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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Professores americanos são proibidos de chamar estudantes de “meninos e meninas”

(KOB-TV 4) — Professores na Escola de Ensino Fundamental Carlos Rey [na cidade de Albuquerque, Novo México, nos EUA] estão numa situação difícil depois que o vice-diretor os orientou a parar de chamar seus estudantes de “meninos e meninas.” 

 

Parece que a direção da escola decidiu avançar um passo mais a nova norma de banheiros transgêneros para as escolas públicas da cidade de Albuquerque nos EUA.  
Esse parece ser o primeiro exemplo de algo que começou como uma questão de banheiro que agora está se expandindo e entrando na vida diária da sala de aula. 

Uma carta enviada aos professores da Escola Carlos Rey neste mês intitulada “Ordem Oficial de Procedimento de Identidade de Gênero” declara que os professores não mais podem se referir aos seus estudantes como meninos e meninas começando neste mês, orientando-os a eliminar as diferenças sexuais em suas salas de aula. 

Essa ordem provoca reação acalorada de ambos os lados. 

“Isso é grotesco,” disse o Rev. Adelious D. Stith, que vai regularmente às reuniões de diretoria das escolas públicas de Albuquerque. “Isso simplesmente não faz nenhum sentido.” Stith vem suplicando à direção para que dê atenção aos pais antes de permitir que estudantes transgêneros usem os banheiros do sexo com o qual se identificam.   

A secretaria de educação disse que obedecerá à lei federal nessa questão, e esse é o primeiro ano letivo com a política em andamento. 

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Teachers banned from calling students “boys and girls” 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Relatório da UNESCO promove aborto e narrativa de mesmo sexo

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, fevereiro (C-FAM) A agência educacional e cultural da ONU diz que o propósito de educar crianças é não só promover seu alfabetismo e avanço social, mas também lhes ensinar onde e como ter um aborto e aumentar sua tolerância para com a conduta de mesmo sexo.
Em seu relatório “Ensinando e Aprendendo: Alcançando Qualidade para Todos” divulgado na semana passada, a UNESCO disse que as mulheres escolarizadas reduzem seu risco de morrer de complicações de gravidez adotando melhores práticas de higiene, tendo atendentes de parto experientes, reconhecendo sintomas de hemorragia ou pressão alta, e “avaliando como e onde ter um aborto.”
O relatório concorda com o papel da educação na redução de mortes e ferimentos de gravidez ou parto reduzindo o casamento de crianças e adiando a iniciação da atividade sexual. Mas se desvia muito da literatura afirmando que tais ganhos requerem que as meninas aprendam como conseguir abortos.
O gráfico “Ame Teu Próximo?” afirma que a educação aumenta a tolerância, citando diferenças em atitudes entre pessoas com educação primária e secundária. Os resultados de países latino-americanos e árabes mostraram que os entrevistados com uma educação secundária tinham mais probabilidade de ver favoravelmente um vizinho de língua, raça, religião ou origem nacional diferente, ou alguém que fosse HIV positivo.
No entanto, quando indagados se prefeririam ter um vizinho com atração de mesmo sexo, os entrevistados árabes com uma educação secundária tinham essencialmente a mesma resposta de seus vizinhos com menos educação. Na América Latina, a diferença foi de 32%. Os autores do relatório reconhecem: “Em muitas partes do mundo, as pessoas permanecem intransigentes em suas atitudes para com a homossexualidade.”
A discrepância regional de atitudes coloca em destaque que o nível de educação é apenas uma variável — o conteúdo do currículo também importa. Numa conferência internacional de AIDS no México em 2008, líderes latino-americanos se comprometeram a incorporar a prevenção ao HIV nos padrões educacionais. Essa iniciativa estava em conflito direto não só com os padrões culturais, mas também legais de muitos países representados. Um exame regional da UNESCO de 2010 da América Latina e Caribe confessa que, “alguns países tiveram de considerar a contradição de incorporar a questão da diversidade sexual no currículo escolar enquanto a sodomia e a homossexualidade continuaram a ser criminalizadas.”
Um documento introdutório preparado para o recente relatório de educação enfraquece ainda mais a simplicidade do argumento de que a educação mais elevada se iguala à maior tolerância. Na China e na Turquia, que geralmente não são considerados países que permitem a atividade de mesmo sexo, diferenças significativas de atitude foram só medidas entre pessoas com educação universitária. Na Índia, os resultados foram completamente contraditórios ao relatório da UNESCO: os que tinham apenas uma educação primária toleravam mais a atividade de mesmo sexo do que os que tinham uma educação secundária.
A UNESCO conclui: “A educação pode levar tempo para ter um impacto em atitudes arraigadas,” e pede “medidas específicas de políticas” para garantir que as crianças “aprendam na escola a importância da tolerância.”
A UNESCO incitou controvérsia em anos recentes ao fazer parceria com o Conselho de Informações e Educação Sexual dos Estados Unidos (conhecido pela sigla SIECUS) para gerar um currículo de educação sexual incentivando exploração sexual precoce e rejeição da “moralização.” O SIECUS foi fundado por uma ex-diretora médica da Federação de Planejamento Familiar como um desdobramento do Instituto Kinsey, que foi recentemente aprovado para reconhecimento da ONU.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: Julio Severo

