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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Viagem do Papa à Terra Santa terá forte caráter ecumênico

Cidade do Vaticano (RV) – “Em Amã será muito importante o encontro do Papa Francisco com as vítimas da catástrofe humanitária causada pela guerra na Síria, após a tragédia no Iraque. 

O encontro com os refugiados mostrará que a Igreja está ao lado daqueles que mais sofrem e representará um apelo ao mundo inteiro para uma ajuda concreta a estas pessoas”. Foi o que afirmou o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, ao comentar a viagem do Papa Francisco à Terra Santa em maio próximo.

Numa entrevista publicada na edição março-abril do bimestral Terrasanta, o Cardeal recordou que “a viagem terá fundamentalmente um significado ecumênico, na esteira de um questionamento que nos interpela a todos e que é cada vez mais incompreensível: por que estamos divididos? Por que, se todos cremos em Cristo, estamos dando este espetáculo de divisão?


É muito significativo – acrescentou o Cardeal – que o Papa encontrará o Patriarca Bartolomeu e o abraçará exatamente como há 50 anos se abraçaram Paulo VI e Atenágoras, justamente no Santo Sepulcro, que representa o lugar onde se percebe mais fortemente a divisão entre cristãos”.

Na entrevista, o Cardeal Sandri concentra-se também nas longas tratativas com Israel para a restituição do Cenáculo, entendida como um possível gesto para com o Papa Francisco: “As surpresas não estão excluídas, afirmou, especialmente para um povo sensível às instâncias religiosas como o povo de Israel, um povo que entende a importância deste lugar para os cristãos, e para os católicos em particular”.


Um gesto como a restituição – explicou o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais – seria magnífico não somente porque seria um ato unilateral, mas sobretudo como gesto de correspondência ao amor que o Papa Francisco demonstra pelo povo hebraico, e que todos manifestamos pela fé de Abraão”.

Fonte:
Radio Vaticano 
VIA: Diário da Profecia

Papa e Obama dão versões diferentes sobre encontro

O presidente americano, Barack Obama, não obteve ontem um endosso mais firme de suas políticas em seu primeiro encontro com o papa Francisco, que é uma das personalidades mais populares nos EUA atualmente.

A Casa Branca e o Vaticano deram versões diferentes sobre a conversa reservada de 50 minutos entre os dois, na biblioteca privada do papa, no Vaticano.

Em entrevista em Roma, Obama disse que boa parte do encontro tratou de desigualdade de renda e da paz mundial. “Não falamos muito de assuntos sociais controversos”, afirmou.

Mas nota emitida pelo Vaticano afirma que o papa e o presidente americano discutiram “o exercício da liberdade religiosa, o direito à vida e a objeção de consciência”.

Os bispos americanos têm criticado o novo programa de saúde universal criado por Obama por obrigar que empregadores, inclusive religiosos, cubram os custos de anticoncepcionais de suas funcionárias. Organizações católicas entraram na Justiça contra o governo usando o mesmo termo do Vaticano, “objeção de consciência”.

A nota do Vaticano nem toca no assunto “desigualdade social”. Outros temas abordados, segundo o comunicado, foram reforma imigratória e combate ao tráfico humano.

Desde outubro, Obama tem citado o papa, mostrando a convergência entre ambos na “desigualdade de oportunidades”. Não se sabe se o papa aproveitou para criticar as posições favoráveis de Obama ao aborto e ao casamento gay.

“Sua Santidade é provavelmente a única pessoa do mundo que precisa aguentar mais protocolo do que eu”, brincou Obama.

Após o encontro, o presidente fez uma visita ao Coliseu, em Roma, que foi fechado aos turistas comuns para receber sua equipe. O passeio durou cerca de meia hora.

Analistas políticos acreditam que Obama buscava apoio de Francisco, hoje uma figura mais popular nos EUA que o próprio presidente.

Com exceção de alguns nomes da extrema-direita americana, como a ex-candidata republicana à vice-Presidência Sarah Palin e o radialista Rush Limbaugh, que chamaram o papa de “marxista”, democratas e republicanos igualmente têm uma opinião favorável ao argentino.


Fonte: Gazeta do Povo 
VIA: Diário da Profecia

terça-feira, 11 de março de 2014

Cardeal diz que papa pode reavaliar união civil entre pessoas do mesmo sexo


A matéria é da Folha de S. Paulo:


Papa pretende estudar uniões entre casais do mesmo sexo, diz cardeal


O papa Francisco pretende estudar as uniões entre casais homossexuais, disse o cardeal de Nova York, Timothy Dolan, neste domingo (9). A intenção, segundo Dolan, é entender os motivos que levaram alguns países a legalizar o matrimônio gay, como o Brasil e a França.

Durante entrevista ao programa "Meet the Press", da emissora de TV americana NBC, Dolan afirmou que Francisco não se posicionou em relação ao assunto, mas disse que "a Igreja deve buscar e ver as razões que levaram alguns Estados a aprovar uniões civis entre pessoas do mesmo sexo em vez de condená-las".

Em fevereiro, a Escócia aprovou por esmagadora maioria a autorização a casamentos entre pessoas do mesmo sexo, tornando-se assim o 17º país a dar luz verde a essa união, apesar da oposição de suas principais organizações religiosas.

No ano passado, além de Brasil e França, também aprovaram o casamento gay Inglaterra, País de Gales, Uruguai e Nova Zelândia.

Segundo Dolan, a união entre homem e mulher representa um elemento de construção da sociedade. "Se retirarmos o significado sagrado do casamento, temo que não só a Igreja sofra, temo que a cultura e a sociedade também sofram", disse.

O papa Francisco já havia afirmado na semana passada, em entrevista ao "Corriere della Sera", que é preciso analisar caso a caso as uniões civis para casais homossexuais, mas reiterou que "o casamento é entre um homem e uma mulher".

Não foi a primeira vez que o Pontífice comentou sobre o assunto. No ano passado, Francisco disse que a igreja não pode interferir espiritualmente nas vidas dos homossexuais, mesmo tendo o direito de manifestar suas opiniões.

Quando voltava à Itália da viagem ao Brasil em julho de 2013, para participar da Jornada Mundial da Juventude, o papa afirmou que os homossexuais "não devem ser discriminados e devem ser integrados na sociedade".

DOLAN

No ano passado, semanas após de retornar do Vaticano e participar do Conclave que elegeu o papa Francisco, o cardeal americano disse em dois talk shows que a Igreja Católica Romana poderia ser mais acolhedora com gays e lésbicas, apesar de sua oposição ao casamento do mesmo sexo.

Em entrevistas pré-gravadas com George Stephanopoulos para o programa da ABC "This Week" e Bob Schieffer, para a CBS, o cardeal Dolan, arcebispo de Nova York e uma das principais vozes da Igreja Católica nos Estados Unidos, não sugeriu qualquer mudança no ensinamento da Igreja.

Ele definiu o casamento como "um homem, uma mulher, para sempre, para trazer nova vida", mas ele disse ao Sr. Stephanopoulos que é preciso "fazer melhor para ver que a nossa defesa do casamento não se reduz a um ataque aos gays".

