Mostrando postagens com marcador Casamento Gay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Casamento Gay. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de julho de 2015

Qual o Objetivo do Casamento Gay?


O material abaixo foi publicado pelo site da Editora FIEL e é de autoria de David P. Murray.

O OBJETIVO DO CASAMENTO GAY NÃO É O CASAMENTO GAY

O objetivo do casamento gay não é, primariamente, o casamento gay; é principalmente o silenciamento de consciências gays.

Dado o fato de que tão poucos homossexuais de fato se casam quando têm a oportunidade legal, sua vigorosa e, muitas vezes, violenta campanha pelo casamento gay sempre me deixou confuso. Após ler o artigo de Brendam O’Neill The Trouble With Gay Marriage (O Problema com o Casamento Gay), não estou mais confuso.  

Embora O’Neill não faça uma abordagem a partir de uma perspectiva cristã, seu artigo pós-referendo sobre a atitude da República da Irlanda de legalizar o casamento gay lança uma forte luz sobre o objetivo último da maioria daqueles que fazem campanha pelo casamento gay — e não é o casamento gay.

Validação e reconhecimento

O’Neill começa observando quão pouca conversa ou quão poucos comentários houve sobre o casamento gay após o resultado favorável. Como ele coloca: “Ao invés de dizer: ‘Finalmente podemos nos casar’, a resposta mais comum ao resultado do referendo de ambos os líderes da campanha pelo “sim” e seu considerável exército de apoiadores na mídia e nas classes políticas foi: ‘Gays finalmente foram validados’. Toda a conversa foi a respeito de ‘reconhecimento’, não casamento”.

Ele empilha citação acima de citação para provar seu ponto. Por exemplo:

• A Vice-Primeira-Ministra da Irlanda Joan Burton disse que a votação favorável se tratava de ‘aceitação em seu próprio país’.

• Escrevendo para o jornal Irish Examiner, um psicoterapeuta disse: ‘o referendo se tratou de mais do que igualdade no casamento… era uma questão de plena aceitação [dos gays]’.

• O Primeiro-Ministro Enda Kenny também disse que o referendo tratava de mais do que casamento — era uma questão das ‘frágeis e profundamente pessoais esperanças’ dos gays sendo percebidas.

• Nas palavras do romancista Joseph O’Connor, a votação favorável foi um ato de ‘empatia social’ com parte da população.

• A campanha oficial pelo “sim” até mesmo descreveu a vitória do “sim” como um aumento da saúde e do bem-estar de todos os cidadãos irlandeses, especialmente os gays.

• Um colunista do Irish Times descreveu a ‘sombra de preocupação’ sobre seus amigos gays antes do referendo como um ‘sentimento de que [são] inferiores de alguma maneira’, e afirmou que a vitória favorável finalmente confirmou que eles agora podem desfrutar do apoio, da bondade e do respeito da sociedade.

• Fintan O’Toole disse que a vitória favorável foi uma questão de fazer os gays se sentirem ‘plenamente reconhecidos’.

• ‘Meu país reconheceu que nós existimos’, disse um empresário gay irlandês.

Votar para se sentir bem

O’Neill diz que “resumindo, o resultado favorável fez as pessoas se sentirem bem”, e que o que se buscava “não era realmente o direito de se casar, mas validação sociocultural do estilo de vida de uma pessoa — ‘empatia social’ — especialmente do Estado”. Ele ressalta literatura mais antiga sobre o casamento gay que também demonstrou que “os primeiros levantadores da questão do casamento gay pareciam primariamente preocupados com ‘atenuar a ansiedade adulta’”.

Por que validação, empatia, aceitação, reconhecimento e aprovação sancionados pelo Estado são tão importantes para aqueles que fazem campanha pelo casamento gay? Por que isso é tão mais importante do que, de fato, ter a permissão para casar?

Medidas desesperadas

A resposta se encontra em Romanos 1.18-32, onde o apóstolo Paulo explica que medidas desesperadas homossexuais (e outros pecadores impenitentes) tomam para silenciar a voz da consciência. Eles ouvem a proibição de Deus e a condenação em suas consciências, a odeiam e fazem tudo o que podem para calá-la — incluindo, nos nossos próprios dias, tornar o casamento gay legalizado em todo lugar, mesmo se relativamente poucos fazem uso dele. Porque, na maioria dos casos, não se trata do direito de casar; é principalmente uma tentativa vã de abafar a voz interna da consciência ao multiplicar e amplificar as vozes externas de aprovação.

