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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Os Rothschilds Tupiniquins

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Beatrice de Rothschild's villa, Côte d'Azur, France.

Os Rothschilds  são uma tradicional família mundialmente famosos pelo poder nas áreas dos bancos e industrias. Sua atuação na Inglaterra e Alemanha do século XVIII ao XIX fez deles uma das famílias mais ricas e poderosas do mundo. Isso aliado ao fato de existem autores que ligam os Rothschilds à elaboração dos Protocolos dos Sábios de Sião faz com que esta família esteja sempre no topo da hierarquia de poder mundial onde são colocados bem próximos aos mais altos graus de controle e influencia internacionais. A diversificação de investimentos é uma regra para quem quer diminuir o risco de prejuízos e uma tática pra quem quer mais poder. Veja a seguir como os Rothschilds Tupiniquins seguem essa cartilha.

O caso Dirceu-Hotel Saint Peter  trouxe a tona uma nova área de atuação do braço brasileiro dos Rothschilds: A comunicação de massa. Tudo ficou claro quando se descobriu que uma Empresa sediada no panamá (um paraíso fiscal) a Truston international administrava o hotel Saint Peter. Foi divulgado o capital social da empresa onde o dono do hotel Paulo Masci de Abreu detinha apenas R$1,00 dos R$ 500.000,00 e que o procurador da Truston era um Rothschild, Raul Rothschild de Abreu, Filho do dono do hotel Paulo Masci de Abreu e Luci Rothschild de Abreu. Porém o foco da mídia recaiu na Truston International, por ter um laranja pobre como presidente, e não no procurador dela, um Rotschild. Para um melhor panorama, é importante destacar que os Masci de Abreu são filiados ao PTN e ligados a politica através do presidente do PTN, José Masci de Abreu, que é coligado do PT e possui 1 emissora de rádio. As concessões de TV e Radio no Brasil nunca foram para qualquer um, não é necessário só dinheiro para se obter concessão, mas poder e influencia, ou apenas ser um Rothschild como fica nítido a seguir.

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"Familia Abreu"

Paulo Masci de Abreu, filiado e irmão do presidente do PTN possui 14 emissoras de radio e uma emissora de TV com 10 retransmissoras para 10 cidades do Rio Grande do Sul. Paulo é casado com Luci Rothschild de Abreu que aparece com 7 emissoras de radio em seu nome. Paulo e Luci tiveram três filhos Rothschilds que por sua vez são donos de emissoras de rádio: Raul Rothschild de Abreu, Tais Rothschild de Abreu Lilla e Cintia Rothschild de Abreu Alvarenga

Provavelmente vivem do lucro obtido nas Rádios das quais são sócios. Como exposto no post “PT e o Hotel Saint Peter” a ANATEL e o CADE deram parecer favorável à aquisição da TVA pelos Rothschilds, mesmo eles já possuindo varias emissoras de Radio, e dias antes de Paulo Masci contratar de dirceu. Lembrem-se que existe lei proibindo a concentração de vários meios de comunicação nas mãos de um só grupo.
Citar:Art. 71. Visando a propiciar competição efetiva e a impedir a concentração econômica no mercado, a Agência poderá estabelecer restrições, limites ou condições a empresas ou grupos empresariais quanto à obtenção e transferência de concessões, permissões e autorizações.

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Paulo Masci e Luci Rothschild curtindo Heidelberg

A operação:

Os Rothschild de Abreu são donos de mais de 30 emissoras de rádio e ainda sim resolveram avançar para o mercado da TV por assinatura, então começaram o processo de compra da TVA e da outorga para oferecerem o serviço em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Para que a compra não ficasse totalmente ilegal os compradores iniciais Raul Rothschild, Cintia Rothschild transferiram os direitos e obrigações para Lara Servino Vargas de Abreu (mulher de Raul) e Igor de Abreu Demetrio Zahrav que não possuem Rádios em seus nomes.

Porém se o leitor já leu os documentos, percebeu a participação de uma empresa compradora, a Compor Communications Holding sediada em Miami cuja área de investimento é a radiodifusão e TV. Ocorre que quem comanda a empresa é a mulher de Raul Rothschild, Lara Servino e emprega Lauro Fontoura que tabalha no grupo Bandeirantes.

Mas o pior é o fato da única acionista da Compor ser a... TRUSTON ! E a essa altura o leitor, já pode imaginar de onde vem o capital social de 500.000,00 da Truston e quem são os sócios da Truston, pois quem diz é o próprio CADE: A Truston É dos Rothschild de Abreu e a Compor Communications também !

Então vamos considerar uma mera hipótese: O dinheiro obtido dos anúncios privados e Estatais das rádios do grupo vão para o Panamá e depois para Miami para voltar ao Brasil e comprar mais meios de comunicação. Mas será que a receita tão rigorosa com seus cidadãos comuns está fiscalizando com o mesmo rigor esse ping-pong de dinheiro obtido no Brasil?

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Raul Rothschild e Lara Vargas

Como exposto na matéria da IstoÉ as rádios pertencentes a essas famílias recebem verbas publicas que obviamente vem do nosso bolso. Além disso, operações financeiras que envolvem paraísos fiscais e empresas de um mesmo grupo é um dano criminoso a economia nacional. O problema agora é que Dirceu já desistiu do hotel Saint Peter e as pessoas estão mais preocupadas com o caso do Helipóptero e Trensalão, então esse caso está fadado ao esquecimento, justo agora que o nome de Raul e sua esposa Lara estavam sendo citados diariamente e a coisa poderia evoluir.

FONTES:

Registro TSE

Reportagem Istoé

Busca Donos da mídia

Parecer ANATEL

Parecer CADE

Compor Communications

Linkedin Raul

"Quem controla o Passado controla o Futuro;
Quem controla o Presente manipula o Passado."


Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

sábado, 30 de novembro de 2013

Brasileiro bebe cerveja com até 45% de milho (transgênicos!?)

Uma das bebidas mais adoradas pelos brasileiros, a cerveja, geralmente é produzida de malte feito de cevada. Mas algumas receitas permitem o uso de outros cereais. A cerveja brasileira por exemplo na verdade é quase uma bebida alcoólica de milho. Isso mesmo. Uma pesquisa da USP e da Unicamp mostra que cervejas Brasileira possuem 45% de milho em sua composição, percentual máximo permitido pelo Governo. E a para piorar, eles querem que o governo aprove que seja permitido que esse percentual suba para 50%.

Ou seja eles querem que uma cerveja possa ter em sua composição até 50% de milho ou arroz, que são bem mais baratos que a cevada.

