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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Reunião de líderes e ex-líderes na África?

Olá Galera,
Tenho acompanhado as notícias referente à morte de Mandela, e pude verificar que se tornou uma ótima oportunidade para que líderes e ex-líderes mundiais possam se reunir.


[Imagem: presidentes_mandela.jpg]

Com FHC, Sarney, Collor e Lula na bagagem, Dilma viaja a África do Sul para participar do funeral de Nelson Mandela.

[Imagem: Obama-Bush-Clinton.jpg]

Obama, Bush, o Clinton para participar Mandela memorialCelebridades Iluminattis:Bill Gates, Oprah e Bono estão entre as celebridades no funeral de Mandela

Entre os líderes que confirmaram presença figuram os presidentes dos EUA, Barack Obama; da Brasil, Dilma Rousseff, e da México, Enrique Peña Nieto, assim como o príncipe Felipe de Bourbon, herdeiro da Coroa da Espanha, e o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy. Muitos ex-presidentes devem também participar, como os ex-mandatários brasileiros José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva; além dos americanos George W. Bush e Bill Clinton, bem como o francês Nicolas Sarkozy. O secretário-geral da ONU, Bani Ki-moon, estará igualmente presente e de Cuba, Raúl Castro.

Estes são somente alguns dos nomes que estarão "se reunindo para o velório".

A pergunta que fica é:


- Será que foi bom pretexto a morte de Mandela para que se pudesse reunir várias pessoas que têm em comum, ligação com a Maçonaria, Iluminattis, Skull and Bones? 

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

URSS: Comunistas tentaram gerar homens-macacos na África

[Imagem: ivanov2.jpg]


O governo soviético ordenou a realização de experiências genéticas com o objetivo de criar ‘humanzés’, seres híbridos pelo cruzamento de humanos com macacos.

Arquivos moscovitas, de meados dos anos de 1920, registram as ordens do líder da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), Joseph Stálin, recebidas pelo prestigiado especialista russo em procriação animal, Ilya Ivanov, o qual deveria se dedicar à criação de um “super-guerreiro”. Stalin teria dito ao cientista: “Eu quero um ser humano invencível, insensível à dor, resistente e indiferente à qualidade da comida que consumirem.”

Na época, Ivanov ficou honrado com o “convite”. Ele tinha estabelecido sua reputação no tempo do Czar quando, em 1901 estabeleceu o primeiro centro de inseminação artificial do mundo. Ele também foi o pioneiro na prática de usar a inseminação artificial para a obtenção de vários híbridos, animais nascidos da mistura de espécies distintas.

Ivanov graduou-se em 1896 em curso equivalente a PhD em fisiologia. Trabalhou como pesquisador em bacteriologia no Instituto Pasteur, em Paris, França, e depois com o mundialmente famoso fisiologista e prêmio Nobel de Medicina, Ivan Pavlov. Ivanov desenvolveu técnicas de inseminação artificial em cavalos e depois em outros animais de pecuária, tornando-se líder mundial nesta área.


[Imagem: ivanov-2.jpg]


Em 1910, numa conferência na Áustria, referiu à possibilidade de usar a inseminação artificial como meio para determinar a possibilidade de criar um híbrido entre humanos e macacos.

Em 1924, recebeu autorização do Instituto Pasteur para seu projeto de hibridização: livre acesso ao centro de chimpanzés do instituto recentemente construída em Kindia, na Guiné Francesa, território africano colonizado até 1958. Não recebeu, porém, recursos para deslocamentos e outras atividades operacionais.

Esta falta, porém, foi resolvido pelo governo soviético: a pesquisa do cientista era exatamente o que as autoridades comunistas tinham em mente. A Comissão Financeira Soviética repassou para Ivanov a quantia de U$10.000,00, antes mesmo do projeto ter sido aprovado pela Academia Soviética de Ciências em uma reunião que contou com a presença de Pavlov.

Seus estudos estavam baseados também em pesquisadores eugenistas, como o fisiologista e antropólogo alemão Hans Friedenthal, que defendia que as células reprodutivas de macacos e humanos eram similares o bastante para permitir hibridização. Outros eugenistas como o zoologista holandês Hermann Marie Bernelot Moens e o sexólogo Hermann Rohleder também haviam planejado inseminar chimpanzés fêmeas com esperma humano.

