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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Professores americanos são proibidos de chamar estudantes de “meninos e meninas”

(KOB-TV 4) — Professores na Escola de Ensino Fundamental Carlos Rey [na cidade de Albuquerque, Novo México, nos EUA] estão numa situação difícil depois que o vice-diretor os orientou a parar de chamar seus estudantes de “meninos e meninas.” 

 

Parece que a direção da escola decidiu avançar um passo mais a nova norma de banheiros transgêneros para as escolas públicas da cidade de Albuquerque nos EUA.  
Esse parece ser o primeiro exemplo de algo que começou como uma questão de banheiro que agora está se expandindo e entrando na vida diária da sala de aula. 

Uma carta enviada aos professores da Escola Carlos Rey neste mês intitulada “Ordem Oficial de Procedimento de Identidade de Gênero” declara que os professores não mais podem se referir aos seus estudantes como meninos e meninas começando neste mês, orientando-os a eliminar as diferenças sexuais em suas salas de aula. 

Essa ordem provoca reação acalorada de ambos os lados. 

“Isso é grotesco,” disse o Rev. Adelious D. Stith, que vai regularmente às reuniões de diretoria das escolas públicas de Albuquerque. “Isso simplesmente não faz nenhum sentido.” Stith vem suplicando à direção para que dê atenção aos pais antes de permitir que estudantes transgêneros usem os banheiros do sexo com o qual se identificam.   

A secretaria de educação disse que obedecerá à lei federal nessa questão, e esse é o primeiro ano letivo com a política em andamento. 

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Teachers banned from calling students “boys and girls” 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Desafiando pastores, Obama promove agenda homossexual no Quênia

CBN News 

Apesar de pedidos de líderes africanos para que deixasse suas opiniões sobre a homossexualidade confinadas aos EUA, o presidente Barack Obama diz que ele planeja fazer dos direitos gays parte de sua agenda durante sua viagem à África. 


Obama enfrentou muitas críticas e crescentes pedidos de organizações LGBT para pressionar essa questão de modo agressivo na África. 

Enquanto isso numa carta, muitos políticos e líderes religiosos do Quênia avisaram o presidente dos EUA de que qualquer tentativa de falar de direitos gays não seria bem-vinda no Quênia. 

“Não queremos que ele venha e fale sobre a homossexualidade no Quênia ou nos pressione a aceitar aquilo que é contra a nossa fé e cultura,” disse Mark Kariuki, o principal idealizador da carta.
Kariuki lidera uma aliança que representa 38.000 igrejas e 10 milhões de cristãos quenianos.

“Ele pode falar sobre desenvolvimento; ele pode falar sobre cooperação; ele pode falar sobre o relacionamento de muito tempo que o Quênia tem com os EUA. Mas sobre nossas convicções e cultura — ele deve ficar longe!” disse ele. 
Obama usou suas viagens anteriores à África para exortar os governos a respeitar direitos gays. Kariuki disse que a carta aberta é um aviso para o presidente.

“A família é a força de uma nação. Se a família for destruída, então a nação é destruída,” Kariuki disse. 

“Então, não queremos abrir as portas para nossa nação ser destruída!”

A homossexualidade é ilegal no Quênia e em 36 outros países africanos.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN (Rede de Televisão Cristã dos EUA): Obama Ignores Pastors: Gay Rights on Kenya Agenda

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Jean Wyllys, o racista que diz sofrer "racismo"

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Podemos ver quem é o Jean Wyllys neste print acima!


Um típico esquerdista desesperado.


Quando não há argumentos, ele parte para as agressões verbais, e inclusive o racismo e preconceito, coisa que o próprio diz "lutar" contra. Mais o racismo e o preconceito pode ser usado quando lhe convém.
 
Se fosse qualquer cristão que dissesse algo com relação à opção sexual de um gay, toda à mídia estaria caindo em cima de tal fulano, mais como este Jean Wyllys está nos padrões que à mídia dita, promove e divulga, então o que ele disse pode passar batido, pois foi só um "descontrole" na hora do bate boca, nada mais.