Pois é amiguinho, se você bebe Bohemia, Brahma, Skol, Antarctica ou Nova Schin, você bebe uma mistura de refresco de milho com cevada, bem parecida com a cerveja.

[Imagem: cerva+ruim.jpg]

A Ambev, fabricante das marcas Caracu, Antarctica, Brahma, Bohemia e Skol, jura que "falsificar a cerveja com milho é: "controlar a quantidade de malte de cevada é necessário para obter cerveja com características adaptadas ao paladar do consumidor brasileiro: leve, refrescante e de corpo suave".

Ok, mas a grande verdade que essa ladainha toda dita pela Ambev é apenas uma desculpa para ter uma alternativa mais barata a cevada. Quase todo o malte é importado, como eles mesmo dizem: "A Ambev leva aos seus milhões de consumidores receitas seculares produzidas com os melhores insumos disponíveis em todo o mundo".

Infelizmente, a legislação não exige que as empresas declarem nos rótulos a composição exata das cervejas que produzem. Somente proíbem que os outros cereais não passem de 45%... por enquanto.

Mas nem tudo está perdido... Ainda existem algumas cervejas Nacionais que possuem alto teor de cevada, ou seja, cervejas que são mais cervejas.

[Imagem: cervaboa.jpg]

Transparência é tudo. Se a industria tem o direito a colocar milho ou arroz na cerveja, deveria também informar ao consumidor a quantidade utilizada. Não se pode esquecer que tem locais em determinados locais que cobram mais de R$ 8,00 por uma garrafa de cerveja, como os botequins da Zona Sul Carioca.

Acredite, a Industria da Cerveja está longe de ser uma industria que passa por dificuldades, pelo contrário... De cada R$ 100 vendidos pela cervejeira, R$ 49,80 é lucro, mas andam chorando porque SÓ lucraram 1,8 bilhão no trimestre passado....

Ok, vamos entender que mesmo sendo feito de milho a cerveja brasileira ainda é cerveja, mas Porque a Industria não assume que vende cerveja de milho... Tantas outras colocam coisas estranhas na cerveja e assumem: Conheça as 10 cervejas mais bizarras do mundo!

Citar:Apenas digo que Transgênico ,acima de 1% na composição da cerveja e lei que seja informado ,independe dos processos pelo qual o milho passou no caso da cerveja possui 45 % e estão querendo aumentar para 55%. Para quem não se importa ou não sabe o verdadeiro perigo do Transgênico (que é um veneno acumulativo e lento) podem beber e comer a vontade ,não e o caso de ser a favor ou contra ,a questão é que acima de 1% de composição Transgênica deve ser avisado ao consumidor ,Se transgênico fosse bom para o consumo os fabricantes fariam questão de rotular o seu produto como contendo produto Transgênico ,não entanto não é assim ....Porque sera? Temos que largar a mão de acreditar nas pesquisas de governo e de empresas que pesquisam os seus próprios produtos ,as boas pesquisas são de entidades não governamentais ,outras privadas sem vinculo algum com o conteúdo do produto pesquisado ,ate em universidades a educação e baseada em passar ao aluno conceitos ,que não denigrem os processos de industrialização assim o aluno aprende a apoiar ou defender um determinado processo sem pesquisar fora da faculdade .Cabe ao aluno pesquisar por conta ,onde percebera que quase sempre o conteúdo acadêmico ,visa os interesses das grandes corporações que hoje dirigem os Governos e o Mundo

Fonte: http://www.estimulanet.com/2013/09/brasi...z2m3ZUQL2N

Composição da cerveja inclui mais que cevada, lúpulo e água, aponta Cena

Cevada, lúpulo e água são conhecidos pela maioria das pessoas como as matérias-primas principais para a fabricação da cerveja. Porém, o que poucos sabem é que o milho é um importante ingrediente da bebida nacional e que pode estar presente em, aproximadamente, até metade de sua composição. Para chegar a esta comprovação, uma pesquisa promovida pelo Laboratório de Ecologia Isotópica no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba, analisou 77 marcas do produto, incluindo 49 produzidas no Brasil e 28 importadas, fabricadas na Europa, Américas do Sul e do Norte e na China.

[Imagem: portal20121008_1.jpg]

A legislação brasileira estabelece que parte da cevada pode ser substituída por adjuntos como milho, arroz, trigo, centeio, aveia e sorgo. Porém, a substituição da cevada não deve ultrapassar 50%. Caso outro cereal seja utilizado em maior proporção que a cevada, o produto deve ser chamado com o nome do vegetal predominante, como a cerveja de trigo, por exemplo.

Os suplementos mais utilizados são o xarope e sêmola de milho e arroz. “As cervejarias não são obrigadas a descrever detalhadamente todos os ingredientes existentes na cerveja e, normalmente, usam o termo genérico cereais não maltados, ao invés da especificação de cada produto que a constitui”, afirma Sílvia Fernanda Mardegan, coordenadora do estudo.

[Imagem: portal20121008_2.jpg]

A constatação se deu por conta de uma análise realizada na disciplina Aplicações de isótopos estáveis e suas variações naturais em estudos ambientais, pertencente à grade curricular do doutorado de Sílvia na instituição, quando foi atestado que muitos fabricantes utilizam milho em substituição aos ingredientes originais da cerveja (instituídos na Alemanha, em 1516, quando se promulgou a Lei de Pureza da Baviera, criando um padrão ao fermentado de cevada).

O uso de isótopos estáveis do carbono possibilitou determinar a composição das marcas pesquisadas, uma vez que a análise isotópica é uma ferramenta importante na determinação da composição de origem de alimentos e bebidas. “Por meio dessa ferramenta, pudemos constatar que o milho é um importante componente das cervejas brasileiras”, explica Silvia.

Isso se deve ao fato de que diferenças no tipo de fotossíntese das plantas refletem em variações na composição isotópica do carbono. Plantas como a cevada, principal constituintes da cerveja, apresentam ciclo do tipo C3, enquanto que o milho é uma planta tipo C4, o qual é utilizado como adjunto em certas bebidas alcoólicas, uma vez que aceleram o processo de fermentação e reduzem os custos de produção. “Com base nesses dados, descobrimos que, do total de cervejas pesquisadas, apenas 21 utilizam somente cevada. Por outro lado, os valores isotópicos de 16 cervejas brasileiras indicam a presença de aproximadamente 50% de milho em sua composição”, conta Sílvia.

A partir dessa metodologia, a pesquisa desvendou uma substancial diferença entre as cervejas comerciais (produzidas em grande escala) e as estrangeiras ou artesanais. “O estudo concluiu que as marcas convencionais são compostas de uma mistura de milho e cevada, enquanto a maioria das pequenas cervejarias, que fabricam de maneira artesanal e têm uma produção limitada, parecem visar à produção de bebidas utilizando exclusivamente a cevada”, completa.

