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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Qual a verdadeira diferença entre nação RICA e nação POBRE


A Diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a Idade da Nação.

Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2000 anos e são países pobres ainda.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos atrás eram insignificantes, hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre a nação pobre e rica não depende também dos recursos naturais disponíveis.

Japão tem um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura ou agropecuária, mas é a segunda economia do mundo.

O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Segundo exemplo é a Suíça, onde não cresce cacau mas produz os melhores chocolates do mundo.

Em seu pequeno território ela cuida de suas vacas e cultiva a terra apenas por quatro meses ao ano, não obstante, fabrica os melhores produtos de leite. Um pequeno país que é uma imagem de segurança que tornou-se o banco mais forte do mundo.

Executivos de países ricos que interagem com seus homólogos dos países pobres não mostram nenhuma diferença intelectual significativa.

Os fatores raciais ou de cor, também, não têm importância: imigrantes fortemente preguiçosos em seus países de origem, são altamente produtivos em países ricos da Europa.

Então, qual é a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas, moldadas durante muitos anos pela educação e cultura.
Quando analisamos o comportamento das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, observa-se que uma maioria respeita os seguintes princípios de vida:

1. Ética, como princípio básico.
2. Integridade.
3. Responsabilidade.
4. O respeito pela legislação e regulamentação.
5. O respeito da maioria dos cidadãos pelo direito do outro.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço para poupar e investir.
8. A vontade de ser produtivo.
9. A pontualidade.
10. O orgulho de cumprir com o seu dever.

Nos países pobres, uma pequena minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos falta recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.

Somos pobres por uma questão de princípios.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Crise? As sete soluções.



O professor Philipp Bagus, da Universidade Rey Juan Carlos, acaba de publicar um bom artigo nas páginas do Ludwig Von Mises Institute, aqui não traduzido mas resumido.

Vale a pena ler, pois Bagus, economista liberal clássico, apresenta a actual situação dos Países ocidentais e descreve as possíveis saídas.

Que, podemos antecipar já, não são nada simpáticas.


A situação

Um sistema baseado no papel-moeda e nas mãos dos privados contém as sementes da sua própria destruição. A tentação de imprimir cada vez mais dinheiro para aumentar a sua quantidade em circulação é quase irresistível.

Num sistema que precisa constantemente de mais dinheiro, onde há um continuo aumento dos preços, não faz sentido poupar hoje para comprar amanhã: a melhor estratégia é endividar-se para comprar bens hoje e pagar amanhã, com o dinheiro já desvalorizado. Ainda melhor: comprar bens que possam ser dados como garantias para novos empréstimos. Criamos assim o perfeito cidadão eternamente endividado. E escravo.

Mas as consequências atingem também o Estado: a moeda criada não é utilizada para favorecer o desenvolvimento ou o bem estar social, nem sequer enche os cofres nacionais. E aparecem as dívidas públicas excessivas, "os investidores" estrangeiros.

O mundo ocidental encontra-se agora numa situação em que o sistema do "dinheiro de papel" parece um beco sem saída. Os governos "resgataram" os maus investimentos feitos pelo sector privado, aumentando deficit e despesa, taxando: as dívidas públicas aumentaram também; os bancos centrais (a maioria deles, lembramos, geridos directamente ou indirectamente por privados) começaram a imprimir mais dinheiro para comprar dívida pública. E é tudo dinheiro "grátis", com taxas de juros perto de zero.

Não está à vista nenhum crescimento. E, ao mesmo tempo, os sistemas bancários estão sentados em cima de enormes pilhas de dívida. Isso significa que a falência duma economia (não necessariamente grande) poderia arrastar consigo um bom número de bancos (não necessariamente pequenos).

O aumento das taxas de juro para níveis mais realistas ou até um abrandamento na impressão de nova moeda poderia pôr em risco a solvência de todo o sector bancário, as empresas com um elevado endividamento e até os governos (caso dos Estados Unidos).


As sete soluções


Esta, de forma sintética, a actual situação.
Mas isso significa o quê? Será preciso continuar a imprimir cada vez mais dinheiro e manter as taxas de juros perto de zero, até todos perderem a confiança no sistema monetário? O sistema de papel-moeda irá para a frente ou, mais cedo ou mais tarde, chegará inevitavelmente uma fase de hiperinflação?

Existem, pelo menos, sete possibilidades :


1. Bombear sempre

Os governos e os bancos centrais podem simplesmente continuar no caminho da inflação, imprimindo todo o dinheiro necessário para salvar o sistema bancário, os governos, as empresas de investimentos. Então, chegará a "hiperinflação": o dinheiro terá cada vez menos valor, os preços irão crescer de forma brutal.

Prós: com a hiperinflação, as dívidas quase desaparecem (ter uma dívida de 1000 quando uma sandes custar 1 significa ter uma grande dívida; ter uma dívida de 1000 quando uma sandes custar 2000 significa ter uma pequena dívida).
Contras: com a hiperinflação as poupanças (até os ordenados) perdem imenso valor (ganhar 1000 quando uma sandes custar 1 é bom; ganhar 1000 quando uma sandes custar 2000 é uma miséria).

2. Desaparecimento dos direitos adquiridos.

Os governos podem melhorar a situação financeira simplesmente não honrando as suas promessas. Por exemplo, podem reduzir drasticamente as pensões públicas, a segurança social e os subsídios de desemprego para eliminar o deficit orçamentário e saldar dívidas pendentes. Muitos direitos, em que as pessoas tinham fundado as suas próprias escolhas na vida, de repente desaparecem.
 
É a estrada escolhida pelo governo de Portugal.
É uma opção com custos enormes no médio e longo prazo: os deficit são sanados (no curto prazo), verdade, mas é quebrada a confiança de cidadãos e empresas, diminuem investimentos e consumos.

Prós: Forte poupança do Estado, dívida paga.
Contras: Fortes tensões sociais, economia a pique, altos custos no médio e longo prazo.

3. Negar a dívida.

Os governos podem decidir não honrar as suas dívidas. Parece simples, mas também neste caso as consequências são pesadas. Não honrar as dívidas implica perdas para os bancos e companhias de seguros que investiram as poupanças dos seus clientes nos Títulos do governo (que deixam de ser adquiridos: quem compra o Título dum Estado que depois não paga?). As pessoas vêem o valor dos seus investimento cair abruptamente, mas este é apenas o começo: desconhecer a dívida pode facilmente levar ao colapso do sistema bancário nacional antes e de boa parte do internacional depois (os bancos estão todos interligados).

Prós: a dívida "desaparece".
Contras: também desaparecem as poupanças dos cidadãos com o colapso do sistema bancários.

4. Repressão financeira.

Outra maneira para tentar sair da armadilha da dívida é a repressão financeira, uma maneira de canalizar mais fundos para o governo, facilitando assim o pagamento da Dívida Pública. A repressão financeira pode ser gerada com regulamentos que torne menos atraentes as alternativas aos fundos de investimento públicos: desta forma, é incentivada a compra de Títulos de Estado.

Prós: boa parte da nova dívida é gerada por Títulos de Estado vendidos "em casa" e subtraída aos especulatores internacionais.
Contras: é uma medida parcial, que sozinha não resolve o problema. É necessário também que haja um crescimento real e cortes nos gastos para realmente poder ter efeito.

5. Pagar a dívida.

O problema da super-endividamento também pode ser resolvido com medidas fiscais. A ideia é eliminar as dívidas dos governos e recapitalizar os bancos através dos impostos. A redução do crescimento da dívida alivia a necessidade do banco central de manter os juros baixos e continuar a imprimir moeda. Para atingir esse objectivo, o governo deve cortar a despesa pública, desapropriar riqueza em grande escala: aumentar as taxas, expropriar, confiscar a riqueza. Em seguida, usa estas receitas para pagar as dívidas e recapitalizar os bancos.

Prós: a dívida é paga, abranda a criação de dinheiro.
Contras: empobrecimento geral, queda abrupta do consumos, economia em crise.

6. Reforma monetária.

Outra solução é pensar numa reforma da moeda, incluindo um default (parcial) da dívida pública. Esta opção também é muito interessante para eliminar o sobre-endividamento sem chegar a uma forte inflação dos preços. É como carregar a tecla "reset", começando de novo com uma nova moeda.
Mas também isso tem consequências: os investidores na posse de grandes quantidades de dinheiro são os mais atingidos.

Prós: diminui a dívida pública, o peso da dívida sobre cada cidadão é reduzido também, inflação controlada.
Contras: a nova moeda será mais débil, perdas significativas para os grandes investidores.

7. Bail -in.
 
Depois há o bail-in, o esquema já utilizado em Chipre: os credores do banco (os depositantes) absorvem as perdas da instituição. Tornam-se "accionistas" do mesmo banco. As dívidas de facto diminuem e o capital aumenta. O problema é que uma pessoa deveria tornar-se accionista duma empresa com base voluntária, não por decisão unilateral do governo. O bail-in significa que os erros dos bancos são pago por quem depositou as suas poupanças numa conta ou adquiriu outros produtos financeiros (um programa de reforma, um seguro, etc.). O resultado é mais uma vez uma quebra de confiança no relacionamento cidadão-Estado, desta vez quebra que envolve os bancos também, pois são eles os beneficiários directos. E nem falamos aqui de assuntos ligados à ética...

