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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Fukushima: Fim agendado para a humanidade?


A cada dia, 300 a 800 toneladas de água altamente radioativa vazam para o Oceano Pacífico. Barris de metal construídos no litoral para armazenar centenas de milhares de toneladas de água estão enferrujando rapidamente.

Construídos junto ao mar os Reatores de Fukushima despejaram no Pacífico mais de 100 000 vezes a quantidade de césio 137 de Chernobyl e testes com armas nucleares juntos.

Segundo as projeções da CTBTO*, um mês depois do incidente original, traços de radiação poderiam ser encontrados no Hemisfério Sul. Desde 2011 Samuel Dal Pizzol vem registrando no youtube em centenas de vídeos com índices altos de radiação no estado do Rio Grande do Sul.


A radiação na chuva pode ser explicada pela presença incomum de correntes de ventos de grande altitude vindas para a América do Sul, do leste da Ásia.
As milhares de barras de combustível nuclear dentro dos reatores de Fukushima equivaliam em potência de 14 a 20 mil vezes a radiação da bomba de Hiroshima.

Não existem níveis seguros de radiação. Toda exposição tem consequências para a saúde de animais e plantas podendo causar inúmeras formas de câncer e mais de 1200 outras doenças.

Níveis de radiação observados na água de Fukushima alcançaram 36 mil vezes os níveis normais. A partir de medições nos restos de seres vivos acumulados fundo do oceano, especialistas estimam que 98% da vida marinha no Pacífico norte esteja morta.


Em uma viagem de quatro mil milhas entre o Japão e os EUA o navegador Ivan Macfadyen encontrou apenas dois peixes, uma ave e uma baleia com um tumor gigantesco. Especialistas afirmam se tratar de uma cadeia de extinção em massa. Estima-se que em até seis anos a vida no Pacífico estará extinta.

Gráficos demonstram a expansão do césio 137 pelo Oceano Pacífico. Nenhum deles leva em conta a grande circulação de água nos navios transoceânicos. É grande a probabilidade de que todos os oceanos estejam contaminados pela radiação nos próximos anos.

Helen Caldicott - médica australiana, professora em Harvard, especialista dos efeitos da radiação no corpo humano - afirma com base em pesquisas que 453 gramas (1 libra) de plutônio distribuídas igualmente na atmosfera terrestre são suficientes para causar câncer em todos os seres vivos do planeta.

Existem mais de 430 reatores nucleares em atividade no mundo. Com base em relatórios elaborados pelos físicos Francisco Corrêa, ex-professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (IEE/USP), e por Célio Bermann, atual professor do IEE/USP, o Greenpeace afirma que falhas no projeto o reator de Angra III fazem dessa usina grande candidata a ser a 'próxima Fukushima'.

A costa oeste do continente norte americano está sendo mais e mais contaminada pela maré de água radioativa vinda de Fukushima. Medidores de radiação do estado estão sendo intencionalmente desligados para que os cidadãos de Seattle não fiquem alarmados.

A despeito das notícias nas mídias comerciais, especialistas afirmam não existir forma de descontaminação garantida para esta proporção de contaminação. A radiação permanecerá na água dos oceanos por 600 a 25.000 anos. Alguns elementos permanecerão radioativos por milhões de anos.

Partículas quentes com mais de 40 gigabequerels por quilograma foram encontradas a 400 quilômetros de Fukushima. Da mesma forma que em bombas atômicas, chuva negra radioativa espalha epidemias de câncer e problemas na tireoide pelo Japão e Costa Oeste da América do Norte.

A radiação não pode ser detectada pelos aparelhos sensoriais humanos. Não tem cheiro, nem sabor ou cor. Tende a se acumular em quantidades cada vez maiores nos seres vivos do topo da cadeia alimentar.


Caso as barras se encostem ou tenham contato com o ar, uma reação em cadeia pode fazer com que todo o arquipélago japonês deixe de existir. Caso isso aconteça todo o hemisfério norte será massivamente contaminado.

Desde 15 de março de 2011, toneladas de elementos e isótopos radioativos tem sido liberadas na atmosfera. Através de medições em filtros de automóveis foi possível constatar que a contaminação de Fukushima somente pelo ar é estimada como sendo da ordem de 80 à 300 vezes maior que a do incidente de Chernobyl.

Os três reatores derretidos de Fukushima Daiichi juntos continham 257 toneladas de combustível nuclear em forma de barras, 3,7% desta quantidade de urânio 235. Cada reator contava também com 330 kg de plutônio 239 enriquecido, equivalendo a 990 quilos, quase 1 tonelada desse material.

Altos índices de radiação na água subterrânea de Fukushima podem ser indicativos de que o corium - dezenas de toneladas de magma altamente radioativo dos núcleos derretidos - atravessou o concreto de contenção descendo pelo solo e agora esteja mergulhado se dissolvendo e constantemente contaminando a água do oceano.

A maior catástrofe socioambiental da história, Fukushima e suas consequências estão sendo deixadas de lado pelas mídias corporativas e estados nacionais, e mesmo os movimentos sociais em muitos contextos seguem alheios a ela, e desmobilizados.

Através da aprovação de Leis de Segredo de Estado em novembro de 2013, o Governo Japonês censura a divulgação de novas informações e promete punir severamente os divulgadores. Para muitos japoneses isto é um golpe de estado. Protestos tem ocorrido em muitas cidades alarmadas pela censura.

Após o desastre, vegetais com mutações passaram a ser colhidos em fazendas no Japão. As mutações são semelhantes as observadas depois das bombas H. Existem dezenas de vídeos com animais de criação morrendo por conta da radiação.


Na mídia comercial estas informações não tem sido apresentadas.

Diante da circulação de informações na internet, reportagens e artigos desinformativos classificam as fotos tiradas pelos próprios agricultores como falsas.

