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terça-feira, 5 de maio de 2015

Comece a vencer a obesidade infantil desligando a TV

Matéria publicada no Brasil Post:

Uma hora de TV por dia aumenta risco de obesidade infantil em 50%

Giulia Vidale

 
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, indica que crianças que assistem TV por um período de uma a duas horas correm um risco 47% maior de serem obesas, em relação aos que passam menos tempo em frente ao aparelho. 
 
Os resultados foram apresentados durante o encontro anual das Sociedades Acadêmicas de Pediatria, realizado em San Diego, na Califórnia.

A conclusão contraria as diretrizes da Academia Americana de Pediatria. A instituição recomenda que as crianças passem no máximo duas horas por dia em frente à TV. Mark DeBoer, professor de pediatria e coordenador do estudo, espera que seus dados possam ajudar a mudar essa indicação para uma até hora diária.

Os pesquisadores observaram os hábitos de cerca de 11.000 crianças americanas entre cinco e oito anos de idade. Em média, elas assistem 3,3 horas de televisão diariamente - o dobro de tempo em relação aos brasileiros.

Para Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, o grande desafio para as crianças é justamente desvincular o TV com o hábito de petiscar. "É muito importante prestar atenção nos alimentos que estamos ingerindo, de modo a fazer as escolhas mais acertadas, o que na frente da televisão é praticamente impossível", diz Reibscheid.


Obesidade Infantil


A obesidade infantil é um problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2013, 42 milhões de crianças com menos de cinco anos estavam acima do peso. No Brasil, quase metade (47,6%) das crianças de 5 a 9 anos estão obesas ou têm sobrepeso, de acordo com dados do IBGE. Na faixa etária de 10 a 19 anos, um em cada quatro (26,45) está acima do peso.

A alimentação inadequada e o sedentarismo não são só os principais vilões da obesidade infantil. "Comer mal e estar acima do peso pode fazer com que as crianças sofram de problemas considerados de adultos, como diabetes, colesterol alto, insônia e hipertensão", diz o médico nutrólogo Daniel Magnoni, da Divisão de Nutrição Clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.
 
VIA: O Contorno da sombra

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Solidão mata mais que obesidade



Artigo de Carol Castro para o Superinteressante:


Solidão mata mais que obesidade


Um pouco de solidão faz bem: deixa você até mais criativo. Mas vê se não abusa do tempo longe dos amigos e familiares. Ficar muito tempo na solidão é mais perigoso que a obesidade.

Tão perigoso que mata até duas vezes mais, segundo pesquisa do psicólogo John Cacioppo, da Universidade de Chicago. Ele acompanhou, ao longo de seis anos, o impacto da solidão na saúde de mais de 2 mil pessoas com mais de 50 anos. E percebeu que os mais solitários correm mais riscos de morrer do que quem se sente amado e querido.

É que a solidão eleva a pressão arterial a níveis perigosos: perto da zona de perigo de ataques cardíacos e derrames. Além disso, o isolamento pode enfraquecer seu sistema imunológico, deixar você depressivo, e piorar a qualidade do seu sono. Pois é, a ausência de amigos faz você perder até o sono.

Segundo Cacioppo, quando nos sentimos isolados ficamos mais atentos a qualquer ameaça e por isso acordamos com qualquer barulhinho.

Viu só que perigo?
 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Novela humilha personagem gorda e ensina que felicidade depende de marido

 
 
Na cena agendada pela Rede Globo para 10 de outubro, Perséfone (Fabiana Karla) perde a virgindade em “Amor à Vida”, bem ao estilo dos conto de fadas: na noite de núpcias, após seu casamento com Daniel (Rodrigo Andrade). Experimentar os prazeres do sexo e conseguir um marido constituem o final feliz tão almejado pela personagem, que foi achincalhada por ser gorda durante toda a novela (até pelos personagens considerados “mocinhos”).
 
Embora com pinceladas cômicas, as desventuras de Perséfone têm desagradado uma parcela significativa de telespectadores, inconformados com o tratamento dado a ela e que, agora, é recompensado com a conquista de um homem. Descontentes com o perfil da enfermeira –mostrada como ingênua, boba, desesperada para arranjar um parceiro–, blogueiras plus size chegaram a criar uma petição online para o autor Walcyr Carrasco mudar os rumos da personagem, mas não tiveram seus desejos atendidos.
 