Prós: as dívidas de bancos, e em parte do Estado, diminuem.
Contras: os erros dos bancos são pagos pelos clientes, forte quebra de confianças do cidadãos, prováveis consequências na economia (menos compras).


O mix e a conta

Estas são as sete hipóteses em cima da mesa. Por enquanto não é possível vislumbrar outra.
Podemos enfrentar qualquer uma destas ou uma combinação de duas ou mais opções (o que é mais provável).

Em qualquer caso, os "buracos" criados pela má gestão vão ser postos em evidência e a ilusão de riqueza irá acabar. Em essência, os contribuintes e os investidores vão ser espremidos para reduzir as dívidas do Estado e fortalecer a moeda. Um imposto extraordinário sobre o património, uma reforma monetária ou um bail -in: tudo isso constitui "repentinas medidas brutais".

A inflação é muito popular entre os governos, porque permite esconder os reais custos dos resgates dos bancos. Mas há sempre o perigo de que a inflação possa ficar fora de controle. Antes de chegar à inflação galopante, os governos tentarão percorrer as outras opções, um mix delas.

A única coisa sobre a qual não podemos ter dúvida é quem pagará a conta.


Ipse dixit.

Nota: Philipp Bagus é professor associado da Universidade Rey Juan Carlos. Foi premiado em 2011 com o O.P. Alford III Prize in Libertarian Scholarship. É o autor de "A Tragédia do Euro" e co-autor de "Deep Freeze: o colapso económico da Islândia".""A Tragédia do Euro" até agora tem sido traduzido e publicado em alemão, francês, eslovaco, polaco, italiano, romeno, finlandês, espanhol, português, inglês, holandês, português do Brasil, búlgaro e chinês.

Bagus é um economista clássico liberal, da assim chamada "escola austríaca". Nada de Modern Money Theory por aqui, portanto.


Fonte: Ludwig Von Mises Institute , Informação Incorrecta 
VIA: O Mensageiro Do Fim

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

As Previsões Econômicas para 2014

[Imagem: economic-collapse-survey-1.jpg]


O que esperam para a econômia, os maiores prognosticadores do mundo financeiro? Veja as previsões dos mais renomados economistas do mundo: Dent, Faber, Celente , Maloney, Rogers - e saiba o que eles dizem sobre o está vindo em 2014.


A matéria toda está em inglês e abaixo apenas transcrevi algumas das citações que considero mais importantes:
 
Citar: "Alguns dos prognosticadores mais respeitados no mundo financeiro estão alertando que o que está vindo em 2014 e além, vai abalar a América e o mundo por completo. Muitas das citações que você está prestes a ler são de pessoas que realmente previram o colapso das hipotecas subprime e a crise financeira de 2008, antes do tempo. Então, eles têm um histórico de estarem certos. Isso garante que eles vão estar certo sobre o que está vindo em 2014 ? Claro que não. Na verdade, como você verá a seguir, nem todos eles concordam sobre exatamente o que está por vir. Mas, sem dúvida, todas as suas previsões são bastante sinistras. A seguir, são citações de Harry Dent, Marc Faber, Gerald Celente, Mike Maloney, Jim Rogers e outros nove especialistas econômicos respeitados sobre o que eles acreditam que está chegando em 2014 e mais além.

Gerald Celente: "Qualquer adulto que se preze que ouve McConnell, Reid, Boehner, Ryan, um após o outro, e compra essa bobagem ... eles merecem o que recebem.

E quanto ao cenário internacional ... a coisa toda está desmoronando. Essa é a nossa previsão.

Estamos dizendo que, no segundo trimestre de 2014, esperamos o fundo (FMI) cair ... ou algo para desviar a nossa atenção, uma vez que estiver caindo.
 
- Mike Maloney, série de segredos escondidos do dinheiro: "Eu acho que o crash de 2008 foi apenas uma lombada no caminho para o principal evento ... as conseqüências vão ser horrível ... o resto da década nos trará a maior calamidade financeira na história. "

- Jim Rogers : " Você viu o que aconteceu em 2008-2009 , o que era pior do que o revés econômico anterior, porque a dívida era muito maior . Bem, agora a dívida é incrivelmente muito maior , e assim o próximo problema econômico , sempre que isso acontece e tudo o que ele faz, vai ser pior do que no passado, porque temos estes níveis inacreditáveis ​​de dívida e níveis inacreditáveis ​​de dinheiro impressão de todos os todo o mundo . Estar preocupado e se preparar . Agora ele [ o colapso ] pode não acontecer até 2016 ou algo assim, eu não tenho nenhuma idéia de quando isso vai acontecer, mas quando se trata , tenha cuidado. "

- Lindsey Williams : "Não vai ser um reset de moeda global. "

De - CLSA Russell Napier : "Estamos às vésperas de um choque deflacionário que provavelmente irá reduzir a valorização de capital de muito alta a níveis muito baixos. "

- Oaktree Howard Marks da Capital: "Certamente, a tolerância ao risco tem vindo a aumentar nos últimos tempos , altos retornos sobre ativos de risco têm incentivado mais do mesmo , e os mercados estão cada vez mais aquecido. O resultado final varia de setor para setor , mas eu não tenho nenhuma dúvida de que os mercados são mais arriscados do que em qualquer outro momento desde as profundezas da crise no final de 2008 ( para o crédito ) ou início de 2009 ( para as ações ) , e eles estão se tornando mais tão . "

Editor - Financeiro Jeff Berwick : "Se eles permitem que as taxas de juro a subir , ele efetivamente vai levar o governo dos EUA à falência e insolvência , e faria o colapso do governo dos EUA . . . . Eles estão se preparando para um grande colapso social . É óbvio e isso vai acontecer , e vai ser muito assustador e muito perigoso . "

-Michael Pento , fundador da Pento Portfolio Estratégias: "Lamentavelmente , é muito mais provável que o governo nos trouxe para fora da Grande Recessão , apenas para preparar-nos para o Grande Depressão , que fica do outro lado da taxa de juros normalização ".

- Boston University Economia Professor Laurence Kotlikoff " . Eventualmente alguém reconhece isso e começa a despejar os títulos , e as taxas de juros sobem , ea inflação decola, e foram para as corridas "

Bilionário mexicano Hugo Salinas Preço: "Eu acho que nós vamos ver uma série de falências. Eu acho que a subida das taxas de juro é o sinal fatal que vai inflamar uma crise de derivativos. Isso vai derrubar o sistema derivados (e do sistema financeiro ) .

Há (mais ) um quatrilhão de dólares de derivativos e a maioria deles estão relacionados às taxas de juros . A cravação das taxas de juro nos Estados -Membros podem estabelecer que fora . O que vai acontecer no mundo é , eventualmente, vamos chegar a um momento em que não vai haver falências em massa em todo o mundo " .

-Robert Shiller , um dos vencedores do prêmio Nobel de Economia 2013 : "Eu não estou soando o alarme ainda. Mas em muitos países os níveis de preço das ações são altos, e em muitos mercados imobiliários os preços subiram muito ... isso pode acabar mal . "

-David Stockman , ex- diretor do Escritório de Administração e Orçamento no governo do presidente Ronald Reagan: "Nós temos uma enorme bolha em toda parte, do Japão, a China , a Europa , para o Reino Unido . Como resultado disso, eu acho que os mercados financeiros mundiais são extremamente perigoso , instável e sujeita a sérios problemas e deslocamento no futuro. "

E, certamente, já há sinais de que a economia dos EUA está a abrandar à medida que caminhamos para as últimas semanas de 2013. Por exemplo, na quinta-feira ficamos sabendo que o número de pedidos iniciais de subsídio de desemprego aumentou em 68 mil na semana passada para um total de of368 perturbadoramente alto , 000. Esse foi o maior aumento que temos visto em mais de um ano .

Além disso, como eu escrevi sobre o outro dia , o tráfego ferroviário é maneira para baixo agora. De fato, para a semana que terminou em 30 de novembro , o tráfego ferroviário EUA caiu 16,3 por cento em relação a mesma semana do ano anterior. Isso é um indicador muito importante que a atividade econômica está ficando mais lento .

E continuamos a obter mais evidências de que a classe média está sendo continuamente erodida e que a pobreza na América está crescendo rapidamente. Por exemplo, uma pesquisa que acaba de ser lançado constatou que os pedidos de auxílio alimentação eo nível de falta de moradia têm aumentado significativamente tanto em grandes cidades dos EUA em relação ao ano passado ...

Um levantamento de 25 cidades americanas , incluindo muitos da nação maior , apresentaram aumentos anuais em ajuda alimentar e falta de moradia.
As cidades, localizadas em todo 18 estados , viu os pedidos de emergência aumento da ajuda alimentar por uma média de sete por cento em comparação com o período anterior ao ano anterior, de acordo com a Conferência de Prefeitos dos EUA estudo , publicado quarta-feira.

Todos com exceção de quatro cidades relataram um aumento na demanda de assistência entre o período de setembro de 2012 a agosto de 2013.

