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terça-feira, 29 de outubro de 2013

O que os militares vão fazer se o STF detonar a Soberania Brasileira?

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Só uma nação em decomposição moral, sem rumo político e destituída de Projeto de Nação será conivente com o crime de lesa-pátria de sacramentar a extinção de sua própria soberania. Isto pode acontecer se o Supremo Tribunal Federal decidir que o Brasil deve obediência à Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Se os 11 ministros do STF vacilarem – e a Corte tem membros que comungam das teses e ideologias globalizantes – nossa soberania nacional vai, finalmente, para o lixo da História. Na prática, as primeiras vítimas do revanchismo jurídico-histórico serão os militares e agentes do Estado (ainda vivos) que participaram do movimento pós-1964.

Será que os militares vão aceitar tal golpe – que visa a atingir, subliminarmente, a instituição constitucionalmente garantidora da defesa da pátria e da soberania do Brasil? A resposta pende para o lado da aceitação inevitável. Basta ver a cada vez mais tímida e acuada reação das forças armadas, amadas ou não, aos ataques assimétricos de que são vítimas – sempre com a visão ideológica esquerdista derrotada em 1964, mas que virou o jogo e desde 1985 comanda o teatro de entreguismo, corrupção e banditismo do Capimunismo no Brazil.

A Ordem dos Advogados do Brasil cumprirá a velada missão globalitária de acionar o STF, até o final deste ano, para que decida sobre o assunto. O novo questionamento da OAB para derrubar a Lei de Anistia de 1979, especificamente no que se refere aos crimes de tortura, na verdade, será um teste para que a Justiça brasileira ratifique ou não sua soberania frente ao sistema de tribunais transnacionais – modelo proposto pela Nova Ordem Mundial comandada pela Oligarquia Financeira Transnacional.

Tudo pode acontecer no STF. Não só depois da homologação dos embargos infringentes em favor dos mensaleiros. O Supremo já rasgou a soberania do Brasil quando a maioria de seus ministros – exceto Marco Aurélio de Mello – ratificou a decisão globalitária da ONU em favor da homologação da reserva indígena Raposa do Sol. Em evidente crime de lesa pátria – impune até agora – nosso STF sacramentou a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas (13.09.2007). Detonar a anistia, agora, custa bem menos...

O STF obrou e andou para nossa soberania. Os 11 semideuses nem quiseram saber a quem interessava a homologação de supostas reservas indígenas, em faixa de fronteira, por sobre províncias minerais de trilhões de dólares. O esquema interessa à Pirataria Internacional. Portanto, quem apoiou as supostas reservas indígenas ou são idiotas ou traidores vendilhões da pátria. Os direitos dos índios foram mera historinha do boi tatá para o saque às fabulosas riquezas minerais do nosso território.

Mandar a anistia para o saco, agora, é mais fácil. O presidente nacional da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, que espera contar com o apoio do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá ajudar a OAB a rever a Lei da Anistia. Em dezembro de 2010, a Corte Interamericana de Direitos Humanos considerou o Brasil responsável pelo desaparecimento forçado de 62 pessoas na Guerrilha do Araguaia, entre 1972 e 1974, durante o regime militar, e determinou que o governo investigasse penalmente os fatos e punisse os responsáveis.

A OAB vai acionar o STF para que diga se tal condenação transnacional deve mesmo ser aplicada, de verdade, na prática. O patrocínio do revanchismo histórico, a pretexto de se fazer justiça, é uma tônica da OAB – entidade cujos membros parecem ideologicamente influenciados pela imbecilidade coletiva promovida pela Nova Ordem Mundial. O perigo é que o STF tende a embarcar, agora, na mesma onda.

Em abril de 2010, por sete votos a dois, o STF rejeitou ação da OAB que pedia a anulação da Lei de Anistia, com o fim do perdão dado aos agentes da ditadura (policiais e militares) acusados de praticar crimes hediondos de tortura. Quem foi a favor da OAB, naquela época, será o próximo presidente do STF: Ricardo Lewandowski – vice do Super Barbosa.

A OAB aposta que Lewandowski repetiria hoje o voto daquela época, agora apoiando a condenação imposta ao Brasil pela Corte Interamericana de Direitos Humanos. Mesma tendência em relação a Dias Toffoli, Rosa Weber, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso. Luiz Fux seria uma incógnita. Celso de Mello, que votou contra em 2010, pode votar diferente hoje, ainda mais depois que, no julgamento dos embargos infringentes, ele lembrou que o Brasil precisa obedecer a decisões de tribunais internacionais... Portanto, hoje, a tese revanchista da OAB seria acatável por pelo menos seis dos 11 ministros.

