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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

PT duplica dívida pública brasileira

Dívida Pública Brasileira duplicou no mandato do PT. Dívida externa também não foi paga. Entenda 1 das maiores mentiras do Governo.

Enquanto Dilma puxa o saco dos evangélicos para garantir reeleição, o Brasil pode estar entrando num momento de crise e inflação, como predisse analistas e até FHC.
Gastos irresponsáveis do governo fazem dívida crescer duas vezes e meia mais rápido que o PIB
 

Não é de hoje que o PT vem se mostrando extremamente hábil na manipulação de números que coloquem a opinião pública a seu favor. Se, por exemplo, criam um índice BAIXÍSSIMO para definir o que seria “pobreza extrema”, convenientemente “esquecem” de reajustá-lo de acordo com inflação, o que faz com que naturalmente milhões ultrapassem seu limite ano a ano. Foi o que apontou matéria da BBC ainda em março:

Adotado em junho de 2011 pelo governo, quando foi lançado o plano Brasil Sem Miséria (guarda-chuva das políticas federais voltadas aos mais pobres), o valor jamais foi reajustado. Se tivesse acompanhado a inflação, hoje valeria R$ 76,58.

Em onze das 18 capitais monitoradas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), R$ 70 não garantem sequer a compra da parte de uma cesta básica destinada a uma pessoa. Em São Paulo, seriam necessários R$ 95,41 para a aquisição.

(grifos nossos)
A falácia da quitação da dívida externa

Uma outra falácia repetida inúmeras vezes sem questionamentos por parte da mídia tida como golpista pelo governo diz respeito à quitação da dívida externa brasileira. Sim, foi quitada. Mas ao custo do estouro da dívida interna, com juros muito maiores e prazos menores para negociação. Era o que alertava artigo de Lígia Ferreira para a Folha Política em maio passado:

Quando Lula assumiu o seu primeiro mandato em 2002, a dívida externa era de R$ 212 bilhões, enquanto a dívida interna era de R$ 640 bilhões. Ou seja, o total, dívida externa mais interna, chegou aos inacreditáveis R$ 852 bilhões. Em 2008, quando o Lula assumiu ter pago a dívida, a dívida externa caiu para zero, já a interna chegou a – pasme – R$ 1,4 trilhão. Total da dívida: R$ 1,4 trilhão – 65% do PIB do Brasil.

Contra fatos não há argumentos: Lula “pagou”, sim, a dívida externa. No entanto, nota-se que a dívida interna aumentou exorbitantemente. Na realidade, o Governo se endividou internamente para se quitar externamente. Diversos economistas alegam, ainda, que os novos acordos de endividamento interno seriam muito mais desvantajosos, tendo em vista o menor prazo e a maior incidência de juros.

Para o Brasil, pouca ou nenhuma diferença faz para quem deve, o fato é que a dívida não só continua como aumentou. É necessário ressaltar que apenas de juros para a dívida interna foram pagos, no mês, R$ 13 bilhões. A efeito de comparação, a verba destinada, naquele ano, para a educação foi de R$ 12,7 bilhões (média de 1,05 bilhão por mês).

(grifos nossos)

Colocando num gráfico simples, eis o que está acontecendo com a dívida pública brasileira durante estes 10 anos de governo petista:


[Imagem: divida-publica-brasileira-445x338.png]


Dívida pública também cresce proporcionalmente

Quem traz o alerta é o CenárioMT, em artigo de José Boas. A dívida pública vem crescendo mais que o dobro do PIB. Ao ponto de que, em mais uma década, superará este:

Para termos uma ideia do tamanho do problema, entre 2004 e 2013 o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu em média 3,64% ao ano (hoje é de R$ 4,5 trilhões) e nossa dívida pública avançou no mesmo período, em média, 8,98% ao ano(atualmente em R$ 2,24 trilhões). 


Traduzindo em miúdos, a dívida pública brasileira já é do tamanho da metade daquilo que o país ganha todos os anos, e ela cresce 2,5 vezes mais rápido do que o nosso PIB. Isso quer dizer que, mantidos estes padrões, até 2027 (mais 13 anos) teremos uma dívida que superará a nossa receita anual.

O artigo traz um gráfico que “desenha” o caminho para o qual o Brasil segue rumando:


[Imagem: Divida-publica-brasileira-2004-2028.jpg]


Irresponsabilidade na administração pública

O governo Dilma segue fechando os olhos para a situação. Num cenário de crise como este, seria natural um melhor controle dos gastos. Uma matéria da Folha, no entanto, revela que “enquanto lucros e investimentos patinam, estatais ganham 40 mil novos funcionários no governo Dilma“:

Investimentos e lucros caíram em algumas das principais estatais federais, mas a ampliação do quadro de pessoal das empresas mantém, no governo Dilma Rousseff, o ritmo dos anos Lula. (…) No total, o contingente de empregados nas empresas federais com receita própria se aproxima dos 500 mil, contra 339 mil em 2002, último ano do governo FHC.

(grifos nossos)

E mais um gráfico entrega bem que o governo segue ignorando a situação na qual vem se metendo:


[Imagem: Funcionarios-das-estatais.gif]


Dilma gasta em 6 meses quase 10 BILHÕES sem licitação

O Jornal da Mídia aponta outro fator que pode estar agravando o aumento da dívida pública. Só no primeiro semestre deste ano, nada menos que 37% das aquisições de bens e serviços do governo Dilma ocorreram sem licitação. Com licitação, explica a matéria, a economia chegaria à casa dos BILHÕES de reais:

As compras da União somaram R$ 25,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados extraídos do Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet), administrado pelo Ministério do Planejamento. Foram gastos R$ 16 bilhões (63%) com compras licitadas e R$ 9,5 bilhões (37%) em aquisições de bens e serviços sem licitação.

Além de maior controle dos gastos, o processo licitatório possibilita significativa economia para os cofres públicos. De acordo com Loreni Foresti, 90% das compras licitadas foram feitas por meio de pregão eletrônico, no valor de R$ 14,4 bilhões. Isso reduziu os gastos em 18%, equivalentes a R$ 3,1 bilhões, disse a secretária.

(grifos nossos)
O outro lado: governo tucano de São Paulo atinge menor índice de endividamento

Não se trata simplesmente de um momento ruim da economia, mas de erros gritantes na administração dos gastos públicos. O governo do PSDB paulistano, tradicional opositor do governo petista, ganhou manchetes nesta terça-feira graças a uma economia de 19 BILHÕESde reais em suas dívidas:

O Estado de São Paulo vai aumentar o superávit primário e reduzir a sua dívida líquida em 19 bilhões de reais, segundo o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Somente este ano, conforme ele, serão 6 bilhões de reais em redução. “É um superávit primário extremamente importante”, disse em conversa com jornalistas, após participar de reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quinta-feira.

Ele informou que o Estado alcançou o menor índice de endividamento frente a sua receita líquida, de 1,3 vez. No ano passado, conforme Alckmin, estava em 1,6 vez. “O indicador também está bem abaixo do estabelecido pela lei de responsabilidade fiscal, de duas vezes“, declarou o governador.

(grifos nossos)

A oposição precisa ter coragem para explicar estes números à população mais leiga. O governo petista está prejudicando o país com todo o seu pacote de falácias. Quando a bolha estourar, e este dia está cada vez mais próximo, prejudicará principalmente os mais fracos, justo aqueles que o governo finge defender.


