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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Os vírus cibernéticos ameaçando governos e bancos

Urgente! Ataque cibernético global! MÁSCARA o Vírus Destinado a governo e aos bancos
12 de Fev 2014 11:19
 
[Imagem: e911d107dbaff5d79f9e62d923d7d886c591372f.jpg]

Kaspersky Lab descobriu um "sofisticado" vírus de computador chamado Máscara que foi determinado com a invadir os sistemas financeiros de governos e instituições bancárias.

Este software parece ter sido criado por um "Estado-nação" e Kaspersky monitoraram seus movimentos, uma vez que o encontrei.

Máscara já teria infectado 31 nações e 380 empresas.

O software utiliza técnicas que as metas de compromisso, identificando os pontos fracos em títulos e romper. "Isto inclui roubar documentos, chaves de encriptação, credenciais de redes privadas e informações de acesso remoto".

Máscara é capaz de decifrar o sistema operacional do alvo, se é um laptop, tablet, PC ou smartphone


Adobe Flash Player
• O Windows
• Mozilla / Firefox
• Google Chrome

Metas para Máscara incluem:
• Brasil
• Reino Unido
• França
• Espanha
• empresas de private equity
• Embaixadas

corporações

• Gasolina
• As empresas de gás
• Laboratórios de investigação
• Ativistas
Pesquisadores da Kaspersky explicou que máscara é o que os hackers chamam de "programa backdoor principal" (PAM).

O relatório diz: "Quando ativo em um sistema de vítima, a máscara pode interceptar o tráfego de rede, teclas digitadas, conversas do Skype, as chaves PGP, analisar o tráfego Wi-Fi, buscar todas as informações a partir de dispositivos Nokia, capturas de tela e monitorar todas as operações de arquivo", os pesquisadores da Kaspersky disse no trabalho de pesquisa.

O malware recolhe uma grande lista de documentos a partir do sistema infectado, incluindo chaves de criptografia, configurações de VPN, chaves SSH e RDP [protocolo de desktop remoto] arquivos.

Há também várias extensões sendo monitorados que não foram capazes de identificar e pode estar relacionado com ferramentas / militar de criptografia de nível de governo personalizadas.

No ano passado, a Kaspersky Lab descobriu http://www.kaspersky.com/about/news/viru..._Worldwide (Rocra) um esquema de cinco anos pelos chineses e russos para roubar dados diplomáticos, industriais e científicas da Europa Oriental, América do Norte e organizações asiáticas.

A partir de 2007, as operações de recolha de informação foi realizada sob a forma de ataques de criminosos cibernéticos em direção a países ocidentais. A idéia é que este é em retribuição, em nome do Irã pelos danos causados ​​ao seu país.

Os arquivos criptografados e chaves de decodificação utilizados pela União Europeia e da NATO ter sido comprometida. Os países sob ataque são:


• A Federação Russa
• Cazaquistão
• Azerbajian
• Bélgica
• Índia
• Afeganistão
• Armênia
• Ucrânia
• Turquemenistão

Kaspersky disse: "A informação que coletamos até agora não parece apontar para qualquer local específico, no entanto, dois fatores importantes destacam-se: As façanhas parecem ter sido criado por hackers chineses, (e) os módulos de malware Rocra foram criados por agentes de língua russa."
 
Rocrahttp://online.wsj.com/article/SB10001424...lenews_wsj.Suspeita-se que há um outro servidor "nave-mãe", baseado em um local desconhecido.

Alguns dos ataques parece ser feito sob medida para a vítima com um número estimado de 1.000 módulos diferentes que pré-formadas ataques específicos.

Kaspersky explicou: "
Por exemplo, os documentos iniciais são personalizados para torná-los mais atraentes e cada módulo único é especificamente elaborado para a vítima com uma ID única vítima dentro (e) mais tarde, há um alto grau de interação entre os atacantes e os vítima."

Comparado com o Flame eo Gauss, que são altamente automatizados campanhas de ciber-espionagem, Rocra é muito mais 'pessoal' e afinado para as vítimas
. "


O software é dividido para ser executado continuamente dentro do sistema até acionada para ativar. Exemplos estão roubando informações de uma ligação feita por um telefone celular ou desvio servidores de email e download de e-mails.


FONTE: http://www.occupycorporatism.com/researc...nts-banks/ 
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial                                    

"Portanto,tomai toda a armadura de Deus,para que possais resistir no dia mau e,havendo feito tudo ficar firmes."