Mais informações: site http://cena.usp.br

Fonte: http://www5.usp.br/17833/composicao-da-c...onta-cena/

Cientista da UEM: “Transgênicos Geram Alergias, Esterilidade, Alteração na Formação de Orgãos e Cânceres”

Citar:Uma década depois da liberação no mercado nacional, as sementes transgênicas dominam quase todas as lavouras de grãos do Paraná. Segundo avaliação do Departamento de Economia Rural (Deral) do estado, cerca de 95% da produção de soja paranaense é geneticamente modificada; em relação ao milho, o índice é ainda maior: a estimativa é de que os grãos com transgenia dominem uma área bem próxima a 100% das plantações estaduais.

No entanto, mesmo com o domínio no campo paranaense, a agricultora transgênica ainda gera discussões sobre os efeitos colaterais que a prática causa. Argumentos não faltam: além da discussão interminável sobre os malefícios à saúde humana, agora também se discute o uso indiscriminado de agrotóxicos, o que gera mais gastos e consequências para o solo a médio e longo prazo. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Brasil passou a ser o maior produtor e comprador de defensivos agrícolas, muito impulsionado pelas culturas com genética alterada.

Coordenador do Núcleo de Agroecologia da UEM e Dr. José Ozinaldo Alves de Sena: ”O consumidor tem de dizer ‘Não quero mais, não vou comprar nada transgênico’. Estamos sendo ignorantes demais. As consequências são muitas e estão bem comprovadas cientificamente. É claro que os prejuízos não surgem de repente, sempre a curto prazo. Tecnologias desse tipo têm impacto a curto, médio e, principalmente, a longo prazo. Quanto às doenças ao homem, já sabemos que os transgênicos geram alergias, esterilidade, alteração na formação de órgãos, doenças hematológicas e cânceres, por exemplo”

Fonte: http://www.noticiasnaturais.com/2013/11/...lho-do-pr/
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Google Street View pode ter sido usado para espionar brasileiros

[Imagem: sv-car.png]

Ferramenta permite que o internauta faça passeio virtual pelas ruas. Brasil foi o primeiro país da América do Sul a receber o serviço.

A Justiça em Brasília determinou que o Google apresente informações detalhadas sobre o Street View, a ferramenta que permite visualizar ruas e localidades e pode ter espionado brasileiros.

O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a receber o carro do Google Street View.

O serviço da empresa norte americana permite fazer um passeio virtual por ruas das principais cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas pode ter ido muito além disso. 

O Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática, o IBDI, diz que o Google teria espionado brasileiros por meio dessa tecnologia de mapeamento.

O veiculo equipado com uma câmera capaz de fotografar em 360 graus tinha ainda um rádio e um programa que coletavam dados de redes de internet sem fio abertas de casas e empresas.

O Google admitiu ao IBDI em um documento que, de junho de 2009 a maio de 2010, os veículos eram mesmo capazes de captar essas informações.

Ainda segundo o Google, tudo teria sido desprogramado quando começaram a surgir denúncias de espionagem em outros países. "A probabilidade de que senhas, e-mails e documentos profissionais tenham sido capturados é muito grande.

A Google alega manter segregadas as informações em servidores, mas nós não sabemos exatamente até agora se isso está nas mãos do Google ou se foi destinado ou disponibilizado a terceiros", aponta Sérgio Palomares, advogado do IBDI.

O instituto entrou na Justiça para que o Google esclareça quais dados capturou nas cidades brasileiras. Teriam sido pelo menos 50 municípios até 2010. A Justiça deu até terça-feira (12) para que a gigante das buscas apresente tudo o que foi coletado. Se não fizer isso, a empresa vai pagar multa de R$ 100 mil por dia, e pode responder a uma ação por danos coletivos.

No começo deste ano, o Google fechou um acordo com a Justiça americana para apagar os dados dos usuários coletados nos Estados Unidos de forma irregular e, ainda, pagou multa de US$ 7 milhões.

Para o especialista Frederico Viegas, mesmo sem leis específicas, a Justiça brasileira soube agir. "É uma resposta a altura dentro do momento que nós estamos passando no Brasil sobre supostas espionagens. Até mesmo porque atingiu uma das empresas lideres do mercado, dessas mais conceituadas.

O Google disse entender a decisão da Justiça como um pedido de prestação de algumas informações relativas ao projeto Street View. A empresa está avaliando se vai recorrer da decisão e afirmou ainda que sempre se preocupa com o respeito à privacidade", avalia Frederico Viegas, que é professor de direito privado da UnB.

Fonte: G1
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

Comentário:

Depois de todas as revelações acerca da NSA e de sua intromissão global perante as demais nações do mundo, e sabendo que o próprio Goggle, e outras empresas de tecnologia andam de mãos dadas com as agência de espionagem americana, não me surpreendo que a Globo (também pro americanista) venha agora dar esta "notícia".


Abraço a todos! Smile

Brasileiros querem reverter legalização da maconha no Uruguai

Brasil vai ao Uruguai contrariar Mujica e se opor à legalização da maconha. Delegação brasileira se reunirá com parlamentares uruguaios para advertir dos riscos da legalização da cannabis.

maconha uruguai brasil
Brasil vai ao Uruguai se opor à legalização da maconha (reprodução)
 
Uma delegação de autoridades brasileiras se reunirá na próxima semana com parlamentares uruguaios para advertir dos riscos para o país e a região da legalização de compra e venda e do cultivo de maconha prestes a ser aprovada no Uruguai.
 
A delegação será liderada pelo deputado federal Osmar Terra, médico de profissão, ex-secretário de Saúde do estado do Rio Grande do Sul.
 
Também integram o grupo Marcelo Dornelles, subprocurador geral de Justiça para Assuntos Institucionais do Rio Grande do Sul e Vitore Maximiano, diretor da Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça.
 
“Terra se comunicou comigo porque no Brasil há uma opinião muito negativa sobre o projeto de legalização da maconha”, atualmente em análise no parlamento uruguaio, disse à agência Efe o senador Alfredo Solari, presidente da Comissão de Saúde do Senado.

A comissão, integrada por representantes da governante coalizão de esquerda Frente Ampla, o Partido Nacional ou “Blanco” e o Partido Colorado, os dois principais da oposição, receberá na próxima terça-feira a delegação brasileira. “Pediram uma reunião para colocar suas divergências com o projeto e a concedemos com gosto”, acrescentou o legislador colorado.

