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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Desafiando pastores, Obama promove agenda homossexual no Quênia

CBN News 

Apesar de pedidos de líderes africanos para que deixasse suas opiniões sobre a homossexualidade confinadas aos EUA, o presidente Barack Obama diz que ele planeja fazer dos direitos gays parte de sua agenda durante sua viagem à África. 


Obama enfrentou muitas críticas e crescentes pedidos de organizações LGBT para pressionar essa questão de modo agressivo na África. 

Enquanto isso numa carta, muitos políticos e líderes religiosos do Quênia avisaram o presidente dos EUA de que qualquer tentativa de falar de direitos gays não seria bem-vinda no Quênia. 

“Não queremos que ele venha e fale sobre a homossexualidade no Quênia ou nos pressione a aceitar aquilo que é contra a nossa fé e cultura,” disse Mark Kariuki, o principal idealizador da carta.
Kariuki lidera uma aliança que representa 38.000 igrejas e 10 milhões de cristãos quenianos.

“Ele pode falar sobre desenvolvimento; ele pode falar sobre cooperação; ele pode falar sobre o relacionamento de muito tempo que o Quênia tem com os EUA. Mas sobre nossas convicções e cultura — ele deve ficar longe!” disse ele. 
Obama usou suas viagens anteriores à África para exortar os governos a respeitar direitos gays. Kariuki disse que a carta aberta é um aviso para o presidente.

“A família é a força de uma nação. Se a família for destruída, então a nação é destruída,” Kariuki disse. 

“Então, não queremos abrir as portas para nossa nação ser destruída!”

A homossexualidade é ilegal no Quênia e em 36 outros países africanos.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN (Rede de Televisão Cristã dos EUA): Obama Ignores Pastors: Gay Rights on Kenya Agenda

domingo, 26 de julho de 2015

OS PERIGOS DAS RELAÇÕES ANAIS PARA HOMOSSEXUAIS E HETEROSSEXUAIS


Quanto mais o tempo passa mais nós vamos aprendendo acerca da degeneração do comportamento humano e, com isso, aprendemos a verdade acerca dos enormes riscos — inclusive de vida — para aqueles que praticam relações sexuais anais, sejam homossexuais ou heterossexuais.

O besteirol promovido por pastores chapa branca como Silas Malafaia e outros que: aquilo que acontece com um casal entre quatro paredes, se for de comum acordo, é assunto exclusivo do casal, demonstra apenas a mais bruta ignorância quanto aos perigos representados pelo relação sexual anal, que pode sim, em certos casos levar até à própria morte a parte que se deixa penetrar.  

E não estamos falando de AIDS aqui, e sim de outras enfermidades resultantes dessa verdadeira prática aberrante.

Para ajudar todos os nossos leitores a entenderem os perigos representados pela relação sexual anal, oferecemos abaixo o link para um vídeo que deverá ser assistido por todos, guardadas as devidas ações para proteger que o mesmo seja visto por crianças menores de 14 anos.

A apresentadora do vídeo é a Dra. Anete Guimarães. Segue o link para o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=zVw0M08PHrY


Se o leitor desejar ter uma cópia do material apresentado pela Dr. Anete no vídeo o mesmo está disponível por meio desse link aqui:

http://professoresdedireita.blogspot.com.br/2013/07/hoje-eu-vou-falar-de-sexo-anal-o-que.html

Que Deus abençoe a todos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Jean Wyllys, o racista que diz sofrer "racismo"

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[Imagem: 580301_615559635174802_930963722_n.png]


Podemos ver quem é o Jean Wyllys neste print acima!


Um típico esquerdista desesperado.


Quando não há argumentos, ele parte para as agressões verbais, e inclusive o racismo e preconceito, coisa que o próprio diz "lutar" contra. Mais o racismo e o preconceito pode ser usado quando lhe convém.
 
Se fosse qualquer cristão que dissesse algo com relação à opção sexual de um gay, toda à mídia estaria caindo em cima de tal fulano, mais como este Jean Wyllys está nos padrões que à mídia dita, promove e divulga, então o que ele disse pode passar batido, pois foi só um "descontrole" na hora do bate boca, nada mais.

 
Afinal, o que esperar de um ex-BBB da Globo? Nada mesmo! Fontes: http://www.libertar.in/2013/12/jean-wyll...ofrer.html e https://www.facebook.com/CasandoOVerbo



"Num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário"
 

 

Fórum Cidadão Celestial
Comunidade Cidadão Celestial 

VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

DA ADMINISTRAÇÃO: O GrupoMG não tem nada contra gays ou homossexuais, Mas existe sim uma grande diferença entre as duas palavras e pessoas desse mesmo movimento.
 
Leiam este artigo que deixaremos o link abaixo e veja qual é a nossa opinião sobre o tema.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo e se casa com outra mulher

 
Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo após anunciar que se casou com outra mulherNa última semana, uma importante líder da Igreja Batista em Detroid, nos Estados Unidos, renunciou ao ser cargo na igreja após a polêmica em torno de seu anúncio de que ela havia se casado com outra mulher.

A bispa Allyson D. Nelson Abrams abriu mão de seu cargo na Igreja Batista Zion Progress, onde há cinco anos servia como a primeira mulher ordenada ao cargo pastoral.

A renúncia veio após seu anuncio, feito no início do mês, de que havia se casado com uma mulher, ter surpreendido os fiéis. Abrams, de 43 anos, era casada com um homem, mas anunciou aos membros de sua igreja que se apaixonou por Diana Williams, bispa de uma denominação dissidente da Igreja Católica.

