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sábado, 29 de agosto de 2015

Já existe tratamento para viciados em celular



A matéria foi publicada na versão brasileira do El País:

Viciados em celular

EUA, China e Espanha oferecem centros de desintoxicação tecnológica
Andrés Aguayo

“Durante os próximos quatro dias só estaremos nós e as árvores”. Esse cartaz, no meio de um bosque em Mendocino, Califórnia (EUA), delimita a divisa de Camp Grounded, um acampamento para adultos viciados em tecnologia. Assim que chegam, os participantes depositam seus celulares, tablets e computadores em uma cabana. Só são permitidas câmeras analógicas ou Polaroids. 

Como entretenimento, eles praticam yoga, arco e flecha, fazem pão ou participam em uma oficina de redação... com máquinas de escrever. Desde 2013 foram realizados 17 encontros que atraíram 300 pessoas em cada um. O lema deles: “Desconectar para reconectar”.

A iniciativa não é uma exclusividade dos Estados Unidos, países como a Espanha, a China e o Brasil também têm centros para tratar pessoas viciadas em internet. Depois do surgimento dos smartphones, em 2007, foi criado o termo phubbing (juntando as palavras phone e snubbing, de esnobar), que significa ignorar alguém para ficar olhando o celular. 

Outra palavra recém-criada é nomofobia, medo de ficar sem celular. Em média olhamos para o smartphone cerca de 150 vezes por dia. Entre os espanhóis, 87% andam com ele durante as 24 horas do dia e 80% confessam que a primeira coisa que fazem ao despertar é olhar o celular, segundo relatório da Sociedade da Informação na Espanha, da Telefônica.

“Os norte-americanos já descreveram uma síndrome de abstinência do celular”, afirma Sergi Vilardell, diretor terapêutico da Clínica Cita. “A reação fisiológica do corpo de um viciado quando não está com o celular é similar à de quem precisa das drogas ou necessita apostar num cassino: Fica nervoso, sofre de taquicardia, começa a suar”, acrescenta Vilardell, que considera que iniciativas como Camp Grounded “servem para descansar um pouco, mas não resolvem o problema completamente”.


“Se tiver necessidade de subir uma foto ao Instagram, faça um desenho. Se quiser tuitar algo, conte a quem está a seu lado”, são alguns dos conselhos dados em Camp Grounded aos participantes que dormem em barracas ou em cabanas separados por sexos, como nos acampamentos infantis.  

O fundador do Camp Grounded, Levi Felix, era vice-presidente de uma start-up californiana até terminar no hospital por exaustão. Tirou um tempo sabático, sem tablets ou celulares, para viajar pelo mundo com sua mulher. Durante dois anos e meio visitaram 15 países e abriram uma pousada em uma ilha do Camboja onde tiravam os celulares dos visitantes. Quando voltaram à Califórnia, montaram a Digital Detox. Atualmente ajudam 300 pessoas que pagam entre 500 e 650 dólares.

A Espanha é o país da União Europeia com maior número de smartphones (23 milhões). Só 24% dos espanhóis preferem se comunicar pessoalmente; 35% optam por mensagens instantâneas; e 33,5% ligam por telefone. Apesar disso, o movimento de desintoxicação digital não prosperou muito. Em Mallorca, Melissa del Cerro e Miguel Lluis Mestre começaram Desintoxicación-digital.com em 2014. “Hoje em dia, quando chega o fim de semana ou as férias, muitos continuam hiperconectados. A desintoxicação implica desligar-se por uns dias, recarregar as pilhas e tornar mais produtiva a volta ao mundo digital”, explicam.

Duas redes de hotéis espanhóis oferecem pacotes de desintoxicação digital nos quais é obrigatório deixar o celular trancado na recepção. No Barceló Santi Petri de Chiclana (Cádiz) existe a proposta de 7 noites de estadia: “Em geral, 90% termina sua estadia sem revisar o celular, mas 10% não aguenta e termina pedindo a chave de onde guardamos seus gadgets”, conta María Casado, empregada do hotel. Já a rede Vincci tem duas opções de desintoxicação digital em Marbella (três noites, 359 euros) e Tenerife (120 euros por noite).

Quando os programas voluntários não funcionam é possível recorrer ao modelo chinês, que combina modernas técnicas de psicoterapia com uma férrea disciplina militar. Existem cerca de 300 clínicas inspiradas no Centro de Tratamento para o Vício à Internet Daxing (China), fundada pelo psiquiatra e Coronel do Exército Vermelho Tao Ran em 2006. Cerca de 6.000 jovens já foram internados por seus pais em Daxing depois de pagar o equivalente a 83 mil reais. 

Durante três ou seis meses vão usar camisetas de camuflagem, não terão acesso à tecnologia, nem ao mundo exterior e deverão seguir todas as ordens dadas pelos monitores-soldados que podem incluir inumeráveis flexões e marchas sob o sol. É outra forma de se reconectar desconectando-se.




VIA: O Contorno da Sombra

domingo, 30 de março de 2014

Médicos colocarão pacientes entre a vida e a morte em animação suspensa

Pessoas não ficam vivas nem mortas enquanto médicos fazem cirurgias
 

Como nos filmes, mas diferente (Fonte da imagem: Reprodução/FoxNews)

Em hospitais de todo o mundo, vários pacientes morrem no atendimento emergencial por não terem tempo suficiente para serem adequadamente tratados. 

Alguns chegam com ferimentos à bala e faca, por exemplo, e já perderam muito sangue.

Para dar mais tempo aos cirurgiões, médicos do UPMC Presbyterian Hospital, em Pittsburgh, nos EUA, vão começar a colocar esses pacientes em estado de animação suspensa, de uma forma bastante parecida com a que vemos em filmes.

Para isso, o sangue dos pacientes é completamente drenado e substituído por um fluido salino gelado, o que leva a temperatura do corpo a 10 °C.

Isso é o suficiente para parar toda a atividade celular do corpo humano sem congelar e enrijecer completamente os tecidos.