As consequências de Fukushima podem ser avaliadas através de paralelos com Chernobyl. "Chernobyl: Consequences of the Catastrophe for People and the Environment" é resultado de extensa pesquisa de médicos e biólogos russos para avaliar o real impacto deste acidente.


Este conjunto de artigos demonstra que dados divulgados pelos governos, pela indústria nuclear e pela IAEA - (Agência Internacional de Energia Atômica) de que Chernobyl teria causado milhares de morte, não poderia estar mais longe da verdade. Chernobyl tirou a vida de um milhão de pessoas e o número de mortes segue crescendo.

Quase três anos após o incidente original e os técnicos não conseguiram chegar até os reatores derretidos 1, 2 e 3. Segundo o IRSN* a água nos reatores evaporou, o combustível ficou descoberto, esquentando a mais de 2.300 graus célsius. As barras de combustível derreteram e se misturaram com materiais da estrutura formando um magma chamado córium.


O córium escorreu para o fundo da câmara do reator erodindo o concreto de contenção, em uma velocidade de 5 até 30 centímetros por hora. A localização atual de parte dos núcleos é desconhecida.

Em 11 de março de 2011 um terremoto de 8.9 de magnitude, com epicentro a 130 km da costa do Japão, resultou em um tsunami com ondas de até 14 metros. Ambos causaram grande destruição em localidades da costa leste japonesa. Arruinaram geradores e sistemas de resfriamento de 4 dos 6 reatores do complexo de usinas nucleares de Fukushima Daiichi. 3 destes reatores superaqueceram e derreteram.

Nos dias que se seguiram ao terremoto, mais de 300 mil pessoas foram evacuadas de suas casas, abrigadas em escolas e ginásios. Pelos buracos nos reatores, equipes de contenção lançaram grandes quantidades de água e ácido bórico com a intenção de evitar o derretimento.

Medida de radioatividade

Um Bq é definido como a atividade de determinada quantidade de material radioativo em que um núcleo decai por segundo, é portanto, uma medida de desintegração por segundo.

Bequerel é uma unidade pequena. Pode ser prefixado em múltiplos kBq (quilobequerel, 10x3 Bq), MBq (megabequerel, 10x6 Bq), GBq (gigabequerel, 10x9 Bq), TBq (terabequerel, 10x12 Bq), and PBq (petabequerel, 10x15 Bq).

0,0169 gramas de potássio 40 presente no corpo humano produz aproximadamente 4,400 desintegrações por segundo ou 4.4 kBq de atividade.

Documentos oficiais demonstram que os governos da China, Coréia do Sul, Canadá e Estados Unidos tem conhecimento desde 2011 da dispersão da radiação, afetando costa oeste da América do Norte em poucos anos. 


O governo dos EUA não só não informou seus cidadãos sobre este assunto como orientou a mídia a evitá-lo. As medidas tomadas pelo governo dos EUA em 2011 passam por uma aceleração na construção de DUMBS, enormes abrigos e bases subterrâneas interligadas que vão de Washington ao Colorado.

Especialistas tentam remover as barras de combustível do reator 4, que apesar de estar afundando, segue sendo o menos danificado. Mistuhei Murata, ex embaixador do Japão na Suíça e no Senegal, em audiência em março de 2013 na Casa Superior (Upper House) japonesa afirmou que outro acidente com os reatores poderia resultar na "catástrofe final do mundo".


Até mesmo meios corporativos como a CNN consideram que os outros reatores que deveriam ser prioridade, e que a escolha do reator 4 é apenas tática de distração.

Fonte: PREZI

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Governo Americano encomenda 14 milhões de doses de iodeto de potássio

Esta compra pode estar ligada com a crise sem fim de Fukushima?

[Imagem: 010114pot.jpg]


O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos encomendou a compra 14 milhões de doses de iodeto de potássio, que é o composto que protege o corpo do envenenamento radioativo em consequência de acidentes nucleares graves, para serem entregues antes do início de fevereiro.

De acordo com a solicitação postada no site Federal Business Opportunities, o Departamento pede a encarregados o suprimento de "tabletes de iodeto de potássio, 65 mg, com embalagens de dose unitária para 20 anos; 700 mil pacotes (período de 20 anos)", num total de 14 milhões de comprimidos. As embalagens devem ser entregues até 1º de fevereiro de 2014.

O iodeto de potássio ajuda a bloquear o iodo radioativo de ser absorvido pela glândula tireoide, e é usado por vítimas de acidentes nucleares graves ou emergências. Sob as normas vigentes, os estados com populações que vivem dentro de 10 milhas de uma usina nuclear são encorajados, mas não obrigados, a manter armazenada uma certa quantidade de iodeto de potássio.

Uma pesquisa do site FedBizOpps informa que nenhum resultado foi a respeito da compra de iodeto de potássio por parte de qualquer agência do governo nas últimas semanas.

A crise recente na usina nuclear de Fukushima provocou preocupações, supondo-se que a compra está ligada à ameaça representada pelos detritos radioativos na Costa Oeste, ou o potencial de um desastre natural que ocorreria no Japão, o que poderia impactar os EUA:


Citar: "Os governos geralmente respondem a desastres de forma muito semelhante, e o primeiro passo é evitar o pânico", diz o The West Wire. "Os japoneses não querem entrar na onda de pânico do resto do mundo, ou mesmo manchar suas honras, mas agora, como conseqüência de suas relutâncias, os cidadãos japoneses e os voluntários da ajuda internacional se encontram em um complicado dilema".

"O pânico geralmente é evitado para manter os seus cidadãos 'cegos' para a verdade o quanto possível, até que o confronto com a verdade torna-se inevitável. A questão crucial neste momento; "que o nosso governo esteja relutante sobre nos avisar deste desastre em potencial, em mais uma tentativa de evitar o pânico?" "14 milhões de doses de iodeto de potássio dizem que só poderia ser isso"
.