As duas se casaram em março, em Iowa, onde o casamento homossexual é legal.
De acordo com a publicação local Detroid Free Press, o anúncio do casamento causou um intenso debate entre os cristãos locais e a questão acabou por dividir as opiniões dos fiéis.

Porém, a bispa informou que abriu mão de seu cargo na igreja, apesar de muitos fiéis apoiarem sua permanência, para não causar divisões na congregação.

Ela renunciou também ao cargo de secretária do Conselho de Pastores Batistas de Detroit e arredores, um grupo influente entre os cristãos afro-americanos na região, e como coeditora da revista da Convenção Batista Nacional Progressista.

Ao anunciar sua decisão, Abrams afirmou que diversas passagens bíblicas tratam a homossexualidade como algo permitido para o cristão, e afirma que “o amor é algo que deveria ser incondicional”.

A decisão de Abrams motivou um intenso debate sobre o tema entre importantes líderes cristãos, como o rev. Charles C. Adams, pastor presidente de uma das maiores igrejas de Detroit, a Igreja Batista Memorial Hartford. Apoiador do casamento gay, o pastor afirma que é preciso haver mais discussão sobre este assunto na comunidade cristã afro-americana.

De acordo com o reverendo, ao negar o casamento gay “estamos negando às pessoas o direito a proteção igual sob a lei”.

Sobre o seu futuro como líder religiosa, Abrams revela que pretende juntar duas outras denominações, apesar de não revelar quais. Sobretudo, garante que irá continuar a pregar o evangelho.

Referência:
Rede Esgoto de Televisão
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br 

Via:
O Mensageiro Do Fim

Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo e se casa com outra mulher


Bispa da Igreja Batista renuncia ao cargo após anunciar que se casou com outra mulherNa última semana, uma importante líder da Igreja Batista em Detroid, nos Estados Unidos, renunciou ao ser cargo na igreja após a polêmica em torno de seu anúncio de que ela havia se casado com outra mulher.
 
A bispa Allyson D. Nelson Abrams abriu mão de seu cargo na Igreja Batista Zion Progress, onde há cinco anos servia como a primeira mulher ordenada ao cargo pastoral.
A renúncia veio após seu anuncio, feito no início do mês, de que havia se casado com uma mulher, ter surpreendido os fiéis. Abrams, de 43 anos, era casada com um homem, mas anunciou aos membros de sua igreja que se apaixonou por Diana Williams, bispa de uma denominação dissidente da Igreja Católica.
 
As duas se casaram em março, em Iowa, onde o casamento homossexual é legal.
De acordo com a publicação local Detroid Free Press, o anúncio do casamento causou um intenso debate entre os cristãos locais e a questão acabou por dividir as opiniões dos fiéis.
 
Porém, a bispa informou que abriu mão de seu cargo na igreja, apesar de muitos fiéis apoiarem sua permanência, para não causar divisões na congregação.
 
Ela renunciou também ao cargo de secretária do Conselho de Pastores Batistas de Detroit e arredores, um grupo influente entre os cristãos afro-americanos na região, e como coeditora da revista da Convenção Batista Nacional Progressista.
Ao anunciar sua decisão, Abrams afirmou que diversas passagens bíblicas tratam a homossexualidade como algo permitido para o cristão, e afirma que “o amor é algo que deveria ser incondicional”.

A decisão de Abrams motivou um intenso debate sobre o tema entre importantes líderes cristãos, como o rev. Charles C. Adams, pastor presidente de uma das maiores igrejas de Detroit, a Igreja Batista Memorial Hartford. Apoiador do casamento gay, o pastor afirma que é preciso haver mais discussão sobre este assunto na comunidade cristã afro-americana.
 
De acordo com o reverendo, ao negar o casamento gay “estamos negando às pessoas o direito a proteção igual sob a lei”.

Sobre o seu futuro como líder religiosa, Abrams revela que pretende juntar duas outras denominações, apesar de não revelar quais. Sobretudo, garante que irá continuar a pregar o evangelho.
 