[Imagem: d06131fdf1899389b4a43cddc981452a.jpeg]


Fonte: Coluna gospel mais 
VIA: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Drogas contra colesterol: A maior fraude da história da medicina

 
As estatinas são uma das drogas mais perigosas prescritas pelos médicos. Os riscos a partir delas eram evidentes antes mesmo que elas fossem comercializadas. No entanto, elas estão entre os medicamentos mais vendidos de todos os tempos. Finalmente, a ciência genuína percebeu seus efeitos adversos e a falta de benefícios para documentar a verdade que era óbvia desde o início.

Uma nova revisão dos relatórios científicos:
A indústria de estatina, com todas suas reviravoltas, é uma indústria de 20 bilhões de dólares por ano. Estamos observando a revelação da maios tragédia médica de todos os tempos. É sem precedentes que o setor de saúde, inadvertidamente, induzida deficiência de nutrientes com risco de vida em milhões de pessoas saudáveis.

Os autores do estudo, Sherif Sultan e Niamh Hynes, produziram um documento que é totalmente condenatório do uso de estatinas. Não só eles condenam as drogas, eles também condenam a pseudo-ciência por trás disso. Embora eles não afirmam isso, e, obviamente, não poderia ter esse risco, simplesmente não há maneira de contornar o fato de que a ciência por trás das estatinas tem sido largamente fraudulenta, e que a fraude foi perpetrada pela indústria farmacêutica.

A finalidade das estatinas é reduzir o colesterol.

Então qual é o problema? Como os autores afirmam:

O colesterol é fundamental para a energia, a imunidade, o metabolismo da gordura, a leptina, a atividade hormonal da tireóide, síntese relacionada ao fígado, intolerância ao estresse, a função supra-renal, sínteses de hormônios sexuais e função cerebral.

O colesterol é um requisito primário para uma enorme variedade de funções absolutamente críticas no corpo. Obviamente, se o colesterol é reduzido, então a saúde deve ser prejudicada:

  • Os níveis de energia devem ser reduzidos.
  • Haverá interferência com o metabolismo da gordura.
  • A tireoide pode não ser capaz de funcionar corretamente.
  • A nossa capacidade de lidar com o estresse fica estressada.
  • As funções das glândulas supra-renais podem ficar danificadas.
  • A função sexual e a capacidade reprodutiva podem sofrer.
Nosso cérebro pode ser danificado, o que significa que qualquer parte da nossa existência pode ser prejudicada, incluindo o funcionamento mental, os processos autonômicos, coordenação e todas as outras funções, incluindo o coração.

Simplesmente não há desculpa para não reconhecer que não só existe um risco evidente inerente nas estatinas, mas seria impressionante se não produzisse danos.

Em termos de benefícios, os autores notaram que as únicas pessoas que são beneficiadas são homens de meia-idade que já sofreram ataques cardíacos. E esse benefício é mínimo. Na verdade, os autores apontam que as estatinas produzem menos benefício para esses homens do que a aspirina.

Aqui está o risco para a saúde mais chocante das estatinas:
A utilização de estatinas está associada com um aumento da prevalência e da extensão da calcificação das placas coronárias. Ironicamente, para um medicamento que foi comercializado para reduzir o risco de doença cardiovascular, o registro confirmado identificou uma forte associação entre o uso de estatinas com a progressão de características de placas de artérias coronárias.

Em relação a este risco cardíaco em particular, os autores também descobriram que:
O uso de estatinas foi correlacionada com uma maior incidência de estenose da artéria coronária grave, bem como aumento no número de vasos coronários desenvolvendo doença arterial coronariana obstrutiva. Além disso, o uso de estatina foi associado a um aumento da prevalência e da extensão da placa calcificada mista. Cinco estudos prospectivos deram testemunho ao fato de que a terapia com estatina não induz qualquer regressão do cálcio coronário e a evolução do cálcio coronário continua, independentemente do tratamento com estatinas.

As estatinas são a maior fraude médica de todos os tempos. Tinha de ser conhecida desde o início que eles provavelmente iriam produzir uma grande quantidade de dano. Como ressaltam os autores, as estatinas interferem com a produção de colesterol, produzindo, assim, déficits de funções metabólicas que são necessárias para a vida.

Não há, portanto, nenhuma desculpa para os médicos não saberem.

Não há desculpa para a mídia não fazer a pesquisa que teria mostrado a eles a fraude perpetrada.

Não há desculpa para as agências de saúde que aprovaram as estatinas ou os que as promovem. Eles tinham que ter as informações relevantes.

E, finalmente, não há desculpa para os médicos, porque eles devem ter sabido. Se não, então eles abandonaram seu dever.

Todos os envolvidos no desenvolvimento, marketing, aprovação, promoção e prescrição de estatinas são culpados de perpetrar a maior fraude médica de todos os tempos. Calculando o número de mortos é provavelmente impossível, mas pode haver pouca dúvida de que os números correm em múltiplos milhões.

Fonte:
Waking Times



Sinopse do filme: Somos informados de que o colesterol é uma das principais causas de doenças cardíacas. Pelo menos 40 milhões de pessoas estão atualmente  tomando medicamentos para baixar o colesterol, conhecidos como estatinas, e mais milhões de pessoas estão evitando alimentos que contêm gordura saturada e colesterol.

A idéia básica é que a gordura saturada na dieta aumenta os níveis de colesterol, e essas duas substâncias de alguma forma entopem nossas artérias, causando um ataque cardíaco. Esta ideia é muitas vezes referida como a hipótese da dieta cardíaca.

No entanto, um número de médicos e pesquisadores têm desafiado esta hipótese por décadas, e as últimas estatísticas de doenças cardíacas revelam alguns fatos alarmantes. Tais como:

- Pessoas com colesterol alto tendem a viver mais;

- As pessoas com doença cardíaca tendem a ter baixos níveis de colesterol;

- Diminuir o colesterol de uma população não reduz a taxa de doença cardíaca

Além disso, apesar de seu uso difundido e descritos como "remédios milagrosos", medicamentos de estatina não prolongam a vida para a maioria das pessoas que os tomam.

Baixar o colesterol tornou-se uma enorme indústria global, gerando pelo menos 29.000 milhões dólares a cada ano. Já os fatos sobre doenças do coração, colesterol e medicamentos contra colesterol foram distorcidos pelas companhias farmacêuticas e fabricantes de alimentos interessados em aumentar os seus lucros?

Se o foco sobre o colesterol tem sido um erro, então o maior custo é associado com a perda de oportunidade para combater a doença cardíaca.

 
Via: Notícias Alternativas

terça-feira, 17 de setembro de 2013

CRMs não podem exigir documentos extras para registrar profissionais do Mais Médicos

Do R7

Parecer da AGU assinado pela presidente Dilma Rousseff foi publicado nesta segunda-feira.
 
Parte dos profissionais do programa já estão atendendo em diversas cidades 
[Emílio Pedroso/Estadão Conteúdo]
 
Um parecer assinado pelo Advogado-Geral da União, ministro Luís Inácio Adams, e pela presidente, Dilma Rousseff, impede os CRMs (Conselhos Regionais de Medicina) de exigir qualquer documentação diferente das definidas pela MP (Medida Provisória) que institui o Mais Médicos.

O texto foi publicado nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União.

De acordo com o entendimento da AGU (Advocacia-Geral da União), a Medida Provisória tem força de lei, sendo suficiente para determinar todos os procedimentos necessários em relação à atuação dos profissionais em território brasileiro.

Além disso, o parecer afirma que as legislações específicas do projeto "devem prevalecer sobre às normas gerais que possam aparentemente estar em conflito, tendo em vista a aplicação dos critérios cronológico e de especialidade".

