas adotadas pelas famílias européias que não aceitam as "sugestões" da OMS em prol do "desenvolvimento sexual" de suas crianças é uma petição virtual que solicita o recolhimento de tal material e a não intervenção governamental nestes assuntos.

Não se enganem: o lixo europeu em breve chegará por aqui (a cartilha recomenda sua disseminação mundial). E não serão poucos os que aceitarão tais discursos e práticas, dando vazão, sob a asquerosa aparência de benefício à saúde, de abordagem "positiva e holística" da questão, às mais sombrias e devastadoras violências contra as crianças.

Cliquem aqui, vejam e assinem a petição. Na mesma página vocês encontrarão um link, ao final, para download da cartilha, aos que tiverem estômago forte.

Referência: Libertar
Fonte: Mídia Sem Máscara

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Dilma na ONU: Veja dá o tom da manipulação

Veja não exibiu Dilma discursando na Assembleia da ONU e o título da matéria revela preocupação com as eleições 2014. É possível que a revista sinta falta dos tempos em que o Brasil era caracterizado pela subserviência a Washington.

As abordagens da imprensa ao discurso de Dilma na ONU (Reprodução – Jornal CGN)
 
 
Que a grande mídia brasileira está em processo acelerado de perda de credibilidade não é novidade, mas Veja se esforça para decretar a falência definitiva.

Matéria sobre o discurso de Dilma na ONU foi ilustrada por Veja com uma imagem que não retrata o momento do discurso.

A revista da editora Abril também sugere preocupação com 2014 no título da notícia.
É possível que a revista sinta falta dos tempos em que o Brasil era caracterizado pela subserviência a Washington

Se alguém queria saber o significado da tão propalada expressão “a grande mídia brasileira manipula”, eis um bom exemplo.

Fonte: Pragmatismo Político 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Assembleia Geral da ONU 2013

 
 
A guerra civil na Síria deve dominar a reunião anual da Assembleia-Geral da ONU, que teve início nesta terça-feira (24) em Nova York. A indignação internacional pelos programas de espionagem dos EUA também deve estar em pauta.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que o principal item da pauta da Assembleia será a guerra civil da Síria, que começou há dois anos e meio e, segundo a ONU, já matou mais de 100 mil pessoas e deixou milhões de refugiados.

A ONU realiza encontros anuais com os principais chefes de estado de todo o mundo e dai? o que o mundo e a sociedade ganha com isso?

Tudo isso é um teatro de simbolizações e hipocrisia que existe por razões louváveis porem no encontro verificamos apenas vaidade, prepotência e mentira onde os países mais ricos dominam. É pura politicagem.

A grande mídia tem divulgado que no encontro dois pontos estão como temas principais são estes: A espionagem do Estados Unidos e a crise na Síria, o que não deixa de ser assuntos importantes que merecem estar em pauta na assembleia.

Se imaginarmos a situação que o Brasil sofreu com a espionagem do Estados Unidos, o que é algo gravíssimo que feri nossa soberania.

Imaginemos que a Korea do norte tivesse espionado o Estados Unidos. Como seria o seu comportamento diante disto? seria assim como o nosso pais tão diplomático e sereno? ou teria medidas mais drásticas e como todos nós sabemos até mesmo uma possível guerra haveria?

Não queremos guerra mas uma posição mais coerente com o que fomos vitimados e expostos para todo o mundo. É vergonhoso sabermos que não existe privacidade em nada que fazemos em nossa própria casa o Brasil é como se estivessimos em uma casa de vidro ou um tipo de Big brother sem qualquer privacidade!

Por que devemos nos comportar assim? quem ganha com isso? ou seria tudo isso um grande teatro onde tivemos participação ativa na espionagem colaborando e facilitando? É algo a ser questionado sem duvida isso acabara em pizza como a maioria de tudo ocorre infelizmente em nosso pais o Brasil. Receberemos um pedido de desculpas e esta tudo bem!

Do que vale a ONU de verdade?

Para facilitar o apoio do mundo a favor dos países mais ricos, negligenciar o cumprimento de acordos firmados e tão logo não cumprido pelos países mais ricos. É muito engodo que se faz e pouca ação para o que realmente importa. A melhoria de vida para as pessoas em todo o mundo.

Eu não me engano com a ONU é um braço forte da Nova ordem Mundial e esta ai para manter e manipular tudo a favor da Nova ordem Mundial em seus planos ocultos. Questionar é preciso para que haja verdade.

Referência: Nos dias de Noé

sábado, 28 de setembro de 2013

Agência da ONU É Repreendida por Interferir em Negociações da ONU

Dr. Stefano Gennarini

NOVA IORQUE, EUA, 27 de setembro (C-FAM) Diplomatas e ministros de Bangladesh estão acusando uma agência da ONU de se meter em seus assuntos e enganar uma conferência internacional. O embaixador de Bangladesh na ONU atacou as ações polêmicas da agência na imprensa.