Solari, contrário à legalização da maconha, acrescentou que se o governo uruguaio alcançar seu objetivo de diminuir o consumo a partir da “flexibilização” da oferta “seria o primeiro caso em nível mundial”.

O projeto de lei que legaliza a compra e venda e o cultivo de maconha no Uruguai será votado em meados de novembro no Senado, onde conta com os votos necessários para sua aprovação devido a maioria que o governo possui na casa, e poderia entrar em vigor antes de dezembro.

Atualmente é debatido na Comissão de Saúde, mas “já está tomada a decisão de submetê-lo a votação em torno de 15 de novembro, sem modificações, como veio da Câmara dos Deputados. Por isso deve ir para a sanção presidencial assim que o Senado aprovar”, explicou recentemente o senador Luis Gallo, que também integra a comissão.

O projeto, promovido pelo presidente José Mujica, legaliza a compra, a venda e o cultivo de maconha, e estabelece a criação de uma estatal reguladora que se encarregará de emitir licenças e controlar a produção e a distribuição da droga.

Os consumidores previamente registrados poderão comprar maconha em farmácias especialmente licenciadas, até um máximo de 40 gramas por mês, ou cultivar em casa até seis plantas que produzam não mais de 480 gramas por colheita.

Recentemente, o secretário-geral da Junta Nacional de Drogas, Julio Calçada, assinalou à imprensa que se entrar em vigor como está previsto, para o segundo semestre de 2014 o novo sistema poderá estar em andamento.

Calçada revelou que o preço da grama de maconha será o equivalente a US$ 1 para que “se possa competir” com os narcotraficantes e tirar deles o mercado, o objetivo principal do presidente Mujica.

Referência: Pragmatismo Político

Agência EFE

sábado, 9 de novembro de 2013

Empresa brasileira construiu gerador movido apenas pela gravidade?

[Imagem: imagem41a_600.jpg]


Pessoal, estou criando este tópico para saber se alguém por aqui tem mais informações sobre essa história de uma empresa de Porto Alegre, chamada RAR Energia, que teria construído um gerador "movido exclusivamente pela gravidade", ou seja, uma espécie de moto perpétuo.

O site da empresa é este aqui:
http://www.rarenergia.com.br/


Eles afirmam que a máquina está montada na Avenida Pátria, nº 195, no Bairro São Geraldo, em Porto Alegre.

Não estou querendo fazer propaganda, estou apenas intrigado porque essa história está tendo repercussão internacional nos meios especializados em "fontes exóticas de energia", inclusive vi postagens em inglês sobre isso.

E, se isso for verdade, representa não apenas um grande desafio para os físicos explicarem, como também a possibilidade do surgimento de uma nova fonte de energia muito mais limpa e mais barata.

Estou cético quanto a essa história, mas não custa nada lançar o debate.




Deixo este vídeo aqui apenas como prova de que realmente o assunto está sendo discutido nos meios internacionais:

             

Fonte: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Dilma assina decreto para a criação de e-mail totalmente nacional

Decreto foi publicado hoje no Diário Oficial da União e traz algumas informações sobre a criação do serviço.

E-mail gerenciado pelo governo será mais seguro?
(Fonte da imagem: Reprodução/Estadão))

Foi confirmado o decreto apresentado pela presidente Dilma Rousseff para a criação de um sistema de correios eletrônico desenvolvido pelo governo federal. A assinatura do documento foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (5).

O desenvolvimento de um sistema de emails “nacional” havia sido pedido pela presidente nas últimas semanas. A medida vem para combater os escândalos de espionagem envolvendo a NSA (agência de inteligência norte-americana) e correios eletrônicos de cidadãos brasileiros – incluindo o da própria presidente.

A ideia deve considerar alguns pontos que vêm sendo debatidos pelo governo, como a exigência de que as informações, “o armazenamento e a recuperação de dados relativos ao sistema de correio eletrônico devem ser realizados em centro de processamento de dados fornecido por órgãos e entidades da administração pública federal”.

Ainda de acordo com o decreto, “as comunicações de dados da administração pública federal direta, autárquica e fundacional deverão ser realizadas por redes de telecomunicações e serviços de tecnologia da informação fornecidos por órgãos ou entidades da administração pública”.

O decreto é um ato dos ministérios da Defesa, do Planejamento e das Comunicações, os quais vão coordenar os esforços para a criação do email – inclusive apontando metas e prazos para o seu desenvolvimento.

Vale destacar também que a contratação de serviços que tenham a ver com a implementação do email poderá dispensar a obrigatoriedade da realização de licitações sob a justificativa de que se trata de um assunto de segurança nacional.

Fonte:
Imprensa Nacional, G1 , TecMundo
Via: O Mensageiro Do Fim

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Governo brasileiro também espionou estrangeiros, diz relatório

Agência teria acompanhado de perto representantes de países como Irã e Rússia.
 
 
(Fonte da imagem: Thinkstock)
 
O Brasil foi um dos países que reagiram de forma mais crítica aos escândalos de espionagem do Departamento de Defesa dos EUA e de agências de inteligência, citando até uma regulação contra vasculhamentos digitais.

O problema é que, segundo o jornal Folha de São Paulo, uma atitude semelhante foi tomada por aqui.

De acordo com um relatório obtido pelo jornal, a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) espionou diplomatas de países cujas relações eram avaliadas pelo Brasil, como Rússia, Irã e Iraque. Entre 2003 e 2004, essas pessoas teriam sido seguidas a pé ou de carro e fotografadas diariamente, seja em ambientes de trabalho ou perto de suas residências.

Agentes envolvidos confirmaram a veracidade dos documentos, enquanto o governo afirma que se tratam de "operações de contra-inteligência", ou seja, para proteger segredos federais, já que alguns dos alvos eram suspeitos de praticar espionagem, além de estarem envolvidos com equipamentos militares.  

Isto é, apesar de não usar tecnologias avançadas como o governo norte-americano, o Brasil também não deixa de ficar de olho no movimento de quem está no país.

 
Fonte: Folha de São Paulo , TecMundo

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Serviço público brasileiro será obrigado a usar e-mail antiespionagem

[Imagem: Expresso_em_Nuvem.png?1291913867]

O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse nesta segunda-feira que, por meio de um decreto, a ser publicado nos próximos dias, toda a administração pública terá de adotar o serviço de e-mail brasileiro, criado pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados).

"A presidente me chamou na [última] quinta-feira [10] e disse que pretende tornar isso uma regra para a administração pública federal", afirmou. "Para companhias públicas não vai ser obrigatório, pelo menos não nesse momento. Mas será obrigatório para toda a administração federal".