Referência: Rede Esgoto de Televisão
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 11 de outubro (C-FAM) Sexta-feira tarde da noite, o último dia da reunião final numa série de conferências da ONU, autoridades africanas rejeitaram tentativas da ONU e de ativistas de direitos sexuais para promover a homossexualidade e o aborto.
A conferência da ONU para delinear uma agenda de desenvolvimento para a África concluiu numa colisão feroz entre valores regionais e as normas “progressistas” promovidas por agências da ONU sobre as questões polêmicas tais como o aborto e a orientação sexual. Os líderes africanos apareceram preparados para a reunião na Etiópia para rejeitar frases vagas promovidas pelos ativistas de direitos sexuais.
Num comunicado à imprensa, a Comissão Econômica da ONU para a África (CEONUA) observou que 17 países expressaram reservas sobre três dos compromissos no documento final, subestimando-o como “normal em tal tipo de negociações.”
A polêmica centrou na convocação de direitos humanos para todos “sem distinção de qualquer tipo,” uma frase que a CEONUA confessou como aberta a uma “interpretação elástica a significados que poderiam ser inaceitáveis na África por várias razões.”
O jornal Zambia Daily Mail foi mais explícito, noticiando que “a maioria dos delegados derrubou uma cláusula que buscaria promover direitos gays e lésbicos,” acrescentando que esse foi um “reflexo claro da posição da maioria dos países africanos sobre a homossexualidade.”
Para alguns, meramente apresentar uma reserva não era suficiente. O delegado do Chade disse, “Deve-se registrar que o Chade não tem parte nessa declaração,” acusando o documento de ser “um jeito sutil de introduzir algo que pode pegar alguns países de surpresa.”
Os delegados de outros países ecoaram essa preocupação, antecipando pressões para mudar leis nacionais de acordo com “o espírito dessa declaração.”
Alguns delegados também expressaram reservas sobre a linguagem relacionada ao aborto. O Sudão e o Egito frisaram que qualquer referência ao aborto deve estar “de acordo com as leis e políticas nacionais.”
Os diplomatas africanos não estão sozinhos. No mês passado, os bispos católicos da Nigéria divulgaram uma declaração denunciando “as tentativas contínuas de agências estrangeiras para introduzir valores prejudiciais em nossa sociedade em suas campanhas de aborto, distribuição de camisinhas e promoção de uniões homossexuais.”
Autoridades de 52 países africanos trabalharam no documento, chamado a Declaração de Addis Ababa. Não carrega o peso de um tratado, mas contribuirá para a agenda global de controle populacional e desenvolvimento além do aniversário de 20 anos em 2014 do Programa de Ação do Cairo.
Como o Friday Fax noticiou na semana passada, a combinação exclusiva de fertilidade e pobreza da África a torna um “campo prioritário de testes” para experimentos sociais e aumenta sua vulnerabilidade às pressões das agências internacionais, organizações da sociedade civil e governos que fazem contribuições.
A Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres enviou equipes para Addis Ababa para conduzir um seminário de promoção de vários dias para equipar grupos na realização de uma campanha para promover direitos sexuais e reprodutivos, “inclusive acesso ao aborto seguro e legal.” Depois que a conferência terminou, Shannon Kowalski, diretor de promoção, expressou seu desapontamento no Twitter: “Ainda me sentindo traumatizado com o frenesi de ódio da semana passada.”
Até o momento da publicação desta reportagem, a declaração total e as reservas dos países não foram divulgadas. Um diplomata comentou que “algumas pessoas estão infelizes que as referências a certas tendências não apareciam na declaração e daí não estão com muita vontade de fazer propaganda delas.”
Fonte: Friday Fax
Tradução e Via: Julio Severo

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

“Casamento” homossexual e os últimos dias

Antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o “casamento” homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse o Grande Dilúvio
Dr. Scott Lively e Kevin Abrams
De uma perspectiva bíblica a perversão sexual ritualizada e principalmente a homossexualidade ritualizada marcam a rebelião mais extrema contra Deus. 
A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio do qual só Noé e sua família sobreviveram.
Em seu livro “Ancient Post-Flood History” (História Antiga da Época depois do Dilúvio), o teólogo Ken Johnson cita três proeminentes fontes rabínicas nessa questão:
O rabino Huna disse no nome do rabino Joseph: “A geração do Dilúvio só foi exterminada depois de escreverem documentos de casamento para a união de um homem com outro homem ou com um animal.” Gênesis Rabbah 26:4-5; Levítico Rabbah 23.9.
O rabino Hiyyah ensinou: “A passagem diz ‘Sou o Senhor, seu Deus’ duas vezes — Sou Aquele que castigou a geração do Dilúvio, e o povo de Sodoma e Gomorra, e o Egito; e no futuro castigarei aqueles que agirem como eles agiram. As gerações do Dilúvio eram reis, e foram eliminados da terra quando se encharcaram de pecado sexual.” Levítico Rabbah 23:9 (comentário sobre Levítico 18:3.)
E o que eles fizeram? Um homem se casou com outro homem, e uma mulher com outra mulher, e um homem se casou com uma mulher e sua filha, e uma mulher se casou com dois (homens). Portanto, se diz: “E vocês não andarão nos estatutos deles.” Sifra Acharei Mot, Parashaw 9:8 (comentário sobre Levítico 18:3.19)
Imediatamente depois do Dilúvio vemos que a semente da perversão homossexual sobreviveu na família humana por meio da linhagem de Cam. 
Em Gênesis 9, Noé caiu inconsciente depois beber vinho demais e enquanto ele estava assim sem condições de se mover Cam [ou melhor, Canaã, o filho de Cam] “viu [ou descobriu] sua nudez.”
Esse termo “descobrir a nudez,” usado principalmente no livro de Levítico, é um eufemismo hebraico para relações sexuais.
Na Bíblia Novo Padrão Americano (New American Standard), a passagem diz:
Cam, o pai de Canaã, viu a nudez de seu pai… Quando Noé despertou de seu vinho, ele soube o que seu neto mais novo lhe havia feito. Então ele disse: ‘Maldito seja Canaã’ (Gênesis 9:22-25).
No livro “Call of the Torah” (Chamada da Torá), o rabino Elie Munk cita estudiosos de hebraico que também interpretam o estupro cometido por Canaã como “um ato de homossexualidade” — (Munk:220).
Portanto, como resultado de seu ataque sexual a seu avô, Canaã foi amaldiçoado por Noé e banido de sua presença. Canaã então toma posse do próprio território que mais tarde seria prometido aos descendentes de Abraão: a “Terra Prometida de Israel.”
O que é muito importante é que poucas gerações depois que Canaã foi banido, quatro cidades que seus descendentes haviam fundado, inclusive Sodoma e Gomorra, foram destruídas por Deus por causa da homossexualidade.
A perversão sexual havia corrompido de forma tão profunda a sociedade que rivalizava com a apostasia que havia provocado o Grande Dilúvio. 
Todos os homens de Sodoma, tanto jovens quanto idosos, foram à casa de Ló, sobrinho de Abraão, com a intenção de estuprar os dois anjos enviados por Deus para julgar a cidade.
A lascívia deles era tão insaciável que eles continuaram a alcançar sua meta vil mesmo depois de serem cegados pelos anjos. A destruição deles veio rapidamente em seguida (Gênesis 19:1-11).
Traduzido, com permissão, por Julio Severo do Capítulo Dois: “Homo-Occultism” (Homo-Ocultismo) do livro “The Pink Swastika,” do Dr. Scott Lively e Kevin Abrams.
Versão em inglês deste artigo: Homosexual “Marriage” and the Last Days
Tradução e Via: Julio Severo

domingo, 6 de outubro de 2013

Onze países prometem manter a Homossexualidade na agenda da ONU. Brasil está entre eles


Onze países anunciaram que continuarão a hastear a bandeira do arco-íris na ONU apesar de retrocessos em anos recentes.