Infelizmente, se os especialistas econômicos citados acima estão corretas , este é apenas o começo de nossos problemas.

A próxima onda do colapso econômico está se aproximando rapidamente , e as coisas vão ficar muito pior do que isso.

Então, o que você acha?

Qual dos indivíduos citados acima você acha que está certo sobre o dinheiro e quais você acha que são maneira fora da base ?

Sintam-se livres para compartilhar o que vocês pensam e para postarem suas respostas ou ajudarem na tradução desta matéria que foi efetuada pelo Google translator.

1 - Colapso Global da Dívida e colapso do dólar
2 - Continuação dos Massacres de Pistoleiros
3 - Implementação da Lei Marcial por toda a América
4 - Rebeliões e tumultos civis
5 - Ignição para a Terceira Guerra Mundial
6 - Ataque a Primeira Emenda
7 - O braço da TSA e configuração Roadway Checkpoints
8 - Maciços ataques de Falsa Bandeira realizados nos EUA e culparem Patriots ou cristãos
9 - Nova Ordem Mundial em Implementação
10 - O despovoamento através de desastres naturais e pestilência


E vocês, o que acham disto tudo e dessas previsões?

Bom final de semana a todos e grande abraço! Smile
                                    


"Num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário"
 
Fonte: The Collapse Economic
Via:
Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

A Nova (e curta) Era do Petróleo


Os Estados Unidos irão ultrapassar a Arábia Saudita e a Rússia no mercado mundial do petróleo?

A Agência Internacional de Energia (AIE), no seu World Energy Outlook, publicado em Novembro, diz que sim: os EUA vão ultrapassar a Rússia como principal País produtor de petróleo do mundo em 2015.

O relatório já fez correr rios de tinta: o sonho da independência energética de Washington parece mais próximo, a economia russa, fortemente dependente de petróleo e do gás, destinada a entrar em colapso. E para nós: gasolina mais barata.


É verdade que houve um grande salto na produção de petróleo e de gás nos Estados Unidos. A letra mágica é a F de fracking ou fracturamento hidráulico: um cocktail de água e produtos químicos disparados nas formações rochosas de xisto, libertando petróleo e gás.
 
Além disso, os Estados Unidos vão avançar com um novo tipo de perfuração, a horizontal, que permite que um poço vertical seja aproveitado ao máximo. É a técnica da toupeira.O presidente dos EUA, Barack Obama, espera que o fracking transforme os EUA na "Arábia Saudita do gás". Outros são mais directos ainda: os Republicanos, apresentando um projecto de lei que permitiria a exportação de gás dos Estados Unidos, acreditam que as novas regras "irão promover a segurança energética dos principais aliados dos Estados Unidos, ajudando a reduzir a dependência do petróleo e do gás russo e iraniano".

Pai Natal parece ter chegado mais cedo este ano: prendas para os bons (nós, claro), carvão para os outros. Afinal sonhar não custa. Mas a realidade é talvez um pouco diferente: existem alguns problemas.
Primeiro: os produtos químicos utilizados no fracking são extremamente perigosos e podem contaminar a reserva de água no terreno. Os residentes nas áreas onde o fracking é praticado queixam-se de que as fontes de água tornaram-se não utilizáveis.

Segundo: o fracking ainda é caro. Não é suficiente fazer um buraco no chão e começar a recolher o petróleo: são precisos produtos  específicos, é precisa energia para extrair cada gota de líquido.

Terceiro: a perfuração horizontal ou o clássico fracking "vertical" tem curta duração. Segundo Route Magazine, haverá picos de produção durante um ano ou dois, mas, no médio prazo, o fluxo inicial será reduzido até esgotar-se:

A duração total prevista dos poços de xisto no Texas é cerca de oito anos. As empresas de perfuração devem investir continuamente em novos poços ou reabrir os antigos. Em comparação, os poços perfurados convencionais mostram uma duração de 20-30 anos.

Apesar do fracking: os preços sobem

O factor mais importante que nega um boom do óleo de xisto e mantém os preços altos é a insaciável procura energética dos Países emergentes. Com o comércio global de energia já reorientado do Atlântico para a região da Ásia-Pacífico, a China está prestes a tornar-se o maior importador de petróleo do mundo.

E em 2020, a Índia deve tornar-se a principal fonte de crescimento da demanda mundial de ouro negro, diz a AIE: e também está no caminho certo para tornar-se o maior importador de carvão, sempre na mesma altura.

Um desenvolvimento interessante acontece no Oriente Médio, que se afirma como um importante centro de consumo, surgindo como o segundo maior consumidor de gás em 2020 e o terceiro maior consumidor de petróleo até 2030. A AIE diz que o centro de gravidade da procura de energia vão ser as economias emergentes: em 2035 serão responsáveis ​​por mais de 90 por cento do crescimento na procura de energia.

Assim, mesmo que os Estados Unidos fossem capazes de inundar o mercado com o novo petróleo, a China, a Índia e outros Países em fase de franca expansão absorverão a maior produção.



O factor Arábia

Embora não seja mais tão dominante como nos anos anteriores, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), liderada pela Arábia Saudita, ainda é um elemento-chave no negócio do petróleo.

A Arábia durante décadas sofreu os termos ditados pelos Estados Unidos para a sua segurança: é um facto que a família real al-Saud não duraria uma semana sem a protecção de Washington.


Na década de 80, os EUA exerceram pressão sobre a Arábia Saudita para abrir os recursos petrolíferos do reino e inundar os mercados mundiais com petróleo barato, deprimindo os preços. Isso para danificar a economia soviética, coisa que os sauditas cumpriram alegremente.

Com o fim da União Soviética e perante do enorme buraco no orçamento domestico, os sauditas já não estão tão interessados em reduzir o preço do petróleo. E não vão reduzir.



A Revolução Russa

A grande novidade no fronte oriental é a aceleração, especialmente da Gazprom, na produção de petróleo na Rússia, com um novo recorde pós-soviético de 10.59 milhões de barris por dia em Outubro de 2013. A aceleração chegou contrariando todas as previsões dos analistas ocidentais. E Moscovo planeia mais investimentos (chineses) para explorações adicionais.

Em Junho de 2013, a Rosneft, maior produtora de petróleo do mundo, concordou entregar à China National Petroleum Corp 300.000 barris de petróleo por dia para um período de 25 anos, um acordo no valor de 270 mil milhões de Dólares. Muitos outros negócios, celebrados pela relativamente pequena rival Gazprom com refinarias chinesas, direccionarão o petróleo e o gás, originalmente planeados para o Ocidente, para a voraz máquina de produção chinesa.



O xisto: a não viragem

Mas vamos ao que interessa: o dinheiro.
A "nova vaga" dos EUA  provocará uma baixa dos preços? Não.

Como já observado, o boom de xisto será um fenómeno limitado no tempo.

Mas mais do que isso, o aumento da produção não vai significar preços baixos porque tudo o que for produzido pelo EUA será consumido internamente. É simplesmente a substituição do petróleo canadiano e venezuelano pelo produto local. E uma vez que o petróleo é um bem internacional, não haverá impacto significativo sobre os preços.

Os Estados Unidos não se tornarão um grande exportador de energia, portanto o xisto betuminoso não será o ponto de viragem.


Nos outros Países do Ocidente, a situação é ainda mais complexa.
Há importantes movimentos anti-fracking na Europa, muitos Países abandonaram os projectos irrealistas sobre o xisto, apesar dos preços da energia na Europa serem mais elevados quando comparados com os dos EUA.

A Alemanha estabeleceu fortes barreiras contra o fracking, o mesmo aconteceu na França, na Italia.
Os únicos apologistas do fracking na União Europeia são os Ingleses, fortemente influenciados pelas empresas norte-americanas que procuram vender equipamento de perfuração. Mesmo assim, também na Grã Bretanha há fortes resistências populares. contra as perfurações.



Apesar de tudo...

Tudo mau então?
Não propriamente: tentamos ver as coisas duma forma positiva.

O fracking é arriscado para o meio ambiente e causa terremotos, isso é verdade. Torna a paisagem uma espécie de queijo suíço e da torneira de casa saem chamas que dão para fazer um churrasco. Admitimos: podem não ser coisas simpáticas. A não ser que se goste muito de churrasco.

Mas se os Estados Unidos continuarem no programa de exploração de xisto, algo de bom até pode surgir.
Com a auto-suficiência (ou quase) do maior importador do mundo, vai acabar a época em que a Arábia Saudita pode influenciar os preços no mercado mundial de petróleo.

Junto com isso, vai acabar a capacidade do reino de exportar o outro grande "bem", o fundamentalismo Wahhabi.


Ipse dixit.

Fontes:
Informação Incorrecta , Russia and India Report, Route Magazine, U.S. Energy Information Administration - Short‐Term Energy Outlook Supplement: Key drivers for EIA’s short‐term U.S. crude oil production outlook (ficheiro Pdf, inglês) 
 
Via: O Mensageiro Do Fim

domingo, 8 de dezembro de 2013

Nobel de Economia vê risco de recessão global em 2014

[Imagem: ?m=02&d=20131207&t=2&...E9B6162Z00]

ESTOCOLMO, 7 Dez (Reuters) - Um dos três norte-americanos que venceram o Prêmio Nobel de Economia deste ano disse que déficits públicos inchados nos dois lados do Atlântico significam que a recessão continua sendo um risco real em 2014.

