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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Brasil já concede mais vistos de refugiados a sírios que países europeus

Desde que o país entrou em conflito, 2.077 sírios conseguiram refúgio no Brasil

Os sírios são o povo com mais refugiados reconhecidos no Brasil. Há dois anos, o Comitê Nacional para Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, publicou uma normativa facilitando a concessão de vistos a imigrantes da Síria. Com isso, o país se tornou uma das principais alternativas para as famílias que fogem dos conflitos.

O Brasil já concedeu mais refúgios para sírios do que países do sul da Europa, que recebem grande contingente de imigrantes ilegais pela facilidade geográfica. A Espanha, por exemplo, só concedeu refúgio para 1.335 sírios. A Itália, para 1.005, e Portugal, para 15, segundo a Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia.

"Além da questão humanitária, o que já seria motivo suficiente para facilitar a acolhida dessas pessoas, o Brasil está cumprindo com seus compromissos internacionais e sua legislação nacional ao dar refúgio para quem necessita. Assim como nós buscamos melhores condições de vida, essas pessoas têm na imigração a única possibilidade de viver, elas foram obrigadas a sair de seus países", disse Beto Vasconcelos, presidente do Conare.

Nos primeiros sete meses deste ano, o Brasil concedeu 10,4% mais pedidos de refúgios do que em todo o ano passado. Já são 8.400 refugiados em 2015. No ano passado, foram 7.609. Depois da Síria, os países que mais conseguiram refúgio brasileiro foram Angola (1.480) e República Democrática do Congo (844), ambos com conflitos políticos internos.

VIA: Notícia Final



sábado, 29 de agosto de 2015

Petrobras adernando, leva para o fundo o sonho de milhares de brasileiros

Por portos e navios

Imagem:tonigumauskas.wordpress.com

Reduzir o investimento na exploração de petróleo por parte da Petrobras, começa afetar um segmento que teve crescimento significativo nos últimos anos: os navios de apoio a plataformas de petróleo, utilizados para a realização de manutenção e prestação de serviços especializados para as unidades em alto mar.

Durante a primeira metade deste ano, houve redução do tamanho da frota, e nem todos são operacionais.

Segundo estimativas, entre 20 e 25 navios estão parados devido à falta de acordo. Os barcos ficam ancorados na Baía de Guanabara ou em frente à praia de Copacabana à espera de trabalho.

O setor espera piora ainda para este semestre, quando vão expirar 147 contratos com a companhia petrolífera estatal, dos navios de apoio, que variam de navios para transporte de carga,e navios especializados, usados ​​para instalar equipamentos submarinos.

A demanda por essas unidades está relacionada com o número de plataformas e navios de perfuração que operam na costa.Cada unidade localizada no mar requer entre 3 e 5 navios de apoio regularmente.

O mercado sente os efeitos da redução dos investimentos da Petrobras na exploração de novas áreas, que caíram 16% no primeiro semestre.

O plano de negócios da empresa para os próximos cinco anos deverá incidir no desenvolvimento de novas descobertas, com mais cortes na exploração. Portanto,suspeita-se que grande parte da frota não terá contratos renovados.

VIA: FORUM ANTI NOVA ORDEM MUNDIAL , http://www.nuestromar.org/noticias/categ...i-n-brasil

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Simbolismo Maçônico no Comercial Brasileiro da MasterCard


MasterCard é uma empresa americana multinacional de serviços financeiros e, assim como a maioria das grandes corporações controladas pela Elite (Adidas, Nike, Puma, Pepsi etc.), não demorou muito para eles sugerirem em uma propaganda quem realmente está por trás dessa companhia (e provavelmente do sistema bancário inteiro). Neste comercial de apenas 30 segundos veiculado no Brasil, um "mágico" realiza truques, fazendo com que bebidas e porções apareçam em cima da mesa, para impressionar uma mulher aparentemente solitária no bar.  

O objetivo é mostrar que com o cartão é muito mais fácil comprar, ou seja, tão fácil quanto um passo de "mágica".

Porém, nas duas versões desse comercial, podemos flagrar nitidamente o símbolo da Maçonaria, que parece que foi colocado ali intencionalmente para ser percebido. Assista ao comercial.


                 

Você percebeu?


Anel maçônico no dedo do mágico.



É parecido com este modelo.


Na outra versão do comercial, o anel aparece novamente para você notá-lo. 
Note que ele se encontra no dedo anelar da mão esquerda, o dedo em que as pessoas normalmente colocam suas alianças de casamento. Isso é para mos-
trar que o personagem está bastante "ligado" com essa sociedade secreta? 

De fato, nós sabemos que está cuidando do nosso dinheiro, este comercial veio apenas para confirmar. 

domingo, 26 de julho de 2015

Cresce o Isolamento de Evangélicos Brasileiros



(Foto: Reprodução)

O artigo abaixo foi publicado pelo site Olhar Digital e nos fala da mais nova invenção dos chamados evangélicos brasileiros: uma espécie de “Facebook” voltado principalmente para o público evangélico.

FACEGLÓRIA: BRASILEIROS LANÇAM REDE SOCIAL PARA CRISTÃOS


Por Redação Olhar Digital

“O Facebook é muito liberal, tem muita baixaria, promiscuidade. E isso desagrada as famílias.” Essa visão foi o que motivou o designer Átilla Barros, de 30 anos, a criar a rede social Faceglória, um site que, nas palavras de seu responsável, é voltado à "família cristã".

A rede não tem likes, mas sim "améns"; palavrões e pornografia são proibidos lá dentro e os homossexuais, embora possam criar conta, precisam respeitar os "princípios do Faceglória". Não podem, segundo informou Átilla em entrevista ao El País, usar a plataforma para divulgar sua "ideologia".

Isso inclui os futuros anunciantes. O Boticário, por exemplo, que recentemente despertou a ira da comunidade cristã por incluir casais gays em uma propaganda, estaria livre para anunciar no site desde que o fizesse com outro tipo de peça.

Fotos de biquíni e paqueras são permitidas, mas com ressalvas. Átilla argumenta que a natureza é obra de Deus e usar biquíni na praia não é pecado, "desde que de forma respeitosa". Quanto às paqueras, precisam seguir os preceitos de "um ambiente familiar e sadio".

Com investimento de R$ 40 mil, o Faceglória entrou no ar neste mês e já conta com 50 mil membros. O objetivo, segundo Átilla, é alcançar 10 milhões em um ano: "Em quatro meses não estaremos devendo nada para o Facebook." Pensando nisso, eles até adquiriram o domínio faceglory.com.

NOSSO COMENTÁRIO ( O Grande Diálogo )

Ao que parece os evangélicos estão cada vez mais deixando de lado os mandamentos de Jesus que nos ensina:

Mateus 5:13—16

13 Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.

14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte;

15 nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.

16 Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.