No mês passado, foi revelado que 71 marinheiros norte-americanos que ajudaram durante os esforços iniciais de ajuda em Fukushima estão processando a Tokyo Electric Power Co. (TEPCO) depois que eles voltaram com câncer na tireoide, leucemia e tumores cerebrais como resultado de serem expostos a radiação em 300 vezes o nível seguro.

A TEPCO tem sido pega mentindo por repetidas vezes sobre os seus esforços para minimizar a escala do desastre. Em setembro, foi confirmado que as verificações da radiação ao redor da usina foram 18 vezes maior do que anteriormente relatado pela TEPCO. Depois que um tanque vazou 300 toneladas de água tóxica em agosto, a radiação na água subterrânea subiu para 400 mil béquereis por litro, o maior nível desde o acidente nuclear, ocorrido em março de 2011.

Os principais cientistas advertiram que, se outro grande terremoto atingir Fukushima, o que seria quase inevitável, isso significaria "bye bye Japão" e um completo êxodo da Costa Oeste da América do Norte.

Agora, que dejetos radioativos estão atingindo a costa oeste da América do Norte, vários animais diferentes e a vida marinha estão sofrendo com doenças misteriosas, incluindo 20 águias que morreram no Utah, nas últimas semanas.

Assista ao vídeo abaixo no qual Alex Jones destaca como a crise nuclear de Fukushima terá impacto sobre os americanos.

                              

Fonte da Tradução:Translate - Infowars: Governo Americano encomenda 14 milhões de doses de iodeto de potássio

Fonte original:Infowars - US Government Orders 14 Million Doses of Potassium Iodide

VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial                                    

"A maior parte das pessoas prefere morrer a pensar; na verdade, é isso o que fazem." - Bertrand Russell

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Governo americano está armazenando Iodo como preparação para agravamento da crise em Fukushima?

Após a revelação de que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos ordenou 14 milhões de doses de iodeto de potássio a estar disponível o mais tardar, no primeiro dia de fevereiro, é fácil ver que o mesmo governo federal responsável por levantar silenciosamente os limites admissíveis de radiação no fornecimento de alimentos e desligar os contadores de radiação principais posicionados na costa oeste pode agora silenciosamente estar se preparando para um futuro colapso Fukushima.

O mesmo tipo de planta Fukushima crise que foi previsto por cientistas de renome, tais como aqueles que se pronunciaram contra perigos de Fukushima enquanto assistia ao simpósio científico na Universidade de Alberta apenas alguns meses atrás.Cientistas como David Suzuki passou a gravar em afirmar que Fukushima é apenas um terremoto devastador longe do Japão e engolir outras nações com a sua precipitação radioativa.


Durante a conferência, Suzuki disse:

"Eu vi um artigo que diz que, se de fato a quarta usina passa por baixo de um terremoto e essas varas são expostos, é bye bye Japão e todo mundo, na costa oeste da América do Norte devem evacuar."


E Suzuki não é o único com grandes preocupações. Na verdade, a Suzuki é talvez um dos poucos que realmente recebeu atenção da mídia devido a seu status de celebridade como um receptor de 16 prêmios acadêmicos significativos e apresentador do popular programa de televisão CBC intitulado "The Nature of Things". Professor da Universidade de Yale Charles Perrow manifestou preocupações semelhantes em um revelador peça intitulada 'Fukushima Forever', que destaca a ameaça muito séria de fusão nuclear como resultado de erro humano quando se trata de remoção de barras de combustível irradiado da planta.

Um perigo que o governo dos Estados Unidos certamente reconhece como legítima com base na análise de especialistas de topo, e, sem dúvida, é silenciosamente preparando-se para os bastidores.

Perrow escreve:
Muito mais grave é o perigo de que a piscina de barras de combustível gasto no topo da usina nuclear número quatro entrará em colapso em uma tempestade ou um terremoto, ou em uma tentativa fracassada de remover cuidadosamente cada uma das 1.535 varas e transportá-los para a segurança comum conjunto de armazenamento de 50 metros.Condições na piscina da unidade 4, a 100 metros do chão, são perigosas, e se qualquer uma das duas varas de tocá-lo poderia causar uma reação nuclear que seria incontrolável.
 
A radiação emitida a partir de todas essas varas, se eles não estão continuamente fresco e mantidos em separado, seria necessário a evacuação de áreas adjacentes, incluindo Tóquio. Por causa da radiação no local as 6.375 varas na piscina de armazenamento comum não poderia ser continuamente refrigerado; eles fissão ea toda a humanidade estará ameaçada, por milhares de anos.

E silenciosamente estocagem iodo é certamente o caminho que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos que se preparar para um evento como esse.
 
A partir desta manhã, uma fonte do governo disse-me que esta compra é realmente bizarro dada a quantidade e prazo de entrega (o que exige um colossal 14 milhões de doses até ao dia 1 de Fevereiro), e vai junto com os preparativos que temos visto no passado, quando o interessado resposta provavelmente vai jogar fora a mega-compra como uma "aquisição em massa de rotina, sem verdadeira urgência ou ameaça".

A realidade é que mesmo recebendo um porão de iodeto de potássio de baixa qualidade, o que eu não aceitaria nunca, pessoalmente, sobre uma forma de maior qualidade de iodo puro, está se tornando mais difícil que a população tome conhecimento de perigos expansivas de Fukushima.Muitos fabricantes já estão estocando iodo cru e segurando-se o elemento como uma forma de investimento, com o conhecimento de que Fukushima pode muito bem entrar em colapso nos próximos meses.
 
Por este motivo, tivemos um tempo muito difícil garantir a nossa nascente fórmula iodo que muitos no domínio da preparação foram estocando por algum tempo.

Fontes: Infowars , 
http://horizontenews.blogspot.com.br/ 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Destruição prossegue: Vazamento de 1,8 tonelada de água contaminada é detectada em Fukushima

A operadora da usina nuclear de Fukushima informou nesta segunda-feira (23) que 1,8 tonelada de água radioativa vazaram através de rachaduras nas barreiras que rodeiam os tanques para armazenar líquido contaminado.