Eugene Fama, que dividiu a premiação de 9 milhões de coroas suecas (1,2 milhão de dólares) deste ano com Robert Shiller e Lars Peter Hansen, disse neste sábado que os governos altamente endividados nos Estados Unidos e na Europa representam uma ameaça constante para a economia global.

"Pode chegar o ponto em que os mercados financeiros dirão que nenhuma dessas dívidas tem credibilidade mais e eles não poderão se financiar", disse ele à Reuters na capital sueca, onde receberá o prêmio na terça-feira.

"Se houver outra recessão, será mundial", acrescentou.

Fama, que tem sido chamado de pai das finanças modernas e dividiu o prêmio por sua pesquisa sobre preços de mercado e bolhas de ativos, minimizou o dado positivo sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos divulgado nesta semana.

"Não estou tranquilizado, de forma nenhuma", comentou.

A taxa de desemprego nos EUA caiu para 7 por cento, a menor em cinco anos, em novembro, e as empresas contrataram mais do que se esperava.

"A recuperação do mercado de trabalho tem sido terrível. A única razão para a taxa de desemprego ser de 7 por cento, que é alta para os padrões históricos dos EUA, é que as pessoas desistiram de continuar a procurar emprego", disse.

"Simplesmente não acho que vamos sair (da recessão) muito bem", completou.


Fonte: Reuters 
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Projeto de Lei para restaurar o Banco dos Estados Unidos original

Como fazer com que a economia dos Estados Unidos volte
aos princípios do Sistema de Crédito estadunidense


[Imagem: _fire.jpg]

O estudo seguinte, escrito por Michael Kirsch e dado a conhecer pelo Comitê de Ação Política LaRouche (LPAC) o 4 do Março de 2013, é de grande importância para os patriotas do Brasil, Portugal, e outras nações de língua portuguesa, para forjar um caminho alternativo ao colapso em andamento do sistema financeiro trans-Atlântico dirigido desde Londres e Wall Street. O passo indispensável para abrir esse caminho é a adoção da estrutura bancária contida na lei Glass-Steagall, delineada em outros seções deste site.

A questão de um verdadeiro banco nacional, assim como foi o original Banco dos Estados Unidos, é essencial para entender a diferença fundamental entre um sistema de crédito e um sistema monetário. Esse estudo fornece as balizas históricas do sistema de crédito hamiltoniano, integrante das concepções subjacentes à Constituição de 1787 dos EUA, e a única alternativa à morte em massa mundo a fora hoje em dia. O sistema monetário reinante, funcionando como a forma moderna do Império Britânico, é comandado atualmente por uma combinação de resgates públicos ("bail-out" - fundos públicos para resgatar débitos especulativos, ao custo da austeridade assassina contra a maioria da população) e resgates privados ("bail-in" - apreensão de depósitos bancários, fundos de pensão e outros ativos privados dos quais o cidadão cotidiano depende para sua existência), para alcançar um objetivo subjacente: a redução drástica da população mundial, e o fim dos Estados-nação soberanos capazes de direcionar a um rumo acendente o desenvolvimento de seu povo e do mundo.

A oligarquia financeira não teme o pânico e o caos. Ela teme nicamente que as populações dominem os princípios exemplificados neste relatório.


Introdução ao Projeto de Lei

Somente em curtos períodos da história dos Estados Unidos o governo usou seus poderes para criar uma economia que funcionasse de acordo com o ritmo intrínseco do crescimento, unindo a economia física ao sistema financeiro, e assim permitindo que o desenvolvimento nacional seja guiado pela intenção da produtividade futura. Somente em curtos períodos – em 1789–1801, 1823–1830, 1861–1869 e 1933-1944 – quando a economia foi conduzida sob a orientação de uma política de sistema de crédito, foi a economia norte-americana dirigida propriamente de acordo com os desígnios da Constituição.

Em todos os outros períodos, o desenvolvimento nacional foi interna e externamente atacado, e a política norte-americana subvertida pelo monetarismo. Em cada período mencionado, o sistema de crédito dos Estados Unidos foi o meio pelo qual se rompeu com esse controle, e foi por onde se expandiu e desenvolveu os Estados Unidos e outras nações. Foi precisamente o sucesso brilhante e a efetividade do sistema de crédito norte-americano que o tornou alvo de ataques e dissimulações.

O monetarismo constantemente olha para trás, com o anseio de monetizar os resultados da produção passada, ao invés de criar novas riquezas. O sistema de crédito se baseia na confiança no futuro. Ao invés de depender da produção passada ou estocar os bens, cria riquezas ao atar a futura realização dos projetos, e a produção de bens e manufaturas, à promessa original. A moeda do monetarismo é formada pela reconversão dos bens presentes em dinheiro. No sistema de crédito, ao invés dos produtos do crescimento, o crescimento em si mesmo é a moeda.

O monetarismo vê o débito como um fardo a ser deposto, e exige seu pagamento no presente, sem se importar com os custos futuros e os desperdícios do passado. Dentro do sistema de crédito, os débitos não são objetos auto-evidentes; a ação que gera valor através do processo de sua extinção é incluída em sua criação.

O monetarismo mede todo o valor pelo capital e trabalho, e dá ao dinheiro um valor auto-evidente. No sistema de crédito, a medida de valor não é o capital ou o dinheiro, mas os poderes mentais que desenvolvem os poderes produtivos do trabalho, os quais, por sua vez, ampliam o rendimento da produtividade, aumentando assim o valor dos bens, do trabalho, e do capital. Consequentemente, a produtividade é a medida de valor do capital. Com o aumento da produtividade, o custo da produção diminui, e o valor da moeda aumenta.

O dinheiro pode ser convertido em capital e em bens, mas o crédito, embora em si não seja capital, amplia a eficiência do capital. O crédito faz com que a mesma quantidade de capital ou trabalho seja mais eficiente e produtiva, e é a causa que acelera a criação de riquezas, com um potencial que o torna envolvente em toda produção existente de capital em todos os tempos, e que o coloca em ação. O valor das economias nacionais é, portanto, definido pela organização das relações entre o capital atual e o potencial promovido através do crédito.

Assim, o sistema de crédito vê a economia em sua totalidade como um sistema produtivo, e seu desejo fundamental é desenvolver amplamente a máxima eficiência e os poderes produtivos do trabalho através do investimento no progresso tecnológico. Isso é expresso na forma duma concordância entre as leis dos representantes do povo, e o desenvolvimento dos recursos e da indústria desse povo, definindo um paradigma por fora dos axiomas impostos e das regras do monetarismo.

Nas páginas seguintes, os princípios-chave do sistema creditício norte-americano serão demonstrados historicamente, e assim obteremos o entendimento necessário a sua correta administração uma vez.

O estabelecimento por Hamilton de um Estados Unidos próspero

O sistema de crédito norte-americano não é uma característica opcional ou um complemento a Constituição. A necessidade de se organizar um sistema de crédito foi a causa motriz da criação da Constituição.

A soberania ganha com a Declaração de Independência deu ao Congresso a autoridade implícita para controlar as interações comerciais com outras nações para beneficiar a indústria doméstica, para criar a uniformização da moeda entre os estados, para manter o crédito governamental ao assumir todos os poderes requeridos para a administração efetiva das finanças, e fazer dos estados uma só economia, unificada. Contudo, foi o ato corajoso e imortal de Hamilton, o exercício desses poderes implícitos.

Durante a guerra, o Banco da América do Norte, formado por Robert Morris, Alexander Hamilton e Benjamin Franklin, criou uma moeda alternativa aos depreciados continentais, e crédito ao governo para assegurar a vitória nos anos 1781–1783. Mas, a falta de união não proveu ao banco financiamento próprio como meio para unir os estados e financiar o débito público. O grande período de bancarrota antes e depois da Guerra Revolucionária levou Robert Morris, Alexander Hamilton, James Wilson, GouverneurMorris, Benjamin Franklin, George Washington e outros fundadores, a compartilhar um compromisso: Foi requerida a criação de uma nova constituição fundada de acordo com a Declaração, com força suficiente, aprovada pelo povo ao invés de imposta por uma confederação de estados soberanos.

A União foi bem sucedida em sua formação somente pela conversão de Hamilton dos débitos monetários e da moeda monetizada numa moeda creditícia, atando o futuro da nação ao sucesso de todos os estados, transladando a ação de extinguir os débitos para dentro da própria moeda. A intenção de se produzir bens a partir dos débitos definiu a moeda, a economia se tornou a condutora da construção da nação, e os interesses da nação foram fundidos com os do Banco e sua moeda. A moeda não era abstrata. Adicionalmente, a criação de um novo banco, na mesma ação que financiou os débitos através de seus poderes de proteger e encorajar as manufaturas, obtida com a primeira lei do Congresso, criou um sistema financeiro atado diretamente ao sucesso da indústria norte-americana e ao melhoramento interno, assim como o valor e o financiamento dos débitos públicos.