Depois de ter o sangue substituído por esse líquido, a pessoa fica em animação suspensa, nem viva nem morta, mas em algum lugar entre os dois estados.

Esse processo garante mais duas horas de tempo para os médicos conseguirem tratar os pacientes, evitando que acidentes durante o procedimento cirúrgico aconteçam.
 
Fora isso, mesmo que alguém já esteja extremamente debilitado, mas ainda vivo, é possível garantir essas duas horas de animação suspensa para diversos tratamentos.

A técnica, segundo os profissionais do hospital, funciona bem e é segura.

Quando tudo é finalizado, o sangue do paciente é bombeado novamente para seu corpo e a temperatura é lentamente aumentada até os níveis normais.

Feito isso, a pessoa está viva novamente.

Os médicos garantem, entretanto, que isso não serve para reanimar pessoas que já morreram, uma vez que a fatalidade já debilitou demais o corpo.

Referência: TecMundo
Fonte: New Scientist


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

WiFi é banida de pré-escolas na França

A Assembléia Nacional Francesa aprovou um projeto de lei para limitar a exposição a campos electromagnéticos (CEM) gerados por tecnologias sem fio - telefones celulares, tablets, Wi-Fi, etc. Este projeto de lei significa o seguinte:

• A proibição de acesso Wi-Fi em todas as estruturas de acolhimento de crianças com menos de 3 anos de idade.


• Fabricantes de telefones celular terão que recomendar o uso de kits para mãos-livres (fones de ouvido com microfones).

• A proibição de todas as propagandas dirigidas às crianças menores de 14 anos.

As exposições à CEM das crianças são uma causa específica de preocupação. Estudos mostram que o cérebro das crianças pode absorver até três vezes mais radiação em comparação aos adultos.

Um relatório recente da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC) sugeriu que as exposições a CEM podem ser mais devastadores nas crianças, porque:

• seu tecido cerebral é mais condutor.
• seus crânios são mais finos.
• seus cérebros menores e tecidos cerebrais mais suaves permitem a radiação penetrar de forma mais eficaz.
• um período potencialmente longo de exposição devido ao uso em idade precoce.

Este novo projeto de lei francês parece ter tomado essas preocupações em conta.

CEMs são comuns em nosso ambiente diário. Qualquer coisa elétrica cria um campo eletromagnético. De acordo com a Agência Nacional Francesa de Alimentos, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho (ANSES):

• A maior fonte de exposição a CEM, de longe, são os telefones celulares.
• exposição à torres de celular estão se desenvolvendo muito rapidamente, com a implantação de 4G, mas a exposição média é bem inferior ao de telefones.
• linhas de energia elétrica, transformadores e linhas ferroviárias também são fontes de CEM.
• Os dispositivos sem fios em nosso ambiente pessoal nos expõem aos CEM de radiofrequência: computadores e tablets, Wi-Fi, Bluetooth e chips eletrônicos, bem como lâmpadas fluorescentes, fornos de microondas, fogão de indução e máquinas de lavar.

A ANSES insiste agora em uma "limitação da exposição da população", especialmente para telefones celulares. Além disso, incentiva o uso de um fone de ouvido.

A ANSES já tocou o alarme em outubro de 2013. Depois de avaliar mais de 300 estudos internacionais, a agência publicou um relatório destacando os efeitos biológicos dos CEM sobre os seres humanos e os animais a respeito do sono, a fertilidade masculina e desempenho cognitivo.

Um porta-voz da ANSES afirmou que "o enorme desenvolvimento das tecnologias dependendo de radiofreqüências, levando a exposição intensa da população, especificamente pessoas mais sensíveis, não pode ser evitado". Eles passaram a dizer que a implantação de 4G "será acompanhado por um aumento da exposição do público".

Limites de exposição franceses são baseados em um decreto de 2002. Eles são fixados em 61 volts por metro (V / m) para 3G e 4G, o mesmo que nos EUA. O Conselho da Europa recomenda um limite de exposição de 0,6 V / m, cerca de 100 vezes menor.

A Suíça e Liechtenstein e oito Estados-Membros da União Europeia (Bélgica, Bulgária, Grécia, Itália, Lituânia, Luxemburgo, Polónia, Eslovénia) adotaram limites mais restritivos do que os da França.

Na Europa, há um crescente reconhecimento da situação de pessoas que sofrem problemas de saúde devido a exposição a campos eletromagnéticos, uma condição conhecida como hipersensibilidade elétrica ou sensibilidade elétrica.


Esta nova lei exige que o governo francês forneça ao Parlamento um relatório que detalhe "a oportunidade de criar áreas de radiação eletromagnética limitada, nomeadamente no meio urbano". Também exigem que as condições de eletrossensíveis sejam levados em consideração no trabalho.

Embora este projeto de lei tenha que ser aprovado pelo Senado francês para que ele seja lei, claramente este projeto de lei reflete o acúmulo de opinião pública na França e outros países europeus que as exposições a CEM são perigosos e as necessidades públicas protegidas.

Fonte:
Natural News
VIA: Notícias Alternativas

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Nanotecnologia reproduz sensibilidade dos bigodes dos gatos em robôs

 (Fonte da imagem: Reprodução/Berkeley Lab)
 
Um grupo de pesquisadores do Berkeley Lab e da University of California de Berkeley está tentando reproduzir a sensibilidade dos bigodes dos gatos através da nanotecnologia.

A ideia é fazer com que os robôs e aparelhos eletrônicos do futuro tenham mais e melhores recursos sensoriais.

Para isso, os cientistas estão usando fibras ultrassensíveis fabricadas com nanotubos de carbono e nanopartículas de prata.

Esses filamentos são projetados para responder à pressão, permitindo, por exemplo, que hardwares de navegação possam oferecer direcionamentos mais precisos em ambientes dificultosos e com baixa visibilidade.