O documento foi elaborado após consulta feita pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sobre a responsabilidade dos atos médicos dos participantes do programa, da aplicação supletiva da Resolução 1832/2008 do Conselho Federal de Medicina e da documentação exigida para a atuação dos estrangeiros no Brasil.

Segundo a AGU, "é condição necessária e suficiente para a expedição de registro provisório pelos Conselhos Regionais de Medicina a declaração de participação do médico intercambista no Projeto `Mais Médicos para o Brasil` fornecida pela coordenação do programa".

No entendimento daiInstituição, como a Medida Provisória tem força de Lei, os conselhos regionais são obrigados a expedir os registros provisórios quando atendidas as condições impostas pelo normativo.

 
Médicos são responsáveis pelos seus atos
 
A Advocacia-Geral apontou que os médicos participantes do programa são responsáveis pelos seus atos. Segundo o parecer, esse entendimento é baseado no Código de Ética Médica. "O médico se responsabilizará, em caráter pessoal e nunca presumido, pelos seus atos profissionais, resultantes de relação particular de confiança e executados com diligência, competência e prudência".

O argumento afasta qualquer responsabilidade subsidiária dos tutores e orientadores do programa e também a possibilidade deles enfrentarem processos e penalizações de caráter ético-profissional, civil e criminal pelos atos praticados por participantes e intercambistas do Mais Médicos.
 
"Nesse dispositivo não há qualquer regra que determine a corresponsabilidade dos demais integrantes do Projeto Mais Médicos para o Brasil por atos praticados pelos médicos participantes", destaca um trecho do parecer ao citar a MP 621.

Os Conselhos Regionais, de acordo com a norma, serão os responsáveis por fiscalizar a conduta ética dos integrantes do projeto "Mais Médicos para o Brasil", conforme legislação aplicável aos médicos inscritos em definitivo no projeto.
 
Além disso, os profissionais estarão sujeitos as sanções administrativas previstas na própria MP nº 621/2013. "Os Conselhos Regionais de Medicina poderão exercer as suas funções de aferir o desempenho ético-profissional dos médicos estrangeiros", concluiu o parecer.
 
Fonte: R7
 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Congresso confirma fraude, mas mantém votação de veto sobre royalties


BRASÍLIA, 13 Set (Reuters) - A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados atestou, em inquérito encaminhado ao Ministério Público, fraude na votação do veto presidencial ao projeto que trata da redistribuição dos royalties do petróleo, mas a sessão não será anulada, informou a Presidência do Congresso por meio de nota nesta sexta-feira.

Segundo o diretor-geral da Câmara dos Deputados, Sérgio Sampaio, a assinatura do deputado Zoinho (PR-RJ) teria sido falsificada na cédula de votação que derrubou o veto presidencial em março deste ano.

"A sessão continua válida já que o voto mencionado não interferiu no resultado da votação. A urna onde foi depositado o voto do referido deputado continha 39 votantes. Ainda que toda a urna fosse anulada seria insuficiente para alterar o resultado final", diz a nota divulgada pela Presidência do Congresso.

"As autoridades, agora envolvidas no desdobramento da investigação, precisam, prioritariamente, identificar e apontar o autor do delito a fim de afastar a principal suspeita: a de fraude intencional com objetivo de anular a sessão", afirma o documento.

O deputado Zoinho não estava em Brasília no momento da votação e, portanto, não poderia ter votado. O nome do parlamentar, no entanto, foi assinado em uma das cédulas -- no caso de vetos, os deputados e senadores marcam seus votos no papel, em vez do painel eletrônico.

"A Polícia Legislativa fez uma perícia e concluiu que houve falsificação da assinatura. Há três dias concluiu a análise e enviou para o Ministério Público", disse o direitor-geral à Reuters por telefone nesta sexta-feira.

"Caberá ao presidente do Congresso (senador Renan Calheiros) dizer quais as providências a serem tomadas no âmbito político legislativo. No âmbito criminal, é o Ministério Público quem vai dizer o que vai acontecer", explicou Sampaio.

O líder da bancada do PR na Câmara, deputado Anthony Garotinho (RJ), acionou a Polícia Legislativa no dia seguinte à votação.

"Quando peguei a lista de votantes, vi que havia sido registrada a presença do deputado Zoinho (PR-RJ). Só que o deputado viajou antes da votação e me comunicou que não votaria. Ou seja, não era possível que Zoinho tivesse votado antes de iniciado o processo", disse o líder da bancada em nota fornecida pela assessoria de imprensa do partido. 


A distribuição dos recursos arrecadados com a exploração do petróleo já suscitou inúmeros embates e polêmicas. O veto presidencial mantinha as regras vigentes para a divisão dos royalties do petróleo entre os Estados e municípios nos contratos já existentes.

A polêmica sobre a divisão dos royalties do petróleo começou quando o governo decidiu criar um novo marco regulatório para a exploração do óleo no país, determinando que os campos do pré-sal seriam licitados pelo regime de partilha e não mais por concessão.

Os parlamentares dos Estados não produtores viram na mudança uma oportunidade de fazer uma nova divisão dos royalties entre Estados e municípios, sem qualquer privilégio para os Estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo), mexendo inclusive nos contratos já em vigor. Aprovada pelo Congresso, essa nova divisão foi vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010.

Os parlamentares dos Estados não produtores voltaram à carga e aprovaram no ano passado mais uma nova divisão dos royalties. E a presidente Dilma vetou as mudanças nos contratos em vigor, mas manteve a nova distribuição para áreas que ainda serão licitadas.

Representantes dos Estados produtores entraram com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a aplicação de novas regras, em vigor com a derrubada do veto.

A ministra Cármen Lúcia decidiu, em liminar, suspender a aplicação do novo cálculo de repartição dos recursos. A decisão monocrática ainda será analisada pelo plenário da Suprema Corte.


Fonte: Reuters Brasil

(Por Maria Carolina Marcello)
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Estudo aponta que nos EUA milhares de cirurgias são realizadas sem necessidade

Médicos que realizam os procedimentos são “imorais, incompetentes e indiferentes”

Bob Unruh
 
Dezenas de milhares de americanos todos os anos são submetidos a procedimentos cirúrgicos que não são necessários porque os médicos são “imorais, incompetentes e indiferentes”, de acordo com um estudo realizado pelo jornal USA Today.





“O assunto é muito sério, e ainda não houve um movimento para lidar com isso”, alertou Lucian Leape, professor da Faculdade de Saúde Pública de Harvard.

 O especialista em segurança do paciente começou a estudar cirurgias desnecessárias quando um relatório publicado pelo congresso americano há cerca de 40 anos atrás estimou que havia 2,4 milhões desses casos todos os anos, e que 12.000 deles acabavam em morte ao paciente.

Segundo ele, “as coisas não mudaram muito”.

O estudo do USA Today indica que há dezenas de milhares de cirurgias todos os anos que são desnecessárias e, em muitos casos, perigosas.

De acordo com o relatório do USA Today, é quase sempre uma questão de dinheiro.

“Os médicos que realizam operações sem necessidade para ganhar dinheiro são a face pública do problema. Atraídos pelos milhões de dólares que se pode ganhar cobrando os planos de saúde públicos e privados por procedimentos caros que não eram necessários, eles se tornaram o principal alvo de investigadores que consideram esse tipo de fraude particularmente pérfido”, afirma o relatório.



 
 
A investigação do USA Today descobriu que entre 10% e 20% de algumas cirurgias comuns são feitas sem necessidade, e mais de 1.000 médicos já pagaram indenizações depois de terem sido denunciados por negligência.