A agência em questão é o polêmico Fundo de População da ONU (FNUAP). O FNUAP foi criticado no passado porque ajudou a estabelecer e implementar coercivos programas de controle populacional em vários países.
 
O FNUAP instruiu a delegação de Bangladesh sobre como votar e o que dizer numa conferência finalizada recentemente em Bangcoc, de acordo com o Dhaka Tribune. O jornal noticiou que os delegados se sentiram “sem jeito” porque o FNUAP pagou as despesas da delegação e colocou um representante de uma organização não governamental na delegação para pressioná-los. Os relatórios vieram de membros da delegação e outras fontes internas. 
 
O documento da conferência está sendo abundantemente elogiado como “inovador” por declarar os direitos sexuais e reprodutivos como “indispensáveis” para o desenvolvimento sustentável e uma “parte essencial” da agenda de desenvolvimento pós-2015. Esses termos são polêmicos porque os ativistas pró-aborto e alguns dentro do sistema da ONU dizem que eles incluem o aborto.
 
Os relatórios lançam uma sombra sobre o resultado da conferência que teve o comparecimento de 500 delegados, ministros e autoridades de 47 países, indicando que alguns delegados estavam fazendo o papel do FNUAP e não representavam a vontade soberana de seus respectivos países.
 
O FNUAP mostrou suas expectativas de antemão aos delegados da conferência, instruindo-os no que dizer e como votar. Uma nota do FNUAP orientou a “deixar de votar contra quaisquer propostas em favor de serviços LGBT” e “fortemente apoiar” informações, serviços e educação de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes.
 
M.M. Niazuddin, ministro da Saúde de Bangladesh, que liderou a delegação, admitiu que o FNUAP preparou um discurso para ele. Ele disse que um discurso preparado pelo embaixador de Bangladesh para a ONU era “longo demais.”
 
A.K. Abdul Momen, embaixador de Bangladesh e um experiente elaborador de políticas internacionais, atacou a pressão para aceitar direitos sexuais, direitos LGBT e polêmicos programas de educação sexual durante a conferência. Ele disse que a educação que está vindo do sistema da 
ONU envolve ensinar crianças pré-pubescentes “como ter sexo por meio de desenhos animados.”
 
As revelações das táticas do FNUAP levam a perguntas sobre como ele gasta o dinheiro dos países que fazem contribuições. A agência tem sido o tema de múltiplas auditorias.
 
O FNUAP diz que seu orçamento de 1 bilhão de dólares vai para a facilitar a disponibilização da contracepção, combater a fístula obstétrica, reduzir a mortalidade materna e outras questões. Apenas neste ano o FNUAP organizou duas outras conferências regionais como a de Bangcoc.
 
Nafis Sadik, ex-diretora do FNUAP, admitiu no começo deste ano que ela usou doações do FNUAP para colocar ativistas pró-aborto em delegações governamentais em conferências internacionais. Essa notícia mais recente mina mais ainda a credibilidade do FNUAP.
 
A conferência foi uma oportunidade para o FNUAP colorir o jeito que os países entendem o Programa de Ação da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento (CIPD) de 1994 — um acordo fundamental de políticas sociais da ONU. 
 
O sistema da ONU está realizando uma revisão de 20 anos da CIPD, e conjuntamente está estabelecendo uma agenda de desenvolvimento pós-2015 para substituir as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
 
O FNUAP está pressionando os países a adotar políticas polêmicas como direitos de aborto, novos direitos especiais para indivíduos LGBT e direitos sexuais para menores como prioridades para a agenda de desenvolvimento pós-2015.  
 
Os países rejeitaram essas políticas em 1994. Várias delegações na Conferência da Ásia expressaram reservas a referências no documento final que fazem os países avançarem para a aceitação dessas políticas.
 
Referência e Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Espionagem é grave violação dos direitos humanos, critica Dilma na ONU

Jornal do Brasil

Em seu esperado discurso de abertura na Assembleia Geral das Nações Unidas, na manhã desta terça-feira (24), em Nova York, a presidente Dilma Rousseff criticou a espionagem feita pelos Estados Unidos, classificando-a como grave violação dos direitos humanos.

"Recentes revelações sobre atividades da rede global de espionagem provocaram repúdio no mundo. No Brasil, a situação foi ainda mais grave. Aparecemos como alvo desta intrusão.

Dados de cidadãos foram alvo, informações empresariais ficaram na mira da espionagem, assim como representações diplomáticas brasileiras e a própria presidência tiveram comunicação interceptada. Isso fere o direito internacional. Estamos diante de um grave caso de violação dos direitos humanos e civis. Exigimos explicações e garantias de que isso não se repetirá. Não podemos permitir que ações ilegais sejam consideradas normais. São inadmissíveis", disse.