Se estou errado, então porque eles não deixam em paz a suposta minoria que ainda desaprova o casamento gay? Por que eles não toleram dissidentes? Ativistas gays têm a mídia do seu lado, têm a indústria do entretenimento do seu lado, têm o estabelecimento educacional do seu lado, têm as empresas do seu lado, têm a maioria dos políticos do seu lado, assim como a maioria dos juízes. Isso não é o suficiente? Se eles estão tão certos da justiça de sua causa, por que não podem tolerar algumas poucas vozes aqui e ali que ainda insistem: “Isso é errado”?

Proteção sem precedentes

Não há quase nenhum grupo no mundo que tem o nível de aceitação, validação, aprovação e empatia do público que os homossexuais hoje desfrutam. Eles certamente têm mais reconhecimento, proteção e promoção do que os cristãos evangélicos em qualquer lugar. Então por que não podem deixar os cristãos em paz? O que mais eles querem ou do que mais precisam?

Somente Romanos 1.18-32 pode explicar isso. Com efeito, diz que mesmo que o casamento gay seja legalizado em todos os lugares e mesmo se cada voz destoante seja extinguida, as consciências gay ainda gritarão “Errado!” e “Culpado!”. No seu íntimo, eles ainda conhecerão “a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam” (Rm 1.32). Essa é a “sombra de preocupação” que espreita para sempre a consciência gay.

Paz através da cruz

A mensagem cristã para a comunidade gay é que ela abandone sua tentativa fútil de garantir paz de consciência através dos tribunais, da mídia e dos milhares de votos. É muito melhor trazer tais consciências pesarosas à cruz de Cristo para plena cura e permanente silenciamento vindo do próprio Deus, através da fé e do arrependimento. Isso fará um trabalho muito melhor para remover a ansiedade, as sombras e os medos do que qualquer quantidade de referendos ou falência de padarias e floristas. Também abrirá caminho para experimentar a imensurável largura, altura e profundidade do amor de Deus.

E para cristãos que estão sofrendo ou ainda sofrerão as consequências da desaprovação da sociedade ou do Estado sobre essa questão, confie no poder de uma boa consciência. Somos zombados, desaprovados, menosprezados, marginalizados, caricaturados e rejeitados mais do que qualquer outro grupo na sociedade. Somos chamados de intolerantes, homofóbicos e cheios de ódio. Mas ter uma consciência através da qual Deus demonstra sua aprovação e aceitação a nós significa que podemos continuar nos levantando por aquilo que é certo e verdadeiro, não importa quantas vozes de intolerância e ódio gritem contra nós.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


O autor: David P. Murray serviu como pastor da Locharron Free Church of Scotland de 1995 até 2000 e, posteriormente, na Stornway Free Church of Scotland entre 2000 e 2007. David Murray é professor de Antigo Testamento e Teologia Prática no Puritan Reformed Theological Seminary, em Grand Rapids, Michigan. Murray escreve no blog "Head, Heart, Hand: Leadership for Servants."

O artigo original de Brendan O'Neill pode ser acessado por meio desse link aqui:

http://www.spiked-online.com/newsite/article/the-trouble-with-gay-marriage/17016#.VYxNLRtVhBc


ROMANOS 1:18—32

18 "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;  

21 Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 Semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 Cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 Caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 Insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem."


VIA: O Grande Diálogo

terça-feira, 11 de março de 2014

Cardeal diz que papa pode reavaliar união civil entre pessoas do mesmo sexo


A matéria é da Folha de S. Paulo:


Papa pretende estudar uniões entre casais do mesmo sexo, diz cardeal


O papa Francisco pretende estudar as uniões entre casais homossexuais, disse o cardeal de Nova York, Timothy Dolan, neste domingo (9). A intenção, segundo Dolan, é entender os motivos que levaram alguns países a legalizar o matrimônio gay, como o Brasil e a França.