Ali Javey, líder do projeto, explica que os “bigodes são como cabelos táteis sensoriais usados por certos mamíferos e insetos para monitorar o vento e se desvencilhar de obstáculos ao seu redor”.

Segundo ele, “em testes realizados, os bigodes eletrônicos foram 10 vezes mais sensíveis à pressão do que qualquer sensor de pressão capacitivo ou resistivo”.

Em outras palavras, a novidade apresentou uma sensibilidade muito maior do que as tecnologias que vemos hoje nas telas de smartphones.

“Nossos ‘e-bigodes’ representam um novo tipo de rede de sensores táteis responsivos para o monitoramento em tempo real dos efeitos ambientais. 

A facilidade de fabricação, a leveza e o excelente desempenho deles devem oferecer uma ampla gama de aplicações na robótica avançada, interfaces de interação homem-máquina e biotecnologias”, complementou Javey.

Referência: TecMundo
Fonte: Berkeley Lab


domingo, 26 de janeiro de 2014

No futuro, robôs poderão reproduzir entre si e eventualmente com humanos

Um engenheiro especializado em inteligência artificial acredita que os robôs poderão ter relações sexuais entre si e evoluir para produzirem ‘crias’, e este cenário assustador pode estar mais próximo do que imaginamos.

[Imagem: sexo-entre-humano-e-rob%C3%B4.jpg]


Um outro especialista cibernético disse ao Mail Online que o cruzamento entre robôs poderá existir daqui somente 20 ou 30 anos. Outra autoridade em robótica sugere que as máquinas poderão imprimir suas ‘crias’ da mesma forma que as impressoras em 3D funcionam hoje.

George Zarkadakis, que é um escritor e também engenheiro, ainda prevê que os humanos poderiam até mesmo ter relações sexuais com as máquinas para criarem uma nova espécie híbrida.

Escrevendo para o The Telegraph, ele disse: “Talvez os ciborgues do futuro possam envolver a participação humana na reprodução sexual de robôs e na criação de uma nova espécie híbrida“.

Porém, Noel Sharkey, professor de inteligência artificial e robótica da Universidade de Sheffield, acha que o futuro poderá ser mais simples. Apesar dele acreditar que o futuro da inteligência artificial possa ser baseado em silício e carbono, com cérebros digitais comandando estruturas moleculares orgânicas, ele disse que os robôs provavelmente irão imprimir suas crias da mesma forma que hoje se imprime com as impressoras em 3D.

Ele acredita que os robôs talvez serão particularmente inteligentes e poderiam procriar pela troca de software, para que o código usado para criar robôs que são particularmente bons numa determinada tarefa pudesse ser combinado para produzir uma cria superior, que eles pudessem imprimir e possivelmente montar eles mesmos.

Se os robôs forem capazes de cruzar entre si, Zarkadakis acredita que o sexo os defenderia dos vírus de computador, bem como o sexo entre os humanos nos defende contra ataques de parasitas. Ele também disse que a atividade sexual entre robôs os faria mais robustos e aceleraria a sua evolução para que novas máquinas pudessem se desenvolver mais rápido, a fim de se encaixarem na vida terrestre do futuro.

O Professor Kevin Warwick, do Instituto de Engenharia e Tecnologia disse ao MailOnline que os robôs já são bons no ato de produzirem novos robôs melhores que a si mesmos. Quanto ao fato de humanos terem relações sexuais com robôs para a procriação, ele disse que não está fora de questão, mas que “é assustador” e “atualmente um cenário de ficção científica“.

Contudo, ele acha que pequenos passos serão tomados nessa direção.

Atualmente muitas pessoas possuem tecnologia dentro delas, assim a pesquisa para híbridos humano/robô poderia ajudar muitos humanos.

Tais pesquisas poderiam ser usadas para dar às pessoas habilidades extras e ajudar os cientistas a compreender muito mais sobre o corpo humano, mostrando, por exemplo, como o mal de Alzheimer toma um cérebro, disse ele.

Apesar da pesquisa poder ajudar os humanos, o Professor Warwick alerta que se um robô puder se auto replicar, evoluir e melhorar mais rapidamente do que humanos, nós poderíamos terminar dentro de um cenário futuro de pesadelo.

“Por que se importar com humanos, então?” ele perguntou, adicionando, “Queremos chegar a esse ponto?“.

Fonte
http://ovnihoje.com/2014/01/25/no-futuro...z2rSVS1JEJ 
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial                                    

"Ninguém é isento de sua própria ignorância."

"Se ele fizer um milagre, escute-o."

"Agregue o que lhe ascrescentar, descarte o que não lhe servir."

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Pesquisadores criam músculo robótico mil vezes mais forte que o humano

Equipamento funciona a partir da contração e expansão do dióxido de vanádio.

Tecnologia teria um infinidade de aplicações no futuro
(Fonte da imagem: Reprodução/ExtremeTech)

Se você temia um apocalipse trazido por robôs ao estilo Cylon ou Skynet, prepare-se para desistir de lutar contra os homens de ferro neste instante. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, informaram que conseguiram criar músculos robóticos mil vezes mais fortes que a média dos humanos.

Essa façanha foi alcançada graças à contração e expansão do dióxido de vanádio, que começa a fazer esse movimento a 67 °C.

Usando esse material, os pesquisadores conseguiram números incríveis. Um músculo robótico movido a dióxido de vanádio poderia levantar objetos 50 vezes mais pesados que ele próprio e em uma distância de cinco vezes o próprio comprimento.

Tudo isso pode acontecer em apenas 60 milissegundos, o que é mais rápido que um piscar de olhos.

Ou seja, se um robô malvado com esse equipamento fosse jogar alguém para longe, ele poderia fazer isso sem a vítima sequer perceber.

 

Os pesquisadores da universidade norte-americana acreditam que esse tipo de músculo robótico poderia não apenas significar a criação de robôs extremamente fortes como também poderia resultar em vários eletrônicos energeticamente muito eficientes no futuro.