John Kerry, secretário de Estado dos EUA, e autoridades de dez países prometeram promover a homossexualidade na ONU numa declaração dada na semana passada.
 
O “Principal Grupo LGBT,” como é chamado os onze países, se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgênero (LGBT).

A declaração louva países que revogaram leis contra a sodomia, sancionaram projetos de lei que criminalizam a “homofobia” e têm outras proteções especiais para os homossexuais.

Kerry tentou ser otimista sobre o progresso de direitos LGBT na ONU, e descreveu recentes acontecimentos como “incompreensíveis” numa declaração divulgada mediante do Departamento de Estado.

Mas a rota para fazer com que as nações celebrem a homossexualidade permanece íngreme, como os grupos homossexuais descobriram em anos recentes.
 
Apesar de campanhas intensas lideradas pelos Estados Unidos, os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” são parte de apenas uma resolução da Assembleia Geral. Essa resolução é sobre matanças extrajudiciais, e mesmo assim, a conclusão sempre é de uma votação fechada.

Em 2010, os Estados Unidos prometeram uma resolução da Assembleia Geral sobre direitos homossexuais. Tal resolução não tem apoio suficiente dos países membros da ONU. Os céticos dizem que a recente declaração equivale a pouco mais do que um comunicado de imprensa e meramente sacia os desejos dos representantes que querem direitos LGBT.

A maioria dos países da Ásia e África faz objeção à homossexualidade. Mundialmente, 80 países têm leis contra a sodomia. Menos de 20 reconhecem as duplas de mesmo sexo, e só 14 permitem que indivíduos do mesmo sexo se casem.

Navi Pillay, a autoridade mais elevada da ONU para direitos humanos, tem encabeçado a causa LGBT na ONU em anos recentes e tem enfrentado resistência em cada ocasião. Os países se ressentem que a equipe dela recebe verbas destinadas exclusivamente para direitos LGBT dos países nórdicos e ainda pede mais dinheiro do orçamento da ONU.

Cientes desses desafios, os Estados Unidos estão financiando ativistas homossexuais de outros países. O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo.

Só a Argentina, Brasil, Croácia, União Europeia, França, Israel, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega e os Estados Unidos compareceram à reunião. Eles a descreveram como um evento “pioneiro” da ONU. O evento não foi anunciado no Jornal da ONU, que apresenta a lista de reuniões oficiais da ONU, e aconteceu numa sala pequena do Secretariado.

Um porta-voz do Secretariado disse que a reunião foi “anunciada” e que qualquer um dos 194 países membros da ONU poderia ter pedido para comparecer. Os diplomatas russos, que estão sendo criticados pelas leis da Rússia que protegem as crianças de nocivas propagandas sexuais, teriam dito que não estavam cientes que a reunião estava ocorrendo.

O grupo de países recebeu a adesão do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), do Observatório de Direitos Humanos e da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos.

Ainda que nenhum tratado internacional mencione direitos LGBT, esses grupos dizem que o direito internacional exige novos direitos especiais para os homossexuais que incluam privilégios para duplas de mesmo sexo, reconhecimento de identidades transgêneros e leis anti-“homofobia” com mecanismos policiais especiais, entre outros.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Chega de brinquedos somente para meninos ou meninas?

Chuck Colson

Hamleys, a mais respeitável loja de brinquedos de Londres, passou recentemente por uma remodelação. A empresa, que se descreve como a “melhor loja de brinquedos do mundo,” eliminou as seções separadas de meninos e meninas e, no lugar, organizou a loja por tipos de brinquedos. Placas rosa e azul foram substituídas por placas vermelhas e brancas.

 
A decisão da Hamleys deu à escritora Peggy Orenstein a chance de fazer a pergunta: “Deveriam as diferenças sexuais ser eliminadas dos brinquedos?”
 
Quando se faz tal pergunta direta, a resposta óbvia é “não.” Aliás, a pergunta é um tanto ridícula.
 
Afinal, como Orenstein escreve no jornal New York Times, em idade pré-escolar, as diferenças entre meninos e meninas são evidente no que se refere a brinquedos: “as meninas preferem brinquedos que são bonitos, exibem ‘harmonia’ e lhes permitem contar uma história,” enquanto os meninos preferem construir coisas. 
 
As diferenças entre os sexos vão além de suas atividades preferidas até o jeito de brincarem: “as meninas tipicamente se reúnem em grupos de duas ou três, conversam juntas mais do que os meninos e brincam de modo mais cooperativo.”
 
Assim, empresas como a Lego estão em sólido campo científico quando dizem que “a fim de serem justas com os sexos… têm de ser específicas com relação aos sexos.”
 