As fugas foram detectadas concretamente nas bases dos amortecedores que isolam duas áreas de tanques de armazenamento diferentes, segundo explicou a Tepco (Tokyo Electric Power) em comunicado.

A Tepco acredita que a água contaminada que vazou de uma das áreas afetadas não pôde chegar ao mar visto que não há nenhum desaguamento perto, ao mesmo tempo em que investiga se o líquido que se saiu da outra área de contenção pôde chegar ao Pacífico através de alguma canalização.

As barreiras que rodeiam as 23 áreas destinadas a estes depósitos na unidade têm 30 centímetros de altura e foram construídas para evitar que a água que estes tanques possam perder flua para o exterior como aconteceu no semestre passado, quando um destes contêineres perdeu 300 toneladas de líquido altamente radioativo.

Essa fuga aconteceu em um dos muitos tanques que foram construídos de maneira mais rápida e econômica após o início da crise e cujas juntas estão unidas com resina em vez de solda. Desde então, a Tepco tenta substituir o mais rápido possível todos os contêineres do mesmo modelo.

Fonte: R7 
VIA: Libertar.in 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Terremoto que causou acidente de Fukushima afetou gravidade terrestre



O terremoto que atingiu o Japão em março de 2011 e que causou um maremoto e o acidente nuclear de Fukushima afetou também o campo gravitacional da Terra, divulgou nesta terça-feira a Agência Espacial Europeia (ESA).

O satélite GOCE permitiu detectar que a catástrofe deixou "uma marca" na gravidade do planeta, a qual os cientistas seguem estudando para quantificar, explicou a ESA.

"Estamos trabalhando com uma equipe interdisciplinar para combinar os dados do GOCE com outras informações para obter uma imagem melhor da ruptura no campo de gravidade em relação a que temos agora", declarou Martin Fuchs, cientista do Instituto de Pesquisa em Geodetecção da Alemanha (DGFI).

A ESA lembrou que há meses o satélite GOCE já havia "sentido ondas sonoras no espaço" que provinham desse terremoto de nove graus na escala Richter.

O equipamento mapeou as pequenas diferenças na gravidade de diferentes regiões do planeta durante quatro anos, mas nenhum cientista esperava que ele registrasse mudanças durante esse tempo. Contudo, o mapa mudou em 11 de março de 2011.

As diferenças na gravidade são causadas por falta de homogeneidade e a diferença na distribuição do material no interior do planeta. Os terremotos causam mudanças no solo dos oceanos e mudam os níveis do mar, o que afeta a gravidade, como ocorreu no Japão.

Fonte: 
http://noticias.terra.com.br/

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Fukushima: ajudas, acidentes, contaminação

É como uma meia rendição a frase do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que numa conferência internacional sobre a energia e o meio ambiente, em Quioto, afirma:

Precisamos do vosso conhecimento e da vossa experiência.
Depois ter sido revelada uma nova fuga de água contaminada dos tanques de armazenamento de Fukushima, o primeiro-ministro japonês quer abrir "ao conhecimento mais avançado" dos Países estrangeiros para tentar conter o problema.

É esta uma jogada necessária também para tentar recuperar credibilidade, tendo em vista os planos para 2020, quando Tóquio irá acolher pela segunda vez na sua história a Olimpíada. Shinzo Abe é fortemente criticado em Pátria, como bem demonstra um artigo do Shukan Kinoby:

Apesar de desejar a qualquer custo as Olimpíadas, como é possível que ninguém tenha descoberto que mentir para a comunidade internacional só irá diminuir a confiança no Japão?
Isso na mesma semana em que seis trabalhadores foram expostos directamente a uma perda de água com materiais radioactivos e depois da confirmação de que a radioactividade do mar alcançara a costa leste dos Estados Unidos.

É a primeira vez que o Japão lança um pedido de ajuda à comunidade internacional: agora o primeiro-ministro parece admitir que nem tudo está "sob controle".


Chuva, água, radiação

Na Quinta-feira passada, foi anunciado pela Tepco: água com alta concentração de materiais radioactivos (200 mil becquerels por litro, de acordo com as estimativas), usada para controlar a temperatura nos reactores, teria acabado no mar..

A causa? O mau tempo que nos últimos dias atingiu o Japão: demasiada chuva terá provocado uma grande acumulação de água entre as barreiras de protecção e os operadores, que normalmente bombeiam água nas mesmas barreiras, provocaram o derrame de água contaminada.

Portanto, um erro grosseiro de avaliação. E a opinião pública está cada vez mais preocupada e desanimada.


Tubo, engano, radiação

Entretanto, novo acidente na central: segundo a Tepco, erro humano.

Durante uma operação de manutenção, onze trabalhadores encontravam-se perto do centro de desmineralização das águas. Numa certa altura, um trabalhador terá desligado por engano um tubo e começou uma fuga de água contaminada. A fuga foi controlada apenas uma hora e vinte minutos depois, após uma perda 10 toneladas de água radioactiva.

Dos onze homens, seis foram contaminados com líquido cuja radioactividade atinge os 37 milhões de becquerel por litro, isso enquanto o limite máximo por lei não deve exceder os 30 becquerels por litro.


Oceano, Estados Unidos, radiação

Para acabar: más notícias para aqueles que vivem na costa oeste dos Estados Unidos. Em poucos meses, a água contaminada de Fukushima irá alcançar as costas americanas.

É esta a conclusão dum estudo do ARC Centre for Excellence for Climate System Science, centro de investigação australiano, que tem desenvolvido um simulador para calcular o percurso das águas contaminadas.

A contaminação nuclear é calculada com base na concentração de césio 137, um isótopo radioactivo com um tempo de meia-vida de 30 anos. Isto significa que reduz a metade a sua radioactividade a cada 30 anos. Mas para chegar até os Estados Unidos, a água de Fukushima irá precisar de muito menos tempo: em Março-Abril de 2014, o césio 137 vai alcançar a costa da Califórnia .