Durante entrevista ao programa "Meet the Press", da emissora de TV americana NBC, Dolan afirmou que Francisco não se posicionou em relação ao assunto, mas disse que "a Igreja deve buscar e ver as razões que levaram alguns Estados a aprovar uniões civis entre pessoas do mesmo sexo em vez de condená-las".

Em fevereiro, a Escócia aprovou por esmagadora maioria a autorização a casamentos entre pessoas do mesmo sexo, tornando-se assim o 17º país a dar luz verde a essa união, apesar da oposição de suas principais organizações religiosas.

No ano passado, além de Brasil e França, também aprovaram o casamento gay Inglaterra, País de Gales, Uruguai e Nova Zelândia.

Segundo Dolan, a união entre homem e mulher representa um elemento de construção da sociedade. "Se retirarmos o significado sagrado do casamento, temo que não só a Igreja sofra, temo que a cultura e a sociedade também sofram", disse.

O papa Francisco já havia afirmado na semana passada, em entrevista ao "Corriere della Sera", que é preciso analisar caso a caso as uniões civis para casais homossexuais, mas reiterou que "o casamento é entre um homem e uma mulher".

Não foi a primeira vez que o Pontífice comentou sobre o assunto. No ano passado, Francisco disse que a igreja não pode interferir espiritualmente nas vidas dos homossexuais, mesmo tendo o direito de manifestar suas opiniões.

Quando voltava à Itália da viagem ao Brasil em julho de 2013, para participar da Jornada Mundial da Juventude, o papa afirmou que os homossexuais "não devem ser discriminados e devem ser integrados na sociedade".

DOLAN

No ano passado, semanas após de retornar do Vaticano e participar do Conclave que elegeu o papa Francisco, o cardeal americano disse em dois talk shows que a Igreja Católica Romana poderia ser mais acolhedora com gays e lésbicas, apesar de sua oposição ao casamento do mesmo sexo.

Em entrevistas pré-gravadas com George Stephanopoulos para o programa da ABC "This Week" e Bob Schieffer, para a CBS, o cardeal Dolan, arcebispo de Nova York e uma das principais vozes da Igreja Católica nos Estados Unidos, não sugeriu qualquer mudança no ensinamento da Igreja.

Ele definiu o casamento como "um homem, uma mulher, para sempre, para trazer nova vida", mas ele disse ao Sr. Stephanopoulos que é preciso "fazer melhor para ver que a nossa defesa do casamento não se reduz a um ataque aos gays".

"E eu admito não ter sido muito bom nisso", disse o cardeal. "Precisamos ter certeza de que não somos anti-ninguém", acrescentou.

Stephanopoulos perguntou ao cardeal Dolan o que ele poderia dizer para gays e lésbicas que se sentiram excluídos da igreja. "Bem, a primeira coisa que eu diria a eles é: 'Eu amo você também. E Deus ama você. E vocês são feitos à imagem e semelhança de Deus. E nós queremos a sua felicidade", disse Dolan. 
 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Aprovado o plebiscito sobre casamento gay

[Imagem: casamento-gays.jpg]

Comissão de Direitos Humanos aprova plebiscito sobre casamento gay

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) a convocação de um plebiscito sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo e a suspensão da decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios a registrarem casamentos entre homossexuais. As duas propostas foram aprovadas em votação unânime.

A matéria que dispõe sobre o plebiscito, cuja pergunta é “Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?”, seguirá para análise da Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Já a que susta a decisão do CNJ vai para a CCJ.

A primeira proposta é de autoria do deputado André Zacharow (PMDB-PR). O parlamentar argumenta no texto que, “ainda que se tente pacificar a questão mediante uma reforma constitucional ou infraconstitucional congressual, sem a consulta popular será inútil” deliberar sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, e “apenas se acirrará os ânimos divergentes”.

Já a outra proposta aprovada representa uma segunda tentativa da bancada evangélica de suspender a determinação do CNJ. Logo após o CNJ ter aprovado a resolução que veda às autoridades competentes “a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo”, o PSC, partido do deputado Marcos Feliciano (SP), presidente da CDH, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão. O ministro Luiz Fux arquivou a ação.

O deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ), autor da proposta aprovada hoje na CDH, argumenta que o CNJ “extrapolou suas competências” e “usurpa a competência constitucional do Congresso Nacional” de elaborar leis.