Questão resolvida, certo? Não, infelizmente não. O motivo é que a questão de “apagar as diferenças sexuais dos brinquedos” é parte de um projeto político maior. Esse projeto vê o turvamento, e até mesmo a erradicação, das diferenças sexuais como crucial para a igualdade das mulheres. 
 
As primeiras gerações de feministas buscavam erradicar as barreiras formais e legais para a igualdade das mulheres. Sua meta era um mundo em que se a mulher quisesse ser, por exemplo, senadora dos Estados Unidos ou uma empresária bilionária, ela estava livre para realizar seus sonhos.
 
Embora alguns obstáculos ainda permaneçam, esse mundo em grande parte veio a se concretizar. Contudo, em algumas áreas como política e negócios, as feministas ainda não estão felizes.
 
Por que? Elas acreditam que as mulheres não estão realizando essas oportunidades porque ainda aceitam as ideias tradicionais sobre diferenças sexuais. A malevolência dirigida às mães que permanecem no lar é apenas um exemplo desse pensamento.
 
Mais recentemente, esse pensamento se manifestou num represália contra mulheres proeminentes que são consideradas femininas demais. A atriz Zooey Deschanel é um alvo favorito das feministas que a consideram “feminina” demais e, como tal, um mau exemplo para as moças.
 
Os cursos feministas nas faculdades ensinam que não existe diferença entre os sexos. O sexo é simplesmente uma escolha.
 
É a partir dessa perspectiva que essa conversa de “eliminar as diferenças sexuais dos brinquedos” deve ser vista. Essa discussão não é motivada pela ciência e certamente não é motivada pelas necessidades e bem-estar de meninos novos, que mal fazem parte da discussão.
 
É motivada por uma visão do que as feministas acreditam que as moças deveriam estar aspirando e o que é necessário para alcançá-lo: que é minimizar as diferenças entre os sexos.
 
Essa agenda ideológica está criando grande confusão entre os jovens, e o que nada ajuda é a lição de reeducação política que eles recebem ao entrarem numa loja de brinquedos. Nossas filhas já são iguais aos nossos filhos em todo jeito que é importante, não importa a cor da roupa que estejam vestindo.
 
Traduzido por Julio Severo do artigo do boletim BreakPoint: Gender-Free Toys? 
 
Fonte: Julio Severo

terça-feira, 17 de setembro de 2013

De novo? Como forma de protesto, Daniela Mercury beija mulher e posta foto

A cantora mostrou solidariedade com duas meninas que foram expulsas de um culto religioso após beijo.

Daniela Mercury e Malu Verçosa (Foto: Reprodução/Instagram)
 
Daniela Mercury compartilhou com seus seguidores do Instagram, na madrugada desta terça-feira (17), uma foto em que aparece beijando sua mulher, Malu Verçosa. Mas engana-se quem pensa que o momento foi para mostrar o carinho e amor das duas.
 
Na legenda da imagem, a cantora explicou o motivo da publicação. "Valeu, Yunka e Joana. Só uma pergunta: é proibido beijar no Brasil, é?", escreveu ela, se referindo a duas meninas que foram expulsas de um culto religioso depois de um beijo.
 
Na ocasião, Yunka e Joana protestaram durante uma pregação do deputado federal e pastor Marco Feliciano.

As jovens foram tiradas à força do local e, algemadas, seguiram para a delegacia, onde teriam sido agredidas por seis policiais.
 
Fonte: Revista Quem

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A pena de morte em Uganda

Scott Lively
 
Segundo os dados oficiais, 22 jovens foram executados com base na lei do homossexualismo em Uganda. A lei em questão obrigava que todos os homens e meninos do país estivessem dispostos a se submeter à sedução homossexual do seu governante, o Rei Mwanga.

Quando os ugandenses começaram a se converter ao Cristianismo no século XIX, um grupo de católicos, liderados por Charles Lwanga, se recusou a permitir que fossem sodomizados pelo rei. Enfurecido, o Rei Mwanga os amarrou, obrigou a fazer um percurso de 60 km a pé, depois os assou vivos em um forno.

A data de sua execução foi 3 de junho de 1886, que hoje é um feriado nacional, comemorando a rejeição de Uganda ao homossexualismo e seu comprometimento aos valores cristãos.

Mwanga, o rei homossexual de Uganda no passado
 
Não deveria ser surpresa, portanto, que os atuais ugandenses não estejam satisfeitos com ativistas homossexuais da Europa e dos EUA, que trabalham agressivamente para re-homossexualizar a nação. 
 
Os cidadãos de Uganda relatam que um número cada vez maior de estrangeiros homossexuais chegam ao país para transformar homens pobres e desesperados dos guetos em criados pessoais, e que algumas meninas de escolas públicas recebem dinheiro para recrutar outras para o lesbianismo. 
 
Interesses estrangeiros têm exercido enorme pressão no governo de Uganda para fazer com que suas leis façam concessões desonrosas com relação à moralidade sexual, com frequência utilizando seu controle sobre as ajudas financeiras como moeda de troca.
 
Na última década, um crescente movimento pró-família começou a insistir que o Parlamento fizesse algo com relação a esse problema. Neste ano, o Parlamento respondeu ao apelo.
 
Infelizmente, a lei que eles estão debatendo representa uma hipercorreção, incluindo, por exemplo, a pena de morte para algumas formas de “homossexualismo agravado” (como a que espalha AIDS intencionalmente).
 
Como um cristão advogado e defensor dos direitos humanos internacionais que trabalhou junto com o movimento pró-família ugandense, tenho um interesse especial nesse assunto.
 