Em vez de procurarem serem sal e luz nesse mundo, os chamados evangélicos estão optando, cada vez mais, pelo isolamento e por criarem “guetos evangélicos” onde prevalece a hipocrisia.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/facegloria-brasileiros-lancam-rede-social-para-cristaos/48959

Para conhecer o faceglória siga esse link aqui:

http://facegloria.com/index.php?r=user/auth/login

Que Deus abençoe a todos. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

OS IMPACTOS ECONÔMICOS DA TERCEIRIZAÇÃO

Ao reduzir os salários, a terceirização tem um impacto imediato sobre o consumo. Reduzir um componente importante da demanda total e esperar que o investimento privado se eleve de forma sustentada parece uma aposta arriscada.

economia terceirização salário exploração trabalhador 
Os impactos da terceirização sobre o mercado de trabalho e sobre a distribuição de renda já foram amplamente debatidos por diversos especialistas. No entanto, pouco se discutiu os impactos macroeconômicos, em termos de crescimento, do PL 4.330/2004.
Os defensores dessa lei são os mesmos que julgam como principal trava ao investimento – e, portanto, ao crescimento – o aumento do salário real acima da produtividade. Dessa forma, o PL 4.330/2004 é visto como fundamental para se reduzir o custo salarial e, assim, melhorar as condições de oferta da indústria.
No entanto, como apontou o economista Antônio Carlos Diegues em artigo no Valor (26/03/2015), a perda de competitividade da indústria brasileira não é resultado do aumento dos salários reais acima da produtividade, mas, sim, resulta de fatores como a baixa intensidade de capital por trabalhador (sintoma do viés maquilador assumido pela indústria brasileira na última década) e a já baixa participação na estrutura produtiva doméstica de setores com elevada produtividade.
Surpreendentemente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) – que é conhecido pelo apoio a medidas de flexibilização do mercado de trabalho – aponta na mesma direção, em recente relatório publicado: o estudo analisa o efeito de reformas estruturais no crescimento da produtividade nos países do G20 e mostra que os maiores ganhos de produtividade estão associados com investimentos em pesquisa e desenvolvimento e em tecnologias de informação e comunicação, indicando que investimentos em infraestrutura também têm impacto positivo na produtividade no longo prazo. Efeitos, a princípio, esperados. Mas a surpresa é que, segundo o estudo, a regulação do mercado de trabalho não tem impacto estatisticamente significante na produtividade total, ou seja, não afeta a produtividade das economias analisadas positiva ou negativamente.
Dessa forma, defende-se que a retomada da competitividade da indústria e, assim, a recuperação sustentada do investimento – em um cenário de acirramento da concorrência global – não se faz por meio da redução do custo salarial.
Um exemplo recente, que, embora distinto, provoca os mesmo efeitos macroeconômicos, é a desoneração da folha de pagamentos , mostrando claramente que o custo salarial não era entrave para a retomada do investimento nos últimos anos.
Ademais, conforme demonstra o relatório de 2014 do National Employment Law Projectwmp, a terceirização torna as condições de trabalho mais precárias, aumentando o número de acidentes e acarretando a diminuição de direitos e salários: faz da remuneração média do trabalhador relativamente menor quando comparada à de um trabalhador não terceirizado que ocupa função equivalente.
Além disso, ao reduzir os salários, a terceirização tem um impacto imediato sobre o consumo: por exemplo, os menores salários significam, diretamente, uma redução da demanda solvente da classe trabalhadora e o rendimento mais baixo faz com que os trabalhadores tenham uma capacidade menor de acessar o crédito – ou o façam em condições piores em termos de prazos e taxas. Ambos os fatores, combinados, contribuem para a redução do consumo – e, portanto, das condições de vida da maior parte da população brasileira.
Políticas dessa natureza em um contexto econômico que aponta para uma recessão não parecem ser as mais acertadas: reduzir um componente importante da demanda total – o próprio consumo – e esperar que o investimento privado se eleve de forma sustentada parece uma aposta arriscada quando se tem em mente que a riqueza é investida se, e somente se, existe a expectativa de que a própria demanda seja elevada.
Em outras palavras, ainda que o menor custo do trabalho amplie a rentabilidade de determinadas atividades, nada garante que a menor demanda da classe trabalhadora seja contrarrestada por uma ampliação dos investimentos, uma vez que estes dependem do que se espera ser a demanda total no futuro.
Pelo contrário, o mais provável é que a redução da demanda dos trabalhadores aprofunde o ambiente de pessimismo do empresariado e torne cada vez mais provável o cenário que já se configura: a crise.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O Brasil e o lixo comunista: Uma terrível realidade rumo à Nova Ordem Mundial

[Imagem: andec02.jpg?w=300]


Que o PT não tenha nenhuma ligação com as Farc é uma alegação que não se pode aceitar nem a título de hipótese. Mesmo sem levar em conta as atas completas do Foro de São Paulo, nem os favores obscenos do governo Lula ao representante farqueano Olivério Medina, nem a completa omissão governamental ante as provas de atividade criminosa das Farc no nosso território, nem a revelação dos serviços de leva-e-traz oferecidos pelo sr. Marco Aurélio Garcia entre a narcoguerrilha colombiana e o então ministro Luiz Felipe Lampreia, até uma criança de cinco anos é capaz de compreender os seguintes fatos e juntar os pontos:

1. O Foro de São Paulo é a coordenação estratégica do movimento comunista na América Latina.

2. O sr. Luís Ignácio Lula da Silva e o líder das Farc, Raul Reyes, já presidiram juntos uma assembléia do Foro, e juntos participaram de todas as outras.

3. É impossível conceber que os dois coordenadores máximos de uma estratégia comum não tenham nenhuma ligação, nenhuma comunidade de interesses, nenhuma atividade conjunta.

Quem fez a afirmação número 1 foi o próprio PT, no vídeo preparatório do seu III Congresso. A número 2 veio da boca do próprio Raul Reyes em 2003, em entrevista à Folha de S. Paulo, e nenhum representante do PT jamais a desmentiu desde então. A número 3 é uma exigência incontornável da inteligência humana. Negá-la é fazer-se de besta. Ou ser besta sem precisar fazer-se tal.

E não venham dizer que tudo isso é coisa de antigamente, que uma vez na presidência o PT cortou todos os laços com as Farc.



Só para dar um exemplo, um modesto exemplo de como as coisas não são assim: em plena gestão Lula o seu assessor de imprensa, Gilberto Carvalho, continuou dirigindo, de parceria com o chefe militar das Farc, Manuel Marulanda Vélez (“Comandante Tirofijo”), a revista de propaganda comunista “América Libre”. Como poderiam fazê-lo sem ter ligação nenhuma é algo que só se alcança conceber, se é que se alcança, em estado alterado de consciência.

A propalada ausência de ligações não é algo que mereça discussão, nem mesmo atenção. É uma desconversa insultuosa, inadmissível, que falta ao mais elementar respeito para com o ouvinte, o eleitorado em geral, a nação inteira, as leis e a moralidade. 


A simples tentativa de impingir ao público uma mentira tão grosseira, tão boba, tão pueril, já é mostra daquele cinismo ilimitado que caracteriza a mentalidade sociopática, incapaz de medir, seja a feiúra dos seus atos, seja a inverossimilhança das palavras que os encobrem.

Quem quer que venha com esse tipo de subterfúgio só prova duas coisas. Primeira: que tem muito a esconder. Segunda: que ao tentar esconder-se está deixando o rabo à mostra.