De acordo com o estudo, o perigo desta radiação baixo: duas fortes correntes oceânicas que começam a partir da costa do Japão irão acelerar o caminho da água radioactiva mas, ao mesmo tempo, diluem o fluxo e baixam a concentração de césio.

Isso, no entanto, mostra que os desastres nucleares não têm fronteiras: as consequências de um acidente nuclear nunca são limitadas ao lugar onde isso acontece, mas espalham-se, e não podem ser interrompidas de forma nenhuma, em vastas áreas do mundo.

Referência: Informação Incorrecta
Fontes: Tepco (1 e 2), ARC Centre for Excellence for Climate System Science, NRA Japan

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Crise nuclear em Fukushima se agrava; China se diz em "choque"

Por Kiyoshi Takenaka e James Topham

TÓQUIO, 21 Ago (Reuters) - A crise nuclear japonesa chegou ao pior estágio desde o tsunami que danificou a usina de Fukushima, em março de 2011, e autoridades disseram nesta quarta-feira temer que haja vazamento de água contaminada em mais tanques de armazenamento.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, um órgão da ONU) disse ver "com seriedade" a situação em Fukushima, e se mostrou disposta a ajudar se for chamada.

A China se disse em "choque" por saber que a água radiativa continua vazando da usina, e pediu ao Japão que forneça informações "de maneira expedita, minuciosa e acurada".

"Esperamos que o lado japonês possa dar seriamente passos efetivos para colocar um fim ao impacto negativo dos efeitos posteriores do acidente nuclear de Fukushima", disse a chancelaria chinesa em nota enviada por fax à Reuters em Pequim.

O chefe de gabinete do governo japonês, Yoshihide Suga, qualificou a situação como "deplorável", e a Autoridade de Regulação Nuclear afirmou temer que o desastre --o pior acidente nuclear desde a explosão de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986-- esteja "sob alguns aspectos" além da capacidade de reação da Tepco, empresa operadora da usina.

A Tepco, como é conhecida a Tokyo Electric Power Co, é criticada por não ter se preparado adequadamente contra o desastre, e é acusada de ter tentado acobertar a dimensão dos problemas na usina. Após meses de negativas, a Tepco recentemente admitiu que o mar está recebendo água contaminada que vaza das valas cavadas entre os edifícios dos reatores e a praia.

Na terça-feira, a empresa relatou que um dos tanques está deixando vazar água com alto teor de radiação, no mais grave problema em uma série de incidentes recentes, que inclui apagões, contaminação de trabalhadores e outros vazamentos.

A agência nuclear japonesa disse estar preocupada com vazamentos de outros tanques semelhantes, construídos às pressas para receber a água usada no resfriamento dos reatores danificados.


Shunichi Tanaka, presidente da agência nuclear japonesa, comparou a situação da usina a um trem-fantasma.

"É como uma casa mal assombrada, os infortúnios continuam acontecendo um depois do outro", afirmou ele a jornalistas. "Precisamos ver como podemos reduzir os riscos e como evitar que esse se torne um incidente fatal ou sério."

(Reportagem adicional de Kentaro Hamada, Olivier Fabre e Chris Meyers, em Tóquio; Ben Blanchard, em Pequim; Kim Miyoung, em Seul; Fredrik Dahl, em Viena; e Kate Kelland, em Londres)

 
Fonte: Reuters Brasil
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Agência do Japão propõe elevar nível de gravidade do vazamento de Fukushima

Intenção é elevar classificação de 'anormalidade' para 'incidente sério'; agência afirma que vai consultar a ONU.

A agência nuclear do Japão afirmou nesta quarta-feira que está levando a sério o vazamento de água radioativa de um tanque da usina de Fukushima e propôs elevar a classificação de gravidade do ocorrido de "uma anormalidade" para "um incidente sério".

 
 
Trabalhadores inspecionam tanques na usina de Fukushima Daiichi, ao norte do Japão.
 
A operadora da usina afirmou que cerca de 300 mil litros de água contaminada vazou de um dos mais de cem tanques em torno da usina de Fukushima. A Tokyo Eletric Power Co. (Tepco) não conseguiu identificar como e a partir de onde a água vazou, mas suspeita que tenha sido através de uma emenda do tanque.

O vazamento, o quinto desde o ano passado envolvendo tanques, também elevou as preocupações de que esse pode ser um novo desastre. "Isso é o que mais tememos. Devemos permanecer em alerta. 
 
Devemos presumir que o que aconteceu uma vez pode acontecer de novo e precisamos estar preparados para mais", disse o presidente da agência Shunichi Tanaka. "Estamos em uma situação que não há mais tempo para esperar."
 
A agência propôs durante a reunião semanal nesta quarta-feira de elevar a classificação do vazamento do nível 1 para o nível 3, em uma escala nuclear internacional que vai até 8. 

A agência, entretanto, planeja ainda consultar a agência nuclear da ONU para saber se é apropriado usar essa escala de avaliação, uma vez que a usina de Fukushima não está em atividade.

A agência exigiu que a Tepco intensifique o monitoramento dos vazamentos e tome medidas de precaução.

Durante a reunião, autoridades também revelaram que funcionários da usina aparentemente deixaram passar vários sinais de vazamentos, sugerindo que suas patrulhas diárias tratavam-se apenas de uma caminhada e não uma inspeção.

O porta-voz da Tepco Masayuki Ono disse que a água que vazou se infiltrou no solo depois de escorrer de pilhas de sacos de areia colocados em torno de uma barreira de concreto em torno do tanque. 
 
Ele afirmou também que como o tanque fica distante 500 metros da costa, o vazamento não representa uma ameaça imediata ao mar.
 
Mas autoridades da agência alertaram que a água poderia alcançar o mar através da calha, exigindo que a usina recolha amostras de água.