[EFÉSIOS 6:13]

sábado, 30 de novembro de 2013

STF e os Planos econômicos. Os números verdadeiros - Os bancos Terroristas

[Imagem: stf_terrorismo_bancario.jpg]
“STF e os Planos econômicos. Os números verdadeiros” 

Reportagens recentemente veiculadas, com os Bancos como fonte única, indicam que o julgamento pelo Supremo dos planos econômicos, no próximo dia 27 de novembro, poderá gerar um rombo de 150 bilhões. Haveria risco de crise do próprio sistema financeiro. Os Bancos querem convencer o STF a partir deste terrorismo econômico, reconhecendo que a questão jurídica não lhes favorece (há vinte anos todos os tribunais, STF incluído, vêm reconhecendo o direito dos poupadores). Ocorre que os dados são falsos. E é muito simples mostrar a falsidade dos dados dos Bancos.

01) Em parecer apresentado no caso que vai a julgamento (ADPF 165), a Procuradoria Geral da Justiça juntou parecer técnico demonstrando que, para chegar ao número de 150 bilhões, os Bancos consideraram que absolutamente todos os poupadores, de todos os planos, seriam ressarcidos (todos teriam interesse, todos teriam os documentos etc.). Isso é falso.

A verdade é que apenas uma pequena minoria recorreu ao Poder Judiciário. E todas as ações (referentes a todos os planos) já estão prescritas. E mais, em 2011 o STJ considerou prescritas quase todas as ações coletivas (ações civis públicas) propostas depois de cinco anos. Com isso foram extintas 99% das ações civis públicas (sobraram apenas 15, das 1.030 que tramitavam).[1] Mais recentemente, o mesmo STJ reconheceu que também é de cinco anos a execução individual das poucas ações civis públicas que restaram.[2] Isso reduziu drasticamente o número de poupadores que tem chance de receber as diferenças. E o IDEC já havia demonstrado que havia um número ínfimo de execuções individuais nas ações civis públicas;
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02) Dos 150 bilhões, 87 bilhões referem-se a valor do Plano Collor I – já descartado pelo STJ. Incluir o plano Collor I na conta é um ato de extrema má-fé;

03) A CONSIF indicou na ADPF 550 mil ações. Isso em vinte anos de discussão. O próprio direito jurídico da Febraban reconheceu o valor médio das ações é de cinco mil reais (como apontou a perícia da Procuradoria Geral da República);

04) Há um dado ainda mais impressionante. O IDEC auditou os balanços dos seis maiores Bancos (incluindo CEF e BB) e descobriu que há tão só 18 bilhões provisionados para perdas de todas as ações cíveis. Mas este não é o valor correto, pois há ações cíveis que não tratam de planos econômicos. A maioria dos bancos não segrega as ações que tratam de planos econômicos.

A CEF, banco que faz a separação, revela que apenas um terço do valor provisionado sob a rubrica “ações cíveis” é para planos econômicos. A considerar esta mesma média, os seis maiores bancos têm apenas seis bilhões de reais provisionados. Não é verossímil supor que os cancos (sociedades anônimas de capital aberto) tenham manipulados seus balanços;

05) O número correto é este mesmo: algo em torno de oito bilhões (considerando todos os bancos). É pouco mais da metade do lucro Itaú-Unibanco apenas em 2012 (13,5 bilhões).[3] E o valor será pago ao longo de dez anos – tempo médio de tramitação das ações. É, portanto, simplesmente ridículo falar em crise dos Bancos ou, o que é pior, do sistema financeiro.

E não é demais lembrar que os Bancos ganharam centenas de bilhões de reais com a forma ilegal de correção da poupança (como sempre reconheceram os tribunais, inclusive o Supremo), prejudicando os poupadores. Estudo da Procuradoria Geral da República apontou ganhos de 450 bilhões de reais.[4]

Luiz Fernando Pereira
Mestre e Doutor em Direito pela UFPR, é o advogado que representará os poupadores nos recursos que vão a julgamento no próximo dia 27 de novembro.

