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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Professores americanos são proibidos de chamar estudantes de “meninos e meninas”

(KOB-TV 4) — Professores na Escola de Ensino Fundamental Carlos Rey [na cidade de Albuquerque, Novo México, nos EUA] estão numa situação difícil depois que o vice-diretor os orientou a parar de chamar seus estudantes de “meninos e meninas.” 

 

Parece que a direção da escola decidiu avançar um passo mais a nova norma de banheiros transgêneros para as escolas públicas da cidade de Albuquerque nos EUA.  
Esse parece ser o primeiro exemplo de algo que começou como uma questão de banheiro que agora está se expandindo e entrando na vida diária da sala de aula. 

Uma carta enviada aos professores da Escola Carlos Rey neste mês intitulada “Ordem Oficial de Procedimento de Identidade de Gênero” declara que os professores não mais podem se referir aos seus estudantes como meninos e meninas começando neste mês, orientando-os a eliminar as diferenças sexuais em suas salas de aula. 

Essa ordem provoca reação acalorada de ambos os lados. 

“Isso é grotesco,” disse o Rev. Adelious D. Stith, que vai regularmente às reuniões de diretoria das escolas públicas de Albuquerque. “Isso simplesmente não faz nenhum sentido.” Stith vem suplicando à direção para que dê atenção aos pais antes de permitir que estudantes transgêneros usem os banheiros do sexo com o qual se identificam.   

A secretaria de educação disse que obedecerá à lei federal nessa questão, e esse é o primeiro ano letivo com a política em andamento. 

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Teachers banned from calling students “boys and girls” 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Desafiando pastores, Obama promove agenda homossexual no Quênia

CBN News 

Apesar de pedidos de líderes africanos para que deixasse suas opiniões sobre a homossexualidade confinadas aos EUA, o presidente Barack Obama diz que ele planeja fazer dos direitos gays parte de sua agenda durante sua viagem à África. 


Obama enfrentou muitas críticas e crescentes pedidos de organizações LGBT para pressionar essa questão de modo agressivo na África. 

Enquanto isso numa carta, muitos políticos e líderes religiosos do Quênia avisaram o presidente dos EUA de que qualquer tentativa de falar de direitos gays não seria bem-vinda no Quênia. 

“Não queremos que ele venha e fale sobre a homossexualidade no Quênia ou nos pressione a aceitar aquilo que é contra a nossa fé e cultura,” disse Mark Kariuki, o principal idealizador da carta.
Kariuki lidera uma aliança que representa 38.000 igrejas e 10 milhões de cristãos quenianos.

“Ele pode falar sobre desenvolvimento; ele pode falar sobre cooperação; ele pode falar sobre o relacionamento de muito tempo que o Quênia tem com os EUA. Mas sobre nossas convicções e cultura — ele deve ficar longe!” disse ele. 
Obama usou suas viagens anteriores à África para exortar os governos a respeitar direitos gays. Kariuki disse que a carta aberta é um aviso para o presidente.

“A família é a força de uma nação. Se a família for destruída, então a nação é destruída,” Kariuki disse. 

“Então, não queremos abrir as portas para nossa nação ser destruída!”

A homossexualidade é ilegal no Quênia e em 36 outros países africanos.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN (Rede de Televisão Cristã dos EUA): Obama Ignores Pastors: Gay Rights on Kenya Agenda

domingo, 26 de julho de 2015

Qual o Objetivo do Casamento Gay?


O material abaixo foi publicado pelo site da Editora FIEL e é de autoria de David P. Murray.

O OBJETIVO DO CASAMENTO GAY NÃO É O CASAMENTO GAY

O objetivo do casamento gay não é, primariamente, o casamento gay; é principalmente o silenciamento de consciências gays.

Dado o fato de que tão poucos homossexuais de fato se casam quando têm a oportunidade legal, sua vigorosa e, muitas vezes, violenta campanha pelo casamento gay sempre me deixou confuso. Após ler o artigo de Brendam O’Neill The Trouble With Gay Marriage (O Problema com o Casamento Gay), não estou mais confuso.  

Embora O’Neill não faça uma abordagem a partir de uma perspectiva cristã, seu artigo pós-referendo sobre a atitude da República da Irlanda de legalizar o casamento gay lança uma forte luz sobre o objetivo último da maioria daqueles que fazem campanha pelo casamento gay — e não é o casamento gay.

Validação e reconhecimento

O’Neill começa observando quão pouca conversa ou quão poucos comentários houve sobre o casamento gay após o resultado favorável. Como ele coloca: “Ao invés de dizer: ‘Finalmente podemos nos casar’, a resposta mais comum ao resultado do referendo de ambos os líderes da campanha pelo “sim” e seu considerável exército de apoiadores na mídia e nas classes políticas foi: ‘Gays finalmente foram validados’. Toda a conversa foi a respeito de ‘reconhecimento’, não casamento”.

Ele empilha citação acima de citação para provar seu ponto. Por exemplo:

• A Vice-Primeira-Ministra da Irlanda Joan Burton disse que a votação favorável se tratava de ‘aceitação em seu próprio país’.