Segundo Paulo Bernardo, o Ministério do Planejamento deverá fazer um cronograma para esta implantação, dentro do governo, que deverá estabelecer a troca do programa atual --o Outlook, da Microsoft -- pelo novo até o segundo semestre do ano que vem.

"Não é que vai assinar num dia e no outro todo mundo já vai usar, porque seria impossível essa implantação", explicou.

Paulo Bernardo reforçou que o Ministério das Comunicações já vem se preparando para a mudança e deve ser um dos primeiros a trocar o serviço de e-mail.

PROJETO

Segundo antecipado pela Folha no início de setembro, o governo encomendou aos Correios o desenvolvimento de um sistema nacional de e-mail, que tinha como mote comercial a segurança contra "bisbilhotices".

A medida se deu em resposta às denúncias de espionagem do governo americano nas redes brasileiras.

Também antecipado pela Folha, após solicitar esta criação, o governo decidiu se aproveitar de um sistema já existente e criado pelo Serpro, em 2010, que já é usado por mais de 700 mil pessoas, principalmente nos órgãos públicos --entre eles a Presidência da República.

Para dar 'cara nova' ao programa, o governo encomendou que o Serpro fizesse algumas mudanças, para lançar uma nova versão no mês de novembro.

Um dos desejos do governo é que o programa possa oferecer o "certificado digital", uma ferramenta que permite ao usuário receber notificações quando os e-mails forem lidos.

"Avisamos a empresa que não vamos renovar pedido de licença e vamos usar o Expresso [nome do programa brasileiro]", explicou Paulo Bernardo.

"Na nossa visão, como vamos economizar bastante, entre o que pagamos hoje com as licenças que usamos e a do Serpro, criou-se uma oportunidade de investir parte dessa economia na melhoria do sistema do Serpro", completou.

HACKERS

Paulo Bernardo defendeu ainda que a troca do sistema de e-mails ajudam a cumprir com "as missões de um país civilizado, não deixando que as contas de e-mail sejam devassadas, invadidas".

Os e-mails encaminhados pelo novo sistema porém, só terão a proteção aumentada caso sejam encaminhados para outros destinatários que também trabalhem no governo e usem o e-mail seguro. Mensagens encaminhadas para fora dessa rede ainda poderiam ser mais facilmente acessadas por hackers.

"Não temos notícia de vazamento de e-mails nas redes privadas. É claro que pode acontecer, mas tem que ser um sistema muito mais sofisticado. Pelo menos o Serpro não vai entregar de bandeja pro pessoal fazer a leitura a hora que quiser", completou Paulo Bernardo.

Além da mudança nos e-mails, o governo pretende também ampliar a instalação da rede da Telebras, para que o governo possa usar apenas infraestrutura própria para comunicação. Mas, para este projeto, ainda não há data prevista para início ou conclusão.

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A grande pergunta é: o governo brasileiro terá acesso livre aos emails neste sistema? Aí teremos apenas uma troca de quem está espionando os seus dados...

Mas de qualquer forma achei interessante que o software proposto é de código aberto. Quem sabe seja uma alternativa para utilizarmos aqui no fórum. Faz um tempo que venho pensando em criar contas de email para os membros do fórum, talvez seja uma alternativa aos programas de email que tenho no servidor (roundcube e outro que não lembro o nome).

Fontes:
-
Folha: Serviço público brasileiro será obrigado a usar e-mail antiespionagem
- Site Oficial Expresso Livre  

Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Brasil tem o PIOR RETORNO de Impostos do Mundo

[Imagem: Depositphotos_2185240_s.jpg]


Como se já não bastasse o Brasil ser conhecido mundialmente como um dos países com maior carga tributária do planeta, recente pesquisa demonstra que ele subiu seis posições no ranking, atingindo agora a décima segunda posição.
(...)

Com isso, o Brasil saltou da 18ª em 2008 para a 14ª posição em 2010 e, agora, ocupa o 12ª posto, perdendo para países europeus, altamente desenvolvidos, como é o caso da Dinamarca (48,2%), Suécia (46,4%), Itália (43,5%) e Bélgica (43,2%). Só que, “ao contrário do Brasil, esses países prestam serviços públicos de qualidade à população sem que ela precise recorrer à iniciativa privada”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul – FIEMS – Sérgio Longen, que acrescenta: “Se é para o Brasil ser comparado aos países europeus, que não seja apenas no percentual elevado de sua carga tributária, mas sim e, primordialmente, na qualidade de serviços públicos prestados”.

Transformado este esforço tributário em período de trabalho, o brasileiro dispõe de cinco meses do ano somente para custear a cobrança de impostos, outros cinco meses para pagar ao setor privado todos os serviços que o governo lhe cobra, mas não oferece e lhe resta dois meses para guardar dinheiro para si.

(...)

O mesmo relatório do IBPT, afirma que, embora o Brasil não tenha nominalmente a maior carga tributária do mundo, ao oferecer o pior retorno em serviços para a população, acaba se tornando o país com a carga tributária mais onerosa. “É como entrar em uma sapataria, escolher o calçado, pagá-lo à vista e não poder levar o produto para casa”, compara Cláudio da Silva Menezes, o "Príncipe", líder da Ala Restauradora do PHS-DF.

O Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (Irbes) do Brasil não passa dos 135,63 pontos, muito aquém de outros países com o mesmo grau de desenvolvimento econômico e social listados no ranking, sendo a menor taxa entre os 30 países com a maior carga tributária do mundo. “O estudo mostra que está na hora da população cobrar melhor aplicação dos impostos. O volume de recurso é grande.


Neste ano, o país arrecadará mais de R$ 1,5 trilhão. O problema é o retorno, que é pior do que em países como Argentina e Uruguai, que têm cargas menores, mas oferecem melhores serviços”, destaca o presidente do IBPT, João Eloi Olenike. Segundo ele, “esse problema tem tudo a ver com as manifestações.

Se o cidadão paga caro de impostos, ele tem direito a educação, segurança, saúde, habitação e boas estradas sem pagar pedágio”.

Olenike destaca um fato que é comprovável por todos que moraram e trabalharam no exterior por algum tempo. Nos Estados Unidos, na Austrália, Dinamarca, Suécia, Inglaterra e Japão, por exemplo, muito embora o custo tributário ao cidadão seja elevado, o retorno é satisfatório. 


Pelo estudo do IBPT, esses países têm carga tributária que variam de 25% a quase 50% do PIB, mas oferecem um índice de retorno (IRBES) muito maior do que o do Brasil.