[1] http://www.infomoney.com.br/minhas-finan...prosseguir
[2] http://www.stj.jus.br/portal_stj/publica...xto=103354
[3] http://exame.abril.com.br/negocios/notic...os-em-2012
[4] Para um exame mais apurado, conferir http://www.conjur.com.br/2013-nov-19/lui...o-poupanca

Fonte:
Blog Anti-NOM: STF e os Planos econômicos. Os números verdadeiros - Os bancos: Terroristas Econômicos
Diário do Poder: STF E OS PLANOS ECONÔMICOS. OS NÚMEROS VERDADEIROS

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Armas nucleares: os bancos, as empresas, o arsenal

Neste mês de Outubro, foi publicado Don't Bank on the Bomb: a Global Report on the Financing of Nuclear Weapons Producers, uma investigação desenvolvida pela IKV Paz Christi e o ICAN - International Campaign to Abolish Nuclear Weapons.

A primeira é uma organização pacifista católica, presente em mais de 60 Países, enquanto a segunda é uma coligação civil formada por numerosas organizações não governamentais que têm como objectivo a abolição das armas nucleares.

O grupo de Don´t Bank on the Bomb, entre Junho e Setembro de 2013, com a ajuda da consultora holandesa Profundo realizou uma pesquisa financeira, analisando as relações comerciais e os documentos corporativos de bancos e produtores de armas nucleares. Uma pesquisa por enquanto limitada a três grandes áreas geográficas: América do Norte, Europa, Ásia-Oceânia.

O resultado é deprimente: após quase 70 anos da primeira atómica (Hiroshima, Japão, Agosto de 1945), ainda existem cerca de 17 mil armas nucleares e os Países que detêm esta tecnologia planeiam um gasto de 1.000.000.000.000 de Dólares ao longo da próxima década para a actualiza-la e moderniza-la.
Mais de um trilhão de Dólares em dez anos: isso significa 100.000 milhões por ano.

Enquanto o maior parte destes montantes provêm dos bolsos dos contribuintes, o relatório mostra que o sector privado está a investir mais de 314.349.920.000 Dólares nas empresas que produzem ou tratam da manutenção dos arsenais nucleares de França, Índia, Reino Unido e Estados Unidos.

Mas o que significa "sector privado"? Significa uma vasta gama de instituições financeiras que operam no mundo, em particular: bancos, companhias de seguros, fundos de investimento, bancos de investimento, fundos de pensão, agências de crédito e mais ainda. Dada a quantia investida, é óbvio que estas empresas representam um forte entrave perante a possibilidade de eliminar o opção nuclear: as armas "atómicas" são uma fonte de investimentos rentável e com poucas margens de risco.


Os constructores

Antes demais, eis a lista das empresas que trabalham no nuclear. Falamos aqui das sociedades que direcatamente envolvidas na projectação, construção ou manutenção de armas nucleares.
O relatório apresenta os principais protagonistas:

  • Aecom (EUA)
  • Alliant Techsystems (EUA)
  • Babcock & Wilcox (EUA)
  • Babcock International (Reino Unido)
  • BAE Systems (Reino Unido)
  • Bechtel (EUA)
  • Bharat Electronics (Índia)
  • Boeing (EUA)
  • CH2M Hill (EUA)
  • EADS (Holanda)
  • Fluor (EUA)
  • Gencorp (EUA)
  • General Dynamics (EUA)
  • Honeywell International (EUA)
  • Huntington Ingalls (EUA)
  • Jacobs Engineering (EUA)
  • Larsen & Toubro (Índia)
  • Lockheed Martin (EUA)
  • Northrop Grumman (EUA)
  • Rockwell Collins (EUA)
  • Rolls-Royce (Reino Unido)
  • Safran (França)
  • SAIC (EUA)
  • Serco (Reino Unido)
  • Thales (França)
  • ThyssenKrupp (Alemanha)
  • URS (EUA)
Nomes conhecidos e outros que podem não dizer muito.
Boeing e Lockheed Martin (aviões), Honeywell (electrodomésticos), Rolls Royce (automóveis de luxo), ThyssenKrupp (siderurgia) são os mais mediáticos mas, como as outras 22 empresas desta lista, estão directamente envolvidas na produção e manutenção de armas nucleares. E cada uma dela pode contar com o apoio de dezenas de bancos oriundos de vários Países.