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A principal exportação dos EUA: imoralidade

Exclusivo: Matt Barber comenta que outras nações estão rejeitando a agenda LGBT. Por que os americanos estão tão incomodados com isso?
Matt Barber
“Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme.” (Provérbios 29:2 NVI).
Os Estados Unidos estão gemendo porque os ímpios estão governando.
Aliás, sob o governo do presidente Barack Obama, a principal exportação dos EUA se tornou a imoralidade. A perversão sexual, o assassinato de bebês em gestação, a redistribuição de riquezas e outros males foram desinfetados e propagandeados como “direitos humanos fundamentais.”
Por isso, quando esse presidente arrogante estiver na ONU e condenar as nações que se recusam a adotar sua marca especial de relativismo pagão, não deveríamos ficar surpresos se essas nações rechaçarem.
E estão rechaçando mesmo.
Sem dúvida, além de provocar muito mal-estar no povo americano, a obsessão febril de Obama “de chamar o mal de bem e o bem de mal” está igualmente  marginalizando cada vez mais os EUA no mundo inteiro.
Sob a liderança trágica desse homem que só pensa em si mesmo, os Estados Unidos, embora nunca tenham sido perfeitos, agora se parecem menos com a “cidade brilhando na colina” e mais como a Grande Prostituta da Babilônia na Bíblia. Uma nação que outrora permaneceu sozinha como o guia moral do mundo agora lidera o ataque desprezível para infectar nosso planeta privilegiado com seus próprios vírus de iniquidades.
E o mundo está rechaçando.
Por exemplo, ultimamente tem havido muito choro e ranger de dentes entre os grandes meios de comunicação — e outros círculos da “tolerância” intolerante — nos EUA por causa dos esforços bem sucedidos de vários governos estrangeiros de lutar contra a maré de propaganda LGBT dentro de suas próprias fronteiras soberanas.
A Rússia, a Índia, a Croácia, o Peru, a Jamaica e até a Austrália, por exemplo, junto com outras nações, estão agora agindo para se vacinarem contra o câncer de rápida metástase do relativismo sexual.
Tendo testemunhado, de longe, os resultados venenosos de tal propaganda aqui nos EUA (a hipersexualização das crianças, a desconstrução do casamento natural e da família, a propagação desenfreada de doenças sexualmente transmissíveis, a perseguição religiosa e problemas semelhantes), parece haver um reconhecimento emergente no mundo inteiro de que a radical agenda LGBT — uma das causas favoritas de Obama — não é sobre garantir “direitos humanos,” mas, em vez disso, é sobre decretar iniquidades morais.
O mundo está vendo que forçar os outros a “tolerar” — aliás, celebrar — libertinagem irrestrita, sob penalidades legais, é tão prejudicial à sociedade como tal libertinagem é prejudicial para os que a praticam.
O mundo tem olhado para os Estados Unidos em busca de liderança moral, mas tem visto que essa liderança está em falta entre os americanos. O clima sob Obama ficou tão ruim, aliás, que o líder russo Vladimir Putin se sente encorajado a reivindicar o manto do líder moral mundial — uma honra maravilhosa que até agora pertencia à velha nação americana.
O jornal DailyMail noticia que, em seu discurso sobre o estado da nação, “Putin buscou apresentar a Rússia como o árbitro moral do mundo na quinta-feira, ao mesmo tempo em que bateu forte nos ‘valores não tradicionais’ dos EUA e sua influência no mundo inteiro.”
A Rússia tem barrado a propaganda LGBT e outras propagandas de anarquia sexual.
“O sr. Putin defendeu os valores cada vez mais conservadores de seu governo,” continuou a reportagem, “e condenou a ‘revisão das normas de moralidade’ no Ocidente e outros lugares.