Dos sete ministros que votaram contra a revisão da lei em 2010, quatro ainda trabalham no STF: Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello (que hoje já indicou pensar diferente). O ministro Joaquim Barbosa não votou porque estava de licença médica com problemas na coluna. Dias Toffoli não participou do julgamento porque foi impedido, já que estava à frente da Advocacia-Geral da União à época em que a ação foi ajuizada.

O Globalitarismo tem intenções bem definidas. Primeiro, o fim das soberanias nacionais e das liberdades individuais, em nome de decisões coletivistas ou tomadas por organismos transnacionais. Segundo, consolidar a exploração das nações e dos recursos de seus territórios, em favor dos negócios controlados pela Oligarquia Financeira Transnacional. Terceiro, conter as potencialidades sociais, políticas e econômicas das nações cada vez mais subjugadas e dependentes do modelo de governança globalitária da velha Nova Ordem Mundial.

Nesse cenário, o Brasil vai se consolidar como uma grande colônia de exploração subdesenvolvida, sem soberania e independência, se não houver uma milagrosa reviravolta promovida pelos segmentos esclarecidos da sociedade brasileira, a partir da articulação de uma elite moral hoje sem hegemonia política, econômica e ideológica.

O que os militares ou outros segmentos esclarecidos da sociedade vão fazer se o STF jogar no lixo a Soberania Brasileira, admitindo que uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos vale mais que uma decisão de nossa corte suprema?

A pergunta que fica no ar bem que merecia uma resposta bem clara, objetiva e imediata. Infelizmente, a covardia, a omissão e o carreirismo inviabilizam tal celeridade. Militares reagem, timidamente, ou nem reagem, a afrontas graves contra a Força e a Pátria. Raposa do Sol, END, cortes de verbas, plaquinha dos direitos humanos na Academia Militar das Agulhas Negras – nada disso gerou reações ativas... Agora até Lula ataca os militares abertamente, como nunca antes na História deste País...

Até onde vai o limite máximo da zona de tolerância? As Legiões reagirão? Uns apostam que tudo continuará como dantes e de costume no quartel do Abrantes. Outros confiam no milagre de uma reação.

Mais provável é que Deus reinvente o universo, minutos depois de reconceber o Flamengo, a partir da costela do Fluminense, nomeando Nelson Rodrigues para presidente eterno do Mais Querido do Brasil. Isto sim seria um grande revanchismo histórico...

Uma coisa é certa. Solucionar o Brasil é missão para Samurai – não para gueixas...


Liberdade de Imprensa atrapalha...

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$talinácio, desesperado com a conjuntura, fala o que quer... Acabará ouvindo o que não quer...

Quem pode... Phode...
[Imagem: 142+Quem+phode+phode.jpg]

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
http://www.alertatotal.net/2013/10/o-que...o-stf.html

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Leilão da Petrobrás Fere Soberania Nacional

Protestos contra leilão do campo de Libra marcam aniversário da Petrobras

[Imagem: IMG_0208.jpg]

Em São Paulo, trabalhadores dizem que modelo de partilha feito pelo governo federal significa retirar dos brasileiros uma oportunidade de desenvolvimento e de aumento dos recursos nacionais

 Trabalhadores entendem que o correto seria Dilma cancelar o leilão marcado para o próximo dia 21

São Paulo – No dia de aniversário de 60 anos da Petrobras, os trabalhadores celebram a data com protestos e paralisações por 24 horas, em todo o país. Em São Paulo, um ato na tarde de hoje (3), na avenida Paulista, seguiu em passeata até a Assembleia Legislativa, onde parlamentares, lideranças sindicais e representantes de movimentos sociais se uniram contra o leilão do campo de Libra, o primeiro do pré-sal.


[Imagem: no-aos-leiles.jpg]

Os manifestantes entendem que o leilão, marcado para o dia 21, fere a soberania nacional, ao permitir que multinacionais se apropriem do petróleo brasileiro. Eles também protestam contra a terceirização, especificamente contra o Projeto de Lei 4.330, em tramitação na Câmara.

Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o sistema Petrobras tem hoje cerca de 83 mil trabalhadores e mais de 350 mil terceirizados.

Após o protesto, os trabalhadores serão recebidos pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT). "Está havendo um tremendo alzheimer nacional.


Você descobre o pré-sal, isso é espetacular, e aí descobre também que não tem recursos para perfurar. Agora fico me perguntando se o dinheiro do pré-sal vai para educação, se vai para saúde, quando na verdade o dinheiro não vai para ninguém. Foi criada uma ilusão de que esse dinheiro vai ser orçamentário, quando não é."

Em 20 de setembro, uma carta assinada por 88 organizações nacionais, entre sindicatos, centrais, ONGs, entidades de estudantes e outros movimentos sociais foi protocolada no Palácio do Planalto para a presidenta Dilma Rousseff.


No documento, pede-se a suspensão do leilão do pré-sal e afirma-se que o processo "representará um erro estratégico e significará a privatização de parte importante do petróleo brasileiro”.