Como exemplo, eis o caso do grupo Northrop Grumman (EUA).
A lista dos financiadores do grupo é a seguinte:

Abu Dhabi Commercial Bank (United Arab Emirates), Allianz (Germany), American Century Investments (United States), Ameriprise Financial (United States), ANZ Banking Group (Australia), AQR Capital Management (United States), Aronson Johnson & Ortiz (United States), Aviva (United Kingdom), AXA (France), Bank of America (United States), Bank of Montreal (BMO Financial Group) (Canada), Barclays (United Kingdom), BayernLB (Germany), Blackrock (United States), BNP Paribas (France), BNY Mellon (United States), Capital Group of Companies (United States), Charles Schwab Investment Management (United States), Citi (United States), Crédit Suisse (Switzerland), Danske Bank (Denmark), Deutsche Bank (Germany), Dimensional Fund Advisors (United States), Drexel Hamilton (United States) , First Eagle (United States),  Franklin Resources (United States) , Geode Capital Management (United States), Goldman Sachs (United States), Groupe BPCE (France), Gulf Bank (Kuwait), Hotchkis and Wiley Capital Management (United States), Intesa Sanpaolo (Italy), Invesco (United States), Janus Capital Group (United States), JP Morgan Chase (United States), Lloyds Banking Group (United Kingdom), Longview Partners (United Kingdom), LSV Asset Management (United States), Macquarie Group (Australia), Managed Account Advisors (United States), Mischler Financial Group (United States), Mitsubishi UFJ Financial (Japan), Mizuho Bank (Japan), Morgan Stanley (United States), New York Life Insurance Company (United States), Northern Trust (United States), Old Mutual (United Kingdom), PNC Bancorp (United States), Power Corporation of Canada (Canada), Prudential (United Kingdom), Prudential Financial (United States), Pzena Investment Management (United States), Royal Bank of Scotland (United Kingdom), Schroders (United Kingdom), Scotiabank (Bank of Nova Scotia) (Canada), State Street (United States), Sumitomo Mitsui Banking (Japan), Sun Life Financial (United States), SunAmerica Asset Management Corporation (United States), SunTrust (United States), TIAA-CREF (United States), UniCredit (Italy), US Bancorp (United States), Vanguard Group (United States), Wellington Management Company (United States), Wells Fargo (United States), Williams Capital Group (United States).
E este é apenas um exemplo...

A lista dos piores

Passamos aos elenco dos nomes de quem financia. E desde já: poucas surpresas.

A componente mais consistente é representada pelas instituições financeiras com base nos Estados Unidos (mais de 165 em 298) que, somados às nove do Canadá, têm movimentado quase 223 biliões de Dólares. As instituições baseadas na Europa são 65 e totalizam um financiamento de mais de 73 biliões de Dólares; temos 47 instituições da Ásia e da Oceânia (17 biliões), 10 no Médio Oriente (um total de 958 milhões) e uma na África, com cerca de 6,2 milhões de Dólares.

Em outros Países, tal como Rússia, China, Paquistão e Coreia do Norte, a modernização das forças nucleares é realizada principalmente ou exclusivamente por órgãos do governo, portanto as instituições financeiras desses Países não foram tidas em conta.

As dez instituições que mais dinheiro injectaram nas empresas ligadas ao nuclear (com empréstimos, adquisição de títulos, doações) são todas baseados nos Estados Unidos e são:

  1. State Street (20,4 biliões de Dólares)
  2. Capital Group of Companies (19,5 biliões)
  3. Blackrock (19, 3 biliões)
  4. Vanguard Group (13,7 biliões)
  5. Bank of America (12,2 biliões)
  6. JP Morgan Chase (11,9 biliões)
  7. Evercore Partners (8,6 biliões)
  8. Citibank (8,2 biliões)
  9. Goldman Sachs (6,6 biliões)
  10. Fidelity Investments (6,2 biliões de dólares)
É importante realçar como estes não sejam todos os bancos que financiam a produção de armas nucleares, mas apenas os que mais investem no sector.
E enquanto os bancos são representados por nomes bem conhecidos, as outras instituições costumam ser notas apenas a um restrito grupo de operadores do sector. Todavia falamos aqui de autênticos "gigantes", com dezenas de milhares de empregados e lucros de vários biliões de Dólares por ano.

A State Street, por exemplo, é baseada em Boston, tem 30 mil empregados, opera no sector dos fundos de investimento, fundo pensões (públicos e privados), seguros e organizações não governamentais (as ONG). Em 2010 (últimos dados disponíveis) acumulou receitas por 8.953 biliões de Dólares, com um lucro de 1.556 biliões.

Mas a força destas empresas não está limitada aos números dos orçamentos: nos conselhos de administração das sociedades é possível encontrar elementos que jogam em mais mesas ao mesmo tempo. É o conflito de interesses que abrange a maior parte das grandes empresas e corporações: pessoas que dirigem sociedades tendo paralelamente ligações com outras instituições privadas e públicas (governo, universidades, bancos centrais...), criando uma densa rede de interligações de alto nível. Um emaranhado doentio feito de poder, política, dinheiro.