“‘Essa destruição dos valores tradicionais que vem da cúpula não só impõe consequências negativas para a sociedade, mas também é inerentemente antidemocrática porque é baseada numa noção abstrata e vai contra a vontade da maioria do povo’, o senhor Putin disse, acrescentando que não dá para haver benefício para a sociedade tratar o ‘bem e o mal’ de forma igual.”
Como é triste que o líder de um governo ateu, num país em que dezenas de milhões morreram sob o marxismo — outra das causas favoritas de Obama — está conseguindo ser mais cristão do que os EUA que outrora eram cristãos.
Enquanto isso, a pequena nação da Jamaica está entre centenas mais que estão igualmente sentindo as pressões esmagadoras do governo de Obama e das organizações aliadas de pressão LGBT. Eles estão também querendo impor sobre a Jamaica liberdade sexual irrestrita.
De acordo com The Gleaner, um jornal jamaicano, Peter LaBarbera, presidente de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, recentemente deu uma palestra numa conferência pró-família ali. LaBarbera “incentivou os jamaicanos a se fundamentarem em suas convicções cristãs e não se deixarem seduzir por outros países para repelir as leis antissodomia.”
“Os Estados Unidos não têm nenhum direito de passar sermão em ninguém sobre moralidade sexual,” comentou ele. “Os EUA têm abortos desenfreados, promiscuidade desenfreada, e me coloco, de todo o coração, ao lado dos jamaicanos e incentivo todos vocês a permanecerem firmes em suas convicções,” disse ele.
“A clareza moral dos meus anfitriões pró-família foi animadora, e algo que nós nos Estados Unidos precisamos aprender e extrair ânimo disso,” disse LaBarbera em sua volta. “Eu disse a eles: o governo dos Estados Unidos não tem nada para ensinar a você sobre moralidade sexual, mas vocês têm muito para ensinar aos americanos!”
“Estamos observando a Jamaica para ver o que acontece,” concluiu ele, “e creio que se a Jamaica conseguir resistir e não se prostrar às pressões, vocês poderão ser um exemplo para o mundo. Vocês não têm necessidade de seguir ninguém,” LaBarbera encorajou.
Aliás, com certeza ninguém precisa seguir os Estados Unidos. Não nessa questão. Menos nações estão adotando o que os EUA estão exportando. Colocaram um embargo na principal exportação dos EUA.
Embora os EUA estejam perdidos (mas oro para que não), pareceria que seus valores tradicionais — valores ainda tido por muitos, até mesmo a maioria, dos americanos — estão, apesar de tudo, ganhando força em outros países.
E isso é animador.
Agora, vamos orar para que esses valores, que chegaram às nações através dos EUA, voltem aos EUA através dessas nações.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: America’s chief export: Immorality
Fonte: Julio Severo

domingo, 6 de outubro de 2013

Onze países prometem manter a Homossexualidade na agenda da ONU. Brasil está entre eles


Onze países anunciaram que continuarão a hastear a bandeira do arco-íris na ONU apesar de retrocessos em anos recentes.

John Kerry, secretário de Estado dos EUA, e autoridades de dez países prometeram promover a homossexualidade na ONU numa declaração dada na semana passada.
 
O “Principal Grupo LGBT,” como é chamado os onze países, se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgênero (LGBT).

A declaração louva países que revogaram leis contra a sodomia, sancionaram projetos de lei que criminalizam a “homofobia” e têm outras proteções especiais para os homossexuais.

Kerry tentou ser otimista sobre o progresso de direitos LGBT na ONU, e descreveu recentes acontecimentos como “incompreensíveis” numa declaração divulgada mediante do Departamento de Estado.