O Brasil, como vários outros países da América Latina, é governado por bandidos perigosos, frios, calculistas, organizados, firmemente decididos a sujar-se até à medula, a cometer as mais inconcebíveis baixezas para manter e ampliar ilimitadamente o seu poder. Felizmente, não são tão espertos quanto se imaginam.


Retorcendo-se em dores para fingir um sorriso de tranqüilidade superior, só o que conseguem produzir é um sorriso amarelo. Desmentem-se, atrapalham-se, gaguejam e, no fim das contas, dão a cara a tapa.

Só não levam o tapa porque neste país não há mais homem que o desfira. Nunca um crime esteve tão patente à vista de todos, nunca tantos desviaram o olhar para não ter de enxergá-lo

Com aquela ligação esses bandidos estão fazendo o mesmo que fizeram com o Foro de São Paulo inteiro: primeiro negarão peremptoriamente a sua existência; depois buscarão dar-lhe aparência de coisa mínima, inofensiva, sem peso nem substância; por fim, quando sentirem que o perigo do escândalo já passou, começarão a trombeteá-la aos quatro ventos como façanha gloriosa, merecedora da gratidão da espécie humana.

Contarão, para isso, com a colaboração servil da mídia inteira e de praticamente todas as lideranças políticas, empresariais, religiosas, culturais, judiciais e militares deste país. 


Aqueles que, dessa massa de escravos e sicofantas, se levantarem por um minuto para esboçar um vago muxoxo, para encenar um débil lamento entre prudentes pedidos de desculpas e depois voltar ao confortável silêncio de sempre, serão celebrados como heróis, porque a alma popular se aviltou tanto que já não consegue conceber o heroísmo senão como paródia, como chanchada, como jogo de cena.

Por Olavo de Carvalho
FONTE: http://www.blogdarenata.com/2013/05/o-br...a-uma.html 
VIA: FORUM ANTI NOVA ORDEM MUNDIAL

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Prejuízo da Petrobras é o maior desde 1986 entre empresas de capital aberto

A perda da estatal, de 21,58 bilhões de reais, é seguida pelo resultado negativo da OGX em 2013, de 17,43 bilhões de reais.
Movimentação em frente ao edifício da Petrobras no Rio de Janeiro - 12/12/2014

 Em termos ajustados pela inflação até 31 de dezembro, o prejuízo da Petrobras foi o terceiro maior da série histórica. (Vanderlei Almeida/AFP)
A Petrobras registrou, em 2014, o pior prejuízo nominal entre empresas brasileiras de capital aberto desde 1986, quando a Economática iniciou sua série histórica. A perda da Petrobras, de 21,58 bilhões de reais, é seguida pelo resultado negativo da OGX em 2013, de 17,43 bilhões de reais. 
 
Em termos ajustados pela inflação até 31 de dezembro do ano passado, o prejuízo da Petrobras foi o terceiro maior da série histórica, logo atrás do resultado do Banco Nacional em 1995 (23,9 bilhões de reais) e do Banco do Brasil em 1996 (22,4 bilhões de reais). 
 
O levantamento da Economática mostrou também que, desde 1986, a Petrobras amargou prejuízo apenas nos anos de 1991 e 2014. Assim, a empresa só não distribuiu dividendos no ano de 1992, após o resultado de 1991, e agora no ano de 2015.

Maiores prejuízos - A Nova Oleo teve um prejuízo de 16,8 bilhões de reais em 2013, ficando em terceiro lugar na lista das maiores perdas entre as empresas de capital aberto brasileiras. O Banco do Brasil e o Banco Nacional vêm na quarta e na quinta colocação com perdas de 7,52 bilhões e 7,32 bilhões de reais em 1996 e 1995, respectivamente.

A sexta e a sétima posição são da Eletrobras, que perdeu 6,87 bilhões de reais em 2012 e 6,28 bilhões de reais em 2013. A Oi ficou com o oitavo maior prejuízo, com perda de 4,40 bilhões de reais em 2014. O Banco do Brasil perdeu 4,25 bilhões de reais em 1995, ficando com o nono maior prejuízo e a Aracruz, do setor de papel e celulose, perdeu 4,21 bilhões de reais em 2008, fechando a lista das maiores perdas.

(Com Estadão Conteúdo) 

VIA: VEJA

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Justiça catarinense suspende "lei da Bíblia"


A informação é da Folha de S. Paulo: 

Justiça decide suspender 'lei da Bíblia' em escolas de Florianópolis
LULY ZONTA 

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu uma lei municipal em Florianópolis que obriga escolas públicas e particulares da capital catarinense a manter cópias da Bíblia em suas bibliotecas.

Para o juiz, a lei "é uma afronta à liberdade religiosa".

A lei, publicada há um mês no "Diário Oficial" do município, é de autoria do vereador Jerônimo Alves (PRB), bispo da Igreja Universal do Reino de Deus.

O texto determinava que houvesse três exemplares da Bíblia, em texto, áudio e braile, "em local de destaque" nos colégios de ensino fundamental e médio, inclusive da rede privada.

A lei foi considerada inconstitucional e suspensa, liminarmente. Segundo o TJ, o desembargador Lédio Rosa de Andrade, relator na Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) ajuizada pelo Ministério Público, reconheceu vício formal e material na lei.

O relator também apontou risco de ofensa aos direitos e valores extrapatrimoniais das crianças e adolescentes nas escolas, bem como aumento de despesas para a administração pública.

"Esse tipo de imposição é uma afronta à liberdade religiosa e levará, sem dúvida, à intolerância e ao sectarismo, senão ao fundamentalismo, responsável por inúmeras guerras e matanças na história da humanidade", diz trecho da decisão.

Ainda não há prazo para julgamento do mérito da ação.

O projeto de lei 9.734 sempre suscitou polêmica. O prefeito Cesar Souza Jr. (PSD) teve o veto ao projeto derrubado pela Câmara. Assim como a prefeitura, o Sindicato das Escolas Particulares de Santa Catarina ameaçava acionar a Justiça contra a proposta.

"A Bíblia hoje é o livro mais lido no mundo, por ser um livro histórico e de consulta, onde as pessoas deveriam ter acesso. Esse seria o principal objetivo do projeto, sem mexer na grade curricular ou querer inserir a religião no ensino, pois não é o nosso intuito", argumentou o vereador. Ele afirma que irá se reunir com sua assessoria jurídica antes de decidir o que fazer.

Na semana anterior à publicação da lei catarinense, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) ações diretas de inconstitucionalidade questionando leis estaduais similares no Amazonas, Rondônia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

VIA: O Contorno da Sombra

terça-feira, 21 de abril de 2015

Brasil já registra 220 casos de dengue por hora

O mais recente levantamento do Ministério da Saúde mostra que o Brasil registrou, até 28 de março, 460,5 mil casos de dengue (220 notificações por hora), mais da metade em São Paulo (257.809, ou 55%). 

O Estado ainda responde por três de cada quatro mortes ocorridas no País (99 de 132). A secretaria estadual afirma que trabalha com números menores, de casos confirmados, enquanto a Prefeitura prometeu reforçar ações.