Quatro outros tanques tiveram vazamentos similares desde o ano passado. Os incidentes abalaram a confiança na segurança das centenas de tanques, cruciais para o armazenamento da água que é canalizada para os reatores quebrados para manter o combustível radioativo.

A usina sofreu múltiplos colapsos após um forte terremoto seguido de tsunami em março de 2011 - o pior acidente desde Chernobyl em 1986.
 
Com AP

Fonte: IG Último Segundo

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Holocausto Nuclear de Fukushima: Um Apocalipse iminente e irreversível

 
 
A coisa está muito séria...
Sem dúvidas, esta catástrofe nuclear já é o desdobramento da agenda da redução populacional.

Se a radiação de Fukushima já está chegando até no Brasil,
veja aqui, imagine no Hemisfério Norte?

A mídia mercenária, omite informações para não gerar alarde... Ela faz o que melhor sabe fazer: enganar e manipular!

Para conter vazamento, técnicos japoneses pensam até em congelar o local, pois está impossível usar outro meio.

Nível de contaminação é o maior desde as primeiras medições.

Fukushima é o maior desastre ambiental de todos os tempos? A cada dia, 300 toneladas de água radioativa de Fukushima entra no Oceano Pacífico. O material radioativo que está sendo lançado vai sobreviver a todos nós por uma grande margem, e é constantemente acumulando na cadeia alimentar.
 
Ninguém sabe ao certo quantas pessoas irão eventualmente desenvolver câncer e outros problemas de saúde como resultado do desastre nuclear de Fukushima, mas alguns especialistas não têm medo de usar a palavra "bilhões". 
 
Tem sido assim ao longo de dois anos desde o desastre original e agora eles estão nos dizendo que poderia levar até mais 40 anos para limpá-lo. É um pesadelo de proporções inimagináveis, e não há nada no hemisfério norte que você será capaz de se esconder dele.
 
A seguir estão 11 fatos sobre o contínuo holocausto nuclear Fukushima, que são quase demasiado horrível para acreditar ...

# 1 Estima-se que existem 1331 barras de combustível nuclear usados ​​que precisam ser removidas de Fukushima. Por causa de tudo o dano que tenha ocorrido, a remoção guiada por computador das hastes não será possível.
 
A remoção manual é muito mais arriscado, e é absolutamente essencial que a remoção de cada um dos 1.331 hastes vai perfeitamente, pois um único erro pode potencialmente levar a uma reação em cadeia nuclear .

º 2 De acordo com a Reuters , a quantidade combinada de césio-137 contidas nessas barras de combustível nuclear é 14 mil vezes maior do que o que foi lançado quando os EUA lançaram uma bomba atômica sobre Hiroshima no final da II Guerra Mundial. Outras estimativas colocam esse número muito mais elevado.

# 3 Autoridades no Japão admitir que 300 toneladas de água radioativa de Fukushima está entrando no Oceano Pacífico a cada 24 horas.

º 4 De acordo com um professor da Universidade de Tóquio, 3 gigabecquerels de césio-137 estão fluindo para o porto de Fukushima Daiichi cada dia ...

Yoichiro Tateiwa, NHK repórter : [Professor Jota] Kanda argumenta estatísticas do governo não se somam. Ele diz que um vazamento diário de 300 toneladas não explica os actuais níveis de radiação na água.

Jota Kanda, professor da Universidade de Tóquio : Segundo a minha pesquisa, há agora três gigabecquerels [3 bilhões de becquerels] De césio-137 que flui para o porto de Fukushima Daiichi todos os dias. Mas, para as 300 toneladas de água subterrânea para conter tanto o césio-137, um litro de água subterrânea tem que conter 10 mil becquerels de isótopo radioativo.

NHK : pesquisa e monitoramento da Kanda por Tepco coloca a quantidade de césio-137 nas águas subterrâneas ao redor da planta em várias centenas de becquerels por litro, no máximo. Ele concluiu que o isótopo radioativo é encontrar uma outra maneira de entrar no oceano. Ele está pedindo ao governo ea Tepco para identificar outras vias de contaminação de águas subterrâneas.

º 5 De acordo com a Tepco, um total de algo entre 20 trilhões de e de 40 trilhões de becquerels de trítio radioativo ter começado no Oceano Pacífico desde o desastre de Fukushima começou.

º 6 Algo está causando peixe ao longo da costa oeste do Canadá, a sangrar de suas brânquias, barrigas e olhos . Fukushima poderia ser responsável?

# 7 de 150 ex-marinheiros e fuzileiros navais dizem que agora têm doença de radiação, como resultado de servir em navios da Marinha dos EUA perto de Fukushima e eles estão processando por danos .

# 8 O iodo-131, césio-137 e estrôncio-90, que estão constantemente vindo de Fukushima vão afetar a saúde das pessoas que vivem o hemisfério norte por muito, muito tempo. Basta verificar o que Harvey Wasserman tinha a dizer recentemente ...

O iodo-131, por exemplo, pode ser ingerida na tiróide, onde ele emite partículas beta (electrões) que os danos dos tecidos. A praga da tireóide danificadas já foi relatado entre tantos como 40 por cento das crianças na área de Fukushima. Esse percentual só pode ir mais alto. Em jovens em desenvolvimento, que pode prejudicar o crescimento físico e mental. Entre os adultos que provoca uma gama muito ampla de doenças auxiliares, incluindo o câncer.

Césio-137 a partir de Fukushima foi encontrado em peixes capturados tão distantes como a Califórnia. Espalha-se por todo o corpo, mas tende a acumular-se nos músculos.

Meia-vida do estrôncio-90 é de cerca de 29 anos. Ele imita cálcio e vai para os nossos ossos.

º 9 Acredita-se que a instalação nuclear de Fukushima originalmente continha uma gritante 1.760 toneladas de material nuclear .

# 10 Ele está sendo previsto que todo o Oceano Pacífico em breve " têm níveis de césio, de 5 a 10 vezes maior "do que aquilo a que assistimos durante a era dos testes de bomba atômica pesado no Pacífico há muitas décadas.