• Escrevendo para o jornal Irish Examiner, um psicoterapeuta disse: ‘o referendo se tratou de mais do que igualdade no casamento… era uma questão de plena aceitação [dos gays]’.

• O Primeiro-Ministro Enda Kenny também disse que o referendo tratava de mais do que casamento — era uma questão das ‘frágeis e profundamente pessoais esperanças’ dos gays sendo percebidas.

• Nas palavras do romancista Joseph O’Connor, a votação favorável foi um ato de ‘empatia social’ com parte da população.

• A campanha oficial pelo “sim” até mesmo descreveu a vitória do “sim” como um aumento da saúde e do bem-estar de todos os cidadãos irlandeses, especialmente os gays.

• Um colunista do Irish Times descreveu a ‘sombra de preocupação’ sobre seus amigos gays antes do referendo como um ‘sentimento de que [são] inferiores de alguma maneira’, e afirmou que a vitória favorável finalmente confirmou que eles agora podem desfrutar do apoio, da bondade e do respeito da sociedade.

• Fintan O’Toole disse que a vitória favorável foi uma questão de fazer os gays se sentirem ‘plenamente reconhecidos’.

• ‘Meu país reconheceu que nós existimos’, disse um empresário gay irlandês.

Votar para se sentir bem

O’Neill diz que “resumindo, o resultado favorável fez as pessoas se sentirem bem”, e que o que se buscava “não era realmente o direito de se casar, mas validação sociocultural do estilo de vida de uma pessoa — ‘empatia social’ — especialmente do Estado”. Ele ressalta literatura mais antiga sobre o casamento gay que também demonstrou que “os primeiros levantadores da questão do casamento gay pareciam primariamente preocupados com ‘atenuar a ansiedade adulta’”.

Por que validação, empatia, aceitação, reconhecimento e aprovação sancionados pelo Estado são tão importantes para aqueles que fazem campanha pelo casamento gay? Por que isso é tão mais importante do que, de fato, ter a permissão para casar?

Medidas desesperadas

A resposta se encontra em Romanos 1.18-32, onde o apóstolo Paulo explica que medidas desesperadas homossexuais (e outros pecadores impenitentes) tomam para silenciar a voz da consciência. Eles ouvem a proibição de Deus e a condenação em suas consciências, a odeiam e fazem tudo o que podem para calá-la — incluindo, nos nossos próprios dias, tornar o casamento gay legalizado em todo lugar, mesmo se relativamente poucos fazem uso dele. Porque, na maioria dos casos, não se trata do direito de casar; é principalmente uma tentativa vã de abafar a voz interna da consciência ao multiplicar e amplificar as vozes externas de aprovação.

Se estou errado, então porque eles não deixam em paz a suposta minoria que ainda desaprova o casamento gay? Por que eles não toleram dissidentes? Ativistas gays têm a mídia do seu lado, têm a indústria do entretenimento do seu lado, têm o estabelecimento educacional do seu lado, têm as empresas do seu lado, têm a maioria dos políticos do seu lado, assim como a maioria dos juízes. Isso não é o suficiente? Se eles estão tão certos da justiça de sua causa, por que não podem tolerar algumas poucas vozes aqui e ali que ainda insistem: “Isso é errado”?

Proteção sem precedentes

Não há quase nenhum grupo no mundo que tem o nível de aceitação, validação, aprovação e empatia do público que os homossexuais hoje desfrutam. Eles certamente têm mais reconhecimento, proteção e promoção do que os cristãos evangélicos em qualquer lugar. Então por que não podem deixar os cristãos em paz? O que mais eles querem ou do que mais precisam?

Somente Romanos 1.18-32 pode explicar isso. Com efeito, diz que mesmo que o casamento gay seja legalizado em todos os lugares e mesmo se cada voz destoante seja extinguida, as consciências gay ainda gritarão “Errado!” e “Culpado!”. No seu íntimo, eles ainda conhecerão “a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam” (Rm 1.32). Essa é a “sombra de preocupação” que espreita para sempre a consciência gay.

Paz através da cruz

A mensagem cristã para a comunidade gay é que ela abandone sua tentativa fútil de garantir paz de consciência através dos tribunais, da mídia e dos milhares de votos. É muito melhor trazer tais consciências pesarosas à cruz de Cristo para plena cura e permanente silenciamento vindo do próprio Deus, através da fé e do arrependimento. Isso fará um trabalho muito melhor para remover a ansiedade, as sombras e os medos do que qualquer quantidade de referendos ou falência de padarias e floristas. Também abrirá caminho para experimentar a imensurável largura, altura e profundidade do amor de Deus.

E para cristãos que estão sofrendo ou ainda sofrerão as consequências da desaprovação da sociedade ou do Estado sobre essa questão, confie no poder de uma boa consciência. Somos zombados, desaprovados, menosprezados, marginalizados, caricaturados e rejeitados mais do que qualquer outro grupo na sociedade. Somos chamados de intolerantes, homofóbicos e cheios de ódio. Mas ter uma consciência através da qual Deus demonstra sua aprovação e aceitação a nós significa que podemos continuar nos levantando por aquilo que é certo e verdadeiro, não importa quantas vozes de intolerância e ódio gritem contra nós.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


O autor: David P. Murray serviu como pastor da Locharron Free Church of Scotland de 1995 até 2000 e, posteriormente, na Stornway Free Church of Scotland entre 2000 e 2007. David Murray é professor de Antigo Testamento e Teologia Prática no Puritan Reformed Theological Seminary, em Grand Rapids, Michigan. Murray escreve no blog "Head, Heart, Hand: Leadership for Servants."