Ainda assim, como se trata de uma pesquisa bastante inicial, não há como dar um prazo para que isso seja incorporado na indústria.

Fonte:
ExtremeTech , TecMundo
VIA: O Mensageiro Do Fim

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Pesquisadores criam músculo robótico mil vezes mais forte que o humano

Equipamento funciona a partir da contração e expansão do dióxido de vanádio

Tecnologia teria um infinidade de aplicações no futuro
(Fonte da imagem: Reprodução/ExtremeTech)

Se você temia um apocalipse trazido por robôs ao estilo Cylon ou Skynet, prepare-se para desistir de lutar contra os homens de ferro neste instante. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, informaram que conseguiram criar músculos robóticos mil vezes mais fortes que a média dos humanos.

Essa façanha foi alcançada graças à contração e expansão do dióxido de vanádio, que começa a fazer esse movimento a 67 °C.

Usando esse material, os pesquisadores conseguiram números incríveis. Um músculo robótico movido a dióxido de vanádio poderia levantar objetos 50 vezes mais pesados que ele próprio e em uma distância de cinco vezes o próprio comprimento.

Tudo isso pode acontecer em apenas 60 milissegundos, o que é mais rápido que um piscar de olhos.

Ou seja, se um robô malvado com esse equipamento fosse jogar alguém para longe, ele poderia fazer isso sem a vítima sequer perceber.

   

Os pesquisadores da universidade norte-americana acreditam que esse tipo de músculo robótico poderia não apenas significar a criação de robôs extremamente fortes como também poderia resultar em vários eletrônicos energeticamente muito eficientes no futuro.

Ainda assim, como se trata de uma pesquisa bastante inicial, não há como dar um prazo para que isso seja incorporado na indústria.

Referência: TecMundo
Fonte: ExtremeTech

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Os sinais do Apocalipse das Máquinas

[Imagem: terminator.jpg]


Prezados, é interessante como os temas de teoria da conspiração e futuro  apocalíptico estão cada vez mais relevantes ultimamente, mesmo sem querer procurar acabo me deparando várias vezes com estes assuntos e ainda mais em mídias que jamais estariam comentando sobre isto, parece que a coisa está ficando cada vez mais evidente, saindo do undergorund e indo para o mainstream. 

Minha colega de trabalho me disse que um dia destes estava vendo GNT um canal mais voltado para o público feminino, e que em um dos programas onde um monte de dondocas se juntam para fofocar e falar da vida alheia, estavam falando exatamente sobre teoria da conspiração, 11 de setembro, vacinação, drones...

E por falar em Drones, estava assistindo o OmeleTV que é um Vlog do site Omelete onde comentam sobre filmes, séries, games, HQ e olha só a conclusão que os caras chegaram:


                

Reparem como o Forlani (japinha) ficou depois de toda a conjectura dos outros dois sobre isto, ele estava levando tudo na brincadeira, mas foi ligando os pontos e percebeu que o negócio é sério por isso o espanto dele.

Como diz o Érico Borgo, FUDEUUUU!!!!!! Jhon Connor cadê você?!?!?


"...our world has become so proliferated with entertainments, mass media, television shows, amusement parks, drugs, alcohol, and every kind of entertainment to keep the human mind entertained, so that you don't get in the way of important people by doing too much thinking. You better wake up and understand that there are people who are guiding your life and you don't even know it."

— [Jordan Maxwell] 

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

sábado, 23 de novembro de 2013

Octadecópetro E-Volo: 18 hélices, motores elétricos e estabilidade [vídeo]

Esqueça o que você conhece sobre helicópteros e quadricópteros. O futuro está em muito mais hélices.

                          

Você já está mais do que acostumado a ver notícias sobre os quadricópteros, que possuem quatro hélices para oferecer mais estabilidade nos voos — ainda mais se compararmos a helicópteros comuns, que possuem apenas uma grande central de pás giratórias.

Agora, um grupo de desenvolvedores alemães estão mostrando os primeiros “passos” do E-Volo, que oferece nada menos do que 18 hélices.

Exatamente, estamos falando de um octadecóptero, que pode ser muito mais estável do que qualquer outro objeto voador do qual tivemos notícias até hoje. Com motores elétricos de alta qualidade, ele ainda garante que nenhum tipo de poluente seja emitido durante os voos — que podem durar até 20 minutos com o atual sistema de baterias integrado ao E-Volo.

A velocidade máxima no momento é de 96 quilômetros por hora. Vale dizer que o aparelho ainda está em fase de testes e muitas mudanças ainda podem ser colocadas em prática. Com isso, espera-se melhorar não somente a velocidade dos voos, mas também o tempo de autonomia das baterias. Algo a ser notado: o E-Volo não é uma miniatura.

Apesar de ser controlado por controle remoto no vídeo, trata-se de um equipamento capaz de transportar pessoas facilmente. Ainda é cedo para dizer quando poderemos ver um veículo como o octadecóptero E-Volo em funcionamento, mas esperar por algo parecido ainda nesta década não seria sonhar alto demais. Será que o projeto tem chances de dar certo comercialmente?

Referência: TecMundo
Fonte: E-Volo, Gizmodo

sábado, 16 de novembro de 2013

FBI planeja reconhecimento de vídeo para automatizar identificação de 'suspeitos'

FBI está estudando o uso da tecnologia de reconhecimento de vídeo para identificar rapidamente os suspeitos, mesmo que tudo o que a câmera capture seja um "boné de beisebol azul" ou a "fadiga" de um suposto criminoso.

[Imagem: nextgov-medium.jpg]
Pense nisso como 'táticas policiais automatizadas para a geração YouTube'.

Enquanto os investigadores vasculharam manualmente vídeo para identificar os suspeitos Maratona de Boston bombardeiros, a vigilância inteligente de vídeo faria a varredura da cena do crime, comparando com outras filmagens de fitas de pessoas conhecidas, lugares e objetos para obter nomes e possível paradeiro.