"E eu admito não ter sido muito bom nisso", disse o cardeal. "Precisamos ter certeza de que não somos anti-ninguém", acrescentou.

Stephanopoulos perguntou ao cardeal Dolan o que ele poderia dizer para gays e lésbicas que se sentiram excluídos da igreja. "Bem, a primeira coisa que eu diria a eles é: 'Eu amo você também. E Deus ama você. E vocês são feitos à imagem e semelhança de Deus. E nós queremos a sua felicidade", disse Dolan. 
 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Livros quebram silêncio e expõem papas metidos em bruxarias e assassinatos


ADRIANA CHAVES  colaboração para a Livraria da Folha
 
Casos recentes de pedofilia envolvendo padres voltaram a colocar o Vaticano no centro das atenções, mas as polêmicas e o silêncio acompanham a Igreja Católica há séculos.

Em
"O Mundo Secreto dos Papas", Eric Frattini consegue explicar de forma direta e em poucas palavras o conteúdo de enormes tratados que só estão ao alcance de estudiosos.

O autor utiliza um estilo com perguntas e respostas para revelar o mundo misterioso do Vaticano. 


Essas intervensões revelam de uma maneira didática, criativa e, por vezes, bem humorada, as histórias da maior instituição religiosa do mundo.

Revelando casos de São Pedro a Bento 16, a obra mostra a pessoas de qualquer credo o universo por trás da instituição.                                                                                                                                      
Conspirações, torturas e assassinatos
 
Outro livro que aborda o tema é
"A História Secreta dos Papas", com pontífices ligados a conspirações e episódios assustadores de bruxarias e até de assassinatos em mais de 2.000 anos de existência dessa instituição.

Apesar do tema árido, Ralph Lewis consegue conduzir o texto de forma divertida e curiosa e com belas ilustrações.

Entre as histórias sinistras está a do Sínodo do Cadáver, em que o bondoso -e já morto-papa Formoso foi desenterrado, julgado por seu sucessor, Estevão 7º, e jogado no rio Tibre. Já João 12º castrou um de seus cardeais, cegou outro e chegou a brindar ao demônio em um de seus bacanais. 

Detalhes da Inquisição, destacando o drama de algumas das mais célebres vítimas. É o caso de Galileu Galilei, que só conseguiu escapar da morte porque foi obrigado a negar publicamente seus ideais. 
 
Ainda assim, o cientista foi mantido em prisão domiciliar e morreu de forma deprimente.

Fontes:
Folha , Diário Link 
VIA: Nos dias de Noé

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Políticos argentinos estão tendo que "engolir" o papa



Artigo publicado no jornal Valor Econômico em 09/01/14:


Políticos na Argentina se curvam à agenda do papa

César Felício

Em nove meses de pontificado, o papa Francisco está conseguindo fazer na Argentina o que não obteve em seus 15 anos à frente da Arquidiocese de Buenos Aires: aumentar a influência da Igreja na política e na sociedade. A Igreja chefiada Jorge Mario Bergoglio fez com que a oposição e o governo da presidente Cristina Kirchner alterassem sua agenda e colocassem, por exemplo, o combate ao narcotráfico como prioridade.

Há três semanas, quatro presidenciáveis oposicionistas assinaram um compromisso de adotar a recomendação da Conferência Episcopal Argentina (CEA) para a questão. Se comprometeram Sergio Massa (Frente Renovadora); Ernesto Sanz (União Cívica Radical), Hermes Binner (Partido Socialista) e Mauricio Macri (PRO). Na plataforma que subscreveram consta "desalentar o consumo de drogas" e regulamentar a legislação que coíbe a venda de produtos químicos usados na produção de drogas sintéticas e na transformação da pasta base em cocaína.

O governo já havia se alinhado antes. Em novembro, os bispos argentinos divulgaram um duro comunicado levantando a suspeita de conivência da administração pública com "grupos mafiosos" e cobrando a nomeação de um titular para a Sedronar, órgão federal de combate ao narcotráfico.

Dias depois, Cristina nomeou para o cargo o padre salesiano Juan Carlos Molina, confessor de sua cunhada, a ministra do Desenvolvimento Social, Alicia Kirchner. Os bispos reconheceram o gesto, mas soltaram um nota afirmando que Molina não assumia "nem em nome, nem em representação da Igreja Católica".

No Congresso, a Igreja foi capaz de alterar o polêmico projeto do novo Código Civil, já aprovado pelo Senado e que deve ir à Câmara em março. Líderes do Executivo e do Legislativo colocaram Roma em seu roteiro obrigatório de consultas políticas. Entre as mudanças, estão o reconhecimento como pessoa humana de embriões produzidos por reprodução assistida e a retirada da regulamentação da gravidez de "barriga de aluguel".

"Muita coisa mudou. O papa deu uma visão mais positiva da instituição e as forças políticas procuram legitimar-se associando-se a ele. A hierarquia católica ganhou poder de articulação", disse o economista Alejandro Nasif Salum, representante dos militantes por direitos de homossexuais dentro da Coalizão Argentina pelo Estado Laico (Cael), o enfraquecido grupo de pressão que impulsiona a aprovação do novo código.

O aumento da força política do catolicismo partiu de uma base institucional sólida. Embora Bergoglio tenha sido derrotado em questões como a aprovação do casamento entre gays, em 2010, a lei que regulamenta a mudança de sexo e a permissão do aborto em casos de estupro e má-formação do feto, entre 2011 e 2012, a Igreja Católica ainda desfruta de uma posição legal privilegiada, garantida desde o surgimento do país.

É a única confissão religiosa considerada pessoa jurídica de direito público, o que lhe garante, entre outras coisas, não ter bens sujeitos a embargo judicial e nem se sujeitar aos limites à propriedade de rádios e TV impostos pela lei de mídia de 2009.

Pelo artigo 2º da Constituição argentina, o governo é obrigado "a sustentar o culto apostólico romano", o que se traduz na ajuda pública para o pagamento de salários de parte do clero, despesas com viagens e com eventos. No Orçamento de 2013, estava previsto o custeio de 131 bispos, 640 sacerdotes e 1.600 seminaristas. O Ministério de Relações Exteriores e Culto previa gastar com o sustento da Igreja Católica 62,8 milhões de pesos argentinos, o equivalente a cerca de US$ 12 milhões, pela cotação média do ano passado.

Na Casa Rosada, a equação de forças mudou quando, em 20 de novembro, Cristina nomeou o governador do Chaco, Jorge Capitanich, como ministro-chefe de Gabinete, cargo similar ao de ministro da Casa Civil no Brasil. Capitanich é conhecido por sua ótima relação com a hierarquia católica.