O relatório citou como exemplo o caso de Jonathan Stelly, de 22 anos.

Ele era um jogador de baseball semiprofissional quando um desmaio o levou ao consultório médico.

Disseram a Stelly que se ele “quisesse viver até os 30… precisaria de um marca-passo”.

Ele confiou na recomendação do médico, e fez a cirurgia.

Mas meses depois, “os jornais locais noticiaram que o cardiologista de Louisiana, Mehmood Patel, estava sendo investigado por realizar cirurgias desnecessárias”.

“Stelly procurou outro médico para rever seu caso”, conta o relatório. “E mais outro. E mais outro. Todos eles concordaram. Ele precisava de medicação para pressão sanguínea, mas nunca de um marca-passo”.

O USA Today afirma que Patel está na prisão condenado por realizar cirurgias desnecessárias. E Stelly perdeu quaisquer oportunidades no baseball que poderia ter tido.

“O alcance do problema e os danos que ele causa são enormes, mas permanecem em grande parte escondidos. A atenção pública foi limitada a alguns casos mais surpreendentes, tipicamente envolvendo médicos que inserem stents cardíacos em pacientes que não precisavam deles”, afirma o relatório.

Segundo o estudo, 10% de todos os procedimentos de fusão vertebral financiados pelo Medicare (saúde pública) em 2011 não eram necessários. Também é citado um relatório da Revista da Associação Médica Americana, segundo o qual, de 112.000 pacientes que tinham um cardioversor-desfibrilador implantável, para 25.000 deles não havia provas médicas que justificavam o uso das máquinas.

O USA Today cita outro estudo, da revista eletrônica Surgical Neurology International, que observou 274 pacientes que reclamavam de dores no pescoço e nas costas. Mais de 17% deles ouviram que precisavam de cirurgia.

“Esses procedimentos são notoriamente difíceis de identificar, até para as vítimas. Se, por exemplo, alguém passar por uma artroplastia total do joelho sem necessidade, esse paciente talvez nunca saiba que a dor poderia ter sido aliviada com a mesma eficácia com terapia física ou um procedimento menos invasivo. Os sintomas somem, e ele não suspeita de nada”, afirma o relatório.

“Se algum dia descobrirmos algo a respeito, será apenas depois do fato, se algo der errado e o paciente procurar outro médico, ou se o Medicare ou outra pessoa vier em caráter retroativo e fizer uma auditoria”, afirma Rosemary Gibson, autoridade em segurança do paciente e autora do livro “The Treatment Trap” (A Armadilha do Tratamento).

“O sistema, na minha opinião, não quer saber desse problema”, conclui.

O relatório explica: “Os médicos que realizam operações sem necessidade para ganhar dinheiro são a face pública do problema.

Atraídos pelos milhões de dólares que se pode ganhar cobrando dos planos de saúde públicos e privados por procedimentos caros que não são necessários, eles se tornaram o principal alvo de investigadores que consideram esse tipo de fraude particularmente pérfido”.

O estudo concluiu que na maioria dos casos de cirurgias desnecessárias, não há uma motivação criminosa ou macabra.

“Mas”, recomenda Patty Skolni, da organização Citizens for Pacient Safety (Cidadãos pela Segurança do Paciente), “não acredite na palavra de um médico”.

“Pesquise sobre seu médico, pesquise sobre o procedimento, faça perguntas, incluindo a mais importante: ‘O que irá acontecer se eu não fizer isso?’” orienta.

“Esperamos que o médico saiba o que é melhor para o paciente”, disse ao USA Today Willam Root, diretor de conformidade do Departamento de Saúde e Hospitais do estado de Louisiana.

“Depositamos tanta confiança em nossos médicos, e a maioria deles a merece. Mas quando um deles está errado ou se desvia, pode causar muitos danos”.


Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Study: Thousands Of Surgeries Unnecessary
 
Fonte: Julio Severo

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Ex-analista: “CIA fabricou evidência para atrair EUA à guerra na Síria”


 
O material de inteligência reunido para provar a culpa do governo sírio pelo suposto uso de armas químicas foi fabricado por membros da comunidade de espionagem americana para enganar o presidente Barack Obama e convencê-lo a tomar medida de punição, segundo Ray McGovern, um veterano da própria CIA (Agência Central de Inteligência), disse em entrevista à agência de notícias russa RT.

McGovern foi um dos signatários de uma carta de funcionários veteranos de inteligência entregue a Obama, alertando o mandatário que Bashar al-Assad não é o responsável pelo suposto ataque com armas químicas, e que “o diretor da CIA, John Brennan, está cometendo a mesma fraude pré-Iraque sobre os membros do Congresso, a mídia e o público”.

O veterano disse que o problema é conseguir acesso ao que chamam de grande mídia. Segundo McGovern, a imprensa está apoiando a guerra e por isso não quer ouvir que a evidência é muito frágil. “Eles não querem ouvir que pessoas dentro da CIA, com grande acesso a informações, dizem que não há evidência conclusiva de que Assad ordenou aqueles ataques químicos. Você não assume aquelas coisas, você precisa prová-las”, disse.

A razão para que os Estados Unidos não apresentem a prova contra o regime sírio é porque não poderia ser suportada diante de um tribunal, e não passaria por um exame minucioso - isso aconteceu antes do Iraque, afirmou McGovern, que acrescentou que o governo americano precisa divulgar a suposta mensagem interceptada que provaria a culpa de Assad para calar os críticos.

O ex-analista declarou que o secretário de Estado John Kerry demonstrou estar sob influência do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu – o único Estado que se beneficiaria de uma guerra na Síria, e que pessoas com influência e conselheiros da Casa Branca tentam convencer Obama a tomar uma medida.

Para McGovern, a mudança de postura de Washington ao recuar sobre a possibilidade iminente de um ataque na Síria foi uma conversa de Obama com os militares, que afirmaram que uma ação militar não poderia ser justificada tão cedo, e que as pessoas e setores que apoiam a intervenção militar não têm ideia do que é uma guerra.

Ray McGovern foi analista da CIA durante 27 anos e trabalhou com sete presidentes, sendo responsável, durante a década de 80, de preparar os relatórios diários matinais com o material reunido pela agência ao chefe do governo. McGovern foi um crítico feroz da guerra do Iraque liderada pelo presidente George W. Bush em 2003.

McGovern tem atuado nos últimos anos como ativista político. Ele tem um blog na página do cineasta e escritor Michael Moore, um dos mais ferrenhos críticos do militarismo americano e de grandes corporações do país. O ex-analista da CIA também trabalha na editora Tell The World, que é ligada a Igreja da Salvação.

Mais recentemente, também criticou a atuação do governo no episódio envolvendo o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, responsável pelo vazamento de documentos secretos. Ele chegou a afirmar na época que o único crime de Assange fora “divulgar a verdade”.

Fonte:
Terra: Ex-analista: “CIA fabricou evidência para atrair EUA à guerra na Síria” 

Refém libertado Pierre Piccinin: “Não foi Assad que usou gás”

Pierre Piccinin 
 
9 de setembro de 2013 — O testemunho de Domenico Quirico e Pierre Piccinin [obs.: que fala Arabe[1]], liberados no domingo depois terem sido seqüestrados e aprisionados por meses na Síria, poderia derrubar todos os cenários internacionais. Piccinin efetivamente jura que “não é o governo de Assad que utilizou o gás Sarín ou um outro gás na periferia de Damasco, é um dever moral dizer isso.” O belga contou ter ouvido, junto com Quirico, uma conversa entre os rebeldes.
 