Dilma prosseguiu seu discurso destacando a importância da soberania e condenando o argumento dos EUA do combate ao terrorismo para justificar as espionagens. "Jamais uma soberania pode firmar-se em detrimento de outra soberania. Pior ainda quando empresas privadas estão sustentando esta espionagem. Não se sustenta o argumento de que a interceptação se destina a proteger nações contra o terrorismo. 

O Brasil sabe proteger-se. O Brasil repudia, combate e não dá abrigo a grupo terroristas. Somos democráticos, pacíficos e vivemos em paz com nossos países vizinhos há mais de 140 anos. Lutei contra o arbítrio e a censura e não posso deixar de defender a privacidade e a soberania de meu país. Sem direito à privacidade não há liberdade de opinião e democracia, não há base de relacionamento entre nações."

Dilma Rousseff discursa na Assembleia Geral da ONU, em Nova York
 
A presidente afirmou ainda que o Brasil reforçará seus sistema de segurança para impedir mais espionagens. "Redobraremos os esforços para nos proteger de violações. Faremos o que for possível para defender os direitos humanos e as empresas brasileiras. O problema transcende a relação de dois países e exige uma resposta da comunidade internacional.
 
A ONU deve desempenhar papel de liderança para regular o comportamento dos Estados frente a esta tecnologia da importância da internet para democracia no mundo." Dilma prosseguiu afirmando que o Brasil apresentará uma proposta de um marco civil multilateral para uso da internet e a garantia da proteção de dados que por ela trafeguem.
 
Política nacional

No decorrer de seu discurso, Dilma destacou as ações do Brasil no combate à pobreza e a construção de uma "vasta rede de proteção social por meio do programa Bolsa Família". Dilma frisou que o país tirou 22 milhões de pessoas da extrema pobreza, reduziu a mortalidade infantil e vinculou 75% dos royalties do petróleo para a educação, e 25% para a saúde.
 
Dilma também citou as recentes manifestações no Brasil, destacando que o governo não reprimiu os protestos, procurando compreender as reivindicações. "Nós viemos das ruas. A rua é o nosso chão. 

Manifestantes pediram avanço, mais participações sociais. Democracia gera mais desejo de democracia, inclusão gera mais desejo de inclusão. Não basta ouvir, é necessário fazer", disse Dilma antes de citar os pactos lançados pelo governo federal nas áreas de saúde, educação e transporte.

Fonte: Jornal do Brasil


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Comissão da ONU acusa governo e oposição na Síria

Presidente de comissão, brasileiro Paulo Pinheiro reclama de abusos e banalização da guerra. 
 
Agência ANSA
 
O presidente da Comissão de Investigação das Nações Unidas, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, comentou hoje, em Genebra, durante a apresentação do relatório à Comissão dos Direitos Humanos, que tanto o governo sírio quanto os grupos rebeldes perpetraram uma grande quantidade de abusos no país.
 
"Esses crimes e abusos foram cometidos em especial no norte da Síria", acusou. Apesar de repudiar as ações dos rebeldes, porém, ele acusou o governo sírio de tortura. "A tortura é sistematicamente usada em centros de detenção do governo", comentou.
 
Para ele, a indignação da comunidade internacional não deve ser apenas com o uso das armas químicas, mas com o cotidiano de guerra por que passa a Síria. "A maior obscenidade na Síria não são os ataques químicos, que mataram entre duas mil e duas mil e quinhentas pessoas.
 
Há dezenas de milhares de mortos nos bombardeios, 100 mil, segundo cálculos. O horror não é apenas que a guerra tenha chegado outra etapa, mas que os bombardeios continuam", analisou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
 

"A tortura é sistematicamente usada em centros de detenção do governo", comentou.

Pinheiro considera positivo o acordo entre Estados Unidos e Rússia para que a Síria coloque seu arsenal de armas químicas sob a tutela da ONU. "Esse acordo tem de ser celebrado como passo decisivo para afastar o perigo de armas químicas no conflito.

Lembre como estávamos uma semana atrás, a um passo de ataque aéreo", avaliou na mesma entrevista. Ele ainda previu um conflito de difícil solução, dando a entender que o acordo político seria o mais indicado, devido às cisões que dividem o país. "

Apesar de o governo ter as Forças Armadas do tamanho das do Brasil, 350 mil efetivos, na realidade só um terço está operando, e sem condições de assegurar as defesas em todas as províncias do país. Os grupos rebeldes, por outro lado, estão divididos.

Para aumentar a confusão, há a cereja do bolo, os grupos ligados à [rede] Al Qaeda. Ainda tem as outras minorias, os cristãos de diferentes procedências, e 500 mil refugiados palestinos, hoje afetados pelo conflito. Diante de tudo isso, não há vitória possível. A única saída é uma negociação política", opinou. (ANSA)

 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Planos Globais para substituição do Dólar

 
 
Tradução do artigo Global Plans to Replace the Dollar, de Bridgette Grillo, Krystal Alexander e Nicole Fletcher - http://www.voltairenet.org/Global-Plans-...the-Dollar -

«As nações já ultrapassaram o limite em subsidiar as aventuras militares dos Estados Unidos. Durante as reuniões de Junho de 2009, em Ecaterimburgo, na Rússia, os líderes mundiais, como o Presidente Hu Jintao da China e na altura o seu homólogo russo Dmitry Medvedev e outros altos funcionários das seis nações da
Organização para Cooperação de Xangai, deram o primeiro passo formal à substituição do dólar como moeda de reserva mundial.»