No mês passado, em meio a uma onda de saques no interior do país associados à motins das forças policiais regionais, Cristina recebeu na residência oficial de Olivos a cúpula da Igreja Católica. A presidente argentina, que desde sua operação no cérebro em 5 de outubro só apareceu em público duas vezes, não procurou nesse momento uma aproximação apenas com o clero comandado por Bergoglio: também se encontrou com a entidade que representa a religião judaica (Daia) e a Federação das Igrejas Evangélicas da Argentina. 
 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

No embalo do papa, patriarca de Constantinopla quer acelerar reformas entre ortodoxos

Matéria publicada no IHU:

Patriarca de Constantinopla convoca reunião sem precedentes


Com um movimento que surpreendeu a todos, o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I (foto), convocou a todos os primazes das Igrejas ortodoxas para uma reunião marcada para março deste ano, na sede patriarcal do Corno de Ouro (Istambul). Nela serão estabelecidos o cronograma e as práticas do trabalho da comissão organizadora que está preparando o Sínodo, previsto para 2015. O informe do encontro se deu via artigo assinado por Nat da Polis e publicado pela agência AsiaNews que, de maneira informal, também aborda o plano de fundo que inspira tal iniciativa patriarcal: trata-se de “uma tentativa de sair de uma marginalidade, decorrente de uma mentalidade provincial que tem caracterizado as igrejas ortodoxas na idade moderna”, assim como o “nacionalismo” que tem marcado a fisionomia de tantas igrejas ortodoxas no último século. Constantinopla, de acordo com a convocatória, quer lembrar às outras igrejas ortodoxas que não se pode enfrentar os desafios colocados pela globalização sem ações conjuntas.

A reportagem é de Gianni Valente, publicada por Vatican Insider, 07-01-2014. A tradução é do Cepat.

Pisando no acelerador do “Santo e Grande Concílio”, Bartolomeu também aponta para a necessidade de reafirmar o papel do Primus inter pares entre os patriarcas ortodoxos. Há décadas a ortodoxia esforça-se, e com urgência, para dar vida a uma igreja que possa enfrentar os problemas relativos à presença ortodoxa na época atual. Ao lado do Patriarca ecumênico, está o Metropolita de Pérgano, Ioannis Zizioulas, considerado por muitos como o maior teólogo cristão vivo. Zizioulas há tempos aponta para os riscos de uma “intervenção” do mundo ortodoxo. Para ele, a ortodoxia tem a necessidade de viver uma experiência sinodal de um grande respiro, comparável a que os católicos vêm tendo com o Concílio Vaticano II, caso não queiram se fechar em guetos de auto-marginalização. 
 
Em seu livro “Ortodoxia e o Mundo moderno”, Zizoulas escreve que o maior perigo para a Ortodoxia, assim como para todo o mundo cristão, “não é o ateísmo, o poder secular ou seus muitos inimigos”, mas “a fuga da realidade histórica e a busca contínua da sua identidade própria fixada apenas no passado”, particularmente cultivada entre homens da Igreja tomados por uma “autocomplacência narcisista que leva a contraposições estéreis”. Palavras que convocam, especialmente, para os apelos sobre os perigos de uma igreja “auto-referêncial”, como já disse mais de uma vez o Papa Francisco.

De fato, as palavras e atitudes do atual bispo de Roma parecem ter tomado um efeito dominó no campo ortodoxo. O Patriarca ecumênico Bartolomeu reuniu as possibilidades, abertas em âmbito ecumênico, com o início do novo Pontificado. Sua presença na missa inaugural do ministério petrino de Francisco e o encontro, anunciado para o próximo mês de maio, entre os sucessores dos irmãos apostólicos Pedro e André em Jerusalém, indicam o princípio de um caminho que está se iniciando, mas cujo desenvolvimento ainda é inimaginável. Todavia o “modus operandi” do Papa argentino também tem saltado aos olhos da Ortodoxia matriz moscovita, com suas iniciativas inéditas.
 
O sinal da cruz e o abraço que Vladimir Putin e o Papa deram juntos a imagem da Madona de Vladimir, importante símbolo religioso da fé ortodoxa russa, quando o presidente russo visitou o Vaticano, ficaram marcados no imaginário coletivo dos russos ortodoxos. Por outro lado, os homens fortes do Patriarcado de Moscou – incluindo Hilarion di Volokolamsk, que também foi recebido pelo Papa Francisco – reforçaram sua preferência por um diálogo que privilegia um terreno comum de defesa dos valores morais e cristãos pelas comunidas do Oriente Médio que sofrem, ao invés de apontar para a questão da dissolução do “nó teológico” representado pelo ministério petrino.
 
No final de dezembro, o Sínodo da Igreja ortodoxa russa insiste em seu “não” ao documento de Ravenna, o texto de trabalho produzido pela Comissão Mista para o Diálogo Teológico entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas, em que buscava-se desenhar uma doutrina teológica do Primato que também fosse “sustentável” para os ortodoxos.

A relação com o Papa Francisco é tomada como catalisadoras das iniciativas nunca concluídas, no âmbito ortodoxo, entre Moscou e Constantinopla. Mas o que também pode fazer emergir outras contradições que nascem no seio da Ortodoxia. A imagem do pastor esquecido de si mesmo e cheio de paixão apostólica, oferecida por Bergoglio, abre uma brecha para a simpatia frente aos fiéis ortodoxos.
 
E surgem, inevitavelmente, as comparações com outro clero, o das igrejas ortodoxas, nas quais, muitos de seus representantes alegram-se em ter uma nomenclatura privilegiada. Nestes dias, após os escândalos dos eclesiásticos que causaram vítimas por sua condução errônea, foi criada na Rússia uma polêmica contra o suposto “lobby gay” que opera dentro do Patriarcado do Moscou, denunciado pelo prótodiacono-blogger Andrei Kuraev. Uma história que pode ter resultados imprevisíveis. 
 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Papa Francisco é escolhido como “Personalidade do Ano” pela maior revista gay do mundo

Julio Severo
Os elogios não param de bater à porta do Papa Francisco, que foi nomeado como “Personalidade do Ano” pela The Advocate, a maior revista homossexual do mundo.
É a segunda grande homenagem que o papa recebeu em uma semana. Em 11 de dezembro, o papa foi nomeado como “Personalidade do Ano” pela Time, a mais importante revista esquerdista dos EUA.
A capa da The Advocate destaca a famosa declaração do papa, feita durante entrevista em junho: “Se uma pessoa é gay e busca a Deus com boa vontade, quem sou eu para julgar?”
“A profunda mudança do Papa Francisco em retórica com relação aos seus dois predecessores… faz do que ele tem feito em 2013 ainda mais audaz,” os editores da The Advocate escreveram, comentando que João Paulo II e Bento 16 haviam sido colocados na lista dos merecedores dos “Prêmios de Fobia” da revista por posturas contra a homossexualidade durante seus papados.
Por “posturas contra a homossexualidade,” The Advocate também entende a mera atitude de ajudar alguém que não quer mais ser homossexual. Dois anos atrás, essa revista gay me atacou pela minha postura de apoiar Lisa Miller, uma mulher que se converteu a Cristo, deixou o lesbianismo e hoje é fugitiva da “justiça” americana que quer entregar a filha biológica dela à sua ex-parceira lésbica, que nunca se converteu e está determinada, mesmo sem nenhuma ligação biológica, a tirar a menina de Lisa.
Fui atacado apenas por defender mãe e filha.
Por que então The Advocate, em vez de atacar, colocou o papa no pedestal? Pelo mesmo motivo que Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, o elogia. Pelo mesmo motivo que a Esquerda evangélica o vê com bons olhos. Essa Esquerda disse: “O papa Francisco é promessa de dias melhores.”
Toda a Esquerda está percebendo isso. O papa Francisco é promessa de dias melhores — para a Esquerda católica, evangélica, secular, homossexual, etc.
Nesse espírito, as grandes revistas, jornais e canais de TV dos EUA destacaram, com aprovação, a nomeação do papa à posição de “Personalidade do Ano” na maior revista gay do mundo.
A homenagem ao papa foi destaque também em A Capa, o maior site gay do Brasil.
Com informações de The Advocate, USAToday e A Capa.
Fonte: Julio Severo