De acordo com documentos, o FBI espera para ver as demonstrações da tecnologia até dezembro. A agência convidou empresários para apresentar propostas de projetos escritos até 13 de novembro. Até 30 fornecedores com sistemas promissores, até então, estão convidados a se apresentarem na sede do FBI em 11 de dezembro.

"O FBI está atualmente estudando o processamento de imagem digital e vídeo / capacidades de análise de imagens digitais para identificar as capacidades atuais de vídeo para resolução deste grande problema. Avaliando as lacunas para desenvolver um roteiro da futura arquitetura de análise de vídeo do FBI", afirmou em 30 de outubro numa nota.

Ao ligar os pontos, as habilidades desejadas incluem calcular o grau de similaridade entre os pedestres, desenhos grafite, construções ao fundo de fotos e outras imagens recorrentes em vídeos e fotos.

Cada vez mais, a aplicação da lei está contando com captura de vídeo sofisticada em eventos especiais, como conseqüência dos atentados de Boston.

Na maratona da cidade de Nova York, as autoridades implantaram uma rede de câmeras que podia ver quase todo o percurso , em tempo real, relatou o New York Times. Cerca de 1.400 câmeras do setor privado também estavam no pronto, se necessário.

Em abril, o FBI pesquisou com fornecedores as tecnologias disponíveis de armazenamento de imagem/vídeo, que poderiam utilizar das várias câmeras do governo e de propriedades privadas que já estão operando.

Além disso, milhões de marcadores biométricos estáticos de criminosos - reconhecimento facial e íris , por exemplo - estão sendo coletados para o mesmo fim, sob o custo de 1 bilhão de dólares gastos pelo banco de dados de impressões digitais de correspondência de Old Bureau.

É muito provável que este "estudo foi resultado da necessidade de descobrir como analisar a tonelada de vídeo que foi apresentado na investigação de atentado a maratona de Boston, que levou um exército de analistas para peneirar os dados de vídeo para encontrar os caras que pareciam suspeitos ou carregavam uma mochila", disse Paul Wormeli, diretor executivo emérito do Integrated Justice Information Systems Institute, uma organização financiada pelo governo.

Funcionários do FBI disseram que estão interessados na tecnologia, que seria automaticamente "cluster" ou grupo de imagens - por exemplo, programar um computador para agrupar todas as mídias com o mesmo logotipo na camiseta.

A função chamada de "monitoramento e re- identificação", que seguem um determinado indivíduo em vários vídeos para, eventualmente, ajudar a encontrar o nome da pessoa.

Outra característica que seguir certos comportamentos. O "reconhecimento automatizado de indivíduos com base no comportamento" que usam algoritmos para analisar semelhanças na "forma de andar, na expressão, na voz," e outros peculiaridades, de acordo com a terminologia para o projeto de análise de vídeo.

Como armazenamento de dados previsto para novo composto supercomputador da Agência de Segurança Nacional, em Utah, a 'mineração' vídeo tem seus detratores .

Jay Stanley, um analista da American Civil Liberties Union's, responsável pelo projeto de tecnologia e privacidade, especulou no blog da organização em julho que a coleta de dados, eventualmente, onipresente "também poderia ser aplicado ao vídeo/imagens tiradas por drones, por câmeras de rua , por câmeras usadas por policiais , ou pelo Google Glass (que é carregado para a empresa). 

Por que não obter cópias de tudo o que é vídeo, armazená-lo em Utah, e navegas através de todos os dados também (ajudado , é claro, pela tecnologia de reconhecimento facial para retirar-se imediatamente todos os vídeos em que você nunca apareceu)."

"As empresas provavelmente fizeram sua lição de casa sobre o que o governo está procurando", Wormeli disse .

"Muitas empresas têm focado sua criatividade sobre a questão da análise de vídeo só por causa de Boston, quando viram em inúmeras histórias na imprensa de como um vídeo poderia ser útil se tivéssemos a possibilidade de pesquisar facilmente e rapidamente, sem um exército de investigadores derramando sobre cada centímetro de vídeo", disse ele.

Cem horas de vídeo são carregados no YouTube a cada minuto, de acordo com o serviço de compartilhamento de mídia.

"O FBI seria julgado como incompetente, se não explorasse o potencial de análise de vídeo e saiba utilizar o que está disponível, como eles determinam o que deve ser empregado para ajudá-los a analisar essa montanha de dados", disse Wormeli.

Fonte: http://www.nextgov.com/emerging-tech/201...cts/73168/
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

 _________

Engraçado usarem um "atentado" (que analisamos aqui inclusive, que não foi bem o que a mídia transmitiu, pra variar...) como desculpa para a nova tecnologia... Confused

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Drone modular consegue se mover no ar, na água e na terra

Veículo autônomo consegue dispensar partes de seu próprio corpo de acordo com suas necessidades.
 
                                        

Pesquisadores da Sandia National Laboratories estão desenvolvendo um robô capaz de alterar drasticamente o nosso conceito de drones inteligentes. Batizado como “Multi-Modal Vehicle Concept”, o projeto consiste em um veículo não-tripulado modular capaz de voar, nadar e se movimentar em terra como se fosse um carro convencional.

Como você pode conferir no vídeo acima, o conceito da invenção baseia-se em módulos removíveis que são dispensados de maneira automática sempre que há necessidade. Essa característica, contudo, também implica em um ponto negativo: é impossível para o drone retornar à sua forma anterior sem ajuda de um ser humano que “recoloque” suas peças perdidas.

De acordo com uma reportagem publicada hoje (11) na revista Wired, o Multi-Modal Vehicle Concept ainda está na fase de planejamento e atualmente procura instituições interessadas em financiar o desenvolvimento de um protótipo. Será que alguém vai se interessar?

Referência: TecMundo
Fonte: Wired

sábado, 9 de novembro de 2013

Empresa fabrica primeira pistola de metal em impressora 3D

Pistola já disparou mais de 50 tiros sem problemas durante os testes.
 