Pelo ministério, São Paulo também registra o maior número de ocorrências da doença no recorte regional, considerando os 304.251 casos do Sudeste. E lidera rankings por cidades (mais informações nesta página). Considerando o valor de referência da Organização Mundial da Saúde (OMS) para epidemia, que é de 300 casos por 100 mil habitantes, o Estado já superou esse indicador: está em 585,5 casos por 100 mil.

No Brasil, no mesmo período de 2014, foram registrados 135,3 mil casos (aumento de 240,1% em 2015). No Estado de São Paulo, o registro era de 35.141 (633,6% de acréscimo em 2015). Entre os municípios com mais de 1 milhão de habitantes, Campinas (SP) é a que tem mais casos e maior incidência. A capital paulista aparece em quarto.

O prefeito Fernando Haddad (PT) comentou os casos de dengue no Estado e prometeu reforçar as ações de combate ao mosquito. “Se os dados do Ministério se confirmarem, nós estamos falando de uma epidemia no Estado de São Paulo. A capital continua em uma situação melhor, mas não confortável, porque os casos são muito mais numerosos do que no ano passado. (Vamos) colocar a Vigilância (Sanitária) em alerta total, porque é o pior mês do ano”, disse, referindo-se ao mês de abril.

A Secretaria Municipal da Saúde informou que uma tenda de atendimento para dengue, igual a que já existe na Brasilândia, começará a funcionar hoje na Freguesia do Ó (zona norte). Outras quatro começarão a funcionar até a próxima semana em Lapa e Rio Pequeno (oeste), Vila Manchester (sul) e Itaquera (leste).

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) também abordou o assunto. “O secretário (de Saúde) David Uip está em permanente contato com a Prefeitura. Nós oferecemos, além do que a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) já tem, mais 500 agentes para o combate, 50 veículos, toda a equipe, além do Instituto Adolfo Lutz e 30 médicos.”

O Ministério da Saúde informou que fez um repasse adicional de R$ 150 milhões para todos os Estados e municípios para a adoção de medidas de “vigilância, prevenção e controle da dengue”. Sobre São Paulo, o órgão informou que repassou mais de 28,6 mil litros de inseticida, além de kits de diagnóstico e manuais de manejo clínico.

Diferenças


Nesta segunda-feira, 13, também foram divulgados novos dados da Secretaria de Estado da Saúde. Eles apontam que foram registrados, até o fim de março, 158.300 casos autóctones confirmados. O número até 10 de abril sobe para 159.328. Os indicadores diferem dos divulgados pelo ministério, pois levam em consideração os casos confirmados, e não as notificações.

Nos dados do Estado, Campinas também aparece como a cidade com o maior número de casos confirmados: 20.380. A capital vem em terceiro: 9.809. O dado é mais próximo do que foi divulgado na semana passada pela Prefeitura, que apresentou um registro de 8.063 casos nas 12 primeiras semanas e constatou epidemia no Pari (centro).

A Secretaria de Estado ainda negou que exista uma epidemia generalizada. “Dos 645 municípios paulistas, 410 não apresentaram quadro de epidemia”, informou, em nota. A pasta disse ainda que dois terços dos casos foram registrados em 30 municípios.

Fontes: Yahoo , Diário da Profecia

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Médicos identificam superbactéria inédita em paciente brasileiro

Uma superbactéria inédita no mundo foi identificada no sangue de um paciente que ficou internado no Hospital das Clínicas de São Paulo no ano passado e colocou a comunidade científica internacional em alerta.

O microrganismo estava alojado em um homem de 35 anos que tinha micose fungoide (um tipo de câncer de pele). Ele também era diabético e dependente químico.

Segundo a médica Flávia Rossi, diretora do laboratório de microbiologia do HC e uma das autoras do artigo, o homem começou a apresentar muitas infecções na pele e depois no sangue. Apesar do tratamento com diversos antibióticos, a febre persistia.

A superbactéria é de uma classe já conhecida, mas tem características que a tornam única: a capacidade de infectar pessoas saudáveis, fora do hospital, e um alto nível de resistência aos antibióticos mais usados para tratar infecções severas.

O artigo com a descrição do caso foi publicado na semana passada na revista "The New England Journal of Medicine". O trabalho reuniu pesquisadores brasileiros, americanos e europeus.

"É diferente de tudo que já vimos. Essa mutação pode causar infecções na comunidade e não mais só nos hospitais", alerta o médico Cesar Arias, líder da equipe de pesquisa do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, em Houston (EUA).

A cepa original da superbactéria pertence a uma classe conhecida como SARM (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) e é uma das causas mais comuns de infecções de pele e mucosas em pessoas de todas as idades, inclusive as saudáveis.


[Imagem: 14112644.jpeg]


Mais virulento e resistente, o novo microrganismo representa um problema de saúde pública, na avaliação de Cesar Arias. "Ele não responde à vancomicina, um dos antibióticos mais comuns e baratos nesse tipo de tratamento, e à meticilina, do grupo das penicilinas."

A superbactéria foi isolada em uma das análises de rotina do laboratório. Além da resistência incomum, a equipe do HC percebeu que ela tinha um padrão diferente das que já haviam sido descritas.
O material foi enviado então ao grupo de Arias, no Texas, onde foi feita uma investigação molecular detalhada.

"A 'alma' dela, que é a parte genética, está ligada a bactérias de linhagem comunitária. Todas as descritas anteriormente, que já eram poucas [13 no mundo], eram de linhagem hospitalar, tinham um DNA maior. Essa nova tem um DNA menor, o que facilita a transmissão mais rápida e também entre pessoas saudáveis da comunidade."

No caso do paciente do HC, a infecção causada pela superbactéria foi debelada com um antibiótico mais potente (bactemicina), mas, debilitado, o homem morreu três meses depois de pneumonia, em novembro do ano passado.

Segundo Flávia, como o microrganismo não infectou outros pacientes, não há risco imediato nem motivo para alarde. No entanto, reforça a médica, é preciso intensificar a vigilância, especialmente dentro dos hospitais.

Ela diz que ainda há no país muitas instituições sem laboratórios de microbiologia, aparelho fundamental para a detecção rápida e tratamento correto da infecção.
"Se eu não tenho um laboratório bem estruturado e bem equipado, não tenho como reconhecer a bactéria."

Flávia explica que hoje há uma deficiência de suporte diagnóstico. "Às vezes, a devolução do resultado de um exame demora cinco dias. Se for mais rápido, consigo intervir mais precocemente."

Para ela, com o alerta mundial, novos estudos de vigilância microbiológica serão feitos. "Precisamos entender melhor a genética dessa bactéria e monitorá-la de perto."

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioe...eiro.shtml 
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

sábado, 19 de abril de 2014

"Desgoverno" Dilma está acabando com a Petrobras.