domingo, 15 de dezembro de 2013

Papa Francisco garante que não é marxista, mas que não se ofende com o termo

Papa Francisco
 
O papa Francisco assegurou que não é marxista, mas ressaltou que não se sente ofendido quando o chamam assim, em entrevista publicada neste domingo pelo jornal italiano "La Stampa" na qual mostra sua preocupação com "a tragédia da fome no mundo".
 
"A ideologia marxista está equivocada, mas em minha vida conheci muitos marxistas que eram boas pessoas, por isso não me sinto ofendido", declarou o bispo de Roma.
 
Trata-se de uma entrevista centrada no Natal, o primeiro do argentino Jorge Bergoglio como papa, na qual reflete também sobre assuntos como a fome no mundo, o diálogo com outras religiões e a economia.

Nela Francisco reafirma que a mulher na Igreja tem que ser "valorizada" e insiste que a reforma do IOR, o banco vaticano, "vai pelo caminho justo", apoiando-se nos últimos relatórios positivos do Moneyval, o mecanismo de controle financeiro do Conselho da Europa.

Mas, para o papa, a maior preocupação é "a tragédia da fome no mundo" que, em sua opinião, tem solução com a cooperação de todos".

Neste sentido, Francisco garantiu que com os alimentos desperdiçados a cada dia seria possível dar de comer a muitíssimas pessoas e fazer com que as crianças que choram de fome deixem de fazê-lo.

"No mundo temos suficiente comida para acabar com a fome. Se trabalhamos com associações humanitárias e nos pomos de acordo em não desperdiçar comida, fazendo chegar comida a quem necessita, teremos contribuído para resolver a tragédia da fome no mundo", propôs durante a entrevista.

Além disso, o bispo de Roma volta a falar da economia, que tanto criticou durante estes primeiros meses de pontificado e que, segundo sua opinião, "mata".

"Quando falo de economia não falo do ponto de vista técnico. Havia a promessa que, quando o copo transbordasse, os pobres se favoreceriam, mas acontece frequentemente que, quando o copo está cheio, de repente fica maior e seu conteúdo nunca chega aos mais necessitados", lamentou.

O próximo Natal é o primeiro que Francisco passará como sucessor do apóstolo Pedro e, durante a entrevista, declarou que na noite de 24 de dezembro pensa nos cristãos da Terra Santa que não podem professar sua fé.
 
"O Natal sempre me faz pensar em Belém, um ponto preciso na Terra Santa onde viveu Jesus. Na noite do dia 24 de dezembro penso principalmente nos cristãos que vivem ali e que têm dificuldades pelas quais tiveram que deixar aquela terra. Mas Belém continua sendo Belém", assegurou.

Em seguida, o papa revelou que "estão trabalhando em sua próxima viagem à Terra Santa" para seguir com "a era das viagens papais" iniciada com Paulo VI em 1964 e cita como sua principal prioridade o diálogo com outras religiões.

"Para mim o ecumenismo é prioritário. Hoje existe o ecumenismo de sangue e aqueles que matam cristãos não pedem a carteira de identidade para saber em que igreja foi batizado. Te matam porque levas uma cruz", concluiu o pontífice. EFE.

Fonte: Yahoo! Brasil

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Putin beija imagem mas não convida Papa a ir à Rússia



Apesar das aparentes aproximações aqui e ali, continuam geladas como sempre as relações entre católicos e ortodoxos russos, segundo noticiou o Estadão dia 25/11/13:


Putin demonstra sua fé em encontro com o Papa


O presidente da Rússia, Vladimir Putin, mostrou seu lado religioso durante visita ao Vaticano ao beijar imagem da Virgem Maria, presente do líder para o papa Francisco. Entretanto, a melhora das relações entre Moscou e o Vaticano não foi muito longe. Putin não convidou o papa Francisco para visitar a Rússia.

O Vaticano informou que as relações ecumênicas entre as igrejas Católica e Ortodoxa não foram discutidas durante o encontro de 35 minutos entre Putin e o papa na biblioteca privada do líder religioso.

No encontro de Putin com o papa e depois com diplomatas importantes do Vaticano, o foco ficou concentrado na Síria e no papel do cristianismo na sociedade.

Putin agradeceu o papa pela carta enviada em setembro para a reunião do G-20 em São Petersburgo, na qual o papa pede que os líderes mundiais abandonem a "busca inútil" por uma solução militar para o caso da Síria e lamentou que interesses de apenas um lado tenham impedido um fim diplomático para o conflito.

O papa Francisco presenteou Putin com um desenho dos jardins do Vaticano feito em mosaico e o líder russo retribuiu o presente com uma imagem da Madona de Vladimir, importante símbolo religioso da fé ortodoxa russa.


Após a troca de presentes, Putin perguntou ao papa se ele havia gostado do presente, e Francisco respondeu que sim. Putin então fez o sinal da cruz e beijou a imagem, seguido pelo papa Francisco. 
 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Poder econômico da ‘Ndrangheta - o braço mafioso que ameaçou o Papa de morte.

    
[Imagem: ndrangheta1.png?w=862]


A Mafia é uma ameaça para toda a Europa, e não só para alguns países. A votação de quarta-feira, no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, estabelece a necessidade de contraste, como exigido no relatório da Comissão Europeia antimafia.
 
A ‘Ndrangheta é uma das mafias mais poderosas do mundo e a sua riqueza é, neste momento, uma grave ameaça para a democracia. Depois de uma breve análise, falamos com o maior especialista nesta área, o procurador-adjunto Nicola Gratteri, em Reggio Calabria.

Os assassinatos de Duisburgo, na Alemanha, a 15 de agosto de 2007, não só evidenciaram a violência da ‘Ndrangheta, como também deixaram a descoberto a implantação do crime organizado calabrês fora das fronteiras italianas.
 
Perto de uma pizzaria desta cidade alemã, seis italianos foram abatidos num ajuste de contas entre clãs de San Luca, os Pelle-Votari e os Nirta-Strangio.