Através dessas medidas, Hamilton foi bem sucedido em transferir os Estados Unidos de um sistema monetário para um sistema de crédito, tendo como a essência do princípio de crédito, não o conflito entre a emissão de notas pelo governo versus o padrão ouro ou prata, mas a unificação dos poderes econômicos por sobre a moeda, de tal modo que esta se torne o reflexo do crescimento futuro.

A característica fundamental do Banco dos Estados Unidos foi ser uma instituição de empréstimos sem intermediários para o crescimento econômico, determinando as diretrizes reguladoras da economia – não concedendo ou descontando empréstimos mediados pelos interesses dos bancos comerciais que operam de acordo com fórmulas matemáticas sobre o quanto uma economia deve crescer de acordo com a lei da oferta e da demanda. Foi uma instituição estabelecia por lei não separada do resto da economia, mas como sua comandante. Isso promoveu a ligação do âmbito econômico direitamente aos bancos comerciais e os interesses dos investidores da indústria e dos comerciantes.

Ao financiar o débito nacional através dos impostos domésticos, das taxas de importação e por outros poderes do Congresso, o débito se tornou a base para uma moeda de crédito bancario e de notas bancárias circulando sobre o crédito desses débitos financiados, que constituiu a maior parte do estoque de capital do Banco. Vários certificados de débitos emitidos durante a guerra eram relançados como uma representação do novo poder de ação do governo, enquanto as agências do Banco aceitavam os novos certificados de débito como depósitos e emprestavam se creditando nas expectativas de expansão da manufatura e da indústria. A provisão para financiar o débito dos Estados Unidos colocou em circulação uma enorme quantidade de capital, dando vida e ânimo aos negócios.

Em 1791, Hamilton escreveu ao Congresso sobre os efeitos desse sistema em seu Relatório sobre as manufaturas:

Com o dinheiro público em um estado sólido e consistente, um homem que possuir uma soma dele poderá abraçar qualquer esquema de negócios com tanta confiança quanto se possuísse soma igual em moeda. Essa operação de financiamento público como capital é muito óbvia para ser negada... Contudo, um débito financiado não é, em primeira instância, um aumento absoluto de Capital ou uma elevação da riqueza real; mas, ao servir como um novo poder de operação da indústria, isso possui, dentro de certos limites, uma tendência para aumentar as riquezas reais de uma comunidade.

Sob Hamilton, o dinheiro tornou-se subserviente ao crédito e a moeda em circulação estava quase em sua totalidade atada ao valor futuro do débito financiado. O ouro e a prata caíram por terra e as pessoas preferiram usar crédito – as notas do banco nacional e as notas de outros bancos estatais que entraram em cena para facilitar o crescimento das regiões interioranas. O dinheiro enquanto tal, definido como ouro e prata, era uma mera fração do pagamento contável, e, ao desenvolver-se o sistema bancário, o ouro e a prata foram relegados a 0,01% de todos os pagamentos feitos no comércio e na indústria, e a 1% de todas as transações.

A moeda hamiltoniana baseada no crédito pôs em ação o capital ativo do país. Refletindo sobre o sistema que ele construiu, escreveu no final de seu Relatório sobre o Crédito Público, de 1795:

O crédito público (...) está entre os melhores mecanismos para promoveras empresas úteis e ao aprimoramento interno. Como um substituto do capital é um pouco menos útil que o ouro ou a prata, na agricultura, no comércio, nas manufaturas e nas artes mecânicas... Um homem deseja tomar posse e cultivar um pedaço de terra; ele compra em crédito e, com o tempo, paga a soma adquirida com a produção do solo aperfeiçoada pelo seu trabalho. Outro monta um comércio; com um crédito baseado no seu bom carácter, ele procura, e freqüentemente encontra, os meios de se tornar, com o tempo, um rico comerciante. Um terceiro começa um negócio como artesão ou industrial, com habilidade, porém sem dinheiro. É através do crédito que ele procura as ferramentas, os materiais, e mesmo ajuda para suas necessidades básicas, até que sua indústria o tenha abastecido de capital; e ainda assim consegue, com um crédito certo e crescente, os meios para expandir seus empreendimentos.

Devidamente compreendido, o propósito da política de Hamilton não era monetário, mas industrial e científico. Hamilton via a moeda não como a riqueza em si mesma, mas como a responsabilidade constitucional do governo em facilitar a criatividade científica e o espírito empreendedor. Em seu Relatório sobre as Manufaturas, Hamilton estabeleceu os princípios essenciais da economia como um sistema físico de produtividade. A medida primária de valor não é o capital, mas os poderes mentais que aumentam os poderes produtivos do trabalho, e assim aumentam o valor do capital através do incremento da produção e da produtividade.

O sistema de crédito assim formado torna maiores o engenho humano e os meios pelos quais os cidadãos podem promover o bem estar público e o próprio. O objetivo inerente ao sistema de crédito não é produzir com o propósito de conseguir dinheiro, mas obter crédito como um meio de aumentar os poderes do trabalho. Inovações e invenções inéditas aumentam o lucro dos empréstimos: eles não são mecânicos. Além do mais, as inovações aumentam a produtividade da economia. O ato de Hamilton de transformar os débitos monetários em débitos creditícios tornou mais valioso o crescimento da economia, do que se todos os débitos monetários tivessem sido perdoados.

Robert Hare, economista hamiltoniano, escreveu em 1810:

Sob um sistema legal rigoroso (...) o crédito (...) é preferível ao dinheiro. O homem que desfruta de um, tem quase a mesma facilidade do que o outro possui na compra de materiais para o comércio ou para a manufatura. Mas o estímulo para o trabalho e a indústria é bem diferente nos dois casos. O artesão que tiver uma centena de dólares pode viver sem trabalhar até que o dinheiro acabe. Ele pode gastar tudo ou uma parte no que lhe apraz ou no seu sustento, e pode trabalhar proporcionalmente menos. Mas o artesão que se empenhar com um crédito no valor de umas centenas de dólares, tem quase a mesma capacidade de ganhar dinheiro do outro; mas, não terá o privilégio de se manter na ociosidade ou na dissipação. Só terá utilidade para ele através do trabalho.

Propenso, como toda riqueza substancial e hereditária, a desaparecer em canais antes amplos do que numerosos, o fluxo de metais preciosos que passa em largos cursos pelo país, são gastos na mesma medida em que entram, contribuindo mais para a magnificência particular do que para a fertilidade geral; enquanto o crédito, brotando de inúmeros riachos auto-criados, difunde uma influência fertilizante ao longo de cada região[1].

É essencial compreender que o sistema de crédito norte-americano não é meramente uma moeda bem regulamentada onde o crédito é disponibilizado através dos bancos, mas é uma organização total da economia pela mente que se direciona ao crescimento. Isso é visto em toda a inconfundível política que compõe os relatórios de Hamilton sobre o crédito público, especialmente em sua última análise feita em 1795[2]. A administração do Tesouro por Hamilton mostra uma devoção sem fim ao manejo das finanças, de acordo com essa linha mestra: que o resultado de qualquer pagamento de dívidas, de novas leis do congresso e gastos gerais deve levar a um aumento da produtividade. O balanço de pagamento dos débitos coordenado através do Banco foi continuamente organizado de acordo com o princípio de manter uma reserva de excedentes e receitas para o incremento do crescimento econômico. De acordo com a primeira lei do Congresso que segue seu primeiro Relatório sobre o Crédito Público, nenhuma dívida do governo deve ser manejada como se fosse auto-evidente, como um débito monetário, mas era atrelada a renda futura relacionada ao aumento da produtividade, através de uma economia regulada e facilitada pelo Banco.

Com Thomas Jefferson e o Secretário do Tesouro, Albert Gallatin, de 1801 em diante, a economia passou a operar explicitamente em oposição ao sistema de Hamilton; como antes da Constituição, a economia norte-americana se transformou num pivô dos interesses estrangeiros.

Gallatin se tornou o maior opositor doméstico da administração de Hamilton do orçamento federal voltado ao crescimento produtivo e da utilização da dívida como instrumento do crédito público. Ele se opôs, de modo geral, ao programa inteiro, tendo votado contra a Constituição em 1789 e as demandas do Artigo I, Seção VIII, que estabeleceu a soberania econômica frente ao Império Britânico. Gallatin mudou radicalmente a política do Departamento do Tesouro e suas relações com o Banco, direcionando os excedentes do crescimento econômico para o passado e o presente, liquidando a dívida nacional tão rápido quanto possível. O produto do sistema bancário e o aumento dos rendimentos nacionais advindos da produtividade, que só foram possíveis com os hábeis arranjos de Hamilton, foram relegados rumo a extinção imediata da dívida, desamarrando os nós que prendiam a economia ao futuro.

Portanto, embora o Banco dos Estados Unidos ainda existisse, não existia mais o sistema de crédito norte-americano. Em meio ao sistemático declínio geral da produtividade desta maneira gerado, uma característica marcante foi a depleção da Marinha e sua não-existência virtual no período que antecedeu a guerra de 1812[3]. O governo de Jefferson lançou as bases para a mais radical “máquina simples” de governo da era Jackson, que finalmente acabou por completo com o sistema de Hamilton, num processo facilitado por Aaron Burr, John Randolph e outros, manietando a economia aos axiomas arbitrários do monetarismo e aos interesses da Companhia das Índias Orientais Britânica[4].