A CDH também rejeitou nesta quarta-feira o projeto que inclui na situação de dependente, para fins previdenciários, o companheiro homossexual do segurado do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Fonte: Veja

http://www.cacp.org.br/plebiscito-sobre-casamento-gay/ 

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo e se casa com outra mulher

 
Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo após anunciar que se casou com outra mulherNa última semana, uma importante líder da Igreja Batista em Detroid, nos Estados Unidos, renunciou ao ser cargo na igreja após a polêmica em torno de seu anúncio de que ela havia se casado com outra mulher.

A bispa Allyson D. Nelson Abrams abriu mão de seu cargo na Igreja Batista Zion Progress, onde há cinco anos servia como a primeira mulher ordenada ao cargo pastoral.

A renúncia veio após seu anuncio, feito no início do mês, de que havia se casado com uma mulher, ter surpreendido os fiéis. Abrams, de 43 anos, era casada com um homem, mas anunciou aos membros de sua igreja que se apaixonou por Diana Williams, bispa de uma denominação dissidente da Igreja Católica.

As duas se casaram em março, em Iowa, onde o casamento homossexual é legal.
De acordo com a publicação local Detroid Free Press, o anúncio do casamento causou um intenso debate entre os cristãos locais e a questão acabou por dividir as opiniões dos fiéis.

Porém, a bispa informou que abriu mão de seu cargo na igreja, apesar de muitos fiéis apoiarem sua permanência, para não causar divisões na congregação.

Ela renunciou também ao cargo de secretária do Conselho de Pastores Batistas de Detroit e arredores, um grupo influente entre os cristãos afro-americanos na região, e como coeditora da revista da Convenção Batista Nacional Progressista.

Ao anunciar sua decisão, Abrams afirmou que diversas passagens bíblicas tratam a homossexualidade como algo permitido para o cristão, e afirma que “o amor é algo que deveria ser incondicional”.

A decisão de Abrams motivou um intenso debate sobre o tema entre importantes líderes cristãos, como o rev. Charles C. Adams, pastor presidente de uma das maiores igrejas de Detroit, a Igreja Batista Memorial Hartford. Apoiador do casamento gay, o pastor afirma que é preciso haver mais discussão sobre este assunto na comunidade cristã afro-americana.

De acordo com o reverendo, ao negar o casamento gay “estamos negando às pessoas o direito a proteção igual sob a lei”.

Sobre o seu futuro como líder religiosa, Abrams revela que pretende juntar duas outras denominações, apesar de não revelar quais. Sobretudo, garante que irá continuar a pregar o evangelho.

Referência:
Rede Esgoto de Televisão
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br 