Supremacia da matéria sobre a moral

Para o governo soviético não havia qualquer impedimento ético para a pesquisa. O próprio Joseph Stálin, em Anarquismo ou Socialismo?, publicado em 1907, afirmara que,

“Na vida social mudam também, primeiro, as condições externas, mudam primeiro as condições materiais, e depois, em consonância com isso, mudam também o modo de pensar dos homens, seus usos e costumes, sua concepção do mundo.
“Por isso diz Marx:
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“‘Não é a consciência dos homens que determina seu ser, mas, pelo contrário, seu ser social é que determina sua consciência’.
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“Se ao aspecto material, às condições exteriores, ao ser e a outros fenômenos semelhantes, chamamos conteúdo, ao aspecto ideal, à consciência e a outros fenômenos semelhantes, podemos chamar forma. Daí surgiu a conhecida tese materialista: no processo do desenvolvimento, o conteúdo precede à forma, a forma se atrasa com respeito ao conteúdo”, Joseph Stálin, em Anarquismo ou Socialismo?.


Os ‘humanzés’ faziam parte de um conjunto de medidas que deveriam conduzir a União Soviética ao lugar de Estado mais poderoso do planeta, com novas cidades, nova arquitetura e nova sociedade. Os híbridos serviriam para recompor as Forças Armadas, esvaziadas com as guerras passadas.

Além disso, seriam uma mão-de-obra perfeita; uma subcategoria de gente, submissa, incapaz de reclamar das pressões que seriam impostas pelo Plano de Industrialização. Os homens-macacos deviam ser fortes mas pouco dotados de inteligência.
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Na África
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Em março de 1926, Ivanov e seu filho viajaram para a Guiné Francesa, na África Ocidental. Foram recepcionados, segundo ele, com hostilidade pela equipe local, formada por apenas dois veterinários. Haveria o temor de que informasse a Paris as más condições do centro. Cerca de 700 chimpanzés haviam sido capturados por nativos e trazidos ao centro desde sua fundação, em 1923, porém mais da metade deles morreram antes de serem enviados à Europa para experimentos.
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Os caçadores locais capturavam os animais ainda na infância e todos eles ainda eram jovens quando Ivanov chegou. Ele tentou, porém, três inseminações, mas desistiu considerando-as inúteis.
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O cientista comunista, então, decidiu inseminar mulheres africanas com espermas de chimpanzés – e sem o conhecimento das mesmas. Ele estava pronto para fazê-lo, mas foi proibido pelo governador geral da Guiné Francesa, Paul Poiret. Ele e seu filho, então, deixaram a África.
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Informada que Ivanov havia tentado inseminar mulheres africanas sem o consentimento destas, a Academia Soviética de Ciências retirou todo o apoio para a pesquisa dele, não por questões éticas, mas porque “poderia minar a confiança entre africanos e pesquisadores e médicos europeus e tornar problemáticas quaisquer outras expedições de cientistas russos para a África”.
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Racismo versus racismo
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Ivanov voltou a União Soviética. Na Georgia, procedimentos semelhantes aos realizados por ele foram realizados em mulheres “voluntárias”; os resultados também foram nulos.
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Ivanov, neste meio tempo, fez contato com uma senhora cubana chamada Rosalia Abreu que tinha um criadouro de chimpanzés em Havana, Cuba. Solicitava a ela um de seus chimpanzés machos para inseminar uma voluntária russa identificada como G.
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À espera de notícias de Havana, Ivanov pediu ajuda financeira para a Associação Americana para o Progresso do Ateísmo, cujo presidente gostava de aparecer em público com um chimpanzé vestido. Assim, a iniciativa soviética vazou para a imprensa. Então, nada menos do que a organização racista branca Ku Klux Klan ameaçou a senhora cubana caso colaborasse com o cientista comunista, o que fez com que Ivanov ficasse sem o chimpanzé macho.
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O cientista caiu em desgraça. Pelo fracasso, que custara caro aos cofres públicos, ele foi sentenciado a cinco anos de prisão; a pena foi comutada por um exílio na República do Casaquistão, na Ásia Central, em 1931. Ivanov faleceu no ano seguinte, oficialmente de frio numa estação de trem.
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Com informações de Scientific American, 10/11/2011; Cambridge University Press, 14/01/2003; The Scostsman, 20/12/2005; ABC, 01/02/2008; ICR, s/d; Kirill Rossiianov (2002). Beyond Species: Il’ya Ivanov and His Experiments on Cross-Breeding Humans with Anthropoid Apes. Science in Context, 15, pp 277-316. doi:10.1017/S0269889702000455.