# 11 De acordo com o Wall Street Journal, está sendo previsto que a limpeza de Fukushima pode levar até 40 anos para ser concluído .

Infelizmente, o verdadeiro horror do desastre só está começando a ser entendida, ea maioria das pessoas não tem absolutamente nenhuma idéia de quão sério tudo isso é. O pesquisador precipitação Christina Consolo disse RT no outro dia deve ser muito preocupante para todos nós ...

Temos lançamentos intermináveis ​​no Oceano Pacífico, que será permanente, não só para nossas vidas, mas "vidas dos nossos filhos. Temos 40 milhões de pessoas que vivem na região de Tóquio nas proximidades. Continuamos lançamentos da derme subterrâneo que nos lembra que está lá, ocasionalmente, com eventos de vapor e enormes aumentos nos níveis de radiação. Do outro lado do Pacífico, temos pelo menos dois peer-reviewed tão longe que já forneceram evidências do aumento da mortalidade na América do Norte, e problemas de tireóide em crianças, na costa oeste dos estados nossas exposições iniciais estudos científicos.

Estamos aumentando a contaminação da cadeia alimentar, através de bioacumulação e biomagnificação. E uma preocupação recentemente indicada é a proximidade do combustível derretido em relação ao aquífero Tóquio, que se estende sob a planta.
 
Se e quando a derme atinge o aquífero Tóquio, discussões sérias e expediente terá de ter lugar sobre a evacuação de 40 milhões de pessoas da região metropolitana. Por mais impossível que pareça, você não pode viver em uma área que não tem acesso a água potável.

A operação para iniciar a remoção do combustível a partir de uma tal piscina severamente danificado nunca foi tentado antes. As hastes são pesadas e muito pesados, pesando cada um de dois terços de uma tonelada. 
 
Mas tem que ser feito, a menos que haja alguma maneira de envolver todo o edifício em concreto com a piscina como ele é. Eu não sei de ninguém discutindo essa opção, mas parece muito mais "seguras" do que o que eles estão prestes a tentar ... mas não sem seu próprio conjunto de riscos.

E todo esse dano colateral vai continuar por décadas, se não séculos, mesmo que as coisas ficar exatamente do jeito que está agora. Mas isso é improvável, como coisas ruins acontecem, como desastres naturais e deterioração com o tempo ... terremotos, afundamento e de corrosão, para citar alguns.
 
Cada dia que passa, o risco aumenta estatísticos para esse cenário apocalíptico. Ninguém pode dizer ou sabe como isso vai jogar fora, a não ser que milhões de pessoas provavelmente vai morrer, mesmo se as coisas continuarem exatamente como elas são, e milhares de milhões poderiam morrer se que as coisas piorem.

A área imediatamente em torno de Fukushima já é permanentemente inabitável, ea verdade é que uma área muito maior do norte do Japão provavelmente deve ser declarada fora dos limites para a habitação humana.

Mas este não é apenas sobre o Japão. A realidade fria e dura da questão é que este é verdadeiramente um desastre que é de âmbito planetário. O material nuclear de Fukushima vai ser realizado em todo o hemisfério norte, e um número incontável de pessoas vão ficar gravemente doente, como resultado.

E lembre-se, este é um desastre que não está nem perto de ser contido ainda. Centenas de toneladas de água radioativa continua a entrar no Oceano Pacífico a cada dia tornando o desastre que estamos enfrentando ainda pior.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós.

Enviado por Gisele Emerick

Via: 
Libertar.in
 
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  • Operadora de Fukushima anuncia grande vazamento radioativo

    Cerca de 300 toneladas de água radioativa vazaram de um tanque da usina nuclear japonesa de Fukushima, no pior acidente desde o início da crise causada pela destruição da central após o terremoto seguido de tsunami de março de 2011, informou a operadora nesta terça-feira.

    A Tokyo Electric Power Company (TEPCO) afirmou que o vazamento provavelmente continuará nesta terça-feira, em Fukushima, e que a fonte do problema ainda não havia sido identificada.
     
    A companhia indicou que havia poças com níveis extremamente elevados de radiação - cerca de 100 millisieverts por hora -, que foram encontradas perto dos tanques de água da usina.
     
    "Isso significa que, em uma hora, você fica exposto ao nível de radiação permitido para um trabalhador de uma usina nuclear em cinco anos", informou um porta-voz da empresa, em uma coletiva de imprensa.

    Mais tarde, a empresa afirmou que tinha identificado o tanque que estava com defeito, mas ainda tinha que encontrar o local do vazamento.

    "Instruímos a TEPCO a encontrar a fonte da água contaminada e selar o ponto de vazamento", disse um funcionário da Autoridade de Regulação Nuclear à AFP.
     
    "Também os instruímos a recuperar os solos contaminados para evitar uma expansão maior da água tóxica, e a reforçar o controle do ambiente ao redor. Não houve alterações significativas nos níveis de radiação fora da usina ", acrescentou a fonte.
     
    Desde o tsunami causado pelo terremoto que atingiu Fukushima, em março de 2011, afetando os sistemas de refrigeração do reator e provocando colapsos, já houve quatro vazamentos similares de tanques do mesmo tipo. Porém, o vazamento mais recente foi o pior em termos de volume, disse o porta-voz da TEPCO.
     
    A companhia admitiu que a água tóxica pode contaminar as águas subterrâneas e desaguar no Oceano Pacífico "a longo prazo", mas disse estar trabalhando para evitar que isso ocorra.

    "Estamos transferindo a água contaminada de um tanque com problema de vazamento para tanques intactos, recuperando a água que vazou e o solo em torno dela. Também estamos reforçando as barragens existentes em torno dos tanques", disse o porta-voz, enquanto a região enfrenta uma chuva pesada nesta terça-feira.
     