Para gerir a investigação, criou-se uma unidade especial italo-alemã, que conseguiu prender, em San Luca, os assassinos e os cúmplices.

Subestimada e considerada, durante muito tempo, uma organização rural, muito menos importante do que a Mafia siciliana, a ‘Ndrangheta ou “Onorata Società” fortaleceu-se e passou a ser uma ameaça global.

Da Calabria original, no sul de Itália, conseguiu estender os tentáculos a outros países, aproveitando-se das comunidades de italianos emigrantes para criar bases no estrangeiro.

Atualmente, a ‘Ndrangheta opera na Europa, na Alemanha, na Espanha, na Holanda, na França, na Bélgica e na Suíça. Também chegou ao Canadá, aos Estados Unidos e à Colômbia, tendo ainda ramificações na Austrália.

Numa das operações anti-droga descobriu-se o seu alcance e potencial. Realizada simultaneamente, em setembro de 2008, na Itália, nos Estados Unidos e na América Latina, saldou-se em 200 detenções e a apreensão de 57 milhões de dólares e mais de 16 toneladas de cocaína.

O narcotráfico é o seu principal negócio. Especialmente o de cocaína.

Dos 44 mil milhões(44 Bilhões) de euros que a ‘Ndrangheta encaixa anualmente, 62% é produto da venda de cocaína.

Mas a ‘Ndrangheta também acedeu à economia legal. Um dos setores em que está presente é o da gestão de resíduos, que oferece importantes lucros com baixo risco. A organização tem uma enorme capacidade para corromper e beneficiar de fundos públicos.

Também investe no setor imobiliário, útil para a lavagem de dinheiro. No entanto, a este nível as autoridades podem recorrer à confiscação de bens, o que se está a tornar menos atraente.

Nicola Gratteri, procurador-adjunto em Reggio di Calabria, e o maior especialista em ‘Ndrangheta, alerta para o perigo que representa esta organização para a democracia em geral.


[Imagem: 600x338_2210-italy-business-mafia.jpg]


Michela Monti – O senhor vive na Calábria sob escolta, desde 1989, e dedicou a vida a esta luta, porquê? Nicola Gratteri – Quando eu era pequeno, quando andava na escola e apanhava boleia, várias vezes vi mortos caídos por terra, havia cenas de muita violência em frente da escola. Eu respirei aquele odor pestilento e a tristesa dos mafiosos da ‘Ndrangheta.
euronews – Como se pode explicar o que é a quem ignora?

NG – Atualmente é muito mais difícil lutar contra o crime organizado, porque os mafiosos lograram chegar aos altos cargos públicos, ao mundo dos negócios, a toda a economia. Quando os meus colegas dizem que estamos a derrotar a Mafia, que a Mafia está com problemas, eu peço-lhes para se calarem, para o feitiço não se virar contra o feiticeiro.

euronews – A ‘Ndrangheta controla o tráfico de cocaína na Europa. Pode quantificar-se o seu poder económico?

NG – Hoje, adquire-se cocaína com uma pureza de 98% na Colômbia ou na Bolívia, a 1000 euros o quilo, e depois corta-se até obter uns quatro quilos e meio, para se venderem nas ruas de Europa a 50 euros por grama. Não há nenhuma atividade, lícita ou ilícita, que seja mais rentável.

Depois, todo esse dinheiro é investido desde Roma até à zona mais rica da Europa, na Alemanha, na Bélgica, na Holanda, especialmente no setor imobiliário.

Quando, em qualquer rua de Europa, a ‘Ndrangheta compra um hotel, um restaurante, uma pizzaria, a organização zela para não acontecer nada nessa rua, por duas razões: para não suscitar a curiosidade da polícia e, porque se algo ocorrer, o bem pode desvalorizar.

Por isso a opinião pública não sabe nada, vê apenas que é uma rua ou uma cidade tranquila e que tudo corre bem, mas não é verdade.

euronews – Porque acha que a lavagem de dinheiro é uma ameaça para a democracia?

NG – E se essa gente, que já está a comprar no setor imobiliário e a investir no setor serviços, começa também a comprar, ou já tem, jornais e canais de televisão?

É óbvio que esses meios de comunicação podem influir no modo de pensar, na cultura ou na ideologia das pessoas. Pode haver manipulação mafiosa sem que o público se dê conta.

Por exemplo, sobre a especulação imobiliária, podem bombardear a população com mensagens que sirvam os seus interesses, mesmo através de uma televisão local ou um jornal. Este é o tipo de manipulação da informação que a Mafia faz.
Fonte: http://pt.euronews.com/2013/10/22/poder-...-imprensa/ 
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial                                   


"Vence quem passa por essa vida rindo. E se o preço que se paga por ser um pouco feliz é ser um pouco idiota, dane-se." [Tati Bernardi]

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Bento XVI, Acusado de participar de assassinato de uma menina na Holanda em 1987

[Imagem: josef-ratzinger-pope-benedicT-EMERITUS.jpg]


Políticos italianos concordaram em trabalhar com a ITCCS, em uma ação de direito comum contra o deposto Papa Bento XVI, Joseph Ratzinger.

A ação veio depois de uma nova testemunha confirmar o envolvimento de Ratzinger em um ritual de sacrifício de crianças na Holanda , em agosto de 1987.

"Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina em um castelo francês , no outono de 1987 ", afirmou a testemunha, que participou regularmente no ritual de tortura e assassinato de crianças .

"Era feio e horrível, e isso não aconteceu apenas uma vez. Ratzinger muitas vezes participou . Ele e Dutch (cardeal católico) Alfrink ( Bilderberger fundador ) e Príncipe Bernhard foram alguns dos homens mais proeminentes que participaram . "

Esta nova testemunha confirma o relato de Toos Nijenhuis , uma mulher holandesa que veio a público em 08 de maio como testemunha ocular de crimes semelhantes envolvendo Ratzinger, Alfrink e Bernhard .

Logo após ter deixado o papado no dia 11 de fevereiro, Joseph Ratzinger foi condenado por crimes contra a humanidade em 25 de fevereiro de 2013 pelo Tribunal com sede em Bruxelas o Direito Internacional Comum de Justiça emitiu de prisão contra ele. Desde então, ele tem fugido da prisão no Vaticano sob um decreto do atual Papa Francisco .

O surgimento desta nova evidência de cumplicidade no assassinato de crianças levou um grupo de políticos italianos a concordar em trabalhar com as ITCCS para enfrentar o papado com um caso contra o atual Papa Francisco , Jorge Bergoglio , por causa de seu acolhimento a Ratzinger e sua própria cumplicidade em crimes de guerra. Os políticos estam em negociações fechadas com representantes do ITCCS desde 22 de setembro.

" Nós estamos olhando para a revisão de não abolir Tratado de Latrão do nosso país com o Vaticano , cujas ações estão abrigando estupradores de crianças, e certamente atendem à definição de uma organização criminosa transnacional no âmbito do direito internacional ", afirmou um porta-voz de um dos políticos.