Traduzido do italiano por Yair do artigo do TGCom24: Piccinin: “Non fu Assad a usare gas”
 
Giftgas eingesetzt hat“
 
Fonte: Julio Severo


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Aula sobre Desinformação. Exemplo: A Mídia Brasileira

Monopólio e choradeira

Escrito por Olavo de Carvalho | 05 Setembro 2013
Artigos - Desinformação

Se você examinar caso por caso, verá que desde a década de 60 – em pleno regime militar --, os altos cargos da nossa mídia são quase todos ocupados por militantes ou simpatizantes da esquerda.
 
Os comunistas da mídia acham que a coisa mais normal e natural do mundo é possuir o monopólio do espaço jornalístico no Brasil e ainda choramingar como se fossem uns coitadinhos desprovidos do direito à palavra.
 
Quando os comunistas da internet vociferam contra a “mídia burguesa”, é bom saber que a mídia burguesa são eles mesmos atuando em dois níveis: dominam os grandes jornais e canais de TV desde dentro para usá-los como veículos de desinformação e ao mesmo tempo descem o porrete neles desde fora para dar mais credibilidade à desinformação.

Isso é uma regra básica dos manuais de desinformátsiya. Desinformação só funciona quando a mentira não vem da boca de um inimigo notório e sim de alguém de confiança da vítima.


Se você lê no Vermelho.org, no Paulo Henrique Amorim ou no Baixamiro Borges alguma grossa denúncia contra os EUA, contra a Igreja, contra Israel, contra os militares ou contra os liberais e conservadores, pode desconfiar que é propaganda esquerdista. Se lê a mesma coisa na Folha, no Globo ou no Estadão, imagina que é informação idônea, imparcial, puro jornalismo.

Para que servem então o Vermelho.org, o Paulo Henrique Amorim, o Baixamiro e similares? Servem precisamente para isso. São a substância de contraste que dá credibilidade à “grande mídia” quando esta, num estilo mais comedido, mente igualzinho a eles.

Secundariamente, podem servir também para alimentar de bobagens estimulantes a militância partidária. Para enganar o público maior, politicamente indefinido, é preciso veículos com uma fama de “direitistas” criada exatamente para esse fim.

Se você examinar caso por caso, verá que desde a década de 60 – em pleno regime militar --, os altos cargos da nossa mídia são quase todos ocupados por militantes ou simpatizantes da esquerda, que ao mesmo tempo, ou em fases alternadas da sua carreira profissional, publicam semanários “nanicos” ou, hoje em dia, blogs “alternativos”, dando à platéia ingênua a impressão de que são a arraia miúda em luta contra a poderosa indústria de comunicações.

Isso é a essência mesma de um trabalho de desinformação.

Os leitores em massa ignoram que o próprio modelo do jornalismo profissional “moderno”, de corte americano, foi implantado no Brasil principalmente por comunistas, que o modularam para que servisse aos seus próprios fins sem dar muito na vista. Confiram na tese “Preparados, Leais e Disciplinados: os Jornalistas Comunistas e a Adaptação do Modelo de Jornalismo Americano no Brasil”, de Afonso de Albuquerque e Marco Antonio Roxo da Silva , da UFF .

 
(http://www.intercom.org.br/papers/nacion...52-1.pdf).

Foi graças a essa operação que, por exemplo, os setenta milhões de vítimas do comunismo chinês, quarenta milhões do comunismo soviético, dois milhões do comunismo cambojano e cem mil do comunismo cubano praticamente desapareceram dos nossos jornais e canais de TV, onde, ao contrário, sempre houve espaço e tempo de sobra para umas dúzias de guerrilheiros mortos pelo regime militar.

Deformar o senso das proporções é essencial para dessensibilizar a população ante os crimes dos comunistas e hipersensibilizá-la para tudo quanto seja nocivo ao comunismo.

Só para dar um exemplo, basta notar que nunca a presença maciça de comunistas em postos de destaque nas redações foi denunciada como sinal de viés ideológico, mesmo quando se tratasse de aparatchniks treinados em Moscou e Pequim. 


Ninguém jamais se queixou de que Otávio Brandão, Nabor Caires de Brito, Mário Augusto Jacobskind, Mauro Santayana, Cláudio Abramo, Élio Gaspari, Roberto Múller, João Sant’Anna, Alcelmo Góis, Fernando Morais, Paulo Moreira Leite e mais uma infinidade – alguns até líderes do PCB, do PC do B ou de organizações trotsquistas; outros, notórios empregados de governos comunistas – fossem diretores de jornais ou tivessem colunas de página inteira à sua disposição. 

Mas basta que algum jornalista sem qualquer vínculo partidário, apenas não muito simpático pessoalmente à esquerda, assuma um cargo de editor ou ganhe um espacinho em qualquer jornal, revista ou programa de TV, e imediatamente chovem protestos de todo lado.

Os casos de Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo são apenas os mais recentes. Minha estréia em “O Globo” foi imediatamente respondida por uma campanha para que minha coluna fosse suprimida.

Mutatis mutandis, milhares de blogs comunistas financiados por ONGs internacionais pululam na internet sem que ninguém ache isso estranho, mas basta aparecer um blog “de direita”, mesmo sem qualquer vínculo organizacional e subsidiado apenas com o parco dinheiro de seus editores, e imediatamente a coisa é alardeada como um escândalo intolerável, um crime de lesa-pátria.

O leitor comum não tem a menor idéia de como essas coisas funcionam, nem das dimensões do poder esquerdista que transforma a mídia nacional praticamente inteira em órgão de desinformação comunista (sem isso teria sido impossível esconder por dezesseis anos a existência do Foro de São Paulo ou continuar escondendo até hoje a denúncia do ex-agente soviético Ladislav Bittman sobre jornalistas brasileiros pagos pela KGB). E os profissionais que sabem de tudo não têm, é claro, o menor interesse em dar o serviço.

Com toda a evidência, os comunistas da mídia acham que a coisa mais normal e natural do mundo é possuir o monopólio do espaço jornalístico no Brasil e ainda choramingar como se fossem uns coitadinhos desprovidos do direito à palavra. 


E essa impressão postiça de naturalidade já se alastrou para todas as classes letradas, infectando o “senso comum” ao ponto de que ninguém mais enxerga o monopólio como tal, e mencioná-lo é candidatar-se ao rótulo de “teórico da conspiração”. 

A mentira alcança a perfeição quando impugná-la se torna uma doença mental.

Publicado no Diário do Comércio.

Fonte:
Mídia sem Máscara
Via: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Médico cubano denuncia esquema no programa Mais Médicos. "É sujar as mãos de sangue"

 
 
O médico cubano Carlos Rafael Jorge Jiménez, que fugiu da ilha e, há três anos, trabalha como médico da família no Ceará, ele foi convidado para falar na comissão que está discutindo o Programa Mais Médicos nesta quarta-feira (4).
 
Jorge frisou que Cuba é a última ditadura na América e afirmou que apoiar esse tipo de governo é sujar as mãos de sangue.

"Chega de apoiar o governo dos Castro (Fidel e Raúl Castro). Quem apoia, suja suas mãos de sangue. Lembrem que os médicos não vêm só por solidariedade, mas para também ajudar suas famílias", declarou.

                   

"O ministro [Alexandre Padilha] falou da democracia em Cuba. Não há democracia, mas uma ditadura. Em segundo lugar, os médicos cubanos não vêm fazer pós-graduação, são especialistas, ótimos médicos meus colegas cubanos", comentou Jiménez.