               

A companhia Solid Concepts, especializada em serviços de impressão 3D, anunciou que imprimiu a primeira pistola de metal do mundo. Bastante semelhante a outros modelos de armas a que estamos acostumados, a pistola realizou mais de 50 disparos sem problemas durante os seus testes.
 
O processo de fabricação, no entanto, não é simples como alguns podem achar pelo fato de envolver impressão 3D. De acordo com a empresa, a fabricação de cerca de 30 componentes da pistola envolve também o processo de sinterização por laser – algo que não pode ser feito em qualquer lugar.

Em entrevista ao site The Verge, o representante de marketing da empresa, Scott McGowan, afirmou que o objetivo não era tornar mais acessível a produção de pistolas, mas sim chamar a atenção para o potencial da tecnologia de impressão 3D – que serve para muito mais do que simplesmente imprimir brinquedos de plástico.

Fonte:
The Verge , TecMundo 
Via: O Mensageiro Do Fim

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Empresa fabrica primeira pistola de metal em impressora 3D

Pistola já disparou mais de 50 tiros sem problemas durante os testes.

                       

A companhia Solid Concepts, especializada em serviços de impressão 3D, anunciou que imprimiu a primeira pistola de metal do mundo. Bastante semelhante a outros modelos de armas a que estamos acostumados, a pistola realizou mais de 50 disparos sem problemas durante os seus testes.
 
O processo de fabricação, no entanto, não é simples como alguns podem achar pelo fato de envolver impressão 3D. De acordo com a empresa, a fabricação de cerca de 30 componentes da pistola envolve também o processo de sinterização por laser – algo que não pode ser feito em qualquer lugar.

Em entrevista ao site The Verge, o representante de marketing da empresa, Scott McGowan, afirmou que o objetivo não era tornar mais acessível a produção de pistolas, mas sim chamar a atenção para o potencial da tecnologia de impressão 3D – que serve para muito mais do que simplesmente imprimir brinquedos de plástico.

Referência: TecMundo
Fonte: The Verge

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Estados Unidos contrata fábricas para construir aeronaves com armas laser

Equipamentos de defesa com tecnologia laser estarão presentes em aviões tripulados e não tripulados das Forças Armadas do país.
(Fonte da imagem: Reprodução/Defense Tech)
 
Imagine como seria uma guerra travada com armas laser – das aeronaves cruzando o céu até as metralhadoras dos soldados. Pelo visto essa possibilidade não está muito longe de acontecer, pois em breve o exército dos Estados Unidos receberá aeronaves com esta tecnologia. 

A proposta, testada no começo do ano pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (da sigla em inglês DARPA), obteve sucesso e será aplicada nos próximos meses pela aeronáutica do país.

Para realizar essa adaptação, o governo estadunidense pagou US$ 26 milhões para duas empresas de aviões militares desenvolverem a tecnologia, que será utilizada em naves tripuladas e não tripuladas. 

Segundo informações da DARPA, os engenheiros estão trabalhando para compactar as armas, deixando-as até dez vezes menores que os sistemas atuais de laser. No entanto, os armamentos serão utilizados para a defesa das aeronaves, que só ativarão os equipamentos para a destruição de mísseis. 

 
Fonte: Sploid, Defense Tech , TecMundo
Via: O Mensageiro Do Fim

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Mega Estudo tentará criar 'Cérebro digital'

[Imagem: cerebro%2Bdigital.jpg]


Inicia-se na Europa um gigantesco projeto que pretende, no decorrer de dez anos, revolucionar nossa compreensão do cérebro humano e criar um "cérebro digital".

Cientistas de 135 instituições - na maioria, europeias - estão participando do Human Brain Project (Projeto Cérebro Humano, ou HBP).

Além de desenvolver a tecnologia necessária para criar um computador que simule o funcionamento do cérebro, o projeto também visa a construir um banco de dados que reunirá milhares de estudos publicados anualmente no campo da neurociência.

Aprendizado

"Devemos começar a compreender o que torna o cérebro humano único, os mecanismos básicos por trás da cognição e do comportamento e como diagnosticar objetivamente doenças cerebrais", disse Henry Markram, diretor do HBP na Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça.

Segundo ele, o objetivo é construir novas tecnologias inspiradas na forma como o cérebro "computa".

Os cientistas envolvidos dizem que as tecnologias atuais de computação não são suficientes para simular funções cerebrais complexas. Mas dentro de uma década, supercomputadores deverão ser poderosos o suficiente para criar uma primeira simulação do cérebro humano - ainda que em versão "rascunho".

Paralelamente, será preciso desenvolver computadores com maior capacidade de memória para processar as vastas quantidades de informação que serão geradas.

O HBP pode ser visto como um equivalente, na neurociência, ao Projeto Genoma Humano, que envolveu milhares de cientistas de todo o mundo trabalhando juntos para sequenciar nosso código genético. Aquele estudo levou mais de uma década e custou centenas de bilhões de dólares.

Mas enquanto o Projeto Genoma mapeou cada uma das três bilhões de bases químicas que compõem o nosso DNA, o Projeto Cérebro Humano - que vai custar em torno de US$ 1,6 bilhão - não se propõe a mapear todo o cérebro humano.

Com cerca de 100 bilhões de neurônios (células nervosas) e 100 trilhões de conexões sinápticas, nosso cérebro é complexo demais.

Então, a ideia é criar várias simulações por computador.

Cientistas da University of Manchester, na Inglaterra, estão construindo um modelo que simulará cerca de 1% da função cerebral. O projeto SpiNNaker é liderado por Steve Furber, um pioneiro da indústria da computação.



 "Passei minha carreira construindo computadores convencionais e vi seu desempenho crescer espetacularmente", disse Furber. "Ainda assim, eles têm dificuldade de fazer coisas que os seres humanos fazem instintivamente.

Até bebês pequenos conseguem reconhecer suas mães, mas programar um computador para reconhecer uma pessoa em particular é possível, mas muito difícil".