A restauração do sistema de Hamilton por Mathew Carey

Sob a liderança de um dos nossos maiores homens, Mathew Carey – o protegido de Benjamin Franklin que dominou os princípios de economia do Relatório sobre as Manufaturas, de Hamilton – uma equipe foi criada para restaurar a economia hamiltoniana, da qual fez parte a criação de um novo Banco dos Estados Unidos, sob James Madison[5]. Contudo, a existência solitária dum Banco dos Estados Unidos não equivale a um sistema de crédito nacional, e o restabelecimento do sistema de Hamilton só teve sucesso por causa da direção do Banco pelo hamiltoniano Nicholas Biddle. Começando em 1823 e funcionando sob a liderança de Mathew Carey, Biddle restaurou uma moeda nacional livre dos efeitos da especulação resultante da destruição do sistema de Hamilton[6].

Assim como com Hamilton, de 1823 em diante o sistema foi manuseado para fazer contratos de crédito, em vez de liquidar a riqueza para o presente. O princípio de Biddle foi manter as operações dentro do calendário do sistema de crédito, ao invés de permitir um excesso de demanda para pagamento imediato, em particular o pagamento imediato em dinheiro. Isso permitiu que excedentes produtivos de todas as partes fossem constantemente absorvidos dentro do crescimento futuro e do investimento produtivo, expressos pela grande quantidade de crédito, não como uma riqueza inútil para o mero aumento do consumo, ou seja, a desgraça do dinheiro. A economia doméstica estava apta a crescer em relação aos seus poderes produtivos, ao invés de por controles artificiais.

O valor da moeda foi determinado pelas taxas crescentes de produção, e o incentivo e a segurança dos investimentos na expansão da produção posteriormente consolidou o crédito. Quanto mais as terras agriculturáveis foram desenvolvidas, quanto mais bens manufaturados foram introduzidos, e quanto mais redes de transporte para os produtos e carvão para as instalações fabris foram concluídas, aumentou em proporção a quantia de crédito bancário que podia seguramente ser posta em circulação através de empréstimos e descontos, dobrando e triplicando durante toda aquela década. A moeda guardava uma relação adequada aos negócios e aos intercâmbios reais, sendo emitida apenas para aqueles cujo crédito o capacitavam a isso, aumentando com as necessidades das operações ativas da sociedade, e diminuindo uma vez que estas diminuíssem para uma relativa inatividade. A moeda do Banco era firmemente baseada no setor produtivo e seu valor aumentava enquanto os custos da produção diminuíam.

Esse foi o princípio essencial do crédito de papel, em oposição a moeda de papel, desde que nenhuma moeda é subsistente caso não una os recursos e o crescimento da economia real com o seu estabelecimento e circulação. Em contraste, as moedas baixo decreto dos bancos centrais, como no presente, tornam-se ferramentas para a subversão da soberania nacional, em vez do progresso nacional.

Com uma capacidade assentada para dirigir e coordenar as interações do incremento da produção baseadas no crédito, quase todo o empreendimento válido foi incentivado através dos créditos do Banco dos Estados Unidos, em coordenação com os governos estaduais e federal, à condição que ficasse dentro dos meios de uma moeda regulamentada. Dentro de poucos anos após a reorganização do Banco por Biddle, a confiança da população de que agora o Banco dos Estados Unidos iria ser o meio pelo qual iria se depender os investimentos econômicos, deu o impulso empreendedor que levou a grande expansão dos canais e da indústria. Exércitos de homens industriosos e capazes, sem capital suficiente ao princípio para dar suporte ao seu empreendimento, foram encorajados a iniciar suas operações como comerciantes, produtores e agricultores, apoiando-se sobre o sistema de crédito. Foi somente por causa dessa confiança renovada que novas terras foram exploradas de modo tão rápido, as manufaturas aumentaram com tal espírito, e novos projetos de canais foram construídos com tamanho alcance.

Com o crescimento do sistema de crédito, cada vez menos pagamentos eram liquidados com dinheiro. Como diz a máxima de Hamilton para o crédito público, a criação de uma dívida deve ser sempre acompanhada dos seus meios de extinção, logo em todos os bancos comerciais sob o Banco dos Estados Unidos, o mesmo princípio foi cada vez mais aplicado: que nenhum débito auto-evidente seja criado, mas que acordos de crédito que assegurem a circulação sejam retornados pelos devedores dos bancos a uma taxa igual aquela de sua emissão.

Sob o funcionamento apropriado do sistema de crédito, o significado do débito foi transformado. A dívida dos agricultores era paga pela produção da safra seguinte; o débito dos comerciantes era pago através das vendas subseqüentes; e, numa escala maior, o endividamento dos estados por causa de obras de infra-estrutura era pago com o desenvolvimento futuro das indústrias. A dívida criada para melhorias internas e as dívidas pessoais na agricultura e na indústria, eram simples partes do crescimento econômico sob um sistema de crédito. Os estados que incorreram em largos débitos para a construção de canais e estradas, planejavam o desenvolvimento de indústrias de ferro e carvão, e novas rotas de transporte para os produtos de novas terras. Essas novas terras e indústrias recentemente desenvolvidas ao longo das rotas de infra-estrutura aumentaram os rendimentos em dez vezes sobre o valor inicialmente investido.

A imposição do monetarismo

Depois da experiência bem sucedida do sistema de crédito hamiltoniano sob o segundo Banco dos Estados Unidos, os únicos que desejavam um tipo radical de laissez-faire nos bancos e no comércio eram os agentes britânicos, ou os seus fiéis nos negócios e no comércio, e não a indústria nacional. Isso não era uma diferença honesta de visão ou opinião sobre a Constituição.

Os controladores de Andrew Jackson intencionalmente destruíram o sistema de crédito, e os princípios básicos da produtividade física foram trocados por teorias partidárias de uma moeda baseada em metal a fim de justificar a drástica redução na circulação[7]. O ouro e a prata foram designados como as únicas riquezas que a população deveria procurar; a produtividade não era mais considerada uma medida de valor; e foi pregado que a nação como uma só economia não era um ponto de referência válido. A propriedade individual e a “liberdade” dos ricos donos das terras e dos escravos foram declaradas sagradas. A falácia das “leis de mercado” foi imposta, suplantando o bem comum. O governo de Martin Van Buren exigiu que os débitos fossem pagos no presente, sem o importar o quanto custasse no futuro, e jogasse no lixo o passado. Acordos de crédito válidos foram acusados de perdulários e de causarem a crise, a qual de fato foi criada intencionalmente pelos controladores do governo de Jackson, e subsequentemente foram substituídos por austeridade como um meio de apaziguar o “mercado”.

Sob a imposição do sistema monetário, os débitos são vistos no presente, com uma quantia abstrata de débitos e dinheiro considerada “própria” ao mercado, de acordo com a falsa doutrina de que o mercado gerará por si mesmo a oferta e procura apropriadas a produção, sem um programa de desenvolvimento nacional.

A moeda com curso legal emitida por Abraham Lincoln circulou com a mesma hipótese fundamental como a moeda do Banco dos Estados Unidos. Novamente, no governo de Andrew Johnson, o secretário do Tesouro Hugh McCulloch, trabalhando junto ao desertor do governo de Lincoln e agente britânico David Wells, reduziu artificialmente a moeda de curso legal de Lincoln em oposição as capacidades e necessidades reais das indústrias. Repetindo exatamente os clamores de Jackson e Van Buren, McCulloch e seus seguidores no governo de Ulysses S. Grant, disseram que os “excessos de produção” do “mercado” causaram a crise, e que a economia anterior tinha se excedido. A economia foi então sacrificada no altar do monetarismo[8].

Tais contradições e crises, da época e posteriores, como as da década de 1870, de novo após McKinley, de novo durante 1929-1932, de novo, e de novo, e de novo, foram causadas pela destruição intencional da economia industrial e do sistema de crédito a ela associada. A cada vez, métodos sofísticos assemelhados à fingida inocência de Jackson e Van Buren, foram usados para alegar outras causas.

O bem estar geral e a Declaração de Independência

Contrário ao mito de Andrew Jackson, o sistema de crédito do Banco dos Estados Unidos quebrou a aristocracia da riqueza, disponibilizando o capital ocioso para empréstimos e descontos, rentáveis ​​para todas as partes. O sistema de crédito do Banco dos Estados Unidos significava que qualquer cidadão poderia competir com um rico capitalista; era direito de qualquer um com espírito empreendedor receber os meios para aumentar a produtividade.

A Declaração de Independência demandava o sistema de crédito de Hamilton, por ser a intenção dos direitos inalienáveis que o homem qualificado para atividades comerciais pode investir sobre o capital obtido com juros; o homem com habilidade nas artes manufatureiras deve ter esse escopo dado ao seu empreendimento e usufruto, em que a confiança estabelecida entre ele e quem empresta o dinheiro seja tão bem calculada que dê certo; o agricultor deve se empenhar para se tornar dono do próprio solo que cultiva através de uma compra de crédito, dependendo da produção do seu trabalho para quitar sua dívida.