A lista dos maus

Uma vez estabelecidos quais os piores, temos uma lista muito comprida de empresas más. São instituições pesadamente envolvidas no financiamento do sector nuclear, apesar de não alcançar os "excessos" dos dez piores (que estão presentes nesta segunda lista também).

Uma nota (importante) acerca da metodologia utilizada na pesquisa.
Asa empresas foram analisadas tendo como bases os relatórios de contas anuais, os registos das Bolsa de Valores, publicações especializadas e bancos de dados do sector (Thomson ONE, Bloomberg).

Para todos os financiamentos objecto de estudo foram identificadas as seguintes informações:

  • O nome da empresa que recebe financiamento;
  • Tipo de financiamento (empréstimo, garantia, emissão de acções, emissão de títulos, participação accionária , propriedade de títulos);
  • O valor total;
  • A data;
  • O objectivo (quando conhecido);
  • Para empréstimos e títulos: prazo e taxa de juros;
  • Nome e País de origem das instituições financeiras envolvidas;
  • Os valores fornecidos por cada instituição financeira.

Portanto, a lista apresentada inclui apenas as instituições financeiras para as quais sejam respeitados os citados critérios e que tenham significativas relações de financiamento com uma ou mais das 27 empresas productora de armas nucleares.

A lista é muito comprida:
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A lista dos bons

Don't Bank on the Bomb apresenta não apenas "os maus" (muitos, como vimos) mas também "os bons": são estes as instituições financeiras que decidiram oficialmente excluir os investimentos no sector das armas nucleares.

São poucos? Pouquíssimos: apenas 12.
Mas vale a pena lembrar quais os nomes:

  • ASN Bank (Banco Ético, Holanda)
  • Banca Etica (Banco Ético, Italia)
  • Fonds de Compensation (Participação pública, Luxemburgo)
  • Folksam (Privado, Suécia)
  • KPA Pension (Privado, Suécia)
  • New Zealand Superannuation Fund (Participação pública, Nova Zelândia)
  • Philips Pension Fund (Privado, Holanda)
  • PNO Media (Privado, Holanda)
  • J. Safra Sarasin Bank (Privado, Suíça)
  • Spoorwegpensioenfonds (Privado, Holanda)
  • Storebrand Group (Privado, Noruega)
  • Triodos Bank (Banco Ético, Holanda)
São 12, em todo o mundo.
Pois.


A lista dos quase-bons

Há depois outra lista: esta reúne as instituições financeiras que decidiram oficialmente excluir os investimentos no sector das armas nucleares, mas cujos desempenhos não reflecte em pleno o bom propósito.

São estas instituições que não respeitam uma das seguintes condições:

  • nenhuma excepção para quaisquer tipos de empresas de armas nucleares
  • nenhuma excepção para quaisquer tipos de actividades por parte das empresas de armas nucleares
  • nenhuma excepção para qualquer tipo de financiamento ou de investimento por parte da instituição financeira
Na prática, são empresas que "oficialmente" não financiam os constructores de armas nucleares mas que, na verdade, apresentam uma ou mais excepções que constituem um financiamento, seja ele directo ou indirecto. Por isso: quase-bons.

Também neste caso não são muitos:

  • ABN Amro (Holanda)
  • Belfius Bank (Bélgica)
  • Co-operative Bank (Reino Unido)
  • DNB (Noruega)
  • Delta Lloyd (Holanda)
  • Government Pension Fund Global (Noruega)
  • ING (Holanda)
  • KBC (Bélgica)
  • KLP (Noruega)
  • NIBC (Holanda)
  • Nordea (Suécia)
  • Pensioenfonds APF (Holanda)
  • Pensioenonds Horeca & Catering (Holanda)
  • PGGM (Holanda)
  • Rabobank (Holanda)
  • Royal Bank of Canada (Canada)
  • SNS Reaal (Holanda)
  • Swedbank (Suécia)
  • Syntrus Achmea (Holanda)
  • UniCredit (Italia)

O arsenal

O relatório conclui com uma tabela que tenta quantificar a dimensão do arsenal nuclear do planeta.
"Tenta" pois nem sempre são disponíveis dados oficiais: é o caso e israel, que nunca reconheceu a posse de armas nucleares, apesar deste ser um facto além de razoáveis dúvidas.