    Até agora, quatro toneladas de água derramada foram recuperadas desde segunda-feira à noite, quando a TEPCO começou a operação de recuperação, afirmou a empresa, que tem enfrentado uma série de incidentes, incluindo vários vazamentos de água radioativa, após o pior desastre nuclear de uma geração.

    A empresa, que enfrenta enormes custos de limpeza, tem lutado para resolver o problema da enorme quantidade de água radioativa acumulada em função da contínua injeção para resfriar os reatores.
     
    A TEPCO admitiu em julho, pela primeira vez, que as águas subterrâneas radioativas haviam deixado o local do vazamento.

    Os problemas levaram o governo japonês e sua instituição reguladora nuclear a afirmar que ficariam mais diretamente envolvidos na limpeza de Fukushima, ao invés de deixá-la por conta da operadora.

    Enquanto ninguém é oficialmente registrado como vítima fatal em decorrência direta dos colapsos dos reatores de Fukushima, as grandes áreas em torno da usina tiveram que ser abandonadas.

    Dezenas de milhares de pessoas ainda não puderam retornar para as suas casas.

    Fonte: Terra Brasil

    Direção de Fukushima confirma vazamento de água contaminada

     
    A direção da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, reconheceu hoje (20) que aproximadamente 300 toneladas de água radioativa vazaram dos tanques utilizados para armazenar o líquido usado no arrefecimento dos reatores da fábrica. 
     
    A empresa responsável pela usina, a Tokyo Electric Power (Tepco), informou que a quantidade de água que vazou é superior aos 120 litros inicialmente estimados.
     
    A Autoridade de Regulação Nuclear (NRA) pediu um estudo detalhado por temer que a água contaminada siga em direção ao mar. 
     
    No último dia 7, a NRA advertiu que cerca de 300 toneladas de água radioativa são vertidas diariamente para o mar, a partir do subsolo.
     
    A Tepco, porém, informou ter tomado medidas de proteção, como a construção de um muro subterrâneo para conter o vazamento e tentar remover o líquido por meio de bombas de extração. 
     
    Paralelamente, o governo japonês decidiu adotar medidas de congelamento do solo em volta dos reatores, na tentativa de bloquear a passagem de água.
     
    Fukushima foi o epicentro da maior crise nuclear depois de Chernobyl, em 1986. Em 2011, um terremoto seguido por tsunami causou vazamentos e explosões na usina.
     
    Os acidentes levaram as autoridades japonesas a esvaziar as cidades em volta da unidade e a proibir o consumo de alimentos produzidos na região.
     
     
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    domingo, 18 de agosto de 2013

    Confirmado: Radiação de Fukushima já CHEGOU ao Brasil!

     
    Vejam estes vídeos, são sérias denúncias que quase ninguém conhece ou dá crédito, a radiação já tem chegado ao Brasil através da precipitação das chuvas trazidas pelo pacífico!
     
    Os testes dos vídeos foram feitos na cidade de Encantado, Rio Grande do Sul.
    A coisa está mais séria do que se pensava...
     
    Flores e frutos também já demonstram sinais de mutações aqui no Brasil.
    Se houver um terremoto no Japão, as consequências serão apocalípticas!
     
    Por que a mídia não fala nada sobre isso?
     









    Fonte: Libertar.in

    quarta-feira, 7 de agosto de 2013

    Fukushima lança 300 toneladas de água radioativa por dia no mar

    Concessionária detectou vazamento em julho.
    3,5 mil trabalhadores tentam pôr fim a crise atômica.
     
    Da EFE
     
    O governo do Japão informou nesta quarta-feira (7) que a usina nuclear de Fukushima, epicentro da crise atômica no país, lança cerca de 300 toneladas de água radioativa por dia no mar.
     
    Essa informação veio à tona depois que a operadora da usina, a Tokyo Electric Power (TEPCO), mostrou sua preocupação pelo acumulo de água altamente contaminada nos porões dos reatores, um fato que se agrava a cada dia devido às complicações no setor.

    
    Trabalhadores usam protetor próximo a um tanque da Central Atômica de Fukushima.
    (Foto: Arquivo / AP Photo)
     
    No entanto, o Executivo advertiu que a maior parte da água contaminada lançada ao mar se limita às regiões próximas da central, cujo porto se encontra isolado do mar aberto por diversos diques de contenção da usina.

    Momentos antes do anúncio, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, tinha pedido ao ministro da Indústria, Toshimitsu Motegi, elaborar um plano para dar assistência à operadora de Fukushima nos trabalhos de redução do vazamento de água contaminada.

    Neste sentido, em breve, o governo realizará uma solicitação de fundos do orçamento do próximo ano fiscal para ajudar a financiar um projeto que consiste no congelamento da terra ao redor do recinto para bloquear a fuga de água, informou a agência local "Kyodo".

    ]Em linha com as informações publicadas pelo governo japonês, a TEPCO, no último dia 23 de julho, já havia admitido ter detectado pela primeira vez o vazamento de água radioativa dos porões da central ao mar, embora tenha ressaltado que a quantidade era pouca e se limitava à zona do porto em frente à central.

    Neste sentido, a maior preocupação da TEPCO na atualidade é o acumulo de água contaminada no subsolo dos edifícios dos reatores, inacessíveis em sua maioria devido à alta radiação.

    Diante dessa situação, o operador de Fukushima construiu barreiras subterrâneas nos porões e, a partir do início desta semana, começou a bombear e armazenar essa água nos mais de mil tanques contêineres levados ao complexo.

    No entanto, estes contêineres já estão próximo ao limite de suas capacidades e, por isso, o procedimento de criar muros protetores mediante a um processo de congelamento do solo aparece como a medida mais efetiva neste momento, segundo os especialistas.

    Após o acidente nuclear de Fukushima em 2011, o pior desde Chernobyl em 1986, cerca de 3,5 mil trabalhadores lutam diariamente na central japonesa para pôr fim a crise atômica, um trabalho que deverá se prolongar pelos próximos 30 ou 40 anos.

    Fonte: G1

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