A admissão às reuniões foi negada aos Estados Unidos. Se os líderes mundiais forem bem sucedidos, o dólar cairá drasticamente em valor; o custo das importações, incluindo o petróleo, subirão assim como as taxas de juro.

Os estrangeiros vêm o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e a organização mundial de comércio (World Trade Organization), como os substitutos de Washington no sistema financeiro apoiado por bases militares e porta-aviões americanos que circulam à volta do globo. Mas esse domínio militar é um vestígio do império americano que não é mais capaz de governar pela força económica.

O poder militar dos EUA é musculoso, embora se baseie mais em armamento atómico e ataques aéreos a longa distância, do que em operações em terra, as quais se tornaram politicamente impopulares para serem montadas em grande escala.

Em Junho de 2009, Chris Hedges escreveu:

“os arquitectos deste novo intercâmbio global percebem que, ao quebrar o dólar também quebram o domínio militar dos Estados Unidos. Os seus gastos militares não podem ser sustentados sem este ciclo de pesados empréstimos. O orçamento oficial para a defesa dos EUA relativo ao ano fiscal de 2008 foi de $623 biliões. De acordo com a Agência Central de Inteligência, o orçamento mais próximo deste valor foi a da China, com US $65 biliões»

Para financiar a permanente economia de guerra, os EUA inundam o mundo com dólares. Os bancos centrais dos destinatários estrangeiros transformam os dólares em moeda local e ficam com um problema. Se um banco central não gastar o dinheiro nos Estados Unidos, a taxa de câmbio contra o dólar aumenta e os exportadores são penalizados.
 
Isto tem permitido que os EUA imprimam dinheiro sem contenção, comprem produtos importações e empresas estrangeiras, financiem a sua expansão militar e garantam que as nações estrangeiras, como a China continuam a comprar títulos de Tesouro americanos.

Em Julho de 2009, Presidente Medvedev ilustrou o seu apelo à substituição do dólar por uma moeda supranacional, ao sacar do bolso uma amostra da “moeda do futuro.” A moeda, que tem as palavras “Unity in Diversity”, foi cunhada na Bélgica e apresentada aos chefes das delegações do G8.

Em Setembro de 2009, a Conferência das Nações Unidas Sobre Comércio e Desenvolvimento (United Nations Conference on Trade and Development), propôs a criação de uma nova moeda que substitua o dólar como moeda de reserva. A ONU quer redesenhar o sistema de intercâmbio internacional, Bretton Woods. A formação desta moeda será a maior reforma monetária desde a II Guerra Mundial.

A China está envolvida em negócios com o Brasil e Malásia para denominar o seu comércio em yuan, enquanto a Rússia promete começar a operar com o rublo e moedas locais.

Além disso, nove países latino-americanos chegaram a acordo sobre a criação de uma moeda regional, o “sucre”, visando a redução do uso do dólar americano.

Os países, membros da Aliança Bolivariana para as Américas (ALBA), bloco esquerdista idealizado pelo presidente Hugo Chávez da Venezuela, reuniram-se na Bolívia, onde prometeram prosseguir com a nova moeda para o comércio intra-regional. Os países membros do ALBA são a Venezuela, Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua, Dominica, São Vicente e Granadinas e Antígua e Barbuda.

O ciclo do suporte à permanente economia de guerra dos EUA parece estar quase no fim. Logo que o dólar deixe de inundar os bancos centrais e ninguém compre títulos do Tesouro, o império militar global americano colapsa. O impacto na vida diária para a população dos EUA pode vir a ser grave.

Os nossos autores prevêem que, além do aumento dos custos, os Estados e municípios vejam os seus fundos de pensão a serem drenados. O governo será forçado a vender infra-estruturas, incluindo estradas e transporte para empresas privadas. Imóveis comerciais e privados vão valer menos de metade do seu valor actual.
 
A equidade negativa que já assola 25 por cento dos lares americanos será expandida e incluirá quase todos os proprietários de imóveis. Vai ser difícil pedir empréstimos e impossível vender imóveis, a menos que sejam aceites perdas maciças. As lojas vazias começarão a aparecer quarteirão em quarteirão. Encerramentos serão epidémicos. Haverá longas filas para comer sopa e muitos sem abrigo.

Actualização por Michael Hudson (Global Research)

[Imagem: hudson-200x300.jpg?w=100&h=150]

Alguns países estrangeiros estão actualmente a tentar criar um sistema monetário internacional em que a poupança dos bancos centrais não financie o défice militar dos Estados Unidos.