Eis a explicação dos acrónimos utilizados nas tabelas:

ICBM: míssil balístico intercontinental
MRBM: míssil balístico de médio alcance
SRBM: míssil balístico de curto alcance
SLBM: míssil balístico lançado de submarino
LACM: míssil cruzeiro lançado de navio
ALCM: míssil cruzeiro lançado de submarinos
GLCM: míssil cruzeiro lançado de terra
SRAM: míssil de curto alcance
CDM: míssil de defesa costeira
ADM: munição demolidora atómica

Com o termo Gravity Bomb indica-se a clássico bomba em queda livre lançada dum avião.

Eis a lista dos arsenais nucleares em ordem alfabética:


China

As estimativas sugerem que a China tenha actualmente cerca de 170 ogivas nucleares, incluindo cerca de 110 mísseis nucleares operacionais e cerca de 60 ogivas armazenadas para os mísseis balísticos lançados por submarinos e bombardeiros.
Cada míssil balístico carrega uma única ogiva.

É difícil estimar o custo do arsenal nuclear da China. No entanto, assumindo que o Páis mantém consistentemente 5% da despesa militar para o programa de armas nucleares, a China deve ter gasto entre 4.5 e 9 bilhões de Dólares no seu programa nuclear para 2011.

Um recente relatório da organização Global Zero estima os custos neste âmbito em 7,6 biliões.


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Estados Unidos 

Estimativas independentes colocam o número total de armas nucleares no arsenal activo em 4.650 unidades. Estas estimativas indicam também a existência de cerca de 3.000 ogivas "aposentadas", um número desconhecido das quais podem ser reactivadas.
Os EUA dispões de 500 armas nucleares não-estratégicas, 200 das quais implementadas em bases aéreas na Nato no estrangeiro.


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França

A França possui cerca de 300 ogivas nucleares, 290 dos quais operacionalmente activas ou activáveis no curto prazo. Tem 40 aeronaves equipados com armas nucleares (por uma total de 40 mísseis) e quatro submarinos com mísseis balísticos de longo alcance (pelo menos dois dos sempre operacionais).

O governo francês indicou um gasto de cerca 4.6 biliões de Dólares para as suas forças nucleares cada
ano, apesar dum recente relatório de Global Zero estimar que o custo total em 2011 foi de aproximadamente 6 biliões.


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Índia

Estima-se que a Índia tenha entre 80 e 100 ogivas nucleares. Está também em desenvolvimento uma gama de veículos de lançamento, de terra e de mar.


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Israel

As estimativas sobre o arsenal israelita baseiam-se na capacidade do reactor nuclear perto Dimona. Os especialistas estimam que as ogivas nucleares possam variar entre um mínimo de 60 até um máximo de 400. No geral, é frequentemente apontado 200 como o total mais provável.

O país também dispõe de meios de lançamento aéreos, terrestres e marinhos.


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Paquistão

Estima-se que o O Paquistão detenha actualmente entre 90 e 110 armas nucleares, de curto, médio e longo alcance, todos em vários estádios de desenvolvimento (mísseis móveis ar-ar). Nos últimos 5 anos desenvolveu também uma nova geração de mísseis balísticos.


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Reino Unido

Em Setembro de 2010, o governo do Reino Unido anunciou que tinha "não mais de que 225" ogivas nucleares Trident e que estes seriam reduzidos para "não mais do que 180" até 2025.
O único sistema de lançamento é Trident D5, "alugado" dos Estados Unidos.

Até 2010, cada um dos submarinos da classe Vanguard transportava cerca de 12 D5 mísseis operacionais, que deverão ser reduzidos para oito ao longo dos próximos anos.


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Rússia

Segundo as estimativas, a Rússia possui cerca de 11.000 armas nucleares: 2.430 estratégicas e cerca de 2.000 ogivas não-estratégicas que são consideradas operacionais, mais 3.000 estratégicas e até 3.300 não estratégicas à espera de serem desmanteladas.

Os veículos de lançamento incluem mísseis balísticos de cinco tipos diferentes, num total de cerca 1.000 ogivas. Há depois nove submarinos que transportam 16 mísseis cada (além de dois submarinos que estão prestes a entrar em serviço) e 67 bombardeiros capazes de transportar cerca de 800 mísseis de longo alcance.