O feirão da Petrobras

Documentos da estatal revelam os bastidores da venda de patrimônio no exterior – como a sociedade secreta na Argentina com um amigo da presidente Cristina Kirchner


DIEGO ESCOSTEGUY, COM MURILO RAMOS, LEANDRO LOYOLA, MARCELO ROCHA E FLÁVIA TAVARES

Na quarta-feira, dia 27 de março, o executivo Carlos Fabián, do grupo argentino Indalo, esteve no 22o andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para fechar o negócio de sua vida. É lá que funciona a Gerência de Novos Negócios da Petrobras, a unidade que promove o maior feirão da história da estatal – e talvez do país. Sem dinheiro em caixa, a Petrobras resolveu vender grande parte de seu patrimônio no exterior, que inclui de tudo: refinarias, poços de petróleo, equipamentos, participações em empresas, postos de combustível. 


Com o feirão, chamado no jargão da empresa de “plano de desinvestimentos”, a Petrobras espera arrecadar cerca de US$ 10 bilhões. De tão estratégica, a Gerência de Novos Negócios reporta-se diretamente à presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Ela acompanha detidamente cada oferta do feirão. Nenhuma causou tanta polêmica dentro da Petrobras quanto a que o executivo Fabián viria a fechar em sua visita sigilosa ao Rio: a venda de metade do que a estatal tem na Petrobras Argentina, a Pesa. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao acordo confidencial fechado entre as duas partes, há um mês. Nele, prevê-se que a Indalo pagará US$ 900 milhões por 50% das ações que a Petrobras detém na Pesa. 

Apesar do nome, a Petrobras não é a única dona da Pesa: 33% das ações dela são públicas, negociadas nas Bolsas de Buenos Aires e de Nova York. A Indalo se tornará dona de 33% da Pesa, será sócia da Petrobras no negócio e, segundo o acordo, ainda comprará, por US$ 238 milhões, todas as refinarias, distribuidoras e unidades de petroquímica operadas pela estatal brasileira – em resumo, tudo o que a Petrobras tem de mais valioso na Argentina.

[Imagem: 775_petrobras1.jpg]

EMPRESÁRIO “K”
Cristóbal López (sorrindo, à esq.), num cassino com os Kirchners (Cristina de vermelho, Néstor de gravata lilás). Amizade com o poder (Foto: Juan Cruz Sanz )

O negócio provocou rebuliço dentro da Petrobras por três motivos: o valor e o momento da venda, a identidade do novo sócio e, sobretudo, o tortuoso modo como ele entrou na jogada. Não se trata de uma preocupação irrelevante – a Petrobras investiu muito na Argentina nos últimos dez anos. Metade do petróleo produzido pela Petrobras no exterior vem de lá.


Em 2002, a estatal brasileira gastou US$ 1,1 bilhão e assumiu uma dívida estimada em US$ 2 bilhões, para comprar 58% da Perez Companc, então a maior empresa privada de petróleo da Argentina, que já tinha ações negociadas na Bolsa. Após sucessivos investimentos, a Perez Companc passou a se chamar Pesa, e a Petrobras tornou-se dona de 67% da empresa. Nos anos seguintes, a Petrobras continuou investindo maciçamente na Pesa: ao menos US$ 2,1 bilhões até 2009.

Valeu a pena. A Pesa atua na exploração, no refino, na distribuição de petróleo e gás e também na área petroquímica. Tem refinarias, gasodutos, centenas de postos de combustível. Em maio de 2011, a Argentina anunciou ter descoberto a terceira maior reserva mundial de xisto – fonte de energia em forma de óleo e gás –, estimada em 23 bilhões de barris, equivalentes à metade do petróleo do pré-sal brasileiro. A Pesa tem 17% das áreas na Argentina onde se identificou esse produto. No ano passado, por fim, a Pesa adquiriu uma petroleira argentina, a Entre Lomos, que proporcionou um aumento em sua produção.

Apesar dos investimentos da Petrobras, quando a economia da Argentina entrou em declínio, há cerca de dois anos, as ações da Pesa desvalorizaram. As desastrosas políticas intervencionistas da presidente Cristina Kirchner contribuíram para a perda de valor da Pesa. De 2011 para cá, as ações da empresa caíram mais de 60%. É por isso que técnicos da Petrobras envolvidos na operação questionam se agora é o melhor momento para fazer negócio – por mais que a Petrobras precise de dinheiro. 


Seria mais inteligente, dizem os técnicos, esperar que a Pesa recupere valor no mercado. Reservadamente, por medo de sofrer represálias, eles também afirmam que os bens da Petrobras na Argentina – as distribuidoras, refinarias e unidades de petroquímica que constituem a parte física do negócio – valem, ao menos, US$ 400 milhões. Um valor bem maior, portanto, que os US$ 238 milhões acordados com a Indalo. “Se o governo não intervier tanto, a Pesa pode valer muito mais”, diz um dos técnicos.

A Petrobras, até dezembro do ano passado, tinha um discurso semelhante. Na última carta aos acionistas, a Pesa diz: “Estamos otimistas em relação ao futuro da Petrobras Argentina. E agora renovamos o compromisso de consolidar uma companhia lucrativa, competitiva e sustentável, comprometida com os interesses do país (Argentina)...”. Em outro trecho da carta, informa-se que os resultados do ano passado foram “encorajadores” e permitiram, como nos cinco anos anteriores, a distribuição de dividendos milionários aos acionistas.

Mesmo que os valores do negócio pudessem ser considerados vantajosos para a Petrobras, nada provocou tanto desconforto dentro da estatal como o sócio escolhido. O executivo Fabián trabalha para o bilionário argentino Cristóbal López, dono do grupo Indalo. Ele é conhecido como “czar do jogo”, em virtude de seu vasto domínio no mundo dos cassinos (na Argentina, o jogo é legal). López é amigo e apoiador da presidente da Argentina, Cristina Kirchner.

Como o “czar do jogo” da Argentina virou sócio da Petrobras? No dia 5 de novembro do ano passado, López enviou uma carta, em espanhol, à presidente da Petrobras, Graça Foster. Na carta, a que ÉPOCA teve acesso, López revela ser um homem bem informado. Não se sabe como, mas ele descobrira que a Petrobras estava negociando a venda da Pesa com três de seus concorrentes. 


O assunto da carta, embora em economês, deixava claras as intenções do empresário López: “Ref. Pesa Proposta de aquisição e integração de ativos”. López, portanto, queria comprar um pedaço da Pesa. Na carta, ele manifestou a “firme intenção de chegar a um entendimento entre Pesa e Oíl Combustibles S.A.”, a empresa de petróleo de López, para que a operação viesse a ser fechada. No documento, López propôs comprar 25% das ações que a Petrobras detinha na Pesa. Queria também a opção de, se a parceria desse certo, comprar mais 23,52% das ações – uma proposta mais modesta do que o acordo que ele conseguiu depois.

A resposta da Petrobras também veio por escrito, semanas depois. No dia 21 de novembro, Ubiratan Clair, executivo de confiança de Graça Foster, que toca o feirão da Petrobras e negociava a venda da Pesa aos concorrentes do “czar do jogo”, escreveu a López: “Nos sentimos honrados pelo interesse manifestado na compra de 25% (da Pesa).