Cubanos não precisam ter vínculo empregatício aqui pois têm lá, onde trabalham de 60 a 70 horas, e ganham entre 60 e 70 reais. É uma vergonha", declarou. Ele acrescentou que quando os médicos vêm para cá, ficam felizes, pois ganharão entre 200 e 300 dólares.

"O resto o patrão, o explorador, o governo cubano, os irmãos Castro, a ditadura cubana fica com ele. O governo Dilma está apoiando isso. Por que eles não vêm como os outros? Porque não podem, porque há um convênio", afirmou emocionado.

Via:
Libertar.in 
Fonte: UOL

domingo, 1 de setembro de 2013

Síria não será atacada antes de 9 de setembro

Decisão de Obama de pedir a autorização do Congresso desapontou a oposição síria.

AFP 
 
Obama afirmou no sábado ter decidido que o país deve adotar uma ação militar contra alvos do governo sírio, mas ressaltou que irá buscar a aprovação do Congresso.
 
São Paulo - A oposição síria expressou neste domingo seu desapontamento com a decisão do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de pedir a autorização do Congresso antes de qualquer ataque contra o regime sírio, mas declarou sua confiança nos legisladores americanos.

Enquanto um ataque militar parecia iminente esta semana, com Obama, assim como o presidente francês François Hollande, determinado a agir contra o regime de Bashar al-Assad, acusado de usar armas químicas, o chefe do governo americano descartou, por fim, uma intervenção a curto prazo, preferindo consultar o Congresso, que está de férias até 9 de setembro.

"Nós ficamos decepcionados (com o discurso de Obama). Esperávamos um ataque direto e iminente (...), mas acreditamos que o Congresso aprovará os ataques militares", declarou à AFP Samir Nachar, diretor executivo da Coalizão Nacional de oposição síria, contatado por telefone a partir de Beirute.

"O relatório da inteligência dos Estados Unidos fornece evidências convincentes sobre a responsabilidade do regime pelo ataque químico" de 21 de agosto, nas proximidades de Damasco, acrescentou.

O regime sírio ainda não respondeu à procrastinação de Obama, mas muitos habitantes do centro de Damasco, entrevistados pela AFP, zombaram do presidente americano.

"Obama é alguém que não tem coragem, ele não ataca porque sabe que o nosso presidente Bashar (al-Assad) é todo poderoso (...) De qualquer forma, aquele que muito fala pouco faz", disse Souad, funcionário de um empresa nacional de eletricidade, enquanto soava os bombardeios pelo Exército contra os bairros rebeldes.

Sábado à noite, na Casa Branca, Obama afirmou que seu país estava decidido a adotar uma ação militar contra alvos do regime sírio, garantindo que "nossas forças militares têm recursos preparados na região. Estamos prontos para atacar quando decidirmos".

Mas em uma iniciativa que pode redefinir o balanço de forças em Washington, Obama acrescentou que é importante obter o apoio do Congresso antes de dar a ordem de ataque.

 "Eu vou pedir autorização para o uso da força aos representantes do povo americano no Congresso," disse Obama.

O pedido de autorização formalizado horas depois tem o objetivo de permitir ao presidente "deter" e "prevenir" ataques com armas químicas.

A Câmara de Representantes, dominada pela oposição republicana, começará os debates em 9 de setembro, anunciou seu presidente, John Boehner.

A decisão de Obama de pedir autorização ao Congresso representa uma iniciativa corajosa para um presidente que tenta recompor as relações com a oposição em um legislativo dividido, e que corre o risco de enfrentar o mesmo destino do primeiro-ministro britânico, David Cameron, derrotado no 
 
Parlamento em uma votação para definir o apoio a uma intervenção militar.

Muitos parlamentares ainda precisam ser convencidos, incluindo aqueles do Partido Democrata.
Antes de seu discurso, Obama telefonou a François Hollande, segundo um funcionário da Casa Branca.

Segundo fontes próximas ao presidente francês, os dois chefes de Estado estão "determinados a agir" contra o regime de Damasco.

Sexta-feira, Hollande não excluiu a possibilidade de uma operação armada antes de 4 de setembro, data da sessão extraordinária do Parlamento francês sobre a Síria, onde mais de 110.000 pessoas morreram em um conflito que dura dois anos e meio.

A Liga Árabe, que o secretário de Estado americano John Kerry evocou como aliado em um possível ataque, se reúne neste domingo no Cairo. Terça-feira, os delegados permanentes da Liga atribuíram ao regime sírio "toda a responsabilidade" pelo ataque químico, mas vários países influentes da organização, como o Egito e a Argélia, são contra uma intervenção militar estrangeira no país.

Segundo Washington, 1.429 pessoas, entre elas 426 crianças morreram no ataque, que os Estados Unidos atribuem ao regime sírio. Damasco, por sua vez, nega ter sido o autor do ataque e culpa os rebeldes.

A votação pelo Congresso americano acontecerá logo após a cúpula do G20, que acontece nos dias 5 e 6 de setembro na Rússia.

Hostil a qualquer intervenção militar contra o regime sírio, Moscou, principal aliado de Damasco, posicionou dois novos navios de guerra no Mediterrâneo.

Nos últimos dias, os Estados Unidos reforçaram a sua presença militar em toda extensão da costa síria, com cinco destróieres equipados com mísseis capazes de ataques contra as infra-estruturas estratégicas do regime.

Segundo o New York Times, o FBI também reforçou sua vigilância a sírios que vivem nos Estados Unidos para prevenir qualquer ação de represália em caso de ataque americano.
 
Os inspetores da ONU responsáveis por investigar o ataque químico, deixaram a Síria no sábado rumo à Holanda, onde está a sede da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ).

As Nações Unidas prometeram fazer uma avaliação "imparcial e de credibilidade" sobre o uso de armas químicas na Síria, indicando que não poderá haver conclusões até que os exames de laboratório tenham sido concluídos.

Por fim, o Papa Francisco decretou um dia de jejum e oração em todo o mundo em 7 de setembro pela paz na Síria e no Oriente Médio, durante a oração do Angelus deste domingo.

"Que o grito da paz se eleve com força para um mundo de paz", "não à guerra!", declarou em um apelo solene lançado a dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, em Roma.
 
Fonte da matéria: EXAME

Sarin foi usado em ataque químico na Síria, diz secretário dos EUA

WASHINGTON, 1 Set (Reuters) - O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, disse neste domingo que testes provaram o uso da arma química sarin em ataques na Síria.

Kerry ainda expressou confiança de que o Congresso "vai fazer o que é certo" sobre o pedido do presidente Barack Obama para ataques militares limitados dos EUA contra a Síria.

Obama afirmou no sábado ter decidido que o país deve adotar uma ação militar contra alvos do governo sírio, mas ressaltou que irá buscar a aprovação do Congresso norte-americano antes de fazê-lo.

O presidente dos EUA, em um discurso feito na Casa Branca, disse que havia autorizado o uso de força militar para punir a Síria por conta de um ataque com armas químicas realizado em 21 de agosto.

Navios da Marinha estão na região aguardando ordens para lançar mísseis, e os inspetores da ONU deixaram a Síria depois de reunir provas de um ataque com armas químicas que as autoridades norte-americanas afirmam ter matado 1.429 pessoas em áreas controladas pelos rebeldes.

