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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Qual a verdadeira diferença entre nação RICA e nação POBRE


A Diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a Idade da Nação.

Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2000 anos e são países pobres ainda.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos atrás eram insignificantes, hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre a nação pobre e rica não depende também dos recursos naturais disponíveis.

Japão tem um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura ou agropecuária, mas é a segunda economia do mundo.

O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Segundo exemplo é a Suíça, onde não cresce cacau mas produz os melhores chocolates do mundo.

Em seu pequeno território ela cuida de suas vacas e cultiva a terra apenas por quatro meses ao ano, não obstante, fabrica os melhores produtos de leite. Um pequeno país que é uma imagem de segurança que tornou-se o banco mais forte do mundo.

Executivos de países ricos que interagem com seus homólogos dos países pobres não mostram nenhuma diferença intelectual significativa.

Os fatores raciais ou de cor, também, não têm importância: imigrantes fortemente preguiçosos em seus países de origem, são altamente produtivos em países ricos da Europa.

Então, qual é a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas, moldadas durante muitos anos pela educação e cultura.
Quando analisamos o comportamento das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, observa-se que uma maioria respeita os seguintes princípios de vida:

1. Ética, como princípio básico.
2. Integridade.
3. Responsabilidade.
4. O respeito pela legislação e regulamentação.
5. O respeito da maioria dos cidadãos pelo direito do outro.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço para poupar e investir.
8. A vontade de ser produtivo.
9. A pontualidade.
10. O orgulho de cumprir com o seu dever.

Nos países pobres, uma pequena minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos falta recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.

Somos pobres por uma questão de princípios.

sábado, 29 de agosto de 2015

Petrobras adernando, leva para o fundo o sonho de milhares de brasileiros

Por portos e navios

Imagem:tonigumauskas.wordpress.com

Reduzir o investimento na exploração de petróleo por parte da Petrobras, começa afetar um segmento que teve crescimento significativo nos últimos anos: os navios de apoio a plataformas de petróleo, utilizados para a realização de manutenção e prestação de serviços especializados para as unidades em alto mar.

Durante a primeira metade deste ano, houve redução do tamanho da frota, e nem todos são operacionais.

Segundo estimativas, entre 20 e 25 navios estão parados devido à falta de acordo. Os barcos ficam ancorados na Baía de Guanabara ou em frente à praia de Copacabana à espera de trabalho.

O setor espera piora ainda para este semestre, quando vão expirar 147 contratos com a companhia petrolífera estatal, dos navios de apoio, que variam de navios para transporte de carga,e navios especializados, usados ​​para instalar equipamentos submarinos.

A demanda por essas unidades está relacionada com o número de plataformas e navios de perfuração que operam na costa.Cada unidade localizada no mar requer entre 3 e 5 navios de apoio regularmente.

O mercado sente os efeitos da redução dos investimentos da Petrobras na exploração de novas áreas, que caíram 16% no primeiro semestre.

O plano de negócios da empresa para os próximos cinco anos deverá incidir no desenvolvimento de novas descobertas, com mais cortes na exploração. Portanto,suspeita-se que grande parte da frota não terá contratos renovados.

VIA: FORUM ANTI NOVA ORDEM MUNDIAL , http://www.nuestromar.org/noticias/categ...i-n-brasil

terça-feira, 18 de março de 2014

Novo estudo adverte sobre iminente colapso global


Um novo estudo científico sugere que a civilização moderna pode entrar em colapso em questão de décadas.


A previsão sombria é baseada em modelos teóricos que descrevem o que é provável acontecer com o mundo industrializado nos próximos anos.

Os riscos, o estudo afirma, são baseados em instabilidade econômica e muita pressão sendo colocada sobre os recursos naturais do planeta.

"O processo de ascensão e colapso é realmente um ciclo recorrente encontrado ao longo da história", disse o matemático Safa Motesharri que olhou para uma série de fatores dominantes que contribuíram para o colapso das civilizações históricas, como o Império Romano.

De particular relevância é a forma como a sociedade está dividida em as "elites" e as "massas".

"Mesmo usando uma taxa de esgotamento ideal e começando com um número muito pequeno de elites, a Elite, eventualmente, consome demais, resultando em um período de fome entre as massas que, eventualmente, faz com que a sociedade entre em colapso", escreveu Motesharri.

Os cientistas responsáveis pelo relatório entretanto sublinharam que, mesmo se as suas previsões se confirmarem, ainda há muito que podemos fazer para orientar a sociedade longe do desastre.

"O colapso pode ser evitado e população pode alcançar o equilíbrio se a taxa per capita de esgotamento da natureza for reduzida a um nível sustentável, e se os recursos forem distribuídos de forma razoavelmente equitativa", escreveram eles.