Fonte:
http://nacaomestica.org/blog4/?p=12355
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 11 de outubro (C-FAM) Sexta-feira tarde da noite, o último dia da reunião final numa série de conferências da ONU, autoridades africanas rejeitaram tentativas da ONU e de ativistas de direitos sexuais para promover a homossexualidade e o aborto.
A conferência da ONU para delinear uma agenda de desenvolvimento para a África concluiu numa colisão feroz entre valores regionais e as normas “progressistas” promovidas por agências da ONU sobre as questões polêmicas tais como o aborto e a orientação sexual. Os líderes africanos apareceram preparados para a reunião na Etiópia para rejeitar frases vagas promovidas pelos ativistas de direitos sexuais.
Num comunicado à imprensa, a Comissão Econômica da ONU para a África (CEONUA) observou que 17 países expressaram reservas sobre três dos compromissos no documento final, subestimando-o como “normal em tal tipo de negociações.”
A polêmica centrou na convocação de direitos humanos para todos “sem distinção de qualquer tipo,” uma frase que a CEONUA confessou como aberta a uma “interpretação elástica a significados que poderiam ser inaceitáveis na África por várias razões.”
O jornal Zambia Daily Mail foi mais explícito, noticiando que “a maioria dos delegados derrubou uma cláusula que buscaria promover direitos gays e lésbicos,” acrescentando que esse foi um “reflexo claro da posição da maioria dos países africanos sobre a homossexualidade.”
Para alguns, meramente apresentar uma reserva não era suficiente. O delegado do Chade disse, “Deve-se registrar que o Chade não tem parte nessa declaração,” acusando o documento de ser “um jeito sutil de introduzir algo que pode pegar alguns países de surpresa.”
Os delegados de outros países ecoaram essa preocupação, antecipando pressões para mudar leis nacionais de acordo com “o espírito dessa declaração.”
Alguns delegados também expressaram reservas sobre a linguagem relacionada ao aborto. O Sudão e o Egito frisaram que qualquer referência ao aborto deve estar “de acordo com as leis e políticas nacionais.”
Os diplomatas africanos não estão sozinhos. No mês passado, os bispos católicos da Nigéria divulgaram uma declaração denunciando “as tentativas contínuas de agências estrangeiras para introduzir valores prejudiciais em nossa sociedade em suas campanhas de aborto, distribuição de camisinhas e promoção de uniões homossexuais.”
Autoridades de 52 países africanos trabalharam no documento, chamado a Declaração de Addis Ababa. Não carrega o peso de um tratado, mas contribuirá para a agenda global de controle populacional e desenvolvimento além do aniversário de 20 anos em 2014 do Programa de Ação do Cairo.
Como o Friday Fax noticiou na semana passada, a combinação exclusiva de fertilidade e pobreza da África a torna um “campo prioritário de testes” para experimentos sociais e aumenta sua vulnerabilidade às pressões das agências internacionais, organizações da sociedade civil e governos que fazem contribuições.
A Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres enviou equipes para Addis Ababa para conduzir um seminário de promoção de vários dias para equipar grupos na realização de uma campanha para promover direitos sexuais e reprodutivos, “inclusive acesso ao aborto seguro e legal.” Depois que a conferência terminou, Shannon Kowalski, diretor de promoção, expressou seu desapontamento no Twitter: “Ainda me sentindo traumatizado com o frenesi de ódio da semana passada.”
Até o momento da publicação desta reportagem, a declaração total e as reservas dos países não foram divulgadas. Um diplomata comentou que “algumas pessoas estão infelizes que as referências a certas tendências não apareciam na declaração e daí não estão com muita vontade de fazer propaganda delas.”
Fonte: Friday Fax
Tradução e Via: Julio Severo

domingo, 6 de outubro de 2013

Grupos Abortistas na ONU Miram Mulheres Africanas

Dra. Rebecca Oas

NOVA IORQUE, EUA, 4 de outubro (C-FAM) “Quantas mulheres inférteis o Fundo de População da ONU está ajudando?