Actualmente, os haveres em dólares estrangeiros assumem a forma de títulos do Tesouro, usados para financiar o défice orçamental interno americano (principalmente militar) e em grande parte devido aos gastos militares.

A Rússia, China, Índia e Brasil têm assumido a liderança na busca de um sistema alternativo. Mas quase nenhuma informação sobre este sistema esteve disponível nos EUA e mesmo na imprensa europeia, com excepção de uma versão mais curta do meu artigo “Desdolarização” que publiquei no Financial Times de Londres.

As discussões sobre a criação do novo sistema monetário alternativo não vieram a público. Eu fui convidado pela China para discutir as minhas opiniões com os funcionários de lá, para dar aulas em três universidades e posteriormente fui convidado a escrever as minhas propostas para o Premier Wen Jiabao, ficando pendente outra visita antes das reuniões deste ano entre a China, Rússia, Índia e Brasil, com o Irão presente na qualidade de visitante.

Agora que o euro entrou em colapso, existem poucas alternativas ao dólar como moeda de reserva. Isto implica que não há nenhuma moeda nacional, que seja um repositório de valores estável para a economia internacional.

Enquanto isso, gestores norte-americanos do dinheiro, conduzir o voo do dólar para o Brasil, China e outros países com “mercados emergentes” .

Nas circunstâncias actuais, estes países vendem os seus recursos e empresas gratuitamente — enquanto os dólares gastos para os comprar acabam nos bancos centrais, onde são reciclados em títulos de tesouro americanos, ou são usados para comprar divida da Zona Euro.

O resultado deste enigma é a pressão para acabar com a era da “livre circulação de capitais” e a introdução do controlo do capital.

Não houve quase nenhuma discussão na imprensa da minha história ou do problema em si. Os órgãos de comunicação social dos Estados Unidos e Europa, ignoraram a proposta alternativa ao actual estado das coisas.

Actualização de Fred Weir (The Christian Monitor)

[Imagem: fred-weir_mugshot_180.jpg?w=150&h=147]

Esta história ilustra um aspecto da posição russa que reflecte os distintos interesses geopolíticos desse país e como diferem do Ocidente, em termos de história, cultura e nível de desenvolvimento económico.

A Rússia herdou da antiga União Soviética, relações estreitas com muitos países que os EUA considera como “estados vilões“, incluindo o Irão, Cuba e Venezuela. Continua a existir muita simpatia oficial e pública por esses países e pela oposição ao sistema global dos Estados Unidos, apesar de Moscovo não ver grande sentido na ideologia anti-ocidental ou mesmo qualquer objectivo prático de mobilização em direcção a uma “Aliança”.

Durante a administração de George W. Bush, Moscovo viu-se sob a pressão do que é visto como as (Invasões ocidentais ao espaço pós-soviético), que os russos chamam de “vizinhança próxima”. Isto assumiu a forma de “revoluções coloridas”, ou o que os mídias ocidentais referiram como ” rebeliões a favor da democracia” na Georgia, Ucrânia, e Quirguistão, as quais removeram regimes corruptos mas amigos de Moscovo e trouxeram para o poder pró-ocidentais mais sinceros e activos.

O Kremlin, com ou sem razão, interpretou essas convulsões como tentativas promovidas e orquestradas pelos EUA para reconfigurar as lealdades políticas dos estados vizinhos com os quais a Rússia tem profundas ligações históricas. Dois desses novos líderes, Mikheil Saakashvili da Geórgia e Viktor Yushchenko da Ucrânia, tentaram colocar os seus países na via rápida em direcção da NATO, perspectiva que Rússia visualizou com algum alarme.

Outra iniciativa da era Bush e que gerou profunda hostilidade em Moscovo foi o plano para uma estação de intercepção de mísseis na vizinha Polónia, com radares associados na República Checa.

Em resposta a estas perceptíveis ameaças, a Rússia por vezes, parecia abandonar a sua maneira de cultivar relações com outros países que estavam em desacordo com os EUA, sendo este o assunto desta história. Os russos também realizaram jogos de guerra com a Marinha Venezuelana no Caribe, retomaram as patrulhas da guerra fria, à costa norte-americana e falaram sobre a revitalização de antigas bases aéreas soviéticos em Cuba
 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Crimes de guerra na Síria pioram com disputa por território, diz relatório da ONU

 
GENEBRA, 11 Set (Reuters) - Investigadores de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram nesta quarta-feira que as forças do governo sírio massacraram civis, jogaram bombas contra hospitais e cometeram outros crimes de guerra em ataques de larga escala neste ano com o objetivo de recuperar território dominado por rebeldes.

Forças da oposição, incluindo combatentes islâmicos estrangeiros, também perpetraram crimes de guerra, incluindo execuções, sequestros e bombardeio de bairros civis, disseram investigadores em seu último relatório, que cobre o período entre 15 de maio e 15 de julho.