Fonte: Independent
VIA: Notícias Alternativas

terça-feira, 4 de março de 2014

Roma pode abrir falência

[Imagem: 2663897161_7095b9afe7_b.jpg]


Roma abrirá falência se o governo da Itália não destinar urgentemente à cidade 485 milhões de euros, declarou hoje Ignazio Marino, prefeito da cidade.

Segundo Marino, se essa verba não for disponibilizada, Roma ficará paralizada nos dois próximos dias. Já desde domingo, as ruas da cidade serão fechadas ao trânsito, exceto os carros da polícia.


Desde março, a prefeitura não terá verbas para os salários de 25 mil empregados, a compra de combustível para ônibus, a manutenção de jardins de infância e a retirada do lixo.

“Não teremos verbas nem para a cerimônia de canonização de dois Papas – João Paulo II e João XXIII”, disse o prefeito.
 
FONTE

VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Porque a crise na Europa?

A ânsia para emitir o decreto dominical parece grande. A preocupação com a defesa da santificação do domingo cresce entre as forças da moderna Babilônia.  Mas ainda falta a principal condição que motiva esse decreto: uma crise econômica profunda.

O apoio maciço pela santificação do domingo só ocorrerá quando a economia e a sociedade humana entrarem em crise de tal intensidade que se justifique um clamor por essa santificação. Também que se justifique a necessidade de impor sua guarda pela força da lei, de ameaças e das armas. 


Que se utiliza de poder imperial autocrático, isso por enquanto não tem cabimento e por enquanto não seria aceito. Ainda não estamos nesse contexto. Para uma adesão de quase todo o mundo a favor do domingo precisa haver um forte motivo: crise a beira de uma situação dramática, beirando o colapso, com características de situação irreversível. Isso também servirá para acusar de hereges aqueles que santificam o sábado, culpando-os pela crise.

A crise na Europa está indo nessa direção. E a dos Estados Unidos da América também. Quanto tempo levará para chegar ao ponto de justificar um clamor por providências do tipo “dança da chuva” em meio a uma seca terrível e que não sinaliza passar, não podemos prever, mas parece que estamos a caminho.

É curiosa a situação do mundo de Babilônia moderna. Para silenciar a dita seita que prega as boas novas da segunda vinda de CRISTO, que trás boas notícias ao mundo, que tem a solução para os graves problemas do mundo, precisa de uma crise generalizada e severa. Contraditoriamente precisa piorar para deter o que é bom!


Ou seja, a grande maioria das pessoas do mundo querem ficar por aqui mesmo e aqui enriquecer, e estes darão ouvidos à necessidade de erradicar da Terra aqueles que seguem a Bíblia. Enquanto o povo de DEUS prega uma verdade que não interessa aos gananciosos, para fazer cessar essa pregação precisam de condições catastróficas, pois só assim os donos dos grandes capitais abrirão mão dos seus negócios no domingo, e apoiarão a imposição e sua santificação por meio de leis e da força.

Na Europa, e também nos Estados Unidos da América, já discutem sobre a necessidade de santificar o domingo para enfrentar a atual crise. Portanto, não há mais dúvidas de que estamos dentro da crise final, que só falta se agravar.

A crise da Europa tem esse sabor. A dos EUA vem logo a seguir, um pouco mais atrasada porque é com esse país que o europeu Vaticano fará aliança. E os EUA precisam ter alguma condição mais vantajosa e, relação a Europa para desencadear a imposição de sanções sobre o povo de DEUS e elas serem seguidas pelos demais países do mundo. Satanás, para fazer qualquer coisa, precisa do que é ruim e do que prejudica, enquanto DEUS pode fazer o bem em qualquer situação.


A crise, principalmente de natureza econômica, ajudará a justificar a santificação do domingo, como um caminho de superação. É esse o sentido da atual crise europeia, e americana, e em outros lugares do mundo. Mas essa situação ainda precisa chegar a muitos outros países importantes na economia global. Os sinais são de que está em andamento.

Enquanto isso, paralelamente, a Igreja Adventista se mobiliza para anunciar o evangelho por meio de um Alto Clamor. As atuais ações dos adventistas nas pregações e distribuições de literatura não deixam dúvidas de que estamos nos dirigindo para esse Alto Clamor. Falta só a intensificação para o poder máximo prometido por JESUS. É isso que satanás quer evitar, atraindo apoio de grandes e poderosos contra o povo santo, por meio de uma severa crise pelo mundo afora.

Fonte:
Cristo em Breve Virá 
VIA: Diário da Profecia

domingo, 26 de janeiro de 2014

Entenda a crise econômica e política na Argentina

Peso argentino desabou 11% no dia 23, na maior queda diária desde 2002.
Especialistas veem falta de credibilidade e modelo Kirchner como culpados.