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Referência: Informação Incorrecta

Fonte: Don't Bank on the Bomb: a Global Report on the Financing of Nuclear Weapons Producers

(ficheiro Pdf, inglês), ICAN

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Bancos: demasiado grandes...para tudo

Seis bancos controlam 67% de todas as actividades bancárias dos Estados Unidos e Bank of America
sozinha é responsável por cerca de um terço de todos os empréstimos concedidos no ano passado as empresas.

Toda a nossa economia está baseada no crédito e estes bancos gigantes são o centro do sistema de crédito: se estas instituições colapsassem, uma depressão económica brutal seria garantida.

Infelizmente, como já aprendemos, estes bancos não aprenderam nada com a crise de 2008: continuam a ser extremamente imprudentes. Sabem que, se algo correr mal, alguém iria intervir para salva-los. Pelo menos, foi isso que aconteceu no passado: mas da próxima vez o desfecho poderia ser diferente.
Desde a crise financeira de 2008, os políticos principalmente dos Estados Unidos têm proclamando que não haverá descanso até resolver o problema dos bancos too big to fail ("demasiado grandes para falir"), mas a realidade conta a história contrária: aqueles mesmos bancos tornaram-se rapidamente ainda maiores. Basta verificar os seguintes números, fornecidos pelo Los Angeles Times:
Pouco antes da crise financeira, a Wells Fargo & Co. tinha activos de 609 biliões de Dólares. A agora tem 1.400 biliões. Bank of America Corp tinha activos de 1.700 biliões de Dólares. Agora são 2.100 biliões.
E os activos da JPMorgan Chase & Co., o maior banco dos País, subiram para 2.400 biliões de Dólares desde 1.800 .
 
Portanto, assistimos a uma consolidação do sector bancário que é absolutamente incrível. Centenas de bancos menores foram engolidos por estes gigantes e milhões de americanos descobriram que devem ter a ver com estes gigantes do sector bancário, que gostem ou não.
Estas instituições privadas tornaram-se o centro do nosso sistema económico e não param de crescer.
Dum recente artigo da CNN:
  • Os activos dos seis maiores bancos norte-americanos aumentaram 37 % nos últimos cinco anos.
  • O sistema bancário dos EUA tem um total de 14.400 biliões de Dólares em activos. Os seis maiores bancos já detêm 67% destes ativos enquanto os restantes bancos apenas 6.934 biliões (33%).
  • Cerca de 1.400 bancos menores desapareceram ao longo dos últimos cinco anos.
  • JPMorgan Chase tem o tamanho de toda a economia britânica.
  • Os quatro grandes bancos têm um total de mais de um milhão de funcionários.
  • Os cinco maiores bancos concedem 42% de todos os empréstimos nos EUA .

Enquanto os holofotes continuam focados sobre outras ameaças económicas, são descuidados os potencias efeitos ligados ao fracasso dum destes gigantes. Como vimos em 2008, quando as coisas começarem a vacilar, podem piorar muito rapidamente.

E, mais uma vez, a principal ameaça para os bancos too big to fail é a possibilidade duma crise dos títulos derivativos. Isto é: rigorosamente nada mudou desde a crise de 2008.

Nomi Prins, ex-banqueiro da Goldman Sachs e analista da Bear Steams, hoje jornalista e escritor, disse recentemente que a economia global "pode implodir e ter consequências graves, começando com os derivativos e continuando com o resto".

E Prins está absolutamente certo: tal como vimos em 2008, o pânico dos títulos derivativos pode acabar muito rapidamente fora de controle. E as consequência não envolvem apenas um País mas têm reflexos globais.

De acordo com o último relatório trimestral do OCC (Office of the Comptroller of the Currency do Departamento do Tesouro dos EUA), os grandes bancos tornaram-se ainda mais imprudente nos últimos tempos. Eis alguns dados:

JPMorgan Chase
Activos Totais: $ 1.948.150.000.000 (pouco mais de 1.900 biliões de Dólares)
Exposição total em derivativos: 70.287.894.000.000 (mais de 70.000 biliões de Dólares)

Citibank
Activos Totais: $ 1.306.258.000.000 (pouco mais de 1.300 biliões de Dólares)
Exposição total em derivativos: $ 58.471.038.000.000 (mais de 58.000 biliões de Dólares)

Bank Of America
Activos Totais: $ 1.458.091.000.000 (pouco mais de 1.400 biliões de Dólares)
Exposição total em derivativos: $ 44.543.003.000.000 (mais de 44.000 biliões de Dólares)

Goldman Sachs

Activos Totais: $ 113.743.000 (pouco mais de 113 biliões. Isso mesmo...)
Exposição total em derivativos: $ 42.251.600.000.000 (mais de 42.000 biliões de Dólares)


Isto significa que, no caso da Goldman Sachs, a exposição em derivativos é mais de 371 vezes do que o seu património...