"O autores dessas violações e crimes, de todos os lados, agem em desafio à lei internacional. Eles não temem reponsabilização. Respeito à Justiça é imperativo", disse um relatório que a comissão de investigação da ONU, liderada pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro.

Especialistas independentes afirmam ter recebido denúncias sobre o uso de armas químicas "predominantemente por forças do governo... Com as evidências disponíveis agora, não foi possível chegar a uma descoberta sobre quais agentes químicos foram utilizados, seus sistemas de disseminação e os responsáveis. Investigações continuam", diz o relatório.

A equipe de cerca de 20 investigadores conduziu 258 entrevistas com refugiados, desertores e outros na região de Genebra, incluindo via Skype, para o 11º relatório em dois anos. Eles nunca tiveram a entrada na Síria permitida, apesar dos recorrentes pedidos.

O relatório pede uma solução política para a guerra civil na Síria e encoraja outros Estados a "interromper a transferência de armas tendo em vista o claro risco de que serão utilizadas para cometer sérias violação à lei internacional".

Fonte: Reuters Brasil

(Reportagem de Stephanie Nebehay)

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O Discurso Proibido de Hugo Chávez na COP-15

           

Sinopse:
 
ANTOLÓGICO: Um dos maiores fiascos da história dos grandes eventos da ONU foi a Conferência sobre Mudanças Climáticas, conhecida como COP-15, realizada em Copenhagen. 15 anos após a definição do Protocolo de Kyoto, que estabeleceria normais mundiais para a redução das emissões de gases contaminantes, a Conferência chegou ao fim sem nenhuma única resolução concreta, em meio a um grande embate diplomático e grandes manifestações de rua. 


No Brasil, a grande mídia deu um grande destaque ao discurso do então presidente Lula, como tendo sido o mais importante da Conferência. 

A mídia alternativa de esquerda, por sua vez, deu grande repercussão ao discurso do presidente da Bolívia Evo Morales. No entanto, ambos os discursos não chegam aos pés do que foi realmente o grande discurso da Conferência. 

Em seu pronunciamento (totalmente abafado pela grande mídia e ignorado pela esquerda brasileira), o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fez um dos discursos ambientalistas mais contundentes da história das Nações Unidas, citando, dentre outros, o pensador brasileiro Leonardo Boff e alguns dos lemas que se gritavam nas ruas.

Não deixe de assistir este momento histórico, pela primeira vez legendado e traduzido em português, e ajude a divulgá-lo para que o Brasil, e sobretudo seus ambientalistas, possam conhecer. Mais um vídeo raro e essencial editado e legendado pela página "Ocupa a Rede Globo".  
 
Fonte: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32
"Vós me chamais Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque eu o sou" João 13:13

terça-feira, 10 de setembro de 2013

França vai propor à ONU resolução sobre armas químicas da Síria

PARIS, 10 Set (Reuters) - O chanceler francês, Laurent Fabius, disse nesta terça-feira que a França vai propor ao Conselho de Segurança da ONU uma resolução que estabeleça as condições para a Síria colocar seu arsenal químico sob controle internacional e aceitar que seja desmantelado.

Fabius afirmou, em entrevista coletiva em Paris, que a resolução a ser proposta --sob o Capítulo 7 da Carta da Organização das Nações Unidas, que trata sobre ações militares e não militares para restabelecer a paz-- fará uma alerta sobre as consequências "extremamente sérias" para Damasco se não forem cumpridas as condições determinadas.

 (Reportagem de Mark John)


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Fonte: Reuters Brasil

sábado, 7 de setembro de 2013

O que pode acontecer nas primeiras 12 horas de um colapso do dólar dos EUA

 
Este é o cenário que ninguém acredita que é possível, mas realmente o é no final do dia, não é como os EUA podem imprimir dinheiro e viver para sempre em dívida direita para quando alguma coisa não possa continuar para sempre o que acontece quando ele parar?

Assim, diz Mark Jeftovic (http://wealth.net/) em trechos editados de sua introdução a um vídeo de 7 minutos (ver abaixo), apresentado pela www.inflation.us nas primeiras 12 horas de um colapso do dólar dos EUA.

Lorimer Wilson, editor do www.FinancialArticleSummariesToday.com (Um site para os olhos e mentes curiosas) e www.munKNEE.com (Sua chave para ganhar dinheiro!), Pedido que este número deve ser incluído em qualquer artigo de re-postagem para evitar violação de direitos autorais.