 
Afinal, o que esperar de um ex-BBB da Globo? Nada mesmo! Fontes: http://www.libertar.in/2013/12/jean-wyll...ofrer.html e https://www.facebook.com/CasandoOVerbo



"Num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário"
 

 

Fórum Cidadão Celestial
Comunidade Cidadão Celestial 

VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

DA ADMINISTRAÇÃO: O GrupoMG não tem nada contra gays ou homossexuais, Mas existe sim uma grande diferença entre as duas palavras e pessoas desse mesmo movimento.
 
Leiam este artigo que deixaremos o link abaixo e veja qual é a nossa opinião sobre o tema.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 11 de outubro (C-FAM) Sexta-feira tarde da noite, o último dia da reunião final numa série de conferências da ONU, autoridades africanas rejeitaram tentativas da ONU e de ativistas de direitos sexuais para promover a homossexualidade e o aborto.
A conferência da ONU para delinear uma agenda de desenvolvimento para a África concluiu numa colisão feroz entre valores regionais e as normas “progressistas” promovidas por agências da ONU sobre as questões polêmicas tais como o aborto e a orientação sexual. Os líderes africanos apareceram preparados para a reunião na Etiópia para rejeitar frases vagas promovidas pelos ativistas de direitos sexuais.
Num comunicado à imprensa, a Comissão Econômica da ONU para a África (CEONUA) observou que 17 países expressaram reservas sobre três dos compromissos no documento final, subestimando-o como “normal em tal tipo de negociações.”
A polêmica centrou na convocação de direitos humanos para todos “sem distinção de qualquer tipo,” uma frase que a CEONUA confessou como aberta a uma “interpretação elástica a significados que poderiam ser inaceitáveis na África por várias razões.”
O jornal Zambia Daily Mail foi mais explícito, noticiando que “a maioria dos delegados derrubou uma cláusula que buscaria promover direitos gays e lésbicos,” acrescentando que esse foi um “reflexo claro da posição da maioria dos países africanos sobre a homossexualidade.”
Para alguns, meramente apresentar uma reserva não era suficiente. O delegado do Chade disse, “Deve-se registrar que o Chade não tem parte nessa declaração,” acusando o documento de ser “um jeito sutil de introduzir algo que pode pegar alguns países de surpresa.”
Os delegados de outros países ecoaram essa preocupação, antecipando pressões para mudar leis nacionais de acordo com “o espírito dessa declaração.”
Alguns delegados também expressaram reservas sobre a linguagem relacionada ao aborto. O Sudão e o Egito frisaram que qualquer referência ao aborto deve estar “de acordo com as leis e políticas nacionais.”
Os diplomatas africanos não estão sozinhos. No mês passado, os bispos católicos da Nigéria divulgaram uma declaração denunciando “as tentativas contínuas de agências estrangeiras para introduzir valores prejudiciais em nossa sociedade em suas campanhas de aborto, distribuição de camisinhas e promoção de uniões homossexuais.”
Autoridades de 52 países africanos trabalharam no documento, chamado a Declaração de Addis Ababa. Não carrega o peso de um tratado, mas contribuirá para a agenda global de controle populacional e desenvolvimento além do aniversário de 20 anos em 2014 do Programa de Ação do Cairo.
Como o Friday Fax noticiou na semana passada, a combinação exclusiva de fertilidade e pobreza da África a torna um “campo prioritário de testes” para experimentos sociais e aumenta sua vulnerabilidade às pressões das agências internacionais, organizações da sociedade civil e governos que fazem contribuições.
A Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres enviou equipes para Addis Ababa para conduzir um seminário de promoção de vários dias para equipar grupos na realização de uma campanha para promover direitos sexuais e reprodutivos, “inclusive acesso ao aborto seguro e legal.” Depois que a conferência terminou, Shannon Kowalski, diretor de promoção, expressou seu desapontamento no Twitter: “Ainda me sentindo traumatizado com o frenesi de ódio da semana passada.”
Até o momento da publicação desta reportagem, a declaração total e as reservas dos países não foram divulgadas. Um diplomata comentou que “algumas pessoas estão infelizes que as referências a certas tendências não apareciam na declaração e daí não estão com muita vontade de fazer propaganda delas.”
Fonte: Friday Fax
Tradução e Via: Julio Severo

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