Em resposta, durante a mesma semana de 7 de outubro , quando essas novas alegações vieram à tona, o Vaticano iniciou uma série de ataques contra grupos do ITCCS na Europa envolvidos em documentar o envolvimento da Igreja em rituais de assassinatos contra crianças.

Agentes pagos sabotaram o ITCCS em trabalhos na Holanda e na Irlanda, e no dia 14 de Outubro o site principal do ITCCS foi destruido.

Fontes políticas em Roma , revelaram que esses ataques foram pagos e coordenados pelo Escritório da agência de espionagem do Vaticano conhecida como a " Santa Aliança ". As fontes também envolveram os agentes do Núncio Apostólico na Holanda , o arcebispo André Dupuy , que fez o contato direto com dois dos sabotadores ", Mel e Richard Ve " , e com o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, que também pagou suborno para atrapalhar os trabalhos do ITCCS na Irlanda.

"Obviamente, o Vaticano está em pânico . Este é um bom sinal ", comentou hoje de Nova York o Secretário Kevin Annett do ITCCS.

" A maré política mudou contra a igreja , e não é mais possível para os assassinos de crianças em trajes que se escondem atrás do Tratado de Latrão. E em sua agonia, a hierarquia da Igreja está usando seus métodos usuais de mentiras e desinformação a mudar o foco de sua própria culpa criminal. "

Em resposta a essa descoberta e os renovados ataques a seu trabalho , a Direção Central do ITCCS em Bruxelas fez hoje o seguinte anúncio para mídia mundial e para suas afiliadas nos vinte e seis países:

1 . No mês de novembro , a nossa rede vai convocar uma conferência de imprensa mundial em Roma, com políticos italianos para anunciar uma nova fase da nossa campanha para desestabilizar o poder secular do Vaticano. Esta campanha irá incluir o lançamento de uma nova ação judicial de direito comum contra a atual Papa Francisco e seus agentes por cumplicidade em crimes contra a humanidade e assassinato de crianças em rituais.

2 . Para salvaguardar esses esforços, nosso Web site principal em http://www.itccs.org foi restaurado e protegido com novos recursos de segurança . Além disso, a partir de agora , todas as seções ITCCS irá operar sob uma Carta oficial, que todos os membros devem assinar e jurar . Uma cópia desta carta será afixada no itccs.org e distribuído para todas as nossas seções.

3. A título de informação , o nosso site na televisão ex- http://www.itccs.tv foi comprometido e apreendidos pelos agentes pagos conhecidos pelos apelidos " Mel e Richard Ve " , que estão agindo em oposição deliberada aos ITCCS para denegrir o nosso trabalho e para o bem nome de Kevin Annett , nosso Secretário. Nem " Mel e Richard Ve ", nem o site itccs.tv é parceiro nem de qualquer forma representam os ITCCS .

4 . Jorge Bergoglio (Papa Francisco ) e outras autoridades do Vaticano estão agora sob investigação criminal por crimes hediondos que envolvem o tráfico , tortura e assassinato de crianças . Aconselhamos todas as pessoas a abster-se de ajudar Bergoglio e seus agentes , sob pena de condenação sumária por participar de uma conspiração criminosa comprovado que emana da Curia e do Gabinete do Romano Pontífice.

Esta declaração foi emitida em 28 de outubro de 2013 pela Direção Central do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado , em Bruxelas , na Bélgica.

Fonte:
- Blog Em Nome da Verdade: Papa Bento XVI, estaria envolvido no sacrificio de crianças na França!
- “I saw Joseph Ratzinger murder a little girl”: Eyewitness to a 1987 ritual sacrifice confirms account of Toos Nijenhuis of Holland

Nota: alguns sites informam que este ITCCS é na verdade um site de um homem só, chamado Kevin D. Annett do Canada. Neste topico do Above Top Secret ele é bastante criticado e muitos o desacreditam totalmente, que ele teria se aproveitado de tribos indígenas fazendo falsas promessas de ressarcimentos. Outros dizem que o video onde uma suposta testemunha seria bastante crível. Este outro tópico da ATS e exclusivamente sobre o ITCCS: Some Things to Know About ITCCS

Deixo aqui para verem, pesquisarem e possivelmente refutarem a informação. Não tenho a menor intenção de fazer falsas acusações ou fazer criticas a religião católica. Tambem nao postei no sub-forum religião pelo tópico não ter enfoque religioso, então agradeço se mantiverem as respostas nesta mesma forma.
            

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Papa Francisco recebe o presidente do Banco Mundial

O papa Francisco, chamado de "pontífice dos pobres", recebeu nesta segunda-feira o presidente do Banco Mundial, o americano Jim Yong Kim, com o qual deseja combater a fome no mundo.

"O que o papa prega contra a pobreza e a favor da inclusão é o mesmo que nós pedimos", disse Kim à imprensa ao fim da audiência.

"Conversamos sobre trabalhar juntos, encontrar caminhos para estimular um movimento social a favor do progresso", disse.

Kim, que trabalhou muitos anos na América Latina e conversou com o papa em espanhol, destacou que o argentino Francisco se tornou uma voz poderosa dos pobres no mundo desde que foi eleito pontífice em março.

"Sua liderança e participação no movimento global para acabar com a fome no mundo é extremamente eficaz", disse.

"Francisco é um grande defensor desta causa".

Kim conversou por 25 minutos com o papa em seu gabinete privado no palácio apostólico.

Desde sua eleição, Francisco pediu em várias ocasiões uma distribuição melhor dos recursos econômicos e denunciou o "capitalismo selvagem", que aumentou a desigualdade entre ricos e pobres.

Ao exigir que a igreja respeite os princípios de sobriedade e simplicidade, o papa virou um símbolo mundial.

Kim, de origem sul-coreana, comanda o Banco Mundial há um ano. A instituição estabeleceu como prioridade reduzir até 2030 o percentual de pessoas que vivem com menos de 1,25 dólar ao dia.
Fonte - Folha
Via: Diário da Profecia

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Papa suspende bispo que torrou 2,9 milhões de euros numa capelinha na Alemanha

A casinha do bispo com a capela de 2,9 milhões de euros no meio

Veja o lado bom (pra eles) de montar uma igreja "evangélica" em que o sujeito é o líder, o "bispo" ou "apóstolo" manda-chuva dos fiéis que o seguem: não tem ninguém acima dele para investigá-lo, suspendê-lo ou demiti-lo. Moleza, né não?

Apesar da hierarquia católica, é nessa vida boa que vivia até outro dia o bispo Franz-Peter Tebartz-van Elst, da diocese de Limburg, na Alemanha, circunscrição eclesiástica que jurisdiciona a riquíssima Frankfurt.
 
Vivia... porque o papa Francisco não se conformou com o bispo esbanjador torrando os euros da paróquia e dos contribuintes alemães.

Sim, em terras germânicas os cidadãos pagam um tributo ao governo que, depois, é repassado às diferentes denominações que existem por lá.

Só no ano passado, 2012, os católicos receberam 5,2 bilhões de euros e os protestantes 4,6 bilhões dos cofres públicos alemães.