Garantir direitos iguais não é somente prover uma rede de garantias. Não é igual a distribuir dinheiro. Direitos iguais significam a capacidade para contribuir para a produtividade nacional, e, portanto, o direito de se endividar para esse propósito.

O governo não pode criar diretamente riqueza ao imprimir e cunhar dinheiro, porque a riqueza é propriamente medida pela produtividade da economia. Mas um governo que age com soberania pode criar uma instituição central que regule os meios de troca de crédito para a produção econômica. A responsabilidade, o dever, e a autoridade dos representantes eleitos é providenciar uma visão para o país – não para controlar todas as operações, mas para dirigir a locomotiva do Estado em direção à prosperidade nacional. Através do sistema de crédito de Hamilton, o governo cumpre assim sua responsabilidade, ao criar os meios para habilitar o direito.

Com o direito, o espírito empreendedor se anima através dos acordos de crédito. Um número crescente de todas as transações se tornam baseadas no modo de pagamento do sistema de crédito, assim como a liberdade e a segurança das propriedades individuais se tornam ainda mais firmes. Desde que a conduta do trabalhador garante sua capacidade de obter o auxílio do capital, tornando o seu trabalho mais produtivo e melhor sua condição, há um número cada vez maior de incentivos para os norte-americanos para aplicar a sua propriedade produtiva em direção aos objetivos futuros. As características morais dos cidadãos são melhoradas, melhorando por sua vez a eficiência do crédito. Assim, a natureza moral da sociedade dá ao sistema de crédito seu poder.

Sem o sistema de crédito como entendido pelos fundadores da Constituição, os norte-americanos sempre sofreram com uma ironia: com a bandeira dos direitos iguais ondulando sobre suas cabeças, a exigência de se pagar nas bases da riqueza existente ou passada aprisiona o empreendedorismo, desativa a capacidade, e remove o direito de aumentar o poder do trabalho.

Como o economista do Sistema Americano, William Elder, escreveu, em 1871:

Uma sociedade sem um sistema de crédito é simplesmente selvagem. Uma economia comercial, cujo capital seja limitado a propriedade material, seria um despotismo da propriedade... tão morta quanta a insensata terra, onde toda a riqueza está na fixidez dos cristais, e tudo o que é comum, é tão incapaz quanto as rochas nas quais o ouro e a prata estão confinados.

As lições da década de 1930

Existe uma lição crucial a ser entendida da aproximação do governo de Franklin Roosevelt ao princípio de sistema de crédito do Banco dos Estados Unidos. Foi necessário ao governo de Roosevelt não meramente reorganizar os bancos, mas estabelecer um princípio de crédito que de outra forma não existia. Seu governo reorganizou os bancos não pelos bancos por si, mas para torná-los capazes de operar dentro do novo contexto de operação do princípio de crédito pelo qual ele estava visando, com um plano de “Bancos de Crédito para a Indústria”, que afinal se tornou a Corporação para Reconstrução Financeira (CRF). A lei de Avanços Industriais, de 1934, e as emendas subseqüentes do CRF e as políticas de crédito, foram uma promessa para o sucesso da recuperação industrial, frente as décadas de políticas econômicas falhas, levadas a cabo através da consolidação de Wall Street e do controle de Londres sobre a política dos EUA.

Entendido corretamente, os empréstimos diretos de Roosevelt para a indústria, começando em 1934, não tiveram a intenção de ser uma função especial adicionada a economia, mas como sua construtora, desde que a antiga economia tinha sido destruída pelas décadas precedentes, que substituiu a especulação pelos acordos de crédito em longo prazo para o avanço industrial. Ele criou um sistema de crédito funcional com uma quantia crescente do sistema financeiro ligado a economia, ao invés de ligado aos bancos, aos quais a Reserva Federal serviu.
O retorno ao banco original do sistema de crédito
dos Estados Unidos

O sistema de crédito norte-americano é uma economia delimitada por taxas crescentes de produtividade facilitada pela concessão de créditos, no qual o resto do comércio tem um lugar secundário. É baseado numa moeda em circulação representando o valor futuro, que liga as intenções de longo prazo do governo à capacidade de levar a cabo essa intenção. Isso provê um meio suficiente para os pagamentos futuros, governado pela instituição-chefe do crédito.

A moeda do sistema de crédito permite a nação a alavancagem de capital baseado em quanto as trocas físicas podem suportar. A quantidade de moeda e crédito são reguladas por esse princípio crucial, não por qualquer fórmula matemática.

A política de crédito industrial pode errar, mas não poderá nunca se exceder – como nunca fez – sob a liderança dos economistas norte-americanos da tradição do Sistema Americano.

Essa lição deve ser aprendida agora ou a nação irá certamente perecer frente a falta de atenção as simples leis da produtividade, ou pela submissão a axiomas completamente estranhos ao nosso grande legado.

Nós somos uma nação destroçada. Sob Barack Obama, e em grande parte desde o presidente John Kennedy, as ações audazes para colocar a nação por cima dos interesses de Wall Street e dos interesses estrangeiros e supranacionais, partiu dos salões do governo. O crédito impõe vigor, poder e autoridade. A falha em usar a autoridade do governo significará a derrota da nação. O que está em jogo não é uma questão de “limitação do governo” ou “excesso de governo”, não uma questão de Democratas ou Republicanos. O sistema de crédito é o uma questão da(de) prosperidade nacional.

Afortunadamente, os mitos do monetarismo têm sido completamente refutados incontáveis vezes por aqueles que estavam entre os nossos famosos economistas dos séculos XVIII e XIX, Benjamin Franklin, Alexander Hamilton, Mathew Carey, Daniel Raymond, Henry Carey, William Elder, Robert Ellis Thompson e Stephen Colwell. Em uma condição na qual não são debatidas as falsas quimeras, os advogados do sistema de crédito saem a campo e podem uma vez mais clamar por vitória. Se os reais patriotas se aliarem a esses grandes economistas, como Lyndon LaRouche fez, seus oponentes não encontrarão lugar para se manterem.

O governo deve reivindicar seus poderes para legislar a criação de um sistema financeiro que dê a todos os cidadãos o direito de fazer uso de seu espírito de empreendimento, um sistema de moedas que dê a cada cidadão a capacidade de aumentar sua produtividade e o direito de se endividar por isso.

O congresso repetidamente abdicou desse poder, mantendo o mito de Andrew Jackson. Esse mito foi destruído, o governo agora está livre para restaurar o Banco dos Estados Unidos original e o sistema de crédito hamiltoniano.

Fonte
http://portugues.larouchepub.com 
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial                                    

"Ninguém é isento de sua própria ignorância."

"Se ele fizer um milagre, escute-o."

"Agregue o que lhe ascrescentar, descarte o que não lhe servir."

domingo, 13 de outubro de 2013

'Calote dos EUA seria desastre para países em desenvolvimento', diz Banco Mundial

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, na reunião do Banco Mundial.
 
O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, afirmou que um calote dos Estados Unidos pode significar um "desastre" para os países emergentes, em especial, com subsequente impacto nas economias desenvolvidas.
Kim lembrou que os Estados Unidos estão apenas "a (poucos) dias de um momento muito perigoso" por conta da crise de endividamento do governo.

O presidente do Banco Mundial demandou que os políticos dos EUA cheguem a um acordo para elevar o teto da dívida do governo antes do prazo final, quinta-feira.

O Tesouro dos EUA ficará sem caixa se não houver um acordo para que tome recursos emprestados no mercado financeiro - o que os republicanos, de oposição ao democrata Barack Obama, vem barrando desde maio.

'Evento desastroso'


Kim advertiu que o calote seria um "evento desastroso" para o mundo.

"Quanto mais nos aproximamos do fim do prazo, maior é o impacto para o mundo em desenvolvimento."

"A inércia pode resultar em alta nas taxas de juros, queda na confiança e desaceleração do crescimento", disse Kim, falando no encontro anual do Banco Mundial, em Washington.

"Se isso vier a acontecer, poderá ser um evento desastroso para o mundo em desenvolvimento e isso vai ferir seriamente as economias desenvolvidas", acrescentou.

Republicanos e democratas não conseguiram chegar a um acordo sobre a extensão do limite da dívida no sábado, mas o objetivo é encerrar o assunto antes da reabertura dos mercados, na segunda-feira.

O governo dos EUA está em paralisação parcial desde que o Congresso perdeu o prazo, 1º de outubro, para passar o orçamento.

Isso resultou em centenas de milhares de funcionários públicos federais parados em casa, e em escritórios do governo fechados.

Crescimento menor


Republicanos se recusam a aprovar o novo orçamento, a menos que o presidente Barack Obama concorde em adiar ou eliminar o financiamento à Saúde previsto na lei de reforma do setor, uma promessa de campanha do democrata, aprovada em 2010.

Secretário do Tesouro dos EUA, Jack Lew, estimou que a cada semana sem o orçamento novo, o país deixa de crescer 0,25%, em um ano para o qual se prevê uma economia em marcha lenta.

O limite da dívida atual, de $ 16,699 trilhões, foi alcançado em maio.

Desde então, o Tesouro dos EUA tem usado recursos extraordinários para pagar as contas, mas o dinheiro se esgota em 17 de outubro.