 
Não é uma pergunta que o Dr. Babatunde Osotimehin estava esperando num debate televisionado sobre crescimento da população mundial. O diretor do FNUAP murmurou: “um número considerável.”
 
O outro membro da mesa-redonda não ficou satisfeito. “Seria correto dizer que é zero?” insistiu o Prof. Matthew Connelly.
 
A pergunta de Connelly ilustra a combinação desconfortável entre o movimento feminista mundial e o movimento de controle populacional, que viram na promoção da contracepção um ponto em comum. 
 
Para as feministas, o planejamento familiar (isto é, evitar filhos) é um meio das mulheres realizarem suas aspirações; para os ambientalistas, é um modo de garantir menos pessoas.
 
Enquanto as mulheres desejam famílias menores, os interesses dos dois movimentos coincidem. Mas e quanto às mulheres que querem filhos? Essa pergunta cada vez mais se centra no continente africano.
 
Dados de pesquisas globais mostram que as mulheres africanas querem mais filhos do que as mulheres em outros países do mundo — acima de cinco filhos por mulher na África subsaariana.
 
Tal aceitação cultural de filhos pode agravar a tristeza de mulheres que sofrem do emergente problema da infertilidade na África, o qual é muitas vezes o resultado de infecções tratáveis. Essa questão permanece em grande parte negligenciada como uma prioridade de desenvolvimento.
 
A África está atrás do resto do mundo em pobreza, saúde materno-infantil e infraestrutura geral. Osotimehin a descreve como o “campo de testes final” para as iniciativas de desenvolvimento.
 
Aproximadamente vinte anos atrás, a ONU realizou uma conferência mundial no Cairo que estabeleceu uma agenda global de desenvolvimento. Agora essa agenda está se aproximando de um importante aniversário e ocasião para revisão. 
 
Nesta semana, a África realizará a última de uma série de conferências regionais para debater prioridades de desenvolvimento para além de 2014.
 
Os grupos feministas visaram cada uma dessas conferências regionais para alcançar o que não conseguiram no Cairo: o estabelecimento de um direito internacional ao aborto. Uma organização feminista descreveu suas prioridades como “acesso ao aborto seguro e legal, contracepção moderna e educação sexual abrangente.”
 
Autoridades governamentais se queixaram de que as conferências da América Latina e Ásia-Pacífico foram “sequestradas” para promover o aborto e direitos sexuais.
 
A reunião regional final será em Addis Ababa, Etiópia. Na semana passada uma conferência de jovens realizada na mesma cidade divulgou uma lista de “prioridades dos jovens africanos.”
 
A cerimônia de abertura apresentou uma palestrante da Federação Internacional de Planejamento Familiar exortando os participantes a colocar forte ênfase nos serviços de saúde sexual e reprodutiva.
 
O documento de jovens pediu que os governos removessem as restrições legais ao aborto e garantissem acesso “seguro e abrangente” ao aborto.
 
Um das maiores razões dadas para promover o aborto e o planejamento familiar na África é o elevado índice de mortes maternas e infantis. 
 
Embora os grupos feministas e de controle populacional prescrevam aborto e contraceptivos como uma solução principal, menos bebês não tornarão o parto mais seguro para mães ou crianças. 
 
Sem melhor infraestrutura de assistência de saúde e acesso a transporte adequado — que são responsáveis pela grande melhoria nos resultados de saúde materna em outras regiões como a América Latina — as mulheres e as crianças continuarão a sofrer e morrer no parto.
 
A Fundação Gates também está mirando a África. Em novembro, a capital da Etiópia realizará uma conferência complementar à Cúpula de Planejamento Familiar de Londres onde os líderes mundiais se comprometeram a dar bilhões de dólares para garantir que as mulheres tenham as famílias que querem — enquanto isso significar ter menos filhos.
 
Tradução e via: Julio Severo
Fonte: Friday Fax

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