No meu ponto de vista, o homossexualismo (aliás, toda relação sexual fora do casamento) deveria ser ativamente desestimulada pela sociedade, mas somente com a agressividade necessária para evitar a normalização de estilos de vida sexuais alternativos, e com vista a preservar as liberdades dos que desejam manter seus estilos de vida pessoais em privado.
 
A cultura centrada no casamento serviu à humanidade de maneira muito favorável durante os séculos em que o homossexualismo era desaprovado, mas tolerado como uma subcultura nos EUA, na Inglaterra e em outros lugares.
 
Ela certamente se manteve tão bem nas décadas posteriores à revolução sexual, que abriu a Caixa de Pandora e liberou tanto a promiscuidade heterossexual desenfreada quanto o “orgulho gay” pelo mundo.
Em março de 2009, tive o privilegio de falar no plenário do parlamento de Uganda quando a lei anti-homossexual estava sendo considerada. Recomendei que eles inspirassem o projeto de lei em algumas leis americanas que tratam do alcoolismo e do abuso de drogas. 
 
Citei minha experiência, antes da minha conversão a Cristo, de ter sido preso por dirigir bêbado. Deram-me a opção de fazer terapia, que acabou sendo uma das melhores decisões da minha vida. Também citei a política de algumas jurisdições americanas com relação à maconha.
 
A criminalização da droga previne que seus usuários a promovam, e desestimula os não usuários de começarem, mesmo que a imposição da lei em si seja branda ou mesmo ausente. 
 
Além disso, insisti que promovessem ativamente o modelo de casamento nas escolas como forma de prevenção contra as mensagens anti-família que inundavam o país por meio da mídia ocidental.
Todas as minhas sugestões foram ignoradas (apesar de eu estar sendo acusado de propor a lei na forma como está por algumas fontes importantes de informação e pela blogosfera gay). Mesmo assim, aprovo a coragem do povo ugandense. 
 
Desde a década passada, Uganda tem sido um dos poucos países do mundo a resistir firmemente ao enorme poder e à implacável pressão do lobby gay internacional, enquanto que outras nações em desenvolvimento, como a África do Sul e o Brasil, têm sido sistematicamente homossexualizadas. 
 
Essa é uma das razões pelas quais a taxa de AIDS de Uganda caiu da maior para a menor taxa em toda a África no mesmo período.
Vou deixar bem claro.
 
Não apoio o projeto de lei anti-homossexual na forma como está escrito. Ele não enfatiza a reabilitação em detrimento da punição, e a punição que ele determina é inaceitavelmente hostil. No entanto, se as seções ofensivas forem suficientemente modificadas, o projeto de lei poderia representar um passo animador na direção certa. 
 
Como uma das primeiras leis deste século a reconhecer que a destruição da agenda gay justifica uma ação do governo, ela merece apoio de todos os cristãos e outros defensores da cultura da família em todo o mundo.
Enquanto isso, apesar da histeria da mídia esquerdista, é importante lembrar que não existe pena de morte para homossexuais em Uganda, mas apenas um projeto sendo debatido, que esperamos que seja modificado antes de passar. 
 
Os únicos ugandenses que foram executados por suas crenças e ações com relação ao homossexualismo foram cristãos. 

Fonte: Julio Severo
 
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil do original do Defend the Family: “The Death Penalty in Uganda 

domingo, 25 de agosto de 2013

Juiz Permite Ação Legal Contra Pastor por Oposição à Homossexualidade

Wendy Wright
 
NOVA IORQUE, EUA, 23 de agosto (C-FAM) Um juiz dos EUA está permitindo uma ação legal de um grupo homossexual de Uganda acusando um pastor evangélico de “crime contra a humanidade.” O pastor americano está sendo acusado de violar as leis internacionais por falar contra a homossexualidade e discutir legislação com líderes de Uganda.

 
Rev. Scott Lively
 
Scott Lively, advogado e escritor, dirige a lanchonete Solo Sagrado em Massachusetts onde cafés e Bíblias são gratuitas e onde os cultos de domingo ministram para pessoas que vivem nas ruas, viciados em drogas e outros. 
 
Em 2009, ele foi convidado para falar numa conferência em Uganda onde ele disse que a meta do movimento homossexual é “derrotar a sociedade com base no casamento e no lugar colocar uma cultura de promiscuidade sexual.”

A ONG Minorias Sexuais de Uganda (MSU) acusa Lively de incitar “perseguição” por meio de palestras públicas e de aconselhar os líderes ugandenses que introduziram legislação contra a homossexualidade.
 
A MSU defende a aceitação legal e social de indivíduos lésbicos, homossexuais, bissexuais, transgêneros e intersexuais. Ela se opõe à legislação que fortalece as leis anti-homossexualidade.

O processo descreve vários eventos em Uganda, tais como uma batida policial no escritório da MSU. Lively não é mencionado uma “única vez dentro das muitas páginas da queixa que descrevem” esses eventos, disse o Conselho da Liberdade, o escritório de advocacia que representa Lively.

Um acontecimento que a MSU tenta ligar a Lively é o assassinato de David Kato, um co-líder do grupo. O processo não menciona que um prostituto homossexual confessou ter assassinado Kato por causa de um bate-boca com relação a pagamento. Ele foi condenado e sentenciado a 30 anos de prisão.

Se a MSU tiver êxito, qualquer pessoa “que insistir em opor-se a classificações especiais para homossexuais se tornaria uma criminosa dos direitos humanos internacionais,” Horatio Mihet, advogado de Lively,
 
O processo tem como base a Lei do Delito Estrangeiro, uma lei federal que permite que os tribunais dos EUA tratem de casos sobre violações da lei de nações ou de um tratado dos EUA. O Supremo Tribunal recentemente decidiu que a lei não se aplica a uma conduta que ocorreu fora dos EUA.