 
Fonte da matéria: Reuters Brasil

(Reportagem de Thomas Ferraro)

© Thomson Reuters 2013 All rights reserved

sábado, 31 de agosto de 2013

Medicina cubana é curandeirismo e marxismo

Gilberto Velazco Serrano, de 32 anos, conta por que, em 2006, desertou de uma missão de seu país na Bolívia — na qual os médicos eram vigiados por paramilitares
Aretha Yarak
O cubano Gilberto Velazco Serrano, de 32 anos, é médico. Na ilha dos irmãos Castro ele aprendeu seu ofício em meio a livros desatualizados e à falta crônica de medicamentos e de equipamentos. Os sonhos de ajudar os desamparados bateu de frente, ainda durante sua formação universitária, com a dura realidade de seu país: falta de infraestrutura, doutrinação política e arbitrariedade por parte do governo. "É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, diz Velazco.
 
 
Ao ser enviado à Bolívia em 2006, para o que seria uma ação humanitária, o médico se viu em meio a uma manobra política, que visava pregar a ideologia comunista. “A brigada tinha cerca de 10 paramilitares, que estavam ali para nos dizer o que fazer”. Velazco não suportou a servidão forçada e fugiu. 
 
Sua primeira parada foi pedir abrigo político no Brasil, que permitiu sua estada apenas de maneira provisória. Hoje, ele mora com a família em Miami, nos Estados Unidos, onde tem asilo político e estuda para revalidar seu diploma. De lá, ele concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Como os médicos são selecionados para as missões?
Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso. Se eles precisam de 100 médicos para uma missão, você precisa estar disponível. Normalmente, eles faziam uma filtragem ideológica, selecionavam pessoas alinhadas ao regime. Mas com tantas colaborações internacionais, acredito que essa filtragem esteja menos rígida ou tenha até acabado.
Como foi sua missão?
Fomos enviados 140 médicos para a Bolívia em 2006. Disseram que íamos ficar no país por três meses para ajudar a população após uma enchente. Quando cheguei lá, fiquei sabendo que não chovia há meses. Era tudo mentira. Os três meses iniciais viraram dois anos. O pior de tudo é que o grupo de 140 pessoas não era formado apenas por médicos — havia pelo menos 10 paramilitares. A chefe da brigada, por exemplo, não era médica. Os paramilitares estavam infiltrados para impedir que a gente fugisse.

 
 
Paramilitares?
Vi armas dentro das casas onde eles moravam. Eles andavam com dinheiro e viviam em mansões, enquanto nós éramos obrigados a morar nos hospitais com os pacientes internados. Quando chegamos a Havana para embarcar para a Bolívia, assinamos uma lista para registro. Eram 14 listas com 10 nomes cada. Em uma delas, nenhum dos médicos pode assinar. Essa era a lista que tinha os nomes dos paramilitares.
Como era o trabalho dos paramilitares?Não me esqueço do que a chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”. Eles nos diziam o que fazer, como nos comportar e eram os responsáveis por evitar deserções e impedir que fugíssemos. Na Bolívia, ela nos disse que deveríamos estudar a catarata. Estávamos lá, a priori, para a atenção básica — não para operações como catarata. Mas tratar a catarata, uma cirurgia muito simples, tinha um efeito psicológico no paciente e também na família. Todos ficariam agradecidos à brigada cubana.
Você foi obrigado a fazer algo que não quisesse?
Certa vez, eu fui para Santa Cruz para uma reunião, lá me disseram que eu teria de ficar no telefone, para atender informações dos médicos e fazer estatísticas. O objetivo era cadastrar o número de atendimentos feitos naquele dia. Alguns médicos ligavam para passar informações, outros não. Eu precisava falar com todos, do contrário os líderes saíam à caça daquele com quem eu não havia conversado. 


Quando terminei o relatório, 603 pacientes tinham sido atendidos. Na teoria, estávamos em 140 médicos na Bolívia, mas foi divulgado oficialmente que o grupo seria de 680. Então como poderiam ter sido feitas apenas 603 consultas? Acabei tendo que alterar os dados, já que o estabelecido era um mínimo de 72 atendimentos por médico ao dia. Os dados foram falsificados.
Como é a formação de um médico em Cuba?
Muito ruim. É uma graduação extremamente ideologizada, as aulas são teóricas, os livros são velhos e desatualizados. Alguns tinham até páginas perdidas. Aprendi sobre as doenças na literatura médica, porque não tinha reativo de glicemia para fazer um exame, por exemplo. Não dava para fazer hemograma. 
A máquina de raio-X só podia ser usada em casos extremos. Os hospitais tinham barata, ratos e, às vezes, faltava até água. Vi diversos pacientes que só foram medicados porque os parentes mandavam remédios dos Estados Unidos. Aspirina, por exemplo, era artigo raro. É triste, mas eu diria que é uma medicina quase de curandeiro. Você fala para o paciente que ele deveria tomar tal remédio. Mas não tem. Aí você acaba tendo que indicar um chá, um suco.

 
Como era feita essa "graduação extremamente ideologizada" que o senhor menciona?Tínhamos uma disciplina chamada preparação militar. Ficávamos duas semanas por ano fora da universidade para atender a essa demanda. Segundo o governo cubano, o imperialismo iria atacar a ilha e tínhamos que nos defender. Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.
Como é o sistema de saúde de Cuba?
O país está vivendo uma epidemia de cólera. Nas últimas décadas não havia registro dessa doença. Agora, até a capital Havana está em crise. A cólera é uma doença típica da pobreza extrema, ela não é facilmente transmissível. Isso acontece porque o sistema público de saúde está deteriorado. Quase não existem mais médicos em Cuba, em função das missões.
Por que você resolveu fugir da missão na Bolívia?
Nasci em Cuba, estudei em Cuba, passei minha vida na ilha. Minha realidade era: ao me formar médico eu teria um salário de 25 dólares, sem permissão para sair do país, tendo que fazer o que o governo me obrigasse a fazer. Em Cuba, o paramédico é uma propriedade do governo. A Bolívia era um país um pouco mais livre, mas, supostamente, eu tinha sido enviado para trabalhar por apenas três meses. Lá, me avisaram que eu teria de ficar por dois anos. 
Eu não tinha opção. Eram pagos 5.000 dólares por médico, mas eu recebia apenas 100 dólares: 80 em alimentos que eles me davam e os 20 em dinheiro. A verdade é que eu nunca fui pago corretamente, já que médico cubano não pode ter dinheiro em mãos, se não compra a fuga. Todas essas condições eram insustentáveis.
Você pediu asilo no Brasil?
Pedi que o Brasil me ajudasse no refúgio. Aleguei que faria o Revalida e iria para o Nordeste trabalhar em regiões pobres, mas a Polícia Federal disse que não poderia regularizar minha situação. Consegui um refúgio temporário, válido de 1 de novembro de 2006 a 4 de fevereiro de 2007. Nesse meio tempo, fui à embaixada dos Estados Unidos e fui aprovado.
Após a sua deserção, sua família sofreu algum tipo de punição?
Eles foram penalizados e tiveram de ficar três anos sem poder sair de Cuba. Meus pais nunca receberam um centavo do governo cubano enquanto estive na Bolívia, mas sofreram represálias depois que eu decidi fugir.
Quando você foi enviado à Bolívia era um recém-formado. A primeira leva de cubanos no Brasil é composta por médicos mais experientes...
Pelo o que vivi, sei que isso é tudo uma montagem de doutrinação. Essas pessoas são mais velhas porque os jovens como eu não querem a ditadura. Eu saí de Cuba e não voltei mais. No caso das pessoas mais velhas, talvez eles tenham família, marido, filhos em Cuba. 
É mais improvável que optem pela fuga e deixem seus familiares para trás. Geralmente, são pessoas que vivem aterrorizadas, que só podem falar com a imprensa quando autorizadas.
Os médicos cubanos que estão no Brasil deveriam fazer o Revalida?Sim. Em Cuba, os médicos têm de passar por uma revalidação para praticar a medicina dentro do país. Sou favorável que os médicos estrangeiros trabalhem no Brasil, mas eles precisam se adequar à legislação local. Além do mais, a formação médica em Cuba está muito crítica. Eu passei o fim da minha graduação dentro de um programa especial de emergência. 
A ideia era que eles reduzissem em um ano minha formação, para que eu pudesse ser enviado à Bolívia. O governo cubano está fazendo isso: acelerando a graduação para poder enviar os médicos em missões ao exterior.
Fonte: Revista Veja 
Divulgação: Julio Severo

Mais médicos? Tudo premeditado desde 2003!