O artigo original de Brendan O'Neill pode ser acessado por meio desse link aqui:

http://www.spiked-online.com/newsite/article/the-trouble-with-gay-marriage/17016#.VYxNLRtVhBc


ROMANOS 1:18—32

18 "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;  

21 Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 Semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 Cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 Caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 Insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem."


VIA: O Grande Diálogo

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A principal exportação dos EUA: imoralidade

Exclusivo: Matt Barber comenta que outras nações estão rejeitando a agenda LGBT. Por que os americanos estão tão incomodados com isso?
Matt Barber
“Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme.” (Provérbios 29:2 NVI).
Os Estados Unidos estão gemendo porque os ímpios estão governando.
Aliás, sob o governo do presidente Barack Obama, a principal exportação dos EUA se tornou a imoralidade. A perversão sexual, o assassinato de bebês em gestação, a redistribuição de riquezas e outros males foram desinfetados e propagandeados como “direitos humanos fundamentais.”
Por isso, quando esse presidente arrogante estiver na ONU e condenar as nações que se recusam a adotar sua marca especial de relativismo pagão, não deveríamos ficar surpresos se essas nações rechaçarem.
E estão rechaçando mesmo.
Sem dúvida, além de provocar muito mal-estar no povo americano, a obsessão febril de Obama “de chamar o mal de bem e o bem de mal” está igualmente  marginalizando cada vez mais os EUA no mundo inteiro.
Sob a liderança trágica desse homem que só pensa em si mesmo, os Estados Unidos, embora nunca tenham sido perfeitos, agora se parecem menos com a “cidade brilhando na colina” e mais como a Grande Prostituta da Babilônia na Bíblia. Uma nação que outrora permaneceu sozinha como o guia moral do mundo agora lidera o ataque desprezível para infectar nosso planeta privilegiado com seus próprios vírus de iniquidades.
E o mundo está rechaçando.
Por exemplo, ultimamente tem havido muito choro e ranger de dentes entre os grandes meios de comunicação — e outros círculos da “tolerância” intolerante — nos EUA por causa dos esforços bem sucedidos de vários governos estrangeiros de lutar contra a maré de propaganda LGBT dentro de suas próprias fronteiras soberanas.
A Rússia, a Índia, a Croácia, o Peru, a Jamaica e até a Austrália, por exemplo, junto com outras nações, estão agora agindo para se vacinarem contra o câncer de rápida metástase do relativismo sexual.
Tendo testemunhado, de longe, os resultados venenosos de tal propaganda aqui nos EUA (a hipersexualização das crianças, a desconstrução do casamento natural e da família, a propagação desenfreada de doenças sexualmente transmissíveis, a perseguição religiosa e problemas semelhantes), parece haver um reconhecimento emergente no mundo inteiro de que a radical agenda LGBT — uma das causas favoritas de Obama — não é sobre garantir “direitos humanos,” mas, em vez disso, é sobre decretar iniquidades morais.
O mundo está vendo que forçar os outros a “tolerar” — aliás, celebrar — libertinagem irrestrita, sob penalidades legais, é tão prejudicial à sociedade como tal libertinagem é prejudicial para os que a praticam.
O mundo tem olhado para os Estados Unidos em busca de liderança moral, mas tem visto que essa liderança está em falta entre os americanos. O clima sob Obama ficou tão ruim, aliás, que o líder russo Vladimir Putin se sente encorajado a reivindicar o manto do líder moral mundial — uma honra maravilhosa que até agora pertencia à velha nação americana.
O jornal DailyMail noticia que, em seu discurso sobre o estado da nação, “Putin buscou apresentar a Rússia como o árbitro moral do mundo na quinta-feira, ao mesmo tempo em que bateu forte nos ‘valores não tradicionais’ dos EUA e sua influência no mundo inteiro.”
A Rússia tem barrado a propaganda LGBT e outras propagandas de anarquia sexual.
“O sr. Putin defendeu os valores cada vez mais conservadores de seu governo,” continuou a reportagem, “e condenou a ‘revisão das normas de moralidade’ no Ocidente e outros lugares.
“‘Essa destruição dos valores tradicionais que vem da cúpula não só impõe consequências negativas para a sociedade, mas também é inerentemente antidemocrática porque é baseada numa noção abstrata e vai contra a vontade da maioria do povo’, o senhor Putin disse, acrescentando que não dá para haver benefício para a sociedade tratar o ‘bem e o mal’ de forma igual.”
Como é triste que o líder de um governo ateu, num país em que dezenas de milhões morreram sob o marxismo — outra das causas favoritas de Obama — está conseguindo ser mais cristão do que os EUA que outrora eram cristãos.
Enquanto isso, a pequena nação da Jamaica está entre centenas mais que estão igualmente sentindo as pressões esmagadoras do governo de Obama e das organizações aliadas de pressão LGBT. Eles estão também querendo impor sobre a Jamaica liberdade sexual irrestrita.
De acordo com The Gleaner, um jornal jamaicano, Peter LaBarbera, presidente de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, recentemente deu uma palestra numa conferência pró-família ali. LaBarbera “incentivou os jamaicanos a se fundamentarem em suas convicções cristãs e não se deixarem seduzir por outros países para repelir as leis antissodomia.”
“Os Estados Unidos não têm nenhum direito de passar sermão em ninguém sobre moralidade sexual,” comentou ele. “Os EUA têm abortos desenfreados, promiscuidade desenfreada, e me coloco, de todo o coração, ao lado dos jamaicanos e incentivo todos vocês a permanecerem firmes em suas convicções,” disse ele.
“A clareza moral dos meus anfitriões pró-família foi animadora, e algo que nós nos Estados Unidos precisamos aprender e extrair ânimo disso,” disse LaBarbera em sua volta. “Eu disse a eles: o governo dos Estados Unidos não tem nada para ensinar a você sobre moralidade sexual, mas vocês têm muito para ensinar aos americanos!”
“Estamos observando a Jamaica para ver o que acontece,” concluiu ele, “e creio que se a Jamaica conseguir resistir e não se prostrar às pressões, vocês poderão ser um exemplo para o mundo. Vocês não têm necessidade de seguir ninguém,” LaBarbera encorajou.
Aliás, com certeza ninguém precisa seguir os Estados Unidos. Não nessa questão. Menos nações estão adotando o que os EUA estão exportando. Colocaram um embargo na principal exportação dos EUA.
Embora os EUA estejam perdidos (mas oro para que não), pareceria que seus valores tradicionais — valores ainda tido por muitos, até mesmo a maioria, dos americanos — estão, apesar de tudo, ganhando força em outros países.
E isso é animador.
Agora, vamos orar para que esses valores, que chegaram às nações através dos EUA, voltem aos EUA através dessas nações.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: America’s chief export: Immorality
Fonte: Julio Severo