O processo parece ser um “golpe publicitário sem mérito com o objetivo de atormentar Scott Lively até fazê-lo ficar em silêncio,” um especialista legal disse o Friday Fax. O direito à liberdade de expressão nos EUA proíbe “tal absurdo” de responsabilizar legalmente alguém por tentar convencer as pessoas contra uma ideia oposta.
O litigante veterano comenta que isso poderá voltar a assombrar os ativistas homossexuais.
 
A teoria da MSU atrairia processos contra “ativistas homossexuais que estão tentando reprimir seus próprios oponentes políticos e culturais em países estrangeiros.”
Em sua decisão, o juiz Michael Ponsor descreveu os líderes e legisladores ugandenses como “co-conspiradores” com Lively.
 
Ponsor disse que algumas autoridades consideram que “perseguição” com base na orientação sexual e identidade de gênero “constitui um crime contra a humanidade que viola as normas internacionais,” mas é questionável se viola as leis dos EUA. 

O juiz Ponsor virou notícia em junho quando sua primeira novela publicada, um romance de suspense legal encenado em Massachusetts, foi lançada. Ponsor originalmente aspirava ser um escritor, mas depois de duas novelas sem êxito reorientou seus escritos quando foi nomeado juiz.

“Em algum ponto percebi que os juízes são legisladores não eleitos da humanidade, e o que fazemos é simplesmente sermos criativos,” Ponsor disse numa entrevista. 
 
Tradução e Via: Julio Severo 
Fonte: C-FAM
 
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sábado, 24 de agosto de 2013

ONU Arrisca Credibilidade com Campanha Promovendo Direitos Homossexuais

Wendy Wright

NOVA IORQUE, 2 de agosto (C-FAM) O escritório de direitos humanos da ONU lançou uma campanha midiática promovendo direitos homossexuais e transgêneros. A iniciativa de duração de um ano, financiada por fontes externas, levanta questões sobre o uso de escritórios da ONU para o que alguns governos consideram propaganda.

 
A campanha dos líderes da ONU para estabelecer direitos sexuais como direitos humanos de consenso universal está ocorrendo depois de anos de fracassos para ganhar apoio governamental para a homossexualidade. 
 
Tentativas de legitimar direitos especiais para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) fracassaram repetidamente no Conselho de Direitos Humanos, o órgão administrativo que supervisiona o escritório da ONU que produziu a campanha.
 
Navi Pillay, a mais elevada autoridade de direitos humanos da ONU, anunciou a campanha “Livres & Iguais” na semana passada na África do Sul.
 
Um anúncio proclama, “Direitos LGBT são direitos humanos.” Em outro, Pillay declara que direitos LGBT não são “novos ou especiais.” Os críticos apontam para o fato de que os direitos humanos se aplicam para todas as pessoas. Os direitos LGBT são distintos, e levam ao estabelecimento do casamento de mesmo-sexo, exigindo que as escolas contratem transexuais e cometam discriminação contra pessoas que têm opiniões religiosas.
 
“Devemos todos desafiar atitudes homofóbicas,” diz Pillay enquanto um vídeo mostra um protesto contra a Proposta 8, a emenda da Califórnia que declara que o casamento é entre um homem e uma mulher.
 
A campanha enumera a discriminação, que incluiria o casamento tradicional e a proteção das crianças contra a propaganda LGBT, junto com a violência e a tortura. Os oponentes discordam que a oposição aos direitos LGBT equivale a desculpar a violência, apontando para países que limitam condutas sexuais e levam a juízo a violência cometida contra indivíduos homossexuais e transgêneros.
 
O território desconhecido dos direitos sexuais deixa algumas sociedades lutando com consequências imprevisíveis. O comentarista Andrew Harrod fez uma reportagem sobre uma dupla homossexual que gerou um bebê com uma dupla lésbica, e todos os quatro criando a criança como “pai, pai, mãe, mãe.” Outro homem homossexual gerou 22 filhos com mulheres lésbicas como resultado de um “impulso para procriar, solidão e vingança calma contra a igreja.”
 
Em países que legalizam o casamento de mesmo sexo, as pessoas enfrentam multas, prisão e discriminação profissional por defenderem a convicção do casamento tradicional.
 
Uma pesquisa de opinião pública do Pew Research revelou que a homossexualidade é menos aceitável em países em que a religião é central na vida das pessoas, e mais aceitável onde a religião não é central.
 
Quando o presidente Obama exerceu pressão pró-homossexualismo durante sua recente visita à África, líderes do Quênia fizeram oposição. O Quênia “é soberano e temente a Deus,” disse vice-presidente William Ruto.
 
“Essas pessoas que já arruinaram sua sociedade… não permita que se tornem nossos professores para nos dizer aonde ir,” disse o cardeal do Quênia, John Njue. A homossexualidade é ilegal em 38 nações africanas, e 90% dos quenianos creem que a homossexualidade é errada.
 
A ONU contratou a Fundação Purpose para realizar a campanha nos meios de comunicação. A empresa constrói movimentos de mídia social para “mudar as regras” nas sociedades.
 
Em maio passado o Friday Fax perguntou a Pillay quem financia o trabalho do escritório dela de defender direitos LGBT. Ela disse que vem dos países nórdicos. Uma autoridade da ONU disse à Associated Press que o financiamento para a campanha “Livres & Iguais” vem de “contribuintes externos.”
 