Computadores Neuromórficos

Desvendar o segredo do aprendizado - os cientistas acreditam - traria vastos benefícios para a tecnologia da informação, resultando em computadores neuromórficos, ou seja, máquinas capazes de "aprender", como o cérebro humano.

"Com esse conhecimento, poderíamos produzir chips de computador com habilidades cognitivas específicas que imitam o cérebro humano. Por exemplo, com habilidade de analisar multidões, ou de tomar decisões a partir de vastas quantidades de informações complexas", disse Markram.

Esses cérebros digitais também permitiriam que pesquisadores comparassem, usando modelos computadorizados, cérebros saudáveis e doentes.

Doença Cerebral

Um objetivo central do HBP é permitir que os especialistas tenham uma compreensão mais científica das bases das doenças do cérebro, criando um mapa dos transtornos neurológicos e mostrando como eles se relacionam uns com os outros. A equipe espera que isso ajude profissionais de saúde mental a diagnosticar e tratar doenças do cérebro.

Por seu alto custo, o HBP está sendo alvo de críticas. Alguns acham, por exemplo, que o projeto pode drenar recursos que poderiam ser destinados a outros projetos de pesquisa neurocientífica.

Outros questionam se o HBP não seria ambicioso demais, e se será mesmo capaz de atingir seu objetivo: produzir, dentro de uma década, uma revolução na forma como entendemos o cérebro humano.

Steve Furber acredita, no entanto, que este é o momento de tentar: "Vamos fazer progresso, mesmo se não atingirmos aquele objetivo final. E (esse progresso) trará grandes benefícios para a medicina, a computação e a sociedade".
Cérebro x Computador
 

Computadores são excelentes para fazer operações simples com rapidez. São capazes de fazer cálculos matemáticos, por exemplo, com muito maior velocidade do que o homem. O cérebro, no entanto, é muito mais eficiente quando se trata de realizar tarefas que envolvem compreensão e aprendizado.

Os chamados supercomputadores estão ficando cada vez mais rápidos. Os maiores possuem velocidades de processamento medidas em petaflops, ou 1000 trilhões de operações por segundo. (A sigla Flops quer dizer Floating Point Operations per Second.)

O supercomputador chinês Tianhe-2, o mais poderoso do mundo, é capaz de realizar 34 petaflops por segundo, mas essa capacidade pode subir para 100 petaflops por segundo.

No entanto, para que apenas comecemos a simular a atividade do cérebro humano em tempo real, será necessário um computador exaflop - dez vezes mais rápido do que o Tianhe-2 funcionando em potência máxima.

Acredita-se que o primeiro computador exaflop, capaz de um bilhão de bilhões de cálculos por segundo, será desenvolvido dentro de alguns anos.

Se utilizasse tecnologias atuais, no entanto, um computador tão poderoso como esse precisaria de quase uma usina de energia inteira para alimentá-lo. O cérebro humano, em comparação, precisa de apenas 30 watts, a energia necessária para acender uma luz.

Fonte:
BBC Brasil
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial
                                 

Nunca será tarde para buscar um mundo melhor e novo, se no empenho pusermos coragem e esperança.

(Alfred Tennyson)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Backdoor Descoberto em Roteadores da D-Link



O pesquisador de segurança, Craig Heffner, da Tactical Network Solutions, detectou a presença de backdoors - instrumentos que permitem a leitura de dados - em vários modelos de roteadores da D-Link, fabricante taiwanesa, com presença em mais de 90 países.

O especialista em sistemas de comunicação sem fio e embarcados escreveu no seu blog que a interface web de modelos dos roteadores D -Link pode ser acessada por meio de uma sequência "xmlset_roodkcableoj28840ybtide”. Curiosamente, se a segunda metade da sequência for invertida e o número for removido, chega-se à frase “edit by joel backdoor” – em português, “editado por joel backdoor” – sugerindo ter sido intencionalmente colocado no código.

O meu palpite é que os programadores perceberam a necessidade de alguns programas / serviços serem capazes de alterar as configurações do dispositivo automaticamente”, escreve Heffner. “Percebendo que o servidor de Internet já tinha todo o código para alterar essas configurações, decidiram ser suficiente enviar solicitações ao servidor de Internet quando era preciso mudar alguma coisa", salienta ainda o especialista em segurança.

Para detectar outros modelos de roteadores D –Link vulneráveis, Heffner usou um motor de busca especial chamado Shodan, projetado para encontrar qualquer dispositivo conectado à Internet, desde geladeiras a câmaras de vigilância, e roteadores. De acordo com o especialista de segurança, o firmware foi encontrado nos seguintes modelos de roteadores da D-Link: 


DIR- 100, DI- 524, DI- 524UP , DI- 604S , DI- 604UP , DI -604 + , TM- G5240 e , possivelmente, o DIR- 615. Dados de mercado dão conta que pelo menos 250 milhões de usuários utilizam esses roteadores nas suas redes.

Participe também da discussão no Fórum Anti-NOM

Fontes:
-
Convergência Digital: Especialista detecta 'backdoors' em roteadores da D-Link - BBC: Backdoor found in D-Link home routers
Backdoor found in D-Link router firmware code
- D-Link: Update on Router Security issue 

Via: A Nova Ordem Mundial

domingo, 6 de outubro de 2013

Robôs modulares do MIT "conseguem se montar sozinhos"

Cubos com encaixes magnéticos conseguem criar formas a partir da vibração.

                                

Você já viu aqui no Tecmundo uma diversidade de robôs que muitos classificam como sendo os precursores de máquinas/sistemas como Skynet e Cylons. O fato é que, até agora, poucos robôs conseguiram ser tão independentes da intervenção humana quanto esses pequenos cubos.

O projeto foi desenvolvido no Massachusetts Institute of Technology — MIT — e consiste em espremer uma série de componentes em cada um desses cubos que você vê.

Eles agem de forma independente uns dos outros e recebem comandos para se movimentar através de uma conexão WiFi com um computador.