1. Se você não está se preparando para um colapso da dívida dos EUA, agora é a hora de fazê-lo! Aqui está o porquê.

Cronometrar a implosão da dívida dos EUA com antecedência é praticamente impossível. Até agora, nós conseguimos [evitar tal um evento], no entanto, isso não vai ser sempre o caso. Se os EUA não lidar com seus problemas de dívida agora, está garantido para seguir o caminho do PIIGS, juntamente com um episódio de hiperinflação. Esse é o problema para os EUA, como essa situação afeta cada homem, mulher e criança que vive neste país. [. Deixe-me explicar melhor] Palavras: 495

2. Isso não vai acabar bem - Aproveite enquanto dura - Aqui está o porquê.

O Governo dos EUA ... e seu atoleiro catastrófico fiscal agora são vistos pelo mundo como um "refúgio seguro". Isso seria fácil se qualificar para um shtick comédia, se não fosse tão sério .... [mas] o estabelecimento está entusiasmada com estes desenvolvimentos, pois ajuda a manter o status quo da era padrão dólar. No entanto, há algumas sérias ramificações que poucos estão prestando atenção e estão ficando quase zero a cobertura da mídia tradicional. [Deixe-me explicar o que são.] Palavras: 1150

3. Eventos Acelerando Rumo a uma catástrofe Dólar Ultimate! Aqui está o porquê

Com a eleição nos EUA apenas alguns meses fora, as pressões políticas serão montadas para favorecer medidas de estímulo fiscal em vez de contenção. Tal ação só pode acelerar aumento da inflação doméstica e aviltamento dólar intensificou culminando em um grande colapso - uma depressão hiperinflacionária grande - até 2014. [. Deixe-me explicar por que isso é o resultado inevitável] Palavras: 2766

4. Inflação principal é inevitável e, o Precursor de uma depressão inevitável - Aqui está o porquê

Se nossa atual crise econômica vai acabar com a inflação maciça ou de uma espiral deflacionária (em última instância, seja um resulta em uma depressão) é mais do que um acadêmico. É a variável mais importante para o sucesso de perto e intermédia prazo de investimento. Também é importante no que diz respeito a tomar ações que possam preparar e proteger você e sua família. [Aqui é a minha avaliação de que o resultado futuro, provavelmente, ser e por quê.] Palavras: 1441

5. Um inferno de inflação deverá - mas quando?

Daniel Thornton, um economista do Federal Reserve Bank de St. Louis, argumenta que a política do Fed de fornecimento de liquidez tem "enorme potencial para aumentar a oferta de dinheiro", resultando no que real The Wall Street Journal Tempo blogue de Economia chama de "inferno uma inflação . "[Pessoalmente,] eu acho que é muito cedo para fazer mudanças significativas para uma carteira com base em temores de inflação. Aqui está o porquê. Palavras: 550

6. Inflação maior está chegando - é apenas uma questão de tempo! Aqui está o porquê

As economias desenvolvidas do mundo, abriram as torneiras do dinheiro ... [e isso] maciça de dinheiro e criação de crédito está sentado no sistema bancário como palha seca apenas esperando por uma faísca para incendiá-la. A rapidez com que isso acontece é uma incógnita, mas uma vez que não estamos propensos a se envolver em uma inflação mundial diferente de tudo já visto antes. [. Deixe-me explicar melhor] Palavras: 625

7. 2012: Mais Dinheiro em impressão Levando a inflação em aceleração, o aumento dos juros & a Crise da Dívida dos EUA! Got Gold?

As evidências mostram que os EUA tem tendência de oferta de dinheiro que está nos estágios iniciais de crescimento hiperbólico juntamente com um movimento semelhante no preço do ouro. Todos ponto de sinal para uma nova escalada de impressão de dinheiro em 2012 ... seguido de inflação inesperada e acelerado, seguido por um aumento nas taxas de juros nominais que vai trazer uma crise de dívida soberana para o dólar dos EUA com ele como o custo dos empréstimos para a aumenta governo ... [. Deixe-me mostrar-lhe a evidência] Palavras: 660

8. A espiral da dívida dos EUA: Quando isso vai acabar? Mais importante, como isso vai acabar?

Os EUA já tem mais dívida do governo per capita do que os PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) e que ele simplesmente continua ficando cada vez piores graças a ambos os partidos políticos. Estamos no caminho para o esquecimento nacional financeira ainda a maioria dos americanos não parecem se importar. Eles não percebem que temos tido a maior prosperidade que nunca vai ver ... e que quando as rajadas de dívida bolha lá vai ser uma imensa quantidade de dor. Essa é uma verdade muito doloroso, mas é melhor vir a enfrentar isso agora do que ser pego de surpresa por ele mais tarde. [.] Deixe-me explicar Palavras: 1140

9. Aviltamento do dinheiro dos meios e as conseqüências mais indesejadas, desordem social e Desmembramento maior da sociedade - por isso aqui

Eu fico me perguntando para mim, fazer a nossa impressão de dinheiro dos bancos centrais e os seus líderes de torcida entender as consequências do rebaixamento monetário continuam a projetar? [. Abaixo é o que eu acho que nos espera] Palavras: 1013