Toda semana, o Tesouro também tem que refinanciar US$ 100 bilhões da dívida sob a forma de títulos do governo dos EUA, os chamados Treasure bonds.

'Não queria saber'


Os Estados Undos pagam, ainda, juros sobre a sua enorme dívida.

A incapacidade de pagar tanto o principal de seus títulos que vencem como os juros dos bonds que estão em posse de investidores colocaria os EUA em situação de calote, ou default, no jargão do mercado financeiro.

No sábado, Jamie Dimon, presidente do banco americano JP Morgan, disse que não queria nem pensar nas possíveis repercussões de um calote americano.

"Não queira saber", disse ele.

"Seria chacoalhar a economia mundial de uma forma que você não poderia compreender".
 
Fonte: BBC Brasil


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A morte da América

 O mundo observa como a democracia americana dá seu último respiro 
 
 


As pessoas do relógio mundial em admiração e espanto o que está acontecendo e para a América , eles estão vendo como a maior democracia auto-proclamado na história do mundo está implodindo bem diante de seus olhos. Eles vêem um país que perdeu sua visão e sua estabilidade, sob o peso de um governo que já não é capaz de governar .

Sim, esta é a mesma América que não se cansa de torná-lo conhecido para o mundo que é a maior democracia da história , um deles com um governo que vem trabalhando incansavelmente para difundi-la em todo o planeta se outras nações querem ou não - muitas vezes pelo uso da força militar agressiva.

O desaparecimento deste " modelo de democracia " deve ser um turn verdadeiramente chocante de eventos, mas para muitas nações que estão cansados ​​da arrogância e intimidação parece ser um exemplo muito bem-vinda de justiça poética .

Se a América tem , de fato, perdeu a sua democracia , em seguida, o que vai substituí-lo? Essa pergunta já foi respondida . O fato é que este país já evoluiu para um corporatocracia de pleno direito, um sistema econômico e político controlado por corporações ou interesses corporativos.

Os mestres do corporativismo ter usado seu dinheiro e poder para assumir o comando do governo ilimitado e irrestrito . Em termos militares , ele poderia ser chamado de um golpe de Estado .

Sua # 1 objetivo tem sido o de paralisar completamente o governo e neutralizar suas principais funções . O sub-objectivos principais são: a destruição total do Affordable Care Act e de qualquer e todos os programas sociais , a remoção de todas as restrições à Wall Street e do mundo corporativo , o enfraquecimento ou eliminação de regras e regulamentos que regem a mineração, emissões e salvaguardas para água e poluição do ar , pois eles têm sufocado o envolvimento do governo na criação de empregos. Na verdade eles estão trabalhando dentro do governo para destruir as funções do governo , e eles conseguiram de forma brilhante.

Um bom exemplo de como essa transformação de uma democracia para um corporatocracia foi realizado pode ser evidenciado pelo fato de que atualmente estamos no meio de uma crise nacional , como o desligamento do governo e continua a crise do teto da dívida paira no horizonte. Se ainda tínhamos uma democracia forte, viável este tipo de crise nunca teria ocorrido , mas não o fazemos e por isso este é o que acontece .

A maneira que este Congresso funciona agora é diametralmente oposta à de que os Pais Fundadores tinham inicialmente previsto. É tão inepto e inútil que é quase hilariante e isso me lembra da vez que eu ouvi um analista em um programa de notícias a cabo usar uma referência a partir de uma canção de 1970 por Stephen Sondheim : ela disse brincando sobre algum problema do governo, eles devem " Enviar os palhaços ", mas o outro host parou e disse: " Eles já estão aqui sentados nas câmaras da Câmara e do Senado. "

E se você duvida que esta é uma avaliação justa e precisa da situação , e quanto ao fato de que nós temos atualmente um palhaço real, o presidente da Câmara , um indivíduo fora dos 535 membros do Congresso , que, evidentemente, tem o poder para fechar , sozinho, derrubar o governo e manter os povos da América refém e até menos que ele começar o seu caminho e é permitido destruir ObamaCare. Só na América , que é um país!

Sim, com certeza tem um monte de palhaços neste Congresso, mas o que eles estão fazendo não é muito engraçado. Eles têm efetivamente demolido nossa frágil democracia que agora está pendurado por um fio . Eles agem como se a Constituição é, como G.W. Bush, uma vez que " supostamente ", afirmou : "É apenas um --- maldito pedaço de papel. " Para muitos destes pseudo- legisladores é justo que o juramento que tomaram quando entrou no escritório , que "Eu solenemente juro (ou afirmo ) que apoiarei a Constituição dos Estados Unidos " não é nada mais do que uma declaração mecânico que não significa absolutamente nada .

Quão bizarro tem essa condição política na América se tornou? Eu quase aposto que alguém nos Estados Unidos está trabalhando em um re- escrever o Star Spangled Banner e mudando as letras que dizem: " A terra dos livres e lar dos bravos com" A terra dos oprimidos e da casa da silenciosa e submissa. "

E enquanto nós estamos falando sobre a mudança de alguns dos termos que não parecem se encaixar na América de hoje, devemos considerar a possibilidade de uma mudança no nome, Estados Unidos da América ? A palavra unida é definido como: uma única entidade , as pessoas que trabalham em conjunto para atingir objetivos comuns , algo inseparável e sinérgica . É isso o que vemos acontecendo na América, como os estados vermelhos e azuis não têm quase nada em comum e visivelmente seus membros do Congresso separados são continuamente tentando minar o outro?

E pensando por que isso Senado é tanta agitação e desordem uma das razões é que os pequenos estados, relativamente inconseqüentes de Alabama e Mississippi , com uma população combinada de cerca de 8 milhões têm um total de quatro senadores e os de Nova York e Califórnia , enorme e dinâmica estados com uma população de quase 57 milhões , também têm 4 . Isso não é democracia representativa , isso é ridículo e é uma das principais razões pelas quais o corpo de governo não pode extrair -se do seu estado de impasse permanente.

Alguém pode lembrar qualquer um dos outros 31 países industrializados do mundo, que já teve sua forma de governo democrático desligado por um indivíduo que o levou à beira do calote em suas obrigações financeiras - não uma, mas uma e outra vez ? Isso simplesmente não parecem sempre ser um problema nestes vários países "democráticos" e governos.

Os relógios do mundo como a América se dirige para uma colisão gigantesca com si mesma, vê uma nação que tem desperdiçado a sua riqueza em guerras, um que não conseguiu financiar adequadamente suas maiores necessidades internas e agora está pronto para lançar a sua democracia , juntamente com a Constituição ao mar porque ambos estão ficando no caminho .

Os relógios do mundo como as divisões enormes entre o governo eo povo da América crescer cada vez mais profunda e mais ampla , como o surgimento de um estado policial se torna mais evidente a cada dia , como o outrora famoso sonho americano se transforma em um pesadelo. Eles vêem uma nação outrora orgulhosa de indivíduos criativos e inovadores cair em um estado de decadência e declínio.

Agora, muitos diriam que as coisas não são realmente tão ruim, que a vida na América ainda é muito bom , as coisas ainda são relativamente estáveis ​​, e seu povo, na maioria das vezes , levar uma vida razoavelmente confortável . E enquanto isso é certamente verdade para aqueles americanos em ou perto do topo do espectro de renda de um número crescente de americanos já não estão vivendo o sonho americano , eles são apanhados em um inferno sem saída . Esta não é uma nação onde o lema " Um por todos e todos por um " existe.

As nações do mundo , aparentemente, pode ver o que muitos milhões de americanos não podem ver porque " Nós, o povo " em grande parte permanecem em um estado de negação e se recusam a aceitar a realidade de quão ruim as condições em Washington se tornaram. Americanos ver como o governo está tomado pelos corporativistas , a Constituição continua sob ataque , o setor industrial é saqueada em nome dos lucros corporativos , eles vêem que o governo continua a imprimir papel-moeda e emprestar centenas de bilhões de dólares da China e outras nações , ea dívida continua a crescer .

Eles observam como Wall Street é dada a liberdade para transformar o mercado de ações em um cassino e seus criminosos de colarinho branco criar trilhões de dólares em esquemas de derivativos que têm o poder e potencial para inflamar um colapso financeiro . Eles vêem os políticos desonestos no ato de desligamento do governo e se preparando para permitir que a América calote em sua dívida .

Mas tanto quanto eu culpo a aquisição do governo e nossa democracia sobre o poder dos corporativistas , há quem diga que a responsabilidade por essa catástrofe nacional deve ser igualmente compartilhada pelos povos da América , os muitos, muitos milhões de pessoas que não votar nas eleições nacionais, que se recusam a se envolver no processo político de qualquer maneira e que prontamente aceita e tolera o que está acontecendo por causa de sua grande ódio do governo . E essa avaliação pode ser inteiramente correto.

Mas, novamente , podemos discutir, debater , aceitar ou negar a realidade desta situação muito terrível , mas tudo se resume ao que claramente aconteceu a América , é tão simples quanto isto: quando as pessoas deste país perdeu o controle de seu governo, eles perderam a sua democracia.

Michael Payne
http://www.opednews.com/
Via:
UND Horizon News

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