Por dentro, eles têm um pequeno motor elétrico responsável por sua movimentação através da vibração, provocando até mesmo pequenos saltos para as posições ordenadas pelo computador.

Fora isso, existem baterias e uma série de circuitos dentro de cada um deles.

Atualmente, esses pequenos robôs são movimentados a partir de coordenadas individualmente especificadas em um software. Assim, quem decide para onde mover cada bloco é um humano. 

Para o futuro, entretanto, a intenção é dar ao computador apenas uma forma para qual se deseja ver os robôs se montarem e o próprio software dos dispositivos é que deve ficar responsável pela organização.

No vídeo, a professora responsável pelo projeto, Daniela Rus, explica que o objetivo é desenvolver robôs que possam ser o mais versáteis possível. Assim, eles não desempenhariam apenas uma função com propriedade, mas sim qualquer coisa desejada, sendo que conseguiriam mudar suas formas para aperfeiçoar suas capacidades.

Referência: TecMundo
Fonte: MIT News

sábado, 28 de setembro de 2013

A era dos drones e o fim da privacidade

 
“…Na distância um helicóptero desceu beirando os telhados, pairou uns momentos como uma varejeira e depois se afastou num vôo em curva. Era a Patrulha da Polícia, espiando pelas janelas do povo…” (1984 – Geroge Orwel ).
 

           
 
Muito pior que o pesadelo descrito em seu livro 1984, a era digital e seus drones xeretas vão acabar com a privacidade das pessoas. Os drones já chegaram no Brasil e estão sendo comercializados até na Rua. Santa Efigênia em São Paulo, lugar conhecido pelos tranbiques e golpes eletrônicos de todas as espécies imaginarias.

No site do vendedor temos uma descrição de arrepiar. As drones já saem filmando tudo e todos e lança o vídeo no youtube.

“ Enquanto voa, o vídeo da câmera de imagem HD e ângulo de 92º graus  e 30 frames por segundo, grava tudo e manda instantaneamente para o seu dispositivo. E com um simples clique você envia o seu vídeo para o Youtube. Se quiser fazer filmes mais longos, basta inserir um pendrive na nova interface USB e todo o vídeo é enviado para ele…”

Agora é só imaginar quando a maldição do comunismo liderado pela Rússia e a China e….Os idiotas úteis estarão filmando o quintal de nossas casas para ver se estamos cooperando com o governo ou não.

Fonte: http://www.dronemania.com.br/
Via: Apocalipse Total

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Helicóptero autônomo realiza voo fantástico durante testes [vídeo]

"O objetivo do projeto não é dispensar o pagamento de salários aos pilotos, mas sim salvar a vida deles", dizem os pesquisadores.
 
                   

Engenheiros da Near Eart Autonomy e estudantes da universidade de Carnegie Mellon, em conjunto com o IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), provaram que o futuro da aviação pode, realmente, dispensar o suor humano. Cada vez mais tarefas têm sido automatizadas, e robôs cada vez mais inteligentes têm mostrado as caras mundo afora.

Fato é que, pela primeira vez, um voo completamente autônomo foi realizado pelo Unmanned Little Bird (ULB). E a aeronave não dispensa apenas os comandos humanos e realiza decolagens e pousos com perfeição.

Equipado com um laser frontal chamado de LIDAR (que combina luzes a um sistema de escaneamento por radares), o ULB consegue gerar um mapa 3D em tempo real; toda a área sobrevoada é exibida em ambiente virtual de forma instantânea.

Ao fazer cálculos de modo totalmente automático, o helicóptero identifica sempre o local mais seguro onde pousos e decolagens poderão ser realizados.

 
O futuro da aviação será todo automatizado? (Fonte da imagem: Reprodução/IEEE)


“Neste momento, você vê a aeronave fazendo suas próprias decisões”, diz, em alguns trechos do vídeo postado acima, Lyle Chamberlain, engenheiro de pesquisas da companhia Near Eart Autonomy. “Isso é extraordinário, pois o que queremos fazer não é economizar o salário de pilotos, mas sim salvar as vidas deles”, escrevem Chamberlain e Sebastian Scherer.
 
Mas, conforme esclarecem os cientistas, antes de qualquer comercialização, diversos ajustes precisarão ainda ser feitos. “A aviação robótica não vai nos arrebatar – ela vai ‘cair por cima” de nós”, dizem os pesquisadores.

Referência: TecMundo
Fonte: IEEE

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Universidade cria termômetro em forma de tatuagem

 

Novo sensor em forma de “tatuagem eletrônica” mede a temperatura do corpo e pode ser usado para o controle da população.

Como já noticiamos há alguns meses atrás a empresa Motorola esta juntamente com a DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), estão desenvolvendo uma pílula comestível para serem usados como senha, ou até tatuagens poderiam também ser usadas no corpo a fim de ser uma espécie de Password biológico.

Tudo isso no começo parecia ser apenas “teoria”, porém a Universidade de Illinois criou um sensor tão fino e sensível que pode ser colocado sob a pele, funcionando como um termômetro digital.

Ele é bem parecido com uma tatuagem, já ganhando até o nome não oficial de “tatuagem eletrônica”. Para os globalistas da Nova Ordem Mundial, este novo sensor seria uma boa arma para controlar mudanças fisiológicas no corpo das pessoas que o implantarem.
 

 
 
O sensor por ser extremamente sensível, pode fazer o trabalho de equipamentos bem mais caros e invasivos, como câmeras ou cirurgias além de serem capazes de detectar variações bruscas durante todo um dia.

Além de fazer tudo isso o mais sinistro e ele conseguir providenciar dados relevantes e diagnósticos do sistema cardiovascular do individuo que o tiver no corpo.
Imagens

A “tatuagem eletrônica” parece um código de barras com ramificações e é aplicada na pele usando cola solúvel em água. A atual versão ainda exige energia externa, mas um sensor totalmente sem fio deve ser criado em breve, afirma os cientistas.

Referência: Nos dias de Noé

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