“Tudo isso que estamos vendo nas ruas é reflexo do dinheiro mal usado. A carga tributária tinha que ser mais justa e os serviços mais eficientes”, ressalta o Professor Valter Victoriano, da Fumec.
FONTE 
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Será? Estouro de bolha imobiliária no Brasil teria consequências menores, crê Shiller

Ao iG, profeta da crise das hipotecas nos EUA diz que, ainda assim, é preciso cuidado.

Bloomberg/Getty Images
Shiller: 'eu sinto que alguém precisa expressar algum cuidado'
 
Uma bolha imobiliária no Brasil – se é que ela existe – não tem as mesmas dimensões e características da que de fato existiu no mercado americano. Se estourar, seu impacto também será menos expressivo, analisa Robert Shiller, profeta da crise das hipotecas nos Estados Unidos e professor da Universidade de Yale.
 
“Os bancos nos EUA estavam tão loucos em conceder empréstimos que o faziam até para quem não tinha emprego. Eles nem pediam provas de capacidade de pagamento. Então ficou muito maluco nos EUA. E pelo que sei não ficou tão maluco assim no Brasil então provavelmente não vai ser tão ruim”, diz Shiller ao iG .
 
Apesar da diferença de proporção entre o que se vê no Brasil e o que se viu nos EUA, Shiller alertou no início de setembro para o risco de uma bolha no Brasil. Com a declaração, emprestou sua autoridade a quem duvida da sustentabilidade dos preços dos imóveis no País, e irritou quem considera a desconfiança um exagero.
           
Shiller ressalva não ter como provar sua hipótese, mas crê na necessidade de que a discussão seja feita. Afinal, rumores e desconfianças são elementos fundamentais na economia.
 
“Quem vende o imóvel está vendendo uma casa e o corretor geralmente fala bem do imóvel”, diz Shiller. ”Eu sinto que alguém precisa expressar algum cuidado.”
 
iG: O senhor esteve no Brasil recentemente. Pelo que ouviu e observou, como está o debate envolvendo a existência ou não de uma bolha imobiliária?
Robert Shiller : Não ouvi ninguém me dizer que há uma bolha. Alguém me mandou uma pesquisa em português sobre o assunto. Mas eu acho que a maioria dos brasileiros não acha que o aumento rápido dos preços dos imóveis é uma bolha.
 
E o senhor acredita ser positivo que não se fale sobre isso e se pense que não há uma bolha?
 
É difícil ser preciso nisso. Estou fora do Brasil, sou um estrangeiro, mas o que posso lhe dizer sobre as bolhas é que elas trilham um caminho em que, no começo, poucas pessoas dizem que é uma bolha. Conforme o tempo passa, a conversa fica cada vez mais alta e, eventualmente, começa a afetar as decisões das pessoas. É aí que a bolha acaba.
 
Então os rumores sobre bolhas podem afetar o mercado imobiliário?
 
Durante uma bolha as pessoas se preocupam em estar ficando para trás. Quem não tem uma casa acha que está perdendo uma grande oportunidade. Depois, a preocupação passa a ser sobre ter sido feito de bobo por ter comprado um imóvel durante uma bolha.
 
E isso poderia fazer com que as pessoas deixassem de comprar uma casa, um escritório ou um ativo baseado no mercado imobiliário?
 
Isso aconteceu nos EUA. A bolha começou a desacelerar em 2005 e, aí, as pessoas deixaram de comprar casas. E os preços caíram por volta de 40% em termos reais. Foi um colapso imenso e isso trouxe a crise financeira.
 
Quando o senhor disse suspeitar da existência de uma bolha no mercado imobiliário brasileiro, e que deveria dizê-lo mesmo sem ter certeza, qual era o seu objetivo?
 
Talvez eu não devesse ter falado. Parece que há muitos vendedores que querem encorajar você a comprar. O dono do imóvel está vendendo uma casa e o corretor geralmente fala bem do imóvel. Eu sinto que alguém precisa expressar algum cuidado.
 
Há uma série de especialistas que negam a existência de uma bolha no mercado imobiliário brasileiro. Isso ocorreu nos EUA antes do estouro da bolha?
 
Sim, eu tive muitas discussões por volta de 2005 e 2006 [ com economistas ]. Em 2006 foi publicado o livro “Are you missing out the real estate boom?” [Você está perdendo a bolha imoiliária?, em tradução livre], de David Lereah, e eu debatia com ele. Ele disse que não havia bolha, que os preços iriam continuar subindo. Era um economista proeminente. Há um artigo do Federal Reserve de Nova York [ uma das 12 autoridades monetárias regionais dos EUA ] que diz não haver bolha imobiliária. Eu dizia crer na existência de uma bolha – a segunda edição do Exuberância Irracional [ em que Shiller previa o estouro da bolha do mercado imobiliário americano ] saiu em 2005. Eu me senti desconfortável, porque parecia não patriótico. Todo mundo dizia “está tudo indo bem e você está assustando as pessoas. Está gritando fogo no meio de um cinema lotado”. Mas eu não estava criando pânico. Isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde.
 
Também era comum que o discursso de que há bolha seja reproduzido por leigos e não por grandes bancos, instituições de pesquisa?
 
Exato, eu lembro que eu estava em Miami para um conferência e o taxista me disse: "olhe para todas essas construções em andamento – os preços haviam crescido muito então estavam construindo muito. Isso vai acabar mal”. E eu entrei na conferência com economistas profissionais e eles estavam fazendo equações num quadro, mas não tinham ideia do que estava acontecendo à volta deles. Uma razão para isso é que economistas profissionais não querem ser responsáveis por assustar as pessoas. Busquei sobre bolha imobiliária [ no site do Federal Reserve ] e só havia uma [ pesquisa ] que mencionava isso, dizendo ser "possível, mas improvável haver uma bolha.” Ele [ o pesquisador ] trabalha no Banco Central americano. Ele vai chegar e dizer que há uma bolha no mercado imobiliário? Não, ele precisa conseguir uma permissão. Ele não pode dizer isso, porque parece mal. É o que acontece: o problema é que você não pode provar [ a existência da bolha ]. Se houvesse como dizer isso em números, seria diferente. Mas você não consegue provar, e ninguém quer assumir a responsabilidade de dizer. É o taxista que vê a coisa vindo.
 
Quando o senhor falou sobre o risco no Brasil, referia-se a uma bolha de abrangência nacional como ocorreu nos EUA, ou em algo mais localizado em cidades como Rio e São Paulo? Bolhas localizadas poderiam ter um impacto nacional se elas estouram ou murcham muito rapidamente?
 