Imagine a hora em que certos obreiros evangélicos que estão no campo missionário mais carente do mundo, Boca Raton, na Florida (EUA), descobrirem essa mina de ouro na Alemanha?

Vai ser uma debandada geral...

"Olha os gastos lá..."
Com esse rio de dinheiro na porta de casa, o bispo Tebartz-van Elst resolveu fazer uma reforminha no palácio episcopal dele, um puxadinho aqui, outro acolá, e com a torrente de euros assim tão à mão, ele nem reparou que lá se foram 31 milhões deles (cerca de 90 milhões de reais) para deixar a choupana à sua feição.

Dinheiro de pinga...

Pinga euro aqui, pinga euro ali, e o que é uma banheira de 15 mil euros pra dar uma relaxadinha? Uma mesa de reunião por meros 25 mil euros? Bota lá!

A cereja do bolo episcopal, entretanto, foi a capelinha privada para o bispo, que custou 2,9 milhões de euros para ele dar uma rezadinha de vez em quando.

Afinal, como se trata de um palácio religioso, não devia ter assim nenhum genuflexório estofado disponível num dos "trocentos" cômodos por lá para ele utilizar, não é mesmo?

Também seria muito incômodo para o bispo andar uns 50 metros para ir até a catedral de Limburg que fica logo ali na frente.
Nada como uma capelinha dourada para resolver esse problemão.

"ô trem bão, sô!"
É por essas e por outras que o papa Francisco não teve dúvidas: convocou o bispo para um tête-à-tête em Roma, passou-lhe o sabão em privado, e dois dias depois anunciou oficialmente a suspensão do prelado alemão.

Afinal, o papa argentino tem frisado constantemente que quer uma igreja pobre para os pobres, ou que pelo menos seja mais comedida nos seus gastos e, sobretudo, evite qualquer ostentação.

A nota oficial do Vaticano, divulgada ontem, 23/10/13, informa - diplomaticamente - que é "apropriado dar um tempo de dispensa da diocese" ao bispo perdulário, e que "foi criada uma situação na qual o bispo não tem mais condições de conduzir suas tarefas episcopais".

O papa também designou uma comissão especial para investigar mais a fundo os gastos da diocese de Limburg.

Quanto ao nababesco bispo Franz-Peter Tebartz-van Elst, não se sabe que destino ele terá, mas como ele é um garotão de 53 anos de idade, bem que podia tentar a carreira de designer de interiores (no popular, "decorador") para as mansões de certos "bispos" e "apóstolos" brasileiros que podem torrar o dinheiro dos fiéis à vontade aqui ou em Boca Raton, né não?

A fonte das informações acima é a BBC Brasil.
 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Papa prepara “uma reviravolta” na Igreja

Teólogo Anselmo Borges leu na entrevista de Francisco o prenúncio de uma Igreja “menos legalista e moralista”.
 
Francisco deu a sua primeira grande entrevista ao fim de seis meses de papado
Reuters 
 
Uma “reviravolta na Igreja” é como o teólogo Anselmo Borges classifica a entrevista do Papa Francisco divulgada na quinta-feira por várias revistas jesuítas, incluindo a portuguesa Broteria.
 
“O Papa quer recentrar a Igreja no Evangelho. O que ele diz na entrevista é que, antes da religião, está esta busca pela justiça e pela felicidade das pessoas”, sublinhou o teólogo, aplaudindo de pé a crítica que o novo Papa faz ao “moralismo” e ao “legalismo” reinantes entre os membros da Igreja.

“Ele diz que o edifício moral da Igreja corre o risco de cair como um castelo de cartas, ou seja, a Igreja não pode continuar obcecada por temas como o sexo, não pode estar constantemente centrada nisso.”

Dando provas de uma postura inédita, Francisco faz questão de recusar para si e para a Igreja o papel de juízes relativamente a comportamentos e práticas como a homossexualidade e o aborto. “Se uma pessoa homossexual é de boa vontade e está à procura de Deus, eu não sou ninguém para julgá-la […].

A religião tem o direito de exprimir a própria opinião para serviço das pessoas, mas Deus, na criação, tornou-nos livres: a ingerência espiritual na vida pessoal não é possível”, afirmou o Papa, apelando a uma postura mais compassiva, até porque “o confessionário não é uma sala de tortura, mas lugar de misericórdia”.

Depois de ter lido estas linhas, Anselmo Borges vê a defesa de uma Igreja “mais compassiva e menos julgadora”, capaz de abarcar “as pessoas feridas no sentido moral em vez de as excluir”. O que o teólogo não viu foi uma clarificação sobre se a Igreja “aceita ou não o exercício da homossexualidade” nas mesmas condições da heterossexualidade.

“Acho que ele não se pronunciou claramente sobre isso, pelo menos não do mesmo modo que defendeu recentemente a integração plena dos divorciados recasados, no sentido de eles poderem comungar como todos os outros”, conclui Anselmo Borges.

Fonte: Público PT

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Homem que tentou matar João Paulo II diz que ordem partiu do Vaticano

Mehmet Ali Agca, autor do atentado contra o papa João Paulo II, a 13 de Maio de 1981, acusou, hoje, terça-feira, o Vaticano de ter estado por detrás do crime.



João Paulo II foi atingido por três tiros, a 13 de Maio de 1981
 
Ali Agca culpou o secretário de Estado do Vaticano, Agustino Casaroli, como a pessoa que supostamente arquitectou o assassinato do papa.

"Definitivamente, o Governo do Vaticano esteve por detrás da intenção de assassinar o papa. O cardeal Agustino Casaroli, o número dois do Vaticano, decidiu assim", disse Ali Agca, em declarações exclusivas à televisão pública turca TRT.

João Paulo II foi atingido com gravidade por três tiros, quando viajava num veículo aberto, na Praça de S. Pedro, no Vaticano, a 13 de Maio de 1981.

A ordem de execução terá chegado através de um agente do Vaticano, identificado por Agca como "padre Michele", disse. "Pratiquei várias técnicas de ataque com o padre Michele e com outro agente do Vaticano. Reuni-me muitas vezes com ele e fomos até à praça de S. Pedro para planear o atentado", contou.

Ali Agca explicou, ainda, que durante o encontro que teve com João Paulo II, em Dezembro de 1983, o papa não o questionou sobre a autoria do atentado, porque o chefe da igreja católica "sabia muito bem que o Vaticano estava por detrás".

Agca tem 52 anos e esteve preso numa prisão italiana durante 19 anos e 10 anos numa cadeia turca, de onde foi libertado em Janeiro deste ano.

Referência: Por Trás da Mídia Mundial
Fonte: Jornal de Notícias

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Chips RFID de rastreamento no Vaticano: Cumprindo a profecia dos Papas?

 

Por: Donna anderson
infowars.com


O anúncio de que milhares de clérigos e funcionários do Vaticano será emitido um cartão de identificação com um dispositivo de rastreamento RFID vem como nenhuma surpresa após o escândalo Vatileaks. Mesmo o Papa precisa de se preocupar com confidencialidade e segurança. No entanto, Sua Santidade parece estar seguindo a Profecia dos Papas e trazendo-nos um passo mais perto de Armageddon.