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Protesto gay contra Feliciano só fortalece sua candidatura à presidência

Nesta semana aconteceu em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, um ato contra o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP).
Pouco mais de vinte praticantes do homossexualismo se reuniraram em protesto às ideias bíblicas do pastor, que pregava durante um culto evangélico. Sua forma de protesto foi se beijar durante o evento.
Nem um pouco intimidado com os atos indecentes, Feliciano chamou a atenção para si e declarou: “Vamos bater palmas para eles. Só peço que respeitem os que vieram aqui para orar.”
Os manifestantes fizeram seu ato obsceno desrespeitando a presença de inúmeras crianças presentes no culto. 
Feliciano também disse que as manifestações gays contra ele só aumentam suas chances para disputar como candidato a Presidente da República.
“Vocês [os manifestantes] estão me fazendo um bem tremendo e eu fiquei ainda mais forte depois disso. Esse povo ajuda na minha candidatura à Presidência da República”, declarou.
Quando acabou o mandato na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado afirmou que iria se canditar a senador. Quanto à presidência, Feliciano afirma que este é o “desejo de cada evangélico do país.”
“Saber que somos o país com maior crescimento no número de evangélicos e que temos que enfrentar projetos absurdos como os contidos na reforma do Código Penal. Eu sonho com o governo dos justos e com o dia em que o presidente desta nação vai ouvir o que cada pastor tem a dizer sobre estes projetos”, declarou.
Com informações do site homossexual A Capa.
Fonte: Julio Severo

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Jean Wyllys, o racista que diz sofrer "racismo"

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Podemos ver quem é o Jean Wyllys neste print acima!


Um típico esquerdista desesperado.


Quando não há argumentos, ele parte para as agressões verbais, e inclusive o racismo e preconceito, coisa que o próprio diz "lutar" contra. Mais o racismo e o preconceito pode ser usado quando lhe convém.
 
Se fosse qualquer cristão que dissesse algo com relação à opção sexual de um gay, toda à mídia estaria caindo em cima de tal fulano, mais como este Jean Wyllys está nos padrões que à mídia dita, promove e divulga, então o que ele disse pode passar batido, pois foi só um "descontrole" na hora do bate boca, nada mais.

 
Afinal, o que esperar de um ex-BBB da Globo? Nada mesmo! Fontes: http://www.libertar.in/2013/12/jean-wyll...ofrer.html e https://www.facebook.com/CasandoOVerbo



"Num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário"
 

 

Fórum Cidadão Celestial
Comunidade Cidadão Celestial 

VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

DA ADMINISTRAÇÃO: O GrupoMG não tem nada contra gays ou homossexuais, Mas existe sim uma grande diferença entre as duas palavras e pessoas desse mesmo movimento.
 
Leiam este artigo que deixaremos o link abaixo e veja qual é a nossa opinião sobre o tema.

domingo, 6 de outubro de 2013

Onze países prometem manter a Homossexualidade na agenda da ONU. Brasil está entre eles


Onze países anunciaram que continuarão a hastear a bandeira do arco-íris na ONU apesar de retrocessos em anos recentes.