Tanto o autor quanto a atriz Fabiana Karla defenderam que os momentos humilhantes da personagem servem para mostrar como os obesos sofrem preconceito na vida real e, de uma forma leve e divertida, conscientizar sobre o assunto.Segundo especialistas em comportamento, no entanto, não é bem assim. Embora retrate, sim, algumas situações verídicas, Perséfone o faz de maneira caricatural e estereotipada.

“A utilidade do estereótipo é manter o preconceito intacto. Ainda que uma personagem de TV ou de cinema tenha a obesidade como característica, seria importante mostrar seus defeitos, suas qualidades e outras peculiaridades não relacionadas à obesidade”, afirma o psiquiatra Adriano Segal, do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Abeso (Associação Brasileira para o Estúdio da Obesidade e da Síndrome Metabólica).
 
“O físico não deveria ser o principal ponto de atenção. A mulher precisa ser mostrada como ela é, como um todo. Afinal, a pessoa vale pelo seu todo ou vale quanto pesa?”, questiona o psiquiatra Arthur Kaufman, fundador e coordenador do Programa de Atendimento ao Obeso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínica da USP (Universidade de São Paulo).
Machismo e preconceito.
 
Na opinião da psicóloga Rejane Sbrissa, que trabalha com terapia para tratamento da obesidade, a trajetória de Perséfone reforça a ideia de que a pessoa obesa precisa ser sempre simpática, prestativa e bem-humorada para “compensar” o fato de estar acima do peso. ”Ela se força a ser sempre legal para se sentir aceita e mais querida pelos outros”, conta.
 
O psicólogo Marco Antonio de Tommaso, credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade, completa: “Faz parte do estigma da obesidade mostrar nas novelas e nos filmes a gorda boazinha de coração puro, que mantém os bons sentimentos mesmo que os outros caçoem dela. A gordinha precisa sobreviver e assume um personagem para atenuar a rejeição e a discriminação”.
É preciso considerar que, na vida real, algumas mulheres se sentem mesmo mais valorizadas quando arrumam um namorado.
 
No caso das que estão acima do peso, isso acontece devido à enorme pressão social que sofrem para emagrecer. “É comum familiares e amigos falarem que elas ficarão sozinhas, pois nenhum sujeito deseja assumir um compromisso com uma mulher gorda”, declara Rejane Sbrissa.
 
Para a psicóloga especializada em imagem Marjorie Vicente, Perséfone também contribui para fortalecer outros preconceitos: “A gordinha é vista como solitária, não desejável. Apesar de toda a modernidade, ainda hoje a sociedade cobra que as pessoas se relacionem, namorem, casem e tenham filhos.
 
E considera tudo isso menos provável para alguém fora dos padrões. Uma mulher solteira e acima do peso é vista como um caso perdido”, diz. Por isso, Daniel é tido como um prêmio para a personagem de “Amor à Vida”.
 
O estereótipo da desesperada Antes de se envolver com o fisioterapeuta da novela, Perséfone viveu situações constrangedoras ao tentar conquistar outros rapazes. Ao exibir tentativas de sedução frustradas, a maioria por conta da forma física de Perséfone, a novela solidificou conceitos machistas de que é muito difícil aceitar que um homem atraente se interesse por uma mulher que não seja magra.
 
Da mesma maneira que as pessoas, em geral, aceitam melhor o grisalho do que a grisalha e um casal formado por um homem mais velho e uma mulher mais nova, do que o contrario, também encaram com maior naturalidade um gordinho acompanhado de uma mulher esbelta.
 
“Essa avaliação é resquício de um padrão sociocultural de uma época em que a mulher estava e tinha de estar submetida ao homem. Seus maiores valores eram a beleza dentro dos padrões e os dotes de esposa, como cozinhar, bordar, procriar, servir”, afirma Arthur Kaufman.
 
A impressão é de que o homem tem mais direito de “estar em desvantagem” do que a mulher. “Há uma corrente de teóricos que acreditam que, com tantos avanços femininos, a ditadura do corpo ideal é uma forma de ainda deter a mulher. E faz sentido, já que a maior parte acaba cedendo à pressão”, diz Marjorie Vicente.
 
Para Rejane Sbrissa, TV, publicidade e cinema deveriam enxergar a mulher obesa como outra qualquer. “Mostrá-las como pessoas independentes, bem-sucedidas, elegantes, paqueradas e amadas ajudaria demais as mulheres da vida real a se amarem e a se valorizarem mais. Não há estímulo maior do que ser tratado com respeito”.

Referência: Rede Esgoto de Televisão

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