Som longe para buscar? O fato de que o último 111 papas foram todos nomeados em uma profecia de 900 anos de idade, é instigante o suficiente. Mas a idéia de que o Papa Bento XVI pode ser o último papa antes do Apocalipse, ele está emitindo dispositivos de rastreamento para as massas, e ele é um dos homens mais politicamente influentes do mundo deve fazer você se sentar e tomar nota. Porque de acordo com a Profecia dos Papas, o próximo papa será o último, e ele vai inaugurar o Anticristo.

Novecentos anos atrás, o Papa Inocêncio II convocou Saint Malachy a Roma para uma prestação de contas anual de sua Irlanda do Norte Freguesia. Em sua viagem de volta, Malachy teve uma visão na qual Deus lhe revelou a identidade do próximo 112 papas.

Enquanto os nomes Malachy viu em sua visão foram enigmática, os teólogos têm encontrado para ser extremamente preciso. Por exemplo, na visão, o Papa número 108 foi descrito como "flor das flores". Papa Paulo VI (1963-1978) tinha um brasão de armas que mostrava três flores-de-lis. Papa número 109 era "da meia-lua" e Papa João Paulo I foi eleito em 26 de agosto de 1978 - um dia que vi uma meia-lua.

Ainda mais interessante, o Papa número 110, descrito como "o trabalho do Filho", foi João Paulo II (1978-2005). João Paulo nasceu no dia de um eclipse solar, e morreu no dia de um eclipse solar.

Por fim, a 112 ª Profecia afirmou que "Pedro, o Romano" seria o ultimo papa antes do Apocalipse:

"Na perseguição final da Santa Igreja Romana não reinará Petrus Romanus, que irá alimentar o seu rebanho em meio a muitas tribulações, após o qual a cidade das sete colinas será destruída eo juiz terrível julgará o povo. O Fim ".

Mas é o atual Papa, o Papa número 111, que é o mais importante. Papa Bento XVI, vem da Ordem de São Bento, também conhecido como os Olivetana. O 111 º Papa Profecia identificado "a glória da Oliveira" e afirmou que este papa iria reinar durante o início da Tribulação.

Etiquetas de identificação oficiais ou cartões não são novidade. As grandes corporações, hospitais, escolas e empresas têm usado há décadas, juntamente com as agências federais, estaduais e locais do governo e qualquer outra pessoa que quer controlar o acesso a edifícios e / ou informação. Mas esses cartões não acompanhar seus movimentos, eles estão simplesmente usado para para fins de identificação.

Pode parecer óbvio - Se você quiser prevenir outra ocorrência Vatileaks-como você limitar o acesso a informações críticas, e para fazer isso, você dar a todos um cartão de identificação. Nesta idade avançada tecnologicamente ainda parece apropriado para adicionar uma pequena faixa magnética para a parte de trás do cartão que permite que você abra portas ou arquivos ou enviar o elevador para o andar da cobertura.

Mas por que é necessário incluir um chip RFID para rastrear o movimento? Se você já pode limitar o acesso é realmente necessário saber o que o seu funcionário está fazendo quando não está tentando acessar as informações?

Pode não ser necessário agora, mas se a profecia é correta, e até agora tem sido, em seguida, a Tribulação está marcada para começar durante o reinado do papa atual, e junto com a tribulação vem "A Marca da Besta".

Apocalipse 13:16-18:

"Também faz com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, que se assinala na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele tem a marca, isto é, o nome da besta ou o número do seu nome."

Que diferença faz tudo isso fazer? Quem se importa se o clero do Vaticano e empregados têm de usar um dispositivo de rastreamento? Afinal, nós estamos falando sobre o Vaticano. É todo o caminho até lá em Roma.

Se você acredita nas Profecias ou não, se você é católico ou não, é importante entender que o Papa Bento XVI, ou qualquer papa para que o assunto, de forma indireta exerce influência política grande. Se ele é anti-aborto, então, seus seguidores apoiar líderes políticos que são também anti-aborto. Se ele é contra o casamento do mesmo sexo, em seguida, seus seguidores apoiar líderes políticos que também são contra o casamento do mesmo sexo. O mesmo vale para o controle de natalidade, controle de armas, direitos civis, etc.

Por isso, só faz sentido que, se o papa diz que todo mundo precisa usar um dispositivo de rastreamento seus seguidores todos se sentem confortáveis ​​usando dispositivos de rastreamento e eles não têm nenhum problema apoiando os líderes políticos que querem tocar na Nova Ordem Mundial.

Mas etiquetas RFID tem um profundo relevância para todos os pais nos Estados Unidos. Escolas de todo o país já estão usando a tecnologia de RFID para rastrear o movimento de seu filho todos os dias. Se ele não está sendo usado na sua escola, no entanto, apenas pendurar lá, é no caminho.Muitas escolas já estão dando aos alunos do jardim de infância um número de rastreamento que vai ter que usar para comprar o almoço e material escolar ao longo de suas 12 anos no sistema escolar.

Esse sistema de rastreamento RFID monitora cada movimento seu filho faz, inclusive as atividades realizadas fora das dependências da escola e não-escolares durante horas.

Em 12 de outubro Hernandez e sua filha, que frequenta a escola no Distrito Escolar Independente Northside, em San Antonio, Texas, protestou contra a utilização da tecnologia RFID de rastreamento, alegando que ela violava seu direito à privacidade e suas crenças religiosas.

Mas, agora que o Vaticano deu a sua benção, quanto tempo mais que o protesto realizar-se? Se a maior autoridade religiosa no mundo, diz RFID tecnologia de rastreamento é uma "coisa boa" e um método perfeitamente aceitável para controlar o sheeple, então parece que chegamos ao início da tribulação.

A Profecia dos estados Papas que o Papa Bento XVI vai reinar durante o início da Tribulação. Ele também afirma que o papa que vem depois de Bento será o papa que inaugura Armageddon, a destruição da Igreja Católica, e pavimentar o caminho para o Anticristo.

Papa Bento XVI é de 85 anos de idade e com a saúde debilitada. Enquanto ele pode reinar por mais cinco ou dez anos, é seguro assumir que o próximo papa - o Papa Final - já é um influente membro da hierarquia da Igreja e pode até ter tido uma mão na implementação do sistema de rastreamento.

As Profecias não digo que o Papa Bento XVI fará a Tribulação, só que ele vai estar no Trono de Pedro no momento em que a Tribulação. O fato de que milhares de pessoas na Cidade do Vaticano vai agora começar a usar "A Marca da Besta", em janeiro de 2013 - enquanto Bento ainda está no Trono - sugere A Nova Ordem Mundial está próximo. E não importa o que as suas crenças religiosas, isso é um pensamento assustador.
 
Referência: Semeando
Fonte: Infowars Indicação: Illuminati elite maldita
http://revellationline888.blogspot.com.br

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