Bom, bolhas ocorrem mais comumente em cidades glamurosas. A mais glamurosa no Brasil é Rio, e [ o preço dos imóveis ] mais que dobrou, mesmo com correção pela inflação. Era o que eu esperaria: o Rio seria a bolha do País, mas isso contaminaria outras partes também.
 
Um estouro da bolha no Rio poderia desencadear uma crise financeira nacional no Brasil, nas condições atuais?
 
Eu acho que não pode ser tão ruim. Não sou um especialista em Brasil, mas acho que vocês não têm uma cota de financiamento imobiliário [ razão entre o valor do empréstimo e o valor total do imóvel ] tão grande. Então seu sistema bancário é mais seguro. O que ocorria nos EUA é que não se exigia sequer documentação para dar empréstimos. [ Os bancos ] estavam tão loucos em conceder empréstimos que o faziam até para quem não tinha emprego. Eles nem pediam provas de capacidade de pagamento. Então ficou muito maluco nos EUA. E pelo que sei não ficou tão maluco assim no Brasil. Então provavelmente não vai ser tão ruim.
 
No artigo “Há uma bolha no mercado imobiliário?”, de 2003, o senhor menciona como três elementos constituintes de uma bolha imobiliária: o comprar para investir, a expectativa de que os preços vão subir rapidamente (acima de 10% por ano) e a influência de rumores que sustentam a ideia de que os preços vão continuar a subir rapidamente, como se fosse algo natural. Quais dessas condições o senhor vê hoje no Brasil?
 
Eu não conheço nenhum índice de expectativa. Apenas observações esporádicas me sugerem que as expectativas estão em alta. Não tenho nenhuma prova. É que também a economia passou por um renascimento nos últimos 20 anos, ou desde o governo Lula [ 2003-2010 ], e há um crescimento da classe média. Isso leva as pessoas a pensarem que é uma nova era e esse tipo de pensamento encoraja bolhas.
 
O Brasil passa por um período de alta das taxas de juros e estagnação no mercado de trabalho, após uma alta expressiva nos preços dos imóveis. Essas condições são suficientes para que uma eventual bolha imobiliária no Brasil estoure ou murche rapidamente?
 
Eu acho que sim. Não sei como prever quando vai acontecer, mas eu acho que poderia acontecer, e não subitamente. O que vimos no passado é que a bolha desacelera durante um ano e pouco e depois começa a cair. O mercado imobiliário residencial dá mais avisos, diferentemente do mercado de ações.
 
Como o governo deveria reagir para ajudar na transição de uma eventual situação em que haja uma possível bolha no mercado imobiliário para uma situação mais calma?
 
Eu não sei se há ciência exata porque estamos tentando lidar com as esperanças e aspirações das pessoas. É psicologia, então é difícil. Mas o governo poderia colocar mais exigências de um valor máximo de cota de financiamento, segurar os empréstimos bancários e aumentar as exigências para concessão de crédito. Poderiam fazer pronunciamentos dizendo que estão preocupados com o exagero dos preços no mercado. Vocês têm o Minha Casa, Minha Vida. Poderiam reduzi-lo.
 
E como tirar do mercado as condições que possam levar à emergência de futuras bolhas?
 
Eu acho que se deve olhar o mercado imobiliário como um indicador para política monetária. Quando o mercado está superaquecendo, é um motivo para se preocupar. Esse é um dos muitos fatores.
 
Os altos níveis de endividamento com outros tipos de crédito, não só o imobiliário , podem pressionar pelo estouro de uma bolha no mercado imobiliário?
 
O que eu percebi é que o mercado de crédito residencial brasileiro se desenvolveu. É uma coisa boa em geral, é uma boa tendência de longo prazo. Apenas ocorre que, agora, ele pode estar envolvido numa bolha, então pode ser que alguém queria desacelerá-lo temporariamente. Mas, no longo prazo, você pode ter um mercado de hipotecas muito melhor e não ter bolha. Eles não andam de mãos dadas.
 
Deveríamos, nesse sentido, evitar o incentivo ao desenvolvimento de um mercado secundário de hipotecas?
 
Talvez não é o melhor momento de fazer isso, mas no longo prazo o Brasil poderia se beneficiar do desenvolvimento um mercado secundário de hipotecas. É, geralmente, uma coisa boa.
 
Deveria haver condições para um resgate por parte do governo em caso de crise nesse mercado de hipotecas? Ou essa hipótese deveria ser explicitamente excluída?
 
É uma questão muito difícil. Como qualquer país, o Brasil deve cuidar da vulnerabilidade sistêmica dos mercados financeiros. O governo pode querer fazer um resgate, mas você não vai querer que as empresas contem com isso. Esse foi um problema nos EUA: os bancos pensaram que seriam resgatados e se tornaram pouco cuidadosos nos empréstimos.
 
Fonte: Economia IG
 
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Emprego na indústria tem 22º resultado negativo seguido

Na comparação com o ano anterior, o indicador foi o pior desde fevereiro deste ano.

Getty Images
 
O emprego na indústria brasileira teve o 22º resultado negativo consecutivo na comparação de julho deste ano ao mesmo mês de 2012. A taxa medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou variação negativa de 0,8%, o mais intenso desde fevereiro último (-1,2%).
 
Em julho de 2013, o pessoal ocupado assalariado na indústria mostrou variação negativa de 0,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, terceira taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 0,7%.
 
Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral assinalou variação negativa de 0,2% no trimestre encerrado em julho frente ao nível do mês anterior e permaneceu com a trajetória ligeiramente descendente iniciada em abril último.
 
No índice acumulado para os sete meses de 2013, o total do pessoal ocupado na indústria também assinalou recuo de 0,8%. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos 12 meses, ao recuar 1,1% em julho de 2013, repetiu o resultado observado no mês anterior, mas apontou queda menos intensa do que as registradas em fevereiro (-1,5%), março (-1,4%), abril (-1,3%) e maio (-1,2%). 
 
Região
 
O principal impacto negativo ocorreu na região Nordeste (-4,3%), pressionado pelas taxas negativas em 12 dos 18 setores investigados, com destaque para as indústrias de calçados e couro (-8,3%), alimentos e bebidas (-3,6%), minerais não-metálicos (-7,4%), refino de petróleo e produção de álcool (-14,4%), vestuário (-3,3%), produtos de metal (-8,0%), borracha e plástico (-6,5%), produtos têxteis (-4,6%) e indústrias extrativas (-6,4%).
 
Setor
 
Setorialmente, ainda no índice mensal, o pessoal ocupado assalariado recuou em 12 dos 18 ramos pesquisados, com destaque para as pressões negativas vindas de calçados e couro (-5,5%), produtos de metal (-3,5%), máquinas e equipamentos (-2,5%), outros produtos da indústria de transformação (-3,6%), produtos têxteis (-3,4%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-2,5%). Os principais impactos positivos ocorreram em alimentos e bebidas (1,8%), borracha e plástico (3,4%) e meios de transporte (1,5%).
 