[Imagem: artigo_23_2.jpg]


A forte desvalorização do peso nos últimos dias levantou ainda mais dúvidas sobre a situação econômica da Argentina, que tem se agravado nos últimos meses com a disparada da inflação e a redução drástica das reservas internacionais.

Apesar de ter avançado em alguns aspectos sociais, o governo de Cristina Kirchner não conseguiu, até o momento, reverter a derrocada financeira nem resgatar a confiança dos investidores, ainda traumatizados pelo megacalote de 2001.
 

No quadro político, a presidente tem perdido popularidade. A derrota do seu partido nas eleições legislativas de 2012 aponta que a sucessão presidencial em 2015 está comprometida.

[Imagem: Cristina-Fernandez.jpg]


Para tentar mudar a situação, o governo adotou diversas medidas que restringem a saída de dólares do país: aumentou impostos sobre gastos no cartão de crédito no exterior, passou a exigir aprovação do banco central para compra de dólar para turismo e impôs restrições ao comércio online.

Com a falta de dólares no mercado, a cotação disparou. Em 23 de janeiro, o peso argentino desabou 11%, a oito pesos por dólar, na maior queda diária desde a crise de 2002.

Fora do mercado oficial, no paralelo – que escapa às muitas restrições do governo –, a cotação está ainda mais alta: era de 10 pesos por dólar, tendo se popularizado a expressão "dólar Messi", em referência ao número da camisa do jogador, e já passou a ser negociada por 13 pesos.

A falta de confiança no sistema financeiro do país é enorme, e a "poupança" dos argentinos passou a ser juntar e guardar dólares em casa, o que faz a moeda disparar ainda mais, para desespero do governo.


"O que aconteceu foi uma rendição à realidade. O governo que dizia o tempo todo que não iria desvalorizar o câmbio. Na prática, começou a ceder", diz Leonardo Trevisan, que é professor de economia internacional da PUC São Paulo.

"Restou pouco espaço para mágica.

Não tem mais o que proibir. Já proibiram tudo por lá.
Chegaram ao ápice de controlar até as compras online", diz Carlos Stempniewski. "Pode-se prever mais desvalorização e mais turbulência.

É um cenário preocupante que vai exigir remédios amargos que governos populistas resistem a aplicar", completa o economista.

As medidas afetam, além da população, também as empresas argentinas.

Para evitar que a balança comercial fique negativa – quando a importação é maior que a exportação –, quem quiser importar precisa compensar com uma exportação no mesmo valor. Há empresas de peças de automóveis, por exemplo, exportando vinhos.

Essa política, no entanto, também é responsável por reduzir ainda mais a confiança dos investidores estrangeiros, que se afastam do país e não colocam dólares para dentro da fronteira.

A pergunta que fica é a seguinte:
Qual será o impacto dessa crise no Brasil?


VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Crise: Nobel adverte para bolha acionária nos EUA e vê bolha imobiliária no Brasil


Um americano que ganhou o Prêmio Nobel deste ano para a economia acredita nos aumentos acentuados dos preços das ações e propriedade podendo levar a uma bolha financeira perigosa e pode acabar mal, ele disse a uma revista alemã.

Robert Shiller, que ganhou o prêmio estimado com dois outros americanos para a pesquisa de preços de mercado e bolhas de ativos, identificou o mercado de ações dos EUA e do mercado imobiliário brasileiro como áreas de preocupação.

Mas em muitos países as bolsas de valores estão em um nível elevado e os preços subiram muito em alguns mercados imobiliários", Shiller disse à revista Der Spiegel de domingo. "Isso pode acabar mal", disse ele.

"Estou mais preocupado com o boom no mercado de ações dos EUA. Também porque a nossa economia ainda está fraca e vulnerável", disse ele, descrevendo os setores financeiros e de tecnologia como sobrevalorizados.

Ele também tem olhado para "drasticamente" os preços das casas mais altas no Rio de Janeiro e São Paulo, no Brasil, nos últimos cinco anos.

"Lá, ( aqui no Brasil ) eu senti um pouco como nos Estados Unidos de 2004", disse ele, acrescentando que estava ouvindo argumentos sobre as oportunidades de investimento e uma crescente classe média de que ele tinha ouvido falar nos Estados Unidos por volta do ano de 2000.

O colapso do mercado imobiliário dos EUA ajudou a desencadear a crise financeira mundial 2008-2009.

"Bolhas semelhante a este. Ora, o mundo ainda é muito vulnerável a uma bolha", disse ele. As bolhas são criadas quando os investidores não reconhecem quando o aumento dos preços dos ativos se destacado fundamentos subjacentes.

(Reportagem de Madeline Chambers, Edição de Mark Potter)

Fonte: Reuters

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