Mas a rota para fazer com que as nações celebrem a homossexualidade permanece íngreme, como os grupos homossexuais descobriram em anos recentes.
 
Apesar de campanhas intensas lideradas pelos Estados Unidos, os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” são parte de apenas uma resolução da Assembleia Geral. Essa resolução é sobre matanças extrajudiciais, e mesmo assim, a conclusão sempre é de uma votação fechada.

Em 2010, os Estados Unidos prometeram uma resolução da Assembleia Geral sobre direitos homossexuais. Tal resolução não tem apoio suficiente dos países membros da ONU. Os céticos dizem que a recente declaração equivale a pouco mais do que um comunicado de imprensa e meramente sacia os desejos dos representantes que querem direitos LGBT.

A maioria dos países da Ásia e África faz objeção à homossexualidade. Mundialmente, 80 países têm leis contra a sodomia. Menos de 20 reconhecem as duplas de mesmo sexo, e só 14 permitem que indivíduos do mesmo sexo se casem.

Navi Pillay, a autoridade mais elevada da ONU para direitos humanos, tem encabeçado a causa LGBT na ONU em anos recentes e tem enfrentado resistência em cada ocasião. Os países se ressentem que a equipe dela recebe verbas destinadas exclusivamente para direitos LGBT dos países nórdicos e ainda pede mais dinheiro do orçamento da ONU.

Cientes desses desafios, os Estados Unidos estão financiando ativistas homossexuais de outros países. O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo.

Só a Argentina, Brasil, Croácia, União Europeia, França, Israel, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega e os Estados Unidos compareceram à reunião. Eles a descreveram como um evento “pioneiro” da ONU. O evento não foi anunciado no Jornal da ONU, que apresenta a lista de reuniões oficiais da ONU, e aconteceu numa sala pequena do Secretariado.

Um porta-voz do Secretariado disse que a reunião foi “anunciada” e que qualquer um dos 194 países membros da ONU poderia ter pedido para comparecer. Os diplomatas russos, que estão sendo criticados pelas leis da Rússia que protegem as crianças de nocivas propagandas sexuais, teriam dito que não estavam cientes que a reunião estava ocorrendo.

O grupo de países recebeu a adesão do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), do Observatório de Direitos Humanos e da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos.

Ainda que nenhum tratado internacional mencione direitos LGBT, esses grupos dizem que o direito internacional exige novos direitos especiais para os homossexuais que incluam privilégios para duplas de mesmo sexo, reconhecimento de identidades transgêneros e leis anti-“homofobia” com mecanismos policiais especiais, entre outros.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Madonna anuncia projeto on-line para "encorajar liberdade de expressão"


SÃO PAULO, SP, 17 de setembro (Folhapress) - A cantora pop Madonna anunciou hoje seu novo projeto, um curta-metragem de 17 minutos que foi feito em parceria com a revista "Vice" e com o site de downloads "BitTorrent".

Batizado de "secretprojectrevolution", o filme foi dirigido em parceria pela diva e por Steven Klein, que já colaborou com ela em seus discos "Confessions on a Dance Floor" e "Hard Candy".

O curta será lançado em 24 de setembro e poderá ser baixado de graça no "BitTorrent", sendo a primeira obra da "Art for Freedom", iniciativa para "expandir a liberdade de expressão" na internet, que tem curadoria da "Vice".

A "Art for Freedom" foi criada por Madonna e, segundo comunicado em seu site, será um "projeto público on-line para encorajar o mundo a expressar seu sentido pessoal de liberdade e revolução, na forma de vídeos, músicas, poesias e fotografias".

Com essa iniciativa, a cantora pretende "protestar contra as perseguições".

O público poderá enviar suas próprias contribuições ao disponibilizá-las na internet, usando a hashtag "#artforfreedom" em suas postagens nas redes sociais.

Sobre o curta "secretprojectrevolution", três pequenos trailers podem ser vistos no YouTube. De acordo com Klein, é um filme que "opera em diversos níveis".
"O filme examina nossas prisões privadas.
 
Ele questiona o que fazemos, como fazemos e como tratamos os outros. Ele questiona nossos governos e nossos padrões de pensamento coletivo. Pensem nisso --o poder da arte pode trazer a paz."  

Fonte: TNOnline

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