Número de horas pagas
 
Em julho deste ano, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, recuou 0,3% frente ao mês imediatamente anterior, terceira taxa negativa consecutiva, acumulando nesse período perda de 1,5%.
 
Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral caiu 0,5% na passagem dos trimestres encerrados em junho e julho, após ficar praticamente estável nos dois últimos meses: maio (0,1%) e junho (0,0%). A queda assinalada nesse mês foi a mais intensa desde maio de 2012 (-0,9%).
 
No confronto julho deste ano com o mesmo mês de 2012, o número de horas pagas mostrou queda de 0,8%, segundo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação e o mais intenso desde março último (-1,4%). As taxas foram negativas em 11 dos 14 locais e em 11 dos 18 ramos pesquisados
 
Folha de pagamento real sobe
 
Em julho de 2013, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente mostrou variação positiva de 0,4% frente ao mês imediatamente anterior, recuperando parte da queda de 1,4% registrada no mês anterior.
 
Observa-se a clara influência da expansão de 8,7% assinalada pelo setor extrativo, impulsionado pelo pagamento de participação nos lucros e resultados em importante empresa do setor, já que a indústria de transformação apontou ligeira variação positiva (0,2%) nesse mês.
 
No confronto com igual mês do ano anterior, o valor da folha de pagamento real cresceu 3,4% em julho de 2013, 43ª taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação, com resultados positivos em 12 dos 14 locais investigados.
 
A maior influência positiva foi verificada em São Paulo (3,3%), impulsionada pelo aumento no valor da folha de pagamento real em 12 das 18 atividades investigadas, com destaque para alimentos e bebidas (8,2%), máquinas e equipamentos (5,6%), produtos químicos (6,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,0%), borracha e plástico (9,0%) e refino de petróleo e produção de álcool (7,9%).
 
Fonte: R7

Hackers brasileiros desfiguram páginas da Nasa em protesto

Mensagem pede paz na Síria e fim da espionagem.
Grupo já havia alterado páginas da Nasa em abril.



Altieres Rohr  

Especial para o G1
 

 
Imagem do site da Nasa, agência aeroespacial norte-americana, hackeado por grupo que diz ser brasileiro.
 
Hackers brasileiros do grupo "BMPoC" alteraram pelo menos oito endereços web gerenciados pela Nasa, agência espacial dos Estados Unidos.
 
Em protesto, o grupo formado por três hackers disse que ninguém no planeta está a favor dos norte-americanos e pediu o "o fim da espionagem". "O povo brasileiro não é a favor dessa atitude", diz a mensagem.

O grupo já havia desfigurado endereços da Nasa em abril, mas sem nenhuma mensagem de protesto.

Apesar de a página desfigurada ser da Nasa, a espionagem é parte de um programa de outro departamento do governo, a Agência de Segurança Nacional (NSA).

As frases curtas de protesto dizem ainda que Obama "não tem coração" e que "os Illuminati estão agindo", em referência a uma suposta sociedade secreta que controlaria o mundo.

Até a publicação desta reportagem, algumas páginas gerenciadas pela Nasa continuavam fora do ar.

O ataque foi registrado no site Zone-H, que mantém um arquivo de pichações digitais (
Veja site aqui).

Fonte: G1 Tecnologia e Games


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Dilma: Petrobras teria sido espionada por motivos econômicos

Nota oficial diz que estatal não ameaça segurança de qualquer país.
 
Jornal do Brasil
 
Em nota divulgada nesta segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff disse que a espionagem dos Estados Unidos à Petrobras, caso fique comprovada, está ligada a interesses econômicos e estratégicos.

"A Petrobras não representa ameaça à segurança de qualquer país. A estatal representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro", diz a nota.

Neste domingo, reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, revelou documentos mostrando que a Petrobras teria sido espionada pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês), ligada à inteligência americana.



 
Confira a íntegra da nota da presidente Dilma Rousseff:
 
"Mais uma vez, vieram a público informações de que estamos sendo alvo de mais uma tentativa de violação de nossas comunicações e de nossos dados pela Agência Nacional de Segurança dos EUA. Inicialmente, as denúncias disseram respeito ao governo, às embaixadas e aos cidadãos – inclusive a essa Presidência. 

Agora, o alvo das tentativas, segundo as denúncias, é a Petrobras, maior empresa brasileira. Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro.
 
Assim, se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como em exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidade de espionagem ofensiva aos direitos humanos, a nossa soberania e aos nossos interesses econômicos.

Tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas."

Dilma Rousseff

Presidenta da República Federativa do Brasil"

A Petrobras também informou, por meio da assessoria de imprensa, que dispõe de sistemas altamente qualificados e permanentemente atualizados para a proteção de sua Rede Interna de Computadores (RIC).

A companhia executa, de forma consistente, todos os procedimentos identificados e reconhecidos como melhores práticas de mercado na proteção de sua rede interna e de seus dados e informações. 

O tráfego na RIC e o fluxo de dados entre a RIC e o ambiente externo (rede mundial de computadores) são monitorados permanentemente pela Petrobras, segundo a nota.
Como exemplo, em média, 90% das mensagens externas de correio recebidas pela Petrobras são descartadas por apresentarem características potencialmente danosas.

Tais características poderiam ter, eventualmente, possibilitado algum tipo de acesso a dados da Petrobras. "Ressalta-se, no entanto, que os dados constantes dos arquivos da companhia são continuamente atualizados à medida que as centenas de projetos têm andamento", diz a nota.

"A força de trabalho da Petrobras é permanentemente alertada, por meio de programas internos, para a importância da classificação correta das informações e de seu tratamento. 
 
As informações internas são classificadas e tratadas com soluções tecnológicas, como criptografia, adequadas aos níveis de proteção associados ao risco de prejuízos para a Petrobras, em caso de eventual vazamento de informação.

Os investimentos da Petrobras em tecnologia da informação e telecomunicações são compatíveis com o seu Plano de Negócios e Gestão e com os das demais empresas de mesmo porte do setor de petróleo no mundo. 
 
Ataques concorrenciais e outros se tornam cada vez mais complexos, o que continuará a exigir da Petrobras investimentos permanentes e significativos em tecnologia de proteção a dados e informações", acrescenta a nota divulgada na tarde desta segunda-feira.

Fonte: Jornal Do Brasil

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

É importante esclarecer que este Site, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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No Ar

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