No entanto, devemos indicar que as ações da Pesa não fazem parte de nossa carteira de desinvestimentos, razão pela qual não podemos iniciar qualquer negociação relativa às mesmas”. Diante do que aconteceu em seguida, a carta do assessor de Graça Foster causa espanto. Não só ele escondeu que a Pesa estava, sim, à venda – como, semanas depois, fechou acordo com o próprio López. No dia 18 de dezembro, menos de um mês após a inequívoca negativa, o mesmo assessor de Graça Foster firmou um “convênio de confidencialidade” com López para lhe vender a Pesa.

O que houve nesse espaço de um mês? Por que a Petrobras mudou de ideia e resolveu fechar negócio com López? A estatal não explica. Assessores envolvidos na operação dizem apenas que “veio a ordem” de fechar com o amigo de Cristina Kirchner. Procurada por ÉPOCA em três oportunidades, a assessoria da Petrobras limitou-se a responder que “não vai emitir comentários sobre assuntos relacionados com o seu Programa de Desinvestimento”. Graça Foster e o executivo Ubiratan não responderam às ligações. A assessoria de López confirmou apenas que o grupo Indalo fez uma proposta pela Pesa.

López é o que a imprensa argentina chama de “empresário K”, como são conhecidos os empresários que têm proximidade com o governo Kirchner. Ele tem empresas de transporte, construção civil, petróleo, alimentação, concessionárias e meios de comunicação. É famoso por suas redes de cassino e caça-níquel. É sócio em pelo menos 14 cassinos, incluindo o Hipódromo de Palermo, para o qual ganhou de Néstor Kirchner, nos últimos dias como presidente da Argentina, uma extensão da concessão para os caça-níqueis – o prazo foi estendido de 2017 a 2032.


[Imagem: 775_petrobras3.jpg]

ERRO
Refinaria de Pasadena. Os técnicos da Petrobras aconselharam a fazer acordo. Foram ignorados (Foto: Dave Fehling/Stateimpact Texas)

A relação entre López e Néstor Kirchner, o marido de Cristina, que governou o país antes dela e morreu em 2010, começou em 1998. Néstor, quando governador de Santa Cruz, ajudou uma empresa de López a fechar negócios com petroleiras. Desde então, López nunca escondeu de ninguém: sentia que tinha uma “dívida eterna” com Néstor. Para pagar a “dívida eterna”, convidava Néstor, que sempre gostou de uma mesa de jogo, a se divertir num dos cassinos dele em Comodoro Rivadavia.


A amizade era recíproca. Em 2006, López recebeu de Néstor concessão para explorar sete reservas de petróleo em Santa Cruz. Cristina, a sucessora, também o ajudou. Fez-lhe um favorzinho depois que ele gastou US$ 40 milhões na compra da concessão do canal de TV C5N, a fim de torná-lo governista. Para que fechasse o negócio, Cristina abriu exceções na lei de audiovisual, que proíbe negociar concessões.

Depois que a Petrobras fechou o acordo de confidencialidade com López, o negócio andou rápido. Ele apresentou uma proposta em 7 de janeiro, aumentou o valor numa segunda proposta, um mês depois – e fechou a compra das ações por US$ 900 milhões em 22 de fevereiro. Com o acordo, López e a Petrobras discutem agora os detalhes do contrato a ser assinado. 


Se tudo correr como previsto, resta apenas a aprovação do Conselho de Administração da Petrobras, que se reunirá no final de abril. A Pesa, porém, enfrentará resistências na Argentina se assinar o contrato.

O atual governador de Santa Cruz, Daniel Peralta, um desafeto de López, ameaçou tirar dele as concessões das sete reservas de petróleo que López tem na região. Peralta diz que ele não fez os investimentos previstos. Diz, ainda, que a situação em Santa Cruz pode “inviabilizar” o negócio com a Petrobras – mas não diz como.

O maior problema do negócio da Petrobras com o “czar do jogo”, e com todas as operações do feirão, é a falta de transparência. Como demonstra o caso da Argentina, não há critérios claros para a escolha das empresas que farão negócio com a Petrobras. Esse modelo sigiloso e sem controle resultou em calamidades, como a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.


Em 2004, a Astra Trading pagou US$ 42 milhões pela refinaria. Meses depois, a Petrobras pagou US$ 360 milhões por metade do negócio. Tempos depois, um desentendimento entre as sócias levou a questão à Justiça. A Petrobras perdeu e foi condenada a comprar não só a parte da sócia, como a pagar multa, juros e indenização. Em junho, a Petrobras anunciou que pagaria mais US$ 820 milhões.

ÉPOCA teve acesso a um documento interno da Petrobras, elaborado em 2009. Um trecho afirma que a então diretoria, comandada pelo petista José Sergio Gabrielli, decidiu manter o processo devido à “prepotência” com que a Astra se colocava no caso. Logo depois, o documento lista razões para fazer um acordo. Uma delas é que um representante da Astra procurara a Petrobras em busca de entendimento. 


A razão mais forte era clara: “Caso no litígio a Petrobras perca, o custo total irá para cima de US$ 1 bilhão (...). Vale lembrar que a Petrobras já perdeu na arbitragem, e a possibilidade de perder na corte é preocupante”. A opção do acordo era a menos pior. A Petrobras gastaria, no máximo, US$ 639 milhões. O documento afirma que a (então) “ministra (de Minas e Energia) Dilma Rousseff deverá ser procurada para ser informada de que a Astra está procurando entendimentos, inicialmente por canais informais”. 

O texto diz que Dilma Rousseff deveria comunicar isso na reunião do Conselho da Petrobras, marcada para 17 de julho de 2009. O Conselho daria então um prazo para um acordo com a Astra. O pior cenário sobreveio. A Petrobras não fez nenhum acordo com a Astra, perdeu na Justiça e gastou mais de US$ 1 bilhão (boa parte dele dinheiro público) – 24 vezes o que a Astra pagou pela refinaria. O Tribunal de Contas da União investiga como a Petrobras pôde fazer um negócio tão ruim – pelo menos para seu caixa e para os cofres públicos.

[Imagem: 775_petrobras4.jpg]

TESOURO AFRICANO
Plataforma de petróleo na Nigéria. A Petrobras investiu US$ 4 bilhões na África, entre 2003 e 2010, e pretende se desfazer de várias operações no continente (Foto: Dave Fehling/Stateimpact Texas)

A ausência de critério, segundo executivos da Petrobras, aparece também na parte mais valiosa do feirão: as operações da estatal na África. Cálculos do mercado e da Petrobras estimam o patrimônio no continente num patamar entre US$ 5 bilhões e US$ 8 bilhões. A Petrobras produz e explora petróleo em Angola, Benin, Gabão, Líbia, Namíbia, Nigéria e Tanzânia. De 2003 a 2010, investiu cerca de US$ 4 bilhões na África. ÉPOCA teve acesso a documentos internos da Petrobras que apresentam um diagnóstico sobre os negócios na África que devem ser vendidos, incluindo mapas com a localização dos poços e informações sobre seu potencial produtivo. O material mostra muitas possibilidades de lucro.