Via:
O Mensageiro Do Fim

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

“Casamento” homossexual e os últimos dias

Antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o “casamento” homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse o Grande Dilúvio
Dr. Scott Lively e Kevin Abrams
De uma perspectiva bíblica a perversão sexual ritualizada e principalmente a homossexualidade ritualizada marcam a rebelião mais extrema contra Deus. 
A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio do qual só Noé e sua família sobreviveram.
Em seu livro “Ancient Post-Flood History” (História Antiga da Época depois do Dilúvio), o teólogo Ken Johnson cita três proeminentes fontes rabínicas nessa questão:
O rabino Huna disse no nome do rabino Joseph: “A geração do Dilúvio só foi exterminada depois de escreverem documentos de casamento para a união de um homem com outro homem ou com um animal.” Gênesis Rabbah 26:4-5; Levítico Rabbah 23.9.
O rabino Hiyyah ensinou: “A passagem diz ‘Sou o Senhor, seu Deus’ duas vezes — Sou Aquele que castigou a geração do Dilúvio, e o povo de Sodoma e Gomorra, e o Egito; e no futuro castigarei aqueles que agirem como eles agiram. As gerações do Dilúvio eram reis, e foram eliminados da terra quando se encharcaram de pecado sexual.” Levítico Rabbah 23:9 (comentário sobre Levítico 18:3.)
E o que eles fizeram? Um homem se casou com outro homem, e uma mulher com outra mulher, e um homem se casou com uma mulher e sua filha, e uma mulher se casou com dois (homens). Portanto, se diz: “E vocês não andarão nos estatutos deles.” Sifra Acharei Mot, Parashaw 9:8 (comentário sobre Levítico 18:3.19)
Imediatamente depois do Dilúvio vemos que a semente da perversão homossexual sobreviveu na família humana por meio da linhagem de Cam. 
Em Gênesis 9, Noé caiu inconsciente depois beber vinho demais e enquanto ele estava assim sem condições de se mover Cam [ou melhor, Canaã, o filho de Cam] “viu [ou descobriu] sua nudez.”
Esse termo “descobrir a nudez,” usado principalmente no livro de Levítico, é um eufemismo hebraico para relações sexuais.
Na Bíblia Novo Padrão Americano (New American Standard), a passagem diz:
Cam, o pai de Canaã, viu a nudez de seu pai… Quando Noé despertou de seu vinho, ele soube o que seu neto mais novo lhe havia feito. Então ele disse: ‘Maldito seja Canaã’ (Gênesis 9:22-25).
No livro “Call of the Torah” (Chamada da Torá), o rabino Elie Munk cita estudiosos de hebraico que também interpretam o estupro cometido por Canaã como “um ato de homossexualidade” — (Munk:220).
Portanto, como resultado de seu ataque sexual a seu avô, Canaã foi amaldiçoado por Noé e banido de sua presença. Canaã então toma posse do próprio território que mais tarde seria prometido aos descendentes de Abraão: a “Terra Prometida de Israel.”
O que é muito importante é que poucas gerações depois que Canaã foi banido, quatro cidades que seus descendentes haviam fundado, inclusive Sodoma e Gomorra, foram destruídas por Deus por causa da homossexualidade.
A perversão sexual havia corrompido de forma tão profunda a sociedade que rivalizava com a apostasia que havia provocado o Grande Dilúvio. 
Todos os homens de Sodoma, tanto jovens quanto idosos, foram à casa de Ló, sobrinho de Abraão, com a intenção de estuprar os dois anjos enviados por Deus para julgar a cidade.
A lascívia deles era tão insaciável que eles continuaram a alcançar sua meta vil mesmo depois de serem cegados pelos anjos. A destruição deles veio rapidamente em seguida (Gênesis 19:1-11).
Traduzido, com permissão, por Julio Severo do Capítulo Dois: “Homo-Occultism” (Homo-Ocultismo) do livro “The Pink Swastika,” do Dr. Scott Lively e Kevin Abrams.
Versão em inglês deste artigo: Homosexual “Marriage” and the Last Days
Tradução e Via: Julio Severo

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Dupla gay recorre aos tribunais para forçar igrejas a lhe realizar cerimônias de “casamento”

Julio Severo

De acordo com o WND, Barrie e Tony Drewitt-Barlow, uma dupla gay da Inglaterra, querem “se casar” dentro de uma igreja cristã e não estão poupando esforços para realizar seu desejo: Eles entraram na justiça para obrigar sua igreja local a fazer sua cerimônia religiosa de “casamento.”

 
 
A empolgação deles pode ter sido fortalecida pela recente vitória dos ativistas gays ingleses, que viram o governo da Inglaterra e sua rainha aprovarem o chamado “casamento” de mesmo sexo.

A vitória foi ainda maior porque ocorreu sob a intervenção do primeiro-ministro David Cameron, do Partido Conservador. Isto é, desta vez o movimento homossexual não precisou de partidos e líderes políticos esquerdistas no poder para cumprirem as exigências da agenda gay.

De nada adiantou os ingleses votarem no Partido Conservador para proteger suas famílias contra os ataques da esquerda. No final, tudo deu no mesmo. O Partido Conservador, bichado pelo esquerdismo, entregou de bandeja aos militantes gays o que qualquer esquerdista faria.

Mas, diferente da esquerda em geral, o Partido Conservador teve o cuidado de adicionar na lei de “casamento” gay uma cláusula isentando as igrejas. A cláusula diz que as igrejas não podem ser forçadas a realizar “casamentos” de mesmo sexo.

Ah, os ativistas gays adoram “proibições”! Com a fanfarra do apoio descarado da mídia a tudo o que eles exigem, uma proibição funciona apenas como bandeira vermelha na frente de um touro furioso, com a mídia gritando: “Vai pra cima e mata o toureiro ‘homofóbico!’”