"Entregar uma parte do nosso pré-sal, mesmo no regime de partilha, significa dizer que vai colocar toda a riqueza do país nas mãos de estrangeiros. Isso é contra o desenvolvimento do país", reiterou hoje secretário-geral da CUT São Paulo, Sebastião Cardoso, o Tião. "Tínhamos uma expectativa de que com as últimas denúncias de espionagem o governo tomasse alguma decisão e suspendesse o leilão, mas o governo está agindo do ponto de vista financista, e não político."

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 11 empresas estão habilitadas para o leilão: as chinesas CNOOC International Limited (China) e China National Petroleum Corporation (CNPC), a hispano-chinesa Repsol/Sinopec, além de Ecopetrol (Colômbia), Mitsui & CO (Japão), ONGC Videsh (Índia), Petrogal (Portugal), Petronas (Malásia), Shell (Anglo-Holandesa) e Total (Francesa), além da própria Petrobras. Sete estão entre as 11 com maior valor de mercado no mundo.

A vencedora será a que reverter o maior percentual do petróleo excedente à União. A Petrobras terá participação de no mínimo 30% no consórcio vencedor.

A secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Raquel Kacelnikas, comparou o leilão do pré-sal à venda de instituições financeiras na década de 1990. "Repudiamos há anos a venda de bancos públicos a empresas privadas porque sabemos o que significa a internacionalização dos bens do nosso país, que é demissão e recursos do Brasil mandados para o exterior."

Além dos protestos contra o leilão, os petroleiros, que estão em campanha salarial, fazem a paralisação de hoje para pressionar a empresa a apresentar uma proposta à pauta de reivindicações protocolada há quase um mês, em 6 de agosto.
http://www.redebrasilatual.com.br/trabal...s-667.html

Petroleiros entram em greve no aniversário da Petrobras

[Imagem: plataformasemisubmersivelbaciacampospetrobrasdiv.jpg]


Petroleiros de todo o País iniciaram nesta quinta-feira, dia em que a Petrobras comemora 60 anos, uma paralisação de 24 horas que atinge funcionários nas plataformas, refinarias, nos terminais e escritórios da estatal e subsidiárias.

Os petroleiros reivindicam a suspensão imediata do leilão do campo de Libra no pré-sal, previsto para o próximo dia 21. Além disso, são contrários à terceirização de mão de obra e exigem reajuste no salário-base que, segundo eles, não ocorre há 17 anos.

Está previsto para o início da tarde um ato dos petroleiros, que seguirão em caminhada para a Cinelândia, no centro da cidade, em apoio a greve dos professores da rede municipal. Mais tarde, os manifestantes vão se concentrar na Praça XV, também na região central.

O protesto é organizado por movimentos sociais que integram a campanha O Petróleo Tem Que Ser Nosso e pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio (Sindpetro-RJ). Há cerca de dez dias, funcionários da Petrobras e representantes de movimentos sociais estão acampados em frente ao edifício-sede da estatal, no centro. Desde então, a Polícia Militar reforçou o efetivo em torno do edifício.

De acordo com o diretor da Federação Nacional dos Petroleiros, Edson Munhoz, a categoria quer que a exploração e a produção de petróleo sejam totalmente estatais e que os recursos sejam usados em benefício da população. "Está ocorrendo um desinvestimento muito grande por parte da Petrobras, que está vendendo ativos que considera menores e de baixa lucratividade.


Estamos em um momento de desmanche. Essa é uma das maiores empresas do mundo e estamos muito preocupados com a entrega desse patrimônio, que prejudica os trabalhadores e uma série de investimentos no País. Vamos entrar na Justiça para impedir a realização desse leilão e, se preciso, vamos entrar fisicamente para impedir que esse leilão ocorra" disse Munhoz.

Ainda de acordo com o diretor, a greve não deverá atingir a produção de petróleo das plataformas, embora possa comprometer o fluxo dos terminais.


 "Em algumas unidades de extração de petróleo e de destilação, a gente tem condições de paralisar.

Aqui nos edifícios administrativos é mais complicado, até pela presença da direção da empresa.

Alguns terminais e plataformas estão paralisados, mas nós sabemos que se trata de uma luta muito grande. Infelizmente, nem todos os trabalhadores compreenderam a importância dessas reivindicações", concluiu.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que apresentou uma pauta de reivindicações à Petrobras, em 6 de agosto, mas que a empresa ainda não se manifestou.

Em nota, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) disse que "o leilão do Campo de Libra está de acordo com as leis. A realização da primeira rodada do pré-sal pela ANP atende à Resolução 4, de 2013, do Conselho Nacional de Política Energética".

Até o fechamento desta matéria, a Petrobras não havia se pronunciado sobre o assunto.
 
 
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

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