 
Fonte: Libertar.in

Os 10 mitos da auto-cura desmascarados

 
A psicologia positiva e as idéias da Nova Era sobre a saúde e a cura viraram moda nos últimos anos, mas nem tudo que dizem é verdadeiro.
 
Há um monte de pseudo-ciência e quasi-psicologia aparecendo como dados reais, pois as pessoas estão com fome de verdade. Aqui vai uma ajuda desmascarando mitos populares que podem confundir o que é real.

1. É "apenas o efeito placebo"

O efeito placebo é uma prova positiva de que o corpo é brilhantemente equipado com mecanismos de auto-reparo naturais que podem corrigir proteínas quebradas, matar as células cancerígenas, combater os agentes infecciosos, e retardar o envelhecimento. Mesmo se um ensaio clínico não consegue demonstrar que uma droga ou cirurgia ou tratamento de medicina alternativa é melhor do que um placebo, isso não significa que o placebo não "funcione" em 18-80% do tempo; o corpo cura a si mesmo quando é dado uma pílula de açúcar ou uma injeção de solução salina em um ensaio clínico. Na verdade, deveria ser chamado não de "placebo" e sim de "efeito de auto-cura".

2. O efeito placebo está em sua mente

Enquanto pensamentos, crenças e sentimentos que se originam da mente podem ativar "efeitos de auto-cura" no corpo, parecidos com placebo, o efeito placebo não apenas faz as pessoas se sentirem melhor; efetua resultados mensuráveis na fisiologia do organismo. Quando os pacientes são tratados com pílulas de açúcar, injeções salinas e cirurgias falsas, as verrugas desaparecem. Cólons se tornam menos inflamados. Os brônquios dilatam. Cabelos crescem até mesmo em homens calvos.

Não está apenas em sua mente. Está em seu corpo.

3. Os efeitos placebo só acontecem com pessoas crédulas

Não. Todos nós somos suscetíveis aos efeitos do placebo. De fato, alguns estudos sugerem que as pessoas com QI mais alto podem ser ainda mais suscetíveis do que a média. Os únicos que parecem ser relativamente imunes aos efeitos do placebo são aqueles com a doença de Alzheimer.

4. Você pode curar a si mesmo, sozinho

Dizer que você pode curar a si mesmo é uma espécie de equívoco. Os dados sugerem que o corpo pode curar a si mesmo, mas o faz muito mais eficientemente quando o processo é facilitado pelos tipos certos de curandeiros que apoiam o processo de auto-cura do organismo. Estes podem incluir médicos e enfermeiros, mas também podem incluir os terapeutas, acupunturistas, terapeutas energéticos, naturopatas, xamãs e muitas outras modalidades de praticantes de cura. Uma combinação de crença positiva por parte do seu fornecedor e cuidados com carinho que o deixam com um sentimento de calma e segurança tem sido cientificamente comprovado para melhorar os resultados de saúde.

5. Os médicos não usam placebos na prática clínica

Cerca de 50% dos médicos admitem usar placebos na prática clínica, geralmente sem o consentimento do paciente. Eles não estão tentando ser sorrateiros. Aqueles que fazem isso estão apenas tentando ajudar.

É um dilema ético para os médicos, e muitos estão em conflito sobre suas escolhas, mas se você acha que isso não acontece em consultórios médicos, pense novamente.

6. Se você não pode curar a si mesmo, você fez algo de errado

Errado! Enquanto pensamentos, crenças e sentimentos que se originam na mente podem desencadear respostas ao estresse no corpo que desativam os processos de auto-cura do corpo natural, o que predispõe o organismo a doenças, a presença de doença não significa que você tenha sido um mau paciente com pensamentos ruins e que você merece uma surra cósmica.

Não há lugar para culpa ou vergonha quando se trata do processo de cicatrização. Tais pensamentos só acionam mais respostas ao estresse. Como o Dr. Christiane Northrup diz: "Nós somos responsáveis por nossa doença, e não para a nossa doença." Em vez de se culpar, tente perguntar a si mesmo: "Existe uma lição que eu poderia aprender com o meu estado de saúde?" Ou "Se a minha doença tivesse uma mensagem para entregar-me, o que ela me diria? "

Se a resposta para ambas as perguntas é "Nada," muito legal. Mesmo que seu estado de saúde tenha algo a ensinar-lhe, isso não significa que você tenha feito algo de errado. Isso significa que você está fazendo algo muito certo, permitindo que a doença seja uma oportunidade para despertar.

7. Curar a si mesmo é algo da física quântica

Hoje há uma tendência para tentar explicar tudo com a ciência, quando, talvez, algumas coisas são melhor explicados em termos espirituais. Nos dias de hoje parece que todo mundo faz referência à física quântica como a explicação para as coisas alguns podem achar difícil de acreditar ou entender.  Em outras palavras, se você vai citar ciência, certifique-se de acertar. Não jogue linguagem científica fora se você não tem certeza do que está falando.

8. Todos os resultam de doenças de karma de vidas passadas

Sugerir que todas as doenças são o resultado de karma ruim que herdamos de coisas "erradas" que fizemos em vidas passadas parece fora da base. Isso soa muito parecido com culpa, e se você é uma criança de 8 anos que tem leucemia ou você simplesmente foi atropelado por um carro e agora está paralisado, a última coisa que você precisa saber é que o karma de vidas passadas está atinjindo você na presente vida.

9. Doenças que se resolvem sem tratamento médico são o resultado de milagres e magia

A capacidade do corpo para curar a si mesmo pode ser explicada com a fisiologia pura. As pessoas na literatura médica que experimentam remissão espontânea de doenças aparentemente "incuráveis" não são apenas sorte. Em vez de aprender desamparadamente e sentar-se passivamente, sentindo-se como vítimas, muitos deles escolheram serem pró-ativos sobre o aumento de suas chances de remissão espontânea.
Mind Over Medicine explica em grande detalhe a fisiologia de como tais comportamentos influenciam a amígdala no cérebro, que afeta os hormônios em sua corrente sanguínea e afeta todas as células do seu corpo. A mente estando perfeitamente saudável, o corpo pode acompanhar.

10. É tudo sobre a cura

Sim, quando estamos doentes, é natural se concentrar em como seria aliviante se a doença pudesse evaporar-se completamente. Mas e se houvesse um sentido mais profundo de paz que podemos acessar quando paramos de sentir a necessidade de controlar os resultados e, ao invés disso, se render ao que é, ao mesmo tempo, fazendo tudo ao nosso alcance para tornar nossos corpos maduros para a cura? É tudo sobre desapegar-se da cura, e escolher definir o sucesso como a prosperidade, com ou sem a doença. Dessa forma, o corpo acaba deixando emergir a cura.

Fonte:
Conscious Life News 

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