John Kerry, secretário de Estado dos EUA, e autoridades de dez países prometeram promover a homossexualidade na ONU numa declaração dada na semana passada.
 
O “Principal Grupo LGBT,” como é chamado os onze países, se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgênero (LGBT).

A declaração louva países que revogaram leis contra a sodomia, sancionaram projetos de lei que criminalizam a “homofobia” e têm outras proteções especiais para os homossexuais.

Kerry tentou ser otimista sobre o progresso de direitos LGBT na ONU, e descreveu recentes acontecimentos como “incompreensíveis” numa declaração divulgada mediante do Departamento de Estado.

Mas a rota para fazer com que as nações celebrem a homossexualidade permanece íngreme, como os grupos homossexuais descobriram em anos recentes.
 
Apesar de campanhas intensas lideradas pelos Estados Unidos, os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” são parte de apenas uma resolução da Assembleia Geral. Essa resolução é sobre matanças extrajudiciais, e mesmo assim, a conclusão sempre é de uma votação fechada.

Em 2010, os Estados Unidos prometeram uma resolução da Assembleia Geral sobre direitos homossexuais. Tal resolução não tem apoio suficiente dos países membros da ONU. Os céticos dizem que a recente declaração equivale a pouco mais do que um comunicado de imprensa e meramente sacia os desejos dos representantes que querem direitos LGBT.

A maioria dos países da Ásia e África faz objeção à homossexualidade. Mundialmente, 80 países têm leis contra a sodomia. Menos de 20 reconhecem as duplas de mesmo sexo, e só 14 permitem que indivíduos do mesmo sexo se casem.

Navi Pillay, a autoridade mais elevada da ONU para direitos humanos, tem encabeçado a causa LGBT na ONU em anos recentes e tem enfrentado resistência em cada ocasião. Os países se ressentem que a equipe dela recebe verbas destinadas exclusivamente para direitos LGBT dos países nórdicos e ainda pede mais dinheiro do orçamento da ONU.

Cientes desses desafios, os Estados Unidos estão financiando ativistas homossexuais de outros países. O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo.

Só a Argentina, Brasil, Croácia, União Europeia, França, Israel, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega e os Estados Unidos compareceram à reunião. Eles a descreveram como um evento “pioneiro” da ONU. O evento não foi anunciado no Jornal da ONU, que apresenta a lista de reuniões oficiais da ONU, e aconteceu numa sala pequena do Secretariado.

Um porta-voz do Secretariado disse que a reunião foi “anunciada” e que qualquer um dos 194 países membros da ONU poderia ter pedido para comparecer. Os diplomatas russos, que estão sendo criticados pelas leis da Rússia que protegem as crianças de nocivas propagandas sexuais, teriam dito que não estavam cientes que a reunião estava ocorrendo.

O grupo de países recebeu a adesão do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), do Observatório de Direitos Humanos e da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos.

Ainda que nenhum tratado internacional mencione direitos LGBT, esses grupos dizem que o direito internacional exige novos direitos especiais para os homossexuais que incluam privilégios para duplas de mesmo sexo, reconhecimento de identidades transgêneros e leis anti-“homofobia” com mecanismos policiais especiais, entre outros.

sábado, 24 de agosto de 2013

ONU Arrisca Credibilidade com Campanha Promovendo Direitos Homossexuais

Wendy Wright

NOVA IORQUE, 2 de agosto (C-FAM) O escritório de direitos humanos da ONU lançou uma campanha midiática promovendo direitos homossexuais e transgêneros. A iniciativa de duração de um ano, financiada por fontes externas, levanta questões sobre o uso de escritórios da ONU para o que alguns governos consideram propaganda.

 
A campanha dos líderes da ONU para estabelecer direitos sexuais como direitos humanos de consenso universal está ocorrendo depois de anos de fracassos para ganhar apoio governamental para a homossexualidade. 
 
Tentativas de legitimar direitos especiais para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) fracassaram repetidamente no Conselho de Direitos Humanos, o órgão administrativo que supervisiona o escritório da ONU que produziu a campanha.
 
Navi Pillay, a mais elevada autoridade de direitos humanos da ONU, anunciou a campanha “Livres & Iguais” na semana passada na África do Sul.
 
Um anúncio proclama, “Direitos LGBT são direitos humanos.” Em outro, Pillay declara que direitos LGBT não são “novos ou especiais.” Os críticos apontam para o fato de que os direitos humanos se aplicam para todas as pessoas. Os direitos LGBT são distintos, e levam ao estabelecimento do casamento de mesmo-sexo, exigindo que as escolas contratem transexuais e cometam discriminação contra pessoas que têm opiniões religiosas.
 
“Devemos todos desafiar atitudes homofóbicas,” diz Pillay enquanto um vídeo mostra um protesto contra a Proposta 8, a emenda da Califórnia que declara que o casamento é entre um homem e uma mulher.
 
A campanha enumera a discriminação, que incluiria o casamento tradicional e a proteção das crianças contra a propaganda LGBT, junto com a violência e a tortura. Os oponentes discordam que a oposição aos direitos LGBT equivale a desculpar a violência, apontando para países que limitam condutas sexuais e levam a juízo a violência cometida contra indivíduos homossexuais e transgêneros.
 