A maior fatia de investimento está na Nigéria, responsável por 23% da produção atual de toda a área internacional da companhia – uma média equivalente a 55 mil barris de óleo por dia. São três poços na Nigéria: Agbami, Akpo e Engina. Os documentos da Petrobras mostram que os três poços têm “reservas provadas” de 150 milhões de barris de petróleo.

Para quem a Petrobras planeja vender tamanho tesouro? A estatal, de novo, não explica os critérios. Até agora, a única negociação avançada é com o grupo BTG, do banqueiro André Esteves. Por meio do investidor Hamylton Padilha, uma das mais poderosas influências na Petrobras, Esteves, segundo executivos da estatal envolvidos com a transação, negocia a compra de parte das operações na Nigéria. Questionado por ÉPOCA, Padilha afirmou ter se reunido com representantes do banco para avaliar investimentos na Petrobras. “Conversei com o pessoal (BTG) sobre esse assunto (venda de ativos da Petrobras).


A Petrobras convidou diversas empresas estrangeiras para poder fazer ofertas no Golfo do México, África e até na América Latina. Sei que na área de petróleo eles (BTG) estão olhando. Têm participação em duas empresas ligadas ao setor: Bravante e Sete Brasil”, disse. “Não trabalho para o BTG. Sou investidor. Investi algum dinheiro na Sete Brasil (ligada à construção de plataformas de petróleo).” Indagado sobre quem é a pessoa mais indicada para falar, pelo BTG, sobre investimentos na Petrobras, sobretudo na África, Padilha disse: “A pessoa que trata desse assunto diretamente é o André Esteves”. O BTG disse que não se manifestaria

Fonte:
Revista ÉPOCA
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quinta-feira, 3 de abril de 2014

O Congresso matou a liberdade na Internet

Thiago Cortês
O Marco Civil da Internet vai encarecer os serviços de internet no Brasil, que já estão entre os mais caros do mundo. E a liberdade de expressão estará sob permanente ameaça. Agradeça ao Congresso Nacional.
A Câmara dos Deputados aprovou quase por unanimidade na noite de ontem (25) o projeto do Marco Civil da Internet, mesmo com todas as evidências de que o projeto de lei concede ao governo super poderes de controle do tráfego na rede.
É pertinente lembrar: se antes eram necessários hackers para derrubar perfis nas redes sociais e sites de dissidentes como Julio Severo e Olavo de Carvalho, daqui em diante a censura poderá ser feita oficialmente, via regulação.
Diz o parágrafo único do artigo 9º:
“Na provisão de conexão à Internet, onerosa ou gratuita, é vedado monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados, ressalvadas as hipóteses admitidas em lei”.
Aqui está o pulo do gato: “ressalvadas as hipóteses admitidas em lei”. Ou seja, é proibido monitorar ou fiscalizar os dados, com exceção dos casos nos quais o governo tiver interesse ou resolver que deve se meter – com amparo da lei.
Li e ouvi muitas bobagens – inclusive de congressistas evangélicos – sobre o quão complexo e delicado é o tema do Marco Civil da Internet.
Ora, qualquer criança em pleno uso das suas faculdades mentais sabe que perde a privacidade se o papai ou a mamãe tiverem acesso aos seus dados pessoais.
A conta é simples: mais governo interferindo é igual a menos liberdade.
Mais cara e mais controlada
A internet brasileira caminha para se tornar a mais cara do mundo. Nós pagaremos muito mais para que o governo possa nos monitorar, fiscalizar e controlar.
Diz o texto do Marco Civil:
“Art. 14. Na provisão de conexão à Internet, cabe ao administrador de sistema autônomo respectivo o dever de manter os registros de conexão, sob sigilo…”
Aqui as coisas são explícitas. O Marco Civil entende que todo usuário de internet é um criminoso em potencial e, por isso, deve ter seus dados armazenados por precaução – caso seja necessário, no futuro, que o governo lhe encontre.
O governo obrigará os provedores de conexão a armazenar nossos dados “em ambiente controlado e de segurança”. É claro que tudo isso tem um custo elevado.
E, claro, os provedores de conexão não ficarão no prejuízo!
Os custos serão repassados aos usuários de internet, que já arcam com valores absurdos. Nós pagaremos mais para que o governo possa nos monitorar.
A verdade é que – como acontece com freqüência, com outros projetos governistas – na votação do Marco Civil da Internet os deputados se dividiram em dois grandes grupos: os mentirosos e os ingênuos.
Alguém acredita no zelo dos comissários petistas pela privacidade alheia?
O que será que o caseiro Francenildo, que teve dados bancários divulgados à mando do então ministro Antônio Palocci, nos diria sobre o compromisso dos companheiros com a privacidade dos outros?
A linguagem técnica e salpicada de belos sentimentos do projeto de lei não é capaz de esconder a verdade inconveniente: o Marco Civil viabiliza a monitoração e filtragem dos dados transmitidos pela internet. É poder demais para qualquer um.
PS.: Falo, sim, em Congresso Nacional. Até meu labrador de apenas dois anos de idade sabe que, depois da aprovação na Câmara, já está tudo acertado para o projeto passar no Senado.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com

terça-feira, 11 de março de 2014

O Marco Civil nas mãos do Congresso

[Imagem: 48405289.jpg]

Advogados Ativistas
Nossa Internet e democracia estão sendo ameaçadas. Anos de lobby das operadoras de telefonia podem acabar com a liberdade de expressão e de comunicação na internet. O Marco Civil, a legislação que pode proteger a democracia na rede, agora está nas mãos do Congresso.

O governo permitirá que a censura na Internet faça parte do Marco Civil?
O Marco Civil da Internet pode ser aprovado em uma votação decisiva na segunda-feira (28/10). Nós, cidadãos e usuários da Internet, tememos que a aprovação desta legislação, que é a mais positiva já elaborada até hoje para proteger a Internet, inclua um dispositivo de censura instantânea, indo contra as bases legais de uma Internet verdadeiramente livre.

O tempo urge. Uma mobilização popular é crucial para defender nossa Internet!

O Marco Civil da Internet é um projeto construído através de um processo colaborativo inédito, envolvendo o Estado e a sociedade, tornando-se o modelo de legislação mais progressista do mundo, verdadeira referência entre especialistas. Elaborado para proteger a liberdade da Internet e de seus usuários a partir das garantias de neutralidade da rede.

Por anos, o lobby corporativo deixou a lei parada no Congresso.

Após as revelações feitas por Edward Snowden sobre a espionagem massiva do ciberespaço e da política brasileira, Dilma Rousseff trouxe o Marco Civil de volta à mesa da Câmara em regime de urgência. No entanto, o processo de negociação deixou de ser transparente, impedindo o acompanhamento da sociedade civil sobre as alterações que ainda podem ocorrer no texto.

A permanência do parágrafo 2,º do artigo 15, no texto que segue para votação, evidencia que interesses corporativos continuam privilegiados. Este parágrafo permite a remoção de conteúdos sem ordem judicial. O que, na prática, funcionaria como censura prévia a conteúdos incômodos para o poder político e econômico, uma vez que abre a possibilidade para acordos feitos a portas fechadas entre governos, provedores de acesso e corporações midiáticas.