Essa cláusula, último e débil recurso de um conservadorismo que está pronto para hastear a bandeira branca da rendição diante do inimigo, se parece muito com a estratégia de uns vinte anos atrás, quando os ativistas gays reivindicavam no Brasil o “direito” à união civil, deixando claro que não queriam de forma alguma adoção de crianças nem casamento.

Mas logo que se firmam numa etapa, passam para outra. De etapa em etapa.

Depois de conquistarem o casamento civil, partem para cima da adoção de crianças e agora, sua coroa máxima de conquista: o casamento na igreja. 

E quanto à pedofilia? Os ativistas gays garantem que nunca vão querer o direito de sexo entre homens e meninos — pelo menos não na etapa atual.

O caso da dupla gay Barrie e Tony Drewitt-Barlow é mais uma prova da insatisfação eterna dos adeptos do sexo fecal.

A lascívia fecal não tem limites em seus desejos e exigências.

Barrie disse que embora os ativistas gays estejam comemorando a lei inglesa que agora obriga os cartórios a realizar o casamento civil para eles, ele não ficará satisfeito até ver também uma lei obrigando as igrejas a lhes dar o casamento religioso.

Barrie, que é descrito pelo jornal Daily Mail como um gay milionário, está determinado a usar uma pequena parte de sua fortuna em pesadas ações legais até as igrejas serem judicialmente obrigadas a atender à sua vontade. 

Ele disse: “Precisamos convencer a igreja de que é a coisa certa para nossa comunidade nos reconhecerem como cristãos praticantes.”

“Sou cristão — um cristão praticante. Meus filhos foram todos criados como cristãos e são parte da paróquia local,” disse Barrie, de 42 anos. Ele tem uma empresa de barriga de aluguel com sede em Essex na Inglaterra e com uma filial abrindo nos EUA. Ele também disse: “Se eu fosse da religião Sikh eu poderia me casar na Gurdwara. Os judeus esquerdistas podem se casar na sinagoga — só os cristãos é que não podem.”

Ele disse que “o único jeito de avançar para nós agora é ir aos tribunais com ações legais contra as igrejas.”

“É uma vergonha que sejamos forçados a levar os cristãos aos tribunais para fazê-los nos reconhecer,” disse ele. “Fico transtornado por não ter o que quero — uma grande e esplêndida cerimônia…” 

Antes da aprovação do “casamento” gay na Inglaterra, líderes cristãos avisaram o primeiro-ministro e seu Partido Conservador que o plano do Parlamento inglês de redefinir o casamento provocaria problemas legais.

Eles também disseram que redefinir o casamento “alteraria a natureza intrínseca do casamento como a união de uma mulher, conforme está consagrado nas instituições humanas em toda a história.”

A igreja cristã inglesa mais afetada seria, no ataque inicial, a Igreja Anglicana. Mas não se pode pensar que os assuntos da Igreja Anglicana não afetam os assuntos de outras igrejas protestantes. 
 
Na década de 1930, a Igreja Anglicana da Inglaterra permitiu o uso do controle da natalidade, prática que era proibida em todas as outras igrejas protestantes.

Depois que a Igreja Anglicana cedeu diante da filosofia do controle da natalidade, todas as outras igrejas protestantes imitaram. E hoje a heresia anglicana é prática comum das igrejas evangélicas.
Se a Igreja Anglicana ceder à realização de uma cerimônia de “casamento” exigida por uma dupla gay milionária, as outras igrejas que se preparem.
 
Fonte: Julio Severo
Com informações do WND.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este Site, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

DIREITOS AUTORAIS

Todas as imagens, vídeos e coisas do gênero que aparecem no site são reproduções de outros sites e midiaglobalista.blogspot.com.br/ não reivindica nenhum crédito para si, a não ser que seja propriamente original e criado por nós sem o envolvimento de conteúdo de outros. Se você (ou sua empresa) possui os direitos de alguma imagem e não quer que ela apareça no midiaglobalista.blogspot.com.br/ favor entre em contato pelo e-mail: midiaglobalista@gmail.com e ela será prontamente removida.

ART.220

Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observando o disposto nesta Constituição. Constituição Federal do Brasil (1988)

No Ar

Blog inaugurado dia (27/07/2013)



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...