O território desconhecido dos direitos sexuais deixa algumas sociedades lutando com consequências imprevisíveis. O comentarista Andrew Harrod fez uma reportagem sobre uma dupla homossexual que gerou um bebê com uma dupla lésbica, e todos os quatro criando a criança como “pai, pai, mãe, mãe.” Outro homem homossexual gerou 22 filhos com mulheres lésbicas como resultado de um “impulso para procriar, solidão e vingança calma contra a igreja.”
 
Em países que legalizam o casamento de mesmo sexo, as pessoas enfrentam multas, prisão e discriminação profissional por defenderem a convicção do casamento tradicional.
 
Uma pesquisa de opinião pública do Pew Research revelou que a homossexualidade é menos aceitável em países em que a religião é central na vida das pessoas, e mais aceitável onde a religião não é central.
 
Quando o presidente Obama exerceu pressão pró-homossexualismo durante sua recente visita à África, líderes do Quênia fizeram oposição. O Quênia “é soberano e temente a Deus,” disse vice-presidente William Ruto.
 
“Essas pessoas que já arruinaram sua sociedade… não permita que se tornem nossos professores para nos dizer aonde ir,” disse o cardeal do Quênia, John Njue. A homossexualidade é ilegal em 38 nações africanas, e 90% dos quenianos creem que a homossexualidade é errada.
 
A ONU contratou a Fundação Purpose para realizar a campanha nos meios de comunicação. A empresa constrói movimentos de mídia social para “mudar as regras” nas sociedades.
 
Em maio passado o Friday Fax perguntou a Pillay quem financia o trabalho do escritório dela de defender direitos LGBT. Ela disse que vem dos países nórdicos. Uma autoridade da ONU disse à Associated Press que o financiamento para a campanha “Livres & Iguais” vem de “contribuintes externos.”
 
A política britânica Anne Widdecombe tem criticado as prioridades das autoridades. Mais de 150.000 cristãos são mortos anualmente. Cerca de 200 milhões de cristãos sofrem desvantagens sociais, são atormentados ou sofrem opressão direta.
 
“Estou perplexa com o tamanho da perseguição aos cristãos no mundo inteiro,” ela declarou em 2011. “Por que na terra estamos colocando a liberdade religiosa como igual à homossexualidade?”
 
Fonte: C-FAM
Tradução e Via: Julio Severo


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Se gays estrangeiros podem processar pastor americano por causa de pregações, quem está seguro?

Juiz quer que alegação gay de “crime contra a humanidade” vá em frente contra pregação da Bíblia.
  
Julio Severo

WND fez uma reportagem sobre a situação difícil do Rev. Scott Lively, autor do livro “The Pink Swastika” (Suástica Rosa), que está sendo processado por um grupo gay africano porque um líder homossexual em Uganda foi assassinado por seu amante alegadamente depois de uma pregação feita por Lively.

Isso mesmo. Você leu direito: uma ativista gay africano foi assassinado por seu próprio amante prostituto gay e uma pastor americano leva a culpa. E incrivelmente, o juiz americano não atirou no lixo esse caso ridículo.
 
 
Rev. Scott Lively
 
WND disse que “um juiz federal apoiou um grupo militante homossexual em sua afirmação de que membros foram prejudicados pela pregação bíblica de um pastor americano em Uganda contra a conduta homossexual.”
 
Mas a decisão do juiz Michael Posner num caso apresentado pela ONG Minorias Sexuais de Uganda (MSU) contra o Pr. Scott Lively dos Ministérios Abiding Truth poderá significar muito mais. Poderá estabelecer que um consenso internacional repudiando padrões bíblicos consagrados pode ficar acima da Constituição dos EUA, disse o WND.
 
E por causa da enorme influência cultural americana nas nações, poderá abrir um precedente perigoso, tornando os cristãos vulneráveis a processos de supremacistas gays de outras nações.
 
Como um pequeno sinal de ameaças a vir, no ano passado o PayPal decidiu encerrar minha conta depois uma campanha e pressões de AllOut, uma organização gay americana. Nesse acso, uma organização gay americana conseguiu fechar a conta de um brasileiro. Se o caso homossexual contra o Rev. Lively tiver êxito, será que AllOut e outros grupos americanos poderiam entrar com processos semelhantes contra mim e outros brasileiros?
 