Tanto para ter uma ideia do que significa too big to fail, eis o PIB anual (Produto Interno Bruto, a riqueza produzida num ano) de alguns Países segundo os dados do Banco Mundial em 2012, em biliões de Dólares:

Estados Unidos: 15.685
China: 12.471
Índia: 4.793
Rússia: 3.373
Brasil: 2.366
Reino Unido: 2.333
Italia: 2.017.
África do Sul: 586
Portugal: 267                                                                                                                 União Europeia: 16.805
Mundo: 85.538
JPMorgan Chase sozinha tem mais de 4 vezes o PIB de toda a União Europeia. E os principais quatro bancos tem uma exposição em derivativos que é 2,5 vezes o PIB de todo o planeta.

Demasiado grandes para falir, mas também para serem salvos...

Relacionado:
Como funciona um derivativo

Referência: Informação Incorrecta

sábado, 14 de setembro de 2013

Roubo do futuro: 12 homens são presos por tentar invadir PCs do Santander

Caso aconteceu no Reino Unido, sendo que as autoridades encontraram planos realmente sofisticados para a invasão.

(Fonte da imagem: Reprodução/DailyMail)
 
É bem provável que você imagine que, hoje em dia, uma das melhores maneiras para roubar um banco seja através de computadores, não é mesmo? Pois um grupo de “espertinhos” do Reino Unido pensou a mesma coisa, mas a história deles não é tão feliz, já que todos foram presos nesta sexta-feira (13).

De acordo com as informações disponíveis, depois de receber algumas pistas a polícia britânica chegou a um grupo inteiro de 12 homens. Os “foras da lei” haviam instalado um dispositivo em um computador de uma agência do Santander, na região sudeste de Londres, com o objetivo de acessar todas as informações do aparelho.

Um golpe dos grandes
 
Dessa maneira, o grupo poderia acessar parte da rede de computadores do Santander, tornando possível o desvio de vários milhões de libras. O banco alegou que um homem disfarçado de técnico de uma empresa de telecomunicações supostamente consertou o computador, implantando o dispositivo na máquina durante o processo.

O banco desconfiou de toda a operação e trabalhou em conjunto com a polícia britânica para evitar o desvio de dinheiro. Além disso, as autoridades disseram que os planos do grupo eram realmente complexos — no entanto, o Santander alegou que trabalha com vários níveis de segurança, de modo que o ataque não seria bem-sucedido.

Referência: TecMundo



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Barroso, da UE, pede à Europa que finalize união bancária

Por Claire Davenport

ESTRASBURGO, França, 11 Set (Reuters) - O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, declarou nesta quarta-feira que a recuperação econômica está à vista após quase quatro anos de crise de dívida na Europa, e pediu aos governos que ajam mais rapidamente para finalizar a união bancária.

No seu último discurso do "Estado da União" antes das eleições do Parlamento europeu em maio, Barroso não ofereceu novas propostas políticas mas fez apelo aos países membros para que redobrem os esforços para controlar a agitação financeira que levou a uma recessão prolongada e desemprego alto.

"O que nós podemos e temos que fazer primeiro e de modo crucial é finalizar a união bancária. É a primeira e mais urgente maneira de finalizar nossa união", disse ele a autoridades em Estrasburgo.

As declarações dele foram uma provocação implícita à Alemanha, a principal potência da União Europeia, que vem trabalhando para limitar o alcance da supervisão bancária única e desacelerar a busca por um fundo e autoridade de resolução bancária únicos, citando restrições legais e o desejo de poupar seus contribuintes das responsabilidades para com os bancos de outros.

Autoridades da UE e muitos economistas do mercado financeiro dizem que é crucial fortalecer o sistema bancário abalado pela crise e abrir caminho para empréstimo novamente a fim de estimular o crescimento.

Mas os esforços para implementar a mudança chegaram a um impasse antes das eleições alemãs em 22 de setembro, e há dúvidas sobre se Berlim dará ímpeto ao projeto mesmo depois de um novo governo assumir o poder.

Referência: R7
 
(Concentração Bancária)
(Carta do Jogo INWO)
(Será apenas coincidências?)

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