10. A "Grande Crise" está bem em seu caminho e vai fazer 2008 parecer uma brincadeira!

Por mais de dois anos, eu fui avisando que o Crash de 2008 foi apenas um aquecimento e que a verdadeira crise pode ocorrer quando o mercado de ações conta de que os bancos centrais, liderados pelo Federal Reserve dos EUA não poderiam realmente manter o sistema financeiro em conjunto. Bem, a crise eu Fui alertando sobre e está aqui. [.] Deixe-me explicar Palavras: 306

11. Atual Long Wave Kondratieff a Tempestade de neve de inverno para terminar em uma avalanche económica - Aqui está o porquê

Existem diversas variações da teoria de onda longa, mas o mais famoso é baseado na obra de Nicolai Kondratieff, economista russo que deu as várias fases nomes sazonais, com o verão e outono denotando o pico da especulação financeira e no inverno as conseqüências da resultante acidente. As condições para uma falha global catastrófico estão no lugar. Snow (na forma de trilhões de dólares e euros novas) está caindo. Não há nenhuma maneira de saber qual dólar (ou qual evento externo) vai começar a avalanche, mas sem dúvida algo vai. [. Deixem-me desenvolver porque eu defendo que ver] Palavras: 888

12. O Ciclo de Doomsday: Há mais crises e, pior, para vir! Aqui está o porquê

Os países industrializados enfrentam hoje sérios riscos - para seus setores financeiros, para as suas finanças públicas, e para as suas perspectivas de crescimento. Esta coluna explica como, através de nossos sistemas financeiros, criamos enormes, complexas estruturas financeiras que podem causar conseqüências trágicas com a falha e ainda são inerentemente difícil de regular e controlar. Ele explica como isso aconteceu e por que existem mais crises e pior para vir. Palavras: 2434

13. Ouro para ir as alturas e Causando o Índice Dow-ouro para finalmente chegar a 1:1 - Aqui está o porquê

Em um ambiente de ultra políticas monetárias expansionistas ... a tendência de longo prazo para o ouro é superior como surtos de inflação, o ouro vai ir a estratosfera resultando na relação de Dow-Gold [. Deixe-me explicar por que isso vai realmente ser o caso] Palavras: 760

14. von Greyerz: Ouro Indo para US $ 3.500 - US $ 5.000 em 12-18 meses - e US $ 10.000 em 3 anos!

Haverá um catalisador em breve, provavelmente alguma ação concertada de impressão de dinheiro entre o Fed, o FMI eo BCE. Isso vai acontecer como resultado das economias em todo o mundo, colapso .... O catalisador pode vir de qualquer lugar, mas a impressão de dinheiro será parte do próximo movimento em ouro, isso é certo .... [e que] vai levar a moeda em colapso, e os investidores compram ouro a qualquer preço ... Eu vejo o ouro chegando a US $ 3.500 a 5.000 dólares nos próximos 12 a 18 meses. Dentro de três anos, eu vejo o preço do ouro atingindo pelo menos $ 10.000

15. Stephen Leeb: Vamos ver três dígitos de prata em um par de anos e os preços do ouro muito maior! Aqui está o porquê

O mundo ocidental vai precisar de flexibilização ainda mais, mais dinheiro. Tudo isso é incrivelmente alta para o ouro de longo prazo. Eu acho que você tem que navegar o fim do euro antes do próximo movimento maciço em ouro, mas que está por vir. É possível que o ouro pode ser atingido, inicialmente, como o euro falhar, mas você tem que comprá-lo se ele faz.

16. Goldrunner: preço-alvo de US $ 10.000 a $ 12.000 para Ouro ainda se mantém

Meu trabalho gráfico Fractal Gold é uma comparação direta de Ouro, hoje, ao final dos anos 70 Ouro Parábola. Assim, o "timing" é levado diretamente a partir do ciclo 70, atrasado, com objectivos de preços criados a partir de uma combinação de final dos anos 70 do preço do ouro e diferentes técnicas de análise técnica. Nós desenvolvemos um preço-alvo de volta em 2006/2007 para o ouro para alcançar a faixa de US $ 10.000 a 12.000 dólares durante este Touro de Ouro e que ainda estão de pé por essa previsão. Deixe-me explicar onde estamos neste momento.

17. Nova análise sugere uma ascensão parabólica no preço do ouro a $ 4.380 / ozt.

De acordo com meus cálculos 2000, se as taxas de juros e inflação permanecer constante ao longo dos próximos dois anos, podemos esperar para ver (com certeza 95,2%) um preço parabólica pico de ouro de 4.380 dólares por onça troy então! Deixe-me explicar o que eu fiz suposições e os métodos que se comprometeram a chegar a esse número e você pode decidir o quão realista é. Palavras: 740

18. Update: 51 Analistas mantêm agora que o ouro está indo para US $ 5.500 - $ 6.500 / ozt. em 2015!

Referência: Semeando
Fontes: Lorimer Wilson / Munknee.com / Isso é o Fim

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este Site, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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