O sistema da ONU acabaria se envolvendo, regulamentando “crime contra a humanidade” e ações legais contra cristãos acusados sob esse rótulo.
Em sua reportagem, WND também disse:
 
  • MSU alega que Lively deve ser punido por criticar a homossexualidade, chamando a pregação dele de “crime contra a humanidade” em violação das “leis internacionais.”
  •  
  • O advogado de Lively, Horatio Mihet, do Conselho da Liberdade, disse que a pregação de seu cliente é protegida pela Constituição.
  •  
  • O juiz precisou de quase 80 páginas para dizer que achava que as alegações trazidas pela MSU eram importantes e precisavam ser julgadas.
  •  
  • O juiz citou “muitas autoridades” que “implicitamente apoiam o princípio de que a perseguição generalizada e sistemática de indivíduos com base em sua orientação sexual e identidade de gênero constitui um crime contra a humanidade.”
  •  
  • O juiz argumentou que a ideia de que as declarações de Lively são protegidas sob a Primeira Emenda é “prematura.”
  •  
  • A ação legal contra Lively afirma que ao falar em oposição à homossexualidade, ele estava conspirando para privar os acusadores de seus direitos fundamentais. 
  •  
  • Os advogados de Lively explicaram que o ataque da MSU vai diretamente contra a supremacia da Constituição dos EUA.
  •  
  • “MSU pede que este tribunal dos Estados Unidos puna um de seus cidadãos, o Sr. Lively, por ‘crimes contra a humanidade’ sob um tratado internaconal que os Estados Unidos rejeitou expressamente,” explicou um documento apresentado ao tribunal se opondo ao caso da MSU.
  •  
  • “Além disso, o que a MSU de forma arrogante e decisiva rotula como ‘crimes contra a humanidade’ — o mais hediondo dos crimes — é realmente nada mais do que discurso civil não violento na esfera pública sobre um assunto de grande preocupação pública, discurso que ocupa a prioridade na proteção da Primeira Emenda [da Constituição],” declarou o documento.
  •  
  • A ação foi motivada porque Lively “expressou suas opiniões bíblicas sobre homossexualidade durante uma visita de 2009 a Uganda.”
  •  
  • A MSU está sendo representada por uma organização financiada por George Soros, o Centro de Direitos Constitucionais de Nova Iorque. Até mesmo o jornal New York Times descreve essa organização como esquerdista.
  •  
  • “MSU também não informou ao tribunal que David Kato — o ativista ugandense cujo assassinato a MSU considera o ponto central desse processo — foi morto não por um homófobo enfurecido incitado pelo discurso protegido de Lively, mas por um prostituto homossexual transtornado com o fracasso de uma transação comercial.
  •  
  • “A MSU também não informou ao tribunal que o criminoso confesso deste crime horrível foi julgado e condenado nos tribunais de Uganda, e está agora cumprindo sentença de 30 anos de prisão.
  •  
  • “E, finalmente, a MSU não informou ao tribunal que, longe de incitar a violência, o sr. Lively tem sempre condenado atos e palavras de violência nos termos mais fortes possíveis, e tem louvado os tribunais de Uganda por garantir justiça.”
 

Fonte: Julio Severo

sábado, 17 de agosto de 2013

Leis contra Propaganda Homossexual Avançam Apesar de Indignação do Ocidente

Dr. Stefano Gennarini

NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) Para proteger suas crianças, países da Europa Oriental estão seguindo o exemplo da Rússia restringindo a propaganda de atos sexuais “não tradicionais.” Os grupos homossexuais estão reagindo furiosamente.


No mês passado, a Moldávia aprovou uma lei que proíbe a distribuição de informações “que tem como alvo a propagação de prostituição, pedofilia, pornografia e quaisquer outras relações diferentes das relações ligadas ao casamento ou família.” A Lituânia recentemente adotou uma lei semelhante, e o poder legislativo da Ucrânia está, de acordo com reportagens, considerando o mesmo tipo de lei.
 

As leis estão sendo criadas com o objetivo de proteger os menores de informações explícitas que podem levá-los a escolhas prejudiciais à saúde numa idade delicada. A lei da Rússia, adotada em junho, multa indivíduos e organizações por promoverem conduta sexual “não tradicional” entre crianças.
 
Grupos homossexualistas como o Observatório de Direitos Humanos (Human Rights Watch) dizem que essas leis violam os padrões de direitos humanos europeus e internacionais. Os defensores dessas leis dizem que elas foram feitas de forma específica e sob medida para apenas limitar a liberdade de expressão na medida em que é necessário proteger as crianças.

A homossexualidade não é criminalizada na Rússia ou países da Europa Oriental, como era sob o comunismo. Mas os cidadãos estão preocupados com a glamorização de estilos de vida prejudiciais à saúde, considerando o efeito que podem ter em menores.

O estilo de vida homossexual, em particular, é associado com uma grande variedade de riscos de saúde. Indivíduos que se engajam em atividade homossexual têm probabilidade 18 vezes maior de contrair o HIV/AIDS do que pessoas que não se engajam. Eles estão em risco mais elevado para outras doenças sexualmente transmissíveis, abuso de drogas, depressão e suicídio.

As leis estão em vigor em alguns estados russos por aproximadamente uma década. Os poderes legislativos nacionais começaram a promulgá-las neste ano, depois que o presidente Obama ordenou que todas as agências dos EUA que lidam com assuntos exteriores promovessem direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros, e estabelecessem um fundo para financiar grupos LGBT estrangeiros para promoverem agitações em seus países. 
 
Nesse mesmo tempo, o primeiro-ministro britânico David Cameron ameaçou cortar assistência para países que têm leis que penalizam a sodomia.