A política britânica Anne Widdecombe tem criticado as prioridades das autoridades. Mais de 150.000 cristãos são mortos anualmente. Cerca de 200 milhões de cristãos sofrem desvantagens sociais, são atormentados ou sofrem opressão direta.
 
“Estou perplexa com o tamanho da perseguição aos cristãos no mundo inteiro,” ela declarou em 2011. “Por que na terra estamos colocando a liberdade religiosa como igual à homossexualidade?”
 
Fonte: C-FAM
Tradução e Via: Julio Severo


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Se gays estrangeiros podem processar pastor americano por causa de pregações, quem está seguro?

Juiz quer que alegação gay de “crime contra a humanidade” vá em frente contra pregação da Bíblia.
  
Julio Severo

WND fez uma reportagem sobre a situação difícil do Rev. Scott Lively, autor do livro “The Pink Swastika” (Suástica Rosa), que está sendo processado por um grupo gay africano porque um líder homossexual em Uganda foi assassinado por seu amante alegadamente depois de uma pregação feita por Lively.

Isso mesmo. Você leu direito: uma ativista gay africano foi assassinado por seu próprio amante prostituto gay e uma pastor americano leva a culpa. E incrivelmente, o juiz americano não atirou no lixo esse caso ridículo.
 
 
Rev. Scott Lively
 
WND disse que “um juiz federal apoiou um grupo militante homossexual em sua afirmação de que membros foram prejudicados pela pregação bíblica de um pastor americano em Uganda contra a conduta homossexual.”
 
Mas a decisão do juiz Michael Posner num caso apresentado pela ONG Minorias Sexuais de Uganda (MSU) contra o Pr. Scott Lively dos Ministérios Abiding Truth poderá significar muito mais. Poderá estabelecer que um consenso internacional repudiando padrões bíblicos consagrados pode ficar acima da Constituição dos EUA, disse o WND.
 
E por causa da enorme influência cultural americana nas nações, poderá abrir um precedente perigoso, tornando os cristãos vulneráveis a processos de supremacistas gays de outras nações.
 
Como um pequeno sinal de ameaças a vir, no ano passado o PayPal decidiu encerrar minha conta depois uma campanha e pressões de AllOut, uma organização gay americana. Nesse acso, uma organização gay americana conseguiu fechar a conta de um brasileiro. Se o caso homossexual contra o Rev. Lively tiver êxito, será que AllOut e outros grupos americanos poderiam entrar com processos semelhantes contra mim e outros brasileiros?
 
O sistema da ONU acabaria se envolvendo, regulamentando “crime contra a humanidade” e ações legais contra cristãos acusados sob esse rótulo.
Em sua reportagem, WND também disse:
 
  • MSU alega que Lively deve ser punido por criticar a homossexualidade, chamando a pregação dele de “crime contra a humanidade” em violação das “leis internacionais.”
  •  
  • O advogado de Lively, Horatio Mihet, do Conselho da Liberdade, disse que a pregação de seu cliente é protegida pela Constituição.
  •  
  • O juiz precisou de quase 80 páginas para dizer que achava que as alegações trazidas pela MSU eram importantes e precisavam ser julgadas.
  •  
  • O juiz citou “muitas autoridades” que “implicitamente apoiam o princípio de que a perseguição generalizada e sistemática de indivíduos com base em sua orientação sexual e identidade de gênero constitui um crime contra a humanidade.”
  •  
  • O juiz argumentou que a ideia de que as declarações de Lively são protegidas sob a Primeira Emenda é “prematura.”
  •  
  • A ação legal contra Lively afirma que ao falar em oposição à homossexualidade, ele estava conspirando para privar os acusadores de seus direitos fundamentais. 
  •  
  • Os advogados de Lively explicaram que o ataque da MSU vai diretamente contra a supremacia da Constituição dos EUA.
  •  
  • “MSU pede que este tribunal dos Estados Unidos puna um de seus cidadãos, o Sr. Lively, por ‘crimes contra a humanidade’ sob um tratado internaconal que os Estados Unidos rejeitou expressamente,” explicou um documento apresentado ao tribunal se opondo ao caso da MSU.
  •  
  • “Além disso, o que a MSU de forma arrogante e decisiva rotula como ‘crimes contra a humanidade’ — o mais hediondo dos crimes — é realmente nada mais do que discurso civil não violento na esfera pública sobre um assunto de grande preocupação pública, discurso que ocupa a prioridade na proteção da Primeira Emenda [da Constituição],” declarou o documento.
  •  
  • A ação foi motivada porque Lively “expressou suas opiniões bíblicas sobre homossexualidade durante uma visita de 2009 a Uganda.”
  •  
  • A MSU está sendo representada por uma organização financiada por George Soros, o Centro de Direitos Constitucionais de Nova Iorque. Até mesmo o jornal New York Times descreve essa organização como esquerdista.
  •  
  • “MSU também não informou ao tribunal que David Kato — o ativista ugandense cujo assassinato a MSU considera o ponto central desse processo — foi morto não por um homófobo enfurecido incitado pelo discurso protegido de Lively, mas por um prostituto homossexual transtornado com o fracasso de uma transação comercial.
  •  
  • “A MSU também não informou ao tribunal que o criminoso confesso deste crime horrível foi julgado e condenado nos tribunais de Uganda, e está agora cumprindo sentença de 30 anos de prisão.
  •  
  • “E, finalmente, a MSU não informou ao tribunal que, longe de incitar a violência, o sr. Lively tem sempre condenado atos e palavras de violência nos termos mais fortes possíveis, e tem louvado os tribunais de Uganda por garantir justiça.”
 

Fonte: Julio Severo

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