Abrir portas para a censura já é corromper a neutralidade que está sendo fortemente defendida pela presidenta Dilma, além disso, receamos que essas emendas possam ir mais longe para ferir nossa liberdade de navegação e expressão na Internet, transformando o Marco Civil numa legislação que vai contra a população.

Convocamos a todos que defendem e amam a nossa lnternet Livre para que contatem seus deputados e membros do Congresso antes da votação, para impedir que esta seja adiada e pedir que rejeitem o parágrafo 2º do artigo 15 ou qualquer outra alteração no texto original que possa ir contra os interesses dos cidadãos da Internet.

O Marco Civil foi construído pela sociedade civil e não permitiremos que apliquem a censura no projeto ao apagar das luzes. Não em nosso nome.

Fonte;
http://marcocivil.org.br/noticias/nota-p...ensura-ja/
VIA:
Fórum Anti Nova Ordem Mundial

terça-feira, 4 de março de 2014

Militares reagem à punição de Dilma e clima piora

[Imagem: 20120813104049_06.jpg]

A decisão da presidente Dilma Rousseff de punir militares da reserva que criticaram ministras do governo por serem favoráveis à revogação da Lei da Anistia piorou o clima na caserna e aumentou o número de adesões ao manifesto Alerta à Nação - eles que venham, por aqui não passarão.

Dilma tomou a decisão de puni-los depois que os militares a criticaram publicamente por não censurar as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria de Políticas para as Mulheres).

Inicialmente, o manifesto tinha 98 assinaturas. Na manhã da quinta-feira, após terem tomando conhecimento da decisão de puni-los, o número subiu para 235 e no início da tarde de hoje chegou a 386 adesões, entre eles 42 oficiais-generais, sendo dois deles ex-ministros do Superior Tribunal Militar.

A presidente já havia se irritado com o manifesto dos Clubes Militares, lançado às vésperas do carnaval, e depois retirado do site, e ficou mais irritada ainda com esse novo documento, no qual eles reiteram as críticas e ainda dizem não reconhecer a autoridade do ministro da Defesa, Celso Amorim, de intervir no Clube Militar.

A presença de ex-ministros do STM adiciona um ingrediente político à lista, não só pelo posto que ocuparam, mas também porque, como ex-integrantes da Corte Militar, eles têm pleno conhecimento de como seus pares julgam neste caso.

O Ministério da Defesa e os comandos militares ainda estão discutindo com que base legal os militares podem ser punidos. Várias reuniões foram convocadas nos últimos dias para discutir o assunto. Mas há divergências de como aplicar as punições.

Pontos de vista

A Defesa entende que houve "ofensa à autoridade da cadeia de comando", incluindo aí a presidente Dilma e o ministro. Para Amorim, os militares não estão emitindo opiniões na nota, mas sim atacando e criticando seus superiores hierárquicos, em um claro desrespeito ao Estatuto do Militar.

Só que, nos comandos, há diferentes pontos de vista sobre a Lei 7.524, de 17 de julho de 1986, assinada pelo ex-presidente José Sarney, que diz que os militares da reserva podem se manifestar politicamente e não estão sujeitos a reprimendas.

No artigo 1.º da lei está escrito que "respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público".

Essa zona cinzenta entre as leis, de acordo com militares, poderá levar os comandantes a serem processados por danos morais e abuso de autoridade, quando aplicarem a punição de repreensão, determinada por Dilma. Nos comandos, há a preocupação, ainda, com o fato de que a lista de adeptos do manifesto só cresce, o que faria com que esse tema virasse uma bola da neve.


Fonte: Estadão
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Marco Civil da Internet sugere pacotes pagos por tipo de acesso à internet

Mudança feita para agradar às companhias de telecomunicações abre brecha para planos variados com base em serviços usados.
(Fonte da imagem: Reprodução/Marco Civil)
 
Em pauta na política brasileira há pelo menos quatro anos, o projeto Marco Civil da Internet passou por uma modificação radical que pode mudar a forma com que você paga pelo acesso à rede. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o site, no novo texto, as empresas que oferecem serviços de conexão com a internet estariam autorizadas a vender "pacotes de acesso" baseados em quais serviços o usuário utiliza.

Ou seja, se você apenas acessa o email, pagaria um valor mensal mais baixo que libera apenas o correio eletrônico. Já para desfrutar de sites como YouTube e Netflix, que demandam maior banda, seria necessário adquirir um pacote bem mais caro.

A mais nova modificação é uma alteração na justificativa do projeto (e não no texto em si) que deixa a lei ambígua e favorece as empresas de telecomunicações, que teriam pressionado o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), autor do documento inicial. Anteriormente, a situação continuaria como está, com a venda de pacotes com base na velocidade fornecida (e, mesmo assim, com as empresas tendo a possibilidade de baixar esse valor quando quiserem após alto consumo).

Com essa mudança, as companhias devem soltar uma nota declarando apoio ao novo texto do Marco Civil da Internet. Já a votação permanece emperrada, já que o PMDB continua recusando o projeto.

O problema é que essa ação é mais por motivos políticos: aparentemente, a ideia do partido é fazer uma troca entre aprovar o projeto e pedir que a reforma ministerial, que está parada, volte a acontecer. 
 
Fonte: Folha de S. Paulo , TecMundo 
VIA: O Mensageiro Do Fim

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Marco Civil da Internet sugere pacotes pagos por tipo de acesso à internet

Mudança feita para agradar às companhias de telecomunicações abre brecha para planos variados com base em serviços usados.

(Fonte da imagem: Reprodução/Marco Civil)
 
Em pauta na política brasileira há pelo menos quatro anos, o projeto Marco Civil da Internet passou por uma modificação radical que pode mudar a forma com que você paga pelo acesso à rede. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o site, no novo texto, as empresas que oferecem serviços de conexão com a internet estariam autorizadas a vender "pacotes de acesso" baseados em quais serviços o usuário utiliza.

Ou seja, se você apenas acessa o email, pagaria um valor mensal mais baixo que libera apenas o correio eletrônico. Já para desfrutar de sites como YouTube e Netflix, que demandam maior banda, seria necessário adquirir um pacote bem mais caro.

A mais nova modificação é uma alteração na justificativa do projeto (e não no texto em si) que deixa a lei ambígua e favorece as empresas de telecomunicações, que teriam pressionado o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), autor do documento inicial. Anteriormente, a situação continuaria como está, com a venda de pacotes com base na velocidade fornecida (e, mesmo assim, com as empresas tendo a possibilidade de baixar esse valor quando quiserem após alto consumo).

Com essa mudança, as companhias devem soltar uma nota declarando apoio ao novo texto do Marco Civil da Internet. Já a votação permanece emperrada, já que o PMDB continua recusando o projeto.

O problema é que essa ação é mais por motivos políticos: aparentemente, a ideia do partido é fazer uma troca entre aprovar o projeto e pedir que a reforma ministerial, que está parada, volte a acontecer.
 
Referência: TecMundo
Fonte: Folha de S. Paulo


LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este Site, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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No Ar

Blog inaugurado dia (27/07/2013)



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