A Associated Press e outros meios de comunicação chamam as novas leis de “antigays.” Na semana passada, um artigo de opinião no jornal New York Times comparou o presidente russo Vladimir Putin a Adolf Hitler. Ativistas homossexuais estão exortando os indivíduos a boicotar os XXII Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia.

Ativistas que esperam tirar vantagem do sentimento antirreligioso no Ocidente estão culpando a Igreja Ortodoxa Russa por promover essas leis. Mas a crescente influência da Igreja Ortodoxa, por mais importante que seja, não é suficiente para explicar a aprovação rápida dessas leis onde elas gozam apoio popular. 
 
Na Rússia, uma recente pesquisa de opinião pública do Pew revelou que apenas 16% creem que a homossexualidade deveria ser socialmente aceitável.

A Rússia promulgou sua lei nacional apesar do fato de que especialistas de direitos humanos da ONU condenaram uma lei regional semelhante no começo deste ano. Em junho, o Conselho da Europa expressou sua preocupação com a nova lei da Rússia, principalmente seu efeito nos eventos de Orgulho Gay. Esses eventos são notórios por exibições de simulação de atos sexuais e sadomasoquistas.

Tentativas de aplicar pressão internacional não intimidaram os países vizinhos de considerar e adotar leis semelhantes às da Rússia.

Alguns ativistas homossexuais atrevidos estão enfrentando as consequências de viajar para a Rússia para fazer alarde da lei.

Via:
Julio Severo
Fonte: C-FAM

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Mobilização gayzista internacional contra Rússia

O que os brasileiros pró-família podem fazer para se solidarizar com o povo russo.
Julio Severo

Ativistas gays dos países ocidentais estão organizando para o dia 23 de agosto um obsceno protesto em massa em embaixadas e consulados da Rússia do mundo todo, inclusive no Brasil.

A bronca deles é que semanas atrás Vladimir Putin, presidente da Rússia, sancionou lei aprovada pelo Parlamento russo proibindo propaganda gay para menores de idade.

 

Para as famílias do mundo, essa foi uma excelente notícia. O Dr. Scott Lively, autor do famoso livro “Pink Swastika” (Suástica Rosa), destacou que essa foi a mais importante vitória recente para o movimento pró-família internacional.
 
Você pode ler o artigo dele aqui: http://bit.ly/12vxN2O 

A propaganda do protesto não está focando na lei que os russos aprovaram. O discurso da propaganda é o discurso habitual de que estão apenas combatendo a violência e “homofobia.”

O texto da campanha gayzista diz: “Pelos Direitos e Cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na Rússia — contra as atrocidades do governo de Vladimir Putin.”

Os militantes gays do Brasil vão participar da mobilização internacional em três cidades: na embaixada da Rússia em Brasília e nos consulados russos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O que você precisa saber: O povo russo, castigado por anos de comunismo, parece ter aprendido sua lição, e quer mais moralidade diante das consequências imorais do recente passado comunista.

 
Ao sancionar a lei anti-propaganda gay, o presidente russo apenas respeitou a vontade do povo.

O que você pode fazer? O povo russo está sofrendo pressões internacionais, especialmente dos Estados Unidos e Europa, para imitar o padrão ocidental de rendição à agenda gay. Não podemos deixar o povo russo só neste momento.
 
Precisamos mostrar nossa solidariedade a eles, assim como mostraríamos aos americanos e europeus se os Estados Unidos e a Europa estivessem sob pressão da Rússia para se render à propaganda gay. Aliás, nos tempos da União Soviética, dávamos total apoio ao governo dos EUA.
 
Agora, o quadro está se invertendo, talvez não porque a Rússia tenha melhorado mil maravilhas. O que está acontecendo é que os EUA e a Europa, com suas políticas de imperialismo homossexual sobre todas as nações, decaíram tanto que faz uma prostituta (no caso, o governo russo, que continua apoiando a Cuba comunista) parecer santa.
 
Seja como for, precisamos apoiar o povo russo.

Os ativistas gays estarão fazendo protesto no dia 23 de agosto. Antes dessa data, podemos, por solidariedade, visitar as representações russas no Brasil para expressar o apoio do povo brasileiro ao povo russo em sua busca de liberdade contra a tirania gay, e para parabenizar o governo russo por ter atendido aos anseios do seu povo aprovando a lei contra propaganda gay.

 
Precisamos dizer aos russos que os baderneiros gays que farão o protesto não representam o Brasil nem a totalidade dos brasileiros, que são pró-família.

Se você mora em Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, você pode, como pastor ou padre, hoje mesmo manifestar seu apoio ao povo russo, registrando essa manifestação registrada numa carta oficial que deve ser entregue nas representações russas nestes endereços:

Seção Consular da Embaixada da Rússia em Brasília
Avenida das Nações, SES, Qd. 801, Lt. A.

Consulado Geral da Rússia em São Paulo
Av. Lineu de Paula Machado, 1.336, Cidade Jardim.

Consulado Geral no Rio de Janeiro
R. Professor Azevedo Marques, 50, Leblon.


Se você não é líder cristão, mas tem alguma empresa, entidade ou grupo, leve também uma carta oficial de apoio ao povo russo nos endereços acima.

Com informações do site homossexual A Capa